Hatches História Volkswagen

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)
Volkswagen Gol Bola / G2

Embora atualmente tenha sido superado por rivais um tanto quanto novatos no mercado brasileiro, o Volkswagen Gol segue como um dos automóveis mais queridos dos consumidores no nosso País. O hatch popular foi apresentado no mercado nacional no ano de 1980 e atualmente está em sua terceira geração (embora há quem considere oito gerações pelas reestilizações), incluindo o Gol Bola.

Uma das gerações de maior destaque da gama do Volkswagen é justamente a apelidada como “Gol Bola”, que na verdade é a segunda geração da linha. O modelo surgiu no ano de 1994 e recebeu este apelido devido ao visual marcado pelas formas arredondadas – o Gol G1, ou Gol quadrado, era mais “quadradão”, com formas inspiradas no alemão Scirocco.


De acordo com a Volkswagen, o novo Gol Bola foi “desenvolvido a partir de pesquisas visando atender às sugestões de aperfeiçoamento dadas pelos clientes: mais espaço interno, porta-malas maior, mais segurança e menor nível de ruído”.

O desenvolvimento do novo Volkswagen Gol consumiu um investimento de nada mais, nada menos que US$ 400 milhões. Este aporte financeiro foi aplicado no desenvolvimento do próprio carro, além da modernização da linha de produção da planta de Taubaté (SP).

A segunda geração do Volkswagen Gol foi anunciada como modelo 1995 da linha Gol e substituiu a primeira geração somente anos depois. Isso porque o primeiro modelo seguiu sendo produzido até 1996 como o VW Gol mais barato da gama, junto com o VW Gol Bola, neste caso somente em versões com motor 1.0 litro carburado a gasolina.


Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

A primeira leva do Gol Bola foi ofertada no mercado brasileiro nas versões de acabamento 1000i, 1000i Plus, CL, GL, Furgão e GTi, com motores 1.0 litro, 1.6 litro, 1.8 litro e 2.0 litros. Até meados de 1998, todas essas configurações foram ofertadas somente na carroceria duas portas – o modelo quatro portas chegou oito anos depois e durou somente um ano, já que o Gol G3 foi lançado em 1999, depois sendo acompanhado do Gol G4 e Gol G5.

E como você já deve saber, nem só de hatch vive (ou vivia) a gama do Volkswagen Gol. A picape Saveiro se manteve em sua primeira geração até o ano de 1996, mesmo ano da segunda geração da perua Parati. Já em 1997, a marca alemã anunciou a chegada da segunda geração da picape.

Confira abaixo os principais detalhes da trajetória do Volkswagen Gol Bola (ou Gol G2) no mercado nacional:

Gol Bola – detalhes

O Gol Bola foi praticamente uma resposta ao novo Chevrolet Corsa Wind, lançado também em 1994 e considerado um dos fenômenos de venda na época. Assim como o rival, o VW Gol abriu mão das formas quadradas e adotou uma carroceria com visual marcado pelas linhas arredondadas. E o resultado ficou interessante.

Do lado de fora, o novo VW Gol Bola aparentava ser um automóvel inteiramente novo. E ele até que ostentava formas estéticas relativamente modernas para a época, com um design mais cativante.

O interior também teve melhorias, com um painel também mais atual e novos recursos.

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Porém, o modelo era construído a partir da mesma plataforma da antiga geração do Volkswagen Gol, que naquela época somava 14 anos de mercado. Além da base, o Gol Bola compartilhava com o Gol Quadrado uma série de outros itens, como motores, conjunto de suspensão e conjunto de freio.

Fora o visual mais moderno, o novo Gol Bola passou a contar também com um interior totalmente renovado. Ele contava com um painel mais envolvente ao estilo cockpit, com painel de instrumentos completo (com conta-giros na versão mais básica). Além disso, as portas tinham uma ampla área revestida em tecido.

Atendendo a pedidos de proprietários dos antigos Gols, a VW ampliou o espaço interno do Gol G2, como resultado dos 11 cm extras na distância entre-eixos. Fora isso, o porta-malas recebeu um grande salto em sua capacidade, passando de 146 para 269 litros devido ao uso do estepe horizontal embutido no assoalho.

