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Qual é a marca de carros mais vendida no Brasil?

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O que faz uma marca de automóveis ser líder de mercado? Essa é uma pergunta importante, com muitas respostas, que certamente todos os fabricantes buscam entender.


Existem vários fatores que contribuem para se chegar ao topo, não sendo simplesmente uma questão de ter o melhor produto. Principalmente no Brasil, onde o preço dos automóveis atinge níveis estratosféricos, às vezes o custo-benefício (ou simplesmente o “custo”) se torna mais importante do que as qualidades do modelo, e isso o coloca à frente dos rivais.

No meio de toda essa briga, qual a marca que mais vende em nosso país? Alistamos abaixo os cinco fabricantes com mais unidades comercializadas nesse ano, entre automóveis e comerciais leves, bem como quais modelos os ajudaram a chegar nesse patamar. No final, vamos falar um pouco sobre as marcas e modelos que mais venderam nos últimos anos.

1) Chevrolet – 18,73% do mercado

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A atual líder de vendas no cenário automotivo brasileiro ocupa essa posição desde 2016, e esse sucesso tem como principal responsável o Onix (responsável por 47% das vendas da marca).

O modelo se tornou o mais vendido por aqui em 2015, deixando para trás a concorrência ao oferecer um visual mais moderno e chamativo em relação a Palio, Uno e Celta, os anteriores líderes de venda. Uma prova de que o público estava procurando por isso é o Hyundai HB20, outro modelo que aposta bastante no visual e que ocupa a vice-liderança atualmente.

Mas nada que se compare aos números do Onix. Em dois meses, o modelo já teve 28.855 unidades comercializadas, quase o dobro do segundo colocado. Além dele, outros modelos que ajudaram a colocar a Chevrolet nessa posição foram Prisma (9.767 unidades vendidas em 2018), S10 (4.695), Tracker (4.165), Spin (3.535), Cruze sedã (3.315), Cobalt (2.575), Montana (1.953), Cruze hatch (1.150), Equinox (741) e Trailblazer (533).

2) Volkswagen – 14,85% do mercado

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Líder de mercado por quase 50 anos no Brasil (com exceção de alguns poucos anos na década de 1980, quando a Chevrolet assumiu o posto com Chevette e Monza), a Volkswagen vê a atual segunda colocação como algo positivo. Dizemos isso porque este é um período de recuperação para a marca, que antes estava estagnada na 3ª posição.

E se a Chevrolet conta com um modelo popular para alcançar seus números, parece que a bola da vez na VW é um modelo mais caro. O Polo é hoje o carro mais vendido da marca, tendo 11.574 unidades acumuladas em 2018. Logo atrás aparece o velho conhecido Gol, com 10.384 modelos comercializados.

Depois a marca conta com Saveiro (6.113), Fox/Crossfox (5.683), Voyage (4.693), up! (3.353), Amarok (2.383), Virtus (1.541), Jetta (1.099), Spacefox (857), Tiguan (379), Golf (286), Passat (166), Golf Variant (95) e Kombi (1).

3) Fiat – 12,45% do mercado

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Difícil se lembrar de uma época onde o trio Chevrolet, VW e Fiat não estavam entre as três marcas mais vendidas. Nesse ano a história vem se repetindo, mas mostrando claramente duas coisas: a marca italiana vem caindo em comparação com as rivais (perdeu em 2016 uma liderança que já durava 11 anos) e mostrando uma dependência cada vez maior da Strada para manter seus números.

Os resultados da picape são tão bons (9.509 unidades acumuladas nesse ano) que o modelo é hoje o mais vendido da marca, algo que normalmente depende de um automóvel, não de um comercial leve.

Depois aparece o Argo (8.518) e em seguida a Toro (6.945), outra picape. A lista segue com Mobi (8.006), Siena (2.957), Uno (2.027), Fiorino (1.273), Doblo (686), Weekend (370), Palio (255), Ducato (88) e Cronos (78).

