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Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil
Honda CG 160 2019

A Honda CG 160 é conhecida por todos os brasileiros. Ela é a moto mais vendida da fabricante mais bem sucedida por aqui.

Por mais que outras fabricantes tentem abocanhar uma fatia gorda do mercado de motocicletas, inclusive muitas vezes com uma gama mais recheada e com modelos até superiores, a Honda é líder absoluta entre os veículos de duas rodas.


Só no ano de 2018 ela conseguiu fechar com uma participação de nada mais, nada menos que 79,22% do geral. E a Honda CG 160 teve uma grande importância em tudo isso.

A CG 160 nada mais é que a atual geração da motocicleta mais vendida da marca japonesa no Brasil. No ano passado ela fechou com mais de 253 mil exemplares comercializados, quase o dobro da segunda colocada, a Honda Biz, que teve 134 mil emplacamentos.

Com isso, se posicionou como o veículo mais emplacado por aqui, superando o Chevrolet Onix com suas 210 mil vendas.


Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil
Honda CG 160 2019

Todavia, ao contrário do que muitos imaginam, a Honda CG 160 não é essa “Coca-Cola toda”. Na realidade, ela entrega aquilo que o consumidor convencional espera: praticidade, economia e robustez.

O modelo tem mecânica de concepção simples, lista de equipamentos dentro do padrão do segmento e um preço razoável.

O interessante é que, como você já deve saber, a Honda CG tem uma boa história no mercado. Tudo começou em 1976, com o lançamento da CG 125 como a primeira Honda produzida no Brasil.

Anos depois, em 2004, ela se tornou a Honda CG 150 com um motor maior e mais potente. Já no ano de 2015 foi a vez da Honda CG 160, que inclusive é vendida até hoje.

Confira abaixo os principais detalhes e história da Honda CG 160 no mercado brasileiro:

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Honda CG 160 – detalhes

Na realidade, o motor 160 da Honda não estreou na CG. Ele começou a fazer parte da linha de motocicletas da marca japonesa na trail Honda NXR 160 Bros, que foi anunciada em novembro de 2014.

Dá para dizer que a Bros é praticamente a versão “aventureira” da CG, visto que ambas compartilham a motorização e diversos outros componentes.

Foi somente em agosto de 2015 que o motor de 162,7 cm³ se integrou à linha Honda CG, ocupando o lugar dos modelos Honda CG 150 que estava em linha há mais de 10 anos.

Esta foi a segunda modificação de motores dentro da linha CG, que passou do pioneiro motor 125 para o 150 e, depois, o atual 160.

A Honda projetou o motor 160 tendo em mente encontrar um equilíbrio entre economia de combustível, menor emissão de poluentes e eficiência na combustão.

De acordo com a marca, o novo motor de 160 cc é totalmente novo, mas utiliza a mesma arquitetura de seu antecessor, sendo monocilíndrico com comando simples no cabeçote (OHC), quatro tempos, arrefecido a ar e com injeção eletrônica.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Em relação ao antigo motor 150 cc, a nova unidade traz um cabeçote totalmente diferente, fabricado em peça única. Ele integra o cabeçote e a parte onde estão fixados o comando de válvulas e os balancins em uma única peça.

No anterior, o cabeçote era produzido em duas partes. Sendo assim, ele acaba sendo um pouco mais robusto, visto que tem uma menor quantidade de peças, diminuindo as chances de problemas, além de ser mais leve.

Há também uma biela de curso mais longo e saia mais curta no pistão, diminuindo as áreas de atrito no interior do conjunto. Isso influencia diretamente na quantidade de calor produzida pelo motor e também numa maior eficiência energética.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Ele conta ainda com duas molas para o retorno das válvulas, sendo uma delas interna, evitando flutuação e tornando o retorno mais ágil. No caso do 150 cc, havia somente uma mola.

Outro recurso é o rolamento de agulha no eixo de balancim, que no antigo 150 cc havia um rolamento esférico. A Honda diz que esse novo rolamento tem desgaste menor e demanda menos manutenção.

Há também uma nova localização de medição de óleo, antes ao lado da tampa de embreagem, agora numa posição mais a frente, deixando o manuseio para a verificação dos níveis do fluido mais prático.

Tudo isso permitiu à Honda aumentar o intervalo entre as revisões periódicas. Agora a marca solicita revisões com intervalos de 6 mil quilômetros rodados, contra os 4 mil km do modelo CG 150. A garantia seguiu sendo de três anos, com as sete primeiras trocas de óleo gratuitas.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

A manutenção, agora menos complicada, não exige o desmonte do cabeçote para retirar o comando de válvulas. Agora o acesso é feito através de uma tampa lateral, tornando o trabalho mais eficiente.

