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Luz diurna poderá ser usada durante o dia em rodovias, declara Contran

Luz diurna poderá ser usada durante o dia em rodovias, declara Contran

OBS: o Contran não especifica se as luzes diurnas são necessariamente as de LED, e sim apenas DRL (“daytime running lamp”), porém é importante ficar ligado na intensidade das luzes diurnas do seu carro. Se elas forem mais fracas, como as de modelos como Onix ou EcoSport, que tecnicamente nem mesmo são DRLs, o policial pode te multar por achar que a luz é fraca demais para uso diurno.


Luzes diurnas (DRL) usadas como farol baixo nas estradas

A partir de amanhã (sexta-feira, 8), os motoristas deverão circular durante o dia em rodovias com o farol baixo ligado. A Lei 13.290 de 16 de maio de 2016 altera os artigos 40 inciso I e 250 inciso I do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). E para alegria de muitos, a luz diurna também será aceita, de LED ou não, conforme uma declaração feita pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) nesta quinta-feira, 7.

Anteriormente, a luz diurna (DRL, de “daytime running lamp”) não estava prevista em lei. A inclusão da DRL foi solicitada da Polícia Rodoviária Federal (PRF). No entanto, é importante ressaltar que as DRL não servem para outras situações em que o farol baixo é exigido, como circulação à noite ou em túneis.

Caso haja o descumprimento da lei, o motorista poderá levar 4 pontos na carteira de habilitação (infração média) e será multado em R$ 85,13. A partir de novembro, o valor para esse tipo de infração será de R$ 130,16.


O que é DRL, ou luz diurna?

As DRL’s, sigla que vem de “daytime running lamp”, ou lâmpada de uso diurno. São luzes fortes que funcionam o tempo todo, e se acendem assim que o carro é ligado. Seu objetivo é aumentar a visibilidade do carro durante o dia, ou seja, fazer com que outros carros e também pessoas e bicicletas / motos, percebem que o carro vem vindo com maior facilidade, aumentando a segurança de todos.

A eficácia deste tipo de lâmpada é maior em lugares onde o tempo fica nublado ou escuro durante o dia, como países do norte da Europa, onde o inverno é muito rigoroso e a luz do sol fica longe de ser vista diretamente. Aliás, as DRL’s se tornaram obrigatórias primeiramente nos países nórdicos (Dinamarca, Finlândia, Islândia, Noruega e Suécia), lugares que tem esse tipo de ambiente.

Na Europa, todos os carros fabricados a partir de fevereiro de 2011 são obrigados a ter algum tipo de luz diurna, embora ela não precise ser necessariamente de LED, o tipo mais forte.

[Fonte: G1]

Luz diurna poderá ser usada durante o dia em rodovias, declara Contran
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100 Comentários

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    • Exato. A luz diurna é uma função e não um atrelamento ao tipo de lâmpada que pode ser halógena ou de led. Veículos mais antigos que tem a luz diurna não usam led e outros mais novos também. Renegade, Duster, Logan, Sandero, 208 básico são exemplos de veículos que tem a função DLR, mas a lâmpada é comum.
      E serão aceitas quando for instalado como acessório, pois há vários kits no mercado para diferentes veículos, embora quem os adota pensa mais na estética do que na segurança?
      Esse tipo de farol, em tese, não requer controle de facho como é exigido nos faróis de xenon que são proibidos se não forem de fábrica, haja vista ser uma luz de baixa intensidade e difusa.

      • Parem de complicar! Se pode o LED, pode e pronto. Se enfiar um uma fita de LED na frente do capô não pode porque não é original do carro. Ninguém pode pregar uma lanterna no capô e falar que é farol.