4) Ford – 9,22% do mercado

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Se o pódio acima dificilmente muda, a quarta posição também quase sempre é da Ford. A esperança pra que essa história mude é o Ka hatch, que tem tido bons resultados. Em 2018 ele briga unidade a unidade com o Hyundai HB20 (14.799 do coreano contra 14.226 do Ka), mantendo uma distância segura para o 4º colocado.

Mas os representantes entre os primeiros colocados da marca norte-americana sumiram, o que explica sua dificuldade para crescer mais. Depois do Ka, o próximo modelo mais vendido é o Ecosport (4.227), apenas o 23º modelo mais vendido nesse ano.

Depois aparecem Ka sedã (4.151), Fiesta (2.859), Ranger (2.335), Focus sedã (711), Fusion (678), Focus hatch (558), New Fiesta sedã (343) e Mustang (26).

5) Hyundai – 8,86% do mercado

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Sabe aquele time que depende de um único jogador pra ganhar os jogos e se vê perdido sem ele? É mais ou menos isso que o HB20 representa para a Hyundai. Mais de 51% das vendas da marca são desse modelo (14.799 até aqui em 2018), apenas em sua versão hatch.

Se levarmos em conta o sedã HB20S (que emplacou 5.106 unidades) nessa conta, o resultado pula pra 68,6%. Não que exista algo de errado com isso, pelo menos enquanto o mercado aceitar.

Com uma linha bem mais enxuta que os rivais acima, o restante das vendas da Hyundai em 2018 se dividiram entre Creta (5.945), ix35 (1.364), Tucson (761), HR (734), Elantra (132) e Santafe (131).

Quem pode incomodar essa turma?

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Com uma briga tão acirrada, tudo pode acontecer até o fim desse ano, especialmente se levarmos em conta o que as marcas vão lançar nos próximos meses. Mas, por enquanto, existem outras cinco marcas que aparentam ter condições de buscar uma posição entre os primeiros colocados.

Toyota e Renault vem fazendo uma interessante briga pelo 6º lugar. Atualmente essa posição é da marca japonesa, que conta com a imprescindível ajuda do Corolla (já foram 8.354 unidades vendidas nesse ano, quase um terço do total da marca, de 26.454).

Logo atrás vem a montadora francesa, que acumula 23.039 unidades nesses dois meses. Em seguida está a Honda, com certa tranquilidade na 8ª colocação (19.879), e depois outra briga boa, entre Nissan (9º, com 13.280 unidades) e Jeep (10º, com 13.053).

Os mais vendidos nos últimos 16 anos

Como dissemos acima, pouca coisa mudou entre as marcas mais vendidas desde 2002, como informa o site da Fenabrave. A liderança foi dividida entre Fiat, que a ocupou na maioria dos anos, e Chevrolet. Mas a Volkswagen sempre fez sombra às duas, aparecendo em segundo ou terceiro lugar.

Veja essa lista detalhada abaixo, com a marca mais vendida em cada ano (e o modelo mais vendido dessa marca):

AnoMarca (modelo)
2002Fiat (Palio)VW (Gol)GM (Corsa)
2003Fiat (Palio)GM (Celta)VW (Gol)
2004GM (Celta)Fiat (Palio)VW (Gol)
2005Fiat (Palio)GM (Celta)VW (Gol)
2006Fiat (Palio)GM (Celta)VW (Gol)
2007Fiat (Palio)VW (Gol)GM (Celta)
2008Fiat (Palio)VW (Gol)GM (Celta)
2009Fiat (Palio)VW (Gol)GM (Celta)
2010Fiat (Uno)VW (Gol)GM (Celta)
2011Fiat (Uno)VW (Gol)GM (Celta)
2012Fiat (Uno)VW (Gol)GM (Celta)
2013Fiat (Uno)VW (Gol)GM (Onix)
2014Fiat (Palio)GM (Onix)VW (Gol)
2015Fiat (Palio)GM (Onix)VW (Gol)
2016GM (Onix)Fiat (Palio)VW (Gol)
2017GM (Onix)Fiat (Strada)VW (Gol)
Qual é a marca de carros mais vendida no Brasil?
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  • Munn Rá : O de Vida Eterna

