Chevrolet Hatches História

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo
Chevrolet Agile

Normalmente quando se fala em Chevrolet Agile, muitos brasileiros já pensam logo num dos piores momentos vivenciados pela fabricante norte-americana no mercado brasileiro.

O modelo chegou por aqui no fim de 2009 com a intenção de se posicionar como representante da Chevrolet no segmento de hatches compactos mais altinhos e espaçosos, onde o Volkswagen Fox (ainda em sua “primeira geração”, caracterizada pelo acabamento chulo) era um dos representantes, ao lado do Renault Sandero.


Naquela época, a linha da Chevrolet contava com modelos já considerados antigos atualmente, como o Celta, Prisma, Classic, Corsa, Astra, Vectra, Vectra GT, Meriva, Zafira, Captiva, S10, Blazer, Omega, Montana, entre outros.

Ou seja, desses restaram somente as picapes Montana e S10, sendo que elas ganharam uma nova geração, além do SUV Blazer, que acompanhou os mesmos passos da picape e ganhou uma nova geração como Trailblazer.

O Prisma é outro carro, agora baseado no Onix, aproveitando somente o nome do sedã do Celta.

Ou seja, estamos falando de uma “antiga era” da Chevrolet. Na realidade, o Agile foi um dos responsáveis por tirar a General Motors do sufoco agravado pela crise econômica de 2008 que afetou a empresa em todo o mundo.

E é justamente por este motivo que o Chevrolet Agile é um carro feito “às coxas”, visto que foi desenvolvido justamente durante a crise financeira da matriz nos Estados Unidos.

Para projetar o Agile, a Chevrolet aproveitou componentes de uma série de veículos existentes na época. A plataforma do modelo é a mesma dos antigos Celta, Prisma e Classic, a 4200 oriunda do “Corsa B”.

Naquele ano a marca tinha em mãos a plataforma do “Corsa C”, que inclusive era vendido por aqui, mas tinha concepção mais moderna e, consequentemente, tinha um custo de produção mais elevado, algo não desejado pela empresa – a intenção era lucrar o máximo possível com um custo produtivo mais em conta. Para se ter uma ideia, esta plataforma não dispõe sequer de subchassi dianteiro.

Logo, a marca adaptou a plataforma para criar um carro maior que os outros. Aumentou as bitolas e também o entre-eixos. Como resultado, o Agile se destacava pelo amplo espaço interno, sobretudo para as pernas e a cabeça dos ocupantes.

Além disso, o porta-malas era o maior da categoria, com capacidade para 327 litros, embora tenha sido alvo de críticas pela ausência da abertura da tampa por comando interno ou na chave e ainda por esquentar um dos lados do assoalho, por conta da falta de defletor de calor do escapamento.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Há ainda uma série de outros sinais que denunciam o projeto econômico do Chevrolet Agile. Logo ao entrar na parte da frente da cabine, o motorista dá de cara com o para-brisa, que fica há um palmo de distância do volante, deixando o painel bastante curto.

O porque disso? Para reduzir os custos, a marca decidiu por utilizar um para-brisa mais curto, que é menor e, assim, mais barato, diminuindo também a quantidade de aço empregado em sua construção.

Chevrolet Agile – detalhes

Apesar das mais diversas falhas, o Chevrolet Agile tinha seus pontos fortes. Um deles era o já citado espaço interno, beneficiado também pela posição dos bancos – os ocupantes do banco de trás viajam numa posição mais alta, dando uma maior sensação de amplitude.

Embora seja um hatch, o modelo consegue servir perfeitamente a uma família composta por quatro pessoas. O porta-malas com 327 litros de capacidade era equiparável a de alguns sedãs da época, como o do próprio Chevrolet Classic com seus 390 litros.

E por falar em família, o Agile também contava com um bom acerto de suspensão, que transmitia certa maciez no rodar na cidade e na estrada, encarando as buraqueiras e irregularidades do asfalto brasileiro sem muito sacrifício.

Além disso, a estabilidade do carro era consideravelmente boa para a sua categoria e proposta. Outro ponto que merece ser destacado é a ampla distância em relação ao solo. Sendo assim, você dificilmente terá dificuldades em passar em valetas e lombadas mais altas e igualmente andar com o carro com cinco pessoas e bagagens posicionadas no porta-malas.

A lista de equipamentos de série do Chevrolet também merece ser ressaltada. O hatch compacto era um dos únicos da categoria na época a dispor de recursos como piloto automático, acendimento automático dos faróis e computador de bordo.

