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Avaliação: Novo Prisma LTZ 2017 melhora na eficiência mas continua devendo em itens de segurança

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O Novo Prisma 2017 recebeu muitas melhorias, focadas especialmente na eficiência energética, conectividade e estilo. As mudanças foram benéficas para o segundo sedã mais vendido do mercado nacional (perde apenas para o Corolla) e isso deve contar muito para que ele continue em sua boa posição.

Mesmo mantendo o velho motor 1.4, o Novo Prisma recebeu câmbio de seis marchas e ajustes que incluíram até um corte de peso com aços de alta resistência, algo raramente visto em atualizações de meia vida, geralmente centradas em visual e acabamento.

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De janeiro a julho, o Prisma vendeu 37.096 unidades, ficando bem à frente do rival mais próximo na categoria dos compactos, o HB20S com 26.783 vendidos em 2016. Mas, como toda atualização, os preços tendem a subir. O preço inicial é de R$ 53.690, mas esta versão LTZ manual, avaliada pelo NA, custa R$ 58.690.

Agora, renovado, o sedã de entrada da Chevrolet traz OnStar, Android Auto e Car Play em termos de conectividade. No conforto, ajustes na suspensão e direção – agora elétrica – foram benéficos, assim como a marcha extra. Mas não ganhou nada em performance e, infelizmente, a segurança foi deixada de lado.

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Por fora…

As mudanças no estilo do Chevrolet Prisma 2017 tornaram o modelo visualmente mais atraente. A frente ganhou um aspecto mais envolvente e agradável, destacando-se os novos faróis com LEDs de marcação – que não servem como facho baixo na estrada – e a grade mais afilada. O para-choque com aspecto mais aerodinâmico e o capô mais longo, completam o visual frontal.

Na traseira, as lanternas receberam atualização no desenho e na iluminação, deixando o conjunto mais harmônico. A tampa do porta-malas acompanha as alterações e vem com spoiler integrado ao desenho. O para-choque renovado também está de acordo com a proposta.

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As rodas de liga leve ganharam um aspecto mais “esportivo”. São de aro 15 polegadas com pneus 185/65 R15 e sensores de pressão, outra novidade no Prisma 2017, assim como a câmera de ré nesta versão LTZ, presente também no Onix Activ. Nas manobras, há também sensores de estacionamento. Faltaram retrovisores com repetidores de direção. No geral, o conjunto ficou mais equilibrado.

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Por dentro…

Assim como por fora, o Prisma 2017 também recebeu alterações no interior. Logo de cara, a ergonomia melhorou com os novos puxadores de portas, agora em posição normal. As portas ganharam aspecto mais moderno e em harmonia com o acabamento do painel.

Dois tons de preto e marrom melhoraram o ambiente no Prisma LTZ. Volante em couro e console apresentam detalhes em preto brilhante, enquanto difusores de ar, alavanca, freio de estacionamento e outros detalhes, cromados.

O quadro de instrumentos análogo-digital agora vem com indicador de troca de marchas e alerta de pressão dos pneus. O computador de bordo traz o suficiente, mas poderia haver indicação de direção no caso de navegação.

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O volante é o mesmo de antes e sem controle de cruzeiro, reservado apenas para a versão automática. O porta-luvas cuja tampa abre para cima tem iluminação, mas pouco espaço. Conectores USB e auxiliar estão presentes (ausentes no Joy).

A multimídia MyLink é de segunda geração. É simples e intuitiva, tendo agora projeção para Android Auto e Car Play, permitindo usar vários aplicativos do Google e da Apple, entre eles Siri, Google Maps e Spotify, por exemplo. Outra novidade é o OnStar, que no LTZ tem serviço completo, incluindo manutenção, socorro, localização e orientação GPS, esta última visualizada na tela de 7 polegadas sensível ao toque.

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Caso não dê para utilizar um Google Maps, por exemplo, pode-se pedir ao atendente – mesmo sem smartphone a bordo – a navegação até o local desejado ou outras informações. A atualização chega em poucos segundos. O OnStar está integrado ao MyLink, mas pode ser acessado pelo retrovisor interno.

