Citroen Longform Sedãs

Um ano (ou quase isso) com um C4 Lounge THP

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Para efeito de informação ao seleto público do site, venho aqui deixar minhas opiniões a respeito da convivência de quase um ano e praticamente 15 mil quilômetros com um Citroën C4 Lounge Exclusive THP.



Logo que adquiri o modelo, deixei aqui um relato comparativo entre o modelo francês e o VW Jetta, meu carro anterior. Dessa vez vou me ater única e exclusivamente ao meu convívio diário, com os prós e os contras que observei no modelo na relação já mais íntima que se tem com um carro após o uso por um tempo significativo.

Confesso que adquiri o carro cheio de receios, fruto de um “preconceito” que é bem difundido no Brasil com relação a carros de origem francesa, em especial aos do grupo PSA.

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Início da relação – aparando as arestas

Adquiri o carro na concessionária Saga France em Goiânia, sendo que o mesmo me foi entregue na data e horário combinados. O consultor que me entregou o carro foi atencioso, fez uma explanação detalhada do modelo, pareou meu celular com o multimídia do carro.

Enfim, tudo dentro da normalidade, com uma única ressalva: ele me mostrou uma pequena peça lateral do banco traseiro que contava com revestimento em tecido, em contraste com todo o resto do couro que compunha o interior do carro, sendo que me disse que já havia acionado a garantia para a substituição da peça, o que foi providenciado pouco tempo depois após contato telefônico para a realização do serviço, o que foi feito em poucos minutos, enquanto eu aguardava na concessionária.

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Os primeiros dias reservaram algumas pequenas “surpresas”, as quais relato por tópico:

• A moldura da maçaneta da porta dianteira direita veio solta – eu mesmo a encaixei no lugar;
• Na parte inferior da porção central do painel, logo abaixo dos botões do ar condicionado, há uma peça plástica que faz o acabamento daquela seção. Ela veio desalinhada. Eu mesmo a retirei e fiz a análise de como se encaixava, reinstalando-a adequadamente;
• O carro veio fazendo um barulho forte de lata em sua parte de baixo quando já aquecido, do tipo metal raspando com metal. Pelo tipo do barulho logo me veio à cabeça aquele anteparo de alumínio que faz o isolamento do fundo do carro em relação ao escapamento. Olhei por debaixo e bingo! Uma daquelas latinhas estava instalada de forma que quando se dilatava pelo calor, raspava em um caninho metálico que passa logo acima dela. Foi deitar lá, dar uma ajeitada nela (é bem maleável) e fim do problema;
• As dobradiças das portas vieram sem lubrificação, gerando rangidos quando da torção do chassi: bati lubrificantes nas 4 portas e ficou tudo ok;
• O painel veio apresentando ruídos em ruas de pavimento irregular. Dei uma observada boa e verifiquei que o barulho vinha do cluster, sendo que ao tocá-lo, notei que o mesmo tinha uma folga milimétrica com relação ao painel, o que permitia que se movimentasse para cima e para baixo alguns milímetros. Inseri anteparos mínimos e invisíveis nas bordas e nunca mais tive problemas.

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Como se vê, é uma lista considerável de problemas mínimos, mas que demonstram uma certa falta de cuidado no controle de qualidade da entrega. Não fosse eu dotado de boa experiência com carros e resolvesse tudo por conta própria (gastei uma semana para visualizar e colocar tudo ok), por certo me desgastaria com algumas visitas à concessionária.

A tempo: a folga no painel é característica dos C4 Lounge em geral. Verifiquei isso em visita na concessionária, onde as duas unidades do showroom apresentavam a mesma folga no cluster.

Finalizado o tempo de aparas de início de relacionamento, vamos ao casamento em si.

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Do tão falado conjunto motriz

Não há como negar, o conjunto motriz formado pelo motor THP e o câmbio automático de 6 marchas é o ponto alto do modelo. É chover no molhado, mas é um diferencial do carro dentro da média da concorrência.

Força em qualquer giro, potência de sobra em qualquer situação, trocas de marcha no tempo certo, com suavidade e rapidez. Não há muito que se dizer do que o conjunto motriz proporciona em termos de desempenho. É algo próximo da perfeição.

Talvez a pequena vibração observada quando se deixa o câmbio em “D” com o carro parado (em um semáforo, por exemplo) possa ser um detalhe a ser pontuado. Ouvi dizer que deram um “tapa” nessa característica juntamente com a adoção do motor flex, não pude conferir. Mas é um detalhe quase imperceptível, e que fica resolvido criando-se o hábito de jogar o câmbio em “N” nas paradas.

Maior defeito fica mesmo no consumo: eu esperava mais. Médias urbanas um pouco acima de 7 km/l (trânsito urbano de médio para pesado) e rodoviárias na casa dos 12 km/l (carro cheio, com velocidade na faixa de 120 km/h) é o que eu obtive após o amaciamento. Não chega a ser ruim, em especial se considerarmos que o carro pesa uma tonelada e meia, mas em um modelo com motor 1.6 turbinado e sem tecnologia flex…. Bem, esperava obter algo melhor.

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Do comportamento dinâmico – suspensão/direção

O conjunto suspensão/direção do C4 funciona bem, mas sem ser brilhante, é a conclusão a que cheguei.
A direção eletro-hidráulica é razoável, mas deixa a desejar no peso algo exagerado em manobras em comparação às elétricas mais modernas.

E o volante, a despeito de ser bonito e confortável (o revestimento de couro o torna muito agradável ao toque), possui diâmetro um tanto quanto exagerado em minha opinião, deixando as manobras mais lentas que o usual. De toda sorte, acabou sobrando bom espaço para os comandos de som, telefonia e limitador/controlador de velocidade, que ficaram muito bons e intuitivos.

Já a suspensão é bastante confortável de forma geral, apesar de quando acionada por buracos mais acentuados, acaba por produzir estampidos secos, altos e incômodos. Os pneus de perfil muito baixo montados nas belíssimas rodas de aro 17” são protagonistas nesse comportamento, sem dúvidas. Em contrapartida ao conforto, ela acaba proporcionando um comportamento mais “manso” em termos de dinâmica ao carro.

A carroceria apresenta algum grau de rolagem em curvas mais velozes, deixando a esportividade mais relegada ao desempenho do conjunto motriz. Não chega a ser um pecado em um sedã médio familiar, mas acaba por entrar em choque com o desempenho diferenciado que o motor THP proporciona. Somando-se com a direção grande e não muito direta, acaba que o sedã se torna um pouco “anestesiado” na interação com o motorista. A posição de dirigir, com o banco um pouco mais elevado com relação ao solo (mesmo na regulagem mínima) opera em favor dessa característica.

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Do ambiente interno e conforto aos ocupantes

O C4 realmente recebe bem seus ocupantes. O carro é bem acabado, bonito mesmo por dentro. Seja no revestimento dos bancos em couro de diferentes tonalidades, seja no belo painel digital ou na vistosa porção central com a estação multimídia em evidência, o carro realmente agrada a seus passageiros.

O espaço interno é muito bom para todos os ocupantes, a despeito da porção central do banco traseiro contar com o descansa braço escamoteável e com o túnel central, que acabam por tornar a vida do ocupante do meio um pouco mais complicada em viagens mais longas.

Eu realmente sou muito comedido em levar apetrechos para dentro de um carro, sendo que não costumo sentir muita falta dos tão falados “porta-trecos”. Mas é visível que no C4 eles são bem limitados. Um porta-copos, outro pequeno nicho longitudinal ao lado do freio de mão, o “baú” entre os bancos (tamanho médio, nada muito grande), um bom porta luvas e os tradicionais nichos no fundo das portas (são relativamente pequenos) são tudo o que há. A falta de um porta-óculos é o que realmente me incomodou, no fim das contas, mas quem faz questão de ter múltiplos nichos para colocar pertences vai se ressentir da falta deles no Citroën.

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Em termos do que posso chamar de “falhas”, o extintor que fica na parte inferior do banco do passageiro dianteiro merecia um revestimento acarpetado. Quando o banco é afastado mais para trás ele fica bem visível, o que acho que não combina com o bom acabamento geral do modelo.

Há ainda o acionamento do porta-malas: ele só é possível por botão no painel ou pelo comando do controle remoto. Não há botão de abertura na própria tampa. Pode parecer bobagem, mas em um carro com sistema keyless isso realmente incomoda. É muito normal você deixar a chave dentro de uma mala ou bolsa, o que acaba por gerar a necessidade de se entrar no veículo para apertar o botão na parte inferior esquerda do painel, destravando a tampa.

Quanto à estação multimídia, vá lá, ela cumpre sua função. Mas não é a oitava maravilha do mundo. A utilização dela até que não é complicada, é intuitiva e logo se aprende o uso de todas as suas funções. Mas a inserção de endereços no GPS é meio burocrática, por intermédio de girar e apertar um botão no centro do painel. E há também o fato de a mesma ser meio “lerda” na inicialização.

Não é sempre, mas tem hora que você liga o carro e a danada demora uns 20 segundos para dar o ar da graça. Enquanto isso fica estampado o símbolo da Citroën na tela. Acaba que incomoda às vezes, já que as funções de câmera de ré e sensores de estacionamento funcionam vinculadas à estação, o implica na necessidade de, caso você esteja estacionado em um local que demande a utilização de manobras, ficar aguardando a inicialização terminar. Nada muito grave, mas é necessário se acostumar. E na pressa, pode acabar incomodando.

Ainda no que tange aos inconvenientes, a proteção acrílica do cluster reflete muito em determinada hora da manhã o acabamento da parte superior do revestimento da coluna de direção, tornando meio chato visualizar o velocímetro analógico. Isso é compensado pela possibilidade de você ter o velocímetro digital no centro do painel, mas vale o registro.

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Do convívio – relação tranquila

Em termos de convivência, digamos que tudo caminhou de forma muito tranquila nesse um ano com o C4. Não há problemas significativos a relatar. A primeira revisão (10 mil km) foi feita rapidamente, sem maiores detalhes, apenas com a minha solicitação para a correção de um ruído que os retrovisores rebatíveis geravam por alguns segundos após fechados (esse defeito foi narrado também pela 4Rodas no C4 do teste de 60 mil km), o que foi feito a contento e em garantia. Cobraram o valor tabelado (R$520,00 em 4x) e me entregaram o carro na hora combinada, muito bem lavado.

Há um mês, mais ou menos, um cidadão em uma Montana deu uma esbarrada na parte traseira direita no ato de eu parar em uma faixa de pedestres, pegando só a capa plástica do para-choque. Houve um dano quase imperceptível na pintura, o qual nem precisou de reparo, mas instantaneamente o painel acusou defeito no sensor de estacionamento, que se desligou automaticamente. Coloquei a mão por dentro do para-choque e vi que o cabo do sensor da extrema direita havia se rompido, desconectando-se do mesmo.

Levei o carro à concessionária e aproveitei para pedir o alinhamento e balanceamento do carro, porque o período chuvoso aqui em Goiânia foi cruel para as ruas e a prefeitura aqui anda lenta no serviço (aliás, anda lenta em tudo), e acabei acertando uma boa meia dúzia de buracos com alguma severidade nesse período. O resultado foi a necessidade de desempenar 3 das 4 rodas antes do alinhamento e balanceamento, além da substituição do sensor de estacionamento traseiro.

Qual não foi minha surpresa quando me informaram que trocaram o sensor na garantia, independente do defeito no mesmo ter sido causado por impacto de terceiros. Ponto para a Citroën e um motivo para aumentar minha desconfiança de que a fama de maus tratos no pós-venda é, em algum grau, indevida.

Quanto aos pneus e sistema de suspensão, apesar dos danos nas rodas, aguentaram bem a “pancadaria”, demonstrando que os pneus Michelin com fator de carga 94 estão bem dimensionados para o modelo, a despeito de seu perfil muito baixo (45) e que a suspensão também está bem adaptada às demandas absurdas que nossas ruas e estradas impelem a nossos veículos.

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Das conclusões até aqui

Confesso que estou bem impressionado positivamente até o momento com o carro e com o atendimento no pós-venda que me foi dado até aqui.

Em termos de estilo, de certa forma o Lounge é um modelo que garante algum grau de exclusividade, já que o meu é da cor gris moondust (um tipo de chumbo com uma leve pitada de marrom). O sedã da Citroën já não é o carro mais comum nas ruas. Nesta cor então…

O carro é surpreendente em muitos aspectos. O computador de bordo é muito completo e surpreende pela quantidade de informações que é capaz de apresentar. No centro do mostrador central são apresentadas frase das mais diversas a respeito do estado do veículo (por exemplo, quando danificaram o sensor traseiro foi informado o seguinte – “Defeito no sistema auxiliar de estacionamento”, o que era repetido sempre que se dava partida no carro), repetidas informações de manobras a serem realizadas em trajetos marcados pelo GPS, bússola, rua em que se está trafegando, música tocada no momento, dentre muitas outras. E há diversos mimos interessantes, como a possibilidade de se escolher entre cinco cores para a porção externa e/ou central do painel e a “piscada” em vermelho que o conta-giros digital dá quando o carro chega no limite de giros.

Em termos de robustez, há dois parâmetros a serem comentados: um seria a robustez dinâmica, aquela que se analisa com o carro em movimento. Nessa o C4 é impecável. O carro passa uma sensação de suportar bem qualquer condição que lhe seja imposta sem fazer nenhum ruído de chassis ou de peças de acabamento, e a suspensão trabalha acertada, sem demonstrar qualquer sinal de que está se ressentindo das solicitações a que é submetida.

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Já no que tange à robustez estática, ou aquela em que você analisa o carro detidamente com ele parado, há algumas ressalvas: as abas laterais dos para-choques dianteiro e traseiro são excessivamente maleáveis, incluindo nesta observação os para-barros instalados sob as caixas de roda, o que passa um sentimento estranho a quem analisa aquela parte do carro. Bem, é uma sensação de que aquilo ali com o tempo possa ter sua vida útil limitada em função da excessiva maleabilidade. É algo subjetivo, que fica no campo das percepções, mas vale a pena o registro.

