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Chevrolet Prisma – defeitos e problemas

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O Chevrolet Prisma se posiciona como um dos automóveis mais comercializados no mercado brasileiro e ocupa a primeira posição no ranking geral de sedãs – em janeiro e fevereiro de 2018, o modelo conseguiu ser o sexto mais vendido no País, com 9,7 mil exemplares comercializados, quase o dobro do volume registrado pelo segundo sedã compacto mais emplacado por aqui.


Sendo assim, é o mais novo alvo da nossa série de “defeitos e problemas”. Abaixo, separamos os principais supostos problemas relatados pelos proprietários em clubes/fóruns exclusivos do Chevrolet Prisma e também no Reclame Aqui.

No entanto, vale ressaltar que não são defeitos apresentados por todos os exemplares do carro, mas sim por uma pequena parte das unidades e assim acabam sendo considerados por seus proprietários como problemas “crônicos”.

Confira:


Deformação nos bancos

Um dos supostos problemas mais constantes segundo os relatos de proprietários do Chevrolet Prisma em um grupo exclusivo no Facebook é a má qualidade da espuma que forma os bancos do sedã compacto.

Conforme as reclamações, o modelo estaria apresentando deformação no banco do motorista e no banco do passageiro, sobretudo na parte do assento. Neste caso, a espuma poderia ceder e deixar o banco com aparência negativa, além de diminuir a eficiência das abas laterais para segurar parte do corpo do ocupante em curvas, por exemplo.

Em um dos relatos feito por um proprietário do Prisma, ele diz que o assento do banco do motorista foi substituído duas vezes e o do carona, uma vez, dentro da garantia de três anos oferecida pela Chevrolet.

Ou seja, a marca reconhece o problema e, na maioria das vezes, pode não questionar o cliente para promover a substituição. Entretanto, como isso não afeta a dirigibilidade do veículo e a segurança dos ocupantes, é provável que este problema não seja solucionado em um recall – até porque tal problema é notado pelos proprietários até mesmo nas primeiras unidades do carro, lançado em fevereiro de 2013.

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Ausência do filtro de ar-condicionado

Já que o Chevrolet Onix e o Chevrolet Prisma são praticamente o mesmo carro, o sedã também sofre com a ausência do filtro de ar-condicionado. Neste caso, são quase 100 reclamações registradas pelos proprietários no Reclame Aqui. Tal componente tem como função evitar que as impurezas do ar invadam a cabine do veículo, evitando odores desagradáveis e, sobretudo, diminuindo os riscos de doenças.

E o curioso é que tanto o Onix como o Prisma dispõem de um espaço atrás do painel para acomodar o filtro de ar. Tanto é que a Chevrolet informa que “de acordo com a Resolução nº 14/1998 do Conselho Nacional de Trânsito (CONTRAN), o item não é obrigatório, e se optar, pode ser adquirido separadamente em uma concessionária Chevrolet”. Esta mesma informação consta no manual do proprietário do veículo, na área do sistema de ventilação e de ar-condicionado.

A ausência do filtro de ar-condicionado é que “devido ao design desse modelo, o índice de entrada de ar ou poeira era muito baixo”. Na visão dos proprietários, esta prática na verdade seria uma “economia de custos” por parte da Chevrolet, e o filtro deveria ser colocado de série no veículo.

Infiltração de água nas lanternas

Ainda seguindo os relatos de proprietários registrados em um clube do Chevrolet Prisma no Facebook, o sedã compacto estaria apresentando infiltração de água nas lanternas traseiras.

Em um dos relatos, um exemplar do sedã compacto apresentou tal defeito menos de um mês após ter sido retirado da concessionária. E nesta publicação, uma série de outros proprietários do Chevrolet relataram estar passando pelo mesmo problema.

Segundo os proprietários, a infiltração de água nas lanternas é devido a uma suposta má vedação das mesmas. Um relato no Reclame Aqui também mostra que outro proprietário enfrenta a mesma dor de cabeça. No entanto, boa parte dos relatos indicam que a Chevrolet promoveu a substituição dos componentes em garantia.

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Desgaste prematuro dos freios

É certo que as pastilhas de freio são itens com baixa durabilidade dentre as peças que compõem o sistema de freios. Entretanto, alguns proprietários relatam que o Chevrolet Prisma pode apresentar desgaste muito prematuro de parte do sistema de freio.

Em uma das reclamações registradas no Reclame Aqui, por exemplo, o proprietário realizou a primeira revisão do Prisma com 10 mil quilômetros, que pede a checagem das pastilhas de freio. Entretanto, aos 15 mil km rodados, o sedã apresentou ruídos no freio e foi constatada que as pastilhas estavam completamente deterioradas, precisando serem trocadas.

