Renault Sedãs Usado da semana

Carro da semana, opinião do dono, Renault Megane 2.0 16v 2006/2007

Carro da semana, opinião do dono, Renault Megane 2.0 16v 2006/2007

Boa tarde pessoal, meu nome é Alessandro, tenho 24 anos, moro em Florianópolis-SC e desde os 18 anos sou proprietário desse Renault Megane, adquirido primeiramente por meu pai e passado para mim, portanto, posso citar tudo que aconteceu com o carro em 9 anos…


Carro da semana, opinião do dono, Renault Megane 2.0 16v 2006/2007

Consumo

O carro não é flex, somente gasolina. Possui consumo condizente com a categoria do carro, atualmente gira em torno de 8 km/l na cidade e 11,5 a 12 km/l na estrada, geralmente ando em média a 110-120 km/h. Se andar entre 80/100 km/h o consumo melhora.


Convém ressaltar que em 2007, quando a gasolina não tinha tanto etanol adicionado, o carro fazia tranquilamente 14 km/litro na estrada na velocidade de 110-120 km/h.

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Desempenho

Considero um dos pontos fortes do veículo. Seu torque é de 19,2 kgfm a 3.750 rpm e a potencia é de 138 cv a 5.500 rpm, alinhados a um cambio manual de 6 marchas muito divertido e bem distribuído.

No quesito 0-100 km/h, já marquei 9,5 segundos, mas fica na casa dos 10 segundos. Velocidade máxima alcançada em painel 215 km/h, mas no GPS foi de 205 km/h. O motor do Megane foi utilizado no Duster e agora recentemente no Sandero R.S, com as devidas alterações, mas mostrando que possui fôlego para os dias atuais.

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Sempre utilizei óleo Elf Competition 10w40. Neste tópico já vou ressaltar a qualidade do câmbio, nunca troquei nenhum componente da embreagem desse carro. Isso mesmo, embreagem totalmente original com 185 mil km e 9 anos, nem está patinando! Acho que é uma marca considerável.

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Segurança

O carro possui 2 airbags frontais, ABS com EBD e freio a disco nas 4 rodas. No Euro NCAP o carro possui 5 estrelas, mas sabemos que os carros produzidos no Brasil não são iguais, então creio que ele alcançaria no máximo 4 estrelas. Já vi relatos de acidentes com Meganes e eles se mostraram bem seguros, parecem ter a estrutura bem feita.

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Outros itens de série

* O carro não possui chave, é cartão, sendo a partida feita por meio de botão start/stop.
* Direção elétrica: excelente na cidade, mas poderia ser mais firme em altas velocidades.
* Piloto automático: muito útil, utilizo bastante em viagens.
* Limitador de velocidade: não deixa você ultrapassar a velocidade determinada, exceto se pisar fundo no acelerado até o fim, ele reconhece que você precisa ultrapassar o limite e desbloqueia.
* Painel de bordo bem completo, mostra o consumo instantâneo, consumo médio, quando trocar o óleo, nível de óleo, quantos litros de combustíveis tem no tanque (este último utilizando modo test).
* Comandos de rádio no volante.
* Todos os bancos com encosto de cabeça e cinto de 3 pontas.

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Interior

Possui materiais de boa qualidade, com pouco plástico duro. Mas é um interior simples, principalmente comparado com Civic na época, que é muito mais bonito.

Mesmo com 9 anos de uso, o couro do volante está intacto! Sem rachaduras, sem desgastes, sem ressecar. O banco é de tecido, bem resistente e suave ao passar das mãos, não é aquela coisa áspera e dura como temos no Sandero, por exemplo, outro carro que temos na família. Somente tive que costurar um pedaço de cerca de 10 centímetros no banco traseiro.

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Defeitos e Pontos fracos

Vamos lá. As portas fazem rangidos quando o carro passa por desníveis ou paralelepípedos, isso desde 0 km. Nunca resolveram, nem trocando alguns componentes. Na garantia, foram trocados vários componentes da suspensão esquerda dianteira, que fazia o carro apresentar desgaste irregular no pneu.

Compressor do ar condicionado foi trocado sem custos, mesmo após a garantia, pois era um problema em vários Meganes. Ponto para a Renault, que me tratou muito bem. O valor da peça era de R$ 3.000,00! Tive problemas com a junta das válvulas e tive que trocar.

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Atualmente apresenta um pequeno vazamento de óleo, mas nada grave, portanto, não mexi ainda. Bomba de gasolina estragou uma vez e custou R$ 900,00 para trocar. A manutenção não é barata, mas a qualidade das peças originais é boa. CD Player não tem USB, nem nada… Somente rádio e CD. Já os alto-falantes originais são medianos, mas instalei melhores. O carro é difícil de mexer, principalmente no motor, onde o espaço é bem apertado. Digamos que ele é chato para os mecânicos.

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Conclusão

Gosto muito desse carro, não penso em trocá-lo ainda, mesmo com 9 anos. Cuido muito bem dele, está em bom estado e o possui muitos itens que não tem em outros modelos atualmente. Com o preço que ele vale hoje, cerca de R$ 23.000,00, não consigo comprar nada decente, ainda mais com essa crise instalada no país.

O Megane não teve muitas vendas pelo Brasil, que se concentraram mais na região sul. Acredito que foi um pouco injustiçado pelo preconceito com as marcas francesas. Em 2006, nenhum carro oferecia câmbio de 6 marchas, partida no botão e outros itens. E tudo isso ainda pelo preço de R$ 65.000,00.

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No entanto, foi lançado junto com o New Civic 2006 e todos os olhares foram para o Honda, pelo menos no Brasil. Quem procura um carro usado, creio ser uma ótima opção, se estiver bem cuidado, pois a manutenção é cara. Ainda assim, o preço baixo pode compensar.

Me desculpem, caso não tenha sido imparcial em algumas partes, sou suspeito, pois gosto muito do carro! Rumo aos 200.000! Abraços!

Alessandro.

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292 Comentários

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  • Belo carro, achei que teve poucos problemas pela KM do carro.
    Meu francês (206) está com quase 150 k km, e também espero chegar nos 200k.
    E a suspensão, já trocou alguma coisa ?

    • Sim, tive poucos problemas, maioria foi desgaste natural… Troquei todos amortecedores com 100.000km, agora vou trocar novamente com 200k! De resto suspensão só troquei os braços axiais que costumam durar 40-50k… Mas o carro perdeu conforto comparado a 0km claro. Teria que fazer uma geral nas buchas da suspensão! Abraços

      • Alessandro, Parabéns pelo relato e pelo carro! Apesar de nunca ter sido grande fã de franceses, sempre achei o megane um excelente carro, e na época que foi lançado, cogitei a comprar um. Gosto de relatos assim, como o seu e mais alguns que tem carro beirando os 200 mil kms e ainda muuuito bem conservados que ainda tem mais milhares de kms pela frente para rodar. Isso prova que a ideia de trocar de carro a cada 15-30 mil km não é tão válida assim (pensando superficialmente – isenta de julgamentos aprofundados),pois temos carros como o seu que são muuuito melhores que os fabricados atualmente e estão beem na fita RSRS. Parabéns mais uma vez,pelo relato e pelo belíssimo carro. Deve ser uma maravilha pegar a Régis Bittencourt com esse carro, melhor que com meu um Palinho 1.4 hueheueheu.
        Abraços,
        P.S: As rodas são originais ou você mandou pintá-las?

    • Vendi o meu 206 sw (flex 1.4 2007) com 197k km e a suspensão finalmente (ou não) havia chegado na hora da troca pois estavam rangendo e fazendo muito barulho, motor, câmbio e elétrica nunca me incomodaram e estavam em perfeito estado, fazendo manutenção (básica) vc chega fácil aos esperados 200k.

  • Eu tive um 1.6 2009, o conforto do Mégane é espetacular! O 1.6 é extremamente econômico (médias de 11 a 12km/l cidade e 16 km/l estrada, minha melhor média foi de 18,9km/l de SP até Ubatuba, 250kms).

    Em relação a falta de USB+AUX no rádio, existem interfaces que emulam a disqueteira e é possível instalá-la dentro do porta-luvas ou até mesmo em cima do som original. E com esta interface era possível ouvir músicas do pendrive ou de um ipod :)

    Me lembro que sai babando pra importar uma destas quando fiquei sabendo disso… Fui lá, comprei, esperei 3 meses para vir, quando chegou e levei em uma loja de som automotivo para instalar, já havia uma destas no teto do porta-luvas e eu não tinha percebido haha

    • O problema dessas interfaces importadas é que o Megane nacional é uma mistura do Megane II fase I (lançado na Europa em 2002) e fase II(lançado na Europa em 2006).
      Então, muitas vezes elas não funcionam direito.

      • É…Tem que ver somente se a entrada do cabo da disqueteira no rádio é a mesma do cabo da interface, mas pelo que olhei, pelo menos as da marca Yatour (acho que era assim que se escrevia), todas funcionavam nos nossos sem problemas.

        • Eu comprei uma da Inglaterra e não funcionou. Quer dizer, funcionava quando queria. rs…
          A Renault deu muito mole nesse carro. Uma sucessão de erros:
          Não trouxe o hands-free (trouxe pela metade com a chave cartão que funciona como uma chave comum), motor 2.0 sem ser flex (apostou no 1.6), não trouxe logo o fase II (trouxe só as lanternas traseiras em 2010) que foi lançado em 2006, preferindo trazer o ferramental antigo do fase I pra cá…

                • É mais fácil de encontrar / enfiar o cartão que uma chave tradicional e fica mais rápido de entrar, ligar e sair andando. Já não sei mais o que é “girar” uma chave pra ligar o carro. Você não precisa ficar girando/segurando a chave pra ligar, o que me permite por exemplo colocar o cinto enquanto o carro é ligado, evita trancos, protege o motor de arranque…

                  • A maioria das chaves já não precisa ficar esperando o motor ligar. Hoje você coloca a chave no lugar e gira. Pronto. A do Megane você põe a chave no slot e aperta um botão próximo. Se não tem dificuldade adicional, não há facilidade. A chave também pode ter controle presencial, portanto isso não é uma vantagem do Megane. Vantagem mesmo é do Sentra e Focus, que funcionam sem necessidade de colocar o cartão em um slot.