Por fim, dirigir o carro é realmente uma experiência muito agradável. O desempenho diferenciado proporcionado pelo motor, o nível excelente de equipamentos, o ótimo acabamento, o bom espaço e conforto… tudo leva ao contentamento. Somado ao fato de que até o momento não posso relatar sequer um ruído de acabamento ou de qualquer outra natureza, dá para afirmar que o conceito que estou construindo com relação à marca francesa é bem distinto do pré-conceito que me permeava até adquirir o carro. Já estou até pensando em comprar um Peugeot 2008 para a minha esposa… vamos ver a quantas segue a carruagem.

Por Ubaldir Silva.

  • Higo Belchior

    C4L é um dos modelos que mais gosto no segmento.
    Você detalhou bem as características do seu carro, faltou apenas ter publicado as fotos dele.

    Acho que você roda pouco com ele, né? A km é um pouco maior que a do meu carro com um ano e meio de uso.

    No mais, parabéns pela aquisição!
    Abç.

    • Rodei 14 mil km em pouco mais de 9 meses. Até que é uma média boa, hehe.

      • Leonardo M

        Poxa, rodo 9 mil km por ano e acho muito

        • Já cheguei a rodar uma média de 20 mil em outras épocas. Agora está mais light, na casa dos 15 mil.

          • Wolf_Hoffman

            Rapaz, tenho meu carro desde 2010, e atualmente está com 14800km rsrs… O pessoal se assusta kk

            • Bom de adquirir seu carro quando for vender… rs.
              Eu tive um Vectra assim: 96/97, comprei em 2005 com 34 mil km rodados. Pneus originais (dá pra ver pela data de fabricação gravada nas laterais). Impecável. O dono anterior nem tirava o carro de casa quando chovia.
              Vendi ele em 2008 com 92 mil km rodados, ainda impecável, nenhum detalhezinho sequer, tanto interna quanto externamente. A típica “mosca branca” dos vendedores de usados. O amigo meu que o comprou “comeu o fígado” dele… rs. Vendeu ano passado, já com 250 mil km rodados e estado de conservação já bem precário.

              • Wolf_Hoffman

                Então, o meu é um Vectra GT-X… muito criticado pelo motor e alguns dizem não ser um Vectra… mas tudo bem… Carrinho muito bom e que só precisa que eu troque o óleo e umas trocas de filtro as vezes… Pensei diversas vezes em me desfazer em prol de pegar um carro mais econômico(sabemos que o motor GM 2.0 bebe), porém morro de medo de largar ele pra revenda pra um “moleque” rebaixar e f***** com ele…
                Vejo que devido ao cenário atual de nosso mercado, vou ficar um bom tempo com esse carango hehe

                abrazz

                • Vectra GT-X é um belo carro. Tem um amigo meu com um GT normal (sem X). Sem dúvidas que o 2.0 velho de guerra bebe bem.
                  No fundo, no fundo, o Vectra GT-X é o Astra Europeu que sucedeu o nosso no mercado de lá, por isso alguns citarem “não é Vectra”. Mas eu pergunto, e daí que ele era o Astra europeu? Aqui é Vectra, pô… rs.
                  Vou te falar, com 14 mil km rodados, não tem porque vender mesmo. Carro pra mim é quilometragem. Chegou nos 60 mil, se tiver condições, já começa a ser bom uma troca. É a hora em que qualquer carro começa mesmo a perder os bons atributos de um carro zero, começando a exigir a troca de alguns componentes mais pesados, a trazer alguns “grilos” típicos de carros usados.

            • Roger Abdulack

              e eu achando meu Clio 2010 com 24.500 km pouco rodado!!!!

        • Na verdade, fiz uma viagem Goiânia – São Paulo – Goiânia nele que deu uma turbinada de cerca de 3000 km no hodômetro. Fez uma diferencinha.

        • Robson Sarmento

          Rodo 40.000 km por ano e o carro ja mostra os sinais da alta kilometragem, inclusive com piora do consumo mesmo com as revisoes em dia, e a fragilidade dos encaixes com aumento do ruido interno em piso irregular, memso 95% doq ue andae sendo em BR de otima qualidade! Acho o isolamento acustico dele insuficiente com o aumento da velocidade acima de 100 km/hr

      • afonso200

        rodo 80mil km em um ano. sempre pego seminovos, faz 3 meses que peguei um azera 2011 com 42mil km, de UD top, na ganrantia, tudo carimbado,,,,, ja ta com quase 60mil km, ja, quando fizer 150mil km, ja vai adiante, e depois quero pegar um desses THP, top com xenon, , pois xenon é muito cool o a iluminaçao……pelo que foi citado na materia, as medias estao idem o azera , lembrandoq ue ele tem quase 1900kg com tanque cheio, e motorista…. ele faz 12,3 a 115km/h, 13,9 a 80km/h, e 6,8 na cidade andando com pouco semaforo, com transito pesado é 6 na cidade……pela materia o proximo vai ser um C4 THP mesmo

    • Bom, vamos lá, pra não dizerem que não apresentei o carro devidamente, vão as fotos que tirei com o celular… rs.

      • Meu celular é um Blackberry. Porcaria de câmera… rs.

  • André

    Apesar do Lounge THP ser um carro maravilhoso, estou vendo que em alguns pontos você ficou com saudades do Jetta..

    • Tiago

      Quais?

      • visanpai

        Tive a mesma percepção e citaria consumo, revestimento do extintor e rapidez da multimídea.

        • Bom, o consumo do meu Jetta era melhor em trânsito urbano, mesmo (coisa de 8 km/l). Só que se tratava de um modelo com câmbio manual. Desconfio que se fosse automático, teria médias muito semelhantes às do C4. Se medirmos a diferença de conjunto mecânico (meu Jetta era aspirado), acho que está valendo a pena.
          Quanto ao revestimento do extintor, ponto para o Jetta, realmente. Não me lembro agora se ele tinha a capa de camurça sobre o extintor, mas em nenhum momento saltava aos olhos o vermelhão do equipamento como acontece com o Lounge quando o banco do passageiro está bem afastado para trás.
          Na questão da multimídia, não tem como eu comparar. O Jetta não tinha o equipamento.

          • Ernesto

            Não li a sua comparação entre o C4L e o Jetta e por isso pensei que você tivesse um TSi. Imagino que o TSi seja mais econômico que ambos, o Jetta 2.0 aspirado e o C4L 1.6 THP. O que você acha?

            • Nós tínhamos um Jetta turbinado aqui na empresa até uns 3 anos atrás. Coisa de 7 na cidade e 10 a 12 na estrada. Nada muito diferente do Louge, não. O meu Jetta com câmbio manual era um pouco mais econômico que ambos na cidade e na estrada.

              • Matheus Cavalheiro

                Boa informação. Também me surpreendi negativamente com o consumo relatado, mas não sabia que o Jetta fazia semelhante.

                • Rômulo Nogueira

                  Além de fazer semelhante o acabamento interno deixa muito a desejar, por exemplo o comando para ligar os farois, ninguem merece o seletor de farol, para um carro de 100K

                  • dougkmt

                    Por que o seletor dos faróis da VW é ruim? Qual sistema seria o melhor para vc?

                    • Eu acho o sistema funcional. A única ressalva está na utilização em massa de componentes padronizados na maior parte da linha. Acaba que quando você vê uma iluminação de espelho de para-sol ou um seletor de acionamento de faróis idêntico ao de um Gol ou Fox no Jetta Highline, fica uma sensação meio incômoda, digamos assim. Acho que foi o que o Rômulo quis dar a entender com o comentário.

                    • dougkmt

                      Se for isso, apenas lamento então. Não me sinto ofendido ou desfavorecido com o Fox usando o mesmo volante do Golf. Sem problema algum!!!! O que acho é que a montadora deve se esforçar para reduzir os custos de produção e repetir elementos e itens em vários modelos, desde que possuam ótima qualidade, eficiência e eficácia. Deste modo, se a VW quiser replicar o volante para up! ou Gol, sem crise! O importante, na minha opinião, é que tenha um padrão de qualidade condizente com o valor pago, que é bem alto..

                      Eu sou contra esse lance de exclusividade e não dou a mínima se eu for confundido com um Gol ou Fox pelo retrovisor, rsrs.

                  • A diferença para as versões de entrada fica só nesse acabamentozinho cromado aí.

              • Ernesto

                Creio que econômico mesmo será o Jetta 1.4 TSi que a VW deve lançar por volta de Julho. Obrigado pelo retorno!

                • Tomara que a tecnologia flex não tire do 1.4 TSI as ótimas médias de consumo obtidas no Golf.

                  • Ernesto

                    Se comprometer, creio que não será muito.

              • Bernardo Figueiredo

                Nossos carros não são preparados para extintor. Tenho um HB20 e o vermelho saltava nos olhos quando o banco do passageiro ia para trás. Comprei uma capa fácil de instalar…soltando o extintor e desparafusando as braçadeiras de metal. Coisa barata e provável de encontrar no mercado livre. Fica a dica.

                Fora isso é um carro muito legal. O problema dos Franceses são as cestas de peças…são caras até onde sei…o que afasta o consumidor de comprar um carro dessas marcas seminovo ou usado ( 2 ou 3 anos )…não sei mais como anda o custo dessas peças, mas isso infelizmente queimou por muito tempo tais marcas. Já a Citroen sempre notei uma receptividade maior do público. Tratam ele como francês mas com mais carinho…se comparar a um Peugeot por exemplo…

                • Acho que o lance da cesta de peças só é “sentido na pele” em caso de acidente com o carro. Espero não ter que passar pela situação… rs.

                • Rômulo Nogueira

                  O que diferencia a cesta de Peças Citroen das outras e que voce nao tem a facilidade de encontrar as peças no mercado “paralelo”, o que garante sempre a boa procedencia das pecas e alto controle de qualidade.
                  Em marcas como Fiat, VW voce sempre acha as pecas genericas o que abaixa o custo da tal cesta de pecas.

              • Ernesto

                Vou ler!

              • Ernesto

                Acabei de ler! Parabéns pelo texto! Realmente muito bem feito!

          • Rômulo Nogueira

            Quanto ao revestimento, posso adiantar que o Extintor é um item de segurança e deve ser ressaltado ao olhos, para que nao passe desapercebido na hora de transtorno, esse assunto e bem discutido mas a “falta” do revestimento se deve a esse fato, CHAMAR A ATENÇÃO EM CASO DE URGENCIA.

            • Sim, sim. Mas chama a atenção no C4L a sua comparação com outros modelos. Ele fica “aparente demais”, se é que me entende.

              • Rômulo Nogueira

                Sempre tem o fator de poder comprar um revestimento, como já citado, mas em caso de urgencia e alguma outra pessoa precisar o extintor que nao voce, logo vai saltar os olhos, lembrando que alguns segundos diferenciam vida e morte.
                Entendo teu ponto de vista, mas quando se trata de segurança o acabamento é segundo plano.

                • Ah, sim. Também não recomendo a instalação de uma capa protetora. No meu texto apenas coloquei como informação, mesmo. Dava pra Citroën ter feito algo melhor ali. Mas é um mero detalhe. Via de regra, com o banco do passageiro numa posição, digamos normal, não se vê o extintor. No meu caso é que tenho um filho muito grande (e espaçoso… rs) que afasta o banco para a última regulagem possível, sendo que nesses casos o equipamento fica bem aparente na cabine, em especial para o motorista.

                  • dougkmt

                    Não reparei como é no Jetta, mas no Golf eu percebi que o extintor é “adaptado” no kit tropicalização.. Não é nem pela questão de aparecer ou saltar aos olhos. O que acontece é que a alavanca do ajuste de profundidade do banco do passageiro esbarra no gatilho de metal do extintor, ao tentar ajustar a posição do banco. No início eu achei que tivesse com problema no trilho do banco por elevar a alavanca e não se mexer, mas aí percebi que forçando um pouco, a alavanca alcança o curso máximo, suficiente para poder movimentar o banco. O efeito disso é que vão ficando marcas no acabamento da alavanca do ajuste. Não é o fim do mundo, até porque o espaço traseiro é muito bom e a minha esposa não precisa ficar movimentando o banco..

    • Eu diria que o comportamento da suspensão do Jetta e a posição de dirigir eram mais do meu gosto. Digamos que é um comportamento mais esportivo o do VW, em um carro com desempenho comedido demais, bem ao contrário do C4, que é um carro com desempenho diferenciado, mas cujo conjunto suspensão-direção não induzem a uma condução mais esportiva.

    • zeuslinux

      Se for o Jetta TSI deve ter saudades sim, mas se for o 2.0 Santanatec creio que não.

    • Rômulo Nogueira

      Nao lemos a mesma matéria, entao.

  • DGA

    Parabéns pela compra!

  • Heisenberg

    Parabéns! Bela compra! Seria, a minha opção na categoria, também! ótimo Custo X Benefício e o atendimento pós-venda da citroen é sensacional, pelo menos, aqui em salvador e se difere até da peugeot.

  • Matheus Ulisses P.

    Parabéns pelo carro! Aqui no meu trabalho tem um Origine 2.0 MT e todos só falam muito bem dele. Vi uma vez um Exclusive na cor azul Bleu Bourrasque… que coisa linda!

  • Matheus

    Ótimo carro, gosto muito dele, mas achei muito ruim o consumo urbano, pois nos que conheço, no trânsito de Curitiba, com ar ligado, não fazem menos que 8.

    • th!nk.t4nk

      Os carros europeus que usam esse motor também têm fama de beberem bem (nada exagerado, mas acima da média). É um motor de concepção já um pouco ultrapassada, apesar de excelente.

