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Uno Fire: história, versões, preços, motor, consumo, desempenho

Uno Fire: história, versões, preços, motor, consumo, desempenho

Quem não conhece o Fiat Uno Fire? Ele é um dos carros mais famosos do mercado brasileiro até hoje e se posiciona como uma das configurações de maior sucesso do Uno Mille no Brasil. Chegou em 2001 e durou até 2013, quando saiu de linha por não poder oferecer airbags e ABS como manda a legislação brasileira.


O popular agrada, sobretudo, pela economia de combustível e pelo baixo custo de manutenção. Abaixo, você pode conferir os principais detalhes do carro:

Fiat Uno Fire – história

Lançamento do Fiat Uno Mille Fire em 2001

Em julho de 2001, o aclamado Fiat Uno Mille passou a usar um novo motor. O modelo estreou com um propulsor 1.0 Fire (que já estava disponível também no Palio EX), com a missão de dar ainda mais força para as vendas do hatch popular, que naquela época já estava um tanto quanto desatualizado.

O nome Fire vem das iniciais de “Fully Integrated Robotized Engine”, ou motor de produção integrada e automatizada, como fruto da parceria entre Fiat e a GM Powertrain na planta da marca em Betim, no estado de Minas Gerais.

Este novo motor era 2 cv mais “fraco”, que o antigo, com 55 cv, mas que ainda assim conseguira entregar maior vigor em acelerações e retomadas. Além disso, o carro ficou mais econômico, com média de consumo de 14 km/l na cidade e até 20 km/l na estrada.

Nas demais mudanças, adotou grade frontal e calotas com o então novo logotipo da Fiat, novas siglas, nome “Fire” em vermelho, novos retrovisores externos na cor preta, novo volante com logotipo, novos tecidos para bancos e painéis de porta, novos comandos na coluna de direção, entre outros.

O Mille Fire 2001 foi anunciado com preço mais atrativo para quem optava pela compra pela internet. Custava R$ 12,5 mil na configuração duas portas e R$ 13 mil com quatro portas. Tinha opcionais como vidros dianteiros e travas elétricas, retrovisores externos com comando interno, desembaçador com ar quente, limpador e lavador do vidro traseiro, entre outros, com preços de R$ 2,2 mil a R$ 4,2 mil extras.

Fiat renova visual do Uno Fire em 2004

Em fevereiro de 2004, o Fiat Uno Mille Fire recebeu mudanças estéticas, que estavam praticamente inalteradas há duas décadas. Entre as mudanças, recebeu faróis com formato mais atual e luzes de direção integradas, grade frontal mais avantajada, novos para-choques em peça única, tampa do porta-malas com abertura pela chave, entre outros.

Por dentro, recebeu painel de instrumentos igual ao do Palio Fire, com velocímetro, hodômetro digital e marcador do nível de combustível. Adotou ainda encostos de cabeça arredondados, novos comandos de ventilação, console central do painel na cor cinza e novos revestimentos para os bancos e portas.

Chegou custando R$ 16 mil com duas portas e R$ 17 mil com quatro portas.

Uno Fire: história, versões, preços, motor, consumo, desempenho

Uno Mille ganha motor 1.0 Fire Flex em 2005

Quatro anos após o seu lançamento, o Uno Mille Fire ganhou a tecnologia flex no motor 1.0 litro. O propulsor passou a gerar 10 cv extras, chegando a 65 cv com gasolina e 66 cv com etanol, e torque de 9,1 kgfm e 9,2 kgfm, nesta ordem, a 2.500 rpm.

Este novo modelo teve ganhos em desempenho e eficiência na economia de combustível.

O Uno Mille Fire Flex chegou partindo de R$ 19.650 na configuração básica com duas portas, podendo chegar a R$ 27 mil no modelo quatro portas com vidros e travas elétricas, direção hidráulica, ar-condicionado e som com CD player – mais caro que o Palio Flex básico daquela época.

Fiat Uno Mille ganha kit Way em 2006

Pegando carona no sucesso dos aventureiros do mercado, o Uno Mille Way estreou como um kit opcional por R$ 700 extras para os modelos de duas e quatro portas, com valor total de, respectivamente, R$ 22,3 mil e R$ 23,8 mil.

O kit incluía moldura nas caixas de roda, protetores de para-lamas, soleiras nas portas, colunas centrais com revestimento, calotas com o nome “Way”, suspensão erguida em 4,4 centímetros e pneus Pirelli Cinturato P4 175/70 R13.

