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Avaliação: Novo Hyundai HB20 1.0 TGDi mostra evolução

Avaliação: Novo Hyundai HB20 1.0 TGDi mostra evolução

O Novo HB20 2020 chegou e já criando polêmica. Feio ou bonito?


A beleza foi questionada pelos consumidores, mas, além do visual, o que mais poderia gerar discussão no segundo carro mais vendido do Brasil?

Desenvolvido na Coreia do Sul, o Novo HB20 2020 chegou para manter o desempenho da geração anterior, que foi simplesmente um sucesso.

Só não vendeu mais porque a Hyundai tem produção limitada por aqui. Considerado um dos mais belos carros do mercado, o HB20 arrebatou uma legião de fãs e clientes.


Avaliação: Novo Hyundai HB20 1.0 TGDi mostra evolução

Não tendo mais onde mexer, a Hyundai adotou um estilo totalmente diferente e isso mexeu com muita gente. Fora isso, trouxe o que era esperado, um motor 1.0 Turbo.

Com várias versões, o Novo HB20 na opção Diamond Plus é a mais completa e cara, custando R$ 77.990. Infelizmente um preço alto como a concorrência, e assim como esta, trouxe duas novidades de destaque.

Por fora…

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Diferente. Não dá para sentenciar se o Novo HB20 é de fato um carro feio como muitos dizem. Afinal, gosto é pessoal. O compacto segue a regra dos demais, que é adotar o estilo da marca.

Nesse caso, o HB20 se inspirou no Novo Sonata 2020, tendo grade hexagonal levemente esticada e com frisos bem definidos.

Os faróis com assinatura em LED e projetores chamam atenção, assim como as molduras laterais no para-choque com faróis de neblina diminutos.

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Com carroceria mais fluida, o HB20 2020 fez bem em criar um desenho específico para as colunas C, dando mais identidade ao produto.

Esse teto “suspenso” com linhas de cintura elevando-se na traseira, deu outra cara para o compacto, que fecha o pacote com lanternas estendidas sobre a tampa.

Elas lembram folhas sobre a superfície do bagageiro, criando um visual diferente, que muitos também não engoliram. Pelo menos teve personalidade para mudar.

Por dentro…

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No interior, o Novo Hyundai HB20 2020 vem com acabamento marrom por completo. Sim, até as peças plásticas não tão aparentes, são dessa tonalidade.

Apesar do desenho atualizado, o hatch não passa a impressão de ser um novo carro. O console da transmissão, por exemplo, é muito parecido com o anterior.

Ainda assim, o cluster análogo-digital não era nada esperado na marca que sempre valorizou os mostradores comuns e bem visíveis.

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Elevada, a tela da multimídia não surpreende, seguindo a tendência. O que é bom mesmo é a arquitetura do dispositivo, mais intuitivo e com os necessários Android Auto e Car Play.

Câmera de ré também é algo bom a bordo e com um diferencial, ela funciona também durante a condução, através de um botão com uma estrela no painel.

Mais abaixo, o ar condicionado engana, ele não é automático, mas apenas digital, com o display central que nos faz lembrar a Citroën.

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Com novos difusores, o painel tem detalhe em azul que caiu bem, assim como o volante multifuncional em couro e ajustável.

O botão de partida é discreto, assim como o alerta de faixa no lado esquerdo do painel. As portas agora estão mais proeminentes e agradam, o acabamento delas é condizente.

Aliás, o conjunto interno, incluindo os bancos em couro marrom, possui uma qualidade percebida maior que o HB20 anterior e isso conta muito.

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Atrás, o espaço para as pernas melhorou e o ambiente é semelhante ao frontal nos detalhes de acabamento.

Nenhuma parte da lataria está aparente, diferente até de carros como o VW Jetta… Igualmente não há difusor de ar traseiro.

O porta-malas continua com bom espaço com seus 300 litros. A Hyundai preferiu dar mais espaço aos passageiros a privilegiar apenas a bagagem, como faz a Renault, por exemplo.

Por ruas e estradas…

Avaliação: Novo Hyundai HB20 1.0 TGDi mostra evolução

Beleza não põe mesa, mas nesse caso do Hyundai HB20, o inverso também é válido. Ele mostrou evolução em relação ao coreano de antes.

O Novo HB20 chega mais forte e “no chão”, apresentando uma boa relação de desempenho e economia, exceto com etanol.

Somando-se a isso, a dirigibilidade melhorada deu ao compacto um conjunto mais vistoso. A começar pela mecânica, que finalmente deu ao modelo um motor realmente turbinado.