      • O DS3 e o 2008 têm obtido ótimas médias nos testes da mídia especializada e do INMETRO. Só que eles são equipados com caixa de trocas manual.
        Quanto à modernidade do motor, não concordo muito. Esse motor Prince tem tudo o que há de mais moderno em termos de dowsing, e se encontra no mesmo patamar do que se tem na família TSI da VW. No caso do C4L, o vilão é mesmo o peso excessivo da plataforma do carro, essa sim já ultrapassada com relação à média da concorrência.

        • th!nk.t4nk

          Sim, tudo depende de com o quê estamos comparando. Aqui na Europa é considerado um motor meio beberrão, mas ainda acho que valha a pena. A curva de torque é muito plana, uma delícia de se fazer retomadas, mas também com um bom fôlego em alta.

        • Claudio

          São bem mais leves também!

          • Isso. A última frase do meu post fala exatamente sobre o peso excessivo da plataforma do C4/408.

      • Matheus

        Pois é, mas é um dos melhores aqui do Brasil. Infelizmente..

    • Rapaz, aqui em Goiânia pra fazer 8 só se for em trajetos por vias expressas. No trânsito urbano normal, é de 7 para baixo, por mais que se alivie o pé.

      • Matheus

        Estranho, em, pois nas expressas, pelo meu conhecimento beiram 10 para mais. (Andando á 110) Mas, sim existe uma variação por cidades e trânsitos. Sei disso pois meu primo tem um DS3 e faz médias na cidade sempre acima de 9.

        • Rs. Aqui em Goiânia as expressas não são tão “expressas” assim…
          Quanto ao DS3, ele tem médias realmente muito boas, mas tem peso muito abaixo do C4. Inclusive na etiquetagem do INMETRO, o DS3 tem nota A, enquanto o C4 fica na C. O 2008 THP também tem ótimas médias.

          • Matheus

            Sim, eu entendo as diferenças de peso e sei que o peso não atrapalha apenas o consumo e também o desempenho (não falando que o C4 não tem um bom desempenho). Mas é bem relativo, também pelo trânsito que foi baseado as médias. Tudo conta, mas não esperava essas médias de consumo, pois vi delas, superiores.

    • Rômulo Nogueira

      Leve até uma concessionária e de uma palavra com o Consultor Técnico e com o Chefe de Oficina, eles vao remapear o carro, pode ser alguma questao de atualização do Firmware do carro.

      • Matheus

        Pode ser sim, mas existe uma possível variação da forma conduzida pelo motorista, pelo peso carregado e pelas condições obtidas no trânsito.

  • DINEIROO

    Esse carro é MUITO pesado, infelizmente. Deveria pesar uns 1300kg.

    • Doccar

      Concordo, acho que us 100 kg a menos faria muito bem ao carro, consumo e dirigibilidade.

    • Netovski

      A plataforma é a mesma do 307, só veremos médios mais leves na PSA a partir do 308 mk2.

      • DINEIROO

        Resumindo: projeto antigo, apesar das qualidades citadas no texto.

        • Realmente. Excessivamente pesada em comparação com o que se tem na concorrência. Com um projeto de plataforma mais moderno (e mais leve), com certeza teríamos números de consumo mais aprazíveis.

      • MaCaRyS

        Não confere com o que eu sei, até onde pude consultar é a plataforma do DS4 e 308, ou estes 2 citados são a mesma do 307 também ?

        • Gustavo73

          308 novo europeu usa a nova plataforma modular da PSA. O nosso 308, DS4 e o C4L usam uma atualização da plataforma do 307

          • MaCaRyS

            Entendi, é uma atualização, muitas fontes não citam essas informações e fica dificíl a pesquisa. vlw brow ;-)

          • É. O Lounge utiliza a mesma velha plataforma do Pallas com algumas poucas atualizações. Até por isso tem o peso semelhante (e exagerado) ao do seu antecessor.

            • Gustavo73

              O mesmo acontece com o Jetta, sua plataforma remete a 2003 cpm o Golf V. Podem ser seguras, mas o peso frente a plataformas mais leves cobram seu preço.

              • Ainda assim o Jetta ainda pesa quase 200 kg a menos que o Louge… diferença razoável.

                • Edson Fernandes

                  E bota razoável! Se pesasse o mesmo que o C4 Lounge o Jetta 2.0 flex iria literalmente se arrastar…rs

        • Netovski

          sim

          O DS5 também

  • Darlon Anacleto

    Ótimo relato. Bom para desmistificar esse preconceito descabido em relação aos franceses.

    • th!nk.t4nk

      Sim, mas cada vez que vejo relatos assim, penso o quanto esses carros não combinam com o Brasil. Eu sei, que alternativas há? A montagem brasileira é horrível, as ruas também não colaboram. Reclamar da dureza da suspensão é um sintoma disso.

      • Hum… a montagem do C4L é Argentina. E não reclamei da dureza da suspensão dele, até pelo contrário. Ela é bem macia, a despeito dos pneus série 45 montados nas rodas de 17″.

        • th!nk.t4nk

          A montagem da América do Sul em geral. Argentina = Brasil nesse aspecto, não difere em nada. Sobre a matéria:
          “…apesar de quando acionada por buracos mais acentuados, acaba por produzir estampidos secos, altos e incômodos…”
          Eu não estava falando do carro, e sim da qualidade das vias. Até porque qualquer carro decente vai sofrer com essas pancadas. Isso desanima demais no Brasil.

          • É. A suspensão é macia no uso cotidiano, mas a pancada em buracos é muito seca, mesmo. Mas me parece um problema meio comum nos modelos de hoje em dia. As rodas de grande diâmetro com pneus de perfil muito baixo fazem com que todo o impacto do choque com panelas seja retransmitido para o quadro de suspensão. É a velha vitória da forma sobre a função.

  • Gustavo Guto

    Deve andar bem… temos um Pallas 2.0 automatico de 4 marchas e na estrada ele anda muito bem… imagina esse ai.

    • É… se tem uma coisa que esse carro faz, é andar bem… rs.

      • CharlesAle

        Poxa, se fosse um carro mais leve, pelo menos uns 200 KG, seria ainda mais rápido e econômico, uma pena ser tão pesado…Mas mesmo assim, excelente carro.

  • Gustavo73

    Parabéns pelo texto e pela análise do carro. Bem detalhada sem ser cansativa. Quanto ao carro, realmente mostra ser um bom produto.

    • visanpai

      Dou mais valor a análises como esta, do que as feitas pela imprensa especializada.

      • Gustavo73

        Acho que as duas tem sua importância. Mas a do dono quando feita da maneira que o Ubaldir fez, mostra como é depois do casamento como ele mesmo falou.

      • fejunk

        eu também,

  • rodrigomalc

    Ótimo texto! Tem um carrão nas mãos, parabéns.

    Agora, pegar o habito de botar o cambio em N a cada semaforo acredito que não seja nada legal. Não sei informações técnicas pra me embasar e falar que isso definitivamente faz mal pro cambio. Mas a recomendação geral é colocar no D e esquecer que ele existe até vc chegar no seu destino.

    • DINEIROO

      Os câmbios novos inclusive “colocam” no N quando o carro está parado por determinado tempo. Não há necessidade disso realmente.

    • Pedro Rocha

      Isso é referente aos câmbios com lubrificação “on demand”, ou seja, o sistema de lubrificação só funciona quando estão engatados em alguma marcha. Parece-me que é o caso do infame AL4 e do AT4 que era usado no Vectra/Astrão e Blazer.
      Há câmbios que tem lubrificação permanente, como os AT4 da Aisin usados no Corolla antigo.

      • Edson Fernandes

        Pedro não é assim que funciona. Na realidade a bomba de oleo de um cambio automatico não para de lubrificar, apenas a pressão que é exercida que muda.

        O que acontece é que geralmente um oleo mais velho (e contaminado) faz os componentes que antes serviriam para lubrificar passem a não servir com esse uso (fatores como calor, forma de uso, etc) e por isso estragando o cambio. O que o cambio AL4 sofre é o fato de não ter um desenho correto causando superaquecimento e como solução (e funciona) é quando a empresa que sabe mexer com o cambio usa um tipo de carter ventilado onde ele passa a receber ar forçado e assim nos momentos de maior esforço, evitando o superaquecimento (lembrando que esse cambio já utiliza o sistema de arrefecimento do proprio carro para ajudar na refrigeração).

      • Janduir

        Amigo, o cambio do astra-vectra-zafira é da Aisin, e os modelos acima de 2005 tem a função de colocar em N automaticamente. O cambio da Blazer V6 não é aisin… Abs

        • Pedro Rocha

          Agradeço a correção e isso explica o fato de só ter lido reclamações sobre o câmbio AT da Blazer.

    • Rodrigo, tem muitos textos na internet desmistificando essa crença de que jogar o câmbio automático para o “N” nas paradas. Não tem nenhuma contraindicação técnica e ajuda a economizar pastilhas de freio e combustível. Em testes especializados, dependendo do tipo de trânsito enfrentado, é possível economizar entre 3 e 5% de combustível. Fica a dica.
      No caso do C4, o câmbio “empurra” um pouco além do que eu chamaria de razoável quando em “D” e parado, fazendo com que se tenha uma sensação digamos, incômoda de que se está segurando o carro na marra no freio. Sinceramente, depois que você pegou o hábito, fica automático colocar o câmbio em “N” e reengatá-lo nas saídas.

      • Marcos Souza

        O que eu li a respeito disso é que no N a lubrificação do cambio pára e isso acarretaria problemas futuros.

        • http://bestcars.uol.com.br/bc/informe-se/colunas/editorial/441-mitos-os-cuidados-com-o-carro-que-nao-se-justificam/

          Vai aí um link sobre o assunto. Entre os mitos está a explicação sobre a questão do câmbio em “N” nas paradas. Dando uma “googlada” é possível achar mais variados relatos a respeito. Pesquisei bastante antes de resolver adotar como hábito essa medida.

          • Tripé

            No 308 AT8(ou AL4), realmente o câmbio puxa o carro para frente mesmo sem acelerar na posição D, porém apenas antes da parada total do carro. Depois que o carro para, o cambio para de forçar, parece que entra em neutro automaticamente. Tanto que se soltar o pé do freio depois da parada total, o carro não se movimenta (isso se você não tiver desengatado e engatado Drive novamente). Parece que foi essa minha sensação quando conduzi o 308 de 4 marchas. Porém eu não sei se o comportamento do câmbio de 6 marchas é igual, tenta fazer esse teste.

            • O de 6 marchas do C4L continua empurrando o carro pra frente quando parado. Se o terreno não for muito inclinado no sentido contrário ao movimento, se soltar o freio ele anda pra frente mesmo. A função “creeping” dele é muito forte.

          • Edson Fernandes

            Ubaldir, o maximo que pode acontecer e a bem longo prazo é o seletor de marchas dar problema com o uso. Mas aí eu pergunto: Se um seletor desse tantos problemas, um cambio manual seria o principal problematico por isso não?

            E mesmo assim, na maioria das vezes (no cambio manual) é apenas trocar trambulador que se resolve. De todos os casos que eu já vi de cambio automatico, o do meu chefe foi o unico que deu problema e o curioso é que não foi no seletor, mas no sistema eletrico que envia o sinal ao painel do carro (onde demonstra em que posição o cambio se encontra) e mesmo assim, sem funcionar esse comando eletronico, o cambio funciona perfeitamente.

        • Vou transcrever para você um trecho de uma coluna do (bom) jornalista especialista em testes automotivos Fabrício Samaha, que trabalha em outro site automobilístico. Esse trecho de texto faz parte da coluna “Mitos: os cuidados com o carro que não se justificam”

          “• Colocar o câmbio automático em ponto-morto (N) nas paradas de trânsito traz problemas. Não traz: a caixa está dimensionada para essa mudança frequente e para funcionar em ponto-morto sempre que desejado — há até câmbios que passam sozinhos, internamente, a neutro e voltam a engatar a marcha quando se liberam os freios, o que traz economia de combustível.”

          Com uma “googlada” é possível encontrar vários outros textos a respeito na internet.

      • Bruno_O

        Achava isso tb até perceber que meu Tiida aumentava 200 rpm quanto colocava no neutro. Lendo o manual vi que a Nissan deixa bem claro para não colocar no N em paradas.

    • Guilherme Eduardo

      Tem que ver que tem muita tecnologia embarcada nos câmbios autais, o que permite a troca constante para o N (você trocando ou o câmbio sozinho) e até mesmo para o liga/desliga do StartStop. O ideal é ler o manual do carro e ver a recomendação do fabricante. EU quando estou de AT (raro, pq o meu é manual) só coloco no N quando a parada é longa pois eu costumo esquecer de voltar para o D e acelero o carro kkkk

      • É só questão de prática… rs. Depois de um tempinho você já estranha é quando vai sair e não colocou o carro em “N”. É mais ou menos a mesma coisa de se acostumar a colocar o carro em ponto morto no câmbio manual nas paradas para poupar embreagem. Um pouco antes de sair você engata a primeira.

  • edgar__rj

    Olha, se o Grupo PSA lhe contrata, teriamos muito mais clientes satisfeitos… Pois na maioria das vezes os clientes reclamam por esses detalhes, barulhinhos , folgas , etc…
    Parabéns pelo relato…

    • Um pouquinho mais de controle de qualidade nesses detalhes com certeza faria um bem danado à marca.

      • Marcos Souza

        Lendo o inicio do seu texto a respeito desses incômodos, me lembro de meu irmão quando comprava carro usado. Ele ia colocando esses adesivos dupla face e arrumando as partes desalinhadas dos carros. Acho que isso é um grande deslize da concessionaria. Carro novo não deveria vir assim

        • Não mesmo. Nem todos os clientes (a maioria, na verdade) vão ter a minha parcimônia e destreza na resolução dos incômodos. Destaco a folga no cluster e a latinha debaixo do carro, que com certeza deixariam um freguês “médio” de cabelos em pé. O barulho que a latinha fazia embaixo do carro com ele quente era mesmo “medonho”. rs.

