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Mesmo nunca usado, estepe também tem prazo de validade

Mesmo nunca usado, estepe também tem prazo de validade

Estepe tem prazo de validade?

Quando se compra um carro usado, geralmente um dos pontos mais explorados pelo vendedor na hora de convencer a pessoa de que o carro é uma jóia rara e então fechar o negócio é de que o estepe nunca utilizado, especialmente se for o estepe original do veículo, do jeito que veio de fábrica.


No entanto, se o automóvel tiver mais de cinco anos, de nada vai valer esse pneu sobressalente novinho no porta-malas (ou fora dele, dependendo do tipo do modelo).

Isso é válido porque o pneu tem uma vida útil, mesmo que nunca tenha sido usado. Esse prazo de validade do pneu em geral é de cinco anos e após isso, o recomendável é descartá-lo. Mas por que jogar fora um pneu novinho?

Bem, o desgaste por uso não é o único fator que limita a vida de um pneu. Ocorre que a borracha se degrada com o tempo por causa de fatores externos, tais como umidade, luz solar, temperatura e ozônio presente no ar.


Com isso, a estrutura do pneu começa a ficar comprometida por causa de ressecamento da borracha, perda de elasticidade, endurecimento e também rachaduras eventuais. Dessa forma, verifica-se a perda de adesão entre as lonas e os fios de aço ou kevlar, reduzindo assim a borracha e podendo provocar uma ruptura repentina, colocando em risco a segurança dos ocupantes do veículo e terceiros.

Já parou para pensar que o pneu é o único ponto de contato entre o carro e seus ocupantes e o solo? Será que vale a pena usar um pneu velho e ressecado só para economizar um trocado?

Os fabricantes indicam a idade do pneu através da sigla DOT, presente na lateral do material rodante. Ela é acompanhada de quatro números, sendo que os dois primeiros indicam a semana de produção e os dois últimos o ano.

Assim, por exemplo, um pneu com DOT2310 significa que sua fabricação ocorreu na vigésima terceira semana do ano de 2010. A garantia dos fabricantes de pneus é de cinco anos, mas na Europa, por exemplo, as marcas indicam até seis anos de uso.

Fica, então o bom senso a cargo de todos. De analisar o pneu e decidir se já é hora de descartá-lo ou não.

Mesmo nunca usado, estepe também tem prazo de validade
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62 Comentários

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  • Andei mais de 500 km com um pneu de 13 anos de uso que estava como novo,nunca havia sido utilizado,fiquei com dó kkk,mas era 1 hora da manhã e não podia ficar esperando guincho ou socorro por risco de assalto que o lugar tinha,eu não fazia ideia de que um pneu novo era lixo pelo simples fato de ter mais de 5 anos de idade,enfim,ele voltou pro porta malas e se precisar é ele que vou usar de novo.

    • Considero 5 anos um exagero, no seu caso 13 anos ele já pode estar passado pra ser usado como titular no time, mas pra jogar na reserva de te tirar do aperto a poucos km de um borracheiro ele pode estar de bom tamanho. Faça sempre uma inspeção visual, calibragem e procure andar em baixa velocidade com ele se precisar usar.
      Talvez ele ainda seja mais seguro que o pneu de charrete que veio de estepe no meu New Fiesta

  • Acho um certo exagero com essa recomendação de 5 anos, tudo depende do estado do pneu.
    O mesmo vale para outras peças que tem troca recomendada por prazo, se a borracha estiver ressecada e em má conservação ai sim que se troca.

    • Não é exagero. À vulcanização ocorre permanentemente e na medida que ela ocorre, a borracha vai endurecendo, ficando mais frágil e numa condição mais extrema de uso, o pneu pode estourar.

      • Mas mesmo assim depende de N fatores até esse caso extremo.

        5 anos é uma recomendação / padrão, pode acontecer problema antes ou depois desse prazo.