Por fim, os bancos apresentam nova padronagem, mais macia. Ficaram também mais confortáveis. Atrás, a GM – como já adiantado no começo da matéria – deixou de lado um incremento necessário na segurança, oferecendo apenas dois apoios de cabeça e cinto central subabdominal. Não há Isofix. Além disso, o banco não é bipartido, o que ajudaria a aproveitar ainda mais o bom espaço do porta-malas, que tem 500 litros.

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Por ruas e estradas…

A ênfase da GM na atualização mecânica do Chevrolet Prisma 2017 foi a eficiência energética. Somente recentemente a montadora americana decidiu fazer parte da tabela do Inmetro e do selo Conpet. Então, para cumprir o que se pede, a empresa botou a engenharia para trabalhar, conseguindo um bom resultado.

A GM fez melhorias gerais no Prisma, deixando ele até 33 kg mais leve, graças à introdução de aços de alta resistência em perfis da carroceria. O corte de peso também veio do câmbio, com meio quilo a menos, mas com uma marcha a mais. Sistemas de refrigeração, elétrico e eletrônico foram atualizados também.

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O motor continua o mesmo 1.4 8V SPE/4, agora chamado também de ECO, visto que pistões, anéis e bielas são novos. A reprogramação eletrônica manteve os 98/106 cv a 6.000 rpm e 13,0/13,9 kgfm a 4.800 rpm, respectivamente com gasolina e etanol. Seu funcionamento agora está mais suave, mas a performance permanece a mesma.

Com a transmissão manual de seis marchas, o 1.4 ficou mais agradável de dirigir, especialmente na estrada, quando em sexta, o ponteiro marca 2.600 rpm, a mesma rotação da versão automática. Dessa forma, o motor não trabalha tão forçado e o consumo agradece, assim como o nível de ruído interno. O câmbio tem bom escalonamento, sendo macio e preciso.

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Mais leve e com melhor disposição com a marcha extra, o Prisma 2017 apresenta um desempenho adequado para sua proposta, exigindo naturalmente mais reduções em caso de retomadas mais vigorosas e ultrapassagens. O ganho maior foi em conforto e economia. Para o dia a dia, está bem acertado nesse aspecto.

Falando no consumo, realmente ele ficou bem mais frugal que o anterior, fazendo 11,4 km/litro na cidade e 15,8 km/litro na estrada, ambos com gasolina. Trocas a partir de 2.000 rpm ajudam muito no consumo e o carro não perde em performance por conta disso, exceto em regiões com muitos altos e baixos.

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O Chevrolet Prisma 2017 está realmente mais firme. A suspensão está mais baixa, contribuindo para um menor arrasto aerodinâmico. O Prisma anterior era mais confortável nesse aspecto, pois o ajuste era mais macio. Em pisos irregulares, os ocupantes sentem um pouco mais. A estabilidade melhorou um pouco, mas o sedã da GM já deveria portar controles de tração e estabilidade.

A direção elétrica trouxe mais conforto ao dirigir, especialmente nas manobras. É bem progressiva e também ajuda na eficiência energética, por consumir menos energia do propulsor. Os freios foram atualizados e dão conta do recado. Já o nível de ruído é moderado. Mesmo com o motor mais silencioso, o ajuste firme da suspensão traz barulhos indesejados para o interior. De modo geral, o Novo Prisma 2017 ficou mais agradável de dirigir e realmente mais econômico. Não houve mudanças em relação ao espaço interno, que é bom.

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Por você…

Bem equilibrado, o Novo Chevrolet Prisma 2017 ficou também mais atraente no visual e igualmente em termos de conectividade, reunindo as mais recentes tecnologias dos dispositivos Android e iOS, além do serviço OnStar, que contribui para conforto e segurança dos ocupantes.