        • Quem está complicando são os legisladores ou quem tem divulgado a informação, pois luz diurna não é sinônimo de led. Ela tem um acionamento específico, que não liga as lanternas nem a luz de placa, como outras citadas pelo Davi Millan abaixo na resolução, vide item seis, onde se não for branca, deverá ter a tonalidade igual as demais luzes, se usar lâmpada de filamento.
          Sendo assim, a afirmação de ser led contradiz a própria legislação específica sobre previsão de outro tipo de lâmpada.
          Não é novidade para mim falhas na interpretação e divulgação de normas entre os envolvidos na criação e fiscalização.
          Um exemplo bem conhecido e recente é sobre o segundo eixo direcional em caminhão trator, o popular bitruck, cavalo 8×2. A PRF vinha autuando caminhões com essa configuração, mas o CONTRAN tinha homologado e inclusive emitido AET, pois era uma questão de interpretação da legislação. Ela determina uma distância específica do primeiro eixo direcional, que nos caminhões rígidos o deixa isolado entre o primeiro eixo direcional e o motriz. Num cavalo, normalmente não fica isolado, aí criavam a confusão que achavam ter que ficar isolado e não junto aos eixos motriz e auxiliar.
          Sobre a luz diurna que não é da fábrica, meu caro, é pertinente a partir do momento os agentes de fiscalização sabem de fato se é ou não? Lembro de matérias aqui divulgadas e em revistas agentes autuarem veículos com turbo de fábrica, inclusive o dono mostrando a documentação. Voltando ao caso do luz diurna, tem kits que permitem veículos aqui vendidos sem a luz diurna terem como tem modelos vendidos no exterior.
          É algo similar a questão do xenon de fábrica ou não. Você colocar xenon num carro popular feito aqui é óbvio que não é de fábrica por não existir a oferta, mas colocar num veículo importado só quem tem conhecimento para saber se existe a disponibilidade, e mesmo que exista, às vezes os vendidos aqui não tem o item, dando cabimento para o dono e parecer como o comercializado no exterior.
          Pelo que eu estou vendo, o cara que for se valer pela luz diurna que não é de LED, terá que imprimir a resolução 227/07que prever as lâmpadas halógenas, se for autuado na presença do agente. Do contrário, terá que questionar em processo administrativo, onde uma banca analisa, mas parece pelo que eu já escutei, mesmo mostrando embasamento, alguns não admitem o erro e mantém a autuação tendo que apelar para a justiça.
          Claro, sendo simplório, é ignorar ter ou não a luz diurna e ligar o farol baixo. Evitará se submeter ao entendimento ou a falta disto daqueles que irão fiscalizar.

          • Essa do Xenon um pai de um amigo meu passou… Ele tinha um Fluence Privilege com Xenon e Teto. Porém quando entrou a lei proibindo o xenon instalado (não vindo de fábrica) ele foi parado em uma blitz e teve o carro apreendido por ter xenon (mesmo sendo de série). Argumentou e mostrou, mas de nada adiantou. Teve que tirar o carro do pátio. Hoje ele tem um C4L Exclusive, mas não quis pagar pelo xenon para não ter a dor de cabeça… Quem tem DRL em halogênio é melhor ligar os faróis para não se incomodar ou então ter a resolução 227/07 do Contran e o Despacho do ministério das cidades que saiu ontem (mas ainda não achei)

    • Tenho um Tiguan 2014 com faróis halógenos e DRL também halógenos, de fábrica. Durante o dia, principalmente sob sol forte, os DRL se destacam mais que os faróis baixos, mas, sinceramente, depender da “interpretação” de agentes, policiais etc. para não ser multado, vou preferir ligar os faróis baixos.

      • J. Neto, tenho um Golf 2014, cujo DRL também é halógeno. Só que troquei aquela lâmpada amarela por uma super-branca. Você acha que, tal como o seu, sob o sol forte esse DRL se destaca mais?

  • Ate agora nao deu pra entender se vao aceitar o DRL que nao é de led igual ao do meu 208 active (que tem a drl não de led)

    Em uns artigos fala DRL no geral, em outros fala só LED.

  • Finalmente o bom senso falou mais alto.
    Se bem que tem alguns LEDs que são tão fracos que nem dá pra ver de noite que dirá de dia (New Fiesta mexicano, Ecosport, 308 antigo, C4 Lounge,…)

      • Para entender tem que ler a Resolução do Contan 227/07 sobre sistemas luminoso. Sobre as DRL elas são tratadas na resolução como Farol de Rodagem Diurna.
        Anexo 1: 2.7.1 > 2.7.26
        4.20 (todo) > 4.20.7: “O Farol de rodagem diurna deve desligar-se automaticamente quando os faróis baixo ou alto são ligados, exceto quando estes últimos são usados para transmitir alertas luminosos em intervalos curtos.”
        Anexo 14: 4 > 4.1: “A intensidade da luz emitida por cada farol não deve ser inferior a 400 cd, no eixo de referência.”
        4.2: “A intensidade da luz emitida não deve ser superior a 800 cd em qualquer direção”
        5: “A área da superfície iluminante não deve ser inferior a 40 cm2.”
        6: “A cor da luz emitida dentro do campo da grade de distribuição de luz, definida no Parágrafo 5 do Apêndice 1, deve ser branca. Ela deve ser medida utilizando uma fonte de luz a uma temperatura de cor de 2.856 K (correspondente ao iluminante A da Comissão Internacional de Iluminação, CIE). Todavia, para os faróis equipados com fontes luminosas não substituíveis (lâmpadas de filamento e outras), as características colorimétricas devem ser verificadas com as fontes luminosas presentes no farol, de acordo com o Parágrafo 7.2 do presente Anexo. A cor da luz emitida dentro da grade de distribuição de luz definida no Parágrafo 5 do Apêndice 1 deve estar dentro dos limites das coordenadas tricromáticas prescritas no Apêndice 2 do presente Anexo. Fora deste campo nenhuma variação sensível de cor poderá ser verificada.”
        Tem mais coisa na resolução…

    • O da Ecosport é bem fraco mesmo. Só fui descobrir que ela tinha DRL em LED ou só LED (dependendo da interpretação e análise do caso) na concessionária.