        • Sim, mas estatisticamente falando, a probabilidade é maior quando o prazo de 5 anos é superado, que à fase onde o processo químico é crítico.
          Pneu é algo que não dá para brincar e ele pode lhe deixar na mão quando você mais precisa dele.

        • Eu me ferrei com essa estória de pneu vencido. Quando fui trocar os pneus do carro que tinha comprado, coloquei o do estepe pra rodar e economizar na compra de um pneu. Até aí tudo bem, até que um dia o cara do auto-center me encheu o saco pra fazer o rodízio e eu disse que não valia a pena porque já tinha se passado mais de 10 mil quilômetros, mas ele insistiu em fazer mesmo assim. Maior cagada. O que foi pra frente do lado esquerdo tá escamado ou “quadrado”, nem sei dizer o que é direito, e desde então ficou um “tum-tum-tum” enquanto o carro roda. Falaram que no eixo traseiro o pneu deforma mais porque o peso é menor e não tem tração, mas vai saber. Acho que a única solução é trocar os pneus, mas como sempre é necessário trocar aos pares fica bem puxado e o pneu tem bastante sulco ainda. Enfim, cada vez mais eu tenho certeza que carro não passa de uma grande despesa que só dá gasto e dor de cabeça, ainda mais num país como o Brasil. Da próxima vez vou comprar um popular zero km e paciência.

            • Bom, justamente por isso que eu queria ter deixado no mesmo eixo. Como eu disse acima, já tinha se passado mais de 10 mil quilômetros. Rodízio tem que fazer a cada 6 mil no máximo. Nunca houve muito consenso sobre essa questão. Tem gente que fala que é só troca os de trás pra frente, outros falam pra trocar cruzado. Meu irmão é mó relaxado pra carro, só faz as manutenções previstas no manual do proprietário e o último carro que ele trocou foi vendido com 50 mil quilômetros com o jogo de pneus originais (no fim, é claro). Eu que fico cheio de nove-horas só quebro a cara. Mandei trocar os 4 amortecedores na ocasião em que troquei os pneus também, com os batentes e tudo, outro dia o cara veio falar que o dianteiro tá com vazamento já sendo que não rodei nem 20 mil km desde a troca. De duas uma: ou o cara agiu má fé pra tentar ganhar serviço condenando uma peça que está boa ainda ou o componente não presta mesmo. De qualquer forma eu não tenho tempo e muito menos paciência pra ficar atrás de mecânico e auto-center. Os caras fazem qualquer coisa no carro e soltam aquela pérola “qualquer coisa é só voltar aí que a gente vê”. Ah, claro, vou ficar voltando lá pra fazer amizade com os caras, porque resolver o problema já vi que é difícil.

              • bem..eu comprei um pneu complementar pra trocar em breve o par de pneus dianteiros que meu HB20 já devorou, não durarão nem 35 mil kms (Atualmente o carro está com 32.700kms) em uso só em cidade.
                Vou tirar um dos usados, colocar como estepe e por o estepe novo pra rodar junto com o pneu novo comprado; assustei com a fome de pneu que o HB20 sofre..nem 35 mil kms mesmo sendo calibrado cada 10 dias, já tendo feito 2 alinhamentos e 2 balanceamentos, só rodízio é que não faço; que dure o quanto tiver que durar em cada eixo, opção minha!
                Outro detalhe, pelo menos estepe velho os vermes malditos não se animam a roubar.

                • No meu HB veio o Cinturato, com 30mil sem qualquer rodízio, bem longe de ter que trocar ainda.
                  No fórum tem gente com este pneu que só trocou depois dos 50mil, sem rodízio, e com 80mil, com rodízio.

                  • Esse cinturato eu utilizei o P7, muito bom, mais não passei dos 43mil com eles, por causa da falta de pavimentação adequada, lasquei um e outro ficou com laranja, troquei o carro e as rodas estão aqui jogadas no canto.