    Quem poderia incomodar essa turma seria alguma automobilística chinesa

    Alias já incomodaram : o aumento de 30% no IPI no passado mostrou isso

    Embora elas tiveram também a sua parcela de culpa ( foram ” afobadas ” )

    Em pessoal espero que Chery ” vingue ” no nosso mercado automobilistico

  • Rafael Prado

    A entrega de veículos ainda em lançamento, quero ver a VW no final do ano, pois com esses carros caros e básicos, vai ficar difícil manter. E a cada dia um novo RECALL para a VW. a coisa está complicada, eles desaprenderam a fabricar carros.

    • Punta-tacco

      Ultimamente a VW é a que menos precisa realizar recall. Esse mês a VW colou atrás da GM e não vai demorar muito pra ser líder, isso só não irá acontecer caso ela aumentar d+ o preço do Polo e Virtus.

    • Fabão Rocky

      Há mto tempo a VW já desaprendeu a fazer carro. Gol q tem fama de carro robusto q “n quebra”, tive um Gol G3 q era uma verdadeira bomba, só andava dando problema. E olha q sou chato c/ manutenção hein? Qto ao Gol G5 tava pensando em pegar um Gol Rallye, mas um amigo meu q tem um Voyage 1.6 me dasanimou, o Voyage dele tbm é “problemático”. Carro da VW q n quebrava era o Gol quadrado. Essa fama de inquebrável e de mecânica boa da VW morreu junto c/ o Gol quadrado.

      • Wellington Myph13

        Cara, vou dar meu lado da coisa, mas nada é absoluto, apenas constatando fatos…
        O Gol tem fama é de carro ruim, barulhento, escola de samba e etc, mas eu comprei um Power 1.6 2013 com 30mil km de locadora, sem problema algum, sem bater acabamento, rodar sólido, suspensão boa ainda, motor sem problemas e etc… Posso ter dado sorte, cliente meu tem um Voyage 2013 1.6 e ele adora o carro mas reclama de barulho de acabamento… Mas nunca teve problema de mecânica, tanto que ele trocou o Voyage 2011 dele (que já reclamava de barulho de acabamento) em um 2013 zero km, e esta prestes a pegar outro 2018…
        Meu cunhado comprou um Gol 2017 com o novo acabamento, ficou apaixonado no carro, ele teve um Gol quadrado antigamente, que ele odiava, e depois teve um bolinha que também odiava, era uma barulheira de motor, plastico batendo, se desfazendo em pouco tempo e etc, mas nesse novo ele decidiu dar a chance porque eu indiquei, falei pra ele perder esse medo de coisa velha, isso já foi, conseguiu um bom negócio e trocou.
        Ele adorou o carro, com o novo 1.0 3 cilindros ele é silencioso, desenvolve fácil em estrada (ele usa 70% em estrada), acabamento melhorou demais, design interno nota 10, mas ele não gostava do desenho do carro em si, sempre achou careta… Agora ele esta com o Argo 1.0, adorou o carro, muito mais confortável que o Gol, mas em termos de Dirigibilidade e elasticidade no motor, ele sente falta do Gol, ele sempre fala isso pra mim…
        Andou 40mil KM com o Gol, sem reclamações, sem estragar qualquer peça interna por desgaste ou qualquer coisa.