Pelo preço pedido, o Prisma LTZ 2017 poderia incluir o piloto automático, sensores de chuva e crepuscular. Faltaram muitos itens de segurança, tais como repetidores de direção nos espelhos externos, ESP, TCS, Hill Holder, Isofix, terceiro apoio de cabeça e cinto de três pontos para o quinto passageiro.

Com desempenho adequado para o dia a dia, o Prisma LTZ se destaca em economia e mantém a manutenção com custo aceitável, gerando R$ 2.844 em seis revisões até 60.000 km. O OnStar conta com gratuidade por um ano em seus 20 serviços disponíveis para o proprietário. Levando-se mais em conta eficiência energética, conforto ao dirigir e a conectividade, o sedã compacto da Chevrolet é uma opção considerável em seu segmento.

Medidas e números…

Ficha Técnica do Chevrolet Prisma LTZ 2017

Motor/Transmissão
Número de cilindros – 4 em linha Flex
Cilindrada – 1389 cm³
Potência – 98/106 cv a 6.000 rpm (gasolina/etanol)
Torque – 13,0/13,9 kgfm a 4.800 rpm (gasolina/etanol)
Transmissão – Manual de seis marchas

Desempenho
Aceleração de 0 a 100 km/h – 10,5 segundos
Velocidade máxima – 180 km/h
Rotação a 110 km/h – 2.600 rpm
Consumo urbano – 11,4 km/litro (gasolina)
Consumo rodoviário – 15,8 km/litro (gasolina)

Suspensão/Direção
Dianteira – McPherson/Traseira – Barra de torção
Elétrica

Freios
Discos dianteiros e tambor traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus
Liga leve aro 15 com pneus 185/65 R15

Dimensões/Pesos/Capacidades
Comprimento – 4.282 mm
Largura – 1.705 mm
Altura – 1.478 mm
Entre eixos – 2.528 mm
Peso em ordem de marcha – 1.054 kg
Tanque – 54 litros
Porta-malas – 500 litros
Preço: R$ 58.690

Galeria de fotos do Chevrolet Prisma LTZ 2017:





  • Compro Vidro de Perfume Vaziou

    A falta dos itens de segurança é pra aumentar a valor do carro no próximo facelift, GM esta certa se vende desse jeito pra que mudar logo agora, em 2019 lança um modelo novo apresentando os incríveis itens de segurança

    • Pacheco

      Pra que colocar se o mercado aceita? Essa é a lei da vida.

      • Rodrigo

        Esse carro fica a cada dia mais parecido com o Gol 2011.

    • Lucas086

      Dos concorrentes do onix/prisma, quem tem alguma segurança a mais é Ka Sel de 49 mil e New Fiesta Se e Tittanium e a linha Premium do Hb20, de quase 70. A grande maioria, não sai do air bag duplo e abs. Infelizmente, os consumidores aceitam, e com isso, todos pagam por não termos carros mais seguros por um preço “justo”.

  • Moreno Rocha

    Ainda estou pra entender qual é a surpresa… é da GM e seus consumidores que estamos falando. A empresa já disse em outras oportunidades que “os clientes deveriam ter a opção de escolher ou não a segurança de seus veículos”. Ou seja, ela só vai entregar o mínimo exigido por lei nesse quesito, já que o seu consumidor AINDA não requer isso e o governo também não. Ela só aplica seus melhores padrões mundiais de segurança em segmentos onde sofre concorrência forte, vide os Sedans médios (Cruze), onde ela não pode se dar ao luxo de não oferecer tais itens. Sequer pesquiso GMB para carros abaixo do Cruze justamente por causa dessa filosofia tacanha. Quanto aos reforços estruturais, o Onix teve sérias avarias, principalmente no assoalho, em um teste do LatinNCAP. Provavelmente isso e a necessidade de melhoria na autonomia forçaram a GM a melhorarem ele e o Prisma nesse aspecto.

    • Lucas Vilanova

      Sérias avarias não. O único problema foi o assoalho ter aberto com o impacto. Mas a carroceria apresentou uma boa estrutura e foi considerada estável. Veja a conclusão do teste no site do Latin.