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Uno Mille Economy foca em economia em 2008

Já em agosto de 2008, o Fiat Uno Mille Fire virou Fiat Uno Mille Fire Economy. Este modelo recebeu um motor 1.0 Fire flex com aprimoramentos para entregar uma economia de combustível de 10% frente ao anterior.

O motor 1.0 Fire Economy flex chegou com os mesmos 66 cv máximos, mas com novas soluções mecânicas e uma nova central eletrônica. Pode entregar consumo de combustível de até 15,6 km/l na cidade e 22 km/l na estrada com gasolina!

Outra novidade foi o “econômetro”, um indicador de consumo instantâneo no painel que auxilia o motorista a andar de forma mais econômica.

Ele ganhou também uma nova grade frontal com frisos cromados, novo logotipo vermelho da Fiat, para-choques na cor da carroceria, lanternas traseiras escurecidas, painel de instrumentos com novas cores e novos revestimentos internos.

Seus preços partiam de R$ 23.240, chegando a R$ 25.470 no Mille Way Economy de quatro portas, sem opcionais. Ele seguia como o carro mais barato do Brasil.

Uno Mille Fire dá adeus com série Grazie Mille em 2013

O último Uno Mille Fire produzido no Brasil foi o Grazie Mille. Ele foi anunciado em dezembro de 2013, com produção limitada a 2 mil exemplares, para marcar o fim do popular por aqui. Isso porque ele foi um dos carros que não conseguia se adequar à legislação que passou a obrigar ABS e airbags como itens de série (tal como a Kombi).

Entre os diferenciais, tinha faróis com máscara negra, rodas de liga-leve aro 13, carroceria pintada em Verde Saquarema ou Prata Bari, adesivos alusivos à série especial, ponteira de escapamento exclusiva, logo da série nas soleiras de porta, placa com numeração do carro no painel, sobretapetes em carpete, forro de teto na cor preta, painel de instrumentos com novo grafismos, entre outros.

Oferecia também rádio Connect com MP3 player, Bluetooth, entrada USB e subwoofer, ar-condicionado, direção hidráulica, vidros e travas elétricas, limpador e desembaçador traseiro, entre outros. Seu preço era de R$ 31.200.

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Fiat Uno Fire – detalhes

O Uno Fire, tal como o Uno Mille de qualquer geração, desempenhou o papel de carro de entrada da Fiat por mais de 12 anos no mercado brasileiro. Ele marcou a chegada do novo motor 1.0 Fire fabricado numa linha de produção robotizada em território nacional, o que era uma novidade no início do século.

Além disso, ele chegou com alguns aprimoramentos no visual e no acabamento interno. E foi justamente o Fiat Uno Fire que mais sofreu mudanças dentro de toda a jornada do Fiat Uno Mille por aqui – até os anos 2000, o carro tinha passado por pouquíssimas alterações no visual e no acabamento.

Durante seus mais de 12 anos no mercado, passou por dois retoques no visual, ganhou a opção do kit Way (que posteriormente virou uma versão da linha), estreou a configuração Uno Mille Economy e também marcou o fim de linha do carro com a série especial Grazie Mille.

Fora isso, se manteve como um carro espartano e pouco seguro, sobretudo nos últimos anos. Mas só pelo fato de ter durado por mais de uma década, o Fiat Uno Fire mostra que foi um carro consagrado e tem um bom mercado até hoje entre os usados, sendo a configuração mais procurada.

Fiat Uno Fire – versões

Ao longo de sua jornada no mercado brasileiro, o Uno Fire foi comercializado nas seguintes configurações:

  • Fiat Uno Mille 1.0 Fire duas portas (2001 a 2005)
  • Fiat Uno Mille 1.0 Fire quatro portas (2001 a 2005)
  • Fiat Uno Mille 1.0 Fire Flex duas portas (2005 a 2008)
  • Fiat Uno Mille 1.0 Fire Flex quatro portas (2005 a 2008)
  • Fiat Uno Mille Way 1.0 Fire Flex duas portas (2006 a 2008)
  • Fiat Uno Mille Way 1.0 Fire Flex quatro portas (2006 a 2008)
  • Fiat Uno Mille Economy 1.0 Fire Flex duas portas (2008 a 2013)
  • Fiat Uno Mille Economy 1.0 Fire Flex quatro portas (2008 a 2013)
  • Fiat Uno Mille Way Economy 1.0 Fire Flex duas portas (2008 a 2013)
  • Fiat Uno Mille Way Economy 1.0 Fire Flex quatro portas (2008 a 2013)
  • Fiat Grazie Mille 1.0 Fire Flex quatro portas (2013)