        Não vejo Gol e Voyage como carroças ou opções fora do baralho… São bons carros, mas como qualquer um, infelizmente, é uma caixinha de surpresa… Tem quem elogie e ame o carro, e tem quem teve dor de cabeça desde o começo… Veja na 4 rodas, quantos clientes não se desfizeram do Jeep Compass em 2 meses porque não aguentavam o ar condicionado cheirado ruim, e a CSS não sabia o que fazer, um carro de mais de 100mil reais, com um defeito que nunca imaginei que teria, e pra piorar, a CSS não arrumou nenhum dos casos, todos passaram o carro pra frente com pouquíssimo tempo de uso…

        • leandro

          O cara comprar 3 voyages é demais, carro se for 1.6 ate é razoável mas ta loco poira dentro motor deve ter equipado o carro do Fredi ou do Barnei.

        • Maior problema da linha Gol hoje é que está defasada em relação à concorrência: saiu muita coisa nova desde 2008, o que acabou deixando os produtos da VW extremamente envelhecidos. As próprias dimensões da linha Gol, com entre-eixos entre 5 e 10 cm menores que os da concorrência, já depõem contra a modernidade do projeto.
          Aqui no Brasil desenvolve-se projetos para durar 10 – 15 anos. É tempo demais nos dias atuais. Com a concorrência procurando todo dia novos produtos que satisfaçam ao público, fica difícil manter a competitividade de um modelo que está com 10 anos de mercado sem melhorias efetivas.

          • Wellington Myph13

            Concordo em partes. Apesar de entre-eixos menor, ele ainda tem bom espaço, briga com HB20 e Ka nisso, só o Onix mesmo é maior assim… Agora tem o Argo de maior assim na linha de preços de um Gol, já que agora tem por 43.990,00… Gol apesar disso evoluiu bastante no design interior e ainda tem um powertrain bom no 1.0, e agora deve evoluir no 1.6 pro de 16v, deve andar muito bem e ser bem econômico também, já que o Polo MSI foi uma surpresa pra todos em consumo, o Gol mais leve não pode sair pior…
            Não discordo que já passou da hora de evoluir o carro, só estou defendendo que apesar de tudo isso, tem opções piores no mercado, e ele não faz tão feio frente a concorrência atualizada, o que uma negociação ou test drive pode pender pro seu lado, ou não.

            • Eu entendo o seu ponto de vista, e ele está correto. Mas que a oferta de muitas opções lançadas posteriormente pela concorrência lima a competitividade da linha Gol, isso é inegável, mesmo que ainda seja um produto que tenha sim, seus bons atributos para convencimento do comprador.

              • Wellington Myph13

                Honestamente o Gol não devia estar vendendo tanto, forçando a mão da VW em atualizar ele.
                Mas como não dá pra controlar isso, e ele vende bem, então tem que se “conformar” com o que ele oferece e notar que apesar de tudo, não faz feio e as atualizações estão sendo razoavelmente boas… Tudo na risca do razoável.

        • EDU

          Me desculpa seu cunhado mas ficar apaixonado por um GOL . E gosto ne!

          • Wellington Myph13

            Ele, como eu citei, não gosta do desenho do Gol, e até nem acreditava que gostava de andar no Gol, mas conquistou ele na dirigibilidade… Ele pega muito estrada, e fazia tempo que ele não pegava um carro gostoso assim.
            Teve Fiesta Sedan 1.6, Logan 1.6, HB20S 1.6, Versa 1.6, tudo 1.6, ele nem achava que ia gostar de carro 1.0, ele lembra da “sofrência” que era antigamente… Tudo isso é coisa de quem não procura conhecer melhor sobre os carros, quem não vê ou não quer aceitar a evolução das coisas. Como casou certinho de ele precisar de grana pra terminar a construção da Casa e a VW foi a que melhor pagou no carro dele e ainda pegou parcela baixa naquele esquema de parcela balão, ele adorou o negócio, e acabou adorando o carro no fim das contas. Hoje ele já pensa em pegar só 1.0 desses novos que desenvolvem melhor em estrada pro trabalho dele e 1.6 só no carro pra casa mesmo.
            Ele não pretende ter mais Gol, ele já disse, o carro atendeu o que ele queria, gerar dinheiro pra terminar a obra, usou por 2 anos, gostou do carro, mas se fosse pra voltar na Volks, agora seria de Polo.

