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Carro da semana, opinião do dono: Peugeot 208 Griffe, novo recomeço

Carro da semana, opinião do dono: Peugeot 208 Griffe, novo recomeço

Depois de nos enviar um relato bem completo sobre seu Peugeot 208 há cerca de um ano atrás, o nosso leitor-editor Ubaldir Jr. nos dá um relato completo de sua convivência com o modelo em quatro anos, confira:


Chegou ao fim nossa convivência com o Peugeot 208 Griffe ano 2015/2016.

Mas ela não marca o fim da relação com o modelo, e sim um recomeço. Quase que uma exigência de minha esposa, a opção na troca foi mesmo pela aquisição de um novo 208.

A inexistência de problemas ao longo de 4 anos e quase 85 mil km de convívio, o excelente nível de conforto do carro, a lista diferenciada de equipamentos e a beleza quase incontestável do modelo foram os motivos principais para a afeição ao carro.


Carro da semana, opinião do dono: Peugeot 208 Griffe, novo recomeço

Algumas opções foram pesquisadas por mim, como o recém lançado C4 Cactus, o VW Polo e o Peugeot 2008, além de breves consultas com relação ao Honda Fit. Mas todas as investigações minhas foram só no intuito de ter um parâmetro de negociação mais concreto.

Um equipamento que minha esposa fez questão: o sensor de estacionamento dianteiro que já equipava o seu 208. Esse pequeno detalhe já limitava as opções praticamente a Polo, 208 e 2008.

Para o Fit, além do problema do preço (como é caro o compacto da Honda quando analisada sua lista de equipamentos!), já tinha em mente a questão do espaço para o motorista.

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Não é algo raro que eu assuma a direção do carro de minha esposa e o Fit (assim como o City) conta com uma amplitude limitada na regulagem do banco do motorista, o que me parece visar garantir espaço razoável para as pernas do ocupante do banco de trás.

Mas para mim, com quase dois metros de altura, acaba quase inviabilizando a utilização do carro pelo desconforto da posição de dirigir.

O Cactus é um modelo que acaba ficando caro, também: por ainda carregar o adjetivo de “lançamento”, possui descontos pouco generosos.

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O preço de tabela de praticamente 90 mil reais para uma versão Feel Pack, aquela que tem um pacote interessante de equipamentos combinados com o motor aspirado e câmbio automático, acaba por ocasionar uma necessidade de aproximados 50 mil reais na troca.

Somado este fator com a falta do bendito sensor dianteiro e a avaliação racional de que o veículo quase nada oferece em termos práticos além do que se tem no 208, fica complexo investir uma quantia exorbitante apenas para se ter um design mais moderninho.

O Polo tinha duas limitações: minha esposa simplesmente não gosta de seu design e seu preço em versões com nível de equipamento equivalente ao do 208 estava na casa próxima aos 80 mil reais.

Some-se a isso a natural desvalorização do 208 usado nas concessionárias VW e o valor de volta em uma troca para um Polo Highline ficaria na casa dos 40 a 45 mil reais.

Na Peugeot, veio o primeiro problema: a marca retirou os sensores dianteiros do 208 Griffe na linha 2019/2019, além de mudar alguns detalhes de acabamento externo, como a eliminação do acabamento black piano nas colunas das portas e da moldura cromada que circundava a área envidraçada lateral.

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Quem conhece o modelo sabe o quanto essas supressões influem em seu visual final, aproximando-o muito em aparência às versões de entrada.

Vieram duas opções de negócio para veículos zero km:

1 – 28 mil reais na volta para adquirir um Peugeot 208 Griffe zero 2019/2019 na cor branco nacré;
2 – 33 mil reais na volta para um 2008 Griffe 2018/2019 zero km (um bônus de 8.000 reais aproximou bastante a pedida entre ele e o 208) na cor branco nacré (perolizada).

Se considerarmos o preço de tabela para os dois modelos (pouco mais de 76 mil reais para o 208 e praticamente 89 mil reais para o 2008), até que o valor de volta ficou atrativo para ambos os modelos, em especial para o 2008. O valor de tabela FIPE para o nosso 208 estava na casa de R$ 50 mil.

Eis que no showroom da concessionária, na parte de seminovos, observo um belíssimo 208 Urbantech modelo 2018, uma série especial montada sobre a versão Griffe, mas contando com alguns “mimos” a mais, como retrovisores cromados, acabamento do painel imitando fibra de carbono, volante esportivo em couro perfurado e costuras vermelhas, rodas aro 17” com desenho idêntico às do 208 GT, bancos parciais em couro de belíssima padronagem, além de mais alguns detalhes diferenciais.

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Verifico o carro, ele conta com apenas 3.500 km rodados. Simplesmente impecável. A cor é o branco nacré e o preço pedido era de R$ 63.500,00.

O antigo dono adquiriu o modelo, mas acabou por acha-lo incongruente às suas necessidades de espaço interno, trocando-o por um 3008 na concessionária, deixando-o para venda em consignação.

Entre idas e vindas, depois de muita negociação, 23 mil reais na volta pelo nosso carro. A desvantagem do negócio estaria apenas na avaliação do usado, que perdia algumas benesses com relação à aquisição do zero km.

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Mas ainda assim, os R$ 40.500,00 recebidos pelo nosso 208 no negócio acabaram sendo razoáveis para um carro de 4 anos, 85 mil km rodados e preço de aquisição original de 60 mil reais.

Na venda a particulares, o valor provável a ser angariado pelo carro rondaria os 45 mil reais, em especial pela sua quilometragem avançada, acima do que é esperado para um carro 2015/2016.

Somado ao fato da eliminação de alguns investimentos “pós compra”, como instalação de películas (o Urbantech já contava com o adereço), a eliminação da necessidade de emplacamento (o carro já estava com o IPVA 2019 pago), a eliminação da necessidade de instalação de protetor de cárter (também já instalado no carro) e instalação de banco de couro (já presente na versão), tivemos aí uma economia extra entre 3 e 5 mil reais, valor que é muito comum de ser dispendido por quem adquire um carro zero km (quem é acostumado com a operação sabe disso).

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O 208 Urbantech ainda veio equipado com engate cromado, o que é útil para mim que pratico ciclismo.

O convívio com o 208 Griffe:

Em meu relato anterior já havia especificado o convívio com o carro até os 60 mil km.

De lá para cá, os 25 mil km rodados foram de quase total ausência de ocorrências. Foi apenas providenciada a troca da correia dentada em revisão, como prevê o manual, e a substituição de uma buzina queimada.

Os pneus trocados por volta dos 60 mil km (53 mil km um par, 65 mil km o outro) encontram-se quase novos. Motor, suspensão, parte elétrica, direção… tudo em perfeito estado.

Já quase na entrega do carro à concessionária, um pequeno acidente ocasionou um dano à porta traseira esquerda do modelo. Mas assim ele foi entregue na troca, com um pequeno vinco na altura da maçaneta, a qual também acabou “ralada” no choque com um obstáculo em manobra.

O interior manteve seu aspecto original, sem qualquer detalhe que pudesse desmerecer sua integridade.

Os ruídos de acabamento mantiveram-se discretos ao longo de toda a nossa utilização do carro. Intervenções minhas colaboraram neste fato: adicionei em algum momento um anteparo de esponja entre a placa e a tampa do porta-malas e pequenas tiras também de esponja na parte interna inferior do forro de porta do motorista quando notei alguns ruídos vindos destas peças.

No mais, não há muito o que dizer, tudo funcionou a contento ao longo desses 4 anos.

Troca de peça fora do que é o plano de manutenção normal, somente a da buzina. A original queimou por volta dos 70 mil km, sendo que fiz a substituição em uma auto elétrica por módicos R$ 85,00.

Em resumo, a ficha corrida do carro foi a seguinte:

  • Solicitação de aperto de parafuso do trilho do banco do passageiro na revisão de 30 mil km – estava gerando ruído quando desocupado;
  • Troca em garantia do tubo de condução de água para o esguicho traseiro por volta dos 50 mil km. O vazamento ocasionou pequena mancha na forração interna junto à coluna “C”, sendo que foi providenciada também a substituição do forro. Como já narrado no relato anterior, um choque traseiro que antecedeu brevemente a ocorrência pode ter gerado o problema. De qualquer forma, a Peugeot não apresentou qualquer empecilho à atuação da garantia para a resolução do infortúnio, o que me permitiu concluir que o problema fosse mesmo de fabricação;
  • Troca de bateria com pouco mais de 2 anos de uso (uns 40 a 50 mil km) – foi utilizado o 0800 da Peugeot, a qual providenciou a troca em casa em um período não maior que meia hora;
  • Troca de um par de pneus por volta dos 53 mil km rodados;
  • Troca de pastilhas de freio dianteiras por volta dos 63 mil km rodados;
  • Troca do outro par de pneus por volta dos 65 mil km rodados;
  • Troca da correia dentada na revisão de 70 mil km;
  • Troca da buzina por volta dos 70 mil km.

No mais, foram trocadas as paletas dos limpadores de para-brisa por duas vezes.

As revisões tiveram custo dentro do esperado, sempre variando entre 400 e 1000 reais ao longo da vida do carro conosco, incluindo alinhamento e balanceamento.

O consumo sempre foi um tanto exagerado para o porte do veículo. Médias com gasolina ao redor de 8 km/l na cidade e 13 km/l em rodovia foram características nesses 4 anos.

No etanol, coisa de 6 e 9,5 km/l nos dois ambientes foi o normal de ocorrer.

O câmbio de 4 marchas, outrora um componente extremamente criticado na linha PSA, se comportou exemplarmente, sempre com operação adequada e suave, a despeito da sua natural limitação em termos de funcionamento relativo a dinâmica do veículo em consequência do seu limitado número de engrenagens.

Outro componente que nos primórdios da operação da PSA no Brasil foi muito criticado, a suspensão passou despercebida ao longo dos anos, sem qualquer registro com relação ao seu funcionamento ou substituição de peças.