Para piorar a situação, por conta das pastilhas, os discos de freio dianteiros também acabam se desgastando. No entanto, como são itens com desgastes considerados “naturais” pelas fabricantes, boa parte dos proprietários não conseguiram a substituição desses componentes em garantia, mesmo com desgaste prematuro.

Já em outro relato, desta vez registrado no clube do sedã compacto, um exemplar teve as pastilhas substituídas aos 18 mil km e, com 45 mil km, o proprietário já prevê uma nova troca dos componentes. Há também um que mostra que o Prisma na versão LTZ apresentou desgaste das pastilhas de freio com quatro meses de uso e apenas 12,4 mil quilômetros rodados.

Ruídos internos

Assim como boa parte dos demais automóveis comercializados no mercado brasileiro, o Chevrolet Prisma também pode apresentar ruídos em diversos pontos da cabine e em alguns outros componentes.

Em parte dos relatos, o sedã compacto apresentaria um “barulho violento” (de acordo com o comentário de um proprietário no clube exclusivo do modelo) ao manobrar o veículo, como ao estacionar numa vaga em marcha a ré. Ele acredita que o ruído é ainda mais intenso quando o ar-condicionado está ligado.

Outros proprietários também relataram passar pelo mesmo problema. Em um deles, o barulho aparecia sempre ao passar por pisos irregulares. Neste caso, a marca promoveu a substituição da mangueira da direção hidráulica e o problema foi solucionado.

Há também relatos de ruídos em outros pontos. Em alguns deles, os proprietários notaram um barulho nos arredores do porta-luvas no painel. Ao verificar o compartimento, o dono do Chevrolet Prisma reparou a ausência de uma borracha na caixa do filtro de ar do motor e inseriu tal borracha no local (o item foi adquirido na concessionária por R$ 25). Muitos proprietários acreditam que esta borracha não equipa o Prisma de fábrica.

Em diversos outras reclamações, os proprietários do Prisma relatam ruídos no banco do motorista e em parte das peças plásticas do painel, por exemplo.

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  • Zé Mundico

    O valor de um filtro de ar PARA O CONSUMIDOR gira em torno de 30 reais.
    Para a montadora não deve passar de 15 reais.
    Vai ser miserável assim lá na……

    • Iuri Farias

      Comprei aqui no interior do RN por 20,00

    • Danillo Barros

      Comprei por 20 reais aqui no Acre, a css queria 80 reais pela peça, eu mesmo instalei em 20 min.

      • Nicolas_RS

        Mentira, a roda mal foi inventada no Acre.

        • Danillo Barros

    • Luciano RC

      Não deve custar 5 reais para uma montadora… pensa que ela vende 16 mil Onix e mais uns 6 mil Prisma… duvido que ela paguei mais de 5 reais.

      • José Barbosa

        5 reais é quanto custa cada poltrona. O filtro certamente é coisa de centavos.

        • Luciano RC

          Então se for assim, com 20 mil reais produz um Civic de 125 mil. É ganho demais.

          • José Barbosa

            Sim e não. Dentre os inúmeros custos de um automóvel, matérias primas são uma parte menos importante/destacada que outros custos. Projeto, distribuição e tributo com certeza são mais pesados. Publicidade no setor também é muito forte, mas não sei se a ponto de custar mais do que o bem em si. Especialmente quando estamos falando de carros que precisam de ganho de escala, reduzir ao máximo custos de matéria prima é muito importante. Agora não lembro de cabeça, mas outro número que chamava a atenção eram de alto falantes, dados por um estagiário da Fiat. O do uno era algumas DEZENAS de vezes mais barato que o do Marea. Isto porque no público alvo que miravam no produto premium som era um dos fatores determinantes para a compra: se não determinava a aquisição, a má qualidade era fator que por si só faria ser excluído da lista.

            Num dos facelifts do Gol, a quatro rodas estimava em 800 milhões o custo de atualização, e em 3 bilhões fazer um projeto do zero. Ou seja, só para começar a se pagar, pensando em preço final, era a produção de um ano, se fosse fazer do zero.

            • Luciano RC

              Sim, imagino que o custo de desenvolvimento ou de atualização seja caríssimo. Deve ser algo complicado, já que envolve anos e até mesmo Mulas para testar o que foi criado.

    • É a tal economia de escala. Se você vende 230 mil exemplares (somados Prisma e Onix) por ano… é só fazer a conta: são quase R$ 3.500.000,00 a mais na conta da GM, assumindo que o componente sai a R$ 15,00 para a montadora.