              • Velho sinto pela sua situação. Mas acho que você já encontrou seu problema. Como você mesmo disse seu irmão só faz as manutenções preventivas e segue. Faz o mesmo. Carro é um bem de consumo o papel dele e lhe serve da forma mais comoda e confortável possível. Realiza as manutenções, soluciona os respectivos defeitos e segue a vida, desencana. As vezes o carro realmente não tem nada.

              • Também já caí no conto desses funcionários de auto-center, e troquei 4 amortecedores porque o cara me empurrou, dizendo que o pneu tinha escamado por conta de amortecedores sem ação. Mas com a experiência, fui percebendo que mesmo com amortecedores novos, os pneus traseiros escamam se não fizer o rodízio. Eu prefiro fazer rodízio em “X”, mas admito que nem sempre faço no tempo necessário, por preguiça mesmo.
                Agora, amortecedores só troco quando percebo que está ruim, quando sinto que está chegando no batente facilmente ou quando percebo perda de estabilidade no carro. Meu atual carro troquei com 150 mil km.

                • Semana passada troque os 4 pneus de meu carro e o funcionário da loja me disse que teria que trocar os 4 amortecedores, pois já estava fedendo a óleo singer, kkkkkkkkkkk, eu falei tá bom, na segunda eu volto. Mais pra alinha e balancear tive que fazer um serviço de desempeno nas 4 rodas, estavam todas quadradas.

                  • Para você ver como tem camarada que quer arrancar até o couro. No que eu fui trocar o 4 pneus, eu já fiz balanceamento e etc, deixei o carro zerado, e o cara ainda me falou: ” Seus amortecedores estão ótimos”, se fosse outra mandava trocar, e realmente o carro está beirando os 80.000km e a suspensão está ótima. A 2 anos atrás estava com um Gol, e o amortecedor traseiro tava fazendo barulho, e estava com vazamento, é mole, tenho um Sandero e depois o pessoal mete o Pau nos Franceses.

                • Curioso vc dizer isso.

                  Não sabia que simplesmente a perda de estabilidade fosse um sintoma. Eu na epoca em que tive o C3, com 60000km, em qualquer curva, lombadas, valetas e desniveis de pista, percebia o carro se movimentar além do normal.

                  Fiz um checkup com o carro em que se media o nivel de absorção de impactos e comportamento do carro nesse periodo e não me acusavam nada.

                  Mas bastava eu dirigir o carro e fazer uma curva, ele ficava muito instavel. Instavel a ponto de sentir medo. Foi trocar os amortecedores e o carro ficou da forma que era antes: Estavel, seguro e previsivel (o C3 costuma ser previsivel no comportamento dele).

                  EDIT: Mas tecnicamente falando, somente abrindo o amortecedor e entendendo o que aconteceu. Segundo o mecanico, não haviam marcas de desgaste acentuado, não havia vazamento e talvez a pressurização dele estivesse comprometida, ainda que em testes em maquina não tenham acusado irregularidades.

                  • Perda de estabilidade é apenas um dos sintomas que podem acusar amortecedor em mau estado. Mas há muitos outros problemas que podem causar má estabilidade, como: problema em buchas/bandejas da suspensão, desalinhamento, pneus em medidas diferentes, etc. Meu carro comecei a perceber que ficava “molenga” na estrada com quase 140 mil km rodados.

                    • No meu caso os pneus acabaram de ser trocados… então não eram eles, as buchas estavam em otimo estado, assim como os demais componentes da suspensão (eu vendi ele original nessa parte) então de duas uma: Ou era amortecedor ou molas.

                      Como molas não costumam se desgastar tão cedo, então só podia ser o amortecedor. Trocados, o carro voltou a ficar normal.