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Os detalhes do modelo – para o bem e para o mal:

O carro é realmente muito prazeroso no convívio diário, tanto em termos de comportamento dinâmico como com relação ao acolhimento aos ocupantes em seu interior.

A percepção de qualidade nos materiais de acabamento interno é muito forte, aproximando muito o pequeno francês do que se tem em veículos de categorias superiores, como a de sedãs médios.

O teto panorâmico é um acessório muito agradável, o qual repassa uma sensação de amplitude diferenciada quando aberto.

Minha esposa relatou que por diversas vezes, amigas que pegam carona regularmente com ela para as suas viagens à Brasília, a perguntavam se havia trocado de carro quando adentravam no veículo com o forro do teto aberto, tamanha é a diferença que se sente entre a situação do acessório em uso ou não. É realmente interessante.

A farta lista de equipamentos torna a vida a bordo do 208 bem aprazível.

Piloto automático com limitador de velocidade, direção elétrica muito macia em manobras e adequadamente firme em velocidade, ar condicionado digital automático dual-zone, sensores de estacionamento dianteiros e traseiros, sensores crepuscular e de chuva, regulagens de altura e distância da direção e do banco do motorista, paddle shifts.

É um nível de lista de acessórios digna de categorias superiores.

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Por fim, o painel visualizado por cima do volante de raio reduzido acaba por dar ao veículo um ar realmente diferenciado com relação ao lugar comum. Não que seja um arranjo mais funcional ou “melhor” que o tradicional. Mas é um diferencial visual que causa sim uma percepção positiva, por assim dizer.

Do lado negativo, temos algumas falhas de projeto típicas dos modelos montados sobre a plataforma PF1 da PSA: a tampa do tanque de combustível que exige a utilização da chave de ignição e a falta de iluminação nas palas de sol são anacrônicas. Além disso, o vidro elétrico tipo “one touch” apenas para o motorista incomoda.

São falhas pontuais que não chegam a tirar o brilho do modelo, mas que chamam a atenção pelo fato de serem situações facilmente corrigíveis em um veículo com idade de projeto já considerável.

Peugeot 208 Urbantech – as diferenças:

Como já relatei, o 208 Urbantech é uma série especial que serviu de marco para o lançamento do câmbio AISIN de 6 marchas na linha 208, a qual foi montada sobre a versão Griffe, mas com alguns detalhes interessantes a mais.

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São eles:

  • Câmera de ré com imagem projetada na CMM;
  • Rodas aro 17” com o mesmo design das utilizadas na versão GT, mas sem contar com as áreas diamantadas/pretas visualizadas no esportivo, sendo pintadas em toda a sua superfície em tom prateado acetinado;
  • Bancos parcialmente em couro, com bela padronagem que inclui gravames com o nome da versão;
  • Revestimento parcial do painel imitando fibra de carbono, além de acabamento especial em black piano e peça cromada junto à CMM. É realmente diferenciado com relação ao que se tinha na Griffe;
  • Volante da versão GT, que alterna áreas em couro perfurado, couro liso e peças cromadas, arrematadas em costura vermelha, tornando a peça de extremo bom gosto;
  • Retrovisores com capa cromada em lugar dos tradicionais pintados na cor da carroceria;
  • Logo “Urbantech” nos para-lamas dianteiros;
  • Tapetes personalizados em carpete com o nome da versão;
  • Além do mais, o modelo vem dotado de isofix, algo que nós não possuíamos no carro anterior, mas que foi adicionado à linha 208 como um todo após 2017.

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A CMM também foi atualizada com relação àquela a que nos acostumamos no veículo anterior, passando a contar com interface ainda mais amigável e com apple carplay e android auto. O navegador nativo foi eliminado em função da utilização dos disponíveis no celular.

Em termos de “supressão”, a linha 208 perdeu os paddle shifts na adoção da caixa de mudanças de 6 marchas. Pode fazer falta a alguns, mas para a minha esposa não faz a menor diferença: ela jamais tomou conhecimento das aletas atrás do volante. Elas no fim só serviam para poluir o ambiente atrás da pequena direção do Peugeot.

Na segurança passiva, o carro continua contando com os 6 airbags, algo bem positivo. Em especial se considerarmos a sua categoria.

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Entretanto continua sendo sentida a falta dos controles de estabilidade e tração, algo só disponível na versão esportiva GT. É uma pena, mas me parece claro que a PSA não vai adicionar o equipamento à linha 208 antes da mudança de geração.

Na parte externa, os faróis mudaram. Apesar das belas peças novas com máscara negra em seu interior, é notável que o modelo anterior contava com projetores elipsoidais que denotavam maior valor agregado.

Mudou o para-choque dianteiro como um todo, com novos nichos para os faróis de neblina, os quais ficam alojados em molduras negras que eram inexistentes na versão anterior. Digamos que o visual ficou mais “sofisticado”, apesar de o estilo “clean” da peça anterior me parecer mais elegante.

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De toda forma, somadas essas mudanças, as rodas 17” e a cor branco nacré, não há como negar que o carro novo é significativamente mais belo que o anterior.

Como o carro é da esposa e foi muito recentemente adquirido, ainda não pude avaliar as mudanças em termos de consumo.

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No breve contato que tive com ele foi possível aferir a melhora do nível de ruído interno, não só pelo novo câmbio como pelas alterações providenciadas pela PSA no motor 1.6 16V na linha 2017, com perda de potência, mas com ganhos em suavidade de funcionamento.

Em termos de desempenho, a redução de 4 cv na potência máxima é pouco notada no uso cotidiano.

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CONCLUSÃO

Definitivamente o Peugeot 208 foi o carro de melhor convívio que já tivemos em nossa residência ao longo de 15 anos de utilização de carros zero km.

Sempre muito confiável, sem complicações na manutenção, com atendimento de pós-venda muito adequado, com ótimo nível de equipamentos e acabamento, vida a bordo agradabilíssima, ótimo comportamento dinâmico, o compacto francês foi merecedor de um recomeço na relação.

Vejamos se o novo integrante da família mantém a percepção firmada nos últimos 4 anos intacta.

Para finalizar, vale um adendo: a representação da marca Peugeot em Goiânia está mudando de proprietário, sendo que um novo grupo assumirá a tarefa. Vejamos se a nova administração manterá o bom nível de serviços a que tivemos acesso nos últimos anos.

A princípio, me parece que boa parte da equipe atual será transferida para a nova gestão, o que me parece muito positivo. Do vendedor de veículos zero km ao de veículos seminovos, passando pela gerência da agência e pelo atendimento do consultor de manutenção, sempre fomos extremamente bem tratados na Saint Martin, concessionária da marca em Goiânia.

Dá até para cravar que em nenhum representante de outra marca tivemos o nível de atenção dispensado pelos funcionários da atual representação Peugeot na cidade.

Vejamos como será daqui para frente. Essa convivência com um novo modelo da marca será válida para avaliarmos o novo grupo.

Ao menos a concessionária passará a se localizar ainda mais perto de nossa residência, quase na esquina de casa.

Abraços a todos.

Ubaldir Jr. – Goiânia.

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Eber do Carmo

Eber do Carmo

Formado em marketing, tem mais de 13 anos de experiência escrevendo sobre o mercado automotivo no Notícias Automotivas, desde que fundou o site em 2005. Anteriormente trabalhou em empresas automotivas, nos segmentos de personalização e áudio. Também teve por três anos uma empresa de criação de sites e catálogos eletrônicos.

  • Faheina

    Belo exemplar

  • renanfelipe

    Aqui em Maringá-PR o atendimento da Concessionária costuma ser muito bom tbm. Pra minha alegria Peugeot vende muito bem aqui, então peças e manutenção não são um problema. Certamente o 208 está na frente da lista de quando for trocar de carro.

    • Ralex

      Isso eh vdd. Quando fui comprar em curitiba, nao tive um atendimento satisfatorio. Negociei em Maringa, saiu 2k mais barato e muito bem atendido na Chanson veiculos. proximo pug vou ate Mga buscar novamente

    • Annita Fingenberg

      A de Londrina também tem um excelente atendimento.

    • Mr. Pereba

      A Chanson Maringá tem um atendimento de venda e pós venda digna de marca premium. Já tive 2 Peugeots (206 e 208) e sempre fiquei impressionado com o pós venda. Ano passado comprei um Virtus HL e senti a queda drástica na qualidade do atendimento da VW, isso porque já testei nas duas CSS de Maringá (Somaco e Servopa). Voltaria para a Peugeot sem pensar duas vezes, e talvez farei isso se o novo 208 vier como o europeu!

  • Alexandre Pimenta

    Tenho um Citroën e realizo as manutenções em uma css peugeot/Citroën e o atendimento sempre foi impecável. Perdi totalmente o preconceito que tinha com a marca.

    • Ric53

      Meu C3 Tendance que tirei zero da css e fiquei durante 4 anos e 52.000 km também nunca deu defeitos. E sempre disse isso aos conhecidos e também que antes perder um pouco na revenda do que ter passado esses 4 anos andando naquela porcaria de Onix LTZ!

      • MarcioMaster

        Onix é porcaria e C3 é nave….pacaba.

        • Vitor C

          O C3 é um carro mais honesto.

          • rafael

            Sim, e muito melhor que o Onix.

        • rafael

          O C3 não é perfeito. Porém, perto do Onix, é uma nave sim. E das boas. Não desses Boing Max que caem haihiuahai

        • Ric53

          Perto do Onix o C3 é uma naaave, um yacht 5 estrelas!

  • Diego

    O meu posicionamento a respeito de Pegeout é quase a de um carro chinês. O verdadeiro significa de TENHO BOLAS!

    • lindimar ribeiro

      Vc eh atrasado automotivo…

    • Felippe2010

      reveja sua opinião, quem fala mau do Peugeot’s atuais é porque não conhece nada sobre carros

      • Luconces

        As vezes é ignorância mesmo. Até o nome ele digitou errado.

