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O que fazer ao se envolver em um acidente de trânsito?

acidente-de-transito-3 O que fazer ao se envolver em um acidente de trânsito?

Muitos acabam desprezando o quesito segurança de um automóvel, seja pela ausência de recursos mais elaborados ou pela estrutura deficiente (conforme os resultados em testes de impacto). No entanto, é fato que todos nós estamos sujeitos a se envolver em um acidente de trânsito, seja por demérito de nós mesmo, por falha de algum outro condutor ou devido às circunstancias do ambiente, por exemplo. A pauta levantada nesta matéria não é a segurança de um veículo, mas sim os procedimentos que devem ser feitos ao se envolver em um acidente ou ainda presenciar um durante a condução.



Antes de tudo, avalie a situação. Em acidentes com lesões corporais, o procedimento a ser realizado deve ser bem mais delicado. Observe no interior do veículo ou até mesmo fora e verifique se há pessoas machucadas. Neste caso, se positivo, jamais movimente qualquer uma das vítimas, a não ser que você seja algum profissional da área da saúde que esteja habilitado a realizar procedimentos de primeiros socorros. Isso pode agravar ainda mais o quadro do indivíduo, provocando lesões ou fraturas ainda maiores, por exemplo. O indicado a se fazer é tentar conversar com as vítimas e verificar se elas respondem, para avaliar o nível de consciência das mesmas.

O mais indicado a se fazer é ligar para o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) por meio do número 192 ou para o Corpo de Bombeiros, que atende pelo número 193, e comunique sobre o acidente com o máximo de informações possíveis para auxiliar na preparação dos profissionais.

Além disso, é importante sinalizar a área, para que a situação não piore ainda mais e outro veículo se envolva no acidente. Você pode fazer isso utilizando o triângulo de segurança do seu carro, posicionando-o a aproximadamente 30 metros do veículo envolvido, e também ligar o pisca alerta para que os outros motoristas que estejam trafegando na via dirijam com mais cuidado.

acidente-de-transito-3 O que fazer ao se envolver em um acidente de trânsito?

Em caso de acidentes sem lesões corporais, os procedimentos a serem realizados são diferentes. Remova os veículos da via caso os mesmos estejam em condições. Conforme o artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), os envolvidos no acidente devem remover os veículos para assegurar a fluidez e a segurança no trânsito. Caso contrário, os condutores podem ser atuados com infração de natureza média. Os veículos devem ser removidos para um local seguro.

Porém, se os veículos não estiverem em condições de serem removidos, o recomendado é também sinalizar o acidente com os piscas de alerta e o triângulo de segurança, se possível. É necessário ainda contatar a Polícia Militar (pelo 190) ou a Guarda Municipal (pelo 153) para se deslocar até o local.

Além disso, há orientações para as demais pessoas que trafegam pelo local. É bastante comum ver pessoas aos redores do acidente, tanto a pé quanto a bordo de uma motocicleta ou automóvel, por exemplo. Isso pode provocar uma aglomeração e até mesmo resultar num segundo acidente em virtude do primeiro, com risco de provocar novas vítimas que estavam observando o local.

E nada de fugir do local do acidente sem prestar socorro às vítimas, mesmo que você não esteja envolvido no ocorrido. Omissão de socorro é considerado um crime, de acordo com os artigos 135 do Código Penal e 304 do Código de Trânsito Brasileiro, além de ser enquadrado como infração de trânsito gravíssima seguindo o artigo 176 do CTB, com multa de R$ 957,70, sete pontos na carteira de habilitação do motorista e suspensão do direito de dirigir.

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Em ambos os casos, é importante registrar o boletim de ocorrência (BO), que registra o ocorrido com a descrição dos fatos pelas partes envolvidas e testemunhas. Ele será utilizado posteriormente para dar andamento ao processo de indenização na justiça e também para acionar a seguradora. O boletim de ocorrência pode ser feito em uma delegacia especializada ou no site do órgão de trânsito responsável (o BO virtual também pode ser utilizado ao acionar o seguro).