              • Agora entendi aquele cartão no painel, não imaginava que fosse isso. Estranhei também o local do botão de partida, geralmente fica só ao alcance do motorista, mas não deve gerar problemas.

                  • fora que caso tu perca ou de problema, é uns R$500 pra fazer uma nova, tem que pesquisar bastante.

                    Meu colega tem uma Gran Tour 2012 e perdeu a chave reserva, ta buscando quem faça, mas não conseguiu baixar de R$300 aqui em POA (isso com ele achando o cartão zerado e levando para alguém programar).

                    • Na Europa era chave presencial, o partida com o cartão inserido no painel era algo emergencial, aqui a renault preferiu não oferecer a chave presencial.

                    • Então acredite… está barato! Do Fluence o minimo que o pessoal encontra é por volta de R$800. (SP)

  • Parabéns pelo carro, parece estar muito bem conservado. E como você falou, ele tem itens que muitos carros até hoje não tem, como partida sem chave, piloto automático e limitador de velocidade. Gosto muito desse tecido dos banco que era utilizado antigamente em vários modelos topo de linha, hoje em dia o couro dominou, me lembro de ter visto da última vez num C4, é muito macio ao toque. Abraço.

      • É tipo não é veludo!

        Como meu vizinho de vaga teve um… foi o unico veludo que conheci (pois os da Citroen e Chevrolet sujavam com facilidade) que não sujava!

        E olha que ele bota tranqueira no carro! Não a toa, o atual fluence dele que tbm é de tecido (ruim por sinal) suja pra caramba! (eu tenho que ficar manobrando o carro dele para colocar o meu na vaga).

    • Obrigado, Leandro. Realmente acho difícil achar um megane com 9 anos e bem cuidado como o meu… Sou assim com tudo que adquiro, não chego a ser neurótico hahaha, mas cuido bem… O tecido é muito macio mesmo! Abraços

  • Eu tive uma Grand Tour e tenho muita saudade dela… mesmo tendo trocado a caixa de direção por duas vezes, ainda na garantia! Era muito espaçosa e confortável, mas minha esposa preferiu vender pouco antes do término da garantia pelo medo de gastos futuros.

  • Infelizmente o preconceito no Brasil é muito grande, brasileiro tem muita tradição. É difícil aceitar mudanças. Já falei da Renault em alguns comentários e da Citroen recentemente. São carros excelentes, melhores do que alguns famosos, mas não caem no gosto popular. Por isso andamos de carroça. Se um dia o brasileiro optar por quem está oferecendo o melhor, começaremos a colocar o mercado para disputar e que quem se sai bem nessa somos nós, os consumidores.

            • Concordo, os produtos que a Renault vende aqui são claramente produtos de baixo custo (excluindo o fluence), diferente da Peugeot e da Citroën que são mais refinados. A Citroën e a Peugeot tem produtos mais modernos, equipados e consequentemente mais caros.

              • A renault oferecia carros de mesmo nível de psa e peugeot, mas descobriu que o consumidor não quer isso, passou o oferecer os dacia (que são bons carros) e as vendas aumentaram muito.

                A psa continua oferecendo seus carros de primeiro mundo, hoje todos muito bons, e não vende nada, quem está agindo de forma correta?

                Montadora deve dar lucro, então a renault está certa, oferecendo o que o brasileiro quer comprar.

                • Pelo menos os Renault nao dao defeitos como os PSA. So ver opiniao do dono etc…Tenho um Sandero 1.6 2015, meu terceiro , gosto muito do carro, robusto e confiavel como nenhum PSA

                  • Depende. Tive um C3 que vendi recentemente com 7 anos de idade e 110000km sem nenhum problema no carro(e nunca me deixou na mão) e assim como esse Megane, era um tanque, para vc ter ideia nunca troquei peça de suspensão do carro.

                • Bem… até o dia que uma das marcas resolver ofertar um produto que começa proximo de R$30000 isso vai continuar assim.

                  Está mai do que na hora delas (ou algumas delas) ofertarem um subcompacto para disputar mercado com os carros de entrada.

            • Olha só uma condição do mercado ja avaliza a Renault perante as demais maras francesas, é a única que as locadoras aqui colocam na sua fronta.
              Já tive megane, clio e twingo, os carros são muito bons e não quebram com frequencia. Aqui em são paulo, tem casas especializadas nas peças que trazem da argentina e o custo de manutenção fica muito baixo. o problema é pra quem não mora nos centros urbanos que acabam caindo na mao das CCS e ai a facada como solta

            • amigo só um detalhe, o 208 compete com o clio na europa e a 2008 acho que com a captur, duster e sandero são carros de baixo custo da dacia por la, e um sandero mesmo aqui é muito mais em conta que o 208

              • Porque tem carros que começam em uma faixa de preço mais em conta. E o Duster ao contrário do 2008 só para citar esse porte de carro, caiu no gosto por ofertar carros mais em conta qdo foi lançado.

                A Peugeot errou na estrategia de vendas, pois a Renault deixa bem claro (pelo menor preço do produto) que é mais simples ao contrário da Peugeot que tenta passar ar de sofisticado (e até tem isso), mas peca no proprio produto colocando itens que deveriam ter sido aposentados (como o cambio de 4 marchas).

          • Ja tive um fluence privilege e tenho um 3008 atualmente, e ja tive outros carros da peugeot. Os 2 são bons, mas nao da para generalizar por marca . X é melhor que Y . Se pegar o carro mais caro da Reunalt do Brasil e comparar com o da Peugeot o da Peugeot é melhor no geral.

      • Eu diria que por causa de dois fatores que foram muito acertados pela Hyundai e CAOA quando a marca veio crescendo:

        – O primeiro foi a Tucson, um crossover médio que virou objeto de desejo de toda a classe média… Era grande, com aparência de robusta e um design inovador para a época.

        – O segundo fator foi a propaganda, foi ai que a Hyundai/CAOA acertou (apesar da falta de ética). aquela coisa que “melhor que a BMW Serie 1, mais completa que uma Mercedes Classe A, mais potente que um Audi A3” colou na cabeça do consumidor e fez os produtos ficarem cravados na cabeça das pessoas.

        Depois, foi só colher os frutos!

      • O caso da Hyundai é bemmmm diferente. Governo ajudando muito, assim como ajudam GM, Ford, Fiat, VW, corrupção e tudo mais. Mas esse papo de a Hyundai ser bem sucedida aqui é por que vendem o HB20, deixasse eles com o Sonata, Azera (agora custando o olhos da cara), Elantra… iriam morrer na praia como os franceses.

          • Só completando, para você ver que o brasileiro não sabe comprar. Que eu saiba esses dois exemplos são superiores em acabamento e tecnologia, frente ao Onix e Pálio por exemplo

            • EU sempre desconfio destas conclusões do tipo “brasileiro não sabe comprar”, etc. Quando o cara compra um carro, não leva apenas o produto “carro” em consideração, pensa na assistência técnica, na revenda, se tem concessionária próxima, se é um modelo bem aceito, etc etc. Nada é à toa.
              Olha a Renault, sofria o maior “preconceito” no início graças à uma série de erros estratégicos, hoje ninguém deixa de comprar um renault por medo de ficar com um mico na mão. Soube trabalhar seu pós-venda, dar confiança… PSA anda mal faz tempo nisso. E na minha visão continua fingindo que o problema não existe. Outra que tem esta postura e vem perdendo mercado por causa disso é a VW, especialmente agora que seus carros não são mais “mexíveis pelos mexedores da esquina”.

              • Mas é esse o ponto. Você não compraria um carro pela qualidade, pelo desempenho, pelo conforto e pela segurança. Nós, brasileiros, compramos carros por outros motivos, como no caso da desvalorização. Nós não compramos carros para usufruirmos, e sim para revender em 1 ano e perder “apenas” 10%. Mas ninguém faz a conta que um Corolla que custa 100 mil reais, você perdendo apenas 10% no primeiro ano você estará perdendo R$ 10 mil reais, e um C4 Lounge se você perder muito 15% no primeiro ano, você perderia o mesmo 10 a 12 mil reais dependendo da versão, mas teve que desembolsar 20 mil a menos e andando com carro mais completo.

                • Varia muito. Eu fiquei espantado quando vi no Top Gear britânico que também falam muito de desvalorizaçao e tal. Não é algo só nosso. Acho que as pessoas não pensam “só” na desvalorização, elas pensam no conjunto da obra, e daí carros aparentemente “medíocres” (no sentido de medianos, normais, sem grandes diferenciais) fazem sentido. Veja que os mais vendidos normalmente são assim, sem grandes vantagens mas com poucas desvantagens significativas. Era assim por décadas com Gol frente a seus concorrentes, é assim com o Onix, é assim com Corolla frente à todos os outros, e assim por diante.

                • Pessoal compra Civic e Corola não só pela menor desvalorização, mas sim porquê são realmente mais bem feitos e duráveis. Isso é fato, não dá pra discutir com todo um mercado formado e com milhares de donos satisfeitos. Custa mais caro, mas o preço de não ter dor de cabeça é sem medida.

                  • o Megane tá aí mostrando que também é durável.
                    Tenho um parente com uma scenic há cerca de 10 anos também, muito rodada e com a mecânica ok. Não baixa uma gota de óleo.
                    Tem um cara no fórum da renault com uma Scenic com kit gnv, mais de 200mil km e o carro está em ordem.
                    Acho brasileiro muito mal informado.

                    • Ninguém disse que não é durável. Leia o que escrevi. Eu só disse que as pessoas preferem algo que é notoriamente bem feito e resistente, e Civic e Corola são mais bem construídos, eu já tive 3 Civics e NUNCA tive nenhum problema mecânico. Tem um amigo com Corola de 2009, nunca ficou na mão. E garanto que sou muito bem informado meu amigo.