    • Eu até concordo com a idéia dele, não com a motivação. Sou a favor de vender carros até sem airbags, desde que pouca coisa mais caras que as motos, suas concorrentes diretas em segurança. O problema é ele estar falando de 40 mil, que pelo valor já deveria ter um conjunto de segurança muito bom. Mas o pior é o que o comentário dele deixa passar: “Se não quiser segurança temos o Onix de 40 mil, caso queira pagar um pouco mais por ela, temos o Cruze por 90”. O Onix e o Cobalt não tem nem opção de serem mais seguros, como Fiat e Ford dão.

      • Moreno Rocha

        Sim, mas esse é o ponto. Se você comprar o Cobalt, que custa em torno de 65 mil reais, ele também virá apenas com o pacote básico de segurança. Não há nem opção de colocar tais itens nos modelos. Mesmo os modelos importados da GM são extremamente pelados nesse aspecto, vide o Sonic (quando era trazido para o país) e o Tracker, que custava bárbaros 85k na época e TAMBÉM vinha com o pacote básico de segurança. É bem como você disse – não há meio termo. E com o Onix nas cabeças, acho difícil isso mudar tão cedo.

        • Resumindo: Ele mente ao dizer que o cliente tem a segurança que pode pagar. Os clientes da GM em geral não podem pagar por mais segurança.

          • Moreno Rocha

            É. Essa mentalidade vai mudando aos poucos, e mesmo quem compra os modelos mais básicos com o tempo acaba exigindo mais. Hoje pouca gente aceita um carro pelado de tudo, há um mínimo aceitável .Acho que também cabe a quem se informa mais nesse aspecto (eu me incluo) orientar, na medida do possível, consumidores dessas marcas a exigirem produtos melhores e mais seguros desses fabricantes.

          • Algo que me impressiona é até que ponto aumentaria o preço das versões mais completas incluir um ESP e mais um par de airg bag.

            • Na verdade, impressiona aumentar mesmo nas versões básicas. Mas pagamos dois mil reais em uma pintura, 3 mil em um tablet chinês colocado no painel…

  • Alexandre

    “…LEDs de marcação – que não servem como facho baixo na estrada…” Não entendi esta afirmação. Quer dizer que os LEDs diurno (ou marcação) não são LEDs diurno?

    • Daniel Lacerda

      Pelo o que eu entendi, é que o Led Diurno não se enquadra na Lei de Farol ligado na estrada..Ou seja, se estiver só com o Led Diurno ligado na estrada será multado. O Led Diurno só irá ser útil em vias que não sejam estradas.

      • Alexandre

        DLR (ou LEDs diurnos) servem para usar na estrada. Acho que o do Onix / Prisma não são considerados LEDs diurno, como o Khusller disse abaixo…

        • Tomtilt

          Os do Prisma e Onix não são DRL mesmo, não se enquadram na lei do farol. São apenas estéticos.
          O DRL verdadeiro é bem forte, justamente pra cumprir a função de luz diurna. E se enquadram na lei do farol, o próprio Contran já falou sobre isso quando surgiu a dúvida – e seria uma estupidez sem tamanho se não fossem aceitos, já que na Europa, onde em muitos lugares faróis acesos são obrigatórios mesmo durante o dia e com sol, mas apenas para carros sem os sistema de luzes diurnas de LED, já que o DRL, inclusive, é até mais visível que um farol baixo.
          Pra saber diferenciar se é só enfeite ou é DRL basta olhar a intensidade da luz emitida. O DRL é bem intenso, um exemplo são os usados em carros da PSA mais novos (208, 2008, C3, C4 Lounge…), Mercedes Classe A, CLA, GLA, MINI Cooper, entre outros, são bem fortes. Já o sistema dos novos Onix e Prisma são fracos, não iluminam nada, apenas são decorativos, como a parte azul dos faróis dos modelos anteriores da dupla da GM, que acendiam mas tinham função meramente estética.