  • Fabão Rocky

    Infelizmente na maioria dos estados aqui no BR tem preconceito c/ Peugeot e Citroen e são carros excelentes c/ ótimo custo/benefício.

    • Danilo

      O problema é que a marca gerou isso! Durante muitos anos houve um problema de peças de reposição (preço e falta), mal atendimento e defeitos não resolvidos dentro da PSA no Brasil. Hoje parece que isso é diferente, mas pra sair essa “primeira impressão” serão anos de trabalho árduo. Eu apostei na marca e até agora tudo tranquilo, C4 Cactus com 10k km já passou pela primeira revisão, trocarei o volante em garantia por um problema no botão de multimídia, amortecedores com ruídos, mas disseram analisar quando for trocar o volante e ruídos internos prontamente removidos na primeira visita. Atendimento ok até agora.

      • Cromo

        A Fiat era a mesma coisa, mas ela superou essa imagem ruim, acho que a Peugeot tbém vai melhorar sua imagem com o tempo, senão não sobreviverá aqui.

      • EU acho que o que está faltando agora é acertar na gama de produtos, que está muito reduzida. Showroom da Peugeot hoje só conta com utilitários, 208/2008 e o 3008. É muito pouco para tirar a montadora do número de vendas reduzido.

        • Campanha está forte. Em Congonhas e no Santos Dumont ficaram um bom tempo com o carro para demonstração (5008).

      • Eu concordo. A PSA colhe hoje o que plantou nos seus primeiros anos de atuação no Brasil.
        O normal é que colha os frutos da organização atual daqui a alguns anos.

    • Eduardo Alves

      Pois te digo que como antigo dono de Um 408 thp , a rede de concessionaria foi responsavel por isso ( ao menos em Goiania). Hoje tenho um c3 solaris no qual quem usa é minha esposa e um dos motivos por eu ter comprado foi justamente devido a esse preconceito que fez os preços despencarem, dai se compra carros mais completos por preços mais baratos.

      • Al

        Sim, minha esposa tem um C3, que acho um bom carro. Tá com quase 100 mil km e a única vez que deu problema foi por erro de manutenção, que eu próprio tive de pesquisar para orientar o mecânico como fazer.

        Também pude ver o quanto as concessionárias Citroen e Peugeot são confusas. São muito educados, simpáticos e solícitos, mas raramente oferecem uma resposta técnica precisa quando questionados. Sem contar que os preços das peças são exorbitantes quando comparados com peças de primeira linha encontradas nas lojas.

        Por isso, que realmente acredito que carros da PSA são bons, mas é bom que se tenha conhecimento de mecânica pra ter um. Porque se der o azar de cair na mão de um mecânico que não entende, pode acabar passando maus bocados e achar que o carro é uma porcaria.

    • Rodrigo

      Minha percebeu dos carros da PSA mudou completamente depois de ter dirigido um DS5 e um 3008 Griffe Pack (novo). Infelizmente carro deixou de ser minha prioridade no momento, senão embarcaria em um dos dois (O DS5 seria minha prioridade caso achasse um em boas condições).

      • Fabão Rocky

        Aquele DS5 é bonito pacas!

        • Rodrigo

          É a definição literal de nave

        • Carro fantástico e de mecânica de simples manutenção, uma vez que seu conjunto motor/câmbio/suspensão/direção é o mesmo já utilizado a quase uma década pela PSA no Brasil (C4 Lounge, 3008, 408, 308…).

  • JustJow

    Bela matéria!

  • Ric53

    Esse compacto tem um interior cheio de requinte!
    E com o meu Citroen C3 Tendance tirado zero da css que ficou comigo durante 4 anos e 52 mil km foi assim também, carro completo, aquele maravilhoso para-brisa Zenith (saudades eternas), um carro que eu comprei de dentro pra fora! Perdi um pouco na revenda mas antes ter passado 4 anos andando de C3 do que com aquela porcaria do Onix LTZ.
    Que saudade!

    • Fanjos

      Carro na hora de vender é incógnita, eu vendi bem rápido (2 dias) e com o valor da tabela um antigo Up semi pelado que todo mundo “odeia”, e levei dois meses para vender um HR-V de uma amiga tendo que baixar 4k de tabela, tambem vendi um Renegade Longitude só depois de 1 mes e meio e abaixando 6k da tabela para vender, já o Cruze que não era muito barato eu vendi na tabela.
      Eu sei que carro barato vende mais rápido, mas esses dois carros mais caros são considerados queridinhos e não deveria ter muita dificuldade de vender carros em excelente estado com baixa quilometragem pelo valor da tabela…. mas né.

      • Ric53

        Cara mas você não tem noção do que é chegar na agência e o gerente te falar “Pra te falar a verdade esse carro a gente nem pega”.
        Mas no final acabei vendendo particular bem abaixo da tabela mas foi um meio termo entre particular e agência (as que aceitaram!).

        Mas o mais engraçado disso tudo, é que quando você encontra estes carros nas agências eles nunca estão com preços muito abaixo da tabela.. será que é onde o lojista faz dinheiro?

        • Fanjos

          “será que é onde o lojista faz dinheiro”

          Certeza!

          O cara vai lá e oferece 25k em um carro de 40k falando que é “difícil” de vender um ou outro aceita,então ele faz uma “incrível promoção” vendendo abaixo da tabela por 37k e voilà …. lucro gostoso!

        • Louis

          Tem loja que rejeita C3?!?! Eu achava que isso poderia acontecer com um C5 ou algum chinês, mas C3 tem de monte por ai! Nem meu 206 SW com quase 200 mil km e 13 anos de uso foi rejeitado hehehe

          • Ric53

            Te juro, raiva define..

            • rafael

              Ric53, raiva é pouco rsrs.

          • Paulão

            Fui ver o tiggo 5x e lá na chery nem quiseram saber do 408 thp, falaram que é ruim de mercado! hahahaha
            Eu fiquei rindo do vendedor, perguntei se eu tinha entrado na concessionaria errada ou se ali era uma chinesa mesmo?

            • rafael

              Paulão, o que eu vou comentar, eu comentei a pouco pra outra pessoa em outro site: o ato/processo de comprar carro faz a gente passar raiva. E o pós-venda, é puro estresse.

        • TchauQueridos

          Já tive essa triste experiência com Pug. Foi meu primeiro e único Pug.

      • Paulão

        Começo do ano passado, vendi um up! white i-motion, 4 horas depois de anunciar na olx!!! E foi no preço de tabela, o cara nem chorou, veio de outra cidade, uns 200km de distancia!
        Acho venda de carro loteria, costumo me dar bem, alguns carros que por um motivo ou outro acabei ficando muito pouco tempo, uns 6 meses, acabei até ganhando dinheiro, um fusion e um asx eu ganhei uns 2k em cada, mas foram os únicos usados que comprei, eram do ano, menos de 10k km cada, fosse 0km sem chance de ganhar em cima…
        Mês passado peguei um cactus thp pra patroa, entreguei o 408 thp dela na troca, me pagaram bem no peugeot e quando comprei ele foi um puta negocio da china, entreguei o fusion no rolo, e com isso o peugeot saiu mais ou menos 20k abaixo da tabela, fui buscar ele em outra cidade por causa desse preço incrivel! Então agora na troca pelo cactus, eu perdi 11k reais no peugeot em 3 anos, não acho que foi ruim.

        • Vitor C

          Disse tudo, se eu te falar que minha prima está tentando vender um civic ex 2016 por 54 mil há dois meses vc acredita? Acabou de baixar o preço para 52 mil aliás kkkkk, se alguém se interessar…

        • Lucas

          Eu tô vendendo uma SW4 2013 a diesel com apenas 54 mil km, toda revisada na Toyota, novinha, por 117 mil (11 mil abaixo da Fipe) e NINGUÉM, absolutamente NINGUÉM quer. Tem 2 meses de anunciada.

          • mjprio

            Engraçado eu ja vi outras pessoas terem dificuldade de vender carros assim na mesma situação sua(SW4)

          • Ernesto

            Vai ver as pessoas viram seus comentários falando mal dela. Rsrsrsrs

            • Lucas

              Não é falando mal, é mostrando que dá defeitos como qualquer outro carro – defeitos esses que foram corrigidos com peças originais e mão de obra especializada. Você sabe que dono de Toyota gasta 20 mil em bicos na concessionária, mas leva isso pro túmulo a fim de manter a fama do carro e justificar o alto valor pago.

      • Prof. DingleDong

        Essa de “queridinho do mercado” parece balela em vários momentos!

        Em 2015 tive que procurar muito pra achar um Honda Fit seminovo pra minha esposa. Compramos um EX 2012/2013 e pagamos tabela Fipe nele, pois estava em ótimo estado, única dona e com 40 mil km, e eu não estava conseguindo achar nada equivalente em termos de preço; nas mesmas condições só acima da tabela.

        Esse ano resolvemos trocar, e entrei no terceiro mês anunciando. O carro continua novo, agora está com 63 mil km, tudo em dia. Comecei pedindo tabela Fipe (mas aberto a negociações decentes), baixei mil reais, dois mil reais, e o máximo que recebi de proposta foi 7 mil abaixo da tabela!
        Todo mundo fala que Honda é anunciar e vender, e eu só estou passando raiva!

  • Baetatrip

    Pois é!
    Quase convivi por 1 ano 1 PG 307 Griffe 2.0 16V AT4 2006…
    Gostava muito do carro, excelente de estrada… (curvas era muito bom) Cidade nao tanto pois a suspensao era dura!
    Adorava o apoio de braço longo (Nenhum tem como aquele apoio individual!)
    So o carro era beberrao…… e a saia era bicuda e vivia raspando (Pelo menos o peito de aço era curvado p/ dentro)

    • Meu irmão tem um. É necessária uma boa dose de paciência com aquele bico baixo.

