
A ideia de um GT-R “elétrico puro” parecia inevitável para muitos fãs, mas a Nissan decidiu puxar o freio e redefinir o rumo do seu ícone.
Depois de mais de uma década no mercado, o último GT-R saiu de produção em 2025, e mesmo assim o sucessor já virou alvo de rumores contraditórios.
Entre apostas em EV, combustão tradicional e soluções híbridas, o debate cresceu tanto que a própria marca precisou se posicionar com mais clareza.
O CEO da Nissan, Ivan Espinosa, tratou o GT-R como um ativo inegociável, dizendo à Evo que “definitivamente precisa haver um novo GT-R: ele virá”.
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Na visão de Espinosa, o modelo é uma das marcas mais fortes do portfólio e funciona como símbolo dentro e fora da empresa, o que reforça a obrigação de continuidade.
Quem trouxe a pista mais contundente sobre a mecânica foi Richard Candler, chefe global de estratégia de produto da Nissan, ao falar diretamente sobre o trem de força.
Candler argumentou que esportivos elétricos ainda não caíram no gosto do público e que as químicas de lítio atuais não entregam um produto “tipo GT-R”.
A frase dele foi sem rodeios: a próxima geração não vai usar baterias, “de jeito nenhum”, e a saída natural seria manter combustão com apoio híbrido por exigências de emissões.
Mesmo com essa direção, a Nissan segue sem revelar estilo definitivo, embora parte do público insista que o projeto pode beber do conceito Hyper Force apresentado em 2023.
O que existe de mais palpável é um sinal de linguagem visual mais “blocada” nos próximos Nissan, visto no Juke mais robusto e no Terrano conceitual mais talhado.
Um teaser do possível próximo Xterra também sugere a mesma pegada angular, mas isso não garante que o GT-R vá seguir a cartilha sem adaptações.
A janela mais citada para o sucessor é por volta de 2030, e a empresa ainda não confirmou se versões híbrida e eventual elétrica chegariam juntas às lojas.
Paralelamente, a Nissan provocou o público com uma nova geração do Skyline “não GT-R”, que deve chegar aos EUA como um Infiniti e foi descrito como “heartbeat model” do Japão.
Ainda é incerto se o próximo GT-R vai compartilhar essas bases ou repetir a estratégia do R35, que seguiu um caminho próprio e mais especializado.
O Skyline existe desde 1957, nasceu no antigo grupo Prince e antecede a Nissan, enquanto o emblema GT-R estreou em 1969 e ganhou fama global com os R32 a R34 entre 1989 e 1998.
A cobertura recente inclui também a lembrança de Hiroshi Tamura, citada em um material assinado por Evan Williams, além de um guia de gerações atribuído a Cobus F. Potgieter.
A Nissan não cravou data para o novo Skyline, mas o atual é de 2014, e nos EUA sua “versão irmã” Infiniti Q50 saiu de linha depois do ano-modelo 2024.
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