          • O detalhe azul dos Onix e Prisma anteriores não acendia. Ele só se destacava um pouco porque fica entre a luz de posição e a do farol. O LED dos novos Onix e Prisma é apenas luz de posição.

            E complementando seu comentário sobre como identificar DRLs, estas acendem imediatamente após dar a partida, não há como desligá-las com o veículo ligado, ao contrário da luz de posição.

    • Khusller

      Esses LEDs do onix/prisma não são LEDs diurnos, é um enfeite apenas. Aqui uma comparação:

      • Gustavo Cruz

        Esses DLRs da XC90 são os mais bonitos já feitos na minha opinião…..

  • Bruno Silva

    Engraçado que ao vivo não tenho essa impressão, mas por fotos o volante fica gigante perto do painel ou o painel parace minúsculo perto do volante, 😂. No mais, faltou pelo menos nas versões top mais itens, airbag lateral ou ESP já seria alguma coisa.

  • Lucas Vilanova

    Realmente o consumo do carro ficou bom. Acredito que esse consumo, em específico do teste, deve ter sido em um trecho. Se fizer um tanque cheio na estrada, andando a 110 km/h, deve fazer mais de 16 km/l fácil.

    • Pacheco

      Confesso que na Gasolina nem é muito. Meu carro 2.0 16V Automatico faz 15km/l andando a 90km/h em rodovia plana a noite e sem ar condicionado.

      • Lucas086

        Mas eu pergunto, será que dá para manter 90 km por toda a viagem? Já vi gente fazer mais de 20 km em um Up! a 80 por hora, é ter muita paciência.

        • Pacheco

          Com piloto automático eu faço na boa… só preciso ter ele e tbm um bom som no carro ou uma companhia de qualidade… kkkkk

        • Jackson

          Tchê eu costumo andar entre 80 e 90 em 150 kms quando vou visitar meus pais. Meu cunhado que dirige mais rápido 100/120 costuma chegar no máximo 10/15 minutos antes. Veja que o risco de andar nessa velocidade não compensa e muito menos o gasto com combustível.

          • Zoran Borut

            O risco depende mais do traçado e estado de conservação da estrada. Numa rodovia duplicada com bom pavimento não há muito risco envolvido, já numa estrada de pista simples cheia de curvas é bem mais perigoso. Quando viajo, transito em estradas onde a média de velocidade acaba ficando nos 80 km/h. Aí 110 por hora é arriscado demais por falta de espaço para frenagem brusca e excesso de veículos.

        • Zoran Borut

          Se teve gente que fez 25 com o up aspirado a 90 por hora, fico imaginando a 80… rs

      • Andando a 90 km/h já consegui 16,8 km/h com um Lounge THP. Mas qualquer aumento nessa média de velocidade faz uma diferença danada pra baixo na média do consumo.

        • Pacheco

          Tem que fazer até mais que isso… é um motor 1.6 com cambio de 6 marchas. Nessa velocidade ele deveria estar fazendo até mais.

          A 90km/h com ar ligado e blindagem, minha Grand Cherokee 5.7 V8 fazia 9 km/l. Isso por que ela desligava metade do motor e ainda tinha a ultima marcha super longa.

          • Lounge é muito pesado. Consumo baixo não está entre as qualidades dele.

            • Pacheco

              Deveria estar, por que ele tem um excelente motor/cambio e um ajuste muito bom.

              • Não é nem questão de “estar”. Ele “é” pesado, mesmo. praticamente uma tonelada e meia, entre 200 e 300 quilos mais pesado que concorrentes do mesmo porte. A plataforma do C4 Pallas já está datada, e carece de substituição para estar entre as mais modernas da categoria.
                Esse motor tem ótimos números de consumo no 2008 e no DS3, mas nos carros que ainda se utilizam da velha plataforma da PSA (Lounge, 408, 308), os números de consumo realmente ficam aquém do que se espera.

                • Pacheco

                  Imagino como deve ser o 2.0 então.