    • Navaman

      Eu diria que o problema, há muito tempo, é o pós-venda, não os carros. Reconheço que houve safras melhores.
      Nasci num ambiente VW (meus pais tiveram Fusca, Brasília, Gols, Voyages, Golf, etc) e eu era fã dos VW, mas os abandonei. Sou influenciador das compras na família por curtir carros desde garoto e, por isso, o mesmo ocorreu com todos os familiares próximos.
      A última frase que ouvi numa concessionária VW em Salvador, há uns 15 anos, ao pressionar o atendente – já em estado de fúria – por um orçamento de 4k numa revisão periódica: “Eles nos obrigam a fazer isso, senão sou demitido”. Tinha tudo no orçamento, menos o que era para fazer. Foi a gota d’água.

  • Pedro154

    A VW acertou mesmo com o Polo. Acho que quando chegar o SUV compacto e o novo Gol, a marca alemã volta ao primeiro lugar.

    • Wellington Myph13

      Acredito que volte ao primeiro lugar ainda esse ano (EDIT: Apenas um mês ou outro não no acumulado do ano), e deve se aproveitar bem em 2019 disso também, mas vai durar pouco, porque a resposta da GM vem rápido e vem forte…Final de 2019 e inicio de 2020 com a linha totalmente renovada, vai dar uma boa briga…

      Quem não vejo planejamento decente a longo prazo é a FIAT, parece que esta parada no tempo… única coisa boa que espero da Fiat é o 1.0 e 1.3 Firefly Turbinados, mas ainda assim só isso não vai alavancar as vendas o suficiente pra brigar com GM e VW…

      • Pedro154

        Pois é, acho muito difícil a Fiat voltar às qualquer das duas primeiras colocações.

      • Fiat parece estar vivendo um momento parecido com o que vimos a VW viver entre final dos anos 90 e 2010. A marca parece estar perdida quanto ao rumo que deve tomar, e seus produtos novos estão visivelmente desconectados dos anseios do público que foi cativo da marca por mais de uma década.
        Me parece que a entrada da Jeep (com inegável sucesso) no portfólio nacional fez o grupo perder o foco quanto à marca italiana. A alta lucratividade para os modelos ditos “SUV” aliada à boa receptividade de público por certo que fez os executivos do grupo se questionarem sobre a lucratividade obtida nos modelos tradicionais da Fiat.

        • daneloi

          O CEO da Fiat já deixou claro que vai deixar a marca em segundo plano para investir em marcas mais lucrativas como alfa e jeep. A partir de agora Fiat na Europa é só 500 e seus derivados. Na América latina só carros de baixo custo. A Fiat vai continuar caindo até ser esquecida. Triste.

      • Luciano RC

        A Fiat está enxugando a lista de modelos e deve investir mais nas outras marcas do Grupo. A Jeep está indo maravilhosamente bem e continua recebendo investimentos. Ela deve deixar a Fiat somente para compactos e essas picapes.

        • visanpai

          Enxugando errado, ainda por cima. O Mobi é bem desnecessário. Os únicos concorrentes dele são J2 e QQ, porque o Up concorre (em teoria) com o Uno.

          • Luciano RC

            Hoje o Mobi é um concorrente para o Kwid. A Fiat precisa secar a linha… melhorar o que tem e voltar a investir em marketing.

            • visanpai

              Por incrível que pareça, o Kwid tem entre-eixos e porta malas maior até que o Uno (que já é minúsculo – temos um aqui em casa). O Mobi é um micro car. Mas sua lógica faz sentido no mercado.