                    • O motor dela é ótimo, esse motor era um dos melhores disponíveis até pouco tempo. Mas a suspensão da Scénic é muito frágil e cara. O sistema de braço arrastado da traseira é problemático, e a manutenção é cara e ninguém quer mexer. Estive olhando os preços e os amortecedores para ela são mais caros do que para focus, civic e corolla, todos cofap ou monroe.

                      Edit: Sem contar a parte elétrica.

                  • Eu tive um C3 por 7 anos e posso citar muito bem sobre um C3. Eu tive um Xsara por 3 anos e tbm posso dizer o mesmo. Estou com um Fluence agora e posso dizer o mesmo.

                    Será que então eu devo só acreditar no que até pessoas QUE DESCONHECEM um carro e houvem falar dele ser tudo isso?

                    Me desculpe, as coisas não são por aí. Pergunto sempre isso: Vc ve médios por aí quebrando em cada esquina? Eu concordo sim que são bons produtos dessas marcas, mas me mostre como os demais quebram com facilidade. Ou que sejam menos produto.

                    • Eu já tive um Ka 98 (motor fraco e mecânica ruim), um fiesta 1.0 (só era fraco de motor mas bom de guiar), Fiesta 1.6 (motor bom e acabamento ruim), Focus (primeira geração, 2007, vendi com muito dó, mas o atendimento HORRÍVEL da Ford me fez cair fora), e depois 3 Civics (2008 / 2011 / 2014 ) que jamais deram qualquer problema. Todos os carros anteriores tinham barulhos, chiado, alguma coisinha que dava pau sem aviso, defeitos nojentos que chateiam e aparecem sempre na pior hora. Um amigo tem um Focus Novo que está parado há 60 dias por problemas no câmbio (inclusive está com outro carro por causa de uma liminar), outro que tinha um Corolla e deu a bobeira de pegar um Cruze e detestou, pois achou o carro mais beberrão, mais lento e ainda deu pau na bomba de combustível… São coisas que te deixam alerta para outras marcas. Tu fala com donos de Civic/Corola e eu nunca ouvei que os carros deram algum problema. Jamais critiquei marcas que não conheço, apenas falo que vou pela qualidade conhecida. Renault eu ouvi falar bem, mas nunca andei em um Fluence ou um Nissan, por isso não digo nada desses carros, apenas que são ruins de mercado.

                    • É … aí tem que conhecer. Possivelmente as duas marcas precisam agradar mais os consumidores na proposta do veiculo ofertado.

                      O Fluence é bem bacana, mas se olhar na internet, verá que tem barulhos sim do interior dele. Mas são carros robustos e o que chama atenção é que a manutenção é bem baixa. O Sentra também, ao contrário do Fluence é silencioso, porém não tem operação sequencial do cambio e quase sempre muitos que estão acostumados com cambio convencional, não gostam do comportamento do cambio CVT.

              • Os vendedores da VW são difíceis de negociar…eles acabam com vários negócios pq se mostram prepotentes.
                Na GM na kia eu negociei com vendedores muito bons…na Ford eu tive problemas com um vendedor e mudei de CSS.

                • Verdade. E quando não são prepotentes são aqueles que não tem a menor ideia do que estão vendendo. A proporção é de 3 prepotentes para um desinformado.

            • Bom comentario !! eu falo a vc o seguinte os caras que queimam os carros Franceses são os mexanicos (tranqueras) acostumados com o Volks gol e os marreteiros de carro(bando de abutres carniceiros)

        • Desculpa, como assim governo ajudou a Hyundai? E que corrupção teria favorecido Ford e GM?
          E Hyundai foi líder de mercado com o i30 e Tucson. Está desatualizado. O sucesso do HB20 é fruto da imagem da Hyundai e não o contrário.

          • Eu que peço desculpa Alessandro, mas não faço parte do grupo de investigadores que estão apurando o caso da Hyundai. Ford e GM não foram favorecidas nunca aqui no Brasil, estou completamente errado, já que não tenho documentos guardados na minha casa não posso afirmar isso. Quem concorria coma Tucson quando ela saiu no mercado? Que concorria com i30? Golf? Na época super defasado, já não queriam mesmo comprar ele, e o I30 veio custando 55 mil reais? Ahh tá, então estou errado também. Tira o HB 20 das prateleira e não sobra Hyundai.

            • Victor, um toque: Homem de verdade não levanta o dedo se não pode provar o que fala, ok? Não precisa de documento na sua casa. Um link de reportagem já serviria. Tem? A Ford britânica teve acusação na década de 40 de apoio ao nazismo. A GM Norte Americana está ligada com o caso do chumbo tetra-etila nas décadas seguintes. Não precisa de documento para ver esses casos, basta uma pesquisa. Mas mesmo no caso da Ford, ainda não é conclusiva a questão. Você acusa uma empresa baseado no “deve ter corrupção”??? porque ela está sendo investigada? Já pensou se isso acontecesse com você? Alguém pega qualquer posse sua, e mesmo que você tenha condições conclui que “com certeza deve ter sido fruto de roubo” e ficam espalhando história por aí?
              E essa bolsa carro novo? Isso que você inventou beneficiaria apenas as marcas que citou? As francesas não seria beneficiadas?
              i30 era concorrente do 307, C4, o citado Golf, Focus… Esqueceu desses porque?

      • Já falei isso antes e repito: não existe preconceito contra uma marca ou produto que está há quase 1 quarto de século no mercado. Renault, PSA, Toyota, Honda, Nissan, Hyundai, Kia, todas com quase 25 anos de Brasil, todo mundo conhece e muitos já tiveram. Algumas destas já tem fábrica há mais de 15 anos e ainda assim consegue vender cada vez menos (PSA, estou falando de você).

        Primeiro o preconceito era contra “importado”, mas aí Toyota, Honda e Hyundai começaram a bater de frente com as “4 grandes”, o argumento caiu. Agora a fábula é preconceito contra “francês”. Engraçado, pois só a PSA deve ser francesa então né. Visto que alguns Renault desvalorizam menos que alguns Fiat. Não tem conto de fadas, se não vendeu ou vende bem, tem seus motivos. O primeiro Megane sumiu perto do primeiro Vectra, o segundo sumiu perto do New Civic. Nunca se destacou, despertou interesse, por isso não vendeu. Não foi por ser Renault. O Fluence está aí, vendendo uma boa média e estando entre os 5 que menos desvalorizam do segmento. Se a Toyota começasse a ter um pós-venda porco, por exemplo, sofreria o tal “preconceito” também.

        • Seu comentário só tem um erro, grave ao meu ver. Não tem a linha embaixo, para eu assinar! Parabéns!
          Mas todos tem a justificativa perfeita para um carro ser bem vendido ou mal vendido. É telinha no painel que não tem, é pelo motor ser turbo, é que brasileiro não gosta da marca, é porque ela ama tal marca, é porque falta airbag, é porque é parecido com outro carro, é pelo desenho da lanterna…

          Honda, Toyota e Renault são mais velhas de Brasil que a Fiat. Mas algumas pessoas precisam de vilões…

          • Brasileiro gosta é de telinha no painel. Mas Fit e Fiesta são respectivamente líder e vice-líder dos compactos acima de 1.0 sem telinha alguma nas versões de volume (no caso do Fiesta, em nenhuma).

            Brasileiro gosta é de rodão. Mas o Corolla é líder isolado dos sedans médios, sendo o único que tem no máximo aro 16 em todas as versões. Enquanto o Lancer e seus aros 18 nunca vendeu uma fração do Toyota, até trocou por aro 16 esse ano.

            Brasileiro paga o preço que Honda e Toyota pedirem. Mas o Corolla que vende é o XEi, que está na média do segmento. Mas Accord e Camry não vendem nada há vários anos justamente pelo preço. Enquanto Fusion, da dita péssima Ford, lidera.

            Peugeot 308 com eixo de torção e frente do europeu enjambrada, melhor do segmento. Focus com multilink, alinhado com a Europa, custa a mesma coisa, mas é um carro pior, porque tem um par de airbags a menos e não tem teto de vidro. Futuro Golf nacional, na mesma geração da Europa, com o mesmo eixo de torção do 308, motor 1.6 e preços idênticos ao do 308, aí é carro-de-boi, charrete.

            Alguns conceitos dos ditos “entendidos” de carro simplesmente não tem um pingo de realidade. E é assim no mundo inteiro. Só ver no site da Car&Driver americana, o tanto de groselha que car lover americano fala. Camry pra eles é um pedaço de lixo. E o pedaço de lixo está entre os 3 carros mais vendidos do país há vários anos… Rs

            • Sei que você está falando de compactos sem motor 1.0 na linha. Mas a 4R acaba de fazer uma pesquisa por cilindrada fos carros mais vendidos. Tem umas surpresas na matéria.

              • Rapaz, muitíssimo interessante essa lista. O Ka 1.0 líder de mercado, porém o 1.5 nem aparece na lista, canibalizado pelo Fiesta. Impedindo que o Ka chegue perto do líder. Uno 1.0 ainda vende bem, mas o 1.4 não representa muita coisa, por isso Uno fora do Top 10. Gol idem, os 1.6 deixaram de vender. Palio Fire, responsável pela liderança do Palio, onde o Novo Palio não é tão bom de loja assim. Onix vendendo bem em ambas as versões, resultado? Carro mais vendido do Brasil em 2015 (mais uma vez mudam as posições). HB20 e Up sem reforço das versões mais fortes, 1.6 e TSI, na soma das vendas. O Fox, grande surpresa que você deve estar falando, mostrando que o tapa deu certo, assim como o motor 1.6 MSi 16v. E que o 1.6 8v ainda é competente e tem adeptos. Sandero 1.6, também surpreendendo, já que o motor é abaixo do nível do carro. Talvez venda pelo custo e espaço interno (principais motes do carro) o pacote com 1.6 seja vantajoso, enquanto o 1.0 antiquado com carro pesado deixa de ser. O Fox, por fim, mostra que conseguiu desbancar o mercado de compactos “premium” como a VW queria, afinal ele tem o mesmo mix de todos os concorrentes. Versão mais fraca e antiquada (1.6 8v) e versão com mais appeal (Highline). Nesse nicho, Fox campeão. Interessantíssimo.