Tal mudança permitiu uma redução na altura do motor, mesmo com o aumento da capacidade cúbica, tornando o sistema mais compacto.

Todo o conjunto foi projetado para atender a segunda fase do Promot 4 (Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares), que entrou em vigor em janeiro de 2016.

Outra novidade está relacionada ao desempenho. Graças ao aumento de potência e torque, os modelos Honda CG 160 estão mais ágeis e eficientes que os antigos CG 150.

Agora são 14,9 cavalos de potência com gasolina e 15,1 cv com etanol, a 8.000 rpm. O motor antigo gerava 14,2 e 14,3 cv, respectivamente, a 8.500 rpm.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Já o torque passou de 1,32 e 1,45 kgfm, a 6.500 rpm, da CG 150, para 1,40 kgfm com gasolina e 1,54 kgfm com etanol, a 6.000 rpm, para os modelos Honda CG 160.

Conforme os testes realizados pela marca, o novo motor se mostrou aproximadamente 8 por cento mais econômico que o antigo. Isso acontece porque o motociclista acelera com um pouco menos intensidade para obter o mesmo desempenho.

Para acomodar o novo motor, o chassi de aço do tipo Diamond usado na Honda CG recebeu reforços.

Andando com a motocicleta, dá para reparar que a Honda CG 160 realmente apresenta uma evolução em relação a antiga Honda CG 150.

O motor de 162,7 cm³ apresenta um funcionamento mais suave e entrega mais potência e força em baixas rotações, melhorando inclusive as retomadas e acelerações.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Entretanto, dá para dizer que a CG 160 merecia um câmbio de seis marchas ao invés da caixa de cinco velocidades utilizada no modelo atual.

Isso proporcionaria à motocicleta uma melhor performance em acelerações e retomadas de velocidade, além de uma redução no consumo de combustível.

Recentemente, na linha 2019, a CG 160 adotou a suspensão dianteira SFF (Separated Function Fork, ou Garfos com Funções Separadas), que conforme o divulgado da Honda, contribui para uma melhor dirigibilidade e absorve melhor as irregularidades do terreno.

Neste caso, cada bengala da suspensão dianteira exerce uma função diferente.

Em uma das bengalas, há o sistema hidráulico, com amortecimento progressivo na compressão e extensão. Já a outra bengala abriga a mola. Em suspensões convencionais, as duas bengalas possuem molas e dispositivos hidráulicos para o amortecimento.

Honda CG 160 – modelos

Honda CG 160 Start 2019

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

A atual opção mais em conta dentro da gama da motocicleta é a Honda CG 160 Start 2019, que chegou pouco depois que a CG 160 Fan e a CG 160 Titan. Começou a ser vendida em março de 2016, ocupando o lugar da antiga CG 150 Start.

Para ser “barata”, a Honda CG 160 Start não economiza na simplicidade. É a única da linha que conta com freio a tambor na roda dianteira e na traseira – o que é visto como inadequado por muitos, tendo em vista que o freio a disco pelo menos na dianteira deixa a moto muito mais eficiente e segura nas frenagens.

Em contrapartida, é equipada de série com freios CBS (Combined Braking System), que foi introduzida na CG 160 Titan em 2016 e, em agosto de 2017, foi estendido para o restante da linha.

Tal recurso “divide” a força de frenagem entre as duas rodas. Neste caso, ao acionar o pedal de freio traseiro, 34% da força vai para o freio dianteiro e os outros 66%, para o freio traseiro.

A Honda diz que essa divisão “corrige” o erro dos pilotos brasileiros em não usar o freio dianteiro e deixa a moto mais segura.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Esse sistema chega para deixar a motocicleta dentro das novas regras do Contran (Conselho Nacional de Trânsito), que agora obriga que motos com menos de 300 cc saiam de fábrica com CBS ou ABS e, a partir de 300 cc, contem com freios ABS de série.

Além disso, a Honda CG 160 Start 2019 é a única da linha com rodas raiadas. Também não dispõe de outros itens, como o conta-giros no painel de instrumentos, que nesta linha é uma exclusividade da Honda CG 160 Titan.

A CG 160 Start 2019 pode ser encontrada apenas nas cores vermelho e preto.

Honda CG 160 Fan 2019

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Porém, para quem busca por uma motocicleta mais completa dentro de uma faixa de preço equivalente, a há a Honda CG 160 Fan 2019. Neste caso, o modelo ganha um visual mais moderno e arrojado, com direito a alguns recursos extras de tecnologia, conforto e segurança.