Porém, apesar de todas as evoluções, o VW Gol Bola não escondia as origens. Entre os defeitos, o carro tinha o volante ligeiramente deslocado para a direita, além dos pedais descolados para a esquerda. Além disso, o motor ainda era longitudinal.

Um dos destaques era o Gol GTI 16v, que é considerado até hoje um dos melhores esportivos nacionais da Volkswagen. Ele oferecia um motor 2.0 alemão de 141 cv, acoplado a um câmbio manual com embreagem hidráulica.

O Gol Bola na versão GTI 16v oferecia ainda uma série de itens interessantes, como rodas de liga-leve de 15 polegadas, sistema de som com CD player e subwoofer, bancos revestidos em couro bicolor, vidros, travas e retrovisores elétricos, ar-condicionado, entre outros.

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Gol Bola – novidades

Série especial Rolling Stones inspirada na banda

Uma das primeiras novidades do Gol Bola foi a estreia da série especial Rolling Stones, fazendo alusão à primeira turnê brasileira do grupo em 1995. O modelo especial teve 12 mil exemplares comercializados.

Como principal diferencial, o Gol Rolling Stones trazia uma fita cassete do álbum mais recente gravado pela banda britânica.

Chegada do Gol GTi com até 141 cv

O aclamado Gol GTi fez a sua estreia em nosso mercado no ano de 1996. Ele foi comercializado em duas configurações diferentes. A primeira era dotada de um motor 2.0 litros de quatro cilindros a gasolina, com oito válvulas.

Esta unidade entregava 109 cv, a 5.250 rpm, e 17 kgf.m, a 3.000 rpm, e trabalhava juntamente com uma transmissão manual de cinco marchas.

Porém, a segunda variante de esportivo do VW Gol Bola era a mais interessante da gama. Trata-se do GTi 16V, que como o próprio nome indica era equipada com um motor de 16 válvulas. Este propulsor era importado da Alemanha e tinha uma arquitetura semelhante a do AP2000, mas com direito a um bloco mais alto, bielas mais longas e cabeçote com fluxo cruzado.

Tal unidade do Volkswagen Gol GTi 16V era capaz de despejar 141 cavalos de potência, a 6.250 rpm, e torque de 17,8 kgfm, a 4.500 rpm. Esta potência e força eram enviadas para as rodas dianteira com intermédio da transmissão manual de cinco marchas com embreagem hidráulica, a mesma usada pelo “primo rico” Audi A4.

O Gol GTi oferecia ainda freios a disco nas quatro rodas (ventilados na dianteira e sólidos na traseira) com opção de sistema ABS (antitravamento), rodas de liga-leve de 15 polegadas com pneus 195/50, suspensão com acerto mais firme e com altura mais baixa, barra estabilizadora traseira, entre outros.

Havia ainda diferenciais no visual, como rodas exclusivas, saias laterais, capô com um ressalto na parte central, nome da versão estampado na dianteira, bancos exclusivos e outras decorações no visual.

A versão GTi do Gol Bola foi comercializada até o ano 2000.

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Novo modelo Gol TSi

No mesmo ano de lançamento do esportivo GTi, a Volkswagen resolveu apresentar uma nova configuração para a gama do Gol Bola para substituir os antigos modelos Gol GTS. Batizado de Gol TSi, o modelo fez a sua estreia na rede de concessionárias no fim de 1996.

Entre os diferenciais, ele contava com acabamento mais esmerado no interior, rodas de liga-leve com desenho esportivo, aerofólio integrado na parte superior da tampa traseira, entre outros. O Gol TSi 1996 contava com um motor 1.8 de 90,6 cv e 14,3 kgfm, atrelado a uma transmissão manual de cinco velocidades.

No entanto, o Gol TSi não obteve muito sucesso por apresentar somente mudanças visuais – o propulsor 1.8 era o mesmo usado no restante da gama. Por conta disso, a marca tentou substituir o motor 1.8 por um 2.0 AP de 109 cv e 17 kgfm em 1997.

Todavia, ele durou somente dois anos na linha do VW Gol Bola e foi descontinuado.

Série em homenagem às Olimpíadas de Atlanta

Para homenagear os Jogos Olímpicos de Atlanta, nos Estados Unidos, que aconteceu no ano de 1996, a Volkswagen anunciou naquele ano a estreia do novo modelo especial Volkswagen Gol Atlanta.