          • Edson Fernandes

            E inclusive eu digo mais… qdo eu comprar o meu carro, vou até Goiania só para resolver probleminhas desse tipo…rs

          • dougkmt

            Ubaldir, já pedindo muito, mas vc conseguiria tirar uma foto para mostrar essa parte da lata que tava com o barulho? Se não for, nem responde, rsrs. Valeu!

            • Vou dar uma deitada debaixo do carro esse fim de semana e te passo semana que vem.

            • Meu amigo, sem colocar o carro em um elevador não consigo tirar uma foto descente. Fica muito enquadrado (o espaço embaixo é muito pequeno) e acaba que não dá pra entender nada na foto. Mas arrumei uma imagem de um carro qualquer na internet (nem sei de que modelo se trata) pra te dar uma idéia do que seriam as tais latinhas. No C4 elas são divididas em duas peças separadas, indo até mais à frente do veículo. Grande abraço.

              • dougkmt

                Cara, primeiramente valeu pelo trampo. Segundo, vc foi ninja pra descobrir isso aí hein! Se fosse reclamar na concessionária, povavelmente vc teria que deixar o carro lá por alguns dias e ainda corria o risco de receber uma resposta: “Faz parte do projeto do veículo. É assim mesmo”… Parabéns pelo carro!

                • Moço, vou te falar: quando saí da concessionária, andei 5 quilômetros e encostei na porta da casa do meu pai escutando o barulho vindo debaixo do carro, na mesma hora já me veio na cabeça essa latinha. Já tive problemas com uma dessa em um Gol 92 da empresa em que trabalhava na década de 90. Tem certas experiências que vão ficando na memória, kkkkk.

      • Carlos Fernandes Jr.

        Possuo um 308THP, que basicamente é seu carro com carroceria diferente, está comigo ha 2 anos e 18mil km. Até agora não posso reclamar das vezes que fui a ccs (2 revisões e 2 visitas extras – alarme disparando sozinho e aviso de inspeção do ESP – resolvidos em minutos), muito menos reclamar do carro em si, que até agora foi só alegria. A montagem da carroceria pode não ser um primor europeu, mas comparado aos carros que tive antes (Palio fire 2004, Astra 2007, Vectra GT 2011) é suficiente para o nível do carro. Controle de qualidade acho que é porco em todas as montadoras, meu Astra batia algo metálico no motor, levei na autorizada com 600km rodados, e eram os tubos do ar condicionado soltos, pois as presilhas que seguram o mesmo estavam abertas, esse mesmo carro tinha um ruido no forro da mala que descobri que era um parafuso solto dentro do acabamento (deve ter vindo um extra de reposiçao), já o Vectra foi entregue com o forro da porta traseira solto, dava para passar um dedo entre o forro e vidro internamente. Hoje tenho esse Peugeot e um Citroen C3 que a esposa roda, até agora só elogios. São os melhores carros do mundo? Nunca. Mas também estão longe de ser a porcaria que a maioria das pessoas acreditam que são.

        • É. A experiência anterior minha com 6 VW zero km (3 meus e 3 da patroa) não foi muito diferente. Todos precisaram de alguns ajustes e mesmo de visitas na concessionária para resolução de problemas. Vamos a eles:
          Os meus:
          – Polo Sedã 2008 preto: pane no limpador de para-brisas (deixou de funcionar ainda nos primeiros dias), falta de lubrificação das dobradiças das portas na entrega (rangiam com a torção do chassis), banco do motorista rangendo (trocaram o encosto), ronco do diferencial com 1 ano e 3 meses de uso e queima de velas logo após sair da revisão de 30 mil km;
          – Polo sedã comfortiline 2010: veio com uma bucha do eixo traseiro quebrada, fazendo um barulho grande em pisos irregulares;
          – Jetta comfortline 2011: troca de rolamentos dianteiros com poucos meses de uso, troca da tampa do cárter por vazamento de óleo na segunda revisão, dois vazamentos de gasolina do tanquinho de partida à frio (na segunda vez desisti de manter o reservatório abastecido – aqui não faz frio significativo), troca de junta homocinética com 40 mil km rodados. As pastilhas de freio pediram substituição aos 25 mil km;
          Os da patroa:
          – Cross Fox 2009: acabamentos plásticos sobre a roda traseira soltando nas primeiras semanas – foram umas três visitas até conseguirem fixar aquilo ali com fita dupla face;
          – Polo Hatch i-motion 2010: Volta na concessionária no dia seguinte da entrega para consertar repetidor de seta do retrovisor que não funcionava (tiveram que arrancar a porta do motorista para o concerto), algumas visitas para resolver um aviso de pane no sistema de câmbio automatizado, substituição do miolo da chave com uns 30 mil km de uso;
          – Polo sedã comfortline i-motion 2012/13: chamada de volta para a concessionária com uma semana de uso para recall de alguma coisa no sistema de câmbio automatizado (nunca me explicaram direito), apesar de o carro não ter apresentado nenhum defeito nem antes e nem depois do evento (ainda está conosco – 50 mil km rodados)- ficou quase um mês parado. Ao menos emprestaram um carro da concessionária (um Voyage Comfortline manual) durante o processo.
          Como se vê, a lista que apresentei para o C4L pode ser até considerável em quantidade, mas em termos de complexidade dos problemas, está até bem melhor que a média dos VW que tive. De positivo nos problemas dos VW é que tudo sempre foi resolvido sem muito estresse e em garantia pela assistência.

  • Charlis

    Primeiramente, parabéns pelo carro, e pela sua experiência e sabedoria em resolver estes pequenos problemas!
    Sobre o consumo… realmente é ruim, alias, como a maioria dos “downsizings” que eu tive contato.
    O Fusion que tenho, é o 2.0 turbo… e ele na estrada pra fazer 12km/l tem que andar como uma “senhora” …
    Mas como você mencionou, o Fusion tem mais de 1600 kilos …
    Ouvi relatos que o Jetta TSI também não é econômico.
    Já o Golf se sobressai, anda muito bem e é muito econômico, porém ele é muito leve.

    • Lucas de Lucca

      Me tira uma dúvida, seu Fusion é AWD ou FWD?

      • João Cagnoni

        Pelo peso de 1600kg, posso chutar que é um AWD?

      • Charlis

        É o FWD, e sem teto solar.

    • Tiago

      Verdade, o consumo do fusion turbo nao é bom. Faço 12,5 km/l no meu FWD, mas ando em estrada boa e nos 120 km/h.

      • Charlis

        Exato… se pisar, ai ele abaixa dos 10km/l.
        Isso na gasolina comum.
        Podium eu coloco muito de vez em quando, e nunca fiz testes de consumo.

    • Gustavo73

      No caso do C4L o peso e o at6, o mesmo com o seu Fusion. O Jetta 2.0 tsi não é ficado no consumo (nos EUA ele é vendido como esportivo GLi. Agora pegue o Golf 1.4 Tsi com dsg ou carros similares da concorrência. Você encontrará excelentes números de consumo. Na Europa o foco é a poluição, e não existe melhor maneira de poluir menos do que sendo mais eficiente e consumindo menos.

    • Bom, em termos de peso o C4 não fica muito atrás: praticamente uma tonelada e meia.
      Quanto ao consumo rodoviário, a média de 12, ou pouco mais que isso para o C4 é obtida com velocidades até 120 km/h, apesar de ser com carro cheio e com ar ligado. Se pisar, pode trazer esse consumo para a casa abaixo de 10 km/l.

  • MaCaRyS

    Parabéns Ubaldir, carrão com certeza, muitos “mitos” caem por terra quando se possui um exemplar da PSA, ainda mais no seguimento do C4 onde praticamente todas as marcas tem opções convidativas com belos e bons carros.

  • Greice Maria

    Olha eu tinha um C3 2010 que peguei zero e agora optei por uma aircross. O motivo foi as condições ofertadas x custo beneficio interessante além de todo o pós venda excelente que tenho na css de Joinville. É uma pena existir o pré-conceito de quem nunca teve ou nem sequer andou em um citroen. Agora assim Peugeot eu não consigo gostar e não me passa muita confiança essa é uma opinião muito pessoal, talvez um dia quem sabe isso mude. Tbm existe aquele povo que compra um citroen usa até a soca e depois despacha e quem compra esse usado fica com a bomba em mãos.

    • João Cagnoni

      Pois pode comprar um Peugeot, o 208 é um clone do C3.

    • MaCaRyS

      Olá Greice, muito bom um ar feminino nos comentários, pois e se eu te falar que praticamente 90% das peças do seu EX C3 são as mesmas peças do meu Peugeot 206 ?, de um para outro muda-se apenas o focinho, o conteúdo de mecânica é o mesmo, o recheio tem suas particularidades, mas se confia num Citroen automaticamente vc confia num PUG.

      • Greice Maria

        Hahah pior que sei….mas sacomé impressão meio idiota…Quando eu fui trocar o c3 nem tava querendo outro citroen mas depois de uma boa pesquisa a aircross ganhou =) e acredito que um o pós venda que tive com o c3 tbm colaborou super..

    • Gustavo73

      Mas aí você confia e desconfia de praticamente dos mesmos carros. Afinal Citroën e Peugeot são do mesmo grupo e dividem fábricas, plataformas e powertrain.

      • Ouvi uns boatos de que na produção do 408/C4L seguem juntas até o acabamento, onde o C4L é mais refinado…

        • Não sei. Ao menos na percepção por simples observação, o 408 apresenta acabamento interno semelhante ao do C4L. Acho que o que prejudicou demais o 408 foi mesmo a adoção das primeiras fornadas com o AT4. Acho que se tivesse sido lançado já com o AT6 teria tido seu momento no mercado, também.

          • Edson Fernandes

            Na verdade ajustes na suspensão, um interior mais moderno e com comandos fazem do 408 o patinho feio.

            O acabamento do 408 é bom e não costuma “bater”, mas a marca ao invés de se reinventar com o modelo, procura a manter o interior que é praticamtne do 307 / 307 sedan e faz com que o carro tenha menos recepção por um visual ultrapassado. curiosamente uma central que foi vendida de forma limitada a versões Allure, venderam rapidamente porque resolvia parte do visual.

            Eu prefiro o C4L porque é bem mais macio. (e os bancos abraçam mais)

            • MaCaRyS

              Eu tinha (ou ainda tenho a impressão contrária), à começar pelo porta malas do 408 que é com amortecedores e não os braços pantográficos (famoso pescoço de ganço) mas de resto acho bem similar …

    • Estou disposto a adquirir um Peugeot 2008 para minha esposa em breve. Fiz um test-drive no modelo e fiquei impressionado positivamente pela relação custo x benefício que ele oferece.
      Meu irmão comprou um 307 usado a algum tempo, ano 2007, e o carro tem comportamento tranquilo em termos de manutenção. Soma-se isso à boa experiência que estou tendo com um carro do mesmo grupo (PSA)… vamos ver.

      • oscar.fr

        Olá, Ubaldir. eu tenho um 208 e adoro o carro. Como você, fui ver o 2008 na CSS e achei o carro maravilhoso, o banco que mistura couro e tecido na versão THP é extremamente confortável. Além disso, parabéns pelo relato!

        • A versão Griffe aspirada também conta com o mesmo revestimento de bancos. Show de bola.

      • Greice Maria

        A única desgraça dos franceses, principalmente quando se trata de 0km é a desvalorização que é muito grande pra não dizer vergonhosa. Embora eu ainda pense que mesmo assim vale a pena por conta de todo o conforto e mimos que o carro oferece em relação as demais marcas..

  • Cesar A

    Interessante o relato, apesar de um pouco longo, mas perdoável pelo nível das informações. Ainda estou criando coragem para experimentar um desses franceses. Quem sabe o Peugeot 508 se vier, me convença a pensar “fora da caixa”.

    • MaCaRyS

      Olha Cesar não queria desanimá-lo mas vale à pena pesquisar pois parece que a Peugeot trouxe o 508, vendeu algumas unidades e não vai mais importar este modelo, aqui onde trabalho todas as manhãs cruzo com um belo modelo branco deste 508, mas é o único que já vi aqui em Curitiba.

    • Gustavo73

      508 já veio e foi embora.

    • O 508 acho que não está mais disponível. Na faixa premium, te aconselho a dar uma olhada em um DS5. Rapaz, que coisa impressionante aquele carro em termos de acabamento e requinte. Entrei em um na concessionária quando fui levar o C4 para a revisão, fiquei realmente impressionado.

      • Cesar A

        Pois é, o DS5 me apeteceu lá em Detroit. Fiz test drive inclusive mas o problema é o porta malas pequeno demais. Pra quem tá acostumado com carros espaçosos, o DS fica devendo nisso. Mas concordo, realmente causou ótima impressão.

    • oloko

      O 508 não é mais importado, mas a versões usadas se acha por preço bom, já vi um 2013 prata com 22 mil km por 79900, tendo em vista o conteudo do carro e seu segmento, tem um ótimo custo beneficio

      • what_the_hell??

        Acho que aí eu já iria preferia um Nissan Altima Okm, pois vi que tem algumas lojas vendendo as unidades 2014 na faixa de 90mil. Em termos de equipamentos e espaço acho que os dois se equivalem

  • João Cagnoni

    Carro maravilhoso. Tenho um Pallas, acho que eles realmente acertaram na evolução do modelo. Ele encolheu. Ainda é grande, mas não ocupa mais metade do quarteirão ao estacionar. Além do motor, o câmbio e suspensão também evoluíram bastante… Deixando de lado os mitos do AL4, o AT6 é bem mais rápido nas trocas e não “falta marcha” como os câmbios de 4 marchas. Acho que o único ponto que faz a maioria dos compradores desistirem da compra é a desvalorização, faltou tocar nesse assunto em seu relato.