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O antigo HB20 Turbo parecia mais um 1.6 intermediário do que um 1.0 Turbo. O atual justifica o termo TGDI, entregando o que realmente se espera.

Mesmo assim, ele poderia oferecer mais e explicaremos isso adiante. Com 120 cavalos a 6.000 rpm e 17,5 kgfm a 1.500 rpm, o Kappa de três cilindros com injeção direta é um bom motor.

Ele tem funcionamento suavizado pelo novo conjunto de coxins e responde rapidamente ao acelerador. O 1.0 TGDI tem uma faixa de torque máximo que se inicia logo de cara.

Avaliação: Novo Hyundai HB20 1.0 TGDi mostra evolução

Há boa força em baixa e isso é gostoso de sentir ao volante, nada dos esforços exagerados dos motores aspirados. O bom é que as trocas demoram a ocorrer e o ponteiro vive bem entre 1.500 e 2.000 rpm.

É aí que, a qualquer momento, basta pisar mais forte para o Novo HB20 Diamond Plus 2020 andar como gente grande. As trocas ocorrem rapidamente se a opção for andar esportivamente.

O propulsor enche rápido e corta bem depois de 6.000 rpm, mantendo-se acima de 3.000 rpm nas desacelerações para poder sair forte numa retomada. Detalhe: nem há modo Sport.

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Se a preferência for fazer isso do velho modo, alavanca e paddle shifts no volante atendem ao pedido, dando um pouco mais de independência.

Na cidade, o 1.0 TGDI sobra, mas mesmo com injeção direta, ele parece de fato um motor japonês, pois, com etanol, bebeu mais do que o esperado, fazendo 6,7 km/l.

Com gasolina, a coisa fica bem melhor, mas não tanto: 11,5 km/l. Poderia ter sido melhor? Claro. Basta ver a tecnologia empregada (tudo já citado e mais Start&Stop) para notar isso.

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Ele ficou devendo mais em economia na cidade, infelizmente. Numa comparação, temos o Onix Plus “mais fraco” fazendo melhor.

Na estrada, o HB20 Diamond Plus também aproveita bem o câmbio automático de seis marchas. A força em baixa garante boa disposição nas subidas e ultrapassagens.

Contudo, estranhamos o fato de o ponteiro do conta-giros insistir muito em ficar na casa dos 4.000 rpm. Na subida da Serra do Mar, em São Paulo, pela rodovia dos Imigrantes, ele parecia aspirado.

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O giro do 1.0 TGDI, com o carro leve, ficou entre 3.000 e 4.000 rpm, diferente dos concorrentes com mecânica parecida. Sem trânsito, o HB20 se manteve em quinta e por vezes em quarta.

Em sexta, ele perdia embalo. O mesmo foi notado em subidas leves, que exigiam marcha menor que modelos como Onix Plus e Polo TSI, por exemplo.

Tirando essa sensação, que não foi boa pelo conjunto apresentado, o Novo HB20 – apesar do ronco mais alto – não ficou devendo na resposta, cumprindo bem a missão.

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Rodando a 2.300 rpm, ele fez 16,8 km/l na gasolina, mas com etanol e também a 110 km/h, obteve 10,1 km/l.

Falando em ronco alto, o som do propulsor, no entanto, é agradável. Encorpado e não passa aquela impressão de fraqueza quando nessas situações, onde é mais exigido.

No restante, o HB20 ficou mais agradável de dirigir. A direção elétrica é bem ajustada e leve, garantindo boa resposta ao controle do motorista.

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Tendo carroceria mais rígida, o hatch da Hyundai ficou mais neutro. A suspensão ficou mais firme e equilibrada, reforçando a impressão de melhor dirigibilidade no HB20 novo.

Nas curvas, ele contorna melhor, deixando para trás a sensação de maciez exagerada que o outro tinha. Com um conjunto de freios adequado, o hatch mostra avanço importante.

A suspensão filtra razoavelmente bem as imperfeições do solo, mesmo mais firme. O nível de ruído interno também é melhor que o antigo.

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Controles de tração e estabilidade estão disponíveis para a parte mais exigente da condução, assim como o assistente de partida em rampa para o dia a dia.

Na estrada, o alerta de faixa funciona bem, mas não aplica força para correção da direção. Já a frenagem autônoma diante de obstáculos é eficiente.