      • JOSE DO EGITO

        Mesmo assim é so repassar esses 15,00 REIS pro consumidor

        • É aquela coisa: melhor repassar “por baixo dos panos” (já que o consumidor que quiser o aparato tem que arcar com seu custo) que colocar 15 reais a mais no carro e acabar com o efeito “1,99”. Quase todos os preços de tabela de carro tem esse velho artifício envolvido (veja o Polo de 49.990,00 ou o Kwid de 29.990,00).
          Como no máximo uns 10% dos compradores de carro procuram um mínimo de informação antes de adquiri-lo, muito provavelmente a parcela de consumidores que ao menos tenha ciência da falta do tal filtro de ar é bastante reduzida. Ou seja, são 3,5 milhão a menos em custos sem que isso tenha qualquer influência no preço final do carro (15 reais no custo viram fácilmente 50 na venda) ou em sua “fama”. Os números de venda de Prisma e Onix estão aí para confirmar essa tese.

          • JOSE DO EGITO

            Realmente “o culpado” somos nos !

      • Zé Mundico

        Eu até entendo. É igual aquela luzinha do porta-luvas…..é apenas uma luzinha de 3 reais, mas colocando em escala já viu,né?
        Mas o duro é ver a montadora considerando filtro do ar como um “acessório” a ser vendido por fora….

        • Muito ruim, infelizmente. E sabe quantos compradores de Onix ao menos sabem que o seu carro não dispões do filtro de ar condicionado? Bem provavelmente menos de 10%.
          E te garanto que muitos que sabem ainda vão achar ótimo, porque é um item a menos para ter que trocar em revisões.
          Só por aqui mesmo: filtro de ar-condicionado é acessório que pode ser adquirido à parte na concessionária. Coisas de Brasil. Só é possível onde o consumidor é desinformado e pouco exigente.

      • Nicolas_RS

        Mas esquece que a GM cobraria… então seria R$ 7.000.000 bruto a mais na conta da GM.

        • Discordo em parte. A economia de escala já parte do suposto de que você retira determinados elementos de uma frota na montagem sem ter reflexo no preço. Portanto, o preço cobrado no Onix e no Prisma já reflete aquele que os modelos teriam, independentemente de receberem o famigerado filtro do ar condicionado.

    • Pedro Gonçalves

      Eu compro esse filtro em autopeças aqui de BH por menos de 20 reais. Sem contar que é extremamente fácil instalar/trocar, então não entendo esse auê todo por parte dos proprietários. Obviamente a GM é mão de vaca, mas para o proprietário tem um custo tão insignificante que não justifica ficar reclamando tanto assim.

  • Tive um LTZ automático até 2015. Gostava do carro e as revisões na concessionária sempre foram tranquilas. Minhas reclamações eram: ergonomia ruim da porta (o puxador ficava na parte de baixo, dizem que foi resolvido no face-lift); o para-brisa embaçava por fora (sei que não é privilégio do Prisma, mas achei bem estranho por ser o primeiro carro que tive há acontecer isso); o para-brisa dá bastante reflexo da lataria (quem tem baixa estatura vai se incomodar); e essa primeira geração do câmbio automático de 6 marchas, com o carro frio, dava uns trancos quando reduzia a marcha, principalmente em lombadas. Também achei o BringGo (o software de GPS compatível com o MyLink) um pouco caro na época, e dava umas travadas no Moto G de primeira geração, que na época até tinha um hardware bom (reiniciar o celular resolvia).

    • Pedro Gonçalves

      Tenho um Onix 2013, da época do lançamento (final de 2012), atualmente beirando os 122 mil km rodados. Também nunca tive esse problema com os bancos. Obviamente o do motorista está um pouquinho mais afundado no assento, mas com tanto tempo de uso e o fator peso do motorista (sou bem pesado kkkk) é óbvio que algum desgaste teria.

  • Kang Otro ✓

    Um carro que foi pensado para durar, no máximo, 80 mil km apenas!

    • toninho

      Produto com curto ciclo de vida curto. Tendencia nos EUA e agora por aqui? É complicado neste pais sobreviver. Fui estudar a troca do meu carro com 105mil km com seis anos e descobri que tenho que pagar quase dois para ter o mesmo padrão. Resultado; fico com o meu carro, nem sequer uma lampada tive que trocar e os disco dianteiros duraram 97mil km e a pastilha traseira era original ainda com quase seis anos. Não vou dar dinheiro apenas para ter status de carro novo.

      • Kang Otro ✓

        Infelizmente carro novo se tornou status. Quem sabe quando iremos nos tornar, como alguns países europeus, grandes consumidores de carros semi-novos/usados. Isso vai dar uma ajustada(mínima) nos preços dos carros 0km.

