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Saiba como não ser enganado ao comprar um carro usado

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Atualmente, com os preços insanos dos carros 0 km, na maioria das vezes acaba sendo mais vantajoso estacionar na garagem um carro semi-novo ou usado. Citando como exemplo, ao invés de adquirir um Chevrolet Onix na versão de entrada Joy com motor 1.0, que tem preço de R$ 39 mil, você pode optar por carros usados de categorias superiores, como um Citroën C4, Hyundai i30 ou Ford Focus – isso, é claro, se você não se importar com os custos de combustível, seguro e manutenção mais elevados.



Todavia, antes de fechar a compra de um carro semi-novo ou usado, é importante você ficar atento a alguns pontos para evitar “surpresas” no momento em que estiver usufruindo o bem. Para te ajudar na aquisição de um novo veículo, separamos algumas dicas bastante importantes. Confira abaixo:

Faça o teste no veículo antes de compra-lo

É extremamente importante você realizar um teste em um carro semi-novo usado, até mais que num automóvel 0 km (nessa situação, você provavelmente vai realizar o teste em um carro da própria concessionária e não no que você poderá adquirir). Todavia, entre em um acordo com o vendedor para você andar por um trecho considerável, para que consiga analisar os pontos positivos e negativos do exemplar.

Não compre o primeiro carro que você ver

Aliás, você pode até adquirir o primeiro carro que você se deparar, mas após fazer a pesquisa com outros modelos em outras revendas. É muito fácil você encontrar em outra loja um carro do mesmo modelo, em alguns casos até mais novo, em um melhor estado de conservação e com mais equipamentos, por um preço mais em conta que os anteriores.

Se você não tiver tempo de ficar perambulando pelas lojas, uma dica é acessar os sites de classificados, selecionando a sua região e o modelo pretendido.

Dê preferência para carros de conhecidos ou concessionárias

Em algumas vezes é mais seguro comprar um carro de uma pessoa próxima de você do que de uma revenda qualquer. Neste caso, você provavelmente vem acompanhando a utilização do veículo, o cuidado que o antigo proprietário tem com o modelo e se ele já se submeteu a algum acidente ou coisa do tipo. Além de ter uma confiança a mais, caso o veículo apresente um problema, você terá com quem reclamar e (dependendo da pessoa) mais chances de solucionar o defeito.

Todavia, se o modelo que você estiver de olho não esteja à venda pelas mãos de um conhecido, dê preferência para uma concessionária da marca do carro pretendido. Nelas, assim como nas demais revendas, há garantia de 90 dias para motor e câmbio. Afora isso, a concessionária tem o nome da fabricante a zelar, então os carros semi-novos ou usados disponíveis no showroom devem estar em boas condições.

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Fique atento à sinais de batida

Não dá para afirmar com convicção que o carro não passou por uma batida. Todavia, recomenda-se verificar o alinhamento do capô, portas e tampa do porta-malas, estado dos parafusos das portas e tampas e possíveis irregularidades na pintura da carroceria e demais componentes. Para tal, o carro precisa estar seco e limpo e em um ambiente bem iluminado, preferencialmente durante o dia.

Além da parte “estética”, fique de olho também no acabamento interno, como o estado dos bancos, riscos nos plásticos do acabamento, estado do forro do teto e o cheiro predominante da cabine (o que vai te mostrar logo de cara se trata de um carro de fumante, por exemplo).

Observe a parte mecânica

Além do visual e do acabamento interno, outro ponto que deve ser checado antes de assinar o cheque é a mecânica do veículo. O recomendado é você levar um mecânico de confiança na loja para fazer a inspeção para você ou, caso isso não seja possível, levar o carro até uma oficina especializada.

É importante ficar de olho na suspensão (quando passar em um buraco, por exemplo), folga dos pedais, níveis de ruído na cabine, vibração do volante e da alavanca de câmbio, entre outros.