Uno Fire: história, versões, preços, motor, consumo, desempenho

Fiat Uno Fire – preços

Confira a seguir os preços do Uno Fire de 2002 a 2013, de acordo com os dados da Tabela Fipe em fevereiro de 2020:

  • Fiat Uno Mille 1.0 Fire duas portas: R$ 8.700 (2002) a R$ 16.020 (2013)
  • Fiat Uno Mille 1.0 Fire quatro portas: R$ 9.890 (2002) a R$ 19.130 (2013)
  • Fiat Uno Mille Way 1.0 Fire duas portas: R$ 12.300 (2008) a R$ 17.250 (2013)
  • Fiat Uno Mille Way 1.0 Fire quatro portas: R$ 13.640 (2008) a R$ 20.190 (2013)
  • Fiat Grazie Mille 1.0 Fire quatro portas: R$ 26.190 (2013)

Fiat Uno Fire – motor e câmbio

O motor 1.0 Fire chegou para dar um “up” nas vendas do Fiat Uno Mille, que em 2001 seguia como líder em vendas, mas ameaçado pelos modelos mais novos (como o próprio irmão Palio, embora este fosse mais caro). Ele foi o 14º motor introduzido no Uno Mille em seu 17º ano de mercado – ele já havia sido equipado com motores 1.0, 1.05, 1.3 e 1.5 Fiasa e 1.4 e 1.6 Sevel em inúmeras variações.

Este propulsor 1.0 Fire utiliza este nome com uma sigla referente a “Fully Integrated Robotized Engine”, que designou os novos motores fabricados pela Fiat em Betim (MG) utilizando uma nova linha de produção robotizada. Ele é dotado de quatro cilindros em linha, oito válvulas (duas válvulas por cilindro), injeção eletrônica multiponto, comando de válvulas simples no cabeçote e correia dentada.

Em comparação com o 1.0 Fiasa utilizado anteriormente, o 1.0 Fire do então novo Uno Fire tinha 2 cv a menos, chegando a 55 cavalos de potência. Todavia, era mais leve em 20% e contava com uma melhor distribuição de torque. Este, por sua vez, passou de 8,1 kgfm para 8,5 kgfm máximos, agora entre 2.500 e 4.500 giros.

O 1.0 Fire trabalha com uma transmissão manual de cinco marchas, com embreagem monodisco a seco.

Em 2005, seguindo a tendência da época, o Uno Fire virou flex, passando a beber etanol e/ou gasolina. Este propulsor recebeu injeção eletrônica aprimorada, sistema de partida a frio com gasolina, coletor de admissão diferenciado, novos bicos injetores com maior vazão, sedes e guias de válvulas com novo material e taxa de compressão elevada de 9,5:1 para 11,65:1.

Com a tecnologia, passou a gerar 65 cv com gasolina e 66 cv com etanol. O torque foi para 9,1 kgfm e 9,2 kgfm, nesta ordem, a 2.500 giros.

Já em 2008, a Fiat lançou o Uno Fire Economy. Como o próprio nome indica, o hatch popular passou por algumas mudanças para se tornar mais eficiente no que se diz a respeito de consumo de combustível. Ele passou a usar um novo óleo de baixo atrito, novo coletor de escapamento tubular com fluidodinâmica otimizada, novo catalisador com maior volume, comando de válvulas mais leve, bielas mais leves, entre outros.

Passou a contar também com pneus de baixa resistência ao rolamento, “econômetro” no painel de instrumentos para auxiliar o motorista a conduzir de uma forma mais econômica, câmbio com quinta marcha mais longa, entre outros.

Uno Fire: história, versões, preços, motor, consumo, desempenho

Fiat Uno Fire – consumo

De acordo com os dados da Fiat, os números de consumo do Uno Fire Economy na cidade e na estrada são estes:

Fiat Uno Mille Fire Economy

  • Consumo de 10,6 km/l na cidade e 15 km/l na estrada com etanol;
  • Consumo de 15 km/l na cidade e 21 km/l na estrada com gasolina.

