*Destaque Hatches Usado da semana

Carro da semana, opinião de dono: 60.000 km com um Peugeot 208 Griffe

Carro da semana, opinião de dono: 60.000 km com um Peugeot 208 Griffe

Depois dos relatos destrinchando a vida com um C4 Lounge por 4 anos, como prometido trago a experiência da convivência com um Peugeot 208 Griffe ano 2015/2016.


A aquisição do Peugeot 208

O carro é de utilização de minha esposa, que antes dele foi proprietária de dois VW Polo I-Motion, sendo o primeiro hatch e o segundo sedã. A escolha de carros para ela sempre foi voltada à categoria de compactos com um nível de equipamento superior.

Ela não tem uso e nem gosto por carros maiores, e como passa muito tempo dentro do veículo (viaja semanalmente à trabalho entre Goiânia e Brasília), acaba que precisa contar com modelos com bom comportamento rodoviário, nível de segurança bom e comodidades que permitam menos cansaço.


Na última troca (julho/2015), com o Polo já fora de linha, acabei me interessando na observação de modelos Peugeot. A boa convivência com o Citroen C4 (do mesmo Grupo PSA) e a boa relação custo x benefício que se observava para os modelos da marca do leão acabaram por me induzir a uma visita ao concessionário da montadora.

A princípio, o interesse era pelo recém lançado Peugeot 2008. Fiz test-drive na versão Griffe, levei a patroa para conhece-la. Ótimo nível de equipamentos, boa motorização, 6 airbags… única ressalva estaria no câmbio de 4 marchas, mas para a utilização que minha esposa faz, ainda mais vindo anteriormente de um modelo I-Motion, certamente que seria uma evolução.

Negociação feita, negócio quase fechado, e eis que é lançada a linha 2016 do Peugeot 208, mantendo o preço da versão 2015 e trazendo a mais os airbags laterais e de cortina, além de sensores de estacionamento dianteiros. Com esse pacote, o 208 praticamente se igualava ao 2008 (ambos na versão Griffe), tendo a menos apenas os bancos parcialmente em couro, o acionamento elétrico do teto panorâmico (no 208 é manual) e a alavanca de freio de mão diferenciada, que apesar de interessante visualmente no 2008, é de uma ergonomia bem sofrível.

Fazendo as contas, o Peugeot 208 sairia por 14 mil reais a menos (saiu por 60 mil reais com pintura metálica), além de contar com taxa zero para parcelamento em até 24 vezes, algo que o Peugeot 2008 (lançamento) não trazia.

Analisando bem, o porta malas um pouco maior traria zero de benefícios para a minha esposa (o volume disponível no 208 é mais que suficiente para as suas necessidades), a altura livre um pouco maior também seria desnecessária (só anda em asfalto), e os carros são absolutamente iguais em seu interior, seja em espaço, em ergonomia ou em nível de acabamento. Resultado: fomos de 208.

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Manutenção do Peugeot 208

Surpreendente. Essa é a melhor palavra para descrever a vida do 208 entre nós. Revisões a cada 10 mil km, com duas únicas ocorrências em termos de atendimento em garantia:

– aos 30 mil km, o carro me foi entregue pela esposa para encaminhamento à revisão, sem nenhuma queixa por parte dela. Entretanto, no caminho eu notei um ruído (tipo grilo) vindo do banco do passageiro, o qual relatei na concessionária. Um aperto no parafuso de fixação do trilho foi a ação necessária, providenciada na revisão;

– por volta dos 38 mil km o carro sofreu uma colisão traseira: um Azera abalroou minha esposa em um sinal de “pare” em Brasília. Danos superficiais na capa do parachoque traseiro, uma deformação discreta na chapa metálica que faz as vezes de verdadeiro parachoque (por baixo da capa plástica)… a princípio foram estes os danos, mas observou-se que após a ocorrência o esguicho de água do vidro traseiro parou de funcionar. Imaginando se tratar de algum problema elétrico, relatei a ocorrência na revisão dos 40 mil km. O diagnóstico demonstrou um problema um pouco maior: no impacto a tampa traseira se movimentou para cima e para baixo, rompendo a tubulação por dentro do forro, o que tinha ocasionado uma mancha por dentro da coluna “C” (nem tínhamos notado). A ação tomada: trocaram a tubulação e o forro interno inteiro do teto em garantia.

E foi só.

Dois pneus trocados na revisão de 50 mil km, outros dois permanecem originais até os 60 mil (ainda devem rodar até a revisão dos 70 mil km antes de atingirem os marcadores TWI).
A bateria original durou cerca de dois anos e foi trocada com utilização do programa “Peugeot Total Care”, acionado pelo 0800 da marca. Em 20 minutos um profissional com uma nova bateria se apresentou em casa (onde a bateria antiga se esgotou) e efetuou a troca cobrando valores de mercado pelo equipamento.

As pastilhas de freio dianteiras foram trocadas pela primeira vez aos 50 mil km. A utilização do carro na maior parte do tempo em ambiente rodoviário poupa muito componentes como pneus e pastilhas de freio.

Um componente que achei que se desgasta excessivamente: as paletas dos limpadores de para-brisa já foram trocadas duas vezes por perda de eficiência.

As revisões seguem o valor de tabela da Peugeot, que não é barato, mas está na média do que se pagava nas revisões dos Polo. Variaram aí de 400 a 900 reais nas 6 revisões realizadas.

O atendimento em concessionária sempre foi exemplar, carismático, eficiente e cumpridor no que tange a horários. Nada a reclamar. A ação em garantia na questão do forro me surpreendeu muito positivamente, uma vez que a ocorrência foi resultado de acidente de percurso.

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O carro

O Peugeot 208 é um carro de dimensões internas aceitáveis para a sua categoria. O nível de requinte de construção e de acabamento interno é muito bom, com excelente aspecto visual e encaixes bastante adequados entre as peças. Todas as peças são em plástico rígido, mas a variação de texturas (há várias áreas com acabamento fosco-aveludado) denota um grau de percepção visual bastante elevado.

O nosso modelo foi dotado de forração de couro na concessionária em bancos, braços de porta e descansa braço central (item não disponível como opcional). Aliás, muito bom o descansa braço central, que é reduzido (normal em carros pequenos), mas ainda assim conta com um nicho interno revestido em borracha com função de porta-trecos.

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O painel no estilo i-cockpit da Peugeot é muito interessante, em especial ao primeiro contato. Mas ao contrário do que muitos entusiastas da marca relatam, de que “assim tinha que ser o painel de qualquer carro”, eu o acho tão funcional quanto qualquer outro modelo que traga o convencional cluster visualizado pelos raios do volante. Não é melhor, nem pior. É diferente, apenas. Ele traz informações completas, computador de bordo de múltiplas funções e duas memórias, é muito agradável visualmente e forma um conjunto muito bonito com o volante de aro bem pequeno.

O comportamento dinâmico do carrinho é um diferencial: a posição de dirigir somada a empunhadura do pequenino volante é muito agradável. A agilidade com que ele faz curvas, o acerto exato entre conforto e estabilidade escolhido para a suspensão e o excelente nível de equipamentos deixa o carro perto da perfeição quando em movimento.