                  A plataforma do Lounge é a do C4 de 2004?

                  • É basicamente a mesma, com algumas melhorias pontuais.

                    • Pacheco

                      Então precisa atualizar mesmo. Mas o Lounge deve receber um tapa em breve.

                    • O tapa me parece que vem, mas em forma de uma plástica leve de meia idade, nos moldes do que se viu na China. A plataforma será a mesma. Evolução só mesmo com a plataforma modular da PSA (EMP2), que só deverá vir em um substituto do sedã médio da Citroen em um futuro de médio a longo prazo.

                    • Pacheco

                      Espero que ela continue investindo nesse segmento aqui.

        • Debraido

          Com meu 408 THP 2012, eventualmente vou de SP a Dourados-MS, consigo média de 15,2 km/l no trecho paulista, 110 km/h no piloto automático e ar ligado o tempo todo. Considero excelente para o peso do carro ( o mais pesado do segmento).

          • No Lounge a 110 km/h (piloto automático), carregado (5 pessoas e bagagem) e com o ar desligado (rodando na Dom Pedro em direção à Dutra) consegui 13,10 km/h. Capaz que descarregado passasse dos 14.

          • Edson Fernandes

            E pensar que no Fluence eu faço até 11km/l (etanol) se andar entre 100 a 110km/h…. mas nos 120km/l a média é quase sempre entre 10 a 10,5km/l.

            Só que o que ferra o consumo quase sempre é cidade. Aí a media cai bastante.

      • Lucas Vilanova

        Andando a 90 km/h, ar desligado, seu carro tá é consumindo meu amigo. No teste do carplace, o Prisma LTZ AT fez 15 km/l com 4 pessoas dentro, ar ligado e 120 km/h. E você ainda acha pouco? haha

        • Pacheco

          Estamos falando de uma Minivan de 1200kg com motor 2.0 16V, cambio At4 e com pessima aerodinamica.
          Um sedan tem muito mais aerodinamica, um motor 1.4 com cambio de 6 marchas. Na boa… eu acho pouco.

      • Don Ramón

        Então… há algumas semanas me surpreendi com o 208 automático aqui de casa. Numa viagem de cerca de 300km o computador apontou consumo médio de 16,7km/L. A estrada, apesar de pouca variação no relevo, tinha uma serrinha pela metade do caminho, e bastante tráfego também. A velocidade média ficou na casa de 80km/h. Jamais tinha conseguido média na casa dos 16km/l com ele, nem mesmo quando fomos para o Chile e pegamos as planícies “infinitas” do centro da Argentina…

        • Pacheco

          É tudo da condição. Por ex, meu carro está mais econômico nesses dias de 10 graus em SP.

      • DougSampaNA

        Meu ex-honda fit 1.4 cvt fazia na rodovia Castelo Branco sentido interior na média de 110 km/h uma media de consumo de 19,5 km/lde gasolina, era excelente..Meu atual Honda fit não faz 14 km/l…Meu Honda new fit ficou uma merda..

    • Com certeza. Meu Onix é dos antigos (1.4, modelo 2013). Em rodovia de pista dupla, sem muitos aclives, mantendo 110km/h com ar ligado e gasolina no tanque, faz 16km/L fácil, às vezes até um pouquinho mais. Sempre medindo na bomba, o meu é LT, não tem CB. Vou de Belo Horizonte a São Paulo com 2/3 ou 3/4 de um tanque, dependendo da carga. Com os ajustes dos novos, deve dar pra fazer até uns 17 em condições ideais.

  • Dula Bude

    108 km/h a cerca de 2.600 rpm, muito bom!!!
    Pena nao ter o motor 1.4 nos modelos Joy.

  • Mr. Car

    Por cerca de R$ 1.700,00 menos, não tenho a menor sombra de dúvida: levo um Etios XLS 1.5 sedã manual. Mais completo, mais moderno, mais seguro, mais espaçoso, enfim, mais carro em tudo. E ainda tem o tal do pós-venda da Toyota, muito elogiado. É feio, mas eu não compro carro para agradar ao vizinho, he, he!