                • Esse categoria dos compactos “”””premium””” atende a muitos tipos de publico diferentes, acredito que o Fox se destaca por um bom conjunto da obra em visual mecânica e equipamentos, e se diferencia do Fiesta para quem necessita de espaço interno, coisa que o Sandero, presente na lista, também oferece.

                • A lista vai até o 20*colocado. Realmente chama atenção o Ka ser o lider, com boa diferença com o 1.0 (o 1.5 vende mais que o Fiesta 1.6. O Fiesta 1.5 nem aparece na lista). O que comprova que a queda nas vendas do Fiesta está sim ligada a chegada do Ka. Na matéria falam que 80% das vendas do Gol são com o 1.0 e 75% das vendas do Fox são vom o 1.6. O Fire é responsável por mais da metade das vendas do Palio. Onix e mais ainda no Hb20 o equilíbrio mas vendas vom os dois motores mostram porque estão aonde estão. O Tsi no Up conta como 1.0. E ainda acho que a VWB não soube apresentar o modelo ao mercado. Voltando ao Fox preferiria que fossem todos 1.6 16v, mas o 1.6 faz as vezes dos 1.4/1.5. O espaço interno sem dúvida é uma das qualidades do Sandero. As mudanças no desenho atrairam mais consumidores sem dúvida. O Fox para realmente mudar” de categoria precisa de alguns equipamentos, mais Airbags, ar condicionado digital e um at de verdade. O Tiptronic está aí e é bem moderno (o mesmo câmbio do C4 Picasso europeu e do Golf americano). E sim fiquei surpreso duplamente com o Ka 1.0 e o Fox 1.6. Sabendo trabalhar a Ford pode sim ter o mais vendido ano que vem (o carro tem qualidades para tal) e o Fox pode almejar um lugar no Top 3. Pena a VWB não ter colocado ele na parede, se comprovado as 4 estrelas (como o modelo vendido na Europa) seria muito bom ter dois 4 estrelas entre os 3 mais vendidos. O Hb20 aí no meio seria um sonho os 3 mais com 4 estrelas seria excelente. Começo a achar difícil a Fiat tirar o Fire de linha. O Up tem muitas qualidades no projeto ajustes nos preços e equipamentos pode fazer ele ser lider dos subcompacto. Não vai além disso só com 1.0.a Fiat precisa fivar de olho. A GMB deve manter a pegada com o Onix. Já o ex-lider precisa se reinventar.

            • Esqueceu de citar 2 grandes motivos: manutenção e seguro.
              Se as revisões forem baratas e o seguro for barato, aí o carro vende bem…corola tem uma manutenção barata para o segmento, por isso está na liderança. Se fizerem uma tabela mostrando os valores das revisões e do seguro de carta carro, verão que tem lógica nisso.
              Quantas pessoas que desanimam de um carro quando a revisão sai cara. O cara faz até 20/30 mil e muda de marca pra fugir da revisão cara.
              A kia mata seus consumidores assim enquanto a irmã hyundai tem preços tabelados e dentro da média do segmento.

          • Concordo.. até lembrei de uma vez que estava procurando alguem pra consertar o vidro elétrico do megane e o cara olhou pra ele e disse: Nao mexo com carro importado nao rs Kd que a Renault fazia propaganda do Megane na época dele, quase nao tinha…

      • Claro que pegou, e muito, apenas talvez não na sua época. A Hyundai dos anos 90 era a JAC de hoje. Carros como o Accent, Atos, Galloper e mesmo o Elantra, onde alguns desses até eram bons carros em comparação aos nacionais (eu andava num Elantra da época de vez em quando, como passageiro, e era um carro gostoso de se andar), não os impediu de serem totalmente marginalizados. Até o Daewoo Éspero vendia mais que os Hyundai…bem mais. Esse papo que não pegou é porque brasileiro em geral tem memória curta, ou seletiva, talvez ambas…O que a coreana fez foi melhorar a qualidade do seu portfólio de carros em todos os aspectos, para só então cair no gosto do povo. O brasileiro às vezes é irracionalmente tradicional, e isso tem nos custado muito. Seria melhor um mercado automotivo sem preconceitos de marcas. E certamente a Hyundai não entrou no mercado nacional imune a rigidez do consumidor nacional.

        • Rivia, minha pergunta era retórica, é do meu tempo sim. E justamente a situação que você expôs ilustra bem que se ela venceu o preconceito foi porque trabalhou para isso. Um 305, 306, 106, 405, 406, Megane, Laguna, 19, Twingo, Clio, 206…. Eram mais bem vistos que Excell, Galoper, Elantra, Clarus, Accent…. O que aconteceu então? Uma marca sobre trabalhar seu marketing, seu portfolio enquanto outras simplesmente não trabalharam. Aí hoje você tem que ouvir essa de preconceito?

          • Verdade…e é reconhecido o saldo de qualidade na construção dos veículos coreanos, até mesmo por intervenção de profissionais vindos de indústrias automobilísticas de outros países, como Itália e Alemanha.

      • Hoje não, mas Hyundai quando começou a ser importada para o Brasil, onde em sua maioria eram carros bem feios, ninguém queria, não me lembro o ano, mas foi uma marca que realmente mudou em todos os sentidos aqui no Brasil.

      • Eu diria que a estratégia da Hyundai fez a masca se tornar o que é hoje.
        Disposição de peças, valorização do usado, garantia e imagem.
        A psa por exemplo, não valoriza o próprio usado, preço das peças exorbitantes, problemas crônicos em alguns carros.

        • Concordo parcialmente, vou ter que discordar sobre as disposição de peças, pelo menos dos veículos importados, conheço algumas pessoas que ficaram com o carro “preso” na CC esperando as peças (em garantia) chegarem.

    • Não acho que tenha preconceito. As marcas que mais vendem por aqui ( exceto a Fiat ) são as montadoras que mais vendem no mundo: VW, GM, Ford, Toyota, Hyundai, etc.

    • “.. brasileiro tem muita tradição..”
      -A Inglaterra ficou por 40 anos com apenas 3 carros como mais vendidos.
      -O Taurus “Robocop” quebrou a hegemonia de décadas do Accord.

      O exemplo do Gol não está sozinha no mundo…

      • Mas não apenas carros, aqui os problemas são marcas e público. Classe “média” que comprava o Gol decidiu que HB20 é carro de status, bora comprar HB20, nem tapete o carro vem, ou Onix, com seus motores antiquados. Ai você começa a ver os caras ricos que conseguem desembolsar acima de 80 mil reais e vai ver que esses caras só compram o Corolla da vida e jamais trocaria por um Francês que pode ser muito melhor. Então considero que a hegemonia na Inglaterra foi quebrada há muito tempo, já que esse Taurus se não me engano é década de 90. Ou seja, estamos 20 anos atrasados nessa quebra. Só agora o governo fala em obrigatoriedade em controle de estabilidade, air bag e abs faz pouquíssimo tempo que foi obrigatório.

        • Victor, o Taurus foi no EUA.
          Mas de qualquer forma, Acho que a Inglaterra tem 4 líderes em coisa de 50 anos. E o EUA vai pelo mesmo caminho. Só estou ilustrando que liderança de um determinado carro em nada tem a ver apenas com brasileiro.
          E na verdade para mim o verdadeiro atraso é o governo ter que exigir algo que seu povo não exige. Agora somos comunistas onde o Estado sabe o que é melhor para gente? Libere o mercado para a concorrência que o mesmo se ajusta.

          • Até posso concordar em partes com a última parte do comentário. O mercado se ajusta, mas tem que liberar mesmo, o que o Estado faz aqui é controlar um pouco para beneficiar os outros. Mas por outro lado, é obrigação do Estado garantir a segurança das pessoas. Concordaria com você em 100% se os itens que são obrigatórios fossem desnecessários, como telinha, sonzinho, ar condicionado. Mas no caso, são itens de segurança e o próprio EUA, já que citou, tem política de controle de segurança dos carros. Sobre ter errado o local do Taurus, na verdade fui induzido, você citou Inglaterra e depois falou algo de EUA, que realmente não era do meu conhecimento.

            Mas só pra terminar, ótimo que esses países tem 3 carros mais vendidos, aposto que nem um se compara as nossas 3 carrocinhas. Por que o público foi exigente, e os 3 mais vendidos são excelentes carros, com segurança etc etc. Se você deixar de comprar o óbvio e começar a comprar o melhor também podemos um dia ter os 3 mais vendidos durante décadas mas com qualidade.

            • Eu tinha 80 mil na mao e minha esposa queria um crossover compacto. Fui ver diversos carros e o C3 Picasso foi um deles, mas cambio de 4 marchas, falta de isofix e esp é um problema para mim. 2008 1.6 só 4 marchas e tbm sem isofix e esp. Versao Thp sem cambio automatico e inexplicavelmente tbm sem isofix. Por 79 mil levei um HRV EX para ela.

              Troquei o meu tbm, mas os sedans medios q me interessavam estao na entre safra, entao acabei gastando mais um pouco e comprei uma CLA.

              O q eu quero dizer é que nem sempre o cara deixa de comprar uma marca pq nao gosta ou tem preconceito, mas o timing é importante. Depois do 307 da minha esposa, comprei uma Megane GT para ela pq a PSA nao tinha nenhuma perua, entao mudei de marca. A Megane tbm foi um excelente carro, mas mudei para outra pq o Duster é ruim, ou seja, nao sou fiel a marca alguma, compro o carro q melhor me atende naquele momento especifico.

    • Meu Clio 2010 não concorda.

      Sistema de ignição teve que ser trocado com 6 meses de uso; vidro elétrico arrebentou o cabo de aço 1 mês depois de acabar a garantia de 1 ano; ar condicionado parou de funcionar com 1 ano e meio de uso; troquei o kit de embreagem com 30 mil km rodados (nem o mecânico sabe como ele quebrou); parte elétrica deu pau com 35 mil km; com 50 mil km o escapamento faz um barulho de lata velha.