A ressalva fica, é claro, para o câmbio de 4 marchas, que merece um aparte. Trocas de marcha extremamente suaves (são mais até suaves que as do câmbio de 6 marchas do C4 Lounge), ótimo escalonamento, tudo somado ao excelente nível de isolamento acústico, dá para dizer sem dúvidas que em termos de conforto, a caixa automática cumpre seu papel com maestria. Entretanto, é impossível negar que os “gaps” exagerados entre as marchas restringem o desempenho do (bom) motor 1.6. E é óbvio que a conta no posto de combustível é sentida, em especial pela limitação do número de marchas em rodovia.

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Conectividade do Peugeot 208

O carro é dotado de boa central multimídia com leitura de fotos e GPS. Ela é touchscreen, e acaba por relegar vários comandos do carro à tela, como é o caso da excelente função blackout. Entretanto, eu prefiro o acionamento por botões físicos, da forma que ocorre no Lounge. Mas é sinal dos tempos, e me parece irremediável que logo todos os veículos estarão funcionando desta maneira.

A Peugeot conta com um interessantíssimo aplicativo (Link My Peugeot), o qual toda vez que o celular se conecta ao carro por Bluetooth transfere dados do veículo ao smartphone, permitindo o acompanhamento de consumo, revisões, ocorrências, e até mesmo saber se o alarme foi acionado em algum momento ou onde o carro foi estacionado na última vez.

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Equipamentos

A lista pouco deve a um C4 Lounge, por exemplo. Vamos a ela:

– Ar digital dual zone;
– Multimídia touchscreen com GPS;
– Sensores de chuva e crepuscular;
– Sensores de estacionamento dianteiro de traseiro com escala gráfica na CMM e aviso sonoro;
– Limitador/controlador de velocidade (cruise control);
– Aletas para toca de marchas no volante;
– Teto panorâmico com abertura manual;
– Direção elétrica;
– Volante multifuncional com controle de mídia e telefonia.

Ele fica devendo a um Lounge Exclusive 2014 apenas os sensores de presença lateral, a câmera de ré e o keyless. Entretanto oferece a mais os paddle shifts e o teto panorâmico.

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Ergonomia do Peugeot 208

Aqui reside o maior “defeito” que observo no carro: inadmissível um veículo com esse nível de acabamento e equipamento (sem falar no preço) não dispor de um botão interno para abertura do tanque. Ter que dar a chave ao frentista é doído em um carro tão bem equipado. Bola fora da Peugeot.

Os vidros também poderiam ser do tipo um toque para todas as portas. De qualquer forma, é meio que regra na categoria (e mesmo em categorias superiores) esse arranjo. No mais, tudo à mão, tudo muito intuitivo, central multimídia de fácil operação, facilidade em se parear telefones… tudo ok.

Carro da semana, opinião de dono: 60.000 km com um Peugeot 208 Griffe

Ressalvas

– Falta Isofix. Os modelos mais recentes agregaram o equipamento;

– O acabamento fosco dos braços de porta é ruidoso ao toque. Quando se envolve o mesmo com as mãos para puxar a porta é normal se escutar alguns estalinhos. São pouco significativos, mas estão lá;

– É normal alguns pequenos ruídos vindos da região dos porta-malas, bem ao estilo da maioria dos carros hatch;

– O consumo é bem aquém do ideal: 8,5 km/l em ambiente urbano pesado e 13 km/l em uso rodoviário, isso com uso de gasolina. Para o porte do carro, é muito. Nem é muito melhor que o “beberrão” C4 Lounge, um carro de outra categoria e muito mais pesado. Como dito, o câmbio de 4 marchas cobra o preço de suas limitações na bomba de combustível.

Conclusão

O melhor carro novo que já ocupou uma das vagas de garagem lá de casa (foram 12 até hoje). É esse o título que o 208 ostenta até o presente momento. Eficiente, confiável, de fácil manutenção, bom atendimento no pós-venda, confortável, bem equipado, bem-acabado, o pequeno francês até nos faz esquecer do seu consumo de combustível além da conta e dos pequenos detalhes falhos em sua ergonomia. Valeu cada tostão.

Ah, desta vez mandei fotos do interior, tembém.

Abraços a todos.

Por Ubaldir Junior

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232 Comentários

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  • Estas seis revisões realizadas na CCS (entre R$ 400,00 e R$ 900,00) foram somente óleo, fluídos e filtros? Algum serviço adicional? Trocas de correias, componentes de suspensão… algo que tenha exigido mais hora tecnica?

      • Desde quando 400,00 reais para trocar 4.5L litros de óleo sintético e filtro é caro?

        Cada litro de um bom 5w30 custa na média de 40,00 x 5 = 200,00. Um filtro de óleo na média de 20,00 e se colocar a mão de obra mais porca que emcontrar na faixa de 50,00 vai ficar na em 270,00.

        A Peugeot cobra 380,00 na revisão básica do meu 308 e não acho isso nem um pouco caro.
        Ainda mais pq agora troquei filtro de gasolina, ar, cabine, detergente para o parabrisas e etc…

        Parece pouco, porém se você somar tudo no final vai fazer uma economia porca de 50,00 reais para ficar perdendo tempo e correndo atrás desses itens por fora que na ponta do lápis sai mais caro ainda.

        Se achou caro 400 reais de um pulinho na BMW e veja o valor da revisão de uma 116i que passa facilmente dos 1700,00

    • Sempre coloco o alinhamento e balanceamento na conta (em nenhuma marca o preço das revisões fixas inclui alinhamento e balanceamento), o que dá em torno de R$120,00. Em duas revisões tive as palhetas do limpador de parabrisa, como narrado no texto, e em outras duas mandei fazer limpeza do circuito do ar-condicionado. Retirando dos valores das revisões esses “extras”, temos aí algo entre 300 e 500 reais, que é o valor de tabela das revisões entre 30 e 60 mil km para o 208.

      • Era uma outra “escola”. Motores grandes com torque em baixa podiam ter cambios longos. Lembra que ate os carros manuais mais potentes tinham 3 marchas na decada de 70?
        Essa escola americana perdurou muito tempo aqui e na minha opinião penalizou a eficiência.
        Agora os cambios mais parecem de bicicleta, com 10 velocidades rsrsrsrs

        • Quero ver o “desempenho” de um motorista que pegue algumas horas de viagem e chegue num grande centro e encare um congestionamento, e como vai estar dirigindo depois dele.
          Automático não tem foco em desempenho, e sim em conforto. Ainda assim, acho que os automáticos são uma maravilha na situação mais extrema que um veículo normal convive, que são nas ultrapassagens.

        • Vc está por fora, pois os automáticos mais modernos andam mais que os manuais, especialmente em retomadas. É só ver que hj praticamente todos os esportivos e super esportivos só tem automático ou com dupla embreagem.

          • Como cada marcha tem que cobrir uma faixa maior, os “gaps” entre elas acabam ficando grandes, limitando sim o desempenho do motor. Só para se ter uma ideia, nos testes de mídia especializada a diferença na arrancada de 0-100 entre modelos equipados com câmbio manual / automático AL4 fica na casa dos 3 segundos (9,7 / 12,7 segundos) utilizando-se etanol. É muita coisa.
            Já na versão com 6 marchas, o 0-100 ficou na casa dos 10,7 segundos, para ver como as duas marchas a mais também representam um bom upgrade no desempenho.