Esta série especial foi ofertada também para a perua Parati.

Baseado no CLi 1.6, o novo Gol Atlanta se diferenciava pelo volante de três raios, direção hidráulica, ar condicionado, limpador do vidro traseiro, preparação para som com alto-falantes, logotipo “Atlanta” nas laterais e na tampa do porta-malas, vidros e travas elétricas, motor 1.6 ou 1.8, bancos com revestimento exclusivo, alarme, entre outros.

Motores com injeção eletrônica multiponto

Já no ano de 1997, a principal novidade da linha do Volkswagen Gol Bola foi o sistema de injeção eletrônica multiponto de combustível para os motores de toda a linha. Até então, as configurações do carro eram dotadas de um motor com injeção eletrônica monoponto.

Com este novo recurso, o Gol 1.0 passou a desenvolver 54 cavalos de potência, o Gol 1.6 passou para 88 cavalos e o Gol 1.8 para 99 cavalos.

Fora isso, a Volkswagen promoveu alterações nas nomenclaturas das variantes. O Gol Bola na versão CLi passou a se chamar Gol GL 1.6 Mi. Já o Gol 1.0, por exemplo, passou para Gol 1.0 Mi.

Houve ainda a adoção de novos itens, como painel de instrumentos com iluminação verde, novas roldanas e aletas dos difusores de ar, tanque de combustível em plástico, barra de proteção lateral nas portas e plano de manutenção a cada 15 mil quilômetros.

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Estreia do Gol quatro portas

A última grande novidade da gama do Gol Bola foi a chegada da tão esperada carroceria com quatro portas. Esta nova configuração de carroceria foi disponibilizada também para a Volkswagen Parati. Ambos chegaram ao mercado em 1998.

Houve ainda a chegada do novo motor 1.0 16V com motor de 68 cv (10 cv a mais que o 1.0 Mi). Porém, tal propulsor pecava pelo consumo de combustível elevado e o alto custo de manutenção.

Fim de linha

A segunda geração do Volkswagen Gol foi comercializada no mercado nacional até o ano de 1999. Ele saiu de cena para a chegada do Gol G3 (ou Gol Geração III), que na verdade era uma versão reestilizada do antigo VW Gol Bola.

Naquele ano, a marca alemã comemorou as três milhões de unidades produzidas do hatch popular.

Gol Bola – versões

  • Volkswagen Gol 1.0
  • Volkswagen Gol 1.0 16V
  • Volkswagen Gol Atlanta 1.8
  • Volkswagen Gol CL 1.6
  • Volkswagen Gol City 1.0
  • Volkswagen Gol Fun 1.0 16V
  • Volkswagen Gol GL 1.6
  • Gol GTi 2.0 16V
  • Volkswagen Gol Plus 1.0
  • Volkswagen Gol Plus 1.0 16V
  • Volkswagen Gol Rolling Stones 1.6
  • Volkswagen Gol Special 1.0
  • Volkswagen Gol Sport 1.0 16V
  • Volkswagen Gol Star 1.6
  • Volkswagen Gol TSI 1.8

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Gol Bola – preços

  • Volkswagen Gol 1000/1.0 Mi: de R$ 6.817 (1995) a R$ 8.658 (1999)
  • Volkswagen Gol 1.6/1.6 Mi: de R$ 7.741 (1996) a R$ 10.374 (1999)
  • Volkswagen Gol CL/CLi 1.8: de R$ 8.012 (1995) a R$ 9.158 (1996)
  • Volkswagen Furgão 1.6/1.6i/1.6 Mi: de R$ 7.041 (1995) a R$ 8.504 (1998)
  • Volkswagen Gol GL/GLi/Atlanta 1.8: de R$ 8.541 (1995) a R$ 9.652 (1996)
  • Volkswagen Gol GLS 2.0: de R$ 12.691 (1998) a R$ 14.734 (1999)
  • GTi 2.0: de R$ 13.259 (1995) a R$ 14.112 (1997)
  • GTi 2.0 16V: de R$ 13.754 (1996) a R$ 16.789 (1999)
  • Volkswagen Gol TSi 1.8: de R$ 9.241 (1996) a R$ 9.655 (1997)
  • Volkswagen Gol TSi 2.0: de R$ 10.627 (1997) a R$ 13.270 (1999)