Além disso, chamava a atenção o ar-condicionado manual que exibia suas funções num visor azul no console central do painel, que inclusive causou confusão em muitos que achavam se tratar de um ar-condicionado automático digital oferecido em carros mais caros.

Por outro lado, o principal ponto mais criticado do Chevrolet Agile era e ainda é o seu visual. Numa tentativa de unir um design mais moderno numa carroceria compacta montada sob uma plataforma defasada, a Chevrolet usou uma série de soluções, digamos, extravagantes demais.

O carro usava enormes e angulosos faróis na dianteira, além de uma gigante grade bipartida por uma barra e a gravatinha dourada da marca. Tudo numa frente elevada com capô vincado.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Já as laterais do modelo não eram tão ruins assim, sendo que o destaque vai para o conjunto de janelas com uma solução em preto brilhante que, segundo a Chevrolet, dá a ideia de um “olho egípcio”.

A traseira, por fim, trazia lanternas tipo bumerangue e formas limpas na tampa do porta-malas e no para-choque, além de um amplo suporte de placa.

O problema é que nada conversava entre si. Parecia que o setor de design da Chevrolet era dividido em três áreas, cada uma responsável por cada ponto do carro (frente, laterais e traseira). Aí no final todos juntaram seus trabalho e resultou no modelo que você vê nas fotos.

O Chevrolet pecava também pelo acabamento interno repleto de plásticos que começavam a presentar ruídos com o passar do tempo. Além disso, embora o painel de instrumentos do carro seja bonito, ele causava certa estranheza pelo velocímetro com ponteiro que subia e o conta-giros com ponteiro que descia, causando certa estranheza ao olhar.

Porém, para solucionar o problema estético, a Chevrolet lançou o Agile reestilizado em outubro de 2013. O carro, enfim, ganhou um visual mais agradável e aceitável, com direito a faróis e grade menores, para-choques com formato mais agressivo, lanternas com lente translúcida e rodas maiores e mais bem-desenhadas.

O interior ganhou novos recursos, como o volante multifuncional que hoje está presente no Onix Effect.

Esta reestilização, contudo, chegou num momento em que o Onix estava em ascensão e o segmento começava a viver seu bom momento, com novas opções como o próprio Onix e também HB20, Etios e Ka.

Por isso, com todos os seus defeitos, o Agile caiu no esquecimento do público e saiu de linha um ano de pois.

Chevrolet Agile – novidades com o passar do tempo

Lançamento dos kits Sport e Sunny

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Em novembro de 2009, a Chevrolet anunciou a chegada dos pacotes de personalização Sport e Sunny para o Agile.

O primeiro custava R$ 5,4 mil e trazia spoilers, aerofólio, saias laterais, rodas de alumínio aro 16, faróis com máscara negra e lanternas escurecidas. Já o segundo, por R$ 4,4 mil, acrescentava rodas de alumínio de 16 polegadas, protetores de para-choque na cor da carroceria e rack de teto.

Introdução do Agile Easytronic automatizado

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Como opção sem o pedal de embreagem, o Chevrolet Agile Easytronic começou a ser vendido em outubro de 2012. O carro trazia uma caixa automatizada produzida em parceria com a Magneti Marelli e trazia opção de trocas de marcha no modo automática ou no modo sequencial através de alavanca.

Havia ainda o sistema “Auto Start”, que ligava o motor com um leve toque na chave, e a função “creeping”, que move o carro lentamente conforme o motorista solta o pedal de freio. Na época, ele custava R$ 44,5 mil.

Primeira reestilização do hatch

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Como citamos nos parágrafos acima, o Chevrolet Agile teve sua reestilização de “meia-vida”. Ou, na verdade, de fim de vida. A linha reestilizada chegou em outubro de 2013 como linha 2014 e tinha preço inicial de R$ 42.990 com câmbio manual ou R$ 45.990 com o Easytronic.

Havia ainda a opção da versão especial Effect, cujo preço era de R$ 44.940 com a transmissão manual ou R$ 47.440 com a automatizada, e teve produção limitada a 900 unidades.

Além do visual retocado, o carro trouxe ainda novos recursos, como volante multifuncional com base achatada e paddle shifts para trocas de marcha no modelo Easytronic, novos grafismos, molduras no painel de instrumentos e mostradores, rodas de 16 polegadas, chave tipo canivete, entre outros.

O câmbio recebeu novos sincronizadores e teve a relação de marchas reajustada.

Séries especiais Rico, Wi-Fi e Effect

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

A vida do Chevrolet Agile foi marcada ainda pelas séries especiais Rico, Wi-Fi e Effect. Você pode conferir mais detalhes sobre elas logo a seguir.