  • Fanjos

    Quando foi lançado era o compacto mais bonito e estiloso que tinha naquele momento e com o tempo a Pug só foi piorando e abandonando o carrinho, uma pena.

    • Lyn

      Ainda é o mais bonito na minha opinião

    • Bruno Alessandri

      Concordo. Infelizmente foi capado em itens de segurança. Bola fora de uma marca que quer se posicionar um pouco acima das generalistas.

      • Jurandir Filho

        Na verdade não foi capado em itens de segurança, o ESP só tem mesmo na thp, mas o allure já vem com 4 airbags e o griffe e o urbantech são seis, foram retirados alguns itens de conforto (sensor dianteiro) e o gps que era nativo

        • Ernesto

          Não foi no 208 que a Peugeot havia retirado a barra de proteção das portas?

          • Jurandir Filho

            nunca teve (aqui no Brasil) , então não tiraram

        • Bruno Alessandri

          Não vem com barras de proteção lateral. Está entre os 10 carros menos seguros do país. Adoro peugeot, espero que corrijam isso na próxima geração.

        • Sensor dianteiro só saiu agora, na versão 19/19. O GPS saiu e entrou o Adroid Auto ou Appla carplay. Ficou muito melhor que o GPS nativo de antes.

  • Leonardo C.

    Excelente relato, Ubaldir! Estou finalizando o meu para mandar ao NA, quase 110.000 km com meu c3 Tendance 1.5 2013. Minha irmã também tem um 208 Griffe 2017 Branco Nacré, que comprou da frota da PSA com 16.000 km, carro show de bola, sem nenhuma reclamação até agora e com excelente atendimento na concessionária Super France aqui de São Paulo-SP.

  • julio cesar zancan

    Meu relato com um Peugeot 207 q comprei zero anos atrás: escapamento furado cm 6 meses de uso, mecanismo elétrico do vidro da porta dianteira estragou 3 vezes em 8 meses de uso, péssimo atendimento da concessionária. Peugeot nunca mais!

    • Fabio Gambela

      O 208 é bem mais confiável do que o 207.

    • Lucas

      10 anos atrás, você quer dizer.

      • Marcus Fumagalli

        10 não, 20!! O 206 (90% do 206,5) é de 1999!!

    • José Castro Neto

      Peugeot 206,5 sempre foi um carro problemático. Meu irmão teve um, gostava do carro, mas deu um pouco de aborrecimento.
      Depois dele entrou outro aqui, um 308 2.0 Allure. Fiquei por 5 anos com ele, 171.000 km rodados.
      Carro valente, era um tanque, nunca me deixou na mão.

      Se uma rodagem dessas n ao for suficiente pra se testar um carro, não sei o que será preciso pra isso.

      • Luconces

        Não da pra generalizar tb. Peguei um 207 2009 em 2013 e fiquei com ele por três anos. Depois revendi pelo preço da Fipe em duas semanas.

        Sem problemas nenhum a não ser a magueira do esguicho do parabrisa.

        • Tem um amigo de infância meu que tem um 207 desde novo até hoje. Apesar de já ter sofrido um acidente considerável com ele (trocou quase que uma lateral inteira), é só elogios ao carro.

          • Luconces

            Interessante!

            Depois que vi o trabalho do pessoal da Tonimek no Youtube meu preconceito com carro batido acabou mas fico receoso de comprar um usado batido ainda…

            • Tudo depende muito do tipo de batida em que o veículo se envolveu. Tem carro já batido em “todos os cantos” que se mantém íntegro e funcional. Já outros sofrem apenas um acidente que o tornam uma dor de cabeça eterna.
              Quando há danos estruturais no monobloco ou danos na instalação elétrica principal costuma ser bem complexa uma reparação que devolva a funcionalidade ao veículo. Problemas com geometria de suspensão, desgaste irregular de pneus, estabilidade comprometida, desalinhamento de peças da lataria, falta de vedação em portas, dentre outros, costumam comprometer os carros com danos estruturais significativos pela eternidade.
              Já os veículos que demandam uma reparação mais profunda na instalação elétrica principal costumam ser acometidos pela eternidade com falhas de funcionamento, seja na parte de ignição, seja no funcionamento de periféricos.
              Há também aqueles veículos que necessitam de muita mão de obra na refixação de peças de acabamento interior, os quais costumam se tornar muito ruidosos na utilização diária, o que diminui muito o prazer no convívio com um automóvel.
              No fim é tudo muito relativo. Mas é bem verdade que acidentes por si só não condenam um veículo. É necessário mesmo estudar os danos para avaliar.

              • Luconces

                Sim! E o cara da Tonimek explica tudo isso também, tem um vídeo de um Etios que teve que puxar as longarinas, trocar 100% da traseira, metade da lateral esquerda fora os periféricos, parecia Lego sem brincar. E o serviço ficou zero bala, ficou irreconhecível o conserto. Eles chegam a simular a calafetação original do carro, usando partes que não sofreram batida como base.

                Esses casos por mais que o serviço seja redondo, eu fico com o pé atrás. E se em uma segunda batida forte, o carro vai se comportar como deveria? Se a seguradora liberou, tem embasamento mas eu não encararia.

  • Chap

    É extremamente ridículo cortes tão banais assim, lá no [lançamento do] facelift o Griffe já havia perdido os faróis melhores, e agora ainda removem detalhes de acabamento e os sensores dianteiros… Não dá para engolir, não, de forma alguma!

    Buzina e aquela mangueirinha sanfonada do esguicho traseiro parecem ser problemas crônicos do carro. Já vi vários com defeito nessas peças.

    • A mangueirinha do esguicho deu problemas até a linha 2016, segundo o consultor. Depois disso o problema foi resolvido com uma mudança no componente.
      A buzina eu já não sei. Não me incomodou ter que trocá-la uma vez em 4 anos com o gasto de 85 reais, na verdade.

  • heisenbergRS

    Tive um 308 12/13 allure 2.0 manual durante 7 anos e com 100 mil km rodados, e foi uma experiência bem positiva, nunca tive problemas com o carro, a concessionária era bem atenciosa, a única coisa que me tirava um pouco o tesão era a suspensão dura demais para o nosso asfalto e o consumo de gasolina (normal para um carro 2.0). Troquei esse ano para um polo 1.6 msi manual

    • José Castro Neto

      Era exatamente igual ao meu, ele bebia bem, mas não dava pra ir pra roça .
      Como fazia muita rodovia amenizava, ficava no máximo em 12km/l e andando pra fazer média.
      13 só nas banguelas. Carroceria pesada + motor bebedor (o mono do C4 que tive era bem mais econômico) depois do Flex + sensação de falta de uma 6a marcha (Ele gira alto em rodovia) não dá uma combinação animadora .

  • Murilo Soares de O. Filho

    Belo Carro, apesar de nunca ter experimentado.

  • Jurandir Filho

    Muito bom o relado do Ubaldir, estou muito satisfeito com um 2008 seminovo que adquiri ano passado e futuramente quero pegar o novo 208 que virá ano que vem… o preconceito com a PSA está mudando, saiu uma pesquisa dia desses que ela está atrás da CAOA e empatada com Honda em nível de satisfação e a frente da Toyota

  • Gran RS 78

    Por isso que eu digo: carro tbm é sorte, que infelizmente eu não tive quando comprei um C3 tendance 2015 automático. O carro era gostoso de dirigir, macio, mas que começou a ter pequenos defeitos bobos, como luz da injeção acendendo sem motivo, barulho no amortecedor traseiro e inúmeros pontos de ferrugens na parte interna das portas e do porta malas. Fiquei somente seis meses com esse modelo, pois quase fiquei na mão na estrada quando acendeu a luz de injeção e o motor começou a perder potência. Depois disso, perdi a confiança no modelo e na marca Citroen.

    • Fabio Assunção

      Esse lance da luz de injeção ocorre quando você, após utilizar por um certo período, troca de combustível. No meu C3 ocorria isso direto.

      • Gran RS 78

        No meu caso não, pois sempre utilizo gasolina aditivada e sempre de postos com bandeira conhecida e nunca tive nenhum problema parecido com outros modelos de carros que eu tive ao longo dos anos.

  • Domenico Monteleone

    Legal, mas tenho comigo que se é pra trocar de carro, vale mais a pena trocar por alguma coisa diferente, você passa 4 ou 5 anos olhando o mesmo painel, o mesmo interior e com a montanha de dinheiro que vai a cada troca, trocar por um carro igual deixa aquela sensação que você gastou uma grana forte e não trocou de carro. (obviamente que isso é muito pessoal)

    • MarcioMaster

      Com certeza

    • Eu também penso assim. Mas vá dizer isso pra minha esposa… kkk
      No fim, o que vale é a satisfação de quem vai dirigir o carro. O que minha esposa gosta mesmo é da comodidade de saber como se opera tudo no carro, mesmo. Ela sofreu demais quando trocamos o Polo da geração passada que ela tinha pelo 208, justamente pela grande diferença de arquitetura interna e de comandos.

  • Francisco Diniz

    Tive um 208 Active 16/17
    Melhor carro que eu já tive… Até piloto automático consegui colocar (mesmo sendo manual) mas infelizmente o carro sofreu duas colisões que me deixaram sem confiança na marca pela demora das peças… Logo depois, das três concessionarias que tinham na minha região, duas fecharam e a que ficou era horrível…No final das contas, com pouco mais de um ano de uso troquei por um Onix LT 1.4 18/19 pegando FIPE e ficando a troca um carro pelo outro na Chevrolet… Às vezes tenho saudades do carro. Mas, quando lembro da concessionária a saudade logo passa. Espero um dia voltar pra marcar e contar com um serviço melhor. No nível que encontro na Chevrolet.

    • Thiago

      O que não deve ser grandes coisas, né? (falo do serviço na ccs Chevrolet)

      • SDS SP

        Das chamadas “quatro grandes”, é a que possui o melhor atendimento.