      Não tenho preconceitos contra a Renault, tenho fatos.

      • Trocar embreagem com 30.000km é vício de condução. Barulho no escapamento com 50.000km foi porque enferrujou. Estas coisas acontecem com qualquer carro. O restante, pode ser considerado.

        • Não é vício de condução, senão o Celta que dirigia e que aprendi a dirigir estaria com problemas. Esse problema relatado fui na autorizada autorizada e eles falaram que o número de Clio com problemas no conjunto da embreagem é fora do comum e eles mesmo afirmaram que não sabem pq o ocorre isso. O problema na ignição era coberto pela garantia, pois era um problema generalizado, junto com a injeção eletrônica. Tem alguns sites que falam sobre isso.

      • Se você olhar histórico de carros no modo geral vai ver que todo mundo já teve uma mosca dessas branca dessas em todas as marcas. Eu mesmo sempre gostei da vw e estou no meu 4 fox. No entanto, esse último veio sem gás do ar condicionado, o acelerador tem um lago terrível, eh Gastão, reduzida para a 2 sempre raspa etc etc. Bom não vou dizer que a VW wh ruim por isso, tive um enorme azar. Carros saem diferentes da fábrica e sempre vai ter alguem com azar de pegar um desses.

  • Este é um remanescente da época em que não tínhamos carros Flex. Apesar de ser vantajoso o fato de poder usar etanol e/ou gasolina em qualquer proporção, as montadoras aumentaram demais a taxa de compressão de seus propulsores. Isto influenciou de forma direta na durabilidade e nos problemas ao longo da vida útil do motor.

  • É normal uma embreagem durar tanto assim? Suponho que a maior parte do trajeto seja em estradas, mas mesmo assim, caramba!

    Muito legal ver um relato de carro bem rodado, e melhor ainda, de uma marca que não se costuma ouvir tanto e que, quando se ouve, geralmente não é bem… Assim, mostra-se como um carro bem cuidado dura muito, independente da marca. Obrigado por compartilhar o relato com a gente!

    • Depende muito do uso, como vc disse carro usado em estrada gasta pouco não so a embreagem como os componentes em geral. Meu carro ta com 105km e 6 anos a embreagem ta como nova.

    • O Focus duratec sedã 2008 do meu ex patrão, trocou embreagem com 160 mil rodados, já levemente patinando, mas ainda rodava bem! Só trocou porquê aproveitou que ia viajar e ficar 20 dias fora do País..O carro em 160 mil Km só deu problema no coxim de câmbio, mais nada…

    • Então amigo, viajo para o Sul em torno de 3x por ano, o que daria em média quase 4 mil por ano somente em estrada, não é muito… Se for calcular nos 9 anos, 36k, mais outras viagens a parte, acho que esse carro tem 50k só de estrada no mínimo. Também penso que a embreagem de muitos carros podem chegar nessa quilometragem, mas depende do cuidado do dono também. Mas mesmo assim considero muito bom chegar nos 185k e a embreagem nem patinar! Mostra a qualidade da peça… Abraços

  • Meu pai teve uma dessa aí motor 1.6 16v

    mas do modelo de carregar defunto

    Carro bom, rodou até 150 000 km

    Teve que trocar as 4 bobinas, escapamento umas 3 vezes (não é de inox)….

    Além disso, só o normal: discos, pastilhas etc…

    Vendeu ainda com a embreagem original, mas no osso…

    Um carro bom

    Um defeito (que o fez vender) foi que entrava água dentro… Encharcava os pés do passageiro… Problema com a tubulação de escoamento de água do teto e do compartimento do motor

    F#da é a desvalorização, se não me engano era 2006 e vendeu por 25 pila em 2010

  • Meu pai teve uma dessa aí motor 1.6 16v

    mas do modelo de carregar defunto

    Carro bom, rodou até 150 000 km

    Teve que trocar as 4 bobinas, escapamento umas 3 vezes (não é de inox)….

    Além disso, só o normal: discos, pastilhas etc…

    Vendeu ainda com a embreagem original, mas no osso…

    Um carro bom

    Um defeito (que o fez vender) foi que entrava água dentro… Encharcava os pés do passageiro… Problema com a tubulação de escoamento de água do teto e do compartimento do motor

    F#da é a desvalorização, se não me engano era 2006 e vendeu por 25 pila em 2010

  • Pai teve um como o seu, 2007 2.0 MT6,
    vendeu com 60mil km por 23mil reais em outubro/2011 (aqui no nordeste ninguém valoriza mesmo) e o carro não tinha nada a fazer. Mesmo indo da PB até o RJ, MG, SP com ele e pegando muita estrada de terra batida, ele foi bem resistente. Em termos de barulho não se tinha do que reclamar.

  • Ótimo carro! Falta muitos dados sobre a manutenção do veiculo.

    Na minha opinião a manutenção é um tópico mais importante e pouco explorado nesse “Opinião do dono”

  • Tenho um Fluence 2011 2,0 16v CVT. com 52000km O carro é ótimo. Até agora só apresentou um desgaste no couro do volante, coisa fácil de resolver. Boa Sorte!

  • Pergunta ao dono do carro:
    essa embreagem nao ta patinando, mas ta dura que é uma pica ne?
    digo isso pq meu ex-civic 1.8 a embreagem já era um pau de dura aos 75k km, embora nao patinasse nada
    acabei passando pra frente, mas fica a duvida: nao prejudica o motor a embreagem “forçando”?

    • Amigo, pegando carona na pergunta nem sempre a embreagem fica dura com a alta km. Digo isso pois tive um Ka que troquei a embreagem original com 210 mil km.. começou a ficar dura lá pelos 200 mil km. Uma curiosidade é que o carro era ano 2000 e isso foi feito em 2012. Se comparar a qualidade das peças dele com a do Ka 2010 por exemplo você vê que as peças são bem mais descartáveis. Os carros ficam mais caros e a qualidade das peças piora a cada dia que passa :(

    • Me metendo, não sou o dono do carro mas meu Polo com 150.000 e embreagem original não apresenta nenhuma mudança assim, sei porque ocasionalmente dirijo o polo da minha mãe com uns 35.000km e o peso é o mesmo.

      • Pô, sempre achei o polo um carro muito maneiro, principalmente pelos itens de série mas nunca dirigi um para saber como é, apesar de ver muitos elogios. O que me afastou desse carro foi o seguro.

    • Prejudica sim, o virabrequim tem uma bronzina de encosto, que apoia o vira la lateral do bloco e recebe a força nesse sentido do acionamento da embreagem, tem motores que cavam o bloco!!! onde se apoia essa bronzina

    • Boa noite amigo, como falaram o Civic tem problema de embreagem, a minha não está dura não… Também faz 9 anos já, não lembro como era 0km, mas no momento está ok….

  • não era francês que quebrava? só quem passava dos 100 mil kms não eram os japoneses? a maior balela que já ouve essa história que só japonês era durável, fosse assim não haveria esse monte de gol quadrado, chevette, opala, escort, monza, corcel, uno, fusca e tantos outros carros dos anos, 70, 80 e 90 rodando perfeitamente até hoje, as vezes com mais de 300 mil km rodados, absolutamente qualquer carro é durável fazendo claro as manutenções corretamente, e as trocas de itens do veículo periodicamente, Alessandro, parabéns pelo Megane, é um carro com desempenho melhor e muito mais equipado que alguns sedans médios que temos hoje…

    • É isso que eu sempre digo aqui. Meu tio, um excelente mecânico aqui no ABC, onde já trabalhou em várias montadoras..Ele sempre diz que não há carro ruins, desde que se faça sempre a manutenção preventiva de acordo com o fabricante..E não tem essa de Honda e Toyota serem “tanques de guerra”, ele mesmo já consertou vários carros Japoneses de donos relapsos! Alguns até precocemente. E ainda diz mais, carros Japoneses, via de regra, tem as peças muito mais caras que outras montadoras como GM, VW e Ford…

  • Tenho uma Mégane Grand Tour 2012 que nunca deu problema. É um carro muito robusto, seguro, confortável e econômico para o seu porte e peso, considerando também que o motor é 1.6 e gosta de girar alto. Não encontro outro carro que tenha tanto conforto, segurança, espaço e itens de comodidade por menos de R$ 70 mil hoje em dia, que seria meu limite para aquisição de um carro novo. Vou ficar com ela ainda uns bons anos.

    • Tenho uma 12/13 e estou gostando muito até agora. Já tive Clio e Scenic, ambos com o mesmo motor da GT. Se tivesse um bom câmbio automático seria ótimo. Também pretendo ficar muitos anos com ela.

    • Tinha um Sedan 2008/9 Dynamique e em 2014 troquei por uma GT 2012/13 (cinza, comprada c 40.000km). Hoje está com 70k. Veio com uma central Pioneer e instalei um adaptador pro comando satélite; show de bola. Tive alguns percalços depois que acabou a garantia (troca de suspensão dianteira, base do motor) que não foram baratos, mas sempre feitos na concessionária da capital paraibana, que por sinal, sempre me atendeu muito bem e é um dos motivos de continuar fiel à marca (já passamos por 1 Clio, 2 Mégane Scénic, 2 Mégane sedan e um Stepway na família).
      Fiz a troca “preventiva” do conjunto de correias, pois o sedan anterior me deu um baita prejuízo pouco antes de completar os 80k (quando é o previsto pra troca dessas peças). Fora isso, manutenção tem sido tranquila, revisão preço fechado. Carro excelente para viajar, como mencionado na matéria, os itens de série são cativantes. A minha conta com o acendimento automático de faróis, sensor de chuva e ar digital, que eram exclusivos da privilège e que foram incorporados quando a perua era vendida em versão única, com motor 1.6. Muito útil também o sistema que corta a alimentação elétrica quando se desliga+abre a porta do carro, apagando o som e eventuais luzes esquecidas acesas. Algo simples, mas que o Tucson e Hilux SW4 de familiares (e outros carros que custam bem mais) não possuem, que já os deixaram no prego por descarga da bateria. Também pretendo ficar um bom tempo com ela…

  • É disso que eu tô falando! Carro bom e barato, com baixo custo de manutenção considerando os 9 anos de uso. Em pensar em quanta gente nesse brasilzão se enforca emendando financiamento atrás de financiamento pra andar de carro zero, com medo de gastar com “manutenção”. O consumidor padrão aceita uma desvalorização de R$30.000 como um fato normal da natureza, apavorado diante da possibilidade de uma fatura de R$3.000 da oficina. Desvalorização também é despesa, minha gente! Você pode não ter assinado um cheque, mas o seu patrimônio diminuiu! Consumo maduro é isso: comprar um bom carro seminovo e manter por muitos anos.