Depois disso tudo, sobretudo no caso de acidentes sem vítimas, entra uma das situações que costuma ser bastante delicada: o diálogo para verificar os causadores do acidente. Caso os condutores envolvidos no ocorrido tiverem bom senso, é provável que a situação seja resolvida de maneira rápida e sem complicações. Se você estiver envolvido e outro motorista assuma a culpa, você deverá anotar os dados do motorista e do veículo, além de pedir um número de telefone para contato – é importante verificar este número de imediato para saber se ele é realmente verdadeiro.

Por outro lado, se não haver acerto entre as duas ou mais partes sobre a responsabilidade dos danos mesmo após diálogos anteriores, o condutor “lesionado” deve acionar seu advogado para dar entrada num processo judicial. Contudo, como citamos anteriormente, é importante tentar negociar no diálogo para evitar aborrecimentos e também não precisar ficar esperando por muito tempo para que a situação seja solucionada pela justiça.

Se o condutor culpado possuir seguro em seu veículo, o recomendado é que ele mesmo acione seguro, mesmo que os demais também possuam o serviço. Isso dispensa gastos desnecessários com franquia e também elimina o risco de perder o bônus anual na renovação da apólice. Nisso, a seguradora irá orienta-lo a escolher uma das oficinas credenciadas. Entretanto, há a opção de você consertar o seu veículo em uma oficina de confiança ou numa autorizada do fabricante, registrando a escolha por meio de um termo para que a seguradora fique isenta de problemas posteriores.

Porém, caso contrário, se apenas o outro condutor (que não teve culpa no acidente) possuir seguro, o indicado é que ele acione o seu serviço para obter a assistência necessária – nisso, o motorista culpado deve arcar com a franquia.

Caso tudo seja resolvido, elimina-se a necessidade de acionar a justiça. Porém, é importante que todos os pagamentos e acordo sejam registrados por meio de documentos, para evitar problemas futuros.

É válido lembrar ainda que vítimas de acidentes de trânsito, sejam ocupantes do veículo, pedestres e seus parentes (em caso de falecimento) podem pedir indenização do Seguro de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). Ele oferece coberturas para invalidez permanente, morte e reembolso de despesas médias e hospitalares após 30 dias da apresentação da documentação necessária. Esse seguro pode ser usado também por quem teve culpa no acidente.

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  • ObservadorCWB

    Aqui em CWB está ocorrendo um golpe. Motociclista abalroa apenas seu carro. Nada de mais ocorre, etc e tal… todos vão embora. Depois o infeliz faz um BO somente dele, com danos materiais e até fraturas…e ainda dizem que você se evadiu do local. Então a mensagem é: SEMPRE FAÇAM BO….mesmo que aparentemente ninguém tenha se lesionado e danos sejam “imperceptíveis”. Talvez venhamos a ser a nova Rússia, onde cada carro possui uma câmera. Sem falar nos golpes da placa, do jornal no vidro traseiro, lenda do ovo etc e tals.

    • Robson

      Isso não é exclusividade de CWB, nem é golpe novo. Aqui em São Paulo isso ocorre há anos, com certa frequência inclusive. Sobre a câmera eu adotei desde o ano passado o uso, tanto de moto quanto de carro faço uso, na moto acoplo uma SJCAM 4000 no capacete e no carro uso a mesma câmera com o suporte ventosa, basta colocar ela no modo carro, que é possível gravar enquanto ela carrega normalmente, o grande problema é cartão de memoria, mas basta reduzir um pouco a qualidade de video que cabe muito arquivo tranquilamente..

      • Zé Mundico

        Não sei a marca ou modelo da sua camera, mas a minha pode ser programada para ir fazendo “clips” a cada 3,5 ou 10 minutos. Ela grava sem parar, apenas a cada 5 minutos faz um arquivo independente.
        Quanto ao cartão de memória, um de 8 gb dá para gravar os últimos 60 minutos tranquilo. Após isso, ela reinicia e vai apagando os antigos para dar lugar aos novos.
        Quer dizer, eu sempre tenho os últimos 60 minutos gravados.
        E já me foi muito útil com um mané que avançou o sinal e quase ia provocando um acidente.

        • Nicolas_RS

          Qual o modelo ? E a noite como é a qualidade ?