    • Romulo’

      Entendo o seu ponto. Mas espere ter alguma colisão com qualquer outro carro que não seja modelos que vendem como o Onix, pra ver a demora das peças. Nenhuma concessionária mantém estoque de peças de carroceria ou acabamento. Tudo demora.

      • Luconces

        Mesmo modelos mais vendidos tem problemas de entrega de peças. Se não conhece o Canal Tonimek no Youtube, da uma olhada. Compass e Etios com 60 dias parados em oficina para receber peças que ainda chegam erradas.

    • Luconces

      Qualquer marca hoje em dia sofre com demora de entrega de peças. Mesmo os modelos mais vendidos.

      Se procurar o canal Tonimek no Youtube, eles mostram que mesmo Jeep com peças do Compass ou Toyota com peças do Etios, se demora mais de 60 dias para receber uma peça. E vem errado com frequência.

  • Thiago

    Parabéns pela aquisição.

  • Acho o 208 o Hatch mais bonito até hoje.

  • Robson

    Um negocio incrível é quando a gente gosta de um carro de um jeito que nem sabe explicar direito né? O 208 é um carro que eu nunca dirigi e nem fui olhar em CSS pois ele sempre me chamou muita atenção e então era quase certeza fazer alguma loucura (que não posso) pra trocar meu “velho” e guerreiro Corsa 1.4. Enfim… Parabens pelo carro, tanto o anterior como o atual que é um belíssimo exemplar

    • O Corsa é um carro de confiabilidade impressionante. Tivemos dois em casa, ambos 1.0. O primeiro foi um da primeira geração (ano 2000 – Millenium 4 portas) e o segundo um Maxx da segunda geração, ano 2005.
      Esse segundo ainda se encontra na família, com minha cunhada (ficou conosco até os 70 mil km, passei para meu irmão que depois o repassou à esposa), contando com seus 160 mil km rodados. Pense em um carro para você nem lembrar de mecânico? Claro, tem as suas limitações técnicas por ser um produto quase de entrada, mas em termos de confiabilidade, não há o que reclamar.

  • Ralex

    Tive essa mesma questao. A mulher queria o sensor na frente por causa da garagem apertada. Sobrou apenas 208/c3 e Polo como opção. O argo com sensor nao encontrava nas css. Segundo um dos vendedores era um kit que nunca vinha de fabrica.
    Polo estava prox aos 75k e o pug saiu 67. Uma bela de uma diferença. Sao produtos diferentes, mas para o proposito o 208 ta cumprindo alem da expectativa. Griffe 18/19.

  • Rafael Fernandes

    Tenho um 208 Allure desde novembro/2014. Como não demando tanto espaço interno (casal sem filhos), é um carro que supre bem nossas necessidades. E nunca me incomodou. A única manutenção que fiz além das periódicas padrões, foi o desentupimento da mangueira do limpador traseiro (feito na garantia).

    Pensava em trocar de carro esse ano ou ano que vem, quando ele já terá mais de 5 anos (agora tem 39 mil km)… Porém, a razão fala mais alto, e devo permanecer pelo menos mais 2 anos com o bichinho, já que não me deu transtorno nenhum ainda.

    • rafael

      Rafael, boa decisão. Teu carro está com pouco km, dificilmente dará algum problema tão cedo. E a maior desvalorização, dos dois primeiros anos, já ocorreu. Espere por pelo menos mais dois anos. Até lá a Peugeot já terá lançado o novo 208, e este já terá passado pelo menos um ou dois anos de lançado. Portanto, mais maduro. E o Polo estará (assim espero) melhor ainda. E, numa dessas, a Ford volta a vender o Fiesta.

  • Comentarista

    O difícil é encontrar uma concessionária hoje em dia.

    • Goiânia só tem uma.

      • lindimar ribeiro

        Brasilia tem 3 concessionarias… Tenho um 408 thp, ano passado viajei para joao pessoa no carro.. Chegando la teve um problema na direcao.. E ngm colocou obstaculo para trocar.. Pelo contrario exigiram que a peça fossse encaminhada por aviao, pois era feriado e eu nao poderia ficar sem carro.. Fora isso, me deram um carro reserva ate o conserto do carro.. Eu me pergunto onde o pos-venda eh ruim. O pessoa fala das marcas sem nem comhecer, nunca teve um carro da marca. Aqui em brasilia, onde moro, tenho contato direto com o pessoal da CC ( chefe dos mecanicos e mecanicos) e nunca colocaram nenhum obstaculo.. Ja tive que trocar pecas de acabamento e trocaram sem reclamar… Eu ja tive FIAT e VW nunca passou nem perto do atendimento que tenho na PEUGEOT. agora, tem o total care (guincho e carro reserva)..

        • Jurandir Filho

          Também tive um 408 2012, só que 2.0, comprei zero km na Champion, não tive problemas durante a garantia e nem após, sempre cobraram os valores tabelados das revisões e não me empurraram nada…

        • Isso é bem verdade. O nosso relacionamento de 4 anos com o 208 foi impecável em termos de atendimento pós-venda. Foi significativamente melhor do que as experiências que tive em GM e VW.

    • Alexandre

      Acabei de ler uma matéria no G1 que a PSA pretende triplicar o nro de concessionárias nos próximos quatro anos. Elas serão Pug e Citroen juntas. Opel não vem para o Brasil.

      • Em Goiânia abriram uma segunda Citroen recentemente. Foi instalada no lugar onde havia uma concessionária Ford.

  • e3965

    Só eu acho uma maluquisse voltar R$23 mil num carro igual mais novo?

    • Nicholas Jensen

      Isso é uma coisa mais pessoal. Levando em conta que é para a esposa dele, e que faz questão de que seja o mesmo carro, e de que o carro é 3 anos mais novo e com atualizações razoáveis, eu acho que vale a pena sim.

      • e3965

        Acho que é mais a mania de brasileiro de mostrar que trocou de carro e tem bala para pegar a ulúlti versão. O carro novo é so um facelift, não teve nenhuma atualização relevante, o carro dele era ano 2015, praticamente novo, já tinha perdido bastante valor de tabela, então agora iria dar uma estabilizada. Sabe quem faz bom negócio nesses casos? Vai ser quem compra o carro 2015 por R$40 mil ou menos. Única diferença do 2015 para esse 2019 são estéticas. Claro que cada faz o que quer com seu dinheiro, mas eu dou mais valor no meu.

        • Marcelo Ecosta

          O carro era de uso diário da esposa dele em estrada e estava com 85 mil km rodados. Se o Ubaldir quisesse ostentação teria pego um SUV da moda, afinal condições ele tinha.

        • Lyn

          Esqueceu do cambio automatico de 6 marchas ja que o de 4 marchas da PSA foi estigmatizado como um cambio ruim e pouco confiavel ao contrario desse novo de 6. A central multimidia tambem é nova e suporta android auto e apple carplay ao contrario da anterior.

          E o mais importante que vc esta ignorando.A mulher do nosso amigo gostou do carro.

        • Al

          Não sei se eu daria essa diferença toda numa troca dessas, mas o fato é que não foi só um facelift…

          Uma diferença muito significativa entre o carro anterior e o novo é a troca do câmbio AL4 pelo Aisin de 6 marchas. Já dirigi carro com AL4 e achei um péssimo câmbio e também já dirigi com novo AT6 da Aisin e era espetacular. Na boa, no dia-a-dia vai ficar claro que é outro carro. Se a esposa do Ubaldir achava o comportamento do AL4 bom, agora é que ela vai ver o que é um câmbio AT bom de verdade. E na hora de abastecer vai dar pra ver que o consumo melhorou muito.

          • rafael

            Al, a única coisa que discordo de você é sobre o Aisin de 6 marchas: eu tenho um Polo com esse câmbio, e o funcionamento deste deixa a desejar. Trancos nas trocas, em especial nas reduções, creeping excessivo, programação das trocas ruim.

            • Luan Moro Vargas

              Boa noite, Rafael
              Pelo que sei o tiptronic da VW não é da aisin e sim da vw mesmo

              • rafael

                Luan, o automático convencional de 6 marchas que equipa vários VW (de Bora ao Golf atual) é fornecido pela Aisin, inclusive os Polo, Virtus e T-Cross, seja com motor aspirado 1,6, seja nos TSi de 1 e de 1,4 litro.

                • Luan Moro Vargas

                  Bah, Rafael, essa realmente eu nunca imaginei que fosse real. Sempre pensei que a VW tinha um câmbio at “próprio”, como o antigo al4 da psa. Mas após a tua info fiquei pensando: a aisin fornece caixas pra um número extenso de montadoras, impressionante. Obrigado pela correção!

            • Al

              Rafael, provavelmente você vai saber mais do que eu, pois possui um Polo com AT6, ao passo que minha experiência foi dirigindo brevemente os carros. O AL4 eu dirigi por uma semana e o AT6 por menos de 1 dia.

              O caso é que pode até ser o mesmo câmbio (não sei se é), mas o casamento carro-câmbio depende não só do câmbio, mas também do motor e de outros aspectos. Gostei muito do AT6 que eu testei, mas a verdade é que sequer foi num 208, mas num 408THP. E o AL4 também não foi num 208, mas num C-Elisee que aluguei no exterior, cujo breve convívio corroborou todos os maus relatos que já li sobre este câmbio. Então, não tenho como garantir que seja bom no 208, mas pelo que vi no 408 que eu usei, espero que seja bem melhor que o AT4 do 208 anterior.

              • rafael

                Al, já li muito que o casamento do Aisin com o THP nos Peugeots, de um modo geral, foi muito bem sucedido. Tanto dos que vêm da Argentina e Brasil, quanto dos que vêm da Europa.