    • Atualmente tem 06. Mas no projeto original de 2012 tinha somente 4 marchas como todos os carros de seu porte deste ano. Hb20 tambem era 4 e agora passou para 6 e se não me engano o etios continua com 4 até os dias de hoje.

    • Etios é 1.3 automático de 4 marchas, Picanto é 1.0 automático de 4 marchas, esse 208 tem a potência de antigos médios 2.0. E a maioria dos carros circulando no país é 1.0 com menos de 70 cv. Com que carros você compara para dizer que é manco?

        • O carro tem boas respostas ao acelerador. Mas sim, o câmbio de 4 marchas limita o potencial do motor que tem bons números de potência e torque. Poderia ser melhor, mas não é o que se pode chamar de “manco”.

        • realmente não gostava de automáticos pq de 100 cv, parecia que usavam só 20, e demorava 5 segundos pra responder à aceleração, ou trocar de marcha.

          tenho um 207 auto 1.6, mesmo conjunto mecânico desse 208 da matéria. foi o 1º automático que gostei, exatamente pq responde rápido a acelerações. esse câmbio pegou má fama pq em uso urbano troca as marchas entre 2.700 e 3.000 rpm, em um trânsito quase parado isso irrita, e nesse tipo de uso todo santo dia, não aguenta muito. Porém, é excelente pro uso citado na matéria, ou no meu, só saímos com ele em fins de semana, longos percursos sem trânsito, vou pro work de bike, minha mulher trabalha de casa, mas tá pronto sempre que precisar.

          E se quiser trocar as marchas do seu jeito, mais cedo no trânsito, ou mais tarde na diversão, tem o tiptronic, demora um pouco a aprender a “conversar” com o câmbio, entender quando sobe ou desce de marcha, acopla ou alivia o conversor, precisa aprender a usar o pé esquerdo no freio, e ser consistente na aceleração durante a troca de marcha. Depois que acostuma, assim como o cara cita, fica perto da perfeição, hoje não tenho saudades do câmbio manual.

          meu 207 é o xs, 2009/10, estou com ele há 2 anos e meio, consumo igual ao citado, +-13 na estrada, sem sustos com manutenção, muito conforto, carrinho excelente!

  • 8,5 KM/L em perímetro urbano está sendo bastante otimista, a maior crítica senão a principal em relação a este carro e o consumo, geralmente por volta de 6km/l no trânsito travado de São paulo com Ar ligado, 8,5 é numa condição bem folgada.

    É um belo carro, muito confortável, mas extremamente oneroso em termos de consumo com a gasolina custando praticamente 5 Reais.

    • Ele mora em Goias que o transito não é tão travado assim. Lembrando que a esposa dele tbm se privilegia de pegar rodovias que podem ajudar nesse consumo urbano.

      • Rapaz, acho que nunca veio a Goiania. O transito aqui é uma m%¨$a, em horario de pico fica tudo travado. Meu thp nesse transito fazia 6,5 com ar ligado na gasolina ( 408 thp).

          • É isso aí, Edson. Ela tem um pequeno mas significante trecho rodoviário em seu caminho de casa para o trabalho, o que melhora a média de consumo do carro.
            Eu acompanho as médias pelo aplicativo do celular dela. Nunca cheguei a fazer a média clássica para o carro dela, dividindo a quilometragem rodada pela quantidade de combustível abastecida.

        • Atente para este trecho: “(viaja semanalmente à trabalho entre Goiânia e Brasília)”

          Se esse consumo urbano inclui Brasília, já é outro mundo em relação a São Paulo, onde muitos carros 1.0 chegam a bater nos 5 km/l devido à combinação congestionamentos longos + ladeiras acentuadas.

      • Tá enganado!
        Goiânia o trânsito é horrível!
        Muitos semáforos, pucos viadutos e quase nenhuma via de transito rápido.
        Goiânia sozinha tem 1,5 milhão de habitantes e um trânsito caótico!

        • Então Erick, mas pode ser que ela não pegue o transito mais pesado. A não ser que 8,5km/l não deixa de ser um consumo interessante entõa para o transito travado. Pq daí não foge do que os demais compactos fazem (automaticos)

        • Atualmente moro em Goiânia. Se tem uma coisa que aqui não serve como referência é para consumo urbano.
          Aqui vai variar muito em função do horário e da região em que você mora. E, pelas características já citadas (trânsito confuso, vias estreitas, excesso de cruzamento e semáforos, má conservação, falta de vias expressas etc), os horários de pico são incrivelmente sofríveis, ao passo que noutros horários ainda há alguma fluidez.

          Mas eu, que já não gosto de consumo urbano (acho o rodoviário mais justo e padronizado, com uma diferença mínima em função da via), acho que aqui é impossível qualquer referência.

          • Concordo. Medida de consumo é algo complicado demais. Em Goiânia, então… se a pessoa pega diariamente algum trecho da Marginal Botafogo, por exemplo, distorce toda a média. É bem complicada a referência.

        • Cara eu particularmente não acredito.
          Em condições iguais de congestionamento e qualidade do combustível, o consumo sera muito similar.

          Agora um amigo tem esse UP 1.0 três cilindros.
          Ele me mostra uns consumos fora do comum.
          Aí se a comparação fora com esses motores 1.0 3 cilindros ate acredito que o consumo e melhor

    • Minha esposa trabalha em Goiânia e Brasília. O serviço dela de Goiânia fica a quase 20 km de casa, e nesse trajeto ela passa por um segmento de rodovia. Por isso o consumo de 8,5. Se for só em trânsito urbano pesado, por certo que os números seriam piores.

  • Cada avaliação que leio, fico mais tentado em pagar 60 e pouco em um Allure zero, que já tem tudo que eu necessito. Uma coisa que sentir falta foi comentar mais sobre oa ruídos, foi comentado só sobre o ruído no porta malas. Ótimo relato.

    • Creio que, por não usar tanto, ele esqueceu de mencionar um detalhe um tanto gritante: O espaço no banco de trás.
      O banco é curto para as pernas e o teto extremamente baixo. Eu tenho 1,68m e minha cabeça encosta no teto. Não, não raspa, ela ENCOSTA no teto.
      Além disso, na versão manual (assim como AT) o motor parece um tanto fraco, nem parece 1.5 (isso também afeta o consumo, pois você precisa “pisar mais” pro carro andar).

      No mais, acabamento, nível de ruído (esse merece destaque), design, praticidade, beleza e ergonomia, o carro é 10!
      Ótimo pra um solteiro, que não precise de espaço atrás e que não exija muito de altas velocidades.

      • Como uso meu carro quase sempre sozinho, o espaço traseiro não é determinante … mas acho o espaço o mesmo do hb20… e o 1.5 sempre escutei ser um bom motor, apesar de já defasado, mas bons números de consumo e desempenho

      • O espaço não acho que seja detalhe ou algo do tipo, é simplesmente característica do carro. Dá pra ir na concessionária, entrar e verificar isso perfeitamente. O que mais interessa nesses relatos, a meu ver, é ver a durabilidade das peças, se o carro apresenta muito ruído com o tempo, o consumo, pois essas coisas não tem test drive e visita a concessionária que consiga decifrar, é só pra quem passa um tempo com o carro mesmo.

        • Quanto ao nível de ruído com o tempo, são extremos: Sim, há certas vibrações excessivas em painel e portas nos pisos irregulares. Em contra partida, silencio absoluto parado no sinal e até mesmo na estrada. O modelo que dirijo é um 1.5 2015 com 50mil km rodados.