Verifique a quilometragem no painel

Infelizmente, há uma série de mecanismos que conseguem alterar a quilometragem exibida no painel de instrumentos do carro. Porém, em muitos casos é possível checar a quilometragem para ver se ela “bate” com o estado geral do veículo. Inspeções visuais, de acabamento e mecânicas devem ser realizadas também neste caso, além de itens como faróis, luzes de freio, indicadores de direção, limpadores de para-brisa e vidros.

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Dê preferência para carros com o manual do proprietário

Após inspecionar todos os itens visuais, de acabamento e mecânicos, abra o porta-luvas ou peça para o vendedor o manual do proprietário do veículo. Nele é possível verificar se as revisões anteriores foram realizadas corretamente e se um possível recall foi concretizado, seja por meio de um documento emitido pela autorizada ou pela carta de convocação.

Confira a numeração do veículo

Todo veículo tem um número do chassi, que nada mais é que uma combinação de 17 caracteres, entre números e letras, que faz parte de um sistema geração de identificação. Portanto, através dele, você consegue consultar o histórico do carro. Esse número pode ser encontrado nos vidros do carro, na porta do condutor, no compartimento do motor e abaixo do banco do passageiro.

Em alguns automóveis pode haver a remarcação do número de chassi, devido a problemas que impediram a visualização do mesmo, como por ferrugem, ou até casos extremos, como quando um veículo é recuperado de um furto ou roubo em que a numeração original tenha sido adulterada.

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Analise a documentação

Para evitar transtornos, peça a documentação do veículo antes de fechar o negócio. É necessário que o documento apresente o comprovante de pagamento do IPVA (Imposto Sobre a Propriedade de Veículos Automotores) de pelo menos os últimos dois anos, certificado de transferência com firma reconhecida e comprovantes de pagamento do seguro obrigatório e do licenciamento.

Algumas pendências, como multas e IPVA em atraso, podem ser verificadas através do site do Detran do seu estado. É preciso ter em mãos apenas o RENAVAM (Registro Nacional de Veículos Automotores), placa e o número do chassi do carro.

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  • Mr. Car

    Carro usado, só em condições muito específicas: ser de alguém de minhas relações que seja o primeiro dono, que eu saiba com certeza que não foi batido, e que recebe desta pessoa o mesmo tipo de cuidados e manutenção que eu dispenso aos meus carros. Fora isto…não seria “não compre o primeiro carro que você VIR”?

    • MauroRF

      Isso mesmo, está escrito errado.

    • Marcelo Paiva

      É, tá escrito errado mesmo. Foi o 1º que vi rsrsrrsrs

    • saosao

      rsrsrs, fora que “Fique atento à sinais de batida” não tem crase.

    • Luis Fernando

      Vcs tem medo de comprar carro usado ou seminovo, imagina eu que ja comprei 2 carros de leilão sem nem poder abrir a porta do motorista, rsrsrsrs

  • Fanjos

    “como não ser enganado ao comprar um carro usado”

    No meu caso?….Só não comprar carro usado, senão eu sempre vou ser enganado, sou manjericão demais, não manjo das manjarias =/

    • Mr. Car

      Está certo. A melhor maneira de não ser enganado ao comprar um carro usado é comprando um carro novo, he, he!

      • ALVIN_1982

        Um amigo meu comprou um carro novo e o teto, o capô a tampa do porta-malas, as duas lanternas traseiras, o para-brisa e os vidros traseiros e dianteiros e do porta-malas trocados. O teto da concessionária caiu numa tempestade nos carros novos e simplesmente reformaram e venderam como 0km. Isso foi descoberto porque ele mandou polir o carro, e como o polidor manjava muito, descobriu a porcaria que a css fez com o carro. Resultado? Até hoje ele está esperando o processo… e isso foi em 2007.

        • Mr. Car

          Pode acontecer, mas as chances são bem menores.