    • Luciano RC

      Ela vai precisar ajustar bem sua linha para manter essa liderança. Agora, estamos com a concorrência mais preparada… todo mundo se mexendo. A Fiat está mudando sua linha, a Chevrolet tem as novas gerações na manga e a Ford está buscando melhorar também. Sem falar que a Hyundai está pra assumir toda operação importada e as francesas devem se mexer. Não duvido que a Honda e Toyota também aproveitem esse momento para buscar ampliar o mercado. Assim que nós queremos.

      • Pedro154

        Quanto mais concorrência, melhor!

  • leandro

    Se a GM conseguir lançar uma nova geração do onix com mais segurança e motores atualizados vai seguir lider e até aumentar. Tem um sedã medio bem competitivo, suv pequeno também, a s10 vai bem também. Tem q se mexer com a Montana.

    • Luciano RC

      Ela tem toda a família Onix sendo desenvolvida. A Spin vai receber um tapa e deve ganhar vendas. O Cobalt de nova geração deve vir pra bater no Virtus e brigar novamente pela liderança. Ano que vem ela vai apresentar o novo Tracker, do qual deve corrigir os pequenos erros dessa geração e ampliar o mercado.
      Precisa investir mais no Cruze e também na família S10. Buscar ampliar as vantagens. Acho que falta equipamento nas versões intermediárias.

      • Cobalt precisa retomar a política de preços agressivos do início de suas vendas para se tornar competitivo, novamente. O fim da versão 1.4 limita muito essa estratégia, em especial junto aos taxistas, consumidores ávidos da primeira leva do modelo. O atual fornecimento do modelo só em versões mais completas (e caras) visivelmente o limou das ruas (veja o quanto é difícil encontrar um modelo com o facelift em nossas ruas).
        Quanto ao Cruze… duvido que vejamos investimento de esforços para essa categoria no futuro próximo. O hatch, ao menos até onde eu saiba, já teve suspensa sua importação da Argentina. O mercado de hatches médios se esvaiu e o de sedãs médios vai tomando rumo semelhante em passos lentos, mas constantes.
        Quanto ao Onix, difícil dizer que a modernização de motores será benéfica ou não ao modelo no curto prazo. Modelos dessa categoria no Brasil costumam se beneficiar de mecânicas simples e datadas, com amplo fornecimento de peças e mão-de-obra no mercado paralelo, reduzindo o valor da manutenção ao longo dos anos. A GM tem essas contas na mão, e sabe que os velhos motores de sua linha ainda são trunfo no sucesso atual da linha Onix / Prisma. Tanto que o já anunciado lançamento de um motor 1.0 tricilíndrico já foi adiado por várias vezes, e ainda há dúvidas de quando chegará ao mercado.
        O Tracker precisa “crescer”. No seu formato atual acaba limitado à disputa com 2008, W-RV e Ecosport, modelos que pretendem disputar mercado com os hits do mercado (H-RV, Creta, Kicks), mas que pecam por suas dimensões internas significativamente inferiores.
        Quanto à Spin… produto para um público muito específico, cuja remodelação não deve representar ganhos expressivos em vendas, uma vez que o conceito do carro se manterá inalterado, com características principais permanecendo as mesmas.
        No fim das contas, o que a GM terá de repensar para os próximos anos? O fornecimento de Crossovers ou SUV’s compactos competitivos para o mercado das fatias médias do mercado e na melhor forma de manter a atratividade da linha Onix/Prisma frente a uma concorrência que promete farta renovação até 2020.

      • leandro

        Se for assim tende a manter com folga a liderança, mas não pode parar pois o mercado quer Suvs acho q a gm pode fazer algo proximo da Fiat toro, realmente poderia ter mais versões do Cruze.

        • Luciano RC

          Cruze já tem data pra morrer… duvido que teremos uma próxima geração, principalmente agora que ela tem planos de nacionalizar a próxima Tracker.