              • Você está correto. O AISIN sofre um pouco no Polo por conta do torque elevado do TSI em baixas rotações, o que tira suavidade das trocas.
                Um bom parâmetro de comparação está no Jetta da geração passada, o qual contava com essa caixa nas versões 2.0 aspiradas e tinha funcionamento exemplar, com extrema suavidade de operação.
                Tenho dois PSA com essa caixa em casa hoje, um Aircross e um 208, e ambos possuem exatamente o mesmo funcionamento da caixa de câmbio: suave e preciso. Não há nem como se comparar o comportamento dinâmico do carro com a caixa AISIN com relação ao que tínhamos na anterior de 4 marchas, a despeito de que a PSA tenha feito melhoras significativas no seu câmbio AL4 ao longo dos vastos anos de utilização do componente em sua linha, tornando-o suave e confiável, a despeito da péssima reputação que o componente angariou por seus defeitos ao longo de parte da década passada.
                Só para constar, a caixa AL4 é a mesma que equipa alguns modelos Renault de hoje, como Duster e Captur 2.0.

            • Bem, o Polo eu só dirigi em test drive. A operação do câmbio AISIN com o torque máximo elevado vindo em rotações muito baixas realmente torna as trocas um pouco mais abruptas, mas nem por isso me incomodou. Realmente as reduções são sentidas em situações particulares, mais especificamente em rampas descendentes, quando você vem pisando no freio. Aí um tipo de tranco é realmente perceptível na redução. Eu tinha uma percepção parecida no C4 Lounge THP que tive até pouco menos de um ano atrás.
              Já no caso dos PSA da linha compacta, posso falar com propriedade: hoje temos um Aircross e um 208 em casa, ambos dotados com a caixa em questão. Seu funcionamento é extremamente suave. Não há trancos ou falhas em termos da escolha de marcha correta para cada situação.
              O creeping excessivo é totalmente inexistente para os carros PSA montados na plataforma PF1, e o motivo é simples: há algum dispositivo que simplesmente “desarma” o câmbio nas paradas, deixando-o como se estivesse em ponto morto. Assim que se tira o pé do freio ou se toca o acelerador ele “engrena” outra vez.
              Esse creeping excessivo era muito característico do C4 Lounge THP dos primeiros anos. Segurar o carro no freio nas paradas incomodava bastante, mesmo. Mas mesmo no sedã médio da Citroen foram feitas mudanças na linha 2015 eliminando este problema.

              • rafael

                Ubaldi, o meu Polo também tem esse sistema que “desarma” o câmbio nas paradas, porém quando ele volta, ele volta forte. Chega a ir aos pulos ao fazer manobras em espaços apertados. Muito irritante. Alguns dizem que é o controle de neutro, que desengata a marcha quando se para o veículo estando em D ou R. Mas o chefe de uma oficina VW disse que não é bem assim, que ele desacopla a caixa do motor, e não desengrena a marcha. Vai saber rsrsrs.
                Quando eu estava pra trocar de carro, eu pensei no 208 e no C3. Se eu soubesse que os AT6 deles são tão bons, e se eu soubesse de alguns pontos negativos do Polo, talvez eu tivesse pego um desses dois “franceses”.

                • Pois é, acho que até mesmo a “suavização” do motor 1.6 16V promovida em 2017 pela PSA foi no intuito de melhor “casá-lo” com o câmbio, a despeito de fazer o motor perder 4 cv na potência máxima.
                  Ficou um trabalho muito bom. O câmbio realmente “conversa” muito bem com o motor.

          • Vale frisar as atualizações feitas no motor, aplicadas juntamente com a adoção do câmbio de 6 marchas. É notável o aumento de suavidade no funcionamento da unidade de força. Ao mesmo tempo, os 4 cv perdidos não são perceptíveis em uso cotidiano. Somado ao maior número de marchas, o nível de ruído interno (que já era bom) melhorou muito.

        • Aí é que está o engano. A diferença são 85 mim quilômetros rodados. É isso o que importa para o caso de minha esposa.
          Se a intenção fosse “mostrar” que se está de carro novo, a opção seria por outro modelo de carro, com certeza. Muita gente nem nota que ela trocou de carro.

          • e3965

            Se 85 mil km foi a diferença para pagar 23 mil a mais no mesmo carro, pior ainda. 85 mil km é nada para um carro desses. Tem que acabar esse estigma que carro próximo de 100 mil nao serve mais, que se vai gastar horrores em manutenção e tem que se desfazer o quanto antes.

            • Já tive “carro velho” demais para chegar na conclusão de que os 100 mil km são realmente um marco na vida útil de um carro com motores a gasolina/etanol.
              Mas há uma falha muito significante na sua análise: os 23 mil se diluem na diferença do valor de revenda do carro. Ok, estou dando 23 mil agora, mas o carro vai valer mais na revenda para sempre.

              • e3965

                Não sei que área você trabalha, se trabalha com cálculos, mas existe vantagem nenhuma financeira nesse negócio que fez. É puramente emocional e vontade de ter carro novo sempre.

                Vantagem sabe quem tem? É quem comprar o seu carro usado modelo 2016, pega um carro muitas vezes em excelente estado, já desvalorizado por um preço bem mais camarada.

                • Sou engenheiro civil.
                  Claro, a vantagem financeira se considerado apenas o cálculo de “mais e menos” não existirá nunca mesmo. Chega a ser tolo imaginar que para andar em carros novos será mais barato do que em velhos. Assim fosse, não existiria carro velho rodando. Tem seu preço.
                  Mas, convenhamos, andar em um carro novo, por melhor que você trate seu usado, é uma experiência incomparável. Mesmo o 208 antigo de minha esposa sendo muito bem cuidado, a diferença dinâmica entre ele e o zero km é muito grande. Com 4 anos de uso e 85 mil km rodados as marcas do tempo são implacáveis em qualquer modelo.
                  Bem, cada um sabe onde seu calo aperta. Para o meu caso e minha experiência (lá se vão 30 anos de volante), a conclusão para a minha vida é: podendo, o melhor é ter carros com no máximo 100 mil km rodados. Agora, se não tiver recursos para tal, aí sim, é muito irracional fazer a troca.

    • Lyn

      Pergunte aos donos de corolla? rs

      • Ernesto

        Mas você mesmo respondeu ao falar do 208. Mudanças pontuais. A Toyota é igual, costuma fazer pequenas melhorias ano a ano, além de mudanças de geração que ocorreram.

        • Lyn

          Não são as mudanças pontuais. A pessoa gostou muito do carro e não vê problema em repetir, é bem simples.

          Eu curto mudar de marca mas nem todo mundo é aficionado por carros que nem as pessoas que comentam nesse site.

    • RodrigoABC

      Maluquisse é comprar um carro que não gosta nem agrada por causa de opinião dos outros. Aí sim é maluquisse.

      • e3965

        Isso também é maluquisse, concordo com você.

    • Minha esposa viaja todas as semanas de Goiânia a Brasília, andando cerca de 30 mil km por ano. Não é confortável deixá-la com um carro de alta quilometragem nessas condições.
      Como ela queria um carro “igual”, aí não há discussão, né. Era hora de trocar e ela queria o mesmo modelo, então tem que ser assim. Se fosse para meu uso, seria diferente.

      • Alexandro Vieira Lopes

        com 85mil km já está na hora mesmo de trocar bateria, roda, suspensão, freios, correia, …
        fez a troca numa excelente oportunidade e que sua esposa compre em 2020 e pouco o novo carro com aquele lindo drl em diagonal

        • Ernesto

          Mas pegando estrada o desgaste é muito menor.

  • André Soares

    Desconhecia tal versão, realmente muito legal.

  • Lyn

    Obrigado pelo relato.
    Só de olhar pra essas pneus 17′ ja me da uma dor no peito.ahaha

    • rafael

      Por conta das nossa crateras lunares, quero dizer, ruas? hahahah

    • Dá pra notar uma diferença significativa no comportamento do carro, mais “duro” e mais estável.

  • Elder Walker

    Nossa, tirou praticamente as palavras da minha boca no relato inteiro. Também tive um 208 Griffe, porém 2013/2014 manual, e migrei para um Urbantech 2018, porém peguei também zero aproveitando condições de negociação. Concordo com praticamente tudo o que foi dito e também tive basicamente as mesmas percepções, tanto do antigo Griffe quanto do novo Urbantech. Em especial, esses “extras” do UT são realmente de bom gosto. Acrescento ainda à sua lista que apenas ele manteve o rebatimento parcial do banco traseiro, as demais versões rebatem apenas o banco inteiro. Para mim, uma das principais perdas foi relacionada ao farol, tanto pelo projetor quanto pelo DLR: em tempos de lei para uso de faróis durante o dia nas estradas, o DLR do griffe não só ajudava a não esquecer como era lindo! E a noite, a luz do farol com projetor era muito mais bonita que a atual. Só ficou mais bonito com tudo desligado, devido à mascara negra e ao desenho interno renovado. Se esse carro tivesse os faróis do GT e, especialmente, os controles de tração e estabilidade, talvez estaria vendendo como gente grande! Aliás, até nisso minha experiência foi parecida com a do relato: quando fui fazer a troca de carro, meu desejo era pelo Polo Highline, mas na época, o prazo de entrega de um zero com o opcional do painel digital e a negociação medíocre (pra não dizer outra coisa) me fizeram desistir da compra. Atualmente, fica cada vez mais difícil defender os carros da Peugeot, considerando estes “cortes” de equipamentos, falta de outros que a concorrência já adotou à tempos, e falta de agressividade nos preços para tentar aumentar a exposição da marca. Vejo que, em grande parte, o que sustenta ainda as vendas é justamente clientes, como nós, que tiveram boas experiências e acabam conseguindo alguma negociação atraente para se manter na marca. Para quem vem de fora, trazem o famoso preconceito com “francesas”, não enxergam o custo/benefício e o ciclo vai se mantendo…

    • Ernesto

      “Atualmente, fica cada vez mais difícil defender os carros da Peugeot”. Você compraria um outro Peugeot ou não?