    • -O carro foi comprado zero pelo pai dele. Isso já inválida seu argumento
      – Carro com 9 anos “seminovo”?
      -Quem compra um Mégane de 30, 35, 40 mil usado não iria comprar um Focus ou Corolla de 70 mil, mas um outro carro nessa faixa. Porque o carro de 35 mil usado a pessoa compra a vista e o zero km de 35 a pessoa compraria financiado?

      • Você está precisando de umas aulas de interpretação de texto, Lagoeiro. O rapaz tem o carro há 6 anos, comprado SEMINOVO, com 3 anos de uso, do pai dele. Ninguém aqui está recomendando a compra do carro dele hoje, me mostre onde no texto isso foi dito. Mas sim, eu consideraria muito recomendável reproduzir a mesma compra de um seminovo completo – o equivalente atual seria um Renault Fluence 2012 por R$35mil. Meu argumento continua muito de pé. Se você não gostou, provavelmente é porque tá enforcado com alguma financeira, que triste pra você.

        • Eu precisando de aulas de interpretação de texto? Hahaha… Vamos lá:

          -Seu pretexto para defender usado foi que ele adquiriu um carro USADO (Seminovo? hahah). Só esqueceu que o carro era do pai dele. Aliás, eu preciso de aula de interpretação de texto, então me responda: Quanto ele pagou no carro e onde você leu a palavra comprado? Pois olha o que está no texto:

          “..adquirido primeiramente por meu pai e PASSADO para mim, portanto, posso citar tudo que aconteceu com o carro em 9 anos…”

          Então… Quem precisa de interpretação de texto mesmo?

          Ao defender seu ponto de vista deveria levar em consideração que não é todo mundo que terá pai para comprar carro, ou que conhece o histórico inteiro do carro.

          E comprei meu carro a vista, mas agradeço a preocupação. Então as pessoas que não concordam com você é porque obviamente estão em situação econômica de aperto? Você acha isso um comentário inteligente? Peça para pessoa que leu e escreveu para você tentar explicar antes, porque você está precisando.

          Mas estou gostando desse assunto… Por quanto ele comprou mesmo o semivirgem? O que você aconselha para quem não tem pai para comprar o semi grávido?

          • Muito pertinente o seu comentário… Não dá para comparar um carro “herdado” com um buscado no mercado (tanto em termos de custo de aquisição quanto de procedência e confiabilidade).

            • Nada contra carro usado. Só que esse caso é completamente diferente. Tanto que o relato não são dos 6 anos do carro, mas dos 9. Ou seja: A avaliação é de um carro adquirido zero.

              • Um carro com três anos de uso adquirido de um amigo ou parente, em que se sabe a procedência e de como era usado e cuidado, tem tudo para ser uma boa compra (a não ser que o antigo dono seja um notório porcalhão ou descuidado, é claro). Mas em loja ou de particular desconhecido é complicado… até porque geralmente este é o tempo que leva para acabar a garantia do veículo, qualquer problema mais sério e o dono fica com o pepino nas mãos.

    • É muito comum a galera achar que vale mais a pena gastar R$35.000 para trocar de carro do que gastar R$3.500 para rodar bem mais um ano com ele. Acho que o que pega mesmo é a sensação (veja bem, a sensação) de que manutenção é dinheiro jogado fora com uma coisa velha, que poderia ser aplicado para comprar uma coisa nova. Isso é verdade para muitos eletrodomésticos e eletroeletrônicos, mas para carros, no Brasil, ainda não é verdade.

      • Eu já acho que isso só seria dessa forma se a pessoa simplesmente ver que o carro tem dado manutenção constante. Tirando isso, não faz sentido.

        No emu caso: Eu troquei de carro porqeu precisav de um automatico. Acho que vc sabe minha historia, pois caso não fosse isso, continuaria com o C3. obviamente aproveitei e já escolhi um modelo que tinha o que gostaria em um carro.

        • Por isso digo que é mais uma “sensação”. Parece que sempre tem alguma coisinha enchendo o saco. E a qualidade da mão de obra é péssima, então resolver as coisas é sempre um saco.

          • Entendi. No meu caso eu não tenho realmente o que reclamar da assistencia da Citroen. Exemplar.

            O carro nunca ficou reclamando costantemente e … literalmente “colocar gasolina e rodar”.

            Mas quando eu vi tudo que eu já fiz (sempre guardei todo o historico do carro), parecia um livro de capa grossa e muitas paginas! rs

    • Carro usado parece tentador mesmo. Mas mesmo gastando uma nota preta é difícil deixar o carro 100%. Eu mesmo comprei um carro usado, gastei 4 mil com ele, sou metido a entender de carro e ainda assim sempre tem alguma coisinha por fazer.

        • Tem uma ex patrão meu que insistia que o mais importante é a conservação da lataria. Suspensão você deixa como nova. Mecânica também tem como deixar boa. Agora lataria nenhum funileiro deixa original.

          • É tudo… Fatalmente irá fazer barulho de acabamento, peças ficarão desgastadas, borrachas ressecarão, partes rangerão, A/C ficará irregular, som dará pau, etc etc… Você pode ir trocando tudo, mas a sensação é que sempre está gastando dinheiro e nunca tem um carro 100%.

            • Vishi. Já tive muito “pau velho”. e é bem isso mesmo: é um poço sem fundo de gastação de grana..Fusquinha então, sofri demais com o danado..Hoje, nem de graça quero um ..rsrsr

              • É, na ponta do lápis você vê que gasta por ano bem menos que a prestação de um novo, masa sensação que sempre está gastando para ter um carro cansado é chata. Fora o tempo que se perde e a quantidade de mecânicos e picaretas que tem que aturar.

            • Ou…. que se compre um carro proximo do ano mais atual e o mais novo possivel (pouco rodado de verdade).

              Eu comprei o meu Fluence e até agora felizmente só o necessário mesmo.

              • Que legal, está gostando do Fluence?
                Isso, quanto mais novo menos problemas terá, mas como equilibrar a equação (preço x estado x idade x km) é que são elas! rs

                • Bem por aí mesmo! rsrsrsrs

                  Estou gostando muito! rs Mas detalhes bobos do carro são deslizes: Alguns recortes do interior que nao encaixa com a peça ao lado, algumas rebarbas, peças “Lego”: A facilidade de retirar as peças o Fluence é impressionante. Vc desmonta o carro pois tudo é de encaixe.

                  Parte disso, ajuda a quem “mexe” no carro, a ter ruidos. Eu não mexi e então estou feliz. E por ultimo ponto e não menos importante, a recirculação do ar é desativada toda vez que se desliga o carro.

                  Ou seja, tem que ficar apertando o botão. Tirando isso, o conforto do carro é muito bom, inesperadamente ele tem boa estabilidade, pois tem suspensão voltada para o conforto só que não é um carro dos mais economicos não. Certamente Focus e Corolla se sobressaem nesse quesito. Agora, o carro anda muito bem! Quem anda nele, qdo vc aprende ele assusta a desavisados.

                  Pena que um mundo de gente ao mesmo tempo gosta de querer “tirar racha” na estrada… tô para ver o tanto de carro 1.0 ou sedan 1.0 até 1.6 gosta de jogar para a direita e esperar eu acelerar feito doido…. alguns vão embora a minha frente e eu nme ligo…rsrs

                  E o melhor dele é ser super espaçoso…rs

              • Também fiz o mesmo, optei por um modelo 2015 com 11 mil km rodados e na garantia de fábrica. Não foi barato, mas na compra de um seminovo isso me passa paz de espírito.

          • Lagoeiro. A lataria se conserva caso não sofra batidas. Mas ela perde, com o passar da quilometragem, de sofrer fadiga em pontos de solda.Ou melhor dizendo, onde começa aqueles grilos aqui e ali que nem cristo resolve rsrs..

  • Esse é dos meus, bem legal a avaliação. Meu carro (VW Polo) está quase lá, com seis anos e 150.000km, e é isso aí, sempre tem alguma coisinha chata pra fazer mas realmente pelo que pagam no usado e pelo que pedem no novo também vou levando feliz, quando a gente escolhe bem o carro consegue ficar muito tempo feliz com ele.
    A embreagem do meu está original também, e a suspensão? A minha troquei de bobeira, caí no golpe. Já o motor vi que teve que trocar junta, o meu também está bem cansado, acho que vou ter que retificar tudo em breve.
    Abraços!

    • E não vou me admirar nada se esse golpe que sofreu não for nesses auto-center de estacionamento de mercado! Os caras são profissionais em inventar defeitos para enganar os clientes.

      • Foi numa oficina da Porto Seguro. Não eram ruins, mas foi aquele senso comum de que “amortecedor com 80.000 km TEM que trocar”. E eu fui na onda.

        • Que pena.

          No meu caso eu troquei o do C3 porque apesar de não ter folgas, não ter vazamento e nem barulhos, eu senti que o carro começou passando por lombadas e valetas a balançar muit para os lados (parecia que eu ia capotar sem exageros). Como havia passado o periodo de garantia, eu trquei por conta e ficou original.

          • No meu caso não, estava com um barulho incômodo que, somado com a quilometragem, “só podia ser amortecedor”. Resultado: o barulho continuou e eu fiquei mais pobre. MAs é assim que se aprende.