      • Você deveria saber é no manual do veículo e não na loja. Digo isso, pois já vi vídeos na net de test drive com um veículo que usa câmbio automático por conversor de torque e o vendedor disse que era CVT.

        Se o filete do EcoSport tem a função diurna, deve está contido no manual e como habilitá-lo pelo computador de bordo, pois se estiver desligado, a função normal dele é de lanterna, ou seja, você liga a primeira posição do farol e acende ele como também as lanternas traseiras e a luz da placa. O Renegade, por exemplo, deve ser ativado no computador de bordo. Desta forma, ele liga automaticamente ao ligar o modo de instrumentos do painel e não aciona as luzes traseiras e da placa.

        • Bom, antes eu nem sabia que tinha LED e depois fiquei sabendo que nem DRL ela é considerada. Para ser DRL ela teria que ser automática (O Sentra eu sei que é assim pois já dirigi) ao ligar o carro ela liga junto e ao ligar os faróis ela desliga (ou pelo menos deve diminuir a intensidade, porém acima de 400cd)
          Para ser DRL segundo a Resolução do Contran 227/07.
          4.20.7: “O Farol de rodagem diurna deve desligar-se automaticamente quando os faróis baixo ou alto são ligados, exceto quando estes últimos são usados para transmitir alertas luminosos em intervalos curtos.”
          5: “A área da superfície iluminante não deve ser inferior a 40 cm2.”
          Além dessas há outros regras para se enquadrar em DRL.

    • O 308 antigo tem os Leds bem fortes, igual o C3.

      O que acontece é que quando se liga a luz de posição, eles diminuem automaticamente a intensidade do led.

      Os outros que você falou não tem DRL em led.

    • Que eu saiba os do Edge e do Fiesta Mexicano, Azera e SantaFe novos etc, são apenas luzes de posição e por isso de dia ficam apagadas. Quando está aceso de dia é porque o motorista acionou as lanternas e por isso quase não dá para ver já que são de baixa intensidade.

  • Eu não consigo compreender que dificuldade tão grande e essa em ligar os faróis do carro !!!!! .issa discussão beira a imbecilidade……. quando a lei e estúpida e sem sentido ok e até questionável.mais nesse caso e para segurança de todos…

    • Não há problema algum em ligar os faróis. A questão é se seria isso necessário para os carros que já possuiam DRL. Ninguém reclamou (e os que reclamaram, carecem de sensatez), só havia dúvida.

    • A diferença é que usando a luz baixa o alternador puxa mais força do motor, pois tem que gerar no mínimo uns 120~130w para todo o sistema, enquanto com DRL halogenas essa potência fica em torno de 40w, e se for LED deve ficar por volta dos 5~8w no máximo dependendo do tamanho e intensidade.

  • DRL não necessariamente é de LED, ficou confuso. Se DLR for aceito, qualquer uma aceito, a questão é se for exclusivamente DLR em Leds, não vejo necessidade de tanta especificidade… De qualquer forma, no Brasil, na duvida vai de farol aceso mesmo, é a melhor maneira de se precaver da falta de conhecimento dos profissionais de trânsito, de legisladores à agentes.

      • Na minha opinião, deveria ser igual ao Xenon, apenas quando viesse de fabrica. Temos que ver a posição e intensidade dessas DLR para que tenham propósitos funcionais ao invés de estéticos.

        • Eu acho que DRL não original, sendo da intensidade adequada, funcionaria. Mas o que vi até agora, na maioria das vezes o cidadão pendurou algo apenas estético, xingling, de intensidade fraca, que não dá para ver sob o sol.

  • DRL – Daytime Running Lights
    Podem ou não ser de LED, sendo a tradução mais adequada “luzes diurnas”. O Fiat 500, por exemplo, tem DRL halógena.