      • MauroRF

        E nem sempre isso resolve, acredita? Um amigou meu comprou um Fiesta Rocam 1.6 zero um pouco antes de sair de linha. Foi andando, andando com o carro e percebia um desalinhamento na tampa traseira anormal. Mandou fazer perícia e, pimba, o carro tinha sido batido! Tá rolando na justiça porque a Sandrecar de Santo André, que vendeu o carro, dizia que a culpa não era dela (e, pior, essa concessionária fechou, faliu), e a Ford faz que não é com ela. Tive um New Fiesta, comprado na Mix de São Caetano do Sul que foi vendido com um retoque na pintura que só fui saber que existia quando fui dar na troca pelo City na Honda André Ribeiro de Santo André. E lá na André Ribeiro, o gerente de vendas me afirmou categoricamente que a Honda é proibida de vender carro batido e recuperado, com retoque etc. Se for batido, ou tiram da venda ou fica pra frota da empresa, ou é vendido com desconto, mas eles são terminantemente proibidos de vender assim. Fiquei só um ano com o City, pois o meu uso passou a ser maior em estrada e, um ano depois (junho de 2016), troquei-o por um Civic LXR que estava saindo de linha com preços excelentes. Estou adorando o Civic, e é outro carro. Como agora comprar um novo vai ser mais complicado, vou é ficar vários anos com este Civic para evitar, ao máximo, comprar um seminovo. Se o meu amigo, que comprou zero, teve problema, o risco de um seminovo sem eu saber que era o dono anterior é bem maior (embora seja possível hoje passar o carro nessas vistorias, que pega batidas). E comprar Honda zero, se já era caro, agora será mais ainda. Esse Civic LXR era o meu limite, o novo Civic já não dá mais para comprar.

        • Mr. Car

          Pode acontecer de ser enganado tirando um 0km, mas percentualmente, os casos são muito menores, fora que existe uma cobertura de garantia bem maior que na compra de um usado. Isto falando de compras feitas em concessionárias, pois feitas de particular, a garantia é, a bem dizer, nenhuma.

          • Stéfano

            Compre um seminovo! Em carros com 1 ano de uso, pouco rodados, na garantia e com carimbo de revisão na ccs você já escapa do primeiro ano de desvalorização que é dose. Leve em algum lugar pra fazer uma perícia mais detalhada se você é totalmente leigo e seja feliz.

          • Artur

            Mas dependendo do ano do carro, ao comprar de um particular, ainda está na garantia do fabricante.
            Eu comprei meu Civic 2012 atual usado em 2014 com 20 mil km e mais de um ano de garantia sobrando. Não tive problemas. O dono é de uma cidade próxima, tirou ele zero km e deixou que eu levasse o carro até a concessionária onde ele fazia manutenção para que analisassem o carro. Todas as revisões tinham sido realizadas a tempo e modo.
            Enfim, não vejo problemas de comprar carro usado se o comprador de precaver como mencionei.

    • saosao

      kkkk manjericão! essa é boa…

    • Bruno Wendel Marcolino

      Até entendo esse lado, também sou meio leigo, mas estou preferindo aprender a olhar certo do que pagar valores absurdos de carro zero.

      Único carro que eu considero zero km é o Celer, único com preço mais justo.

    • Leonardo Lima

      De fato, carro usado não é para todos, mas os “manjericões” não precisam perder completamente a esperança de comprar um usado, caso tenham vontade. Existem várias maneiras de mitigar os riscos, sem exigir pós-graduação na matéria. Minha dica pessoal a todos os amigos que procuram carros usados é contratar uma “perícia cautelar veicular”, em empresa especializada. Após a inspeção física, a empresa emite um laudo atestando que aquele veículo não conta com avarias estruturais, não tem chassi remarcado, não foi vendido em leilões de seguradoras e não tem registro de roubo/furto. Nos laudos que eu contratei, havia uma cláusula contratual que dizia que a empresa se responsabilizava pela informação prestada, se comprometendo a comprar o meu carro pelo preço que eu paguei, em caso de erro material no laudo. O laudo de perícia não elimina todos os riscos, mas permite reduzi-los drasticamente, a um nível tolerável a nós, “manjericões”.