            • Eu penso o mesmo. Mas na época que comprei o meu orçamento era limitado. Zero km dava pra comprar no máximo um Palio Fire 2 portas pelado. Acabei optando por um carro de 3 anos completo com motor 1.4, mas ainda assim um popular. O problema é que mesmo torrando dinheiro eu não acho mão de obra competente pra fazer a manutenção. Outro problema chato que ele tem é que na primeira partida do dia a marcha-lenta fica oscilando e na primeira volta no quarteirão o carro dá umas engasgadas. Depois de uns 2 minutos ligado normaliza. Um dia eu larguei ele na auto-elétrica no fim da tarde para que passasse a noite lá e dei carta branca pro cara fazer o diagnóstico completo no sistema de injeção e alimentação, teste de sonda, pressão da bomba, sensor do TBI, tudo. O cara me liga no dia seguinte Às 8h30 da manhã falando que o carro tava pronto. Pensei comigo que o problema tava muito escancarado pra ter descobrido e resolvido em 30 minutos. Fui buscar o carro, perguntei o que ele tinha feito “ah, bati um spray no corpo da borboleta pra limpar, ficou 50 real.” Perguntei se tinha resolvido o problema, o cara “não sei, acho que sim, qualquer coisa volta aí”. Obviamente não resolveu o problema e muito menos voltei lá.

              • Serio, não sei como essas pessoas conseguem permanecer no mercado.
                Comigo foi com o PC. Perguntei e disse a mesma coisa, que você flw…é 50.
                Com o carango do coroa aconteceu a mesma coisa. Até hoje tem os mesmo problemas. Mas o carro já esta bem judiado.

                • Pois é, eu também não! Esses caras só querem saber de serviço rápido e que seja facilmente identificável. Numa outra vez também um carro que tinha aqui em casa simplesmente não pegava quando ficava muito tempo sob o sol. Levei no mecânico, o carro passou o dia inteiro lá, obviamente eu é que tive que ligar pro cara no final do dia pra ter alguma notícia, ele disse que tava pronto. Chegando lá perguntei quanto era, a resposta: “nada, seu carro não tem nada”. Claro, eu tava há uma semana com o carro sem pegar e era simples delírio meu, já tava agendando uma consulta com o psiquiatra. Aí toca mandar o carro pra auto-elétrica. Primeira coisa que o cara fez foi meter a bucha de trocar a bateria. O problema persistia e só depois de um tempo eu reparei que era só sob o sol que o problema se manifestava. Fui descobrir fuçando no Google que era alguma coisa que ia no miolo da chave que dava pau quando esquentava. Falei pro cara, trocou a peça, nunca mais deu problema. E o cara: “era isso mesmo, tava suspeitando”. No fim das contas torrei 200 conto numa bateria nova e o problema tava numa peça q não custava 1/4 disso.
                  Se fosse um caso ou outro isolado em um único estabelecimento eu até relevava, mas onde eu vou os caras conseguem fazer alguma c*. Nem vou te contar como foi trocar o escapamento da última vez porque você não vai acreditar.

              • no meu, estava engasgando enquanto quente, fui na css, me ofereceram limpeza de tbi, limpeza de bicos, troca de velas, cabos de velas e bobina: detalhe, já tinha trocado as velas e como condenam a bobina de um carro de 3 anos, sem sequer olhar?
                passei numa autopeças, comprei um jogo novo de cabo de velas, gastei R$90, e eu mesmo troquei.
                resolvido o problema.

                cuidado aí com esse pessoal que só quer saber de empurrar serviço.

                • No meu caso foi o contrário, levei o carro a um amigo mecânico e ele na hora viu que o amortecedor estava começando a vazar, ele viu na mola o óleo que havia “espirrado”. No dia seguinte fui à concessionária e não detectaram nada e estava “ok”…..uns 4mil km depois tive que trocar os amortecedores pois o que ele tinha visto piorou e o outro lado já começava a dar sinal que também não iria aguentar muito.

                  Resultado: Concessionária não volto mais.