Em comparação com a CG 160 Start 2019, a Honda CG 160 Fan 2019 tem uma diferença de preço de pouco mais de R$ 1 mil.

Entre as diferenças, a CG 160 Fan conta com pintura na carenagem do farol, nas abas laterais do tanque e na tampa de proteção da bateria na região do assento do piloto.

Além disso, dispõe de rodas de liga-leve de cinco raios duplos pintadas na cor preta e, o principal, freio a disco na roda dianteira com pinça de dois pistões.

O visual da Fan é bem mais interessante, sobretudo pelo tanque com formato mais estilizado e com abas laterais que avançam em direção ao guidão.

O tanque de combustível também é maior na Fan, com capacidade para 16,1 litros, contra os 14,6 litros do modelo Start. Isso contribui diretamente para uma maior autonomia.

Há também um protetor de escape na cor prata, no lugar da peça em preto fosco do modelo mais barato. Além disso, há mais opções de cores, com as tonalidades Cinza Metálico, Vermelho e Preto.

De resto, ambas seguem a mesma linha, inclusive com freios CBS de série.

Honda CG 160 Titan 2019

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Se ainda assim você não ficar contente com a Fan, a linha dispõe da opção da Honda CG 160 Titan 2019. Trata-se de um modelo mais completo e com um visual ainda mais arrojado. Além disso, dispõe de um painel de instrumentos exclusivo com recursos extras.

Ao lado da Fan, a Titan tem um preço mais salgado, com uma diferença de R$ 1,1 mil em relação à irmã menor.

Começando pelo visual, a Honda CG 160 Titan 2019 segue um padrão encontrado em modelos mais caros da marca japonesa, como a CB Twister e a CB 500F.

Isso pode ser visto na carenagem do farol dianteiro, que é mais envolvente e pronunciada, além de abas do tanque de combustível mais esguias e puxadas para baixo. A carenagem lateral também é maior e forma junção com a aba do tanque.

Outra diferença está na rabeta, que tem um formato mais estilizado e integra o suporte de placa também diferenciado, feito em duas peças e dois níveis, com os piscas em posição ligeiramente mais baixa. As alças de segurança do garupa também são exclusivas.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

O painel de instrumentos da CG 160 Titan 2019 se diferencia, principalmente, pelo conta-giros. Por incrível que pareça, tal recurso não é oferecido nos modelos CG 160 Start e CG 160 Fan.

Ele é importante para conseguir efetuar as trocas de marcha numa faixa de rotação ideal para mais desempenho ou menor consumo de combustível, por exemplo.

Há também marcador do nível de combustível, relógio, luzes espia, velocímetro e hodômetro total e parcial. Fica devendo, porém, um computador de bordo capaz de mostrar a autonomia do tanque de combustível, por exemplo, algo já oferecido na irmã maior Honda CB Twister.

Na gama de cores, há o Azul Perolizado, Prata Metálico e Vermelho Perolizado. Todos eles contam com para-lama dianteiro, carenagens laterais e rabeta na cor preto brilhante, além de grafismos exclusivos.

Honda CG 160 25th Anniversary Edition 2019

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Vale mencionar ainda que a CG 160 Titan é vendida na série especial CG 160 Titan 25th Anniversary Edition. Como o próprio nome indica, este modelo celebra o aniversário de 25 anos da Titan.

Ela tem produção limitada a 8 mil unidades e conta com pintura exclusiva, que mescla as cores prata metálico, preto e dourado, além de logotipos da versão.

Honda CG 160 Cargo 2019

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Caso você esteja em busca de uma motocicleta para o trabalho, há a Honda CG 160 Cargo 2019. Ela tem uma maior robustez em relação às demais e é totalmente voltada para o transporte de cargas.

Para se ter uma noção, ela tem um bagageiro de aço em cima do assento traseiro e não conta com pedaleiras para um suposto garupa.

A CG 160 Cargo é baseada na Fan e traz inclusive rodas de liga-leve e freio a disco dianteiro, além de freios CBS. Porém, oferece um bagageiro feito em material cromado que suporta cargas de até 20 quilos, ideal para a acomodação de alguma carga avulsa ou um baú.

Ela também é a única da linha que conta com cavalete central, que permite estacionar de maneira segura em superfícies irregulares e também auxilia na manutenção.

Outra exclusividade é a pintura na cor branca, que inclusive é a única opção de tonalidade para a motocicleta.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Honda CG 160 – preços

Confira abaixo os preços praticados pela Honda:

  • Honda CG 160 Start 2019: R$ 8.432
  • Honda CG 160 Fan 2019: R$ 9.625
  • Honda CG 160 Titan 2019: R$ 10.752
  • Honda CG 160 25th Anniversary Edition 2019: R$ 11.070
  • Honda CG 160 Cargo 2019: R$ 9.727

*preços com base no site da Honda em abril de 2019.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Honda CG 160 – motor

Como citado acima, todas motocicletas da linha Honda CG são equipadas com um motor OHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar, de 162,7 cm³. Ele conta com injeção eletrônica PGM-FI e bebe tanto gasolina como etanol.