    • Sem fazer juízo de valor, pois não conheço a lista de equipamentos do Etios em suas versões, você poderia me informar quais equipamentos ele oferece além do que temos no Prisma? Porque me lembro que quando estive na Toyota para conhecer o Corolla, observei um Etios (não lembro qual versão) e achei ele extremamente caro pelo que pediam.
      Quanto ao design, eu também não compro carro para agradar o vizinho… mas ele tem que agradar ao menos a mim… rs. Confesso que as linhas do Etios me são muito desagradáveis, em especial na versão sedã. As do hatch até que são um pouco menos obtusas aos meus olhos.

      • Lucas086

        Pois é, curioso para saber os itens, o etios foi ter um.misero travamento automatico das portas andado agora na linha 2017, imagina alguma item de segurança

        • Sei que a Toyota andou melhorando a lista de equipamentos e o acabamento interno dele. Já tem uns anos que fiz essa visita na concessionária. Na época era bem parco o que ele oferecia em termos de itens de conforto.

          • Lucas086

            Fui no lançamento do carro, e no banco traseiro, tinha um espaço de uns 4 dedos entre o encosto e o assento e uma barra de ferro visível. Até hoje nunca entendi o que era aquilo, e já vi isso em tios mais novos. O etios pode ser bom como for, mas além de feio, tem economias que a Toyota fez que merecia uma punição severa.

          • Edson Fernandes

            Não…. melhorar acabamento não…. eles mudaram as cores dos acabamentos.O material em si continua o mesmo.

      • Mr. Car

        De cabeça, me lembro de dois: isofix, e do encosto de cabeça e cinto de três pontos para o passageiro do meio no banco traseiro. O computador de bordo é mais completo também. Fora isto, se saiu bem no crash-test, o motor é bem mais moderno, tem maior espaço interno, o pós venda da Toyota…Não ligo que seja feio, o grande problema dele para mim foi resolvido, o quadro de instrumentos “Filizola”, horrível, de difícil leitura, e sem computador de bordo.

  • Lucas086

    Apesar das melhorias, encheram o carro de equipamentos, para vender ao preço dos concorrentes com motor maior. Mas eu gostei do Prisma, acho-o mais equilibrado que o hb20s, por exemplo.

  • Lucas Kopereck

    Só o Ka+ SEL,tirando os repetidores de direção nos espelhos externos,tem todos estes itens de segurança que faltam no Prisma LTZ,se a Ford tivesse caprichado um pouquinho mais no acabamento,teria um grande concorrente ao Prisma.

    • Lucas086

      E também devia ter dado uma ajeitada na traseira, ficou um pouco estranha.

      • André Pira

        Também achei. Que traseira mais sem graça a Ford projetou!

    • Edson Fernandes

      Lucas, o HB20 pode ofertar até 4 air bags como o Grand Siena. Acredito que também sejam os unicos dessa leva que ofertam mais que 2 air bags.

  • SAVEIRO CD

    E UM BOM CARRO MAIS NÃO O COMPRARIA , IRIA DE HB20S OU KA+ OU MESMO O VERSA .

  • WALTER CARNEIRO

    A falta do protetor de cabeça no banco traseiro central foi difícil de engolir para o preço absurdo do belíssimo Prisma LTZ Automático. O consumidor brasileiro é encarado por essas montadoras como muito manso e inculto ao escolher o seu próximo carro, o que eu discordo. Eu gosto muito dos carros da GM, já tive 4 com o atual Corsa Sedan Prêmium 1.4 completo, excelente na durabilidade e economia, e fica só nisso mesmo. Vamos ver quem vai lançar primeiro um Sedan com abertura pantográfica do porta malas (acho que o Fiesta já tem). Jogar a culpa dos preços altos dos nossos carros só no Custo Brasil é tudo o que as montadoras querem, para disfarçar o excesso de ganância de todas elas.



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