              • Matthew, geralmente isso pode ser o corpo da borboleta que sofreu com o uso e se for um Chevrolet é mal cronico. Mas o que o cara fez, no maximo seria a limpeza da TBI. (a borboleta em si)

                Se o problema não está aí, vai dar na mesma. O maior problema é o tipo de atendimento.

                Como por exemplo: No meu carro, ele tem aviso de uma série de itens no computador de bordo. E justamente por culpa da bateria ruim, todos eles apareceram.

                O serviço de guincho me disse que só “Scanner da concessionaria resolve, porque eles foram feitos para obrigar o consumidor a ir na concessionaria”. Eu disse que ok, fui no auto eletrico que fez o reset das mensagens ali constantes para trocar a bateria.

                Depois que troquei a bateria, com um leitor obdii, eu mesmo fiz esse reset.

                • Sim, é um Chevrolet. Corsa Econoflex. A questão é que eu dei carta branca pro cara fazer todos os testes possíveis e justamente por esse motivo larguei o carro lá no dia anterior para que passasse a noite lá. O cara bate um spray pra limpar o corpo da borboleta em 15 minutos e fala “acho que resolveu, vê aí, qualquer coisa é só voltar”. Enfim, nem é tão difícil assim testar um TBI. Como você mesmo disse, pode entrar com o scanner pra fazer o reaprendizado e tal. Mas nem sei se o cara tem. O fato é que esse tipo de estabelecimento está acostumado a atender pessoas que só levam o carro à oficina quando tá pra parar no meio da rua. Quando aparece alguém que quer um ajuste mais fino os caras espanam. Além da marcha lenta oscilante, acho o consumo dele meio alto pelo estilo de direção que eu tenho e o tráfego tranquilo que eu pego no dia-a-dia. Já troquei velas, cabo de velas, filtros, e andando como uma velha, trocando marcha antes das 2500 RPM, aproveitando a inércia e o raio que o parta não consigo passar de 11 km/l na gasolina. No álcool faz 8,5 que até acho normal. Comentei tudo isso com o cara da auto-elétrica e ele disse:”relaxa, tá normal, é assim mesmo. Não esquenta a cabeça com isso”. Ou seja, ele mesmo não quer pegar o serviço. Outro problema comum nesses motores GM é a sonda que faz a leitura de qual combustível está no tanque, talvez por isso o consumo na gasolina não esteja tão bom.

                    • Pode até ser, Edson. Mas o ponto é que o cara não foi capaz de fazer o diagnóstico do problema, entende? Como eu disse, já troquei velas, cabo de velas, filtros etc. A partir daí a brincadeira começa a ficar cara pra ficar “chutando” qual é o problema até resolver, além de ter que ficar voltando lá 5 vezes até conseguir descobrir o que era. Um TBI novo é caríssimo. A bobina do Corsa não são individuais, então é preciso trocar a peça inteira que custa uma nota também se for de qualidade. Ou então você pode esperar dá pau de vez pro problema ficar bem evidente. Eu tava pensando numa limpeza e equalização de bicos na próxima tentativa, mas de novo o sujeito quer recusar serviço: “será? sei não hein… os bicos desse carro são autolimpantes, difícil dá problema”. Percebe a dificuldade? A não ser que o bico trave de vez e “mate” um dos cilindros o cara não quer saber de mexer nisso. Um carro com 5 anos de uso e mais de 80 mil quilômetros rodados acho difícil tá 100% com a mijolina que nós temos. E o mal da eletrônica nos motores é justamente esse, o ajuste é muito fino. As vezes pequenas variações entre um bico e outro já é o suficiente pra ocasionar isso.

                    • Olha, para um bico ficar ruim, é só colocando combustivel ruim ou rodando até a reserva (e trazer a sujeira do tanque)

                      Tirando isso, a composição tendo alcool não iria influenciar no comportamento do carro se esse for flex. Se for mais antigo, pode haver falhas porque obviamente a injeção não estava preparada com a quantidade colocada de alcool na composição.