    • Duster, Renegade, alguns 208, C4 Lounge, Golf, Amarok, Grand Cherokee, Tiguan dentre outros também possuem DRL halógena, não de LED, especialmente em suas versões básicas e intermediárias. Esses não vão servir? Alguns até acho q passam por farol baixo, como os do golf, Tiguan e do Cherokee…

    • Realmente, eles iluminam mais do que DRL e não ofuscam tanto como o farol comum. Deveriam ser liberados, além de ajudar a preservar os faróis. O que vai ter de gente com farol queimado daqui por diante não terá no gibi.

        • É o tipo do relaxo que pode sair caro. Ontem vi um old Fiesta preto com quase tudo queimado, à noite. Como ver um animal destes à noite? Depois provoca um acidente e envolve inocentes.

      • Não acho que vale a pena, depende o modelo do farol de neblina usa a mesma lâmpada do farol principal ou mais caro. Está gastando neblina.
        Eu sinceramente acho que o pessoal acende neblina pra mostrar que tem, status, não tem lógica alguma o uso sem neblina.

          • Desgaste de lâmpada, não creio que seja essa a preocupação real. A lâmpada é barata demais no custo total de manutenção do carro. Aposto que quem não usa seta pensa em economizar ela também.

            • Se você não tem preocupação real com as peças do seu carro, eu me preocupo. Principalmente porque metade das minhas viagens são à noite, onde lâmpada é essencial. Injusto é quem tem DLR pode poupar suas lâmpadas de farol e o “pobre” que não tem não poder usar o farol de neblina, muito mais efetivo, forte e visível à distância que a DLR. Estupidez sua e das autoridades.

              • Na sua lógica melhor o Governo obrigar os pobres a instalar DLR? Penso que a curto prazo o choro seria pior.
                Eu me preocupo com as peças do carro, e troco preventivamente. Sempre troquei as lâmpadas a cada 2 anos, isso desde que vi em ensaio que independente do que fizermos o filamento oxida e perde eficiência.
                Eu sempre viajo de noite, sempre usei farol ligado o dia todo, cidade, estrada, garagem, túnel… nunca tive problemas, nenhuma uma lâmpada queimada (talvez pela troca a cada 2 anos), nunca deu pau em alternador nos carros que tive… bateria duram mais de 3 anos comigo sem problemas.
                Farol amarelado? Nunca.

      • Exatamente! Não ofuscam, geralmente estão localizados próximos ao solo.
        Sobre as lâmpadas, vai ter muito farol queimado principalmente aqui no Nordeste que temos as temperaturas mais elevadas. As lâmpadas esquentam bastante e com o sol irão queimar mais rápido que o normal.

  • pode ter sido um engano da matéria então, agora esta explicado melhor, obrigado.

    porém o cara que tem uma luz na frente que fica acesa vai ter que pegar uma fita métrica e alguma coisa pra definir intensidade da luz e saber se oque ele tem é DLR ou não kkkkkkkk
    sabe como é vendedor, vai querer vender gato por lebre para desinformados

    • Basta olhar no manual do carro. No caso do C4 Lounge, não é de LED, e até parece um pouco fraca, mas o manual trata como luz diurna. Numa blitz da Polícia Rodoviária do meu Estado, tive a oportunidade de perguntar ao policial se aquelas luzes atenderiam a exigência desta nova lei e ele afirmou que sim, antes desse ofício. Por via das dúvidas, ando com uma cópia desse ofício no carro.

  • Está tento uma confusão danada. O próprio autor da notícia dá a entender
    que acha que luz diurna são apenas as de LEDs. Tanto pode ser a mesma
    luz dos faróis baixos só que mais fraca, LEDs ou outra lâmpada qualquer
    como no Duster, que usa lâmpada de dupla iluminação (tipo W 21/5W, luz diurna e de posição respectivamente)).

  • Descobriram o óbvio. Tão fácil ver na europa ou eua logo e repetir aqui uma coisa basica dessas. É óbvio que os leds diurnos tem que servir pra isso. Essa desgraça desses orgaos publicos tupiniquins e esses burocratas adoram complicar e ficar valorizando sua funções.

  • nao tem muito segredo, o DLR só vai servir para quem tem ele em LED, quem tem ela em luz halogena no final das contas vai dar problemas pra quem arriscar usar ela, pois elas parecem que é a lanterna que esta acessa, um guarda nao vai distinguir as diferenças se é um DLR ou luz de lanterna, pra nao dar problema de interpretação o negocio é ligar o farol baixo pra nao ter problemas com multa e depois ter que ficar recorrendo, agora quem tem em LED, nao vai ter problemas, pois o LED na maioria dos carros tem uma intensidade maior…. o problema que nao existe padronização de marca pra marca e ai que mora o problema

  • Veja como a coisa é incoerente:
    – Carros que possuem DRL não precisam usar farol baixo durante o dia nas rodovias (ok, concordo).
    – Carros sem DRL precisam usar faróis baixos e não os faroletes (cumprem o mesmo papel da DRL).