      • Só pra comentar 2 ptos. Esse rebaixo no teto é a área onde fica escondido o forro do teto panorâmico. Nas versões Active não existe esse problema. Sobre o espaço para as pernas depende muito do ajuste feito pelo motorista. Tenho 1,81 e consigo sentar relativamente bem atrás do meu banco (sem encostar as pernas no banco dianteiro).

        Você só cometeu uma canelada a respeito do motor: os AT são sempre 1.6, o MT 1.5 foi até a linha 2016, quando foi substituído pelo MT 1.2.

        • Não cometi a “canelada”. É que eu dirijo o 1.5 2015 com 50mil rodados.
          Quanto ao teto, não sabia que era devido ao panorâmico, mas mesmo assim, poderia ter sido um pouco mais “estudado” quanto aos malefícios de encostar a cabeça no teto nessa configuração. Que aliás, encosto somente a cabeça no teto, não as pernas no banco da frente.

          Minha namorada tem o Sandero (também 2015) e a diferença de espaço é bem perceptível. Por outro lado, a de acabamento também. O Sandero (com 60mil) já bate bem mais o painel e portas. Já a suspensão, impecavelmente original, justa e sem folgas em ambos. Ponto alto da durabilidade dos dois.

          • Então, sua frase “na versão manual, assim como AT, o motor parece fraco, nem parece 1.5” ficou um pouco confusa. Quem conhece o carro sabe que MT e AT só na 1.6, mas vamos lá, sem preciosismos demais rs. Sobre o “estudo” do teto, acabou sendo feito no 2008. Ele tem um “calombo” que guarda o motor de recolhimento e a cobertura. E ficou muito bem escondido sob as barras de bagagem. Inclusive esse lance do teto foi decisivo para eu escolher o Active Pack no lugar do Allure (que eram idênticos, retirando o teto) além da economia de 5.000 pilas.

            • Bom, tenho alguns parâmetros de comparação (Polo 1.6 (antigo), Sandero 1.0 e Etios 1.5), e acho que o Peugeot é mais “fraco” sim em relação a outros 1.5/1.6 que ando. Só acho, amigo. Não é nada cientificamente comprovado.

              Quanto “Assim como o AT”, falei que o 1.5 passava a sensação de fraco “assim como o AT” que deixa o carro menos esperto. Não falei que o AT era 1.5.

              Por fim, não entendi “Quem conhece o carro sabe que MT e AT só na 1.6”. Você diz atualmente, né? Porque em 2015 tinha a opção 1.5 MT, que é essa que falo. Ou você fala no sentido de “Quem conhece o carro sabe que, bom mesmo, são as versões 1.6, seja MT ou AT”.

              Ótimo dia e parabéns pelo seu Peugeot. (Me despeço se não ficaremos o dia todo na tréplica da tréplica da tréplica. Haha).

      • É verdade. É que minha esposa não é tão alta (1,65 m), e via de regra anda no carro com minha filha mais nova (5 anos) e com algumas amigas de trabalho que pegam carona pra Brasília (todas mulheres, e portanto de estatura quase sempre reduzida). Assim, o espaço interno nunca chegou a ser problema para o uso que fazemos do carro. Mas o espaço do banco traseiro é realmente limitado. Mas, para quem veio do Polo antigo com entre-eixos quase 10 cm menor que o do 208, até que acaba parecendo espaçoso… sabe como é, questão de referência… rs.
        Abraço.

    • Vai na fé. Vendi o meu Griffe em novembro em menos de um mes. Não gostei do Polo, odeio carro caro com acabamento vagabundo, se eu achar um Urbantech por um preço bom eu pego.

    • Eu até mencionei os ruídos, que são advindos ali da tampa do porta-malas (não são muito significantes, mas estão lá), e dos revestimentos dos puxadores das portas, que em qualquer encostada de perna ou de braço rangem. No mais, nunca notei nenhuma outra fonte de ruído no carrinho.

      • Os ruídos da tampa do porta-malas são fáceis de resolver. Feltro ou adesivo de silicone embaixo das borrachas da tampa que entram em contato com o plástico (são 2) e lá se vai o problema. O revestimento das portas realmente acontece, mas é tão pontual que acabei relevando.

    • Pega Allure 0KM não vale muito a pena, tem 208 GT com 8,500 KM por 60K, unica coisa que pode ser um empecilho é que só tem cambio MT nessa versão.

  • Eu gosto da Peugeot! Mas entre 208 e 2008 acho que iria de 2008.
    A altura ainda é requerida em casa… Cadeirinha pra dois agora!
    Colocar criançada na cadeirinha em carro baixo é bem ruim! Só quem faz isso todo dia entende! hehehe
    Mas no contexto geral, os dois carrros se equivalem! O 208 e 2008 são bem construídos e têm acabamento muito bom!
    Bom relato!

    • Eu acabei optando pelo 208 pelo conteúdo muito semelhante e preços muito díspares. Era mais de 20% a mais, sem contar a questão da taxa zero oferecida para o 208. O 2008, como ainda era recém lançado à época, ainda não possuía planos sem juros para pagamento de saldo.

  • @Ubaldir
    É incrivel como vc escreve bem. Só achei que essa avaliação não foi tão cheia de detalhes qto o do C4 Lounge.

    Eu particularmente me amarro nesse carro. E penso seriamente em trocar o Fluence nele. É o que mais se aproxima em recursos que desejo entre os compactos. Pena as atuais versões terem perdido o farol com foco eliptico igual ao seu.

    E ele tbm perdeu leds diurnos, agora é só assinatura em led. Outro item não citado mas que poderia ter no 208 é o ESP. É um item que o carro tem condições de ter e a Peugeot até o momento renega nas versões sem ser a GT.

    Mas a avaliação está otima, meu pé atrás é querer um comapcto mais economico e me parece que o 208 mesmo a versão de 6 marchas consome quase sempre mais que o Fluence. Então esse é o unico senão do carro.

    Agora, verdade seja dita: Como um dono, ele sabe que o custo de manter é igual aos demais. Então apaga-se aquela estoria de ser um carro caro de manter. Só gostaria de saber o preço de seguro.

    E vale um aviso se já não o fez: Troque a correia dentada, muita gente tem tido problemas prematuros com ela.

    • Já estou no segundo Peugeot com este motor. Não tem fama de comedor de correia. Vai a 60.000 km sem problemas com uma correia de boa qualidade e uso normal do veículo (sem muito estrada de terra, pó de minério, etc).

    • o seguro quando comprei, no lançamento, era inviável mais a concessionária tinha uma parceria com a porto seguro e o valor ficou 4x mais barato pela porto na concessionária que por fora. hoje o valor cotando por fora já está normal.