        • Fanjos

          Libera a compra de veiculo usado de qualquer país que vc quiser que resolve.
          Ai é só criarem um regulamentação para passar o carro em uma vistoria para ver se atende a legislação local e pronto.

          • toninho

            Infelizmente com um governo corporativista no pior estilo do fascismo, iremos demorar, e muito para termos algo de bom, seja novo ou usado, infelizmente.

      • afonso200

        que dizer do meu azera 2011, hj com 72500km e pneus originais que vao ate 90mil km. pastilhas originais em meia vida……obvio, ando de boas e nao freio o tempo todo forte, posso contar nos dedos umas 5 freiadas mais fortes por ano

    • Tem um colega de trabalho aqui com um Onix contando com 140 mil km rodados, e vai tudo bem. Está até vendendo ele agora para adquirir outro novo.

      • Nicolas_RS

        Esse não tem amor pela vida.

        • Esse a mais a franca maioria dos nossos consumidores atuais. O Onix tem vendido praticamente o dobro do segundo colocado em nosso mercado.
          Se bem que após as atualizações feitas pela GM, o Onix atingiu um patamar no Latin NCap semelhante a boa parte de seus concorrentes. É um patamar ruim, mas que está na média do mercado.

          • José Barbosa

            Ruim? Foi a nota máxima possível, para um carro que não tem controle de estabilidade. Agora, quero ver a Latin N Cap ser corajosa e testar os concorrentes.

            • É aquela coisa, “em terra de cego, quem tem um olho é rei”. Mas não deixa de ser um padrão de segurança baixo que temos que aceitar em nossa realidade.
              Agora, como eu disse no texto, está dentro do que se tem no mercado (ou até acima de vários concorrentes), não dá pra reclamar do Onix especificamente. Talvez isso não tenha ficado bem claro na sua primeira leitura.

        • Pedro Gonçalves

          Eu tenho um Onix 12/13, com 121 mil km rodados, e era a melhor opção que eu tinha na época da compra (final de 2012). A maioria esmagadora dos concorrentes oferecia menos por mais e eram iguais ou piores em termos de segurança. Eu até poderia trocá-lo por um veículo mais novo e mais seguro, porém tenho outras prioridades no momento e não seria racional fazer um financiamento na minha atual situação. Sem contar que ele tem me atendido bem e não tenho tido grandes gastos para mantê-lo, sendo quase tudo manutenções preventivas programadas. Então sua observação, além de superficial, não é válida.

          • Nicolas_RS

            Eu comecei a dar atenção mais para segurança em 2015, quando comecei a ler blogs de carro e descobri o NCAP com carros brasileiros. Minha mãe comprou um HB20 no começo de 2013, em 2015 sofreu um acidente que deu PT, acredito que daria para ser evitado se tivesse controle de tração.

            • José Barbosa

              Será? Não sei se é meu estilo de dirigir, mas o controle de tração mais atrapalha do que ajuda, e temo que as pessoas acreditem que basta ter um móduluzinho eletrônico que todos os problemas vão se resolver.

              • Nicolas_RS

                No meu caso, o carro saiu de traseira, e depois virou de lado, coisa que o controle de tração promete corrigir.

  • Luciano C. Gallon

    “O modelo estaria apresentando deformação no
    banco do motorista e no banco do passageiro, sobretudo na parte do
    assento.”
    Comprei a alguns anos um Kadett usado, único dono, e o banco do motorista estava deformado no acento, quando indaguei o vendedor ele me disse que o antigo proprietário era obeso. Então fico me questionando se esses casos reclamados não estariam relacionados com o peso do ocupante, estou falando de pessoas obesas, com mais de 150kg.

    • Geraldo Xavier

      Tenho 2 em casa. Ambos 2013 e nenhum problema no assento. Tenho 82 kg e minha esposa uns 60. Todo carro de gordinho os bancos são detonados mesmo

      • Fanjos

        Assento opressor!

        • Geraldo Xavier

          Lembra que reclamavam da espuma dos fiat? Emagrecer ninguém quer. Meu padrasto quebrou uns 8 bancos de uno e palio que ele teve. Agora ele tem um classic e o banco tá resistindo mas a espuma já foi faz tempo. 110 kg e não senta no banco, se joga. Milagre o do classic não ter quebrado ainda

          • Fanjos

            “Emagrecer ninguém quer.”

            Feministas não curtiram seu post…

            Elas vão achar que é ofensivo, então posta mais!