Mas, em suma, o Agile Rico foi uma exclusividade dos cariocas fazendo referência ao campeão de surf e com direito a uma prancha de surf exclusiva.

Já o Agile WiFi trazia um modem da Tim que distribuía conexão WiFi para os ocupantes do carro, enquanto o Agile Effect era dotado de kit aerodinâmico, adesivos, retrovisores e teto em preto, rodas escurecidas e detalhes em vermelho no interior.

Fim de linha

Foi em setembro de 2014 quando a Chevrolet deixou de vender o Agile e também o Sonic no mercado brasileiro. O motivo do fim das vendas do Chevrolet Agile em nosso mercado foi justamente a canibalização provocada pelo Onix, um modelo mais moderno em todos os sentidos e que teve melhor aceitação por parte dos consumidores.

Para se ter uma ideia, entre janeiro de agosto daquele ano, o Agile fechou com 9,6 mil unidades vendidas, enquanto o Onix ultrapassou os 90 mil emplacamentos.

Chevrolet Agile – versões

Chevrolet Agile LT 1.4: oferecido somente na primeira leva do modelo (sem a reestilização), o Chevrolet Agile LT saía de fábrica com recursos como direção hidráulica, computador de bordo, ar quente, ar-condicionado, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, banco do motorista com regulagem de altura, acendimento automático dos faróis, travas elétricas, alarme, rodas de aço de 15 polegadas com calotas, vidros dianteiros com acionamento elétrico, entre outros.

Todavia, para baratear o modelo, a Chevrolet passou a vender o Agile LT sem itens como ar-condicionado e vidros dianteiros e travas elétricas somente dois meses após o seu lançamento. Em novembro de 2011, o LT incorporou airbag duplo de série e recuperou os equipamentos de conforto.

Chevrolet Agile LTZ 1.4: esta versão se diferenciava pelo piloto automático, faróis de neblina, rodas de liga-leve de 15 polegadas, retrovisores externos com ajuste elétrico, sistema de som com MP3 player e Bluetooth, bancos com revestimento em veludo, volante com regulagem de altura, banco traseiro com encosto rebatível, banco do passageiro dianteiro com encosto reclinável, entre outros.

Como opcional, o Agile LTZ podia receber airbags frontais, freios ABS com EBD e vidros traseiros com acionamento elétrico. Porém, em novembro de 2011, esses itens passaram a ser ofertados como equipamentos de série.

Na linha 2014, na linha reestilizada, ele recebeu recursos como rodas maiores de 16 polegadas, volante com comandos do sistema de som, chave tipo canivete, entre outros.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile Wi-Fi 1.4: série especial da linha lançada em novembro de 2011, o Chevrolet Agile Wi-Fi se diferenciava por contar com internet a bordo, sendo o primeiro carro a dispor de tal recurso. O modelo era dotado de um roteador da operadora Tim, que distribuía internet para qualquer dispositivo com WiFi, como smartphones, tablets e notebooks. De resto, ele seguia a mesma linha do LTZ convencional. Tal configuração teve produção limitada a somente 1.000 unidades.

Chevrolet Agile Rico 1.4: em fevereiro de 2011, a Chevrolet anunciou a chegada de uma série especial exclusiva para os cariocas. O Agile Rico fazia homenagem a Rico de Souza, lenda viva do surf brasileiro. O carro tinha como base a versão LTZ e contava com recursos extras, como uma prancha de surf exclusiva montada no rack de teto, além de saias laterais e spoilers dianteiro e traseiro.

Chevrolet Agile Effect 1.4: por último, mas não menos importante, o Agile Effect foi ofertado na linha pós-reestilização do hatch compacto. Assim como o atual Onix Effect, o modelo trazia um visual mais “esportivo”, marcado pelos faróis e lanternas escurecidos, rodas de liga-leve de 16 polegadas com pintura em tom grafite, adesivos, capa dos retrovisores e teto pintados de preto, e kit aerodinâmico com spoilers, saias laterais e aerofólio traseiro. Trazia ainda interior com costuras contrastantes, bancos com revestimento exclusivo, soleiras de alumínio e nova grafia no painel de instrumentos. Os equipamentos eram os mesmos do LTZ. Foi limitado a 900 carros.

Chevrolet Agile – preços

Chevrolet Agile LT 1.4 manual: R$ 23.624 (2010) a R$ 28.277 (2013)
Chevrolet Agile LTZ 1.4 manual: R$ 24.