    • Obrigado, Edson.
      Quanto à questão dos detalhes, para o C4, como é um carro do meu uso diário, fico mais tentado a escrever os textos detalhados. Como já fiz 3 para o carro até os 60 mil km, ficou fácil de apresentar todos os detalhes do carro, seja em termos de utilização, seja em questões de manutenção. Mas, convenhamos que como o 208 teve quase zero de ocorrências em termos de manutenção, acaba que o texto fica mais enxuto, mesmo… rs.
      Mas vale frisar que o 208 eu dirijo com certa regularidade, mas esporadicamente. Aí acabei fazendo apenas esse relato já com os 60 mil km completos. Fica difícil fazer um texto muito detalhado que não se tornasse extenso demais, inibindo a leitura.
      Na questão da versão atual do 208, há 3 detalhes que não me agradaram: a mudança dos faróis (os antigos com foco elíptico e led diurno na parte superior eram muito mais vistosos), a mudança no para-choque dianteiro (o singelo contorno cromado dos faróis de neblina combinavam muito mais com o carro que a atual área preta em plástico fosco) e o desenho das rodas (achei as atuais muito aristocráticas para o desenho do carro – as que tem no carro da patroa são muito mais harmoniosas com o desenho do carro, acho eu). A versão Urbantech me agrada bem mais, com as rodas iguais às do GT em desenho, mas todas prateadas em lugar dos detalhes em preto que o esportivo ostenta.
      Na questão do seguro, normal. É até um pouco mais em conta do que eu tinha para os Polos. Coisa de $2.300 anuais até aqui.
      Vou frisar a questão da correia na concessionária na próxima revisão. Valeu!

  • Ué, mas Peugeot não é lixo? Como assim? Relato fake! O amigo do tio do namorado da irmã do marido da minha prima teve um carro da marca e disse que não presta! (Ironia)

    ——

    Que belo tapa na cara dos haters que ainda insistem que carro da PSA é ruim. Também sou um dono SATISFEITÍSSIMO de um Peugeot há pouco mais de dois anos e 40k rodados, no caso, um 2008. Compraria novamente outro modelo da marca se fosse trocar de carro hoje.

      • Pois é, mas um Fiat, um Honda e um Chevrolet que tive não cumpriram com suas obrigações. Coloquei a km porque tem gente que insiste que carro “francês” não chega nem aos 20k sem dar uma zica. Minha mãe teve um Xsara Picasso Automático que foi vendido com 90 mil km e a manutenção não foi além da preventiva e itens de desgaste natural.

        • O 308 2.0 At6 do meu pai não dei problema algum até hoje. São 3 anos e 46 mil km rodados. Foi um dos motivos pra eu ter comprado um C4 2.0 automático 2010/11. Carro sem igual e o meu é o Exclusive com pacote technologic que tem até farol direcional bi-xenon 4300k, fora o controle de tração e estabilidade.

          Vendi meu Ford Ka SE, pois pra mim, ele estava muito desconfortável, até porque não tem ajuste de profundidade do volante, nem ajuste de altura nos bancos. Pois sou relativamente alto (1,80)

          Enfim, só alegrias com o carro.

          • Sair de um Ka para um C4 é um salto sem tamanho. Há quem diga que você casou com o carro mas geralmente isso é papo de quem nunca teve PSA. Hoje eu tenho um 2008 mas antes na família próxima tivemos um Xsara Picasso, que foi da minha mãe de 2001 a 2005, e Xsara Hatch 2p, 206sw e C3 em sequência, de 2002 a 2013, que pertenceram a minha irmã, e todos foram vendidos sem grandes dificuldades e sem a tal “desvalorização absurda” que quem ainda acha que carro é investimento tanto gosta de falar.

            • Foi um salto enorme, aqui na família são 3 franceses agora, o meu chegou pra completar, nunca tivemos problemas com os outros 2 (308 e 207). Pessoal fala muito e a maioria são os temidos cupins de ferro. Por aqui é difícil achar um New Civic em bom estado.

              O C4 é muito seguro e muito completo, gostei muito dos farois direcionais com xenon. É algo que o pessoal acha que não faz diferença, mas faz muita, isso além de 6 airbags, freio a disco nas 4 com abs e ebd, controle de tração e estabilidade além de ser concebido para atender as regras do EURO NCAP.

              O Meu é o Exclusive com pack technologic, por isso é tão completo, tem a edição especial Exclusive Solaris que tem teto solar e cores diferentes, como o vermelho. Com câmbio manual é raridade, mas não deixaria de comprar um com o AL4 como o meu. Troca o óleo e boa, sem problemas.

              • Vamos com calma. Migrei agora pra um francês (e não me arrependo), mas ainda tenho calafrios quanto a Peugeot/Citroen. Não, não os 0km, e sim, os mais antigos (2010~2013). São baratos demais e algumas pesquisas que faço mostra certos problemas crônicos em alguns modelos.
                Mas eu chego lá.

            • Muita diferença. Enquanto um Ka faz 14 Km por litro o C4 faz 9 andando tranquilo. Sou do DF então o C4 e o ka fazem médias maiores que o de rotina.

              Mas é aquilo, você paga pelo conforto. Porém o C4 é muito mais seguro que um Ka, afinal são 6 airbags, controle de tração e estabilidade, farois direcionais e freio a disco com ABS nas 4 rodas, além de ter sido feito para rodar na Europa e passar nas exigências do velho continente via Euro NCAP. Então a estrutura dela é pensada visando a máxima segurança no habitáculo.

    • Pois tivemos um Peugeot que teve que ser vendido com 5 meses de uso de 4.000km rodados (enguiçou com 5 dias a primeira vez) de tanto defeito que deu, além do pós venda lixo da ccs AGO (RJ).

      • As famosas unidades “bichadas” acontecem em todas as marcas. Como nenhum dos PSA que tivemos deram problemas graves eu continuo dizendo que são excelentes, inclusive os pós-vendas das concessionárias que utilizamos.

      • AGO é uma das piores concessionárias que já fui!!! Tentei marcar um recall me deram mais de 30 dias. Liguei na SHC da av. das Américas. Me mandaram ir no dia seguinte, porque era o recall branco da correia dentada. Fiquei impressionado com a diferença entre as duas.

  • Minha esposa tb tem um Peugeot Griff , mas no caso 2015 e manual, pego muita estrada e automativo de 04 marchas nao dá….

    Fora isto so elogios, esta com 30 Mil KM, entao vou trocar mais p fim do ano… eu digo, e um Injustiçado… deveria vender mais…

  • A única ressalva que eu tenho com o 208 é a canalhice da PSA ter tirado as barras de proteção das portas do modelo nacional, numa redução de custos cretina que ameaça a segurança dos ocupantes de um carro que está longe de ser “barato”- e mesmo que fosse, não justificaria!
    De resto, é um carro muito bonito e moderno que, se tivesse mantido a segurança do modelo vendido aos europeus, deveria estar no topo das vendas. Design impecável, muito superior às aberrações locais Onix, Argo e companhia. Uma pena!

  • Belo carro, mas é mancada da Peugeot não colocar ESP em um carro tão completinho. Mais grave ainda é a falta de ESP no 2008, um carro familiar altinho. Pelo menos nas Griffe, tinha que ter.

        • Quanto a isso, não sei. A Peugeot pode colocar o ESP em todos os seus modelos que não vende uma unidade a mais por conta disso. O preconceito contra a marca é bem grande. Acho que isso deve ser bem medido pelos executivos da empresa na hora de determinar a adição do aparato aos seus modelos.
          Isso pode ser visto na questão do câmbio de 4 marchas: colocaram o de 6 e alguém viu aumento de vendas para os carros do grupo PSA? Complicado.