            • Geraldo Xavier

              Hahaha

        • Danillo Barros

          Kkkkkkkkkkkkkkkkk

  • Danillo Barros

    O meu Prisma apresenta ainda uma pintura tão fina que só de olhar arranha feio.
    As pastilhas do meu vão desgastar cedo, ainda mais por ser automático. Complicado isso.
    O banco cede e pressiona o freio de mão na lateral e fica complicado usá-lo.
    A rigidez estrutural dele é ruim tbm, o Sandero que eu tinha era mais resistente ( e olha que a rigidez do Sandero não é referência em qualidade).
    De vez em quando a multimidia não liga, após desligar o carro por um tempo volta a funcionar normalmente.

    • Geraldo Xavier

      Mais fina que do hb20 impossível. Rapaz hoje em dia cada vez menos camadas de tinta estão usando. Dá medo até de polir os carros

      • JOSE DO EGITO

        O negocio e dar uma “dura ” nesses ROBOS que estao fazendo isso !!! Ate esses ROBOS que pintam carros estao sacaneando !!!

        • Geraldo Xavier

          Eles querem a todo custo reduzir os mesmos. As latas dos carros cada vez mais finas. Rapaz dá medo encostar no gol. É muito fino. Parece folha a4. E a Renault usando plástico em várias partes. Eu vi um caminhão cortar um kwid e o bichinho quase se desmontou de tanto que balançou de tão leve que é. Ainda mais com pneu de bicicleta

          • JOSE DO EGITO

            Pensando pelo bem comum como esta todo mundo no fundo do poço mesmo,é ate bom que tem muito plastico que pelo menos saindo a tinta na enferruja! Pra vc a que ponto chegamos

            • Geraldo Xavier

              É vero

      • afonso200

        hb20 tem a pintura mais fina

    • Henrique Bittancourt Gouveia

      A sua é original Mylink?

      • Danillo Barros

        É Henrique!

  • Geraldo Xavier

    Tenho 2 deles em casa ambos 2013. 01 lt e 01 ltz. Ruído de acabamento ambos tem e te garanto que são muito menos barulhentos de que alguns carros que as vezes ando. O honda civic que andei é pior, todos vw pior, sandero pior. Ou seja carro todo de plástico com nosso asfalto não tem como fugir dos barulhos sendo defeito de praticamente todos os carros. As pastilhas dos meus duram cerca de 35.000 km ou seja vai muito do motorista. A do hb20 do meu cunhado não chegaram aos 20 mil. As lanternas traseiras realmente dão uma leve embaçada quando lava o carro com jato forte da água e com cerca de 30 min no sol o embaçado some. Tem sim o barulho causado pela mangueira de retorno da direção. É só colocar a do automático que o barulho some. Não fiz pois não faço revisão em concessionárias e nem quero pagar um dinheiro pra parar um barulho que sei que não afeta em nada e nem me encomoda. No lt teve que fazer o recall do anel do tanque que rachou. Os meus vieram com o filtro de cabine e a cada ano eu troco os mesmos. No mais nada que manutenção de óleo, filtros, correia, pneu e bateria.

    • T1000

      Me ensinem como gastar pastilha de freio com 20mil, a do meu HB20 com 50mil km até a última revisão não tinha chegado nem à metade

      • Geraldo Xavier

        Existe casos e casos. Como falei depende do motorista e locais aonde circula. Se eu rodar só em estradas as minhas passam fácil de 100 mil km mas não é a minha realidade. Pergunte a taxista quanto dura pastilhas dos carros deles. Dei o exemplo do meu cunhado que roda exclusivamente em trânsito pesado e que não aguentaram 20 mil.

      • Pedro Gonçalves

        Tem vários fatores que influenciam no desgaste das pastilhas. Eu, por exemplo, moro em Belo Horizonte, cidade que, além de ter congestionamentos consideráveis, tem um relevo bem acidentado. Some o anda-e-para às enormes ladeiras (mesmo usando freio motor ainda influenciam bastante), e entenderá como é possível consumir pastilhas tão rapidamente. Meu carro é um Onix 1.4 12/13. Pastilhas de marcas boas geralmente duram 20 mil km, enquanto as mais baratas dificilmente chegam a 15 aqui. Mas diferentes veículos também têm diferentes durabilidades. Já vi Etios aqui que fez a primeira troca de pastilhas com 100 mil km.

      • TSI

        HB20 é um dos melhores populares da atualidade!
        Ele e o UP são os meus preferidos!

  • beto

    Se alguém basear a compra de um carro nessa série, vai andar a pé.

  • Cristiano França

    Toma vergonha na sua cara GM!!! Quer que tirem a matéria do site, justifiquem-se por tal motivo!