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Em resumo, se comporta bem ao dirigir e tem um conjunto bom, devendo um pouco mais de economia e menos esforço do que o necessário.

Uma relação de marchas mais adequada, pode resolver parte da questão.

Por você…

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O Novo HB20 2020 nessa versão Diamond Plus tem um bom conteúdo de série. O pacote e a motorização deixam seu preço na média (mais baixa) do segmento.

Ainda assim, ele fica acima do Novo Onix Premier (R$ 74.580), mas abaixo do VW Polo Highline, que passa de R$ 81 mil, parcialmente completo. Totalmente, se aproxima dos R$ 90 mil.

Alerta de colisão com frenagem automática e assistente de faixa são itens que destacam o Novo HB20 entre os hatches compactos.

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O conteúdo inclui ainda bom acabamento e espaço melhor, mas chamando mais atenção pelo desempenho e, de certa forma, economia.

Se tivesse um preço abaixo de R$ 70.000, seria mais interessante, mas vendo o salgado mercado atual, até que ele não está ruim na fita…

Vale a pena? Sim, vale. Porém, olhe também os rivais do grupo “melhor de dois mundos”. Isso mesmo, ele entrou para a turma e, pelo jeito, não vai sair.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Hyundai HB20 Diamond Plus 1.0 T-GDi 2020

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 3 em linha, turbo, flex

Cilindrada – 999 cm³

Potência – 120 cv a 6.000 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 17,5 kgfm a 1.500 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – automática de seis marchas com trocas manuais na alavanca e volante

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 10,7 segundos

Velocidade máxima – 190 km/h

Rotação a 110 km/h – 2.300 rpm

Consumo urbano – 6,7/11,5 km/litro (etanol/gasolina)

Consumo rodoviário – 10,1/16,8 km/litro (etanol/gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Elétrica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 15 com pneus 185/60 R15

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 3.940 mm

Largura – 1.720 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.470 mm

Entre eixos – 2.530 mm

Peso em ordem de marcha – 1.071 kg

Tanque – 50 litros

Porta-malas – 300 litros

Preço: R$ 77.990 (versão avaliada)

Hyundai HB20 Diamond Plus 1.0 TGDI 2020 – Galeria de fotos

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • El Gato!

    Admito que, com o passar dos dias, comecei a “acostumar” com essa frente, e hoje ela não me parece tão horrenda quanto antes.
    Agora… essa traseira não tem como rever a opinião. É medonha.

    • Dann Pine

      Verdade. O carro é bom mas foi uma errada feia da fabricante principalmente nessas lanternas traseiras. A hyundai tentando convencer que ´o carro é bonito no programa auto esporte de domingo passado.

      • Cardoso (não aquele)

        Aquele programa se tornou uma completa perda de tempo na minha opinião.

        • Piston head

          Nunca valeu acordar cedo num domingo por isso…

      • Wagner Lopes

        Sério que você assiste aquilo ali ???

    • Cmenusi

      Traseira de Tiggo2 com lanterna de Argo…

  • Bruno Costa

    Esse carro é horrendo. Do painel digital de moto que ficou bizarro até a traseira que disputa com a do WR-V o prêmio de “o designer estava bêbado”, até a frente que é a parte menos pior do carro, podendo ser considerada só “feia”. O resto da análise foi só uma rasgação de seda na tentativa de gostar do carro atrás da outra. Não duvido que vá vender bem, está do jeito que o brasileiro gosta.

    • Maneco

      Acho que o Honda ainda leva fácil esse troféu da traseira mais ridícula.

    • th!nk.t4nk

      A boquinha de bagre dá pra se acostumar. Ruim é perder em custo x benefício pra concorrência.

      • Edson Fernandes

        Engraçado que eu gostei da traseira, mas a frente pra mim é algo inaceitavel. Se eu tivesse um, seja comprado ou ganhado, eu olharia todo dia aquela frente com um olhar triste, pq não me desceu.

    • Anderson Lemos

      Nas fotos ele é absurdamente feio mas quando você vê ele ao vivo parece que ta vendo nas fotos kkkkkkkk Brincadeiras à parte o preço dele consegue ser mais ridículo que o design. Qual a lógica de se comprar uma hatch 1.0 turbo que faz 6,5 kml na cidade?? Ao meu ver, você gastar quase 80 mil num hatch beberrão é muita falta de noção.

      • Edson Fernandes

        No uso pratico por donos de Polo, não foge disso viu.

        O que tem me impressionado são os donos de Onix. Realmente tem sido um carro economico.