                      Dito isso, o negocio é mudar de mecanico. Esse aí foi que nem o cara que era meu mecanico de confiança: NÃO QUIS dar aumento de salario a um mecanico de anos da casa e o serviço ficou dessa forma.

                      Se vc morar em SP e tiver acesso a zona sul eu posso te indicar o local onde eu levo meu carro. Só por curiosidade, eu tive que trocar do meu carro (Um Fluence): Bobina do quarto cilindro e velas.

                      Como ele descobriu? ele tem o software que faz a leitura eletronica do carro além de ter testado o funcionamento de todas as velas e sistemas de ligação.

                      Como eu tenho um leitor OBD, já sabia dos problemas antes dele me anunciar o que era. E ele é sempre justo e caso a peça que ele venha querer trocar no teu carro esteja cara, ele aceita que vc compre e traga para ele colocar. Bem, eu confio porque ele sempre me mostrou o estado das peças, sempre foi muito solicito para me comentar o que estava causando.

                    • Obrigado pelas recomendações, Edson. Mas infelizmente sou do interior, Campinas. Continuarei minha peregrinação na busca de uma oficina decente. Abraços

    • Não é certo exagero, não: é muito exagero mesmo. São necessárias condições muito mais severas que as de CNTP para um pneu em estoque (seja no porta-malas ou em um depósito) sofrer uma degradação neste nível. Este papo é campanha dos fabricantes para tocar o terror e incrementar vendas de pneus. PS: estou falando de pneus nunca usados com mais de 5 anos (ou mesmo usados, dependendo também de inúmeros fatores, inclusive terem sido seus desde 0km, para que se saiba todo o histórico de uso e cuidados a que foram submetidos), desde que sejam como vieram de fábrica. Claro que os chamados remold são outro caso.

      • Tudo se resume a bom senso e saber avaliar o estado do pneu.

        5 anos deve ser um padrão normativo que pode sofrer alterações dependendo do uso, da composição da borracha e etc

      • Fiz um treinamento a respeito de borracha e não é exagero esse prazo de 5 anos. O fenômeno químico de vulcanização é constante.
        Claro que não necessariamente pneu vai se danificar do nada, mas prevenir é melhor do que remediar.

        • A chance de se danificar do nada pode até existir, mas é desprezível, é remota, é ínfima para um pneu 0km com mais de 5 anos estocado com todos os cuidados, e depois posto em uso. Por isto é exagero.

        • Já fui a palestra de uma grande fabricante de óleo, onde diz a troca ser a cada 6 meses mesmo em uso não severo, mesmo em condições favoráveis ao óleo….a fabricante do meu carro mudou o prazo de revisão de 6 meses para 1 ano, e usa esse mesmo óleo da palestra onde a troca era obrigado a ser a cada 6 meses e etc e etc….

          Em resumo foi esse mesmo raciocínio desse treinamento sobre pneus, um pneu pode durar 5 anos, ou menos, ou mais, dependendo do uso e ambiente em que se encontra. Saber verificar seu pneu/óleo (meu caso do exemplo)/ou qualquer item de manutenção que seja por prazo ainda é muito válido.

          • Mas o fabricante sempre vai dizer para trocar no menor tempo possível, para vender mais. Já fui vendedor de consorcio, nos treinamentos o consórcio é o melhor negócio do mundo e a empresa que eu trabalhava era a melhor de todas. Isso na teoria, pois na prática….

    • O estepe do meu segundo carro está lá desde 0km ( nunca rodou) e venceu em 2004. é um Pirelli P400.

      Está com tinta, 0km mas eu não confio, até mesmo porque ele está com 4 Michelin o que daria diferença.

    • Exato, acho também um exagero, já imaginou o pneu que vive dentro da mala sem poeira e tem 5 anos e 1 dia e já tem que correr para a loja trocar por causa desse 1 dia que passou? Muito mimimi
      Muita peça que tem troca recomendada pelo tempo/prazo tem flexibilidade quanto ao estado. Correias, pneus, mangueiras….até mesmo óleo e aditivos de radiador.