Fiat Uno Fire – desempenho

Confira abaixo os números de desempenho do carro, conforme divulgado pela Fiat:

Fiat Uno Mille Fire Economy

  • Aceleração de 0 a 100 km/h em 14,7 segundos com etanol e 15,1 s com gasolina;
  • Velocidade máxima de 153 km/h com etanol e 151 km/h com gasolina.

Fiat Uno Fire – ficha técnica

Motor

1.0 Fire Economy Flex

Tipo

Dianteiro, Transversal, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

999,1

Válvulas

8

Taxa de compressão

11,65:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

65 cv com gasolina e 66 cv com etanol a 6.000 rpm

Torque Máximo

9,1 kgfm com gasolina e 9,2 kgfm a 2.500 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos sólidos (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Não-assistida ou hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Tipo eixo transversal com feixe de molas

Rodas e Pneus

Rodas

Aço ou liga-leve de 13 polegadas

Pneus

175/70 R15

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.693

Largura (mm)

1.548

Altura (mm)

1.489

Distância entre os eixos (mm)

2.361

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

400

Porta-malas (litros)

290

Tanque (litros)

50

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

830

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,36

Fiat Uno Fire – fotos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Marcus Vinicius

    O Mobi precisa se chamar Mobi Mille para alavancar suas vendas !

    • 4lex5andro

      Depois de Uno Fire e Palio Fire… o último Mobi não deverá se chamar Mille pelo jeito…

  • RO

    Esse motor Fire foi levado ao extremo quando passou a render 73/75 CV.

    Desempenho do Uno ficou bem melhor, mas passou a beber demais. Não passava de 9,5 Km/l na cidade e 15Km/l na estrada.. isso com gasolina. Com etanol eu fazia 6/11.

  • vi.22

    Assim q lançou comprei um vinho 4p, o primeiro e único carro zero que comprei até hj, nenhum carro depois desse modelo de uno conseguiu as mesmas caraterísticas que eram a sua grande vantagem, espaço interno, baixo consumo e manutenção e durabilidade.

  • Jonathan

    Sem dúvidas um motor e carro muito valentes!
    Tenho várias lembranças de andar de Uno, especialmente na adolescência!
    Entre 2001 e 2013 meu pai teve mais de um para usar a trabalho, justamente porque o carro simplesmente não quebrava nunca!
    O primeiro foi um 2001 (logo que foram lançados os Fire), pegou zero km, depois cometeu um erro o qual até ele se arrependeu demais, que foi por GNV, o carro passou a dar muita manutenção, diversos problemas, os tubos (não sei se é esse o nome) detonaram a suspensão traseira, o que passou a dar de custo de manutenção e incomodação, não compensava com a economia no combustível, ele passou adiante.
    Em seguida, se não me engano por volta de 2003 ele pegou outro e entregou/vendeu para a empresa que trabalhava por volta de 2010, com impressionantes 350 mil kms! Nesse período ele precisou fazer “a parte de cima” do motor perto dos 300 mil km’s, fora isso, zero incomodação. E detalhe, o carro é usado para trabalho na empresa até hoje, possivelmente esteja perto (se é que já não atingiu) de 1 milhãe de km’s rodados!
    Depois ele teve outro, modelo way, já com os faróis de lente lisa. Seguiu a mesma receita dos anteriores, rodava muito, não quebrava nunca, mas era absolutamente pelado.
    Depois disso ele teve para trabalho um Gol G4 (ficou apenas uns meses pois odiou o carro), um Palio (também ficou pouco tempo), um Voyage que ele teve que “fazer o motor” e aí passou logo adiante (o carro até era bom, meu pai desconfiava que foi vendido com a KM adulterada e por isso o motor foi pro saco meio logo), atualmente usa um Onix, que gosta bastante.
    Uma curiosidade, antes dos Fire ele teve um uno 94 e o carro era horrível, até hoje foi com certeza o carro com mais barulhos internos que eu já andei na vida, certa vez ele capotou esse uninho e passou adiante. Ele também teve um Fiat 147, lá nos anos 90, na época o pessoal falava mal de 147, mas o dele nunca deu problema ou deixou na mão…

  • DODHOP

    O povo gosta de esculachar o Mille mas eu nunca vi um carro de passeio tão valente quanto ele. Pode ser quase uma carroça com capota em termos de conforto e segurança mas é pau pra toda obra. Uma tia minha tem fazenda lá no interior de Goiás e um dos carros de uso da labuta é justamente um Mille Fire 2008 4 portas pelado, que ela comprou zero km. Está MUITO surrado, é usado mais para deslocamento dentro da propriedade e quando os funcionários precisam ir até a cidade e eu já vi o Uninho passar por trechos que se eu não tivesse presenciado não acreditaria.