(preços com base na Tabela Fipe em agosto de 2018)

Gol Bola – motor, câmbio e desempenho

A linha Volkswagen Gol Bola teve uma vasta gama de versões. Os primeiros modelos eram equipados com um motor 1.0 litro 8V de quatro cilindros a gasolina, com injeção multiponto, que entregava 49,8 cv a 5.800 rpm e 7,3 kgfm 3.500 rpm. Com este propulsor, ele atingia os 100 km/h em 22,4 s e máxima de 145 km/h.

Houve ainda o 1.6 8V com até 76 cv e 12,3 kgfm a 3.500 rpm. O Gol 1.6 ia de 0 a 100 km/h em 14,4 segundos e alcançava máxima de 161 km/h.

Já o VW Gol Bola 1.8 8V entregava 90,6 cv em 5.500 rpm e 14,3 kg a 3.500 rpm. Ele tinha números de desempenho de 11,5 s e 179 km/h, respectivamente.

Porém, anos depois esses três propulsores abandonaram a injeção eletrônica monoponto para adotar injeção multiponto. Essas alterações renderam aumento de potência e torque.

Com isso, o Gol 1.0 8V Mi passou gerar 62,5 cv a 5.400 rpm e 9,1 kgf.m em 3.800 rpm (18 s e 147 km/h), o Gol 1.6 8V Mi passou para 98 cv a 5.500 rpm e 15 kgfm a 3.000 rpm (11,5 s e 177 km/h) e o Gol 1.8 8V Mi para 98 cv e 15 kgfm (10,5 s a 182 km/h).

A linha inclui também o Gol Bola GTi, modelo esportivo que foi ofertado com dois motores. O primeiro era um 2.0 8V de quatro cilindros a gasolina, já com injeção multiponto. Ele entregava 109 cv, a 5.250 rpm, e 17 kg, a 3.000 rpm, e conseguia ir de 0 a 100 km/h em 11,2 s e acelerava a até 185 km/h.

O segundo, por sua vez, era equipado com um 2.0 16V de até 141 cv, a 6.250 rpm, e 17,8 kgfm, a 4.500 rpm.  O GTi 16V acelerava de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e atingia máxima de 203 km/h.

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Gol Bola – consumo

Volkswagen Gol 1.0

  • 13,4 km/l na cidade e 15,9 km/l na estrada

Volkswagen Gol 1.0 Mi

  • 13,5 km/l na cidade e 16,5 km/l na estrada

Volkswagen Gol 1.0 16V

  • 10,8 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada

Volkswagen Gol 1.6

  • 11,6 km/l na cidade e 17,1 km/l na estrada

Volkswagen Gol 1.6 Mi

  • 11 km/l na cidade e 13 km/l na estrada

Volkswagen Gol 1.8 Mi

  • 10,5 km/l na cidade e 13 km/l na estrada

Gol GTi 2.0 8V

  • 9,2 km/l na cidade e 12,9 km/l na estrada

Gol GTi 2.0 16V

  • 8,3 km/l na cidade e 12,3 km/l na estrada

Gol Bola – manutenção e revisões

Por se tratar de um automóvel lançado há bastante tempo, proveniente de uma marca popular e também por compartilhar componentes com diversos outros modelos da família VW Gol, o Gol Bola tem manutenção descomplicada.

O Gol Bola é aquele tipo de carro que qualquer mecânico consegue efetuar um reparo. Além disso, as peças do Volkswagen são relativamente baratas e podem ser encontradas nas mais diversas lojas do segmento.

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)

Gol Bola – ficha técnica

Motor

1.0, 1.6 e 1.8

Tipo

Dianteiro, longitudinal e monocombustível (gasolina)

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

999, 1.596 e 1.781

Válvulas

8

Taxa de compressão

10,5:1, 10:1 e 10:1

Injeção eletrônica de combustível

Monoponto

Potência Máxima

49,8 cv a 5.800 rpm, 76 cv e 90,6 cv

Torque Máximo

7,3 kg a 3.500 rpm, 12,3 kg a 3.500 rpm e 14,3 kg

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Não assistida ou hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 13 polegadas

Pneus

155/80 R13 e 175/70 R13

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.807

Largura (mm)

1.647

Altura (mm)

1.411

Distância entre os eixos (mm)

2.470

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

410, 400 e 405

Tanque (litros)

53, 51 e 53

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

895, 945 e 974

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,34

.