      • Elder Walker

        Leia o restante do comentário, até o ponto final dessa frase que citou. Levando em conta a experiência e confiança nos carros que já tive (tive dois 208 e um 307), compraria sim, sem qualquer receio. O problema é o custo/benefício na compra de um zero, quando comparamos com a concorrência: só comprei o meu segundo 208 pela boa condição na negociação do meu carro anterior (também Peugeot) e pelas péssimas negociações na concorrência, tanto no valor pago pelo usado quanto no valor do novo, taxas de juros etc. Mas se tivesse com o dinheiro todo na mão (vendido o carro anterior por conta e fosse negociar a compra do zero à vista), certamente ficaria com um produto mais moderno/atualizado como o Polo. O diferencial da Peugeot sempre foi oferecer MAIS pelo mesmo preço, seja conforto, tecnologia ou segurança, mas hoje isso só é visto no SUV 3008. Os 208 e 2008 só ficam interessantes com descontos generosos.

  • SDS SP

    Belo carro e ao contrário do que muitos pensam, o 208 tem uma boa liquidez no mercado de usados, com exceção à versão mais pelada.

  • Fernando Orlandi

    recebeu 40mil num carro de 50 de FIPE ? Peugeot é isso aí mesmo! Se fosse um Polo com fipe de 50 tinha pego 48

    • Fernando Gabriel

      Nem tanto assim. Erroneamente, utilizam a tabela Fipe/Molicar como base para venda de veículos, porém, é o contrário, ela é para Seguradoras e Preço médio de “Revenda” ou seja, o quanto a Loja/CSS vende o carro, não o quanto ela paga nele.

    • Mr. Pereba

      Eu vendi o meu 208 pela FIPE com uma semana de anúncio para particular (comprei por 51 e 3 anos depois vendi por 48). Peguei um Virtus que custou 85 mil (painel digital) e menos de um ano depois a FIPE dele está em 73 mil. Por incrível que pareça o VW vai ser um péssimo negócio pra mim em relação ao Peugeot.

      • e3965

        Vendeu por 48 porque comprou “barato” por 51 na época, desde então teve seguidos aumentos. Famosa baixa desvalorização engana bobo, desvalorizou pouco o usado, porque aumentou muito o preço do novo e refletiu no mercado de usados.

        • Mr. Pereba

          Amigo não tem nada de enganação nessa história, primeiro porque não ganhei desconto na compra (comprei na semana do lançamento) e depois porque os aumentos ocorrem de forma generalizada. O próprio Virtus hoje se for colocar o painel digital já passa de 90 mil. O que conta é o dinheiro que volta pro meu bolso, e no caso do Peugeot depois de 3 anos voltou 3 mil a menos, no caso do Virtus com menos de um ano voltaria 12 mil a menos. Mesmo se considerarmos que o Virtus é mais caro, em termos percentuais ainda se revela um pior negócio, não adianta rebater o óbvio.

          • e3965

            Você mesmo respondeu o motivo de perder só 3 mil, foi o aumento generalizado dos novos que fez o seu usado manter o valor. E você sabe o que pior negócio, é fazer como você, comprar carro zero km.

            • Mr. Pereba

              Eu só falei que o Virtus foi um pior negocio PRA MIM do que o peugeot, mas impressionante sua teimosia em argumentar contra um fato matemático, vamos lá: o peugeot em 3 anos desvalorizou 6% em relação ao valor pago e para comprar um 0km eu precisaria de 23% a mais. O Virtus em menos de 1 ano desvalorizou 14% em relação ao valor pago e para comprar um 0km eu precisaria de 24% a mais. Quanto a comprar 0km ou usado, aí já eh outra história, mas meu trabalho envolve viajar todo dia e não posso pensar em ficar com carro sem garantia de fábrica, isso sim seria um péssimo negócio pra mim.

              • e3965

                Matemática não se aplica nesse caso. É a lei da oferta e da procura que segurou o preço do seu Peugeot usado, como aumentou muito o preço do carro novo, grande parte dos compradores partiram para os usados. Se você acompanhar tem carros usados que o valor de tabela aumentou ou não baixou absolutamente nada no últimos 4 anos. Seu virtus pode acontecer o mesmo se a Volkswagen fizer seguidos aumentos. Não adianta nada também você comprar um carro por R$51 mil, ficar feliz de vender por 48 e ter que voltar próximo de 20 mil agora para pegar um de categoria igual.

                • Mr. Pereba

                  Carro é patrimônio que desvaloriza. Se você faz seus negócios não aplicando princípios matemáticos básicos, boa sorte! E já deu pra ver que não vai ser eu quem vai fazer você mudar de ideia! Abraço!

                  • e3965

                    Carro desvaloriza, mas carro novo desvaloriza muito mais. Carro novo pode ter suas vantagens, mas na matemática é apenas desvantagens.

                    • Mr. Pereba

                      Sim aí você tem toda razão. Eu compro 0km pelos motivos que já falei, pago mais caro pela tranquilidade da garantia, e pra me proteger do imprevisto e de um rombo financeiro que representa um câmbio quebrado ou um cabeçote aberto fora da garantia, por exemplo. Além disso, no meu caso ficar sem carro também representa perda de renda, e quanto mais novo o carro, mais eu me protejo disso também. Mas é como seguro, se você paga e não usa, matematicamente é um dinheiro que você tá perdendo mesmo.

                    • Exatamente como eu já havia explicado: óbvio que andar de carro novo implica em um dispêndio de valor financeiro significativo. Se fosse mais barato que andar em um usado, simplesmente inexistiria o mercado de revenda de veículos já utilizados.
                      A questão é essa mesmo, cada um tem suas necessidades. Eu, como você, não tenho como ficar com um carro muito rodado. Primeiro porque para quem roda 30 mil km por ano é imperativo ter seguro, não dá pra arriscar sofrer um acidente com terceiros e ter que arcar com um prejuízo gigantesco, e um carro com mais de 4 anos de utilização começa a ter a renovação de seguro inviável quando considerado o percentual cobrado pelo seguro com relação ao valor residual do veículo. Segundo é esse motivo relatado por ti: nós aqui em casa, assim como você, não temos nenhuma disponibilidade para arcar com o tempo perdido com um carro quebrado, e independentemente de marca ou modelo, veículos com mais de 100 mil km ficam sujeitos a falhas de funcionamento além do razoável, mesmo com a manutenção rigorosa.

    • Vejo que falta experiência sua na negociação de carros em concessionária na troca por outro. É assim em qualquer marca. Se você conseguir em alguma promoção “pagamos tabela FIPE no seu carro” pode ter certeza de que estarão te cobrando a diferença no valor do zero km.
      Funciona mais ou menos assim: preços de tabela em concessionária são dimensionados exatamente para se ter uns 10 mil reais de folga na negociação. Se o cliente chega querendo “supervalorização do usado”, o desconto no zero praticamente some. Se chega querendo pagar em dinheiro, a margem de desconto cresce.
      Concessionário não é instituição filantrópica. Primeiro que tabela FIPE não vale grande coisa em termos de revenda: é normal que em venda a particular os preços sejam uns 3 mil abaixo do que a tabela das seguradoras propõem. Segundo que os custos para revenda de um usado são reais e elevados: tem comissão de vendedor, custo do dinheiro parado enquanto o carro fica para a revenda, custos com revisão do veículo que vai ser revendido, os próprios custos de operação de qualquer estabelecimento financeiro que precisam ser rateados em todas as operações realizadas nele.
      Mais que normal os cerca de 10 mil a menos que a tabela FIPE numa troca.

  • Eduardo Sad

    Bacana seu relato Ubaldir. Considero você um cara bastante ponderado e educado, a partir dos seus relatos aqui no site bem como comentários no fórum. Mas, gostaria de te fazer uma pergunta e esteja à vontade caso não queira respondê-la: qual o motivação de vocês em efetuar esta troca? Pergunto pois aos meus olhos, um carro extremamente bem cuidado, com histórico (sendo de vocês desde 0km) completo, confiável (sem vícios de fabricação), que traz satisfação aos donos, já com o maior valor de depreciação já amortizado dos primeiros anos, com apenas 85mil km… Enfim, o dinheiro é de vocês e cada um faz com o seu capital aquilo que quiser, afinal o importante é estarmos satisfeitos com nossas escolhas, mas de fato gostaria de entender tendo em vista descapitalizar-se para pegar o mesmíssimo modelo. Ademais, obrigado pelo relato.

    • Eduardo, a história é mais ou menos assim: eu já tenho uns bons anos nas costas, e nesse tempo andei demais de carro “velho”. Nessas experiências que a vida vai nos repassando, uma coisa que ficou bem nítida na convivência com carros foi:
      – até 30 mil km o carro é assim: lavou, tá novo;
      – de 30 a 60 mil, sempre considerando que o carro foi bem cuidado, as marcas do uso aparecem, como alguns ruídos de acabamento interno, uma ou outra “ruguinha” na lataria, rodas raladas… mas mecanicamente é perfeito;
      – de 60 a 90 mil km as marcas do tempo começam mesmo a se tornar claras, mas o funcionamento costuma seguir adequado.
      – a partir de 90 mil km, temos um “carro velho” nas mãos, e tudo o que isso traz de desconforto.
      Primeiro porque o preço de seguro começa a se tornar impraticável com relação ao valor residual do veículo, e quem roda 30 mil km por ano não pode se dar ao luxo de ficar sem um seguro. Segundo porque no nosso ritmo de vida (tanto meu quanto da esposa), qualquer problema fora da programação em um carro significa um transtorno terrível, e depois de 100 mil km, por mais cuidados que se tenha com um carro, os problemas fora de hora ocorrem, pode ter certeza.
      Por último, cedo ou tarde a conta da troca vai ocorrer. Carros com até 4 anos ou com menos de 100 mil km rodados são bem mais fáceis de serem colocados em negociação, em especial em concessionárias. Como eu tenho preferência por este tipo de negócio, onde você paga pela comodidade de não ter que ficar negociando carro, lidando com “gente”, correndo riscos em transferências de documentação, etc, acaba que eu acabei por estabelecer esse prazo para a troca dos carros lá em casa: 4 anos ou até aproximados 100 mil km.
      É algo bem particular, baseado em experiências próprias de vida.
      Abraço.