  • REDDINGTON

    Em respeito ao NA me recuso a ler o conteúdo dessa matéria. Essa empresa apesar de ser defendida por muitos sempre fez isso. Esconde dados, os testes pra imprensa só eram realizados em pistas fechadas, SEM direito a medição de consumo. Só entrou no programa do INMETRO por muita pressão e depois da “etiquetagem” ter virado lei, das quatro grandes foi a ÚLTIMA a entrar. VERGONHA CHEVROLET!!! QUE VERGONHA, UMA ATITUDE DESSAS ME DÁ NOJO. SEM MAIS.

    • Obrigado a todos os amigos leitores pelo apoio.

      Tínhamos colocado uma observação no post falando que a GM tinha tentado nos censurar, obrigando nosso site a retirar esse post do ar, mas depois de algumas horas retiramos a menção a censura do post pois eles nos mandaram email se desculpando e falando que não existe qualquer intenção de censura.

      Mas que ficou chato ficou, isso não é maneira de nos tratar, já que não se trata de uma reportagem querendo falar mal do Prisma, estamos falando apenas de problemas relatados pelos proprietários, nada mais.

  • Bom, meus últimos dois carros pediram troca de pastilhas dianteiras em uma média de cada 25 mil km. Olhando pela durabilidade do Prima, até que está bom.

    • Geraldo Xavier

      Se anda em cidade com muitos quebra molas, muitas ladeiras e muito trânsito tá na média

      • É. Rodo muito na cidade, mesmo. Acho que meu trânsito em rodovias deve ficar no máximo em uns 20% do total rodado do carro.

        • Geraldo Xavier

          Normal. Pior foi um ontem me falar que o hb20 estava com 50 mil km e as pastilhas eram originais e nem tinham chegado a metade. Nem contrariei

          • É, nem na metade já é complicado. Os carros da minha esposa rodam 80% da quilometragem na estrada. As pastilhas dianteiras duram sempre ali pelos 50 mil km. Nisso já foi Polo, Corsa, Cross Fox e 208. Todos mais ou menos com a mesma durabilidade.

    • José Barbosa

      Eu tenho um Cobalt automático, 50% do tempo usado em rodovias, 50% em trânsito muito ruim/congestionamento. Devo trocar na próxima revisão, de 50 mil. Acho razoável, considerando o trânsito que está cada vez pior.

  • Wellington Myph13

    A GM só dando bola fora…
    Sempre se recusou a participar do Inmetro.
    Latin NCap deu nota 0 e ela veio justificar que o carro se encontra na lei local.
    Agora não vir o filtro eu nem sabia, e ainda usaram da mesma artimanha, não é obrigatório por lei.
    Tá de brincadeira né. Tem que exigir então? A montadora não tem um pingo de senso pra fazer um produto que seja decente sem exigências de mercado? Pelo amor…
    Apesar dos pesares, o novo Onix/Prisma fabricado de 15 janeiro pra frente são bons negócios entre os 0km, com todos os acertos…

  • Valdek Waslan

    E que pedir para retirar a matéria, é mais fácil e dá menos trabalho que corrigir os erros e problemas.
    Não seria mais interessante, destacar alguém para pegar as tais reclamações e tentar solucioná-las?
    Em um balaio com um número “X” de reclamações, eu penso que uma parte, são reclamações simples, de problemas simples, que podem ser resolvidos fácilmente. Mas eles pegam todas reclamações e dão a elas o mesmo tratamento. Em um mundo ideal, não deveriam haver reclamações. Em um veículo com anos de vida, o ideal é que não existam mais reclamações (diferente de lançamento onde os problemas aparecem aos poucos) pois com o tempo, o ideal é que se solucionem esses problemas. Mas como eu disse no começo, é mais fácil e dá menos trabalho ignorar esses problemas. Enfim….

  • kirig

    Não entendo a GM, perto do teste de colisão do Ônix, isso aí é fichinha. Agora acertaram, mas nem aranhou a imagem dos carro para a maioria dos consumidores.
    Ruídos e bancos cedendo, todos os carros tem, e o freio, depende de uso. Vi um na oficina ontem com 45 mil km, primeira troca.

  • Sassá

    …………………………………………………mas que departamento de marketing é esse gm? Postem aí a mensagem do e-mail pra nóis NA.

  • Emygdio Carlos

    Parabéns NA pela matéria e não se deixe pressionar pela GM. A verdade deve ser mostrada.
    O patrimônio maior são os seus leitores, ou seja, para as montadoras as pessoas são apenas números!

  • Yuri Lima

    Caramba! Depois de anos, o mesmo procedimento infelizmente ainda é tomado pela GM.
    CENSURA!
    Há quase dez anos ela fez e faz boicote a outros sites de renome (vide Bestcars), por não aceitar críticas (construtivas) aos seus produtos.
    Parabéns pela postura ética e pelo compromisso com o público leitor, equipe Notícias Automotivas.