  • Realmente é muita mesquinharia não colocar uma abertura da tampa do tanque. E nem precisa ser coisa elétrica ou tecnologia de outro mundo. No meu carro é um comando manual no pé do banco, tipo alavanca e cabo, coisa simples.
    E os carrinhos da Peugeot oferecem mais que a maioria da concorrência, tudo numa embalagem aprimorada e com qualidade diferenciada. Já tive um 408 e foi só alegria.

    • Apesar do fabricante não preconizar a troca do óleo (pois os concessionários não estão aptos a realizar este serviço), deve ser trocado entre 40 e 50.000km para que anda muito dentro de cidade e por volta de 70/80.000km para que anda muito em rodovia como é o caso do carro avaliado aqui. Isto garante a vida longa do câmbio.

      • O cambio é ruim mesmo. Um amigo que já sabendo da má fama, trocava o óleo a cada 30.000km. Mesmo assim teve problemas. Ainda bem que o novo agora é o confiável Aisin de 6 marchas. Estranhei ele não falar dos trancos entre a 1 e 2. Dirigi uma Duster com o mesmo cambio e apenas 30.000km e era um tranquinho bem perceptível…

        • O papo é sempre o mesmo…um amigo, um primo, um conhecido, etc…eu tenho um 407 2009 com este câmbio que já está nos 90.000 km. Tive de trocar apenas dois retentores que iniciaram vazamento e mais nada. Funciona liso e sem trancos e ainda tem a tecla “sport” que muda completamente sua forma de trabalhar. Sem falar que é o câmbio com maior fartura de peças e melhor preço de reparação do mercado de autos no momento devido a grande quantidade de modelos que o utilizam.

          • Se o cambio fosse bom o grupo PSA tinha mantido em linha. Se pesquisar no google cambio al4, a palavra defeito preenche automaticamente. Acha que os problemas nessa frágil transmissão são inventados?

            • Mas manteve em linha até ano passado. Agora que chegou o 6 marchas apenas para acompanhar os concorrentes que também já foram para AT6 por questão de evolução natural. Ahhhh…e se tá no google, com certeza é verdade mesmo…kkkk.

                  • Aisin 4 marchas AW40/60 existe desde 1993 e no entanto é consenso que é um cambio durável e confiável… Mas encerro por aqui. Se vc acha o AL4 durável e confiável, quem sou eu pra ir contra…

                    • Olha, o daqui de casa tá com 90.000 km e foram apenas 02 retentores e trocas de óleo. Então, pra mim não é achismo de papagaio de internet. É realidade de quem tem e usa.

                    • A partir de 2013 a PSA atualizou a caixa e mudou o nome para AT8, mas mantendo a mesma característica. Neste caso, não dão mais problemas como as AL4. De toda forma, parece que a PSA atende em garantia mesmo depois do prazo normal e mesmo sem ter feito revisões. A confirmar!

            • O câmbio foi trocado porque o mercado se infestou de caixas com 6 marchas. Aí há uma obviedade: o câmbio com mais marchas elimina o espaço entre as engrenagens, diminuindo os gaps entre as marchas, melhorando a dirigibilidade, o desempenho e o consumo do carro, em especial em rodovias.
              Agora, quanto à durabilidade do câmbio, ela mudou radicalmente a partir do fim da década passada, quando foram trocadas as válvulas solenóides da caixa. Hoje elas tem um característico zumbido de funcionamento, que é notado por quem está fora do carro a partir do momento em que se engata uma marcha, mas o problema de confiabilidade já foi resolvido a algum tempo.

        • O Duster tem câmbio de 4 marchas, também, e ponto. As caixas da Renault nada tem a ver com as que o grupo PSA usou até o ano passado.
          Portanto, não relatei qualquer tranco entre marchas por um motivo bem simples: eles não existem. O câmbio é muito suave nas trocas, tanto nas ascendentes quanto nas descendentes.

            • O que eu quis dizer é que há diferenças marcantes entre os câmbios utilizados nos dois casos, amigo, apesar da mesma procedência. Assim como temos a caixa AISIN sendo utilizada em diversas montadoras, mas com diferenças técnicas muito grandes de modelo para modelo, como por exemplo a própria relação de marchas.
              A Renault por exemplo, apesar de utilizar as caixas de mesma procedência das do grupo PSA, teve bem menos problemas de confiabilidade do que aqueles pelos quais a PSA passou na década passada.
              O comportamento da caixa utilizada no Duster nada tem a ver com o que vemos no Peugeot 208. Temos uma Duster automático aqui no escritório, com o qual já fiz algumas viagens a Brasília, inclusive andando em estradas de terra. Impossível comparar o comportamento do câmbio da Duster com o que temos para o caso do 208 ou do C3 (minha irmã tem um 2016 com a caixa AL4), não há paralelos. Esse foi o ponto que toquei, já que o amigo da mensagem que comentei parece ter procurado traçar um paralelo do comportamento da transmissão do 208 a partir da experiência com um Duster.

              • Tranquilo, cada um com seus ajustes. Nunca dirigi o 208 com o AL4, mas o Renault Duster com 30.000km sim, e realmente da 1 pra 2 sente-se um ligeiro tranco. Eu tenho um Vectra 2010 com aisin e funciona sem trancos, então comparo com o meu. Sou fã dos franceses e em breve devo trocar meu Vectra por um C4 Lounge 2.0. E minha esposa talvez troque a Eco 2010 2.0 AT (4 marchas também) dela por um Peugeot 2008 (mas o modelo com aisin, já que os primeiros sairam com o AL4, num erro que considero da Peugeot, pois prejudicou quem comprou as 1 unidades)…

                • O Duster tem uma característica estranha, que é uma quase que “simulação” de troca no meio do desenvolvimento da primeira marcha, se é que me entende. Antes dele trocar para a segunda, a gente sente uma seguradinha, parecendo que se passou para a marcha seguinte, quando na verdade ainda estamos em primeira. Até parece uma simulação para que o motorista se sinta como em um carro de 5 marchas.
                  Mas até que não me incomodou muito, não. As mudanças de marcha nele tem suavidade aceitável, por assim dizer. O que incomoda mesmo é o consumo do carro, que é muito elevado com o motor 2.0 e o câmbio de 4 marchas.

                  • Talvez um ajuste na calibração resolvesse. Mas gostei no geral da Duster e achei a suspensão mais macia que a Eco da esposa. Como aqui nos meus carros utilizo gnv de 5 geração e na Eco tem 2 cilindros por baixo, tentei convencer a esposa a trocar por uma Duster, visto que poderíamos reaproveitar os cilindros da Eco por baixo e instalar na Duster por baixo, pois ela não precisa nem trocar escapamento. Mas quando ela viu o Peugeot 2008, descartou a Duster… mas teremos o incomodo que é colocar o cilindro internamente.

  • Os teto solares de 208, 2008 e 308 não abrem. São tetos de vidro fixo. O que abre é a cortina (alguns manual, outros elétricos) para diminuir a irradiação de calor em dias quentes.

    • Sim, eles só abrem o forro. No 2008 a abertura dele é elétrica, ao contrário do 208, onde a abertura é anual. Em contrapartida, o forro do 2008 é em tela vazada, que acaba por deixar passar certa irradiação de luz e calor mesmo com ela fechada. No 208 ela é em material idêntico ao resto da forração interna do carro, vedando totalmente a entrada de calor quando fechada.

  • Faltou dizer os valores do seguro. Não sei se é alguma implicância por parte das seguradoras com meu perfil, mas das vezes que cotei com carros da Peugeot saia muito caro (da ordem de 10% do valor do carro). Mais caro até que com VW.