  • Porto Velho

    Era subir essas lanternas traseiras 10 cm que ficava o carro mais lindo vendido no BR.

    • Emilio

      Ou inverter…

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      o que atrapalha é o logo da Hyundai muito em cima, deveria ser bem no meio

  • renanfelipe

    Não acho o visual um desastre… mas é que a expectativa sobre um carro que foi revolucionário em sua origem era grande… Enquanto Ônix, que ngm esperava nada, surpreendeu.

    • fabio

      Pelo menos o HB20 nao PEGA FOGO !!!!

      • Senshi

        Não pega…

        revistaautoesporte . globo . com /Noticias/noticia/2017/01/hyundai-convoca-recall-de-139-mil-hb20-por-risco-de-incendio.html

        • Matheus Mendes

          Engraçado é que risco de incêndio vários carros tiveram (inclusive HB20 nos primeiros anos de lançamento teve fotos divulgadas do carro pegando fogo sozinho e etc).

          Importante entender que:
          – O carro avisou o condutor do problema e o mesmo optou por continuar dirigindo!

    • Ubaldir

      Engraçado que, no caso do Onix Plus, eu acabei me surpreendendo negativamente quando vi o modelo ao vivo. É que nas fotos tive a sensação de que o carro apresentava percepção de porte maior, mais ou menos como ocorre com o Virtus. Quando o vi ao vivo, ele acabou me parecendo “miúdo”, se é que me entende.
      Já no caso do HB20, confesso que ao vê-lo ao vivo, tive uma percepção melhor do que a que experimentei vendo as fotos. Não que o design tenha me agradado em cheio, mas ao menos me pareceu melhor que nas imagens dos sites.
      Depois de vê-lo algumas vezes, tenho a impressão de que será um desenho com o qual o consumidor “se acostuma”. Causa estranhamento no início, mas depois acaba que cai nas graças da galera.

      • Maneco

        Tive a mesma impressão.

      • Fábio A.

        Tive a mesma impressão. Ao vivo pareceu melhor. E gostei muito do interior do T-GDI, nesse ponto a evolução foi nítida. Dirigi e gostei também. O carro é bastante esperto e acertado.

      • renanfelipe

        É que o ônix é um básico bem feito, mas se for ver, as soluções do HB20, mesmo causando controvérsias, são mais refinadas. Sem contar que o farol com projetor, que dá alguma graça à frente do ônix raramente deve ser visto nas ruas.

        • Eric PB

          Caramba já vi varios onix plus premier aqui em curitiba, a maioria na cor preta (que denuncia menos tamanho) e achei o comprimento bacana, as lanternas traseiras passam uma sensação de largura ao carro e comprimento ficou adequado. Gostei de ver comentarios contra pois um ponto de vista nunca será unanime; no hb20 minha impressão é de beleza olhando de frente (nao achei feio) mas a traseira não me agradou de jeito algum, principalmente no hatch.

      • Edson Fernandes

        Meu pai diz a mesma coisa. E veja que engraçado: O Onix Plus eu tive essa sensação, já o hatch não.

        • Ubaldir

          Verdade, O hatch passa uma percepção de porte que, se não se iguala à do Polo, chega perto.

          • Edson Fernandes

            Bem, eu acho que a ideia de vc pensar em um Onix seria a possibilidade de ter mais por menos em relação ao Polo e só. Como produto ainda o Polo passa itens que te aproximam mais de produtos melhor equipado, ainda que falte o air bag de cortina, ele tem itens tecnologicos bem interessantes.

            Na atual leva de preço, é bom ver tais disputas.

            • Ubaldir

              Sim. A comparação que citei fica apenas na questão da sensação de porte, mesmo. O Onix hatch aparenta ter porte aproximado ao do Polo, enquanto o Onix Plus não consegue aparentar nem de perto o volume que a carroceria do Virtus repassa ao observador.

  • Lucas Alves

    Têm modelos que não se pode atribuir aquele velho termo de que gosto é pessoal, a grande maioria já bateu o martelo, o modelo sofreu um grande downgrade no visual, simplesmente ficou horrível!

  • Cesar

    Falta o teste do LatinNcap.
    O Ônix foi 5 estrelas novamente.

    • Vai ser 4 no máximo, não tem ESP na versão mais básica e 4 airbags só na Diamond

  • Derico

    Vi um rodando já nas ruas, não achei o carro feio. Não será um fato determinante para o sucesso ou fracasso dele.