    • Já passamos por isso com a Toyota, busque no Google “Toyota censura Notícias Automotivas”. No final a reação de vários sites ao assunto foi tão forte que a Toyota teve que pedir desculpas publicamente.

    • HugoCT

      Eu não sei como o Car.VW.kkk não foi censurado kkkk, lá fala mal na cara mesmo, sem profissionalismo.

      • Verdade… fala mal na cara dura mesmo! kkkkkkk

  • Fabão Rocky

    Saudades do tempo em q n tínhamos economias tão porcas e carros mais decentes. A Chevrolet antigamente era referência em conforto. Tempo de Monza, Astra, Vectra, Corsa, a qualidade desses carros eram melhores. Vou tirar como exemplo o Corsa C (hatch e sedã) q é o antecessor do Onix/Prisma. Nunca vi nenhum dono de Corsa reclamar de nada.

  • Christian Balzano

    Eu acho que o comprador desse carro tem mais é que se ferrar. O sujeito precisa dar valor ao dinheiro que tem e parar de ser trouxa.

    • Gil de Piento

      E o que você sugere para quem precisa de um sedã econômico na mesma faixa de preços e se possível automático?

      • Christian Balzano

        Eu estou no mesmo dilema. E minha próxima compra será um Honda Civic 2.0 LXR automático 2015/2016 por 58 mil reais. Com a grade nova e rodas 17″.

        Vão malhar dizendo: Ah! Usado? Sim, é minha compra racional. Um carro de categoria superior, maior espaço interno, mais potente, é econômico (taxistas em geral usam), manutenção não muito diferente de qualquer outro carro, boa revenda, confiabilidade e durabilidade mecânica, apesar de usado se encontrar com baixa quilometragem você terá um bom carro para muitos anos.

        Se a alternativa fosse zero-quilômetro, ainda preferiria o Virtus Confortline AT6 ou HB20S 1.6 AT. Mas Onix/Prisma jamais.

        • José Barbosa

          Aí tem dois pontos: se todo o mundo resolver fazer igual a você, quem vai comprar os carros novos que vão abastecer o mercado de seminovos e usados?
          Será que alguém que está vendendo um carro com tão pouco uso não está passando um pepino nas suas mãos? De certa forma, o maior preço significa também o fato de ter tranquilidade, um carro que tende a ter menos problemas e você poder resolvê-los em garantia.

          Eu mesmo sou muito chato com meus carros. Posso estar no plano, faço questão de por o câmbio em N, puxar freio de mão, soltar o freio e aí colocar em park, para cuidar da caixa; aciono e desligo o ar condicionado em baixas rotações; tento antever situações no trânsito para acelerar e frear mais suavemente, tudo para poupar o carro e não ter problemas. E aí pegar um carro de um desconhecido, que certamente não toma estes cuidados? Só quando o preço vale muito a pena, embutindo uma “cláusula de risco”.

          Carro no Brasil sempre foi muito caro. Talvez, no início da década, especialmente devido a queda de juros (mais que de preços), houve uma impressão de que ficou um pouco menos caro, e agora ainda estamos numa fase recente do ajuste de custos de produção (tributos, energia, dólar etc.) com a qual não reacostumamos com o novo patamar. Mas é assim: tudo tem seu custo ou benefício.

          • Christian Balzano

            Sim, o usado tem esse risco. Comigo porém, estou no meu 5º carro usado, nesta ordem: VW GOL Mi 1.0 98, Audi A3 1.8, New Civic LXR 1.8 2009, Fiat 500 1.4 Multiair 2012, Ford Ecosport 2.0 XLT. Com excessão da Honda e Ford, todos os outros me deram alguns prejuízos mecânicos. Em principal Audi e Fiat, isso me faz nunca mais comprar carros dessas marcas, independente de quem foi seu antigo proprietário e como eles usaram o carro. Por isso o valor de revenda é tão importante no mercado de usado, pois traduz na confiabilidade mecânica que o carro possui mesmo com donos displicentes, Toyota e Honda são verdadeiros tanques de guerra, mesmo sendo judiado não terá maiores problemas. Também temos que ser inteligentes e sacar se o carro foi mal tratado. Existem alguns macetes.