    • jean

      eu tenho um 408 2014, já desvalorizou um monte mas o carro é muito bom, não pensei nessa questão quando adquiri o carro, até por que pelo que ele possui de conjunto com o preço que paguei, seria bem mais caro na concorrência, então perde muito mas tambem eu paguei pouco…

      • José Cardoso Ferrão Neto

        Comprei em janeiro de 2013 um 408 Allure MT 2013 OKM por R$49.500, não dava pra recusar !!!! Carro muito bom, tem muito mais prós que contras !!!

    • Deixei pra tocar no assunto quando for vendê-lo… rs. O Lounge ainda é pouco comercializado no mercado de usados por ser um modelo bem recente. Mas desconfio que a desvalorização deva ser acima da média na revenda. Vamos ver se supera com larga margem os 33% do Jetta em 3 anos e 3 meses de uso.

      • Rafael

        Só para ilustrar, meu pai comprou um 408 THP top de linha (com xenon, teto solar etc) com 1 ano de uso e apenas 11 mil km rodados. Cheiro de novo ainda. Ele pagou 62000 na troca pelo Sentra básico e manual que ele tinha. O 0km era 82 de tabela na época com os opcionais.

        Acho que foi uma bela compra. O carro hoje tem 40 mil km rodados. Ele está adorando o carro. Fora que milagrosamente ele pegou uma taxa de juros bem boa. Já fez 3 revisões e sem sustos, nem nada. O pos-venda está sendo bem satisfatório!

  • Rodolpho Lopes

    Parabéns pelo carro/relato Ubaldir, devo admitir que foi o seu primeiro relato que me fez criar coragem para fazer o meu.
    Até o momento não pude analisar de perto um C4L, pelo que eu vi o acabamento é muito bom, as portas e painel são revestidos em couro e material emborrachado?

    • O painel é todo emborrachado. As portas possuem a parte superior, junto aos vidros, emborrachadas, e o descansa-braço em couro. O resto é de plástico rígido, mas de boa aparência e que não risca facilmente (ao menos até o momento, não riscou). Em termos comparativos com o Jetta, os forros de porta do Citroën são um bocado melhores na aparência.

      • Gustavo73

        O acabamento das portas do Jetta foi algo que você sempre cirou negativamente. Afinal não se sobressai muito frente aos compactos.

        • É. Não é algo que combine com a categoria do carro. Sinceramente, sempre foi o que mais me incomodou no sedã da VW. É algo que está na sua linha de visão todo santo dia… rs. Se eles colocassem algo mais compatível com o que vem no Golf…

  • shdn2010

    Como dizem, nem sempre podemos agradar a todos… eu comprei um c4 lounge exclusive no final de fevereiro, sabe quanto tempo fiquei com o carro…? 1 mes e meio, era tantos ruidos internos tantas coisas rangindo que me irritei, o que mais me incomodou, foi o pós venda horrivel o pessoal nao conseguia acertar um misero alinhamento, citroen… nunca mais, foi a primeira e ultima vez que arrisquei um carro frances.

    • Acredito que se eu tivesse que resolver todos os pequenos percalços iniciais que relatei na concessionária, por certo que também me irritaria. É uma pena, o modelo é muito bom como projeto, mas tenho certeza de que a falta de cuidados na revisão de entrega e no controle final de qualidade pode gerar clientes insatisfeitos, como você.

      • shdn2010

        Não vou exagerar dizendo que o modelo é ruim, eu tbm estaria sendo um pouco injusto, mas de uma coisa tenho certeza.. sempre tive a imagem de que carros franceses não prestavam, e realmente para mim isso se confirmou. Nunca mais na minha vida arrisco de novo citroen… meu irmão teve um peugeot e tbm se ferrou com problemas “incuraveis”… ou seja.. ainda arrisquei pensando que meu irmao teve azar mas pelo jeito o pós venda e os produtos na minha visão apenas se certificaram de que realmente não prestam.

        • Bom, minhas experiências com VW e Citroën, digo que ambas me atenderam bem dentro de certos limites. Na comparação direta entre as duas, confesso que a Citroën se saiu melhor considerando o convívio com os carros até os 15 mil km. Vejamos mais adiante. Pode ser que eu fique tão aborrecido quanto você, ou pode ser que não. Grande abraço.

  • beto

    Deve ser um ótimo carro. Já tive um c4 hatch e não tive nenhum problema, pós venda muito bom. Só saí da marca devido a desvalorização absurda na revenda, pra quem não liga pra isso pode comprar sem medo.

  • João Cagnoni

    Ah, e sobre o sensor, ficaram com vergonha de te passar o preço. Só pra ter uma idéia, cada sensor do C4 Pallas usado custa 150 reais, e na concessionária só vendem o kit com 4 e com preço bem maior. Deve sair na faixa dos R$1000 os 4 sensores.

    • Hehe. Até que não, eles me passaram o preço caso tivesse que pagar o concerto: R$ 340,00. Achei normal. Como conseguiram encaixar na garantia, melhor ainda.

    • oloko

      Pois é, o problema é que os sensores são conectados ao cb do carro, e tem uma eletronica embarcada que só a css pode mexer, o pallas daqui deu problema no sensor, levei numa mecânica e foi falado que só a css podia mexer, ai me cobraram quase 1500 reais para troca… resultado: vai ter que manobrar mais em lugares apertados!

  • Tiago

    Muito bom o relato, parabens. Quando eu tiver um tempinho vou fazer um dos meus…

  • Hiboria

    Muito bom o relato, um dos melhores que já li.
    Gostaria muito de considerar esse carro em minha compra, mas algo que não entra na minha cabeça são os valores. Litragem 1.6 tem imposto inferior a 2.0, o que deveria ser representado no preço. Sei do custo maior com a turbina, mas acho o valor em demasia mais alto.

    • Túlio Leal

      Na verdade o imposto só fica maior para quem for maior que 2.0. De 1.0 a 2.0 é a mesma faixa de IPI.

      • Gustavo73

        Na verdade até 1.0 é um, acima até 2.0 outro e o último acima de 2.0. Quando o motor é flex ainda diminui alguma coisa em todas as litragens

        • Hiboria

          Valeu galera, estava com uma ideia errada então.

          • Gustavo73

            Antigamente era por potência até 100 cv e acima de 100 cv. Por isso nos anos 90 tinha muito carro, mesmo com motor1.8 e 2.0 com 98/99cv. Quando o imposto mudou para “tamanho” vários tiveram a potência “ajustada” pra mais.

            • Ernesto

              Um bom exemplo era o Gol GT 1.8, declarados 99cv mas com certeza tinha mais.

        • Túlio Leal

          Concordo, Gustavo. Mas foi mais ou menos isso que eu disse. Estava respondendo à indagação do outro colega que disse que o fato de ser 1.6 significaria um IPI menor que ser 2.0

        • dougkmt

          Isso seria facilmente identificado com o agrupamento dos dados em intervalos, como num modelo estatístico:

          Seriam 3 faixas de impostos:
          1. [0.0 ; 1.0]
          2. ]1.0 ; 2.0]
          3. ]2.0 ; ∞[

          Pronto, não teria mais dúvidas, kkk. :)

    • Gustavo73

      Não há diferença no imposto entre esses dois “tamanhos”.

  • EJ

    Tenho um carro “francês” aqui em casa, no caso um Renault. O produto é muito bom, quando novo (Até 5 anos) então, perfeito. Não decepciona, pelo contrário, até surpreeende. Noto que erros de projeto raramente ocorrem. A restrição que o brasileiro tem é relativo a manutenção dos mesmos após esse primeiro ciclo de uso (geralmente do segundo dono pra frente). Antigamente faltavam peças, hoje nem acho isso (podem até demorar a chegar, mas faltar, não), porém o preço ainda continua sendo uma questão, assim como valor de revenda bem inferior comparado a carros de fabricantes estabelecidos há mais tempo no Brasil. Mas ressalto…como produto… nada a reclamar.

  • Ricardo

    Excelente Relato!!! Parece escrito por um jornalista (dos bons claro). Você é jornalista Ubaldir?

    • Engenheiro Civil… rs. É que trabalho muito com resposta a órgãos de controle, redação de adequações de projeto, cartas para clientes… aqui na firma já me apelidaram de “poeta”. kkkkk.

      • Ricardo

        Legal, parabéns mais uma vez. Também sou engenheiro (eletricista e de telecom). Abs “Poeta” :)

  • Adolfo Frota

    “Há um mês, mais ou menos, um cidadão em uma Montana deu uma esbarrada na
    parte traseira direita no ato de eu parar em uma faixa de pedestres”. Isso é tão Goiânia!!!!!! A concentração de carros com leves batidas é até assutadora aqui. Bom, no mais, você respondeu à minha dúvida inicial no final, se adquiriria outro produto PSA. Obrigado por compartilhar a experiência.
    P.S. Fiquei um pouco incomodado com tantos defeitinhos a serem resolvidos no início, prova que deveria haver um maior capricho na montagem.

    • Na verdade, acho que maior capricho na revisão de entrega e no controle final de qualidade na saída da fábrica. Um consumidor digamos, menos entendido de carros, por certo ia passar bons desgostos até resolver a listinha que passei.

  • inuyasha

    Ate quando vai aumento de imposto de carro importado?

    • Gustavo73

      Quando ou quanto?
      Imposto de importação é de 35%, dependendo da origem pode não pagar como AL e México. Fora isso existem as cotas, aonde dentro delas não se paga o super IPI que acrescenta 30% em cima do IPI do carro nacional ou AL e México. Fora isso não existe prazo para o imposto terminar.

  • GPE

    O relato mostra que a Citroen ainda precisa melhorar em algumas coisas. Falta atenção na montagem do carro e isso gera dor de cabeça a quem compra.

    • Não diria na montagem em si. Seria algo mais ligado ao controle final de qualidade e uma revisão de entrega mais eficiente. Em termos da montagem em si o carro me pareceu muito sólido.

  • Odair

    Meus parabens pelo carro e por todas informações que nos foi passado.Tenho um 3008 com mesmo conjunto de motor e cambio que cosidero perfeito.Quanto ao consumo considerando velocidade maxima que podemos andar algumas estradas
    de Sao Paulo 110 consigo fazer 14 k.l., com certeza se for andar a 120 como voce
    colocou, vai acabar fazendo 12 tambem.

    • Eu já consegui uma média de 16,8 km/l vindo de Anápolis para Goiânia (60 km). Mas andando como uma “senhorinha”, na faixa de 80 km/h. Sem falar que Anápolis fica a uma altitude quase 200 metros acima da de Goiânia. Para baixo, todo santo ajuda… rs.

  • Victor Hugo

    Fico me imaginando em comprar um modelo PSA( 308 at). Sei que todos metem pau no at4* , ainda sim, fazendo a manutenção em dia ele ainda da muito problema? Ou iria direto pro at6 ?

    • Olha, já vi muita coisa na mídia informando que os problemas com AT4 ficaram na década passada. Ao menos em termos de defeitos mecânicos e durabilidade. Agora, em termos de características técnicas, aí não tem jeito, o câmbio ultrapassado cobra sua conta em um comportamento dinâmico comprometido e em consumo exagerado de combustível. Eu iria direto para um AT6.

      • O 308 é At6

        • Tem versão 1.6 com câmbio de 4 marchas ainda. Vi uma “quick silver” nessa configuração na concessionária a um tempo atrás. Acho que é disso que o Victor Hugo está falando, não?

          • Victor Hugo

            A versão que digo são as primeiras 2.0 At, antes da mudança de câmbio

            • Então vá de 6 marchas, sem piscar… rs. Esse motor 2.0 é bom, mas o câmbio de 4 marchas compromete muito qualquer emoção em dirigir um modelo equipado com ele.

              • Victor Hugo

                O caso que as versões antigas vinham com 6 airbags esp e tcs e isto tem bom peso. Com os mesmos itens só a thp ah qual é muito cara usada e não tenho este orçamento e nem quero financiar

    • Victor. O 308 usa o câmbio aisin de 6 marchas.

      O Al8 evolução do AT4, melhorou bastante…

      • Victor Hugo

        Digo dos primeiros modelos at4( quero usado)

  • Mayck Colares

    Tenho um DS4 com o mesmo conjunto câmbio motor e sou muito satisfeito. Faço 7 em cidade 7,5 com o pé muito leve e 11 ou 11,5 em estrada andando um pouco a mais q vc.
    O que aconteceu com as fotos reais do carros dos relatos NA?
    Ps: o meu também tem 9 meses e está com 14 mil km, é uma quantidade considerável. Porém não tive que fazer os reparos que vc fez.

    • Rapaz, eu até tirei umas fotos do carro com meu celular, mas elas ficaram tão xinfrins que mandei pro site só algumas com modelos da mesma cor do meu. Mas o site acabou utilizando outras ainda… rs. Da próxima vez garanto que eu tiro as fotos com uma máquina e envio junto com o relato.

  • GABRIELCSFLORIPA .

    Infelizmente quando for vender o carro, vai perder bem mais dinheiro do que se tivesse comprado um Civic ou Corolla do mesmo valor.

    • Só que se eu for por este princípio, fico restrito a pouquíssimas opções de mercado, e acabo tendo que pagar bem mais por carros menos equipados. Achei melhor expandir minhas opções.

    • Guilherme Eduardo

      Se for nessa lógica ele comprava um Palio Fire. Em muitos casos é preferível comprar um carro pensando em você do que em outra pessoa.

      • GABRIELCSFLORIPA .

        Mas Civic e Corolla não são Palio Fire.

    • Carlos Fernandes Jr.