      A exemplo: Quem anda em minas e região que tem muito minério troca correia dentada as vezes com 30mil km ou 2 anos, onde moro (interior da PB) uma correia cuja troca é a cada 4 anos pelo manual pode ser trocada com 5 ou até 6 anos por não sofrer contaminação por minério, nem maresia….então é de certa forma relativo a troca por prazo.

    • Até pouco tempo atrás tinha um estepe de um pneu fabricado na década de 80, um Firestone 560 que sempre ficou de estepe serviu até o ano passado. Só troquei porque começou a ressecar.

      • Meu br 800 89 tem o firestone original de estepe. No começo rodou até um pouco (o rodízio segundo o manual prévia o estepe). Mas já tem 14 anos que ele não vai pro chão…
        Os pneus que estão no carro hoje são de 2003. Claro, não uso o carro no dia a dia e nada de viagens. Estão bem ressecados.
        Quando fizer a restauração vai ganhar pneus novos!

        • Mas no seu caso é fato que vc deixou ali “borracha” só para manter o carro parado quando no muito dando algumas voltas para não deixar o carro parado.

          Aí fica facil entender. Mas já vi muitos pneus com mais de 10 anos de vida em que ele tinha sinais de pneus senão duraveis, ao menos usaveis em emergencias tranquilamente.

  • Hoje em dia o negócio é evitar riscos. Ficar empenhado no meio da noite em um lugar escuro e deserto não é nada agradável; estando com a família no carro é pior ainda. Itens como bateria e pneus não devem ser trocados somente quando estão literalmente no fim. É evitar dor de cabeça no futuro. Meu estepe tem bem mais de cinco anos (rodado por apenas alguns kms) e depois de ler esta matéria estou pensando em trocá-lo, colocar um baratinho mesmo. Não quero dar chance ao azar.

  • Eu tive uma experiência ruim de usar o pneu de estepe novo sem uso após 7 anos. Este pneu simplesmente se desgastou na metade da km do outro pneu novo comprado no mesmo eixo, além de ter deformado é formado bolhas. Devido a esta experiência, eu realmente acredito que a durabilidade de 5 anos é correta

    • Já aconteceu de um pneu dianteiro estufar metade de uma banda de rodagem após passar num buraco na chuva e uma lasca saiu do pneu. Parei num posto, troquei pelo estepe, continuei a viagem. No outro dia, quando levei no borracheiro, ele me disse que o pneu era vencido há uns 4 anos. Ele também me informou que tem lojas que vendem pneus faltando de 3 a 1 ano pra vencer, e o consumidor quase nunca sabe disso. Aí o pneu que era pra durar 50 70 mil km, dura de 25 a 35 mil km.

    • Para uso extensivo a um pneu de idade, ele vai se deteriorar rapido. Até mesmo ficar parado faz mal ao composto do pneu. A unica pena é que muitos dos pneus que estão em estepe nos carros de hoje não acompanham a mesma medida do pneu de uso…. e aí é onde ele fica lá só usado para emergencias.

  • Sinceramente penso o contrario. No meu antigo carro, um astra, que fiquei por quase 6 anos, os pneus de trás nunca foram retirados do lugar. Tinha ele desde zero e rodei uns 74K com eles. Só troquei os dianteiros mesmo uma vez. Detalhe, nesse tempo todo nunca precisou fazer cambagem e a direção nunca puxou, alias os pneus de trás ainda acho que rodariam mais um bom tempo.

    Antes desse carro, tinha um celta, e fazia rodízios, fiquei por uns 5 anos, mas os pneus duravam bem menos e sempre tinha uma surpresa de algum serviço a mais que teria que fazer depois de ter feito o rodízio, por isso, fiz essa experiência de não retirar o pneu mais do lugar mesmo que todos digam que o recomendado é fazer o rodízio em 10k.

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