            • Putz que droga! O C3 eu troquei com 60000km por conta do que disse. Mas qdo troquei resolveu o problema. Então não me senti mal da troca. Alias, queria até trocar molas junto e o mecanico disse que seria besteira…rs (olha que diferença? rs)

    • Obrigado, Corsario. Sempre vejo seus comentários nos post faz anos, é uma felicidade receber um elogio seu hahaha. Infelizmente não tem como o cara relatar tudo… Esqueci várias coisinhas que lembramos depois, mas enfim… 9 anos é muita coisa pra relatar hehehe…Grande abraço

  • Belo relato.
    Aqui em casa minha irmã teve um megane gran tour 2007 2,0 mecanico couro completo . Excelente carro, foi trocado no começo do ano. nunca deu um problema, só a bomba de combustivel que queimou com 3 dias de uso, trocada na garantia sem problemas. Instabilidade, cambio e porta malas eram diferenciais, pecava pelo USB

  • Tenho um Ford Focus 2008 1.6 flex desde 0 KM. Hoje esta com 195 mil KM. Troquei pastilhas dianteiras com 105 mil KM. Lona traseira ainda é original, assim como o disco de freio. Embreagem é original também! Ja troquei amortecedores com 100 mil, e agora com 190 mil KM outra vez, e também as molas por opção minha – de acordo com o mecânico, naão era necessário. Foi também os coxim de motor. No mais são trocas de oleo regulares e preventiva de acordo. Autonomia continua praticamente a mesma, pequena queda de 0,5 km/l nos dois combustíveis. Óleo e agua não abaixam e, esta com a cor sempre clara. Resumindo: todas a marca tem sua jóia, cabe descobrir. O carro pra me atende muito bem, hoje ruídos são aceitáveis, posso ligar um radio e ouvir em volume baixo enquanto converso com alguém. A direção não é mesma, acredito que deve haver perca de performance no sistema hidráulico – devo verificar em um futuro próximo. Sempre faço rodízio de pneus, que duram em média 70 mil KM. E quase nunca tenho que alinhar, é sempre a mesma resposta: não tem nada pra corrigir irmão, pode descer. Parece surpreendente, mas deve haver outros carros que chegam a este KM em boas condições, o lance principal é a cultura do Brasileiro de trocar carros na média de 2 anos, enquanto na Europa são 5 anos.

      • Sinal evidente de que a Ford fez um grande trabalho na suspensão multilink do carro..E olha que a precariedade do piso nacional é um desafio e tanto para os engenheiros..

    • O Focus duratec do meu ex patrão, também foi de baixíssima manutenção, só um coxim de câmbio(fora pastilhas, óleos, coisa normal), e já aproveitou e trocou a embreagem(160 mil KM)..E olha que ele não era um motorista cuidadoso..

      • IMagino, o carro tem seus méritos, pode apostar. Faço parte do FocusClube.net, vejo relatos parecidos de durabilidade de pneus e pastilhas de freios, por exemplo. Fui até modesto no pneu, os duas ultimas trocas duraram 75 e 77 mil KM.

  • Mais uma prova de que aquele papo de que “carro francês não presta” é tudo balela dos papagaios que saem repetindo opinião de outros ignorantes.
    Parabéns pelo belo carro! Nem pense em trocar por um popular pelado, esse daí fica mais 10 anos tranquilo se tratado com o zelo e carinho que todo carro merece.

  • Gosto mto do megane principalmente da GT.
    Quilometragem de respeito, a avaliação fica fica justa quando o prorietario rodou tando assim. Diferente de alguns que batem no peito que o carro chegou aos 20k km sem nunca dar defeito. Bahh.
    Valeuu.

  • Bom relato, e impecável, por foto, eu dou menos da metade dessa km, parabéns, esse é um dos restantes Renault verdadeiro que vendeu no Brasil, o banco em veludo dele nem precisa couro, bonito e confortável.

  • Ótimo relato! Parabéns. Pelo relato e pelo carro pois realmente vc cuida muito bem dele.
    Por muito tempo flertei com uma Fluence SW, mas não vingou. Acho-a linda!

  • Tive um 2.0 dyn 08/09 por 4 anos (90 mil km) e adorei o carro. Fiz duas viagens de 2.000 km, andando bem, cerca de 12 h/ dia, nenhuma ocorrência. Super confortável, ótima estabilidade, anda bem, freia bem, ótimo projeto. Se o proprietário fizer o dever de casa com as manutenções em dia o carro vai longe. Ocorrências: ar condicionado fraco (no meu caso só custou a substituição do gás por R$ 100,00 fora da CSS), freio de mão travou (trocado na garantia), rangido no volante ao esterçar (após 60 mil km) e puxadores das portas dianteiras descascaram um pouco.

  • Muito bacana cara, eu peguei um 1.6 também 2006/7, mas com 38 mil rodados (hj está com 125) e sempre pensei em fazer um review pra elencar as vantagens do carro.. mas vc saiu na frente rs.. pra complementar, no meu caso eu tive os seguintes problemas:

    – Módulo do vidro elétrico: já tive que consertar umas 3 vezes, um saco isso… parece que o módulo tem um problema crônico de entrar poeira etc.. em alguns mercados até uma versão desse módulo “corrigida”
    – Puxador das portas descascou

    E só..

    Só precisei trocar os amortecedores com 115 mil rodados, e só um começou a vazar, mas resolvi trocar os 4 logo. Já troquei a bateria também..

    Com relação ao som, os alto falantes eram muito ruins, tb troquei.. e fiz um esquema pra ouvir minhas mp3: habilitei a entrada auxiliar nas configurações do som e liguei um receptor bluetooth nela, daí conecto meu celular e escuto as músicas dele!

    Pra finalizar:

    O que eu não gosto do Megane:

    – problema recorrente do vidro elétrico
    – todo mundo reclama pra mexer nele, pra tirar o forro da porta, seja pra mexer no som ou no módulo, sempre reclamam, e claro aumentam o preço do serviço
    – som original (problema resolvido)
    – Falta um pouco de torque… com o ar ligado vc precisa ficar esperto pq o carro fica bem manco, principalmente em 2 marcha.. tem q elevar o giro (Já pensei em trocar por um 2.0 por conta disso)

    O que eu gosto:

    – Toda vez que olho pra ele, acho bonito :)
    – Direção elétrica + suspensão boa deixam ele bem gostoso de dirigir
    – Confortável
    – Econômico, tenho médias de 12 km/l
    – Robusto, nunca tive problemas mecanicos
    – Porta malas bem grande

    É isso, post enorme, quase um review, mal ae hehe

    []´s

    • Ah eu também tive problema com os vidros amigo, não lembrei de por no texto, sempre esquecemos alguma coisa… Já troquei módulo e máquina na garantia… Abraços! :)

  • Queria era ter visto a versão hatch dessa geração do Megane no Brasil.
    Um carro de muita personalidade, como um de seus “conterrâneos” que chegou a ser vendido aqui e atendia pela alcunha de C4 VTR. Dois belos carros!

  • Na boa acho que seria muito mais válido mostrar a opinião do dono de carros mais novos! Quantos dos leitores da CP vão querer comprar um carro 2006/2007 com 9 anos de uso e mais de 185.000 km rodados para se interessarem pela matéria e verem se ele vale a pena ou não? O brasileiro costuma trocar de carro de 3 em 3 anos então qual a procura por carros que já viveram uma década?

    • Acho que o lance aqui não é glorificar o carro usado, mas comprar um carro sem pensar em vendê-lo.
      Um carro zero é mais caro, mas se fizer a manutenção e saber cuidar dele, não há necessidade de trocar a cada 2, 3 anos!

      • Na verdade há necessidade sim. Primeiro que passando uns 3 anos o carro já está desatualizado e depois que se você for vender por um tempo maior que esse (uns 5 anos) já não vai ganhar dinheiro algum.

        • Depende da pessoa. Eu mesmo não compro carro pensando em vender.
          É mais do que óbvio que não vou ganhar dinheiro ao vendê-lo. É um bem durável que vai perder valor, e se bem tratado, dura mesmo.
          Às vezes é melhor gastar 2000,00 ao ano mantendo seu carro do que investir 30000,00 a cada 3 anos para pegar um mais novo ou “atualizado”.
          Mas aí vai do desejo é planejamento de cada um!

          • O valor que se perde vendendo ele em 3 anos é completamente diferente do valor que se perde ao vendê-lo depois de 5 ou mais. Ficar com um carro mais de 4 anos não compensa economicamente falando. É uma perda de dinheiro. Mas se você gosta de ficar um tempão com ele é um gosto seu, porém não da maioria dos brasileiros. Não faz sentido você ouvir donos de carros que não são nada atrativos para novos compradores e é isso que critico nessa matéria.

            • Cara, na verdade isso é um relato do dono, como muitos que tem aqui. O intuito não é fazer propaganda de carros, e sim mostrar como o carro se saiu com seu dono. Outra coisa, JAMAIS, repito, JAMAIS trocar um carro de 3 em 3 anos financeira falando é vantajoso, pelo simples fato de que devido a n fatores (inflação, aumentos de preços devido a modelos novos e etc) transformam a aquisição de um bem novo uma tragédia financeira. Vamos exemplificar do jeito que o povo gosta, carro japonês: Você comprou um Corolla Xei 2.0 em 2012 ao valor de R$75 mil. Hoje, você trocando pelo mesmo veículo (pois levamos em consideração que não descerá de patamar) o carro vale R$54 mil em tabela e o mesmo modelo 0km custa R$89 mil. Se a concessionária pagar Fipe no Corolla, você ainda terá que desembolsar o valor de R$35 mil reais mais impostos (licenciamento, emplacamento, ipva mais caro etc), enquanto se fizer uma mega revisão gastará (chutando por alto) R$5 mil reais. Ou seja, para trocar de carro gastará 30 mil reais a mais do que se fosse continuar com o seu. A maioria dos brasileiros trocam de carro cedo pois são muito porcos no que se refere a manutenção e carro aqui muitos veem como status. Óbvio que há aqueles que trocam cedo pelo simples prazer de experimentar outro carro, é algo mais ligado ao emocional de um grande auto entusiasta, gostar de um novo modelo de carro e até mesmo decepção com a marca ou o carro, mas no geral é só pro vizinho ver.