          Fui na Chevrolet e troquei o Fit num Tracker Premier. Perguntei do Cruze e o vendedor falou que vende metade do Tracker. Que o pessoal só quer SUV agora. Só pra saber, até Trailblazer tinha para teste-drive na concessionária.

          • leandro

            Pois é mas dai eles tem que colocar mais modelos na linha. E sobre o sedan sera que vai ser igual a Vw vao fazer um polo sedan esticado e vender por jetta?abraço.

  • Zé Mundico

    Acho que Toyota não ameaça ninguém, apesar de vender bem o sagrado e divino Corolla.
    Motivo: a Toyota não tem elenco nem repertório e sobrevive apenas dos bons Corolla e Etios, dois modelos sem muito futuro e já começando o fim de carreira.
    A meu ver, a única que ainda poderá abalar as 4 grandes é a Renault, com seus modelinhos genéricos e simplórios, mas que se enquadram perfeitamente na realidade econômica brasileira. O povo aqui tem pouca grana para comprar carro e menos ainda para manter. Daí a predominância de modelos baratos, pelados e com pouca tecnologia. Quando muito, uma CM xing-ling para agradar o freguês…
    Quanto a GM e VW, são duas empresas que no decorrer de décadas, souberam captar a realidade do brasileiro médio e entregar modelos adaptados a nossa realidade. E o fato de terem as maiores redes de autorizadas e facilidade de peças já ajuda bastante. E qualquer mecânico de esquina sabe mexer em GM e VW.
    E a Fiat acabou.

    • EDU

      Vamos ver com a dupla YARIS como pode ficar

    • Acho que o Yaris deve dar uma turbinada nas vendas da Toyota. Mas, provavelmente vai influenciar as vendas de Etios e Corolla (para baixo), também. A observar.
      Acho que o modelo da Toyota que teria condições de “mexer” com o mercado seria o C-HR, caso viesse a preços minimamente competitivos.

  • Natán Barreto

    Algumas coisas ficam evidentes com os dados nessa matéria:
    Cobalt vendendo menos que o Cruze mostra que as pessoas não engoliram esse aumento bizarro de preços.
    Golf minguou pelo mesmo motivo. Preço alto.
    E Fiat fadada a se esvair caso não reaja. Chegamos num ponto que a Strada tá segurando as pontas. Tipo????

    • Luciano RC

      O problema é que o Cobalt está entregando uma lista de equipamentos de carro de entrada. Ele não tem nem mesmo um ar automático.
      A Chevrolet precisa urgente atualiza-lo. Quando se compara com o Virtus TSi, ele apanha feio. Se der um banho de loja nele e manter os preços atuais, ele tira a liderança do Virtus no segmento.

    • EDU

      Tipo so na Europa kkk Aqui e TIPO esses mesmo kkk

    • O grupo FCA está tomando um rumo muito ruim para a Fiat. Visivelmente a estratégia é colocar a Jeep como prioridade, deixando a Fiat em um plano bem inferior.

    • Emanuel Schott

      Problema da Fiat no Brasil se chama Jeep. Elas compartilham recursos. Se juntar as vendas das duas, chega perto das vendas da Chevrolet, então a FCA nem se preocupa com isso.

  • Leonardo azevedo

    A Renault precisa de Sandero e Logan com cambio CVT e melhor acabamento.
    Duster com melhor acabamento
    Captur ser ligeiramente maior por exemplo Kadjar.

    • Retrato do Papai

      não adianta fazer frufrus, os carros dacia foram projetados visando baixo custo, a renault tem é que baixar a bola e reduzir os preços… em outros mercados onde esses dacias vendem bem, sempre são os mais baratos ou disputam o preço com modelos igualmente pobres… aqui a coisa é diferente, eles custam muito mais do que deveriam, muitas vezes chegando perto de concorrentes muito superiores, tipo sandero x polo, duster x renegade e outras bizarrices… não dá pra pegar uma carroça, colocar um emblema renault e achar que vai vender horrores (se fosse uma honda/toyota até conseguiria algum sucesso)…

      enquanto a renault não vestir a camisa do baixo custo como fez com o kwid, suas vendas continuarão pífias… até porque, tirando o fluence, todo o portfólio atual da renault é constituído por modelos dacia low-cost…

  • WALTER CARNEIRO

    MAS essa liderança da GM está com os dias contados pelos novos arquiinimigos recém chegados: CRONOS SEDÃ e ARGOS da FIAT que oferecem melhor custo/benefício.