      Eu, pessoalmente, compro o carro que eu quero dentro das possibilidades que o bolso permite, e não o que o mercado de usados acha melhor.

      • GABRIELCSFLORIPA .

        Eu levo em conta vários fatores, mas com certeza dou preferencia para marcas onde vou perder menos dinheiro quando for revender.

    • Angelo Lucca

      hoje em dia, qualquer carro perde valor, uns mais outros menos… vai da sua necessidade: quer um carro que te agrade, mesmos perdendo um pouco mais na revenda, ou quer comprar um carro que você não gosta, mas vai perder 7 ou 8 mil a menos na revenda? Se colocar na ponta do lápis os equipamentos que o C4 tem em comparação com os Corollas/Civics do mesmo valor, esses últimos perdem… Mas sei lá… eu prefiro comprar algo que me agrade em vista do dinheiro investido do que algo que agrade os outros, isso chama-se custo-benefício e é minha primeira questão na hora de comprar algo…

      • GABRIELCSFLORIPA .

        Para mim o custo/benefício vai além do valor/equipamentos do carro.
        Atendimento pós-venda, valor de manutenção, valor do seguro, etc.. também considero quando analiso o custo/benefício.

  • Michel Soares Pintor

    Acho que o item número 1 para este tipo de avaliação deveria ser que o carro tivesse rodado 50~70 mil km, no mínimo, pois assim seria uma avaliação mais “honesta”.

    • Bom, acho que se explicitando a quilometragem em que o carro se encontra, está tudo ok, não? Pretendo ir repetindo os relatos à medida que a quilometragem avança. Já deixei um relato no “pós-compra” fazendo uma comparação direta com meu carro anterior, um Jetta. A cada ano até a venda pretendo repassar as experiências aos companheiros de site. Acho que é algo bem informativo.

      • Michel Soares Pintor

        ah, sim, sua avaliação foi muito boa e positiva. Apenas acho que uma avaliação honesta, pra mim, seria após uma boa km rodada, pois em todos meus carros que já tive ( 4 com 80 mil km ), a medida que foi envelhecendo, que fui descobrindo o lado positivo x negativo.

        • Espero poder prestar esse tipo de informação em um futuro próximo, assim como fiz com o Jetta após 60 mil km.
          Abraço.

  • Chega_de_Ignorância

    Com 15 mil km nem QQ não quebra… Isso é óbvio.

    Agora olha o desmonte do C4 2,0 da Quatro Rodas depois de 60 mil km… Reprovado em diversos itens.

    Pra quem roda pouco, esses carros PSA e Dacia são ótimos… Pois custam menos e entregam mais itens.

    Mas eu que moro/trabalho na capital (SC), tenho parentes no interior (Lages) e negócios em POA e SP, muitas vezes rodando 10 mil km em 45/60 dias, não me meto em comprar PSA, Dacia, Xevroling…

    • MaCaRyS

      É parceiro tem razão, mas no seu caso me tornava cliente vip de alguma compania aérea, acho algo bem mais racional.

      • DINEIROO

        Depende… se o cara vai mais ao interior, não tem essa de CIA aérea. Existe vida além das capitais.

        • MaCaRyS

          POA tem aeroporto e SP depende muito daonde vc vai, mas muito mesmo.

      • Chega_de_Ignorância

        Ah, sim.. Vou ali contratar uma firma de táxi aéreo pra me levar na hora que eu posso, sem atrasos e ficar me esperando pra voltar
        E também um aluguel de carros blindados pra andar em SP

        • MaCaRyS

          Tá certo cada um sabe aonde seu “calo” aperta.

    • Lu RS

      Cara..carros de estrada sofrem muito menos no powertrain que carro de cidade, eu não vi nenhum carro que foi “realmente” aprovado nestes testes dos 60k, e alguns que deveriam ter recebido notas de aprovado receberam reprovados e vice versa…

      Eu não confio nestas reportagens nem um pouco…

      • Chega_de_Ignorância

        Como assim nunca viu? O i30 foi aprovado com louvor…
        O Golf também… HB20.. Mercedes Classe A (das novas)
        Ecosport vergonha.. Duster vergonha…
        Agora vão desmontar up!, Corolla.. já sabemos qual será o resultado.

        Vc confia mais em sites automotivos pós-2010 ou numa revista consolidada há 55 anos?

        Tudo bem que tudo precisa ser lido com “tempero”, pois eles ganham dinheiro de publicidade das montadoras de carros, mas o teste de longa duração é muito válido. Não precisa confiar na revista, basta analisar os resultados por si.

        • O J3 foi aprovado com louvores também pela revista.
          O Golf foi muito elogiado como projeto, mas sofreu críticas generosas quanto ao pós-venda (deixaram o carro com óleo abaixo do nível na revisão dos 40 mil km, causando alguns danos ao bloco verificados no desmonte).
          O Classe A também foi bem criticado pela ineficiência da assistência e pelo custo elevado da manutenção. Tanto Golf quanto Classe A vieram calçados com pneus com fator de carga indevido, o que resultou em trocas prematuras dos componentes.
          Para quem não acompanha a revista, suas informações acabam por induzir a conclusões bem fora da realidade.

        • Lu RS

          Ah meu amigo…

          Eu falei em sites e blogs?

          Se você soubesse como funciona a “revista consolidada há 55 anos” r$ r$ r$ e não tem nada a ver com “publicidade”…

          Ela é piada dentro das montadoras, pois elas mesmo sabem qtos estas “patrocinam” a brincadeira.

          A Car&driver ainda tem um pouco mais de “moral”, mas mesmo assim é fácil pegar o “pulo do gato”.

          Se vc quer informações sérias, procure institutos de pesquisa que são pagos pelas montadoras para analisarem motores da concorrência.

          Analisar os resultados? rs rs rs …….através de fotinhos de revista?

          Cada uma que aparece,,, mas blza..continue acreditando e seja feliz!!

          • Mesmo com suas observações, falar a verdade o C4L dos 60 mil km da 4Rodas foi aprovado no teste, com ressalvas quanto à sua assistência técnica, em especial por conta da falta de troca de pastilhas de freio no momento correto, o que acabou por resultar em danos aos discos de freio. No mais, poucas e corriqueiras ocorrências.
            Ao longo do teste por muitas vezes informaram que o veículo era muito requisitado pela equipe, em especial para viagens, uma vez que o conforto do mesmo era notável.

            • Lu RS

              Ubaldir bem colocado sobre conforto, não existe pós vendas perfeito, eu ainda não conheci nenhum, nem da Honda e Toyota.

              Abraço e obrigado pelas informações no texto.

        • Angelo Lucca

          Cara, esses testes de 60mil kms até dão algum parâmetro, mas gostaria que eles fossem de 40mil kms, porém rodando exclusivamente na CIDADE, pois como o rapaz disse acima, carro de estrada tem um desgaste muito, mas muito menor que um que roda exclusivamente na cidade, em qualquer parte, seja mecânica ou estética… A grande maioria das pessoas rodam na cidade a maior parte do tempo e a 4R, ao contrário, roda na estrada a maior parte do tempo… claro que isso é justamente para rodar os 60mil dentro de um ano + ou -… mas não reflete a realidade da maioria dos motoristas, portanto não aceito muito esses testes como parâmetro… prefiro consultar motoristas reais em sites especializados…

    • Problemas no C4 da 4Rodas: pastilhas que se gastaram antes dos 30 e 60 mil km e não foram substituídas no momento certo pela assistência, danificando os discos, determinado a troca do conjunto e um rolamento traseiro com ruído aos 60 mil km. É sempre bom detalhar as informações que se passa.
      As ocorrências com o C4 da revista ao longo dos 60 mil km se limitaram ao mesmo problemas que tive com o ruído após o rebatimento dos retrovisores, uma falha no sensor de chuva (acho que por volta dos 50 mil km) e um dia em que se detectou a entrada de água no assoalho em uma chuva forte, apesar de o desmonte revelar que se tratou de um evento relegado a uma infeliz coincidência.
      Pra quem acompanha de perto a seção de 60 mil km da 4Rodas, não é nada muito diferente do que a revista obtém na média dos testes que realiza. Um ou outro modelo se destaca (Golf, I30), um ou outro fica abaixo da linha (Ecosport). Na maioria das vezes os problemas estão mais ligados a falhas de assistência do que ao projeto em si. A crítica maior com relação ao C4 ficou mesmo para a não substituição das pastilhas nas hora correta pela assistência.

      • Chega_de_Ignorância

        A rede em si, a da VW também foi um fracasso no teste

        Mas o C4 apresentou também problema de suspensão.. Faz 200 anos que se critica suspensão de Peugeot no Brasil e ainda não reforçaram.

        • Na verdade, não foi relatado problema ao longo do teste. Na revisão dos 20 mil km foi relatado ao pessoal da revista que fizeram a substituição de uma das balanças em garantia. E só.

        • Burnout

          Parceiro nisso aí tenho que discordar. A suspensão da plataforma do 206/207 BR tenho que concordar, dá muita dor de cabeça, especialmente a traseira que não é bem adaptada ao Brasil e que quebra só pelo fato de pegar lama. Agora, a da plataforma PF2 onde o pai é o 307 e que equipa diversos carros da PSA (inclusive o C4 Lounge), tenho que discordar. O carro suporta sim as buraqueiras. Falo isso por experiência minha e de um colega que já rodou mais de 140.000 num 307. Não é a toa que esta mesma suspensão está em diversos carros da PSA. Foi comprovado que ela é realmente resistente. Os carros com a plataforma PF2 só vão dar problemas de suspensão se você usar componentes pararelos ou xing ling. Já nos nacionais incrivelmente se dão bem com qualquer peça.

          • Meu irmão tem um 307 ano 2007, com mais de 100 mil km rodados. Suspensão impecável.

          • MaCaRyS

            Richard tenho um pug 206 06/07 (sou 2º dono) qual comprei com 130 MIL KM e agora está com 200 mil, essa semana estive com alguns barulhinhos e o mecânico me apontou as balanças e amortecedores como motivo do problema, ou isso é muita sorte ou muito azar no conceito de alguns pois não faço nem idéia de onde e quando o primeiro dono (ex colega de trabalho) trocou esses itens, se é que trocou alguma vez, mas essas histórinhas já estão manjadas pois sempre tem alguém, sempre ouvi dizer que, sempre se falou no Brasil … mas nunca aconteceu com essa pessoa pois nunca teve um.

            • Normalmente as pessoas que dizem “não compro carro francês de jeito nenhum” nunca tiveram e nunca pretendem ter um. Acabei chegando a essa conclusão depois de muita pesquisa antecipando a compra do Lounge. Pois resolvi saber por mim mesmo, ora bolas. Daqui a uns 3 anos, quando for trocar de carro, vou poder opinar com propriedade sobre o assunto.
              Uma coisa que eu posso recomendar com meus anos de experiência no mundo do consumidor automotivo: troque sempre de marca, experimente outras possibilidades. Nada melhor que você mudar completamente de ares. Carros de marca diferentes apresentam soluções técnicas diferentes, lay-out e ergonomia distintas, comportamento diverso. É todo um mundo novo que faz você “viver” as novidades, passar uns meses aprendendo, descobrindo coisas novas que aquele carro tem. Vale a pena mudar tudo de vez em quando. Eu tenho até pena quando ouço alguém dizer “meu último carro foi X, o atual é X e o próximo vai ser um X também”. Aí o cara nunca dirige nada diferente e tece opinião contundente de que X é o melhor carro do mundo e que nunca vai existir no planeta carro como o dele, mesmo que jamais coloque o pé em outro modelo. Isso chega a ser triste…

    • Carlos Fernandes Jr.

      já pensou em alugar um carro mensalmente? Existem vários relatos na internet mostrando na “ponta do lápis” que o custo diluido em manutençao, seguro e reparo ficam muito maior que o valor do aluguel.

  • fejunk

    carraço parabéns

  • Gabriel M. Vieira

    Ubaldir, parabéns pelo relato! Você realmente tem um bom conhecimento sobre o carro depois desse tempo e essa “intimidade” é fundamental para uma avaliação com essa profundidade. Além disso, evidentemente, te parabenizo pelo português impecável. Muito bom o seu relato!

    Por coincidência eu segui o mesmo caminho que você. Tinha um Jetta Comfortline 2012 (o meu era AT) e o troquei por um C4L Exclusive THP. No meu caso, como fiz a troca em fevereiro, já peguei o modelo 2015 flex. Nesses 3 meses, rodei muito pouco (acabo de completar 3.000km) e não tenho do que reclamar, pelo contrário. Minhas impressões são parecidas com a sua. Apenas posso acrescentar que o AISIN AT6 de 3ª geração com o RDT resolveu o problema do carro parado. É perceptível o momento em que ele atua, deixando o carro praticamente “desligado”, mesmo no posição D.

    Algumas diferenças entre a versões são a retirada dos faróis bi-xenon direcionais e o computador de bordo no console central, que não existe mais. Quando fiz o TD, fiz em um monocombustível como o seu e foi impressionante. O desempenho do carro é impressionante (ainda mais se comparado ao Jetta aspirado) e a “brutalidade” é algo que você se acostuma depois de um tempo.

    Antes de fechar o C4L fiz mil pesquisas, assisti a diversos vídeos e li o seu relato que, coincidentemente, comparava a experiência da troca do Jetta pelo C4L. Não tive dúvida e fechei o negócio.

    Por enquanto o consumo não me parece nada espetacular, mas também não decepciona. O trecho que uso diariamente (misto, 70% estrada e 30% urbano) mostra um consumo médio de 7 km/l com etanol e 11 km/l na gasolina (ar sempre ligado). Números melhores que o Jetta, onde conseguia 6 e 9,5, respectivamente.

    No mais, o carro é um show de conforto e desempenho. É meu primeiro Citröen (já tive 2 PUG 206 num passado) e até o momento, nada a reclamar. Veremos com o tempo. Sobre a desvalorização, penso como você. Isso é assunto pra pensar daqui 4 ou 5 anos.