    • Caulazaro

      Já vi 3 rodando.
      Já acho até bonitinha a frente. A traseira que continua feia, mesma coisa com o último Sandero.
      E o preço, de todos, nas alturas.
      Como um carro popular pode chegar a esses preços que cobram hoje em dia? :(

      • Eric PB

        isso mesmo, ja acho a frente mais bonita q a versao antiga….mas a traseira é de um mau gosto…

    • Pedro R. Lopes

      Ao vivo eu achei a dianteira até que bonita… agora a traseira, ainda to tentando digerir kkkk Mas concordo, o carro tem outros predicados que vão influenciar mais na compra que apenas o design.

  • G. de F.

    A traseira, vista pessoalmente, é completamente sem identidade. Apenas uma leitura diferente do que se vê por aí no mercado. Já a frente, vai ser preciso tempo para se acostumar… A justificativa é ser uma espécie de “family face” da marca, como todas as montadoras por aí buscam.

    Ou seja, pelo preço, tirando o Onix, tá na média do mercado, o que quer dizer caro. Vale? Depende do bolso e do que o mercado irá dizer, depois dos problemas recente da GM.

  • Luís Paulo

    Vi um na rua essa semana e realmente essa traseira não dá pra engolir!
    Muito feia!!
    E esse painel marrom estilo Brasília é bonito agora mas deve dar uma canseira depois….

    • Maneco

      Brasília Ls 79 kkk

  • Bom e bonito

  • Ubaldir

    Não concordo com a informação de que “adotou um estilo totalmente diferente”. Vi o modelo ao vivo, e apesar de mudar todas as peças da lataria, ainda assim tem muito do desenho anterior.
    O fato de não ter trocado a plataforma somado ao desenho que tem clara inspiração no anterior, acaba por passar mais uma ideia de facelift profundo do que de ser um modelo totalmente novo.
    Quanto ao desenho ser “feio ou bonito”, na minha vivência é um daqueles casos em que o design causa um certo estranhamento inicial, mas logo cai nas graças do público, como vimos acontecer com o Onix de primeira geração. Não vejo riscos de que a Hyundai perca a competitividade no segmento tão cedo.

    • Miguel

      Justamente o que eu acho, parece mais um facelift medonho do que um novo carro como eles querem fazer crer!

      Já eu odiei tudo, não compraria com certeza, assim como nem olharia o novo Honda City.

    • Pedro Klaus

      Concordo plenamente! Impossível ver esse carro e não saber que se trata de um HB20. De resto, só basta mais um tempo até ‘todos’ acostumarem de vez.

  • Luconces

    Aquela peça em X nas versões básicas é de chorar. Fica desconexo do restante do carro e principalmente da ideia de deixar o teto flutuante haja visto que as molduras da porta não recebem o acabamento em preto.

  • fsjal

    Recebemos um da locadora pra compor a frota da empresa.
    É a versão mais básica, nem chave canivete tem. Uma pena ele ter ficado feio por fora, pq por dentro ele é muito bonito. O acabamento, mesmo nessa versão de entrada é muito bonito e bem cuidado e o carro é muito bom de dirigir (câmbio excelente – o mais próximo que eu já vi do MQ200 da VW e boa dirigibilidade)

    • Fábio A.

      Vi de perto e dirigi a versão top de linha. Realmente a dirigibilidade é muito boa, carro está bem esperto na versão turbo. O acabamento pareceu melhor que a concorrência.

    • Ricardo Bastos

      Tinha recebido um Hb20 vision da movida e agora recebi um Hb20s vision, entre os dois mesmos existe um gap entre as versões, que tecnicamente é a mesma, no sedan tem a bluemidia e som atrás. Fora o blackpiano que já dá um outro aspecto ao veículo por dentro.

    • Edson Fernandes

      E o painel da versão de entrada na minha opinião é mto melhor que esse digital.

  • Filipo

    Evolução? Para mim, seu design mostrou INvolução! E o sistema de ar-condicionado, que na versão Premium era automático e digital não existe mais. Agora é só digital. Outra involução. Segurança? Apesar de a Hyundai dizer que reforçou seu carro, não oferece, em 2020 praticamente nem ESP e nem mais que o par de airbags obrigatórios por Lei de série. Ou seja, para mim, estagnou em segurança.
    A Hyundai economizou no HB20 que tanta alegria deu a ela. Agora terão que abaixar a bola e os preços. E seria digno que ofertassem de série o ESP e mais airbags desde a versão mais barata. Estamos em 2020!