  • A-MG

    Eu tenho uma boa história com o Uno. Meu avô tem até hoje um EP desde 97. Nasci e cresci andando naquele carro.
    Antes eu brincava nele e hoje eu o dirijo. Estou ciente que não é o melhor carro do mundo, tem seus defeitos… mas sempre dá nostalgia poder entrar dentro de um.

    • vi.22

      esse e o grande sentido da nostalgia, quando vc tem boas lembrancas, do momentos,fases da vida, situacoes, fatos, musicas, etc,.. quando isso acontece com um veiculo e voce o dirige novamente da uma boa sensação e prazer semelhante ao vivido nos momentos passados, coisa q so acontece ao volante daquele carro. e o que motiva uma pessoa a nao se desfazer de um carro ou objeto.

      • A-MG

        Ele já não tá tão novo como antes mas o prazer em dirigi-lo vem a tona. Não tem sensação parecida em nenhum outro.

  • 4lex5andro

    Uno Fire, mas pode chama-lo de Fusca italiano, só obrigando a todos os carros saírem com air-bag foi possível sepultar esse zumbi.

    P.s.: tem que verificar essa ficha técnica aí hein N.A., a suspensão traseira não era feixe-de-molas (isso era na Fiorino picape e furgão, derivadas do Fire), era multi-link.

    • Olha, meu uno é anterior aos da matéria e é feixe de mola sim!

    • Lucas MTB

      Suspensão traseira é independente sim, porém é de um único feixe de molas semi elípticas. Traduzindo pra quem ainda ficou com dúvidas, são bandejas individuais pra cada lado, mas o elemento de retorno não é uma mola helicoidal para cada bandeja, mas sim um feixe de molas indo de uma bandeja a outra.

      Vai ver por isso que o carrinho parece uma carroça de duro, mas topa qualquer missão. Temos um na empresa do meu pai, 2007 com seus 190mil km e rodando redondinho.

  • Rick Wakeman

    Eu tive 3 Unos…2 da versão anterior e um vivace 2011. Os da geração anterior eram melhores, mais espaço interno, vidros mais largos que davam mais visibilidade. O ruído do motor quando forçado é inesquecível!!!!

    Mas uma coisa me chama a atenção nos carros atuais. Antes, havia sempre espaço na parte superior do painel pra guardar cosias (livros, envelopes, etc). Hoje em dia nenhum carro tem isso mais, creio que por segurança. Isso foi proibido ou as montadoras que acharam por bem retirar esses espaços pra não serem acionadas na justiça em caso de acidente?

    • Atualmente o airbag sai desses espaços.

      • Rick Wakeman

        Mas o airbag toma todo o espaço? Antes tinhas uns porta trecos na parte superior….alguns pequenos…nem esses tem mais.

        • Imagina o airbag sendo deflagrado e os objetos no porta trecos vindo sua direção, como balas disparadas. Por segurança, não se tem mais os porta objetos na parte superior do painel.

          • Rick Wakeman

            Sim, a dúvida se isso foi uma imposição legal ou se as montadoras por livre e espontânea preocupação com segurança que retiraram essa possibilidade…

  • Fusca Italiano!!

  • Paulo Ricardo Bento

    Tive um comprado 0km em 2007. Rodei 110 mil km sem precisar fazer nada além das manutenções básicas. Fazia 10 a 12 no álcool, na época cheguei a pagar R$1,09 por litro, enchia o tanque rindo à toa. Resumindo, troquei por não ter ar condicionado.

  • George Gurgel

    comprei um 0 km em 2012, 4 portas com ar-condicionado, pintura metálica, 25 mil reais, estou com ele até hoje, 80 mil km, nunca me deixou na mão, mas esse consumo ai de 20km/l nunca consegui, é 15km/l ou 16km/l no máximo.

  • mjprio

    Esse carro é um tratorzinho. Foi um projeto da época em que a Fiat gostava de onovar e surpreender o mercado. Até hoje nao entendi a razão técnica do Uno nao poder ter AB2 e ABS

  • Fiat Mille. O Uno original mudou de nome para Mille com o passar dos anos. Fiat Uno é o antigo, e o Novo Uno.

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