    Um abraço e parabéns pelo carro!!

    • O meu também não tem farol Xenon e nem o teto solar. Na época em que fui comprar o opcional do farol estava indisponível, e se pegasse o carro com teto perderia a taxa zero de financiamento (nunca entendi essa estratégia da Citroën, mas também nunca fiz questão de teto solar).
      Abraço, amigo. Parabéns também pelo seu carro.

      • Gabriel M. Vieira

        Curioso, porque o meu tem teto solar e me fizeram taxa 0%… e pagaram bem no Jetta também. Deve ser o “desespero” pra vender considerando o cenário atual.

        • É. Foi coisa da época, mesmo. Achei meio sem sentido.

  • Minerius Valioso

    Gostei do seu relato, bem interessante.

    O carro tem um dos melhores custo-benefício do segmento. No entanto, o que continua a me decepcionar é esse alto consumo com um motor downsizing. Certamente se resolverem adotar uma plataforma modular para reduzir a massa, vai amenizar esse ponto fraco.

    Que esse seu relato sirva para informar mais os preconceituosos da marca, que ainda existem aos milhares no país.

    • O Peugeot 2008 e o DS3 com esse mesmo motor e câmbio manual têm consumo excelente. Realmente o vilão no caso do Lounge é o peso excessivo da plataforma que utiliza.

  • Mauro Schramm

    O excesso de peso rouba o brilhantismo desse modelo.

    • É. Atrapalha muito no consumo e com certeza incomoda no comportamento dinâmico. Um conjunto mais leve provavelmente daria ao modelo uma menor tendência de rolagem da carroceria em curvas mais acentuadas.

  • Mr. On The Road 77

    “Os primeiros dias reservaram algumas pequenas “surpresas”, as quais relato por tópico:”

    Pra esse é o maior problema dos franceses: o grande número de ‘probleminhas’ que vão te enchendo o saco e nem sempre há a disponibilidade de tempo ou saco para resolvê-los um a um…

    • É isso aí. Não chegaram a ser um verdadeiro incômodo para mim, mas com certeza iriam tirar o sono e o gosto de muitos consumidores.

  • Reinaldo Soares

    Ubaldir, realmente é puro “preconceito” de mercado (não fique magoado, mas este comportamento é, em grande parte, difundido pela maioria das mídias automobilísticas) quanto à qualidade dos carros franceses, e no caso, da Citroen. Marca que conheço bastante, pois já fui proprietário de quatro modelos desta marca, dois C3 (1.4 e 1.6 16V), 01 C4 hatch 1.6 16V e, no momento, um C4 Lounge. Gostaria de opinar que foram excelentes carros, sem nenhuma, mas nenhuma mesmo, quebra mecânica em qualquer deles, alguns rodados comigo 60.000 kms! Apesar de pouco comentado e avaliado pela crítica (que, via de regra, só testa aqueles equipados com motor THP), o modelo C4 Lounge 2.0 16V( que possuo há quase um ano e já rodou 21.000 kms), é um baita carro! Bonitão, confortável,motor robusto,anda muito e, para seu porte e peso, econômico! O resto é conversa fiada (ou maldosa)!

  • Reinaldo Soares

    Complementando minha postagem anterior, quanto ao consumo, sendo meu carro mecânico, consigo fazer em torno de 6 a 7 km/litros no pior transito urbano brasileiro, que é o de Recife, onde moro. Comparando, meu filho tem um Hyundai i30 2.0 16v que, no máximo, faz 6,5 km/l nas mesmas condições! Não vejo as mídias criticando isto, será por ser Hyundai?

  • ARENANB

    Nos primeiros parágrafos já percebi que você estava certo ao ter preconceito com a PSA, veio tudo defeituoso kkkkk

    • Bom, o texto é bem claro em demonstrar a minha satisfação geral com o produto após bom período de uso, sem deixar de pontuar os percalços que tive com pequenos defeitos apresentados logo após a entrega. Foram falhas sanáveis sem custo e com apenas um pouco de atenção de minha parte, que acho ser um conceito distante de “veio tudo defeituoso”. Não houve ocorrência de falha que comprometesse o modelo como projeto para mim. Cada um que interprete como quiser.
      Eu tive 3 VW zero km antes do Citroën: dois Polos sedã (um normal e outro comfortline) e o Jetta.
      O primeiro Polo teve pane do limpador de para-brisas, rangidos nas portas (foi com ele que aprendi a manha de aplicar o lubrificante nas dobradiças em lugar de ir à concessionária) e rangido no banco do motorista, tudo isso nas primeiras semanas de uso. Com um ano e pouco o carro roncou o diferencial e com 32 mil km rodados, logo após sair da revisão, deu pau no jogo de velas, fazendo um dos cilindros parar de funcionar.
      O segundo eu só fiquei com ele por 10 mil km. Veio com uma bucha do eixo traseiro quebrada de fábrica, fazendo o carro bem ruidoso no funcionamento da suspensão.
      O Jetta apresentou pane nos rolamentos dianteiros com dois meses de uso, vazou óleo na tampa do cárter com 10 mil km, vazou gasolina no tanquinho de partida à frio duas vezes em 30 mil km (desisti de colocar gasolina nele), demandou troca de pastilhas com 25 mil km e quebrou a junta homocinética com 40 mil km.
      Tudo foi muito bem resolvido em garantia quando devido, sem qualquer questionamento das autorizadas, o que me permitiu não desgastar a imagem da montadora por esses percalços, mas digamos que a lista do C4L é bem menos significante ou “agressiva” em termos de complexidade dos defeitos que a dos VW que tive.

  • Mateus

    Parece um ótimo carro, mas pelo menos na minha região é difícil de ver algum, enquanto o c4 antigo mesmo quando era atual se via bastante.

    • Falar a verdade, mesmo aqui em Goiânia não é a coisa mais fácil do mundo cruzar com um C4L nas ruas. Não chega a ser raro, mas também não chega a ser comum.

  • zeuslinux

    Muito boa análise e parabéns pelo texto. Eu já fiz test drive tanto do C4 Lounge THP quanto do Jetta TSI e acho que posso comparar os dois.

    O C4 Lounge top não é um carro barato (me pediram 90 mil este ano), mas pelo menos é bem completo. O desempenho é bom mas o carro também não chega a empolgar. Eu diria que em termos de desempenho fica um pouco atrás do Golf 1.4 TSI e MUITO atrás do Jetta TSI.

    Para quem pensa em comprar as versões top do Corolla ou Civic, acho que levar a versão top do C4 L THP é mais negócio pelo conjunto de acessórios e pelo belo motor, embora em algumas regiões o pós-venda da Citroen seja pior.

    • Em termos de desempenho, o Jetta Highline está em outro patamar com relação ao Lounge. O duro do VW é que o preço dele com o mesmo nível de equipamentos que o C4L encosta nos 110 mil reais. E vão estar nele os mesmos forros de porta medonhos da versão Trendline de entrada. Como eu odeio esses forros de porta do Jetta… rs.

      • zeuslinux

        Sim, é verdade, mas se a pessoa fizer só questão do Jetta pelo motor, dá para comprar a versão de entrada por 94 mil se não me engano. Seria uma troca de equipamentos por motor.

        • vidgal

          Eu tive dois Jettas TSI, e hoje estou entrando no meu segundo C4 longe THP, só que dessa vez é flex.
          Com sinceridade digo: prefiro muito mais o C4L ao Jetta.
          Que por sinal ,só tem um motor mais forte e, NADA MAIS, no qual na prática não há necessidade disso tudo o C4L já é o suficiente.

          • Verdade seja dita, a não ser que você vá colocar C4L e Jetta TSI em uma arrancada, difícil de notar no uso cotidiano a real diferença entre eles em desempenho. Ela é significativa, mas só é notada no uso realmente esportivo.
            O que eu acho que pesa em favor do Jetta é o comportamento dinâmico diferenciado em termos de esportividade, incluindo nesse aspecto a ótima posição de dirigir do VW. Você não se sente no comando de um carro de 4,64m de comprimento. Ele se comporta em termos de estabilidade como um carro compacto de chassis bem acertado, apesar de cobrar a conta no conforto e de os ruídos do funcionamento da suspensão em superfícies irregulares incomodarem bastante.
            Mas verdade seja dita: o nível de acabamento interno e conforto visual proporcionado pelo C4L deixam longe os do Jetta. A versão de topo do VW deveria apresentar diferenciais mais significativos de acabamento com relação às versões de entrada. As “réguas” aluminizadas em substituição às que imitam fibra de carbono no painel e nas portas(falar a verdade, prefiro a segunda), os bancos em couro de verdade no lugar do sintético e os acabamentos aluminizados no acionados de faróis e nos botões dos vidros elétricos são muito pouco, e só são notados por clientes bem observadores. O acabamento interno do Jetta até é aceitável (com um pouco de parcimônia, em especial no que tange aos forros das portas) em um carro de 70 mil, mas não é em um de 95 mil.

  • Disco!

    A escrita poderia melhorar. Você utilizou “o mesmo” equivocadamente em inúmeras oportunidades.

    • Permita-me discordar: utilizei a expressão duas vezes, e nas duas oportunidades foi de forma adequada.
      Agora, a palavra “mesmo” foi utilizada várias vezes realmente, mas na falta de um sinônimo adequado, é normal que tenha aparecido repetidamente.

      • Felipe Meyer

        Relaxa, você escreve bem. Melhor que 90% dos brasileiros inclusive…

  • renato

    Otimo relato!!! tenho um c4lounge thp gasolina 14-14 com 20 mil km, tive problema semelhante no retrovisor q fazia barulho qdo do rebatimento eletrico e no leitor de cd os quai foram trocados pela concessionaria sem intercorrencias!!! Carro anterior c4 1.6 hatch trocado no atual com 80 mil km, unico problema vazamento na direcao trocada fora da garantia e de graca pela citroen!!! Nunca tive problemas com a psa!!! Tbem tive um 307 andei 40 mil km tbem sem problemas!!!

  • Lucas Lima

    Ubaldir,
    Agradeço o relato, muito bem escrito por sinal.
    Eu aguardava a bastante tempo informações sobre o carro, e realmente, como já foi dito por aqui, penso que bons relatos como os seus podem ser muito mais valiosos e realistas que o da mídia especializada.
    Tenho muita curiosidade com relação a este carro. É um carro muito bonito, e mesmo sendo francês, me lembra o refinamento de bons (e bem mais caros) alemães. Tínhamos um Jetta Tsi, e quando o fomos vender, fui ver o C4 Thp Exclusive e, comparativamente, achei o acabamento e beleza geral do carro superiores.
    Parece-me também um carro superior ao 408 e 308 Thp, que embora “irmãos” do carro, parecem ultrapassados perto do Citroën.
    Considero uma compra excelente e muito “racional” em nosso mercado.

    • O Jetta TSI, em minha opinião, peca em termos de acabamento, em especial por conta do visual sempre “comportado demais” do interior dos VW em geral e pelos malditos forros de porta que destoam demais da classe do carro. Ademais, acho que o Jetta Highline deveria ter maiores diferenciais de acabamento com relação às versões de entrada, afinal de contas, são duas versões separadas por um “abismo” de dinheiro em termos de preço de aquisição.

  • Achei muito legal ler seu relato, Ubaldir. Me pareceu muito real, acho que se tivéssemos mais relatos do dono sendo tão bem feitos como esse seu, ia dar pra ter uma idéia muito melhor do carro, da marca, do tratamento pós-venda, etc.

  • afonso200

    melhor do segmento, corolla e civic perdem feio, pela questao de ser turbo, e ter ja em 1550 potencia quase maxima, civic tem que chegar a 6mil rpm……..claro to falando só da versao THP

  • Pedro Sabino

    Bom, você terminou de montar o carro, pelo relato inicial… Ainda bem que eram coisas leves… Eu fiz um teste no C4L THP e achei muito bom, mas a 4Rodas está detonando ele no teste de longa duração, o que no mínimo é um contrassenso, pois o indicou como a melhor compra e até aparece isso no comercial.

    • Pedro, vale a pena acompanhar o teste de 60 mil km da 4Rodas em detalhes, desde o início.
      Trocando em miúdos o que aconteceu com o C4L da revista durante o teste, o modelo foi bem. A maior crítica da publicação está ligada ao fato de as concessionárias terem deixado de realizar uma necessária troca de pastilhas de freio entre 20 e 30 mil km, o que acabou por demandar a troca também do disco de freio na terceira revisão. O fato se repetiu aos 60 mil, já que no desmonte se verificou que discos e pastilhas necessitariam ser trocados novamente, pois as pastilhas já deveriam ter sido trocadas anteriormente, acabando por danificar o disco. Já tive muitos carros, incluindo o Jetta, que acabaram por demandar troca de pastilha com 20 e poucos mil km. Tivemos um Fusion aqui na empresa que demandou a troca com 18 mil.
      Tirando isso, o rolamento de uma das rodas traseiras se apresentou desgastado no desmonte. Olha, com 30 anos de convívio com carros de todas os tipos e marcas, fica fácil de saber que esse tipo de defeito é relativamente comum (fiz a substituição deste componente em 4 carros meus), e ocorre com frequência por conta da condição de nossas ruas e estradas. No carro da revista foram anotadas bolhas em pneus, o que acaba por denunciar que o carro acertou uns “bons” buracos ao longo do teste.
      Tirando isso, um defeito no sensor de chuva por volta dos 50 mil km (interessante, a revista citou o defeito em uma edição, mas não me lembro de ter falado sobre a solução do problema depois), a solicitação de resolução de ruídos após o rebatimento automático dos retrovisores (problema bobo pelo qual também passei e foi resolvido na revisão dos 10 mil km) e uma troca de balança providenciada em garantia na revisão dos 20 mil km.
      No fim, não foi nada muito diferente do que se vê na média dos testes de 60 mil km da revista. Eles aprovaram o produto, com ressalvas exatamente quanto à acuidade da assistência técnica (fato que é a chaga de praticamente todas as marcas de nosso mercado – Toyota e Honda se sobressaem), que mereceu críticas por deixar passar a questão (importantíssima) da troca das pastilhas no momento correto, e por duas vezes.