          • Zé Mundico

            Eu uso a G1W, mas parece que já tem coisa melhor…e mais cara…rsrsrsrs
            exemplo dela a noite, usando resolução 1080:
            https://www.youtube.com/watch?v=9iYligjjaa8

            • Nicolas_RS

              Opa vlw, a qualidade é muito boa.

        • Robson

          A minha é uma SJCAM SJ4000 (é aquela concorrente da GoPro). A minha deixo para gravar direto, ela grava ininterrupto até 40 minutos e depois inicia outro vídeo. Uso um cartão de 32gb e deixo desabilitada a opção de apagar e gravar por cima, se preciso abrir espaço uso o wifi dela e passo alguns videos para o celular por um aplicativo dedicado, é uma câmera muito boa, recomendo. E por incrível que pareça ela já foi mais útil no carro do que na moto, justamente nesses espertinhos avançando sinal vermelho.

        • Bruno Dantas

          Procure por Dashcam nos sites chineses. Eu comprei uma YiCam. Grava 1080p, +/- 8h com cartão de 64GB. Possui sensor G que detecta batidas e faz gravação de emergência.

      • joao vicente da costa

        Aqui em BSB tb. ocorre há muitos anos esse golpe. Fui envolvido em duas ocorrências com motocicletas e em ambas acionei o 193 e fiz o BO. Os bombeiros ficam meio putos de “não ser nada”, mas não tô nem aí… é um serviço público que deve ser prestado e não quero nem posso ser vítima de um golpe desses.

  • Leonardo azevedo

    Acho bacana sobre tirar o carro da via quando não ha pessoas lesionadas, porem ja teve casos em que as empresas de Seguro não cobriram os danos de um veiculo porque o mesmo saiu do local. E ai como fica?

    • joao vicente da costa

      Se está no CTB, processa a seguradora.

      • José Barbosa

        Exato, processa a seguradora. Infelizmente, no Brasil a indústria da multa não faz nada de útil, deveria começar a agir, pelo menos, com os barbeiros que causam acidentes de pequena monta e ainda ficam discutindo o sexo dos anjos e atrapalhando a vida de todos os outros. E o duro é que quando tem vítima, que NÃO É PARA MEXER, aí vão lá e mexem.

    • “Perguntador”

      Acho que a seguradora usou esse fato apenas para se livrar do pagamento. Eu bati na traseira de outro carro numa rodovia, tentei ligar para a seguradora mas o celular estava sem sinal. Anotei os dados do outro veículo e deixei meu telefone com o cara e segui viagem (os dois carros ainda podiam andar normalmente). Não fiz ocorrência e só informei a seguradora no outro dia e não tive problema algum, pagaram o conserto do carro do terceiro sem questionar nada. Para meu carro não solicitei o conserto pq o valor da franquia era mais alto que trocar o para-choques estragado.

  • Vattt

    “Em caso de acidentes sem lesões corporais, os procedimentos a serem realizados são diferentes. Remova os veículos da via caso os mesmos estejam em condições. Conforme o artigo 178 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB),” O seja, tire o carro da rua e tenha um seguro ou reze para que o outro envolvido tenha seguro caso você não tenha e azar o seu!!!

  • Douglas

    Pior é quando o cidadão vai na audiência da Justiça Volante, assume a culpa e depois dá mingué na hora de pagar.

  • acelerandonaweb

    Tem uma parte que está confusa:
    “Porém, caso contrário, se apenas o outro condutor (que não teve culpa no acidente) possuir seguro, o indicado é que ele acione o seu serviço para obter a assistência necessária – nisso, o motorista culpado deve cobrar a franquia.”

    Se somente motorista vítima tem seguro(o que ocorre de maneira muito comum), o procedimento correto é fazer o B.O. para se resguardar de problemas futuros(pode ser online) e acionar a seguradora, pagando a franquia, resolve o problema de quem não tem culpa no acidente e livra de dor de cabeças de cobrar alguém que você não conhece.

    Os danos do motorista causador sem seguro são de pura a exclusiva responsabilidade dele e sua seguradora não vai arcar com o prejuízo não.