            Um motor Honda anda tranquilamente 400 mil km, você comprar um usado com dois anos de uso de até 40 mil km você terá um carro bom por muito tempo. Com a vantagem de pagar até 35% menos que o sujeito pagou pelo novo. Com o carro ainda em garantia, com cheiro de novo. Com preço de popular. Eu realmente não entendo comprar zero. Quase fiquei tentado em comprar o Polo 1.0 TSI Confortline por 65 mil (antes do aumento, agora são 67 mil)… Cara, sinceramente, não consigo pagar 10 mil a mais pelo Polo e não pegar um Civic 2015/16. Apesar do motor moderno e cheio de widget, 5 estrelas em crash test, o Polo é um puta carro, mas o espaço interno peca muito, sem couro, sem porta-malas. Para quem tem família é muito mais racional um Civic e ainda pagar 10 mil a menos, sobra pra pagar mensalidade dos filhos, fazer uma viagem de férias, comprar uma TV ou fazer o que você quiser com o dinheiro.

          • Christian Balzano

            Ah, e te respondendo se todos optassem em comprar usado ao invés do zero. Sabe o que aconteceria?

            Poucas vendas do 0km forçariam as montadoras abaixarem os preços, buscar apelo do governo, como aconteceu no governo Lula quando houve intervenção na redução de IPI, juros baixos e prestações sem entrada. Tudo para facilitar a venda dos carros novos. Pois usados, sempre serão usados e sempre estarão com preço abaixo do valor do zero.

        • TSI

          Não tem como comparar o HB 20 s com o Virtus.
          HB20 é veículo popular de entrada, concorre com Voyage, Ka, Prisma.

          Virtus é OUTRO seguimento, amigo!

          • Christian Balzano

            A questão não é puramente a categoria. Mas a soma de vários fatores.

            O preço do HB20S 1.6 Premium é mais cara que o Virtus 1.6 MSI, tem mais ítens de série e bom porta-malas de 450 litros. É bom comum pessoas optarem por Honda City EXL ao invés do Civic LXL manual. São categorias diferentes, porém o custo-benefícios em alguns casos são melhores.

            Se você acompanhou a discussão percebeu que carro comprar 0km com 60 mil? E descartei imediatamente Onix/Prisma/Cobalt… Da pra comprar tanto Virtus quanto HB20S.. ambos são melhores que a família GM, minha opinião. E por se uma categoria maior o Virtus então leva muito mais vantagem. Entendeu agora?

  • Diego G. de Lima

    Se pegou na ferida sinal que a série “Problemas relatados pelos donos” está no caminho certo. Dá lhe NA

  • lucas

    O meu não é Prisma, é um Onix Joy. Já saiu da concessionária com problema de solda no teto e banco rangindo. O banco já foi trocado, o Hard Disk do volante já foi trocado, tem um barulho que vem da região do porta luvas que só Deus sabe onde é, de vez em quando dá uns estralos muito fortes na suspensão dianteira, o banco traseiro tem de ter apoio no local que é assentado, senão faz muito barulho quando tem alguém sentado, todas as 4 portas batem, tem barulho no motor como se fosse um rolamento quebrado (mexânico disse que é normal “risos”), limpador traseiro aparenta estar solto e por ai vai. O carro já está indo pela 5ª vez pra ver se tem uma alma divina que consiga resolver o problema de solda e demais problemas (metade de uma folha a4 já escrita)

  • Vinicius Silva

    Desses defeitos relatados, não tive nenhum deles no Prisma 2015 que temos aqui em casa, mas umas coisas que eu observei são: os freios traseiros costumam ranger depois que tu anda um certo tempo com o carro (já soube do mesmo relato em clientes que tem o carro do mesmo ano), além disso a suspensão ela é um pouco dura, dá algumas pancadas secas em buracos e recentemente estava dando mau contato em uma das luzes de posição (ficava dando Code 22 no painel, mas depois parou sozinho). No mais é um carro que nunca deu transtorno nos 35 mil km rodados com ele. O que com certeza é um defeito é o nível baixo de equipamentos que o carro oferece, porque a versão LT sequer tem computador de bordo.

    • Irlan

      Cara, todos esses detalhes que você citou seriam normais em um carro com mais de 50 mil kms rodados, e não apenas 35 mil

  • Em resumo, ficou pior que o Prisma- Celta sedã… o meu tinha uma chave de boca para a roda feita de massinha de modelar, quando precisei usar ela abriu que nem uma tulipa, minha sorte que um colega de estacionamento emprestou a dele. Isso é epidêmico, vc compra uma geladeira de 2-3K e depois de um ano os plásticos estão todos amarelos, os eletroportáteis literalmente apodrecem de os plásticos chegarem a se desintegrar, nos carros, não se troca mais as pastilhas sem ter que substituir também os discos, aquele emborrachado espetacular das portas de alguns modelos fica grudento e começa a soltar, as lanternas de hoje parecem daqueles Fords argentinos, ficam todas foscas e craqueladas em pouco tempo… Essas economias mesquinhas e depreciação prematura deveriam ser crime.

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