  • Mais um ótimo relato do Ubaldir. Parabéns!
    Também tive Peugeot e achei o atendimento das concessionárias que frequentei muito bom (principalmente considerando os relatos negativos em foruns), o que parece também ser o caso da concessionária que você frequenta.
    Hoje estou com um Chevrolet, mas não teria problema algum em ter outro PUG.

  • Ótimo relato!
    Também já tive Peugeot, no caso um 206 1.0 16V 2002 (já teve relato no NA) que vendi com 84.000 km com suspensão quase original (troquei bieletas com 70.000) e suspensão sem barulhos. O fato do carro ter sido usado de forma civilizada com certeza ajudou, contudo os novos produtos da marca, como o 208 (que já dirigi) estão muito mais robustos e bem adaptados ás nossas estradas.

  • Tenho um Citroen C4 hatch Exclusive 2.0 automatico. Me surpreendi positivamente com esse câmbio de 4 marchas, até porque aqui em casa tem o 308 at6 e sinceramente o AL4 é mais suave. A única resalva é em questão a passar na lombada, ele sempre resuz pra primeira marcha, mas como aqui os “quebra molas” são muito altos, tem que passar bem devagar, aonda mais com o carro cheio.

    Peguei o C4 usado, e o dono cuidava bem do carro, foi feita revisão e troca dos fluidos e não encontrei vazamentos, nem no câmbio nem no motor. Só me falaram pra trocar o óleo do câmbio quando completar mais 50 mil km novamente.

    Comprei ele com 78 mil km rodados, o dono rodava pouco e as revisões feitas em concessionária, liguei na citroen e eles me passaram todo o histórico de revisões pelo chassi, inclusive recall feitos.

    Não entendo porque de tanto preconceito com os carros da PSA, eles tem design bem diferente da mesmisse de algumas marcas, tem o acabamento muitas vezes superior, e são mais completos que o normal, fora que, em alguns casos, são mais baratos.

    Enfim, parabéns pelo carro, pude conhecer-lo e realmente dentro da categoria ele é muito bacana.

  • Ubaldir, acho que a crítica em relação a troca dos limpadores é por conta do clima muito seco aqui no DF e no Goiás, todos os carros que tive, sofreram desse problema…

  • O meu grife 15/15 automatico irá fazer 03 anos agora dia 20 de fevereiro e esta com 49.000 km. Também apresentou problemas no lavador do vidro traseiro aos 21.000km, mas não vazou agua internamente. Na ultima revisao que fiz na css aos 40.000 foi feito uma longa atualização de software motor e cambio, que deixou o cambio utilizando sempre marchas leves. Ou seja pisando calmamente ele joga a quarta marcha a 50 km/h deixando bem macio na rodagem. Aos 44.000 após uma longa viagem percebi cabeçadas em baixa km onde fiz a troca de velas e limpeza dos bicos em uma oficina multi marcas ( mesmo estando ainda o veiculo em garantia). Aos 48.500 tive que trocar as pastilhas de freio e ja aproveitei a parada para fazer a troca de oleo e filtros. A proxima revisao agora será aos 60.000.

  • Nesse site eu descobri uma coisa. Os únicos carros que prestam são HONDA e TOYOTA. Vejo pessoas comentando de vários carros e modelos que nunca tiveram e começam a reclamar. Eu já tive esse carro 1.6 griffe manual vendi com 66 mil km. Esse carro nunca me deu nenhum problema, esse carro não tem motor manco, as revisões dele são muito mais barata que do HB 20 por exemplo. Nunca tive nenhuma falha mecânica ou eletrônica. Os dois problemas que tive foram com acabamentos, soleira dianteira direita e acabamento da tampa do porta malas, ambas foram trocadas de imediato na CC e problemas solucionados. Outra coisa que vejo o povo falar é do pós venda. Todas as vezes que eu precisei de alguma coisa na CC fui prontamente atendido, bem diferente de outras marcas, fiat, vw e ford. quando eu tive o 208 viajei para João Pessoa e moro em Brasília 2.300 km. o carro não apresentou nenhum tipo de problema viagem, foi mais que perfeita com o carro super bom de guiar. ahhh.. e não viajei sozinho. EU, minha mãe e minha namorada. As pessoas estão acostumada a comprar carro por revenda, como se carro fosse investimento esse é o grande problema da peugeot aqui no Brasil. Seus carros tem uma grande desvalorização por isso ninguém compra, porque brasileiro quando compra carro, já compra pensando em revender. Pois, eu prefiro comprar carro pra me divertir a pensar em revenda.

    • Lindimar, acredite. Esse blog/site é um dos mais democráticos da Internet. A preferência pelas japonesas não é um mal desse veículo de comunicação, mas um vício do Brasileiro pois o mesmo ama carro, mas odeia fazer manutenção. Então, ambas as marcas ganharam uma legião de fãs por aqui, independente do que é entregue. Concordo com o seu relato, aqui em casa foram 3 carros da PSA, e 0 problemas.

      • Eu acho que ele nem se referiu ao site diretamente mas a quem posta nele. Nunca tive carro da PSA entao nao posso dar juizo de valor. O que me pareceu e que nos primeiros modelos eles nao me pareciam “tropicalizados” o suficiente pra aguentar o ambiente brasileiro e seus motoristas.
        Entretanto trabalhei enquanto chefe de gabinete militar com um Civic e um toyota ja velhinhos e bem rodados e eles eram indestrutíveis. Ja os Fluence e os 408 nao duraram 6 meses. Tanto que agora vao mudar pro corolla de novo. Vale ressaltar que as manutenções sao feitas como deve. O Linea e o Focus também deram problemas e o Pallas os motoristas fugiam como o diabo da cruz ehehe.
        Algumas viaturas sao Sentra e me parecem boas. Eu mesmo tenho um Versa e o atendimento da Nissan e bom. O que pega é o preço dos sobressalentes.

        • mjprio, veja só o que o Lindimar comenta: ele fala mal de Honda e Toyota e ele mesmo, no relato, fala sobre Peugeot, Ford, Fiat, VW, ou seja, nunca teve Honda ou Toyota para ter um parecer próprio.
          Eu nunca tive carro francês, mas já andei de amigos. E teria sem maiores problemas.

          • Amigo, realmente eu nunca comprei honda ou toyota, mas já andei muito e nunca vi essa diferença toda.. alias, por não ter essa diferença e os preços serem bem maiores sempre compro outros carros bem mais equipados. E fazendo uma conta simples veremos que a desvalorização das outras marcas não são tao grandes assim. Pegue os concorrentes de CIVIC e COROLA esses dois provavelmente custam no mínimo 10 mil reais a mais pra você comprar. Se for topo da gama então ta na faixa de uns 30 mil reais. 408 THP acho que tava quase 90 mil, salvo engano, civic top 125 mil, corola uns 115? por que pagar essa fortuna se voce pode ter um carro tão bom quanto e economizar uma grana. Mas entendo também que carro é questão de gosto cada pessoa gosta de detalhes diferentes nos automóveis. No meu mero ponto de vista não acho toyota ou honda tão superior assim.

            • Se não teve, então você não tem como saber sobre a manutenção dos mesmos, algo que é sempre muito elogiado pelos proprietários. Além, claro, da robustez.