Tal motor pode gerar 14,9 cv (gasolina) e 15,1 cv (etanol) a 8.000 rpm. Já o torque é de 1,40 kgfm (gasolina) e 1,54 kgfm (etanol), disponível a 6.000 rotações.

O propulsor está associado a um câmbio manual de cinco marchas e transmissão final por corrente.

Em testes, a Honda CG 160 conseguiu registrar consumo de combustível na casa dos 35 km/l com etanol e 41 km/l com gasolina.

Sendo assim, os modelos Fan, Cargo e Titan com tanque de 16,1 litros podem entregar autonomia de até 560 quilômetros com etanol e 660 km com gasolina.

Honda CG 160: os detalhes da motocicleta mais vendida do Brasil

Ficha técnica

Motor
TipoOHC (Over Head Camshaft), monocilíndrico, 4 tempos, arrefecido a ar
Cilindrada162,7 cc
Potência máxima14,9 cv (gasolina) e 15,1 cv (etanol) a 8.000 rpm
Torque máximo1,40 kgfm (gasolina) e 1,54 kgfm (etanol) a 6.000 rpm
TransmissãoManual de 5 marchas
Sistema de partidaElétrico
Diâmetro x curso57,3 mm x 63 mm
Relação de compressão9,5:1
Sistema de alimentaçãoInjeção eletrônica PGM-FI
CombustívelGasolina e/ou etanol
Sistema elétrico
IgniçãoEletrônica
Bateria12V – 4 Ah
Farol35/35W
Capacidades
Tanque de combustível/reserva16,1 litros
Óleo do motor1,2 litro
Dimensões
Comprimento x largura x altura2.032 x 739 x 1.087 mm
Distância entre-eixos1.315 mm
Distância mínima do solo196 mm
Altura do assento790 mm
Peso seco117 kg
Chassi
TipoDiamond Frame
Suspensão dianteira/cursoGarfo telescópico/135 mm
Suspensão traseira/cursoDois amortecedores/106 mm
Freio dianteiro/diâmetroDisco simples ventilado com pinça de 2 pistões/240 mm
Freio traseiro/diâmetroA tambor/130 mm
Pneu dianteiro80/100 – R18 sem câmara
Pneu traseiro100/80 – R18 sem câmara
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Nota média 5 de 1 votos

  • Tosca16

    Mais de 10 mil reais numa 160cc, só aqui mesmo; fora isso é só pesquisar, Honda ao menos nas motos de baixa vive de nome, nome que soube construir, mas que tá se desgastando com quem entende e trabalha com moto; veja que muitos motoboys trocaram de Honda pra Yamaha, essas 160cc com 30-40 mil km tudo fumando, “ah, mas a minha tá com 100 mil km e nem baba óleo” sim, tem muita CB300 que nunca trincou o cabeçote, o que não quer dizer que a fama não seja verdadeira.

    • Washington Silva

      Sempre tive Honda. Até ir, meio por acaso, pra uma XT 660. As Hondas que tive eram boas, mas sempre básicas, sempre faltava algum esmero, algum detalhe, sempre com menos acessórios que as concorrentes e sempre davam alguma manutenção, ainda que simples, com exceção da Tornado, que também nunca deu problemas. A XT nunca deu nada de manutenção, zero. Depois dela, tive uma Fazer 250, moto mais equilibrada que tive. Econômica, macia e durável, excelente para o dia a dia na cidade e pequenas viagens. Atualmente não cogito comprar Honda.

      • Tosca16

        Sempre teve, mas teve Hondas do tempo que a Honda era “HONDA”. A decadência nas pequenas começou lá com as primeiras 150 injetadas, passando pela linha XRE/CB 300 e continuando nas atuais 160cc.

        • Washington Silva

          Por isso a mudança de marca

  • Pinheiro

    Infelizmente na terra dos tupiniquins é assim, tábu, tábu e mais tábu….

  • Guh MDNS

    Pode ter a fama q for…
    Mas os preços praticados pela Honda e esses pneus mais finos que de muita bicicleta por aí não compensam pra uma moto q não tem nem partida eletrica em todas versões, nem rodas raiadas na basica e não oferece indicador de marchas. Detalhesinhos que fazem MUITA diferença no dia a dia!!!
    Fico com as concorrentes!!!

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