      • Leo

        Xará, como funciona isso? A revenda permite que a perícia vistorie o carro antes de se fechar o negócio? Tem alguma empresa para indicar? Obrigado.

        • Leonardo Lima

          Eu conheço a SuperVisão e a Terceira Visão, que são redes de franquias. Existem inúmeras outras, procure no google. Quem paga o laudo é o comprador (algo entre R$90 e R$200). Das 4 vezes que eu fiz, o vendedor levou o carro até a empresa (era particular), mas não acho impossível que a empresa aceite (e cobre para) ir até a loja vistoriar o carro.

          • Leo

            Certo, no caso de uma revenda, então provavelmente eu teria de negociar para levar o carro (ou que levassem) e obter esse laudo antes de fechar negócio…obrigado pela dica.

  • SDS SP

    Se o cara tiver as “manhas dos paranauê”, o usado pode ser uma boa opção. Com o boom dos carros 0km que aconteceu recentemente, há boas ofertas no mercado de usados, e que boa parte pode ser daqueles que não conseguiram arcar com o carnê de 60 parcelas.

    Mas tem que saber escolher bem e acalmar à ansiedade pra não ter uma dor de cabeça.

    • Matthew

      Tenho reparado nisso também, uma grande oferta de carros com até 3 anos de uso de pessoas querendo repassar o carnê pra frente. Por um lado é bom porque tem mais opções de carros quase novos. Por outro, os caras jogam o preço quase 100% Fipe pra conseguir se livrar da dívida. Aí eu fico pensando, se o cara estiver muito com a corda no pescoço também, talvez já esteja negligenciando a manutenção do veículo (pra manter a garantia eles exigem que se faça todas as revisões na concessionária, que via de regra são caras), fora que pode haver pendências de multas e impostos. Fazer uma consulta online pelo número do Renavam é o mínimo.

    • Janderson von Neumann

      Falou uma palavra que me identifiquei muito, ansiedade, eu tinha disso, quando queria algo eu tinha isso de querer “pra ontem”, e aí é um prato cheio para fazer burrada, alguns semi-novos eu olhava e até encontrava um defeitinho aqui e ali, mas como eu queria muito por causa de ter um opcional que queria ou por causa da cor que queria eu passava por cima dos defeitinhos e pensava comigo mesmo, isso eu arrumo depois com calma, aí comprava e me estrepava, gastava mais um bocado para deixar em ordem com minha mania de detalhista e nisso acabava encontrando coisas que me desapontavam, como gambiarras, retoques mal feitos, etc…agora eu seguro essa ansiedade e procuro não fazer besteira.

  • Zé Mundico

    Bem, eu sempre optei por carros seminovos ainda na garantia, isso é, com até 3 anos de uso.
    Assim, os carros estão em dia com revisões, recalls e com tudo devidamente registrado no manual do proprietário.
    Outro ponto importante é ter comprado apenas em concessionárias, pois sempre é mais fácil processar judicialmente (ou entrar num acordo) com uma pessoa jurídica de renome do que um particular.
    Fora isso, pesquisar e chorar bastante, pois sempre aparecem boas oportunidades em carros seminovos.
    Paciência e sorte também ajudam.