Motor

1.0 Mi, 1.6 Mi e 1.8 Mi

Tipo

Dianteiro, longitudinal e monocombustível (gasolina)

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

999, 1.596 e 1.781

Válvulas

8

Taxa de compressão

10,5:1, 10:1 e 10:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

62,5 cv a 5.400 rpm, 88,5 cv e 98 cv

Torque Máximo

9,1 kgf.m a 3.800 rpm, 13,2 kgfm a 3.250 rpm e 15 kgf.m a 3.000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco sólido (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Não assistida ou hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de aço de 13 polegadas

Pneus

145/80 R13, 175/70 R13 e 175/70 R13

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.807

Largura (mm)

1.647

Altura (mm)

1.411

Distância entre os eixos (mm)

2.470

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

410, 400 e 400

Tanque (litros)

50, 51 e 51

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

932, 945 e 945

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,34

.

Motor

2.0 8V e 2.0 16V

Tipo

Dianteiro, longitudinal e monocombustível (gasolina)

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.984

Válvulas

8 e 16

Taxa de compressão

10:1 e 10,5:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

109 cv a 5.250 rpm e 141 cv a 6.250 rpm

Torque Máximo

17 kgfm a 3.000 rpm e 17,8 kgfm a 4.500 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e tambor (traseira) e disco ventilado (dianteira) e disco sólido (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de liga-leve de 14 e 15 polegadas

Pneus

185/60 R14 e 195/50 R15

Dimensões

Comprimento total (mm)

3.807

Largura (mm)

1.647

Altura (mm)

1.411

Distância entre os eixos (mm)

2.470

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

390

Tanque (litros)

53

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.010 e 1.119

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,34

Gol Bola – galeria de fotos

Gol Bola: a história da 2a geração do popular (de 1994)
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Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Ricardo

    “GTi 2.0 16V: de R$ 13.754 (1996) a R$ 16.789 (1999)”
    Hoje um Gol GTi 16v em bom estado é pelo menos R$ 20.000.

    • Vitor

      Com o dinheiro que esses carros valiam na época poderia se comprar muito mais coisas do que com R$ 20.000,00 de hoje.
      Então a primeira vista pode não parecer mas eles hoje valem menos que quando eram 0KM.

      • Wellington

        Provavelmente daria pra comprar um Golf Gti hoje em dia kkk

      • Ricardo

        Mas o GTi vale isso, normais valem 8 mil.

      • Rafael Gerude

        A comparação é a seguinte:
        O salário mínimo em 1999 era R$ 136,00. Logo, um GTi naquela época custava pouco mais de 123 salários mínimos.
        Trazendo pros dias atuais, em que o salário mínimo custa R$ 954,00, esse GTi seria vendido a R$ 117.342,00.

    • Ganso

      Em 1996 O salário mínimo estava 112 reais . Então um gol desses custava 122 salário mínimo. Uns 120 mil nos valores de hoje.

      • Ricardo

        Compatível! Era o melhor carro da época. Equivalente ao Golf GTi de 150 mil de hoje.

    • Fabricio

      Corrigi pela inflação no site BCB, o valor de 13754 até hoje…

      Resultado
      da Correção pelo IGP-M (FGV)

      Dados
      básicos da correção pelo IGP-M (FGV)

      Dados informados

      Data inicial
      01/1997

      Data final
      07/2018

      Valor nominal
      R$ 13.754,00 ( REAL )

      Dados calculados

      Índice de
      correção no período
      5,1532156

      Valor percentual
      correspondente
      415,3215600 %

      Valor corrigido na data
      final
      R$ 70.877,33 ( REAL )

      • Ricardo

        Um modelo de hoje de Gol GTi 1.4T com este preço até que estaria bom.