              • AHH sim, você ta falando de manutenção e eu to falando de carro. alias, a unica coisa que me parece justificar esses carros é essa tal da manutenção dessas marcas devem ser muito diferentes mesmo. você tem? me conte como é a manutenção e o pós venda de tão diferente. pode ser que eu me convença que valha.

                • Estou falando de manutenção e robustez pois você comentou sobre levar o carro em concessionária, não foi isso que você escreveu no seu comentário? Que você levou o Peugeot para a concessionária, assim como para Fiat, Ford, VW. Quanto a convence-lo, eu não farei isso pois cada uma sabe o que faz com o seu dinheiro. Eu estou no meu 2o Corolla, com intervalo entre eles de um VW porque precisava me capitalizar. E estou satisfeito pois tive carro das marcas VW, Ford e GM e conheço o serviço dessas marcas. Quanto aos franceses, nada contra, pelo menos para os novos. Os antigos 206 e C4 Pallas, não me arrisco.

  • saber que agora ele vem com 6 marchas deve mudar alguns “pré”-conceitos…seria hipocriasia da minha parte se disse-se que o 6 marchas nao ficou melhor, obvio! posso dizer porque tive um 4 marchas ,putz achava sensacional, andei no 6 marchas e posso afimar que está muito melhor!!! E o bom de ler isso…lendo o que escreveu, da pra ver em suas palavras o sentimento de satisfação, outra coisa ..parabens a maioria aqui que respeita a opiniao de um proprietario feliz, nao importa o carro que tenha… se o cara pode comprar um ‘usadinho” ou um zero … se estiver feliz ou nao relate..como disse um colega abaixo..”O amigo do tio do namorado da irmã do marido da minha prima teve um carro da marca e disse que não presta! (Ironia)” humm outra coisa ta esquecendo, a Peugeot após lançar um novo programa para alavancar a imagem do pós – venda vem fazendo muito sucesso..hoje ela ocupa o 4º lugar saindo do 12º isso sim é uma coisa boa, e que continue assim, atraz das “japa” mas que continuem todos assim, tentando ofertar sempre o MELHOR , bom atendimento, e se deu problema perae dr vamos resolver, RESOLVE, ARRUMA, PREVINE porque afinal é uma maquina não é mesmo..sucesso a todos!!!

  • Tive um 208 Allure 1.2 e fui muito feliz com o carro. Foi meu primeiro Peugeot. Me surpreendeu tanto que, como a família cresceu, parti para o 308.

    Carros muito bons de dirigir, com acabamento acima da média, muito bem equipados, e sempre fui muito bem tratado na concessionária e os poucos problemas sanados sem suor.

    A Peugeot merece mais credibilidade… mas acho que investe pouco em comunicação. Alguém aí já viu propaganda do 3008?

  • Concordo exatamente com tudo, meu amigo tem um Allure 1.5 que uso bastante (levo a revisão as vezes pra ele e etc) e a Peugeot tá sendo incrível, trocam coisas na garantia (sendo que nem é culpa dela). Enfim, estão de parabéns.

    • Olha, o motor 1.6 16V da Peugeot é um dos melhores e mais modernos do mercado em sua arquitetura (aspirado multiválvulas). Seus números de torque e potência são bem satisfatórios.
      A questão do câmbio acho que ficou bem resolvida nas versões atuais com 6 marchas.

  • Valeu pelo relato. Fez uma boa descrição do carro. O consumo é mesmo ruim: faço essas médias com meu Civic LXR 2016 sendo que em trânsito pesado cai na cidade pra uns 7,5 a 8Km/l.

  • Excelente avaliação. Digna de alguém merecedor de ter um PSA. O que muita gente acha frescura/perfumaria, contribui e muito na experiência da direção. Muito além de motor e câmbio.
    Estou com meu humilde 207 SW há 7 anos e, sem condições de pegar algo muito melhor por enquanto, permaneço super satisfeito com meu carro, sem pressa de vender, pelo conforto que ainda me oferece.

  • Meu 208 Active Pack 2015 completou 3 anos na semana passada, até agora foi só conforto, ótima ergonomia, boa suspensão, bom desempenho, economia, bom atendimento nas concessionárias, enfim, só alegria. É o meu sexto carro, da sexta marca (na sequência, tive Ford Ka 1.0 1997, Chevrolet Monza 2.0 1994, Renault Clio 1.0 2003, Honda Fit 2006 1.4 CVT, VW Gol G5 1.6 2011 e agora o Peugeot), e repito o que o autor disse, o 208 é o melhor carro que ocupou minha garagem até agora.

  • Bacana a avaliação.
    Simpatizo muito com o 208.
    Temos um C3 1.6 AT4 e o que esse carro bebe por causa do câmbio é anormal, fora isso, concordo com a suavidade, inclusive em relação ao AT6 que equipa os THP (temos também um 308thp dos antigos, ainda não flex).

    Apenas esqueceu de mencionar que o 208 deve ao Lounge o ESP.

    Abraço!

      • Ubaldo vc se esqueceu ou será que realmente não fez falta? A pergunta é uma provocação educada….só quis dizer que a maioria dos brasileiros que compram carros não dão muito valor para esses equipamentos e na Europa nem foi o consumidor que exigiu, mas os progressos de legislação que, na minha opinião, mesmo que de maneira lenta, começa a evoluir por aqui. No mais, se ainda não o é, já pode ser redator de sites ou revistas especializadas. Parabéns!

        • Realmente o ESP, apesar de ser um excepcional equipamento de segurança passiva, acaba que passa despercebido praticamente em toda a vida útil de um carro. Eu mesmo, com o C4, só me lembro de duas vezes em que eu senti a ação do sistema. Mas é aquela coisa: uma vez que você precise do ESP ao longo de toda a sua vida pode significar a diferença entre a ocorrência ou não de um acidente.
          Abraço.

  • Parabéns pelo relato. Minha esposa tem um igual porém manual. Faz na estrada de 15 a 16km por litro. Concordo com tudo que vc relatou. Considero o preço da revisão e atendimento no pós venda excelente. Acredito que o problema maior neste veículo é a central multimidia que não é nem um pouco intuitivo….

  • Cara, eu tenho um igual, porém a diferença é que o meu é o manual. Não tenho nada a reclamar do carro, e não o peguei zero. Sou o segundo dono, comprei de uma pessoa que se mudou do país e precisava se desfazer do veiculo o mais breve possivel. Estava com pouca rodagem.
    Primeira coisa que estranhei no carro quando o peguei, foi o curso longo da alavanca para troca de marchas, porém com o tempo se acostuma. Com relação aos barulhos que vêm do porta-malas. Eu mandei fazer isolamento acústico, não ficou caro. Fiz apenas das portas, e do porta-malas. É um investimento que indico se encontrar algum lugar especializado que saiba fazer bem, não tem mais ruido nenhum no carro, e até o barulho que vem de fora diminuiu consideravelmente.

    • O do porta-malas é bem discreto, nem incomoda. Talvez o da porta, já que ao encostar a perna ali no puxador de braço sempre tem um estalinho. Mas, falar a verdade, só eu mesmo que me incomodo com esses dois pequenos ruídos. Minha esposa, que é quem usa o carro 95% do tempo, nem nota. Então, deixemos como está… rs.
      Abraço. Valeu pela dica.

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