        • Mas carro não é investimento. Não se ganha dinheiro com 3,4..10 anos de uso. Pelo contrário, quanto mais tempo o cidadão fica com o carro, menos ele “perde” dinheiro. A maior perde é depois do primeiro ano de uso. Quem troca carro de ano em ano é um verdadeiro rasgador de notas.
          E qual o problema do carro ficar desatualizado? Carro não é roupa. Não há moda primavera/verão, outono/inverno.

    • Eu compraria um carro nessas condições tranquilamente. E vocês sabem quantas pessoas vem aqui todos os dias? O fato da maioria (O que acho questionável sem nenhum levantamento prévio) optar por uma solução diferente não quer dizer que só eles podem ter matérias para o seu interesse.

      • Que ótimo você compraria mas o que lhe faz mais importante que uma maioria? E isso é sim uma maioria. Olhe quanto custa um carro desses na Webmotors. Por que será? Porque ninguém compra. Mesmo assim acho válida a proposta, só dei uma sugestão..

        • Bem, vamos lá: Quem disse que eu sou mais importante que a maioria? Poderia mostrar qual frase minha deu a entender isso? E outra: Quem define a linha editorial do site é o Éber, e ele sabe muito bem o que as pessoas gostam de ler. E se conhecesse o site saberia que tem relatos de tudo quanto é jeito. Relato de compra para quem pode nem ter pego o carro ainda, relato dos primeiros quilômetros, chamado de primeiras impressões, relatos de carro com um ano, dois, três, dez, vinte… Qual o problema de ter um relato de um carro de 10 anos? E já pensou que o fato de ter o carro na Webmotors significa que alguém pode comprar? Mas vamos lá: Existem sites de Kadett, Escort, Astra, Fusca, carros 4×4 até Niva… Qual é o mal de uma matéria de um carro de 10 anos?

          • O fato de você achar que essa matéria é válida só porque você compraria um carro nessas condições enquanto a maioria dos leitores não. Você sabe interpretar o que lê? Quando eu disse não disse ninguém eu quis dizer que poucas pessoas compram um carro desses.

            • Ahan… Eu não sei interpretar o que leio, não é? Então onde você leu isso que a matéria era válida SÓ porque eu compraria? Será que uma leitor normal, alfabetizado com pelo menos o ensino básico feito não entenderia que foi escrito que a matéria era válida porque pessoas como eu TAMBÉM comprariam? O “só” foi por sua conta! Mas você está um nível acima. Não entende apenas o que lê mas também o que não lê! Aí passa a inventar o que não foi dito!
              Mas reitero: E daí que “poucas” pessoas comprariam (Você diz que são poucas mas em momento algum cita quantas são essas poucas pessoas. Já pensou que pode estar equivocado quanto a isso?)? Essas pessoas não tem direito a ler uma matéria aqui? Faremos matérias apenas de carros 1.0 prata de VW, Fiat, Ford e Chevrolet então?

  • Tenho vontade de ter um desses (automático)
    Uma pena que os usados geralmente estão judiados.
    Mas a compra de uma unidade em bom estado, pela desvalorização, seria um excelente negócio e atenderia perfeitamente minhas necessidades.

  • Apesar de considerar ter adquirido o carro usado, conhece-o desde zero pois sempre esteve em sua casa.
    Mas mesmo assim, mostrou que se você adquirir um carro pensando em utilizá-lo ao invés de quanto ele vai valer quando vender, dá pra rodar muito bem por muito tempo! É só cuidar!
    Não achei os gastos que teve nesses 6 anos nada exorbitantes. Foi pouco, pra falar a verdade!
    E o carro ainda roda bem, pelo o que relatou!
    Parabéns pelo carro e pelo relato!
    Pretendo fazer o segundo relato do meu quando fizer 5 anos com ele!

  • Bom artigo, que mostra que não é só Corolla ou Civic que podem continuar usáveis depois de 9 anos de uso, como repetem por aí.

    Já tive um Chevrolet Astra que comprei 0 km e fiquei por 9 anos também. E só vendi porque o trânsito do Rio piorou muito e estava querendo pegar um carro automático.

  • Alessandro, primeiramente meus parabéns pela ótima conservação desse já “clássico” nacional. Está realmente MUITO BOM.
    Trabalhei algum tempo como consultor técnico de css Renault e posso te afirmar, DE LONGE, COM MUITO LARGA MARGEM que esse motor 2,0(F4R) e o 1,6 16V(K4M, que até hoje equipa os Duster) estão no panteão dos “melhores motores brasileiros”.
    Há quem malhe e encha de defeitos, mas normalmente é quem não conhece ou só lembra do motor quando ele quebra e só lembra do óleo quando o frentista empurra uma venda no posto.
    O acabamento interno e qualidade de construção desses Renault´s é algo surpreendente. Honram a boa escola francesa e superam muitos equivalentes atuais e diria ser muito mais “carro” que o sucessor Samsung SM3, aqui conhecido como Fluence.
    Por fim, apenas siga como já fez nos últimos 9 anos com ele. O uso regrado e a boa manutenção preventiva, vai lhe garantir certamente mais uns 15 anos de uso com boa apresentação e sem sustos nas oficinas.
    PS:
    Muita gente “mete o pau” nesses Méganes com câmbio automático, mas normalmente são os mesmos proprietários/opinadores que não sabem que câmbio automático precisa de troca de óleo em intervalos pré-determinados(E precisa ser da especificação do carro e assim como o lubrificante do motor, ele perece não apenas com o uso, mas pelo tempo também). Só vale lembrar que uma eletroválvula do câmbio(nova e genuína) pode custar o mesmo que 10 ou mais trocas de óleo do mesmo….

  • Perfeito ! belo carro.. e lembrando que esse painel é “soft touch” todo emborrachado…. o Honda Civic, mesmo o de hoje, é plástico DURO ! eu particularmente gosto de carro Francês !

  • Parabéns pelo seu carro, está bem conservado. Um amigo meu tem um exatamente igual. A única queixa que ele tem do carro é consumo de combustível. É mesmo normal para a categoria, mas é muito se comparado ao carro anterior dele, um Corsa 1.0 2007. Abraços!

  • @alessandrokdo:disqus

    Excelente relato, parabéns, muitas vezes os relatos são de carros com 10.000 km, mas o seu verdadeiramente um relato que se deve levar em consideração.

    Eu mesmo tenho interesse em adquirir uma Megane Gran Tour(adoro Perua) e achei seu relato excelente.

    Parabéns pelo veículo, é difícil alguém manter um carro tanto tempo, ainda mais “herdado”, acho legal isso de Pai passar o carro para o filho.

    Abraço.

    • Cara, vai sem medo na Megane GT… Não vai achar nada melhor em termos de CxB!
      Acredito pelo fato de ser meu primeiro carro, fica aquele sentimento mais forte hahaha, por isso não queria vendê-lo… mas sim guardar como um carro de coleção… Pois pelo preço dele não vale a pena vender!
      Abraços

  • Meu amigo tem um tem Peugeot 207, outro tem um Renault Sandero e meu irmão teve um C3.
    O 207 do meu amigo e o C3 do meu irmão tiveram problemas sérios de suspensão com cerca de 40 mil km rodados, mas o Renault Sandero do meu amigo, trocou a suspensão com 120 mil km rodados que começou a ficar ruim com 100 mil.
    Parece que os carros da Renault são mais robustos.

  • Parabéns pelo carro, está muito bonito!
    Alguns mecânicos conhecidos meus realmente não gostam de mexer nele, nem no Sandero/Logan 1.6.
    Talvez esse seja o motivo de não fazer tanto sucesso quanto o produto em si merece: carro usado / seminovo com manutenção cara e difícil é complicado.
    Um abraço!

  • Muito bom o relato…pra compensar a falta de USB no rádio, compra aqueles transmissores que prende no acendedor de cigarros e vc coloca o USB e ele transforma em frequência FM pró som do carro.
    Não precisa fazer nenhuma gambiarra e fica bom. Alguns até já vem com controle remoto…aí da pra colocar no volante.

  • Bacana demais o relato e o carro! Acho a Grand Tour ainda mais legal por ser uma bela SW e os dois são com certeza injustiçados no preconceituoso mercado brasileiro.
    Parabéns pelo carro!

  • Amigo meu tem uma Grand Tour de taxi , das ultimas , motor 1.6 e cambio manual , beirando os 300 mil kms , segundo ele , ele não quer mais nem ouvir falar de Renault kkk .. ele disse que seria um bom carro pra passeio , não pra taxi . Pra por no batente , a manutenção eh extremamente cara .

  • Compramos recentemente um 2011 1.6 flex, último modelo fabricado. O carro é realmente excelente. Confesso que tinha receio com a Renault, e para alguns modelos ainda tenho. Pegamos abaixo da fipe por menos de 30 mil, com 44 mil km e revisado na renault. Não existe carro melhor pelo preço. É bem completo: ar digital, sensores de chuva e farol, chave-cartão, etc etc. Tem vários pontos fortes: o espaço (muito grande), porta-malas gigante (520L), super confortável, e bom acabamento. Mas o que mais me chamou atenção foi o motor: super econômico. Achei que fosse meio manco para um carro desse tamanho, mas dá conta do recado tranquilamente, e fazendo incríveis 10km/l na cidade e até 15 na estrada. Fizemos a revisão recentemente na concessionária e não saiu um absurdo, algo na casa dos 1200 com troca de correia dentada e pastilhas de freio. Para quem encontrar um bem cuidado, vai fundo!

  • Me ajudem tenho um Megane 2.0 16v 2007 parei ele na garagem bom funcionando coisa de minutos qnd foi ligalo não quiz mais dar partida alguém pode me ajudar ?

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