  • catucadão

    esse carro é ícone muito bonito gosto bastante e é econômico

  • Vitor

    O Gol bola marcou a migração dos antigos modelos quadrados, para um desing mais arredondado que foi caracterísitico dos anos 90. O Corsa já vinha com essa proposta.
    Sem dúvida a década de 90 foi o período com o maior número de transformações da indústria automobilística brasileira.

    • Feiradesantana Bahia

      uma pena, inclusive. OS carro s ficaram bem mais feios.

  • zekinha71

    Lembro que quando saiu o turbo, um cliente comprou um completasso por apenas 35K, quando via a nota fiscal o queixo foi pro chão, e menos de um mês o “drão” passou a mão.

    • T1000

      o turbo não era o bola, foi a geração seguinte, g3; portanto, não é escopo deste artigo.

      • zekinha71

        É tudo a mesma coisa, pra vc o marketing da VW funcionou bem, é só trocar uma grade e dá-lhe geração nova.

  • Lucas086

    Tive um MI banco reto com ar e direção… econômico e andava a contento, pena que era duro. Gostava do carrinho, mas não teria outro kkk

  • Gosto de ver as fotos antigas, da época do lançamento. Bons tempos!

  • afonso200

    pai teve um 1.0 em 1996 zero km, eu era criança e nao tinha opiniao sobre o carro, kkkkkkkk

  • Alvaro

    Saudoso Gol Bola! Tivemos um de “estimação”, um CLi 1.6 verde oliva perolizado muito lindo, foi da família que depois passou para minha irmã e finalmente passou a mim… nesse processo o carro durou 12 anos na família. Foi triste quando vendi.

    Alias uma curiosidade e dúvida técnica, caso alguém possuir Gol Bola ou VW dessa época (meados de 96-99), tinha um “Easter Egg” no carro que nunca entendi: com o carro desligado, você liga somente a lanterna do carro/luz de posição (não o farol baixo) e depois aciona/segura a seta da luz alta. O carro liga sem chave, como se estivesse no primeiro estágio, portanto não dá para dar partida mas é possível utilizar o ar-condicionado e outras funções elétricas do carro. Lembro que tentei na época em uma Parati e Polo Classic e faziam a mesma coisa. Era pequeno na época e a internet não era tão evoluída, portanto nunca fui atrás perguntar. Fica o mistério….

    • T1000

      qual a utilidade de ligar o ar condicionado com o motor desligado?

      • Geraldo Xavier

        Me perguntei como o ar condicionado funcionava

        • Alvaro

          Então, o carro chega a ligar, como se estivesse na “posição 1” da chave (naquele estágio antes de girar a chave completamente para dar partida). Muito curioso, se você soltar a alavanca do farol alto, desliga tudo novamente.

          • Geraldo Xavier

            Mas o compressor é mecânico. Depende do motor estar em funcionamento

            • Alvaro

              Compreendi o questionamento, sim, tem razão, de fato era só a ventilação forçada que ligava. Falei erroneamente ar, mais por força de expressão.

              • Geraldo Xavier

                Beleza

      • Alvaro

        Pois é, eis a minha dúvida, não sei qual a utilidade e finalidade desse recurso. Fora o incômodo que você tinha que manter a alavanca do farol alto puxada, se soltar, tudo desliga novamente.
        O motor liga mas não dá partida, como se estivesse no “estágio 1” da chave.

        Imaginei na época que fosse uma opção para checar sem a chave, se a bateria está funcionando.

    • leandro

      Também tinha notado isso. Com o carro desligado ele não buzinava, mas se puxar o farol alto junto com a buzina ele buzinava

      • Alvaro

        Sim, é verdade, exato! A buzina também funcionava!!!

  • Phantasma

    Os mais legais foram o GTI 16V e o TSI, o GL também era bem arrumadinho, podemos dizer que esse é um carro raiz.

  • jorge

    gol bola cli1.6 tinha 82 cv e não 76, que era a potência do carburado.

  • HugoCT

    causou um impacto me lembro, mas o Palio chegou em 1996 e surpreendeu tbm,

  • REDDINGTON

    Pelas contas da VW o gol tem mais gerações que Civic e Corolla…Mudava um retrovisor, pulava uma geração.

  • FREDRED

    O mais raro de todos é o Gls 2.0 4 portas.