    Fica dois pesos, duas medidas. DRL não é farol. É uma luz de posição que fica sempre acesa.
    Se para um pode, para o outro deveria valer o mesmo critério.

    Enfim, leis feitas por quem não compreende sobre o que legisla.

    Um outro ponto: se tivesse carro dom DRL, ainda sim eu andaria de farol aceso para evitar multa. Se aparece um fiscal menos preparado, até “explicar que focinho de porco não é tomada”, você já levou uma multa errada e vai ser aquela dor de cabeça…

  • No C4L infelizmente a DRL não fica ligada sempre quando o sensor crepuscular está ativo (o que seria óbvio se é uma luz diurna). Ela só liga com a lanterna na posição zero (ligada) ou com os faróis ligados (e ai a intensidade diminui). Neste caso, ainda estou preferindo a opção de deixar tudo sempre ligado, pois no caso de esquecer é multa.

    • Acho que tem confusão aí. Olha só: no C4 Lounge, se deixar no automático, durante o dia a luz diurna ficará acesa (é aquela que fica no lado interno do farol, próximo à grade). Os LEDs do C4 não são luzes diurnas, são luzes de posição e estes acendem quando o comando estiver na posição “0” ou quando em farol baixo. Consulte o manual, há um capítulo específico de “Luzes Diurnas”.

      • Sim. Foi ai minha confusão. Tinha lido o manual e bem em específico este item, testei e tudo, mas coloquei na cabeça que aquela luz em “L” branca em LED era a DRLe não esta ao lado do farol. Então agora vem aquela pergunta: A DRL mesmo me parece meio fraca (é amarela) e parece aquelas luzes de lanterna nos carros mais antigos. Eu acho que esta luz ai não passa na PRF como válida.

  • Ontem qdo passei no pedágio numa rodovia de SP estava com o DRL da Toro ligado e o policial rodoviário me informou que não vale. Preciso usar o farol baixo senão vou receber multa.

  • Como Brasileiro gosta de complicar as coisas é incrível a mentalidade atrasada desse povo. É muito simples…..seu carro NÃO tem LED’s diurnos LIGA O FAROL BAIXO. Seu Carro TEM LED’s diurnos LIGA O FAROL BAIXO do mesmo jeito qual o problema? ta com dó de ”gastar” lâmpada?

    • Não é não. As DRL ficam ao lado do neblina. Aqui está outra imagem com os faróis de neblina ligado. Assim como as DRL, no caso do Cerato SX 12/13 quando se liga o neblina ou o farol baixo as DRL apagam (a noite podem ofuscar se elas não diminuírem a intensidade, como ocorre nos Audi que diminuem a intensidade para não ofuscar, e em caso de neblina, como são projetadas para frente elas criam uma “parede” na neblina prejudicando ainda mais, sendo que os faróis de neblina projetam para baixo dela ajudando na visualização em caso de neblina). Aqui uma imagem com o farolete (farol de posição e o neblina ligados e a DRL desligada). (obs: acho que o dono desse Cerato achou muito duro e mudou as rodas aro 17″ pelas 16″ da LX).
      http://www.pastorecc.com.br/site/photos/cars/298/bg_910465155363b06e9103d.JPG

  • Nada mais justo, pois o DRL tem o mesmo propósito e o espírito da lei que agora obriga os faróis baixos em rodovias durante o dia: aumentar a conspicuidade (a característica de ser visto) do veículo, com menor consumo e maior visibilidade. Mas seria bom o Contran baixar uma resolução garantindo isso, uma vez que o DRL está previsto na legislação, mas não no Código de Trânsito.

    Eis a diferença entre um farol baixo normal (esquerda, voltagem normal) e o uso do DRL (direita, voltagem reduzida) num veículo mais antigo, com lâmpadas tradicionais:
    https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/5/52/Lowbeam_DRL.jpg

    • Pois é, ainda mais que esse Cerato poucas versões tinham o LED, o que acaba dificultando o conhecimento dos fiscalizadores. Por garantia estou ligando os faróis baixos nas rodovias estaduais, já que a PRF parece aceitar bem.

  • O 208 2017 não tem mais DRL, tem led como farolete que é fraco para Luz Diurna – e traseira fica acessa também, cuidado com isso, a Peugeot tirou a função DRL nativo antiga. Onde havia o DRL (LED) ficou acabamento cromado. Hoje para acender led farolete tem girar a chave luz.

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