      • Eduardo Sad

        Ótimo! Perfeito seu esclarecimento. De fato faz sentido. Pelo visto, a Vida atribulada de vocês enquanto casal faz com que o eventual tempo perdido em contratempos seja mais “caro” do que uma provável perda financeira advinda de uma negociação mais prática, rápida e cômoda. Em casa temos um Corolla Xei 18 para nossas viagens (individuais ou em conjunto) e um Corsa Hatch 1.4 07/08 para usar na cidade pra bater e largar em qualquer canto, com impostos e valor de mercado mais do que amortizados. Mas de fato, o Corsa sempre me causa uma “manutençãozinha” com frequência ainda que bem barata. Mas o fato de morar em cidade relativamente pequena, ainda me permite algum dispêndio de tempo com o mesmo. Parabéns pelo belo Peugeot.

      • Zé Mundico

        Concordo com a sua classificação etária….rsrsrs…eu costumo usar meus carros até os 100 mil km, quando começam a aparecer os primeiros sinais do tempo e surgem os primeiros problemas de suspensão, freios, parte elétrica, hidráulica, freios, juntas, retentores, etc e tal…

  • Bruno@BRN.CS

    Tenho percepções bem parecidas. Estou desde janeiro com um 208 Griffe AT4, vindo de um C3. Gostei muito do acabamento e conforto da PSA, no geral tive essa impressão de serem superiores ao concorrentes de categoria. Ótimo relato, completo e sem puxar sardinha.

  • mjprio

    O carro foi bem avaliado ainda bem,uma vez que tinha boa quilometragem e ainda por ser Peugeot, que tem a questão do preconceito( nao vou fazer juizo de valor se é certo pois nao tive carro da marca). Meu Versa SL completão com 2 anos de uso e 20 mil km quando fui cotar pra pegar um Corolla o cidadão teve a empáfia de oferecer 31 mil, contra 48 mi da fipe na época. Carro único dono com chave reserva e manual! Estou com versinha e muito feliz

    • Concessionárias Toyota e VW são péssimas em “negociação”, em especial com carros de outras marcas envolvidos.

  • Ricardo Blume

    Peugeot e Citroen definitivamente não merecem a fama que tem. Realmente quem fala mal é por que nunca teve um.

    • Jr

      O problema é justamente o contrário, quem teve um na década passada, não quer nem ouvir falar de ambas nos dias de hoje, eles vão ter que ralar bastante para tirar aquela péssima impressão que deixaram

  • Zé Mundico

    Para mim, de longe é a melhor escolha nos compactos. Já andei em alguns 208 e HB20 de colegas e achei o 208 super bem pensado e muito mais confortável.
    Apenas acho que a troca no 2008 seria uma evolução natural, mas entendo que o lado financeiro também tem sua importância…rsrsrs.
    E fica a prova de que um bom carro de entrada é o melhor passaporte para o cliente permanecer na marca.

    • O 2008 realmente é “parecido demais” o 208 pra valer a diferença, meu amigo. A cabine é exatamente a mesma, com diferença apenas na estética da alavanca do freio de mão e no acionamento elétrico do forro do teto panorâmico.
      No mais são alguns centímetros a mais de altura da suspensão e um porta malas com cerca de 70 litros a mais, ambas características sem uso para a minha esposa.
      Sendo assim, o 208 acaba sendo uma escolha mais racional.

  • José Castro Neto

    Caras são burros pra caramba. Era uma oportunidade de trazer o cliente de volta para as próximas revisões e sem ter que ir atrás do cliente, foi vc quem chegou lá. Agora criaram um desgaste a toa que é capaz de perder o cliente de vez na hora de trocar o Pug. Esse não troca da por outro da marca.

  • David Diniz

    Ótimo relato!
    A respeito da KM do carro 15/16 85mil rodados não considero elevada, para nível de comparação minha mãe tem um corolla 15/16 e o mesmo tem só 35mil rodados.

    • Bruno Melo

      Também achei, meu fox 16/16 tá com 44k

      • Pois é, lá em casa os carros rodam muito, tanto o meu quanto o da esposa.
        Ela trabalha em Goiânia e Brasília, sendo que o local de trabalho dela aqui fica a 20 km de casa e no de Brasília ela frequenta em média uma vez por semana. Acaba rodando fácil quase 25 mil km por ano, o que é o dobro da média nacional. O meu tem sido ainda pior: coisa de 30 mil km por ano.
        Pelo seu Fox ou pelo Corolla do amigo acima dá pra fazer uma comparação: é praticamente 2 vezes a quilometragem do seu carro ou 2,5 vezes a quilometragem do Corolla.

  • Bruno Melo

    Esqueceram de mencionar que essa versão o painel é em soft touch igual o GT.

    • Na verdade, ele tem um acabamento de toque muito suave na parte frontal do painel, mas que não é propriamente um soft touch. É um material de toque muito agradável, mas não é macio.

  • Eduardo Alves

    Rapaz, entao e tao facil assim ? vou testar no meu kkk

    • Está bem descrita no manual do proprietário essa operação. É bem simples.

      • Eduardo Alves

        Na vdd eu comprei e viajei, deixei com a esposa andando. Tenho que dar uma revisão nele, o mesmo é pouco rodado mas por isso acho que nunca fez mais que o basico e o carro ja tem praticamente 9 anos. Eu to achando o consumo extremamento alto, eu ja esperava que ele bebesse mas nao tanto. Nao esta fazendo 5 km/l no etanol, deve ter algo errado.

        • Rapaz, se for dessa idade e com câmbio automático de 4 marchas, não se assuste: o consumo é bem elevado, mesmo. Se for em trajetos urbanos muito curtos, nem precisa procurar o problema, é “defeito de fabricação”, mesmo. kkkkk.
          Agora, se for o de câmbio manual, as médias costumam ser melhores que isso. Vale a pena dar uma checada em junta de cabeçote e injeção.

  • Brasileiro

    Acabamento acima da media, lista de equipamentos extensa e design muito atual, se comparado ao Polo conforme citou, o interior e exterior do 208 da um banho no Polo

  • eduardo

    Apostei na marca ano passado pegando um 3008 griffe pack. 14 mkm rodados e nenhum reclamação ou defeito. O carro é uma nave. O atendimento da marca na revisão feita foi normal, nem excelente nem pior q as outras q tive contato, e o preço normal tbm. Pena não ter css na minha cidade e ter que viajar. Sobre peças não precisei ainda…

  • Luconces

    Bela troca! Essa faixa especial no Urban Tech é soft-touch também, não??

    • Tentar explicar… rs. Ele tem um toque muito suave, agradável mesmo. Mas não é macio, se me entende. Não é propriamente um soft touch.

      • Luconces

        Lembro de ler Soft-Touch no próprio site da Peugeot quando tava para configurar o modelo. De qualquer maneira é um plus.

  • Thiago

    Excelente revisão sobre o convívio e a realidade do veículo sem preconceitos. Eu tenho um 2008 Griffe há 3 anos e meio e também acho o atendimento maravilhoso, o carro resistente, nenhuma manutenção exceto desgastes de pastilha e pneus, preço para manter na média da categoria e se não quiser adquirir peças na CSS se acha fácil por fora. Não consegui ver ainda, nos 7 anos e meio com a Peugeot, o que há de tão ruim que muita gente que nunca nem teve algum carro da marca fala. Nada melhor do que dar um olhada nos sites de opiniões dos donos para vermos que a verdade dita por quem vivencia é completamente diferente daqueles que “acham”… “ouviram falar”… “meu mecânico desatualizado disse”… enfim… recomendo também com certeza. Aguardo o novo 2008 para efetuar a troca.

  • FREDRED

    208 é minha paixão de carro, na troca ia pegar um Gt usado ou um Rs 0km, na hora que ouvi a sirene da alegría no modo Sport kkk, adivinha que foi pra minha garagem e está mais que satisfeito?! Um puta carro.

  • Marlon Silva de Lima

    Ótima Materia. Tenho um peugeot 208 griffe 13/14 prata igual este da materia.Estou com ele ha 3 anos e é só alegria,esta apenas com 33mil km,ate agora so fiz manutençoes basicas,carro é excelente,mais completo que os concorrentes. Carro é lindo,chama a atenção,os leds dianteiros fazem ele ficar mais lindo ainda. Só troco ele ano que vem pelo novo modelo.

    • Esse é o problema nosso lá em casa: os carros rodam demais. Veja que o de minha esposa era 2015/2016 e já contava com praticamente 85 mil km rodados.

  • Miguel

    Adoro carro francês.
    Teria um DS5 tranquilamente, assim como um C5 que nem lançou aqui ainda.

    Acho o 208 um carrinho lindo, como toda essa nova geração dos peugeot, especialmente o 3008, que acho incrível!

  • Marcelo Fonseca

    Muito bom o relato, tive um 207 XRS 09/10(172.000km) durante 8 anos, acabei de vender por R$ 18.000 em menos de 1 semana. Obviamente que minha confiança na marca tinha que continuar, peguei um 208 griffe manual branco perola, apenas por causa do teto ( item que sempre me seduziu, além do designer contemporâneo) porém pra minha surpresa, o destaque inicial se tornou secundário, o carro é tão bom de dirigir e a gama de itens só me fazem lamentar porque passei tanto tempo para tê-lo.
    O farol antigo, apesar de não ser mascara negra parece ser melhor do que do atual 208 ( com mascara negra), estou pensando em fazer um serviço por fora para deixar o atual mascara negra, alguém recomenda ou desaconselha ?

  • Wendel Junior

    O carro realmente é espetacular, belo relato!

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