    • Eric PB

      seu texto está correto até a parte em q cita ”abaixar a bola e os preços” rsrs. A hyundai pirou ainda mais no preço, serio… carro compacto a 80mil? pra acabar.

    • Paulo Lustosa

      Nem digital esse ar condicionado é, e sim analógico com mostrador digital de posição igual ao Agile e Monstrana.

  • Erick

    Frente me lembra carros da FiAT…
    lanternas traseiras me lembram carros da BMW.

  • Vitor C

    Como falam que nenhuma parte da carroceria aparece no interior se claramente da para se ver a mesma nas portas? Basta olhar as fotos.

  • Rogério R P Jessy

    Se na geração anterior, que era bem bacana por sinal, já ficava atras do Onix, que era apenas ok, imagine agora, na minha opinião vai ficar nas ultimas colocações, até porque só vi um até agora nas ruas aqui em São Paulo.

  • marcosCAR

    A matéria diz :segundo mais vendido, mas na verdade, pelos números atualizados, está em terceiro no mês de novembro e também no total geral do ano. O Ford Ka assumiu a vice liderança.

  • TijucaBH

    @ricardodeoliveira, eu fiz um test drive no HB20 TGDI em Belo Horizonte (que só tem morro) e nao notei essa característica que voce disse dele manter o giro alto na subida da serra do mar como se fosse um carro aspirado. Acredito que pelo fato do cambio ser adaptativo, antes da subida voce possa estar dirigindo mais esportivamente e voltou ao modo “normal” durante a serra e com isso nao houve tempo do cambio readaptar-se à condução.

  • Rodrigo

    Lendo essa avaliação fica bastante claro (pra mim) que o que “matou” o brilhante motor foi o ajuste do câmbio, tanto em economia quanto em desempenho. Talvez se tivessem aguardando um tantinho mais a engenharia terminar seu trabalho, o resultado teria sido melhor. E olha que o ajuste do câmbio do VW Polo / Virtus com motor TSI não é lá grandes coisas também – o que salva nos VW é a oferta maior de torque.
    De resto acho que houve evolução em termos gerais e regressão em alguns detalhes. Vai vender bem em razão da confiança da marca e pós-venda.

    • th!nk.t4nk

      Pelo que diz a matéria, parece que o câmbio foi programado pra ficar num “modo sport” constantemente. Acho isso irritante, porque qualquer pisada mais forte no pedal já força uma redução exagerada (fora que prejudica o consumo). Tem duas possibilidades aí: ou aplicaram relaçoes de transmissão longas demais (e tiveram de compensar com a programação agressiva), ou o motor realmente tem pouco torque em baixa. De qualquer forma penso que todo automático deveria dar ao motorista a opçao de pelo menos 2 modos de direçao (conforto e sport). O hardware tá lá, é só colocar um programa secundário e um simples botão pra alternar entre eles. Jamais deveriam economizar nisso.

      • Rodrigo

        Concordo! O que vc descreve era a sensação que eu tinha no meu antigo Civic 2.0 com aquele câmbio AT de 5 marchas: embora fosse um câmbio que privilegiava a economia, não fazia muita diferença prática com o botão ECON ligado ou desligado: em ambas situações o desempenho era ruim, só via algum vigor acima das 4500 rpm quando o VTEC entrava, ou mudando o seletor para M. Tinha a sensação de um carro amarrado pelo câmbio.

      • Ubaldir

        É algo semelhante ao que ocorria nos C4 THP de primeiras fornadas no Brasil: câmbio com programação muito agressiva, que acaba fazendo com que o carro esteja sempre buscando performance, mesmo que o motorista esteja apenas querendo economizar combustível. É instigante, mas no uso cotidiano acaba ficando enfadonho rapidamente. Sem a opção de um botão “ECO”, fica complicado.

        • Edson Fernandes

          Muita gente optou por fazer remapeamento inclusive alguns tiveram a opção de alterar a gosto posteriormente. Existem 3 tipos de remaps conhecidos:
          – Conservador
          – Agressivo
          – Demon

          O primeiro é justamente para evitar um carro sempre arisco e tendo trocas mais cedo. Além disso, em todos eles, o acelerador tem um delay quase nulo, o que ajuda ainda mais a controlar o carro.

          O segundo ao acelerar mais que 50%, aumenta a rapidez de troca. Agressivo pq vai aumentar a velocidade das trocas e mexe com o conjunto qdo quer andar forte.