  • Pessoalmente coloco algumas observações no texto. Quanto a questão de comprar um carro de conhecido (colega de trabalho, parente ou amigo) só considero vantagem se você realmente for próximo a essa pessoa e conheça os hábitos de como ele cuida do carro. Pois se der problema de fato como vai ser essa cobrança? Vai sim é perder o amigo e nunca mais vai ver o parente nas festas de final de ano kkk (não se esqueçam que boa parte das pessoas que vão ao SPC o vão por emprestarem o nome a um parente ou amigo), fora o fato que nos dias atuais esperar que um colega de trabalho ou parente que você vê uma vez ao ano não vai omitir um defeito cronico do carro é algo meio fora do normal. Por outro lado devemos levar em consideração que a grande maioria das pessoas que possuem carros com defeitos fazem de tudo para passa-lo adiante, leio muito a seção auto defesa da quatro rodas, e é unanime quando entrevistam os donos do carro com defeito que passa semanas na concessionária a solução é sempre a mesma do tipo ” fiquei com o carro por seis meses e comprei um novo dando o na troca”. A pergunta é a seguinte, onde foi parar o veículo com defeitos? Na concessionária em que o modelo novo foi comprado (via de regra). Eu mesmo já tive uma moto em que o motor fundiu com 13 meses (fora da garantia), dei ela de entrada na compra de uma nova e lá estava a venda minha moto com praticamente 1 ano de uso, único dono, e 15 mil KM (que baita negócio não? Com certeza a retífica a pessoa só percebe se for profissional). E por último a garantia da revenda ou fabricante é de conserto, e não de troca (se o motor original fundir é feito uma retífica, o que dificulta e desvaloriza a futura revenda do carro) e se for comprado um carro batido e você não percebeu no ato e todavia foi consertado corretamente também não tem muito o que fazer, pois o carro foi consertado (mais vai ter dificuldade em uma venda futura). No mais carro usado pode ser uma ótima opção.

    • SDS SP

      Por isso, o cuidado deve ser redobrado, ainda mais naquele famoso “usado de categoria superior” que se der problema pode abrir a carteira e chorar que o prejuízo será grande.

    • Matthew

      Mas sempre tem uns caras que cuidam melhor do carro do que da própria casa. E quando a venda é direta entre particulares, o vendedor não tem obrigação legal de dar garantia pelo carro. É no estado em que se encontra o carro e fim de papo. Na rua onde eu moro tem uns 3 vizinhos que sempre têm os carros impecáveis. Um deles vendeu uma Montana Conquest da geração anterior com apenas 24 mil quilômetros, sendo que na época o carro tinha uns 4 anos de uso já. O outro passa o final de semana lavando os carros. Desses caras eu comprava de olhos fechados.
      Eu penso que o particular pode ter suas vantagens. Às vezes o cara sabe da qualidade do carro que tem e simplesmente não quer entregar pra concessionária com menos 30% do valor de tabela. Esse tipo de proprietário faz questão de documentar toda a manutenção que ele fez, os carimbos da revisão no manual etc…. enfim, 100% seguro nem carro zero km é. Como você mesmo disse, sempre tem o risco de ser premiado com um carro que veio bixado, ou como o pessoal comentou acima, a própria concessionária recuperou o carro de alguma avaria.

      • Rodrigo Alves Buriti

        Caracas….4 anos e 24mil km!
        Eu tô com 4 anos e 24.944km…..por pouco ein! kkkkkkkkk
        Fora isso, revisões em CSS e lavagem a cada 15 dias com produtos Meguiars e Mothers, microfibras e etc!

        A mãe de uma colega tem um carro que só anda 3mil km/ano…..Já bateram nela, mas foi o parachoque (inclusive vi na hora que tiraram para trocar e a parte interna estava OK) e, tipo, como foi só parachoque ainda assim compraria de olhos fechados. Já tive um carro onde amassaram o parachoque e, para mim, sendo só essa peça trocada não vejo problemas, desde que a alma e partes internas não tenham sofrido danos.

        • ataide13

          meu March retirei 0km em Julho de 2014 e está com 85.000km onde todas as revisões foram realizadas em concessionárias, porém já foi batido a lateral onde uma porta precisou ser trocada. Fora isso outra batida com o carro estacionado que zuou um pouco o para-choques mas que recuperei jogando agua quente. Não lavo meu carro tem por volta de 80 dias, onde a craca que ele está do lado de fora é bem visivel, por pura porquisse mesmo, porém mecanica impecavel.
          Imagino quando eu for vender o meu danado daqui uns 2 anos e com quase 200mil km.
          Se eu pegar 10 mil acho que já dou pulo de alegria.
          Inveja de quem anda pouco com carro kkkkk.