    Já passei por situações ruins, então posso dar algumas dicas:
    1º Tenha seguro e negocie sempre uma franquia reduzida, não esqueça de incluir no seguros os vidros;
    2º Se você é vítima, faça o o B.O. para se resguardar de problemas futuros(pode ser online) e acione o seguro imediatamente para consertar seu veículo, pagando a franquia;
    3º Se você é vítima não tenha contato com o causador, no calor da emoção você pode ofender o indivíduo e no mínimo ter registrado um B.O. contra você por calúnia, difamação ou injúria. Se acabar perdendo a cabeça e agredindo o cidadão é pior ainda;
    4º Se você for o causador e não tiver vítimas lesionadas, aja calmamente, verifique se todos estão bem, peça desculpas e ligue imediatamente para o 0800 da seguradora, seguindo as as instruções dadas por ela(não retire os veículos do local até ter entrado em contato com o seguro, se estiver obstruindo a via, leve os veículos para o acostamento);
    5º Sim acidentes podem acontecer com qualquer um, nunca caia na falácia de que só ocorre com os outros, por isto tenha seguro, pode parecer caro e desnecessário até o momento que você precisar usá-lo.

    • TT 230

      O texto deve estar errado. O correto seria “O motorista culpado (sem seguro) deve bancar a franquia (do seguro da vítima)”.

    • MauroRF

      Eu me estrepei (no sentido de pagar a franquia de 4000 reais há 2 anos). Um cara numa moto avançou o sinal vermelho e me acertou com tudo na porta (eu tinha um City com 3 mil km só). Na hora, você fica meio sem saber o que fazer, mas testemunhas já acionaram o 190 e o 193. Por sorte, o cara levantou com poucos arranhões. O grande problema foi que as testemunhas foram embora e ficou minha palavra contra a do cara. E o cara era um manão, tava como moto velha e dava para ver que não era boa gente, nem teria grana. O cidadão estava andando sem documento e, quando foram puxar, estava com IPVA todo atrasado. Isso tudo entrou no BO. Eu ia tacar processo no cara, me segurei para não discutir com ele na hora (deu raiva ver o cara dando o depoimento dele para os policiais falando que eu avancei o farol, PQP), mas minha esposa, uma pessoa bem calma, me esfriou os ânimos, me chamou de lado e disse “pague a franquia e não acione o cara, olha o tipo de gente com quem vamos lidar”. Esfriei a cabeça, pensei bem e falei para o cara “pague o seu que pago o meu”. Eu vi o cara antes sentado ao lado dos destroços da moto dele chorando e falando para a namorada, que o foi buscar: “ainda estou pagando essa moto, agora não tenho mais moto, gastei toda a minha poupança nessa moto”. A namorada dele era outra “mana”. Falando sério, perdi 4k nessa brincadeira, mas evite exposição e mais dor de cabeça. Quando comentei com amigos e familiares a solução que adotei, acharam que fiz a coisa certa.

      Eu meio que fiquei com “trauma” de passar em cruzamentos desde então. Sempre passo com mais cuidado, muitas vezes eu reduzo, mesmo que o motorista de trás buzine. O trânsito anda muito maluco hoje e não dá para brincar.

      Ah, uma vez, um ônibus acertou na lateral o carro da minha sogra. Foi leve, mas foi um suor para fazer a empresa de ônibus pagar o conserto. O valor na época foi baixo, e ela disse que, se soubesse, não teria corrido atrás da empresa. Foi muito desgaste e tempo perdido.

      • Melhor um péssimo acordo que um causa fácil. Neste caso seu a causa não ia ser fácil e ia custar mais que os R$4000 em “baixa produtividade” só pensando e gastando tempo nisso.

  • Lucas Fernando

    Interessante, estava procurando sobre esse tema ainda hoje. Dia 17/11 fui vitima, um ônibus bateu na lateral do meu carro, fiz o boletim de ocorrência junto ao preposto da empresa de ônibus, a empresa comprometeu-se a pagar, pediu pra eu encaminhar 3 orçamentos, as fotos do veiculo, documentos e B.O . O prazo para ressarcimento era de 15 dias corridos, o prazo já expirou, entrei em contato por diversas vezes e não me passaram nenhuma posição. Só me resta arrumar com meu dinheiro e ingressar com uma ação judicial no JEC (pequenas causas). Além da reparação dos danos vou pleitear algum tipo de indenização por privação de uso do veículo, uma vez que é o meu único meio de transporte e estou tendo um baita de um prejuízo por não poder usar o meu carro.