          E o ultimo que depende de remapeamento de motor tbm, altera todos osparametros que o cambio vai dar tudo para performance. Seria legal ter esses tipos desde sempre né ?

      • Edson Fernandes

        Aqui vale um adendo ao gosto local: A Hyundai foi a pioneira em gostar de configurar a pressão do acelerador de forma acentuada. Explico: Vc pisa 10% e ele responde 30%. Acelerou 30% ele esta a 80%, acelerou 50% e ele está a 100%.

        Isso dá a caracteristica de carro bem potente, mas esse pode se dar mal qdo falamos de consumo: Isso porque essa redução de sensibilidade, causa comportamento para a transmissão.

        Se vc dirigir o HB20 1.6 autoamtico verá isso. O carro tem uma força de saida impressionante. Vc sente um motor 1.6 que não deve nada para carros mais potentes. Mas basta vc acelerar com mais pressão do pedal e verá que praticamente tudo que o carro tinha pra dar, ele já está dando. É aí que vc percebe a estrategia da Hyundai.

        Creio que para esse 1.0, tenha sido a mesma. Se vc está acostumado a dirigir carros de outras fabricantes que te dão uma flexibilidade maior (exceto a Fiat que tem usado a mesma estrategia), fica intuitivo pra ti imaginar que em determinada situação, vc precisa pisar mais forte e num carro que não te dá mta sobra de método carga de aceleração, ele irá reduzir 1 a 2 marchas mantendo o ritmo sempre forte.

        O que então se faz nessas situações? No tipo de ajuste da Hyundai que leva em consideração a inclinação de pista, vc mantém o pedal do acelerador na mesma posição que vc manteve em uma determinada velocidade. O carro por sí só irá atuar entregando mais força. Ou seja, vc tem que se readaptar a esse tipo de comportamento do carro.

        Eu particularmente gostei mto do casamento do motor 1.6 com o cambio AT6. Preciso dirigir esse 1.0 turbo para tirar minhas dúvidas.

  • RKK

    Abstraindo a pavorosa aparência, o motor 1.0 TGDi é muito bem vindo !

  • Bruno Schat

    Hatch 77 k??? Vai vender? Onix plus tá quase mesmo valor, diferença e grande…

  • André Luis Versiani

    Achei muito massa o interior do carro, acabamento das portas traseiras muito bom, por malas muito bem forrado e até o detalhe dos tweeter nas portas achei bem criativo. O exterior dele que achei que deveriam ter refletido melhor ao menos a traseira, sei lá, antes tivessem dado apenas um tapa no visual da anterior e mudado a frente como a Ford fez nos Ka que seria mais jogo.

  • Matheus Mendes

    A Hyundai perdeu a oportunidade de uma grande reviravolta no mercado de hatchs

    Neste momento eles colocam nas mãos da Ford a faca e o queijo da ford atualizar o Ford KA e assumir de vez a 2ª colocação.

    • Paulo Lustosa

      Só a Ford colocar o ar digital que contempla o projeto do Ka e os seis airbags no topo de linha, e colocar a oferta de seis airbags e controle de estabilidade no resto da linha que sepulta o HB20, pois o espaço interno do Ka é melhor que o do Hyundai.

      • Cleidson

        Ka 2019 tinha 6 airbags. Ford tirou.

    • Edson Fernandes

      Com a Ford “forçando” a sua saida, não me pareec que será isso que vai acontecer viu.

  • Thiago Prado

    Vi esse carro na rua e como ficou feio ein o povo vai continuar comprando pela mecânica boa e a garantia de 5 anos

  • Fernando

    Finalmente vi um ao vivo em Salvador e a minha impressão foi a mesma: o carro tem a traseira feia. Quanto a dianteira, acho que dá para acostumar (temos Ka, Fiesta e Focus com uma bocarra bem parecida). Sobre o interior, me agradou (mesmo o painel de moto). Enfim, acho que o calcanhar de Aquiles (tanto do hatch quanto do sedã) é a traseira.

  • Ricardo Fernandes

    Sinceramente, que me desculpem os admiradores da marca, mas a Hyundai deu uma cagada “monstra” com esse carro. Essa “boca de bagre” é bem esquisita, com faróis de neblina do tamanho de bolas de gude. A traseira também é muito mal desenhada, horrível… O detalhe da coluna C até que passa, mas não achei nada de extraordinário. Pra completar as bizarrices, um acabamento marrom que deixa o interior do carro com aspecto “enlameado”, um detalhe azul no painel que não conversa com nada e esse cluster de Ônix, um pouquinho melhorado nas funções, mas com um motivo quadriculado ao fundo que, meu Deus do céu… ridículo e brega pra C@%*lho!
    Ainda que tenha um bom motor 1.0 turbo e uma dinâmica mais apurada, acho o brasileiro muito passional, emocional mesmo com carro… Eu mesmo sou. O carro pode até vender, mas conceitualmente, achei uma bola fora daquelas!