        • klaus

          já comprei um usado q havia sido batido atrás somente no parachoque (descobri depois) e não tive problemas também.

  • Brenno

    É possível checar a procedência do veículo de forma simples:
    – Baixe o aplicativo Sinesp Cidadão (Tem pra Windows Phone!) > Você consulta a situação do veículo e te da os ultimos números do Chassi. Você confere no carro.
    – Serviços como o CarCheck e CheckAuto fornecem muita informação sobre o veículo.
    – Preço. Olhe na Fipe, na Webmotors. Tenha uma média do preço. Carro x vale 30 de tabela e a média está entre 28 e 32. Aparece um anúncio do mesmo por 20. Tem algo errado aí.
    – Olhe a data de fabricação dos Pneus, bem como o Step.
    – Coloque uma 3ª/4ª, tire o pé da embreagem, e veja se o carro apaga ou não, mostrando o estado da embreagem.
    – Desgaste dos pedais e volante, bem como painel.
    – Pintura debaixo do capô. Há espaços que uma pintura não original, não consegue cobrir.
    – Alinhamento de portas e do paralama com a coluna A, bem como da tampa traseira com o parachoque.
    Porque, pra dar um banho de loja e enganar os outros é algo extremamente “comum”.

    • saosao

      “Coloque uma 3ª/4ª, tire o pé da embreagem, e veja se o carro apaga ou não”. Num carro manual em bom estado, o motor deve morrer ou não?
      Não sei se ainda vale, mas quando comprei meu Civic AT em 2004, falaram para, em N ou P, acelerar fundo. Se o motor estiver bom, a rotação não deve passar de uns 3000RPM, e deve ficar ali estagnado.

      • Brenno

        Sim, deve morrer. Caso contrário, a embreagem está patinando.

  • PedroHC

    Também deve-se levar o carro em um mecânico de sua confiança para fazer uma vistoria. Fora do Brasil isso é muito comum, mas a moda ainda não chegou por aqui. Existem oficinas que são especializadas nesse tipo de serviço, e o preço varia de acordo com o detalhamento da inspeção, mas é ótimo para detectar batidas, problemas elétricos e mecânicos.

    • Guilherme G.

      Aqui em casa, só é fechado negocio se o mecânico de nossa confiança levantar o carro e olhar toda a parte mecânica, caso contrario nada feito.

  • Guilherme G.

    Eu estou focando em trocar meu Gol G5 1.6 2010, por uma Jetta Variant 2.5 2010, consumo e valor da manutenção + seguro vai ser bem mais caro, mas já está tudo nos planos financeiros.
    Agora só esperar até o carro certo aparecer.

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  • MauroRF
    • Leonardo Lima

      Isso é Brasília? Meu palpite é frota de embaixada.

      • MauroRF

        Que nada, é em Itapetininga, interior de SP, Sudoeste Paulista. Esse é o fator mais interessante. Aqui fica a 180 km da capital SP e 60 km de Sorocaba.

      • MauroRF

        E a placa, que tampei, é daqui mesmo da cidade

  • Ricardo Blume

    Ou você é roubado pelo garagista que faz gambiarra no semi-novo ou você é roubado pelas montadoras que pedem valores absurdos pelos veículos novos. Ou seja, compre semi-novo com procedência (e ainda assim pode correr algum risco).

  • cefaf

    Só acho que os odômetros deveriam vir com um lacre que denunciaria se a quilometragem fosse adulterada. Só acho… :-)

    Aliás, alguém sabe dizer se é crime adulterar quilometragem?

    • Zé Mundico

      É crime se você fizer com intenções de iludir a boa fé de terceiros, tipo o vendedor da agência que altera o odômetro para fraudar a venda.
      Mas você é livre para fazer no seu próprio carro, vai de cada um.

      • cefaf

        Por isso mesmo que acho que deveria ter um lacre no odômetro.