    • MauroRF

      Faça isso, essas empresas de ônibus são uma máfia, e os motoristas, em sua maioria, malucos e prepotentes. Poucos escapam.

  • Dherik

    “nisso, o motorista culpado deve cobrar a franquia”

    Não ficou clara esta parte.

    • TT 230

      Acho que era “deve bancar a franquia”.

    • PedroGolzinho

      Acho que quiseram dizer bancar a franquia.

  • TT 230

    Tem um erro aí.

    “o motorista culpado deve cobrar a franquia.”

    Correto seria: o motorista culpado deve BANCAR a franquia.

    Isso se a vítima (com seguro) conseguir que o culpado (sem) pague. Muitas vezes uma trama de novela das 9.

  • TT 230

    Acho uma grande falta de respeito quando um culpado sem seguro fica enrolando pra pagar a franquia da vítima que tem seguro, até mesmo quando só o valor da franquia já é um ótimo negócio diante do estrago maior.

    Você percebe a falta de vontade da pessoa. Em alguns casos você nota mesmo que a pessoa não tem condições, mas em outros é pura falta de vergonha.

    Além de tudo, caberia indenização, pois mesmo que o culpado pague a franquia da vítima ou que o culpado acione o seu próprio seguro, o bem da vítima fica desvalorizado perante o imperdoável mercado.

    E lá se vai a famosa frase “nunca batido”.

  • José Barbosa

    “Porém, caso contrário, se apenas o outro condutor (que não teve culpa no acidente) possuir seguro, o indicado é que ele acione o seu serviço para obter a assistência necessária – nisso, o motorista culpado deve arcar com a franquia.”

    Não, na verdade, o motorista culpado é responsável por TODO o dano, e não apenas a franquia. Certamente, ele receberá uma notificação da seguradora para cobrir as despesas com débito. Vale lembrar que também aceitar receber a franquia e se responsabilizar, prática comum, além de ser fraude e prejudicar a si mesmo e a todos, causa prejuízos mais para frente como diminuição do bônus e alteração no próprio perfil do condutor.

  • Gilberto DePiento

    Muitos pensam que não podem mover os veículos enquanto a polícia não chega, por esta ter que anotar os dados no B.O. Hoje em dia, com a possibilidade de fotografar e filmar todos os ângulos do acidente com o celular, isso não faz mais sentido.

  • IPZ.4

    “nisso, o motorista culpado deve cobrar a franquia”

    E essa negociação realmente pode? Tenho dúvidas quanto a isso.
    Sempre ouvi que nesses casos o “não culpado” não poderia fazer isso (acionar o seu seguro e o culpado pagar o valor da franquia), pois a seguradora não vai arcar com o prejuízo do custo de um conserto em que o seu segurado não teve responsabilidade. E que, inclusive, se ela descobrir isso, ela vai atrás do segurado para cobrar a diferença.

    Não é isso?

    • Para mim era isso tb. Esperando um especialista para confirmar o correto.

    • José Barbosa

      Na verdade, quando você recebe a indenização, transfere à seguradora o direito de cobrar. Dependendo do prejuízo, ela corre atrás do responsável pelo acidente.

  • Alexandre Viotto

    Não é regra nunca mexer em vítimas acidentadas com lesão corporal… Se o veículo estiver com vazamento de combustível, por exemplo, e risco de explosão, melhor correr o risco de agravar a lesão do que ter a certeza da morte do mesmo por queimadura! Tudo vai do bom senso e análise crítica da situação. Nos cursos mais avançados de primeiros socorros são passadas estas informações.

  • André Gimenez

    Tem um erro nesta matéria, você diz que não se deve mexer na vitima há uma exceção a essa regra, se a vítima estiver em perigo deve-se sim retirá la do veiculo por exemplo se o carro começar a pegar fogo, retire a vitima e leva-a para um local seguro.

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