  • Lucas Fernando

    Como sempre, os carros dos ano 90 marcaram o auge da industria automobilista nacional. Não quero dizer que são ótimos carros, mas sim que são carros com “personalidade”, alguns alinhados com a engenharia internacional, versões esportivas realmente diferentes das versões comuns. Enfatizo também a resistência destes carros, aguentam muito serviço com manutenção negligenciada.

  • Mauricio

    Meu primeiro e ótimo carro. Mi 1.6 verde escuro ano 97!
    As vezes ainda da saudades kkkkkkkk….
    Meu sonho na época era de conseguir um conjunto de faróis dianteiros do GTI, que tinham dupla parábola.
    Vendi sem concretizar, hahahaha.

  • Ricardo

    Saudades da época que Gol tinha 7 opções de motores.

    • zekinha71

      Saudades é de quando tinha opção de cores.

      • Ricardo

        Também!

  • Natán Barreto

    Cara, como essas matérias estão repetitivas. Já falaram do Gol mil vezes nessas matérias.

  • Marcelo Alves

    Nessa época meu pai teve um Atlanta 1.6 vinho com DH que tirou 0km, alguns anos depois ele teve uma Parati 99 (G2) 1.0 16v verde borneo (verde escuro), completinha, era bonita, mas não andava nada (foi o pior carro que ele teve, ele fala até hoje, por causa do motor que não andava nada e nem tinha arrancada). algum tempo depois minha irmã teve um CLi 1.6 96 branco com DH, bom carro também, e além desses meu pai ainda teve um Gol G2 Special 2001 branco, bom carrinho, andava bem, era melhor que os 16v na cidade!

    Além desses ainda tivemos três Gol G3, um ano 2000 0km 1.0 8v basicasso, não tinha nada, pé de boi mesmo, mas eu ainda lembro que o porta-luvas dele tinha tranca com chave! Tivemos também um G3 2001 1.0 16V Plus com AR e DH cor Azul Andino (um azul metálico cor de piscina), lindo lindo!! E por último tivemos um G3 Rallye 1.6 2004/2005 prata light com AR e DH, bom carro também e bonito por fora e por dentro, gostava bastante do painel duas cores dele e dos faróis cromo brilhante que eram um pouco mais escuros que os cromados normais!

  • thi

    Marcou ,me pai teve um , saudades

  • Hugo Victor

    Adquiri recentemente um 98/99, 1.6Mi, 4 portas completo, com vidro elétrico nas quatro portas e porta malas elétrico, além de ar, direção, alarme de fábrica na chave, rodas liga-leve, etc. Rara configuracao, pra época.
    Estou aos poucos deixando ele original novamente.

    Só que a matéria contém alguns equívocos: Quando fala do lançamento, diz que o 4 portas só chegou 8 anos depois, quando na verdade, seriam 3 anos (Lançado em 95, chegou 4p em 98).
    Do interior, fala que o painel tinha contagiros desde a versão mais basica, quando na verdade, somente os 16v/1.8/2.0 vinham com ele de serie. O 1.0 8v não tinha nem como opcional e o 1.6 dependia da versão. Sem falar no Special, que vinha com indicador das calibragens dos pneus no lugar do termômetro do motor.
    No G3 sim, vinha com conta giros de serie (Exceto a versão Power 8v).

    • Guilherme Ferreira Lucio Lemes

      E ele é tão econômico como aponta a matéria?

      • Hugo Victor

        A matéria esta um tanto estranha. Dizer que o monoponto faz 17 na estrada enquanto o Mi faz apenas 13, é incoerente.

        De qualquer forma, ele é razoável. O meu está na média de 14km/l com ar condicionado ligado em 130% do tempo (80% estrada, 20% cidade).
        Mas o carro, apesar do bom torque e potência, é xôxo por ter uma caixa de marcha muito longa (80km/h a 2mil giros), o que acaba tendo que manter um pouco mais o tempo da marcha pra esperar o giro subir…

        Mas ainda estou nos detalhes dos troca-troca de peças que eu ache necessário. Só no final de tudo é que posso ter um veredito.

  • Jaqueline Adriano

    Fim de linha em 99?! e o Gol Special que durou até 2004? que mancada N.A.

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