    • Marcelo Nascimento

      Aqui no RJ foi ventilado um projeto para que nas vistorias anuais a quilometragem fosse impressa no documento, Assim, reduziria a chance de um tombo muito grande. Claro, não foi pra frente…

      • cefaf

        Se isso tivesse virado lei (não concordo com ela), aí vejo um monte de gente transferindo o carro para outro Estado e o RJ perdendo em arrecadação com o IPVA. O ideal seria ter um lacre de fábrica nos odômetros. Quer alterar? Altera, beleza. Mas a alteração pelo menos fica evidente.

      • Artur

        Um meio de evitar a fraude na quilometragem é comprar seminovo (usado com menos de 3 anos e até 60 mil km), preferencialmente dentro da garantia, e exigir somente carros em que o dono levou na concessionária para fazer as revisões. Lá eles anotam a quilometragem.

        • saosao

          Pois é, um amigo comprou um Picasso numa loja e não foi antes na concessionária conferir a quilometragem. Depois q comprou, o carro estava meio manco e falhando. Foi na concessionária e viu que o lojista tinha voltado uns 60 mil km.
          Aliás, 60 mil km pode fazer muita diferença se a pessoa não cuidou bem do carro. Pois existem muitos que viajam diariamente com o carro, mas o mantêm sempre em dia.

  • Janderson von Neumann

    Tinha uma época que a gente alternava carro zero com semi novo aqui em casa, até que no ano de 1996 tomamos uma trolha, o sonho aqui em casa era um Monza, e como era um carro caro pra nós a gente sempre deixava ele em segundo plano, ía comprar um Monza mas acabava comprando Chevette, Kadett…aí em 1996 foi anunciado o fim do Monza, meu pai ficou doido, o carro que a gente tanta queria agora estava saindo de linha, corremos para comprar um zero km, mas não conseguimos em nenhuma concessionária, e isso que eu mesmo vasculhei por tudo, até mesmo em SP, o que eu achava já estava vendido, passou um tempo, uns 3 meses, vindo com meu pai do serviço passamos em frente de uma loja de semi-novos, tinha um Monza GLS 96 branco lindo, meu pai parou na hora, olhamos o carro, eu de cara achei um monte de coisinha esquisita, tipo alinhamento das portas, capa do retrovisor trincada, diferença na textura da pintura, etc…puxei meu pai para o canto e disse, vamos embora, esse carro é bomba, mas meu pai bateu pé pois o carro tinha apenas 6 mil kms e cheirava a novo, por dentro é claro, estava impecável como zero, motor e caixa idem, me pai ainda me disse, logo vem a revisão dos 10 mil kms e algumas coisas a GM arruma na revisão, e pronto, bateu o martelo, isso tudo em menos de 5 minutos depois de olhar o carro, e eu ainda falava, vamos embora…
    De tarde fomos buscar o Monza, na primeira quadra que andei já notei o volante bem torto fora de centro, ali começou um verdadeiro martirio, o carro não dava alinhamento, ninguém conseguia fazer geometria nele,levamos para um firma que constatou que o carro tinha sofrido uma batida grave com enrugamento do chassis/monobloco, levamos ele então para uma empresa de alinhamento com ciborg, melhorou uns 98%…andando certo dia na estrada abri o vidro para pagar o pedágio, ao arrancar e subir o vidro (elétrico, deixei subir) quando ví o vidro saiu da canaleta e caiu na estrada, nova investigação, o carro tinha sido todo batido numa lateral e as duas portas nem eram do mesmo carro, eram de um Monza azul marinho, o nosso era branco, começei a procurar mais coisa, e me apavorei, o carro era um remendo de vários Monzas, puxei o histórico e encontrei, o carro tinha sido roubado e teve um acidente grave passando em cima daquelas “malas de concreto” que dividem avenidas, assim remendaram o Monza e revenderam, isso que era um carro de um senhor de idade que andava pouco, kkkk…a partir nunca mais usado, semi-novo, um escambau…
    Sou muito detalhista, um micro risquinho no carro eu já vendo, não admito qualquer defeito, qualquer grilinho no painel, cheiro dentro do carro que não seja de novo, etc…nem sair em dia de chuva eu não saio para não sujar o carro por baixo, não abro o vidro para não sair o cheirinho de novo, não mando lavar, só eu lavo e com produtos importados e panos de microfibra, vendo um carro com 5 anos ou mais igual a zero ainda, e andamos pouco, por isso acho a melhor escolha o zero, mesmo que pagando a mais, mas é uma tranquilidade que não tem preço.