    • Danilo

      kkkkkkkkkkkkk sério?

      • WALTER CARNEIRO

        Claro que vai depender do comportamento da GM em atender o consumidor nos probleminhas pontuais que o belíssimo Prisma e o Onix têm apresentado. Depois que você, Danilo, morrer que tanto rir cheque no site reclameaqui.com.br e você me entenderá melhor. Parece que a GM resolveu “descontruir” esses dois novos ícones e agora não sabe como se posicionar frente ao tsunami que se avizinha. No setor automobilístico é assim mesmo: uma hora se está lá em cima, na outra cá embaixo por falta de atenção a pequenos detalhes que impactam nos desejos dos consumidores. A FORD parece que acordou a tempo com a caixa automática nos seus Ka, e Ka+ para breve. O Ka Sedã atual é o único no Brasil a utilizar sistema pantográfico para abertura do porta malas, você sabia disso?

        • Danilo

          Não se iluda man, a Ford ta nessa posição desde quando me entendo por gente, esses mimos nos carros nunca definiram e nunca vão definir quantidade de vendas. O que faz a GM estar no topo é oferecer produtos que o povão gosta e belos descontos na concessionária, e essa política ela nunca mudou. Concordo que horas em cima, horas embaixo, mas dizer que a GM vai perder o posto só porque a Fiat lançou Cronos e Argo, pra mim isso é ilusão.

          • WALTER CARNEIRO

            Concordo, mas não custa nada esperarmos sentados, não é mesmo? Eu, sinceramente, gostaria que a GM continuasse no topo porque sempre tive carros dessa marca e sempre gostei muito deles. O meu vintage sedã Corsa 2008 1,4, está comigo há mais de 10 anos. Nunca dormiu numa oficina até os 107.000Km quando eu tive a infelicidade de enfrentar uma enchente que provocou um calço hidráulico no motor, que foi reposto um novo pela Azul Seguradora. Super econômico e peças baratas. Com os três VW e dois FIATs que já tive no passado longínquo não tive a mesma sorte. Mas o que tem acontecido com os ONIX e PRISMA, meus preferidos, me deixa com várias pulgas atrás das orelhas. É isso aí. Boa tarde.

        • WALTER CARNEIRO

          Danilo, você parece que tem cabeça dura para entender certas coisas. O sistema pantográfico de abertura do porta malas de qualquer carro é ainda um item considerado de “luxo” pelas montadoras. Nem os caríssimos CIVIC, TOYOTA ou CRUZE possuem esse “mimo” tão útil, nem nos modelos lá de fora. Não entendo como a FORD incluiu esse item num carro de entrada da marca, o que a meu ver valoriza muito o carro, ainda mais agora com a chegada da caixa automática de 6 marchas. Sem aqueles pescoços de ganso as malas nunca ficarão estragadas e o espaço útil para bagagem aumenta bastante. Na verdade é um item barato para ser implementado. Não entendo o porquê de tanta reserva das montadoras quanto a esse “mimo” nos seus sedãs, mesmo alguns de alto luxo. Peço sua inestimável ajuda para que esse “mimo” seja item obrigatório em todos os sedãs nacionais, por favor.

  • Sassá

    O mercado de zero quilometro morreu pra mim. Deixo ele pra quem tem grana pra pagar a depreciação. E servir de cobaia pra modelos novos.

    • Danilo

      Somos 2.

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