  • Bikudin

    A frente parece um pouco com o feioso peugeot 208

  • ElantraTop

    Carro mto gastador para 1.0. Onix muito mais economico.

  • Sidney Rufino

    Mais feio que bater em mãe

  • Henrique

    Se o carro ja é horivel, medonho e desproporcional a beleza desse carro, imagine a versão basica que horr[ivel dever ser. Conseguiu ganhar o titulo de carro mais feio do Brasl do Argo, Parabens Hyundai.

  • Anderson de Souza Moreira

    Fiz teste drive no HB20 e o mais importante para mim continua lá, acerto do motor e cambio é otimo, neste ponto achei melhor que Polo e o Novo Onix. Retirar o ar digital achei a maior mancada, mais que o visual que ao vivo é melhor que nas fotos. Aluguei o Onix Plus turbo e decepcionei com o acerto do motor e cambio, as vezes dá uma refugada na saida e depois um coice, com o ar ligado então, esta sensação me deu vontade de devolver o carro. Descartei a compra do Onix, na concessionaria gostei mesmo foi do Cruze Sport6. HB 20 sem ar digital ficou dificil, vou esperar para alugar um quando estiver disponivel. se gostar muito da mecanica talvez ate compre.

  • Wagner Lopes

    Sem fazer qualquer comparação com o preço dos concorrentes, 80K nesse carrinho aí é uma insanidade automotiva…kkkk.

  • Carlos

    Fui na concessionária ver um realmente não é tão feio, mas sinceramente, achei que o carro perdeu no acabamento exceto o console central que ficou mais bonito, os volantes, portas, e cluster central da antiga versão era melhor resolvido, a versão anterior possuia botão de trip na minha opinião é muito melhor do que o velho palitinho poderiam também ter resolvido isso mais facilmente acondicionando o botão no próprio volante ou na alavanca de seta, o plástico é todo duro, outra coisa que me incomodou muito foi um ressalto da caixa de direção que ficou maior e fiquei batendo meu joelho ao entrar e sair do carro, o que particularmente achei um erro de ergonomia mto grosseiro, outra coisa que achei estranho foi ao tirar de P (Park) para D (Drive) o acoplamento da marcha é muito ruim dá meio que um tranco, não sei se foi algo exclusivo da unidade que testei mas ali se foi qualquer vontade de trocar de carro, outra coisa que deu uma sensação estranha foi ao deixar umas das portas abertas com o motor vibrando a mesma balançava bastante como se estivesse com alguma falha em alguns dos cilindros, a central do rádio é boa e rápida mas gostaria que adotasse um funcionamento mais clean e intuitivo como um tablet ou o mylink da chevrolet, de resto vi um bom banco melhor do que a versão anterior e encosto de cabeça do terceiro ocupante, essa versão sinceramente me pareceu uma atualização da versão anterior em pacotes, mas não vi nada que me fizesse trocar de carro atualmente possuo um hb20s 1.0 style 2016.

  • RIP Brazil

    Todo poder à tríade:
    -Government;
    -Cartel, ops, concorrência; :D
    -Bananês;

    :D

    #prosperidades_nos_preços
    #Feliz_2020_próspero_nos_preços
    #novas_metas_para_2020
    #fé_nos_aumentos

  • Edson Fernandes

    Olha, me chamou atenção o consumo baixo sempre no etanol. E nessa velocidade é comum eu fazer entre 10,5 a 11,5km/l de etanol com um Fluence. Na cidade é bem parecido em consumo (eu faço de 6 a 6,5).

    Agora, parece que o forte é sempre na gasolina.

    Outro ponto que me chamou atenção: Retenção de marchas em alto giro. O motor 1.6 qdo eu aluguei, mesmo na Anhanguera em trechos de subida, tinha que ser ingreme para ele reduzir para a quinta (e teve que reduzir para a quarta tbm, mas eu que provoquei a redução para retornar o ritmo de condução).

    No final, fiz 11,5km/l, ou seja, inicialmente mais economico. Uma pena ele ter um consumo exagerado num motor moderno.

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