    • Zé Mundico

      Interessante, mas não serve como exemplo nem será por isso que se deixará de comprar carro seminovo.
      Seu pai comprou uma bomba mesmo sabendo de todas os problemas que estavam na frente dele.
      Se mesmo assim ele insistiu na compra, paciência.
      Meio que pediu para ser enganado….e foi.

  • Louis

    O mais interessante é que todo carro usado anunciado, aparecem as palavras “impecável, baixa km, sem detalhes” kkkkk
    Mas a verdade é que a grande maioria das pessoas vende o carro porque já precisa fazer alguma manutenção, ninguém gasta no carro já pensando em vender.
    Quando eu compro algum usado, já reservo uma grana para uma revisão geral.

  • Christian Balzano

    É meu quinto carro usado, tive sorte até então. O mais problemático foi um Fiat 500 Lounge Air, não por ser usado mas por ser Fiat. Percebi como a Fiat faz economia burra com componentes e peças internas. Peças que deveriam ser resistentes de ferro eram de plásticos. Uma peça de plástico que segurava o seletor das trocas do câmbio automático quebrou, por desgaste, uma peça que deveria ser de ferro para nunca quebrar, o câmbio simplesmente travou. Por ser um carro importado ninguém tinha a peça, nem a Fiat. A solução foi mandar um torneiro recriar a peça forjada. Passei o carro pra frente com essa gambiarra, mas pelo menos o futuro dono não vai ter a mesma dor de cabeça.

    De resto, os carros com mais quilometragem você tem que estar ciente que em breve serão necessários trocas dos componentes, tais como amortecedores, pastilhas, disco, correia dentada, limpeza de bico, velas. Normalmente negligenciado pelos antigos proprietários. Por isso, já separo um dinheiro a mais para substituir tudo de uma vez.

    Acho que a primeira dica é a mecânica, em seguida da funilaria. Mas não deixo de comprar um carro só porque houve uma batida leve, desde que não tenha comprometido a parte estrutural. É normal nesse trânsito caótico de São Paulo eventuais batidinhas. Um bom funileiro fará um serviço tão bom que nem vai reparar nisso.

    Outra dica valiosa é notar amassadinhos de pedrinhas no capô, isso é um ponto muito positivo pra mim. Pois é normal em estradas o carro sofrer com insetos, detritos de caminhões. Um capô lisinho significa que houve funilaria e retoques. Prefiro um carro que tenha risquinhos normais do cotidiano, é uma prova que a pintura é original desde que saiu de fábrica. Do que um carro completamente retocado, impossível uma perfeição dessas de um carro usado.

  • Bruno Wendel Marcolino

    Particularmente, arriscaria carro de locadora seminovo, geralmente uns 5-7 mil abaixo da fipe, pouco rodado.

    Só tem que ter a manha de ver se está batido.

    No geral, conheço pelo menos uns 5 amigos que compraram e nunca se arrependeram.

  • Miguel

    Nem fala em carro usado!
    Hoje mesmo vi um morador de um prédio perto do meu saindo com um Fiat 500 Abarth, com aquele ronco maravilhoso!
    Deu vontade de parar e dizer pra ele que eu estou na fila pra comprar!
    O carrinho pequenino saiu rasgando e roncando alto!

  • Erick

    Melhor um semi novo por 40 mil (Ka 1.5, JAC J5 1.5, Gran Siena 1.6, Celer nacional 1.5…) do que um Up, HB 20, Prisma: todos 1.0 por quase 50 mil.

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