  • André Luciano

    Ubaldir, seu relato ao meu ver é bastante fiel e útil, estando muito próximo no geral do que estou vivenciando desde a compra do 408THP (primo do C4L), atualmente com 2 anos e 5 meses de uso e 52mil km. Uma diferença do meu (que é 12/12) está na suspensão muito dura (foram modificadas as buchas no modelo 13, se não me engano, e adotadas no C4L desde o início). A montagem/controle de qualidade realmente é deficiente, mas o material utilizado em si é bom. Antes eu tinha um Jetta 2.5 q tinha mesmo porte/peso/potência do 408THP e consumo do Jetta 2.5 era pior q o do 408THP. Na última viagem q fiz com o THP, passando pelo litoral de SC até Porto Alegre, o computador de bordo apontou média de 14,1 km/l em velocidade média de 106km/h (tento sempre manter a velocidade real da via). Na volta, o trecho saindo do interior do RS (um pouco mais de serras – 300km de PoA) até a chegada em SC apontou 14,8km/l com média de 90km/h – não tive muito trânsito. O motor é bom, mas a transmissão (também elogiável) possui “calibração” esportiva, troca em rotação alta a marcha e qualquer toque no acelerador já reduz de 6a para 5a inclusive em velocidades altas (esse ao meu ver é um dos maiores problemas para elevar o consumo). Sempre deixei o “computador 2” do carro sem zerar desde a revisão e o Jetta apontava média de 10,7km/l e o 408 tem apresentado em trajetos semelhantes 11,7km/l (atualmente 12,6km/l, mas estou usando mais estradas/vias expressas do que antes). As concessionárias Peugeot, em média, são melhores q as VW q usava quando do Jetta. No mais, também fui “alertado” por 9 entre 10 pra ir de Civic/Corolla e fugir dos franceses, mas também havia esses alertas quando comprei o Jetta (é importado, vai faltar peças,etc, algo q nunca aconteceu). Não me arrependi de nenhuma das compras. Enfim, parabéns e aproveite bem o carro.

    • O Jetta de 5 bocas é meio beberrão, mesmo. Já passou um pretão 2008 aqui pela firma, que ficava mais com nosso diretor comercial.

  • Buscapé

    Ubaldir, belíssimo review. Gostei muito. É um carro muito interessante, bonito, e o powertrain é excelente. Mas fica devendo no consumo. Enquanto isso, vamos aguardar outros sedãs médios chegarem com motores turbo e injeção direta com um consumo melhor.

  • Leonardo Balieiro

    Achei que ia consertar o sensor de estacionamento também…. :(

    • O sensor até daria pra consertar por conta própria retirando o que rompeu a conexão e fazendo uma “gambiarra”, emendando os fios. Mas achei melhor levar na concessionária mesmo. Sabe como é, carro muito novo pra fazer “gato”, a gente acaba ficando meio descabriado de fazer algo meia-boca. Foi melhor substituir o cachimbo de conexão, mesmo.

  • Cesar Mora

    Parabéns pelo relato, bem completo, objetivo e justo ! tenho certeza de que esse carro é muito agradável de dirigir como a maioria dos franceses que andei quando novos… acredito que esse conjunto mecânico solucionou 2/3 das fragilidades dos carros franceses, sobretudo já mais usados, com seus 5-6 anos e 100.000 km… o que incomoda e faz a fama de problemáticos sempre foi: pane elétrica ( devido a fragilidade de alguns módulos) , o câmbio automático A4L ( este assumidamente problemático) e a necessidade de ferramentas específicas para algumas manutenções… não podemos prever o futuro dessa nova geração de modelos, mas acredito que estes THP AT6 sejam bem mais robustos.

    • É esperar pra ver. Em termos de instalação elétrica, tudo 100% até agora, nenhuma lâmpada queimada sequer. Vamos ver, é só o tempo pra confirmar ou não as boas expectativas criadas com esse primeiro ano de uso.

  • Jairo Átila Alvarenga

    Ubaldir, parabéns pelo texto. O sucesso foi evidente pelo número de comentários. Isso mostra que apesar do receio dos brasileiros quanto a Citren, o C4L anda despertando interesse de muita gente!
    Estou para trocar de carro e andei pesquisando muito e cheguei na conclusão que está difícil achar concorrência para o C4L no segmento. Fiz o test drive e gostei muito do carro e o seu texto acabou me ajudando a decidir pela compra que já estava praticamente definida.
    Minha dúvida é se vale a pena esperar o modelo 2016. Não sei se irá ter alguma alteração. Você ouviu falar sobre o lançamento 2016?

    • Olha, a alteração programada para o modelo era só a adoção do motor Flex mesmo. Acho que antes de 2018 é bem difícil de haver alguma mudança significativa na linha. Grande abraço.

  • Edvaldo Mendes

    Ubaldir! Tbém tenho um lounge 1.6 thp excl. Esta com 25 mil km e não apresentou nenhum problema em 6 meses que tenho ele. Apenas pedi na ccs que regulassem o farol que estava muito baixo, Na minha opinião o carro tem 2 pontos fracos que são não ter a regulagem do farol interna e tbém a dificuldade de ver os dados do painel de dependendo do angulo do carro no sol, mas isso acaba passando despercebido! O meu carro não veio com nenhum defeito dos detalhes pequenos de acabamento que vc teve com o seu. Olha que eu sou chato com grilos e barulhinhos indesejáveis. Os pontos fortes do carro são o Motor muito forte e o isolamento acustico, não se percebe barulho de motor, vento e o rodar do asfalto, mas claro que o fato o grande diferencial do carro é designer, e ser completo de tecnologia. Os bancos de couro são muito bons e extremamente confortável. Diferente do resultado da 4 R penso que a CCS Le Monde de criciuma muito boa e atendimento nota 10.
    Acabei de negociar o meu e comprei ontem um exclusive THP flex.
    Mas sem dúvida estes 25 mil km foi só alegria.
    Um abraço!
    Edvaldo Mendes

  • Gini Jr

    Olha, comprei um C3 Tendance 2013 semi-novo, com 23mil km, os pneus apresentaram desgaste excessivo e delaminação, dai entrei em contato com o fabricante dos pneus e trocaram em garantia, na vistoria do carro verificaram que as buchas das bandejas estavam gastas, sinceramente não sentia nada de errado com o carro, mas liguei na Citroen, agendaram atendimento, encomendaram as peças e trocaram em garantia. Fui muito bem atendido e o serviço ficou 10. Realmente parece que estão querendo mudar o preconceito com o pós venda da marca e pra mim conseguiram. Além disso o carro tem se mostrado muito confortável e econômico. Já tive carros de outras marcas e nunca tinha sido tão bem atendido numa concessionária. Parabéns á Independance e à Citroen.

  • Marcello P M Tumelero

    Tenho um C4L exclusive 13/14 e assino embaixo.

  • Luiz Roberto

    Amigo, estou pensando em comprar um e estou com uma dúvida, é impressão ou no painel não tem informação sobre a temperatura do motor?

  • Junior

    Comprei um C3 Tendance 2013, semi-novo, carro excelente, após trocar os pneus dianteiros verificaram que as borrachas das bandejas estavam gastas, liguei na concessionária, agendaram para verificação e depois trocaram em garantia, excelente serviço e atendimento, ao contrário da experiẽncia que tive com concessionária volks. Parabéns Citroen, esse é o caminho para conquistar clientes.

  • Carlos Eduardo Ferreira

    Prezado Ubaldir. Sou de Sorocaba/SP e peguei meu C4 Lounge THP tendance 1.6, na Citroen Notre Dame, no dia 16/07/2015, ou seja, não faz nem duas semanas e percebi alguns barulhos que estão me incomodando.

    Quando estou andando com o rádio desligado e piso no freio para parar num semáforo ou manobrar o carro para estacionar no shopping, por exemplo, ouço o barulho do que parece a pastilha do freio raspando no disco das rodas traseiras. Às vezes é um barulho continuo. Às vezes é um barulho intermitente de raspagem.

    Além disso, outro ruído, é quando estou parando num semáforo ou manobrando o carro para estacionar e piso no freio, ouço o que parece a suspensão assentando. Parece que falta lubrificação em algo.

    Outra coisa também é quando estou manobrando o carro para estacionar, câmbio na posição drive, piso no freio, giro o volante, ouço um barulho de alguma coisa rangendo. Parece que é a suspensão rangendo.

    Outra coisa também, é que quando estou dirigindo o carro em baixa velocidade com o rádio desligado, parece que posso ouvir o combustível balançando dentro do tanque ou algum ruído vindo da suspensão.

    Levei o carro na concessionária ontem (28/07/15) e conversei com o chefe da oficina. Ele me disse que não há o que fazer com estes barulhos e que acontece com todos os C4 LOUNGE. Você reconhece algum destes barulhos no seu carro?

    Peço aos colegas leitores do site que possuem C4, também comentem se reconhecem algum destes barulhos/ruídos.

    • Edvaldo Mendes

      Boa noite Carlos!
      Eu tinha um thp a gasolina e não tive problema nenhum! Troquei a 2 meses por outro thp exclusive flex! e este novo tem um barulho em velocidade ate 20 km/h !! acho que se encaixa no que vc citou de suspensão rangendo. Eu interpreto este barulho parece agua borbulhando, mesmo no asfalto faz este barulho na suspensão dianteira. Eu testei o carro do teste drive da loja que vende citroen na minha cidade e tem o mesmo problema. O pessoal da loja Le Monde de Criciuma passou a reclamação para a fabrica e pediram
      um par de amortecedor novos e vão me ligar para chamar para fazer a troca na garantia.
      Acho que semana que vem devo estar trocando. Se resolver eu te aviso.
      Quanto ao restante do carro é show! Muito bom e gostoso de dirigir, uma máquina!
      Um abraço!
      Edvaldo Mendes

    • Carlos, só agora vi o seu post.
      Pessoal da Citroen trocou os amortecedores do meu carro em garantia com 20 mil km. Mas meu problema foi mais ligado a um enorme buraco que peguei com o carro lotado, o que acabou por gerar um problema na coluna de suspensão direita. Bom, resolveram em garantia.
      O barulho do tanque, nunca notei, nem o do freio.
      Esse ruído de um “rangido” leve que se escuta no esterço, já notei sim. Já o barulho da manobra do carro para estacionar, costumo escutar algo quando andando em ré e piso no freio. Mas confesso que isso era muito normal em outros carros que tinha, é como se as pastilhas desse uma assentada para trás após estarem alojadas para frente devido ao movimento naquela direção.
      Bom, na revisão de 30 mil quilômetros, sem eu notar nada de diferente, a concessionária resolveu trocar em garantia algo na fixação da coluna de direção, dizendo que detectaram um barulho nos testes de rolagem. Me devolveram o carro e pediram as peças para fazer a substituição em uns 15 dias. Mas confesso que não notei nada de errado com o carro.
      Essas são as experiências que posso relatar.

  • IRA

    Um C4 Tendance 2.0, 0 Km, 15/15 com navegador por R$ 74.900,00 é um bom negócio?

    • É um bom carro, mas deve-se medir a sua pretensão quanto ao desempenho, que é um pouco limitado em giros baixos-médios.
      Quanto ao preço, estou meio por fora. Bom pesquisar no mercado.

  • Guilherme Schmidt

    Bom dia!!
    Gostei muito do seu review do carro!
    Adquiri a 2 meses um 2008 THP.
    O carro é top!
    Embora como sempre, detalhes minimos que percebi com o tempo.
    Recomendo!
    Se quiser mais informações, só me falar!
    Abração!

  • Gustavo Calazans

    Gostaria de parabenizar o Ubaldir Silva pela precisão em seu artigo. Gostaria somente de acrescentar que gostei muito do modo anti-patinagem do câmbio (neve/gelo). Ele se mostrou muito útil andando na lama também. Ele evita que o pneu patine, engatando a terceira para arrancar. aos 27mil km tive que passar na concessionária para trocar a corrente ! (o modelo à gasolina tem uma corrente ao invés de correia-dentada). Foi um pouco frustrante pois não tinham a peça e ficaram com o carro 5 dias. Também notei um problema recorrente no suporte do pára-choques traseiro. No meu carro e em vários outros o suporte fica caído bem no centro do pára-choques pois é fixado com uma pequenina porca ~8-10 mm. Ao menor encostão o suporte cai. Sobre o câmbio. Apesar de funcionar relativamente bem, ainda dá um pequeno tranco durante as trocas de marcha mais baixas (2-3). Além disso a eletrônica às vezes é lenta para subir uma marcha quando o você já atingiu a velocidade constante desejada. As vezes coloco no manual pra forçar subir uma marcha. Eu gostei do consumo de estrada. Em geral consigo fazer mais de 14Km/L na Bandeirantes à velocidade constante de 120Km/h. Já em São Paulo às vezes chega a 6Km/L andando só nos bairros ou corredores norte-sul / Jorn.Roberto Marinho e similares.

  • Parabéns pelo relato.

    Adquiri um Peugeot 2008 THP recentemente, e estou muito satisfeito com o carro. Acabamento muito bom e o motor sensacional, fica ainda mais divertido com cambio manual.

    Achei muito economico. Estou fazendo uma média de 11km/l~13km/l (transito leve a moderado, andando sempre na manha e baixas rotações) e 14km/l na primeira viagem (pegando um pouco de transito e mantendo a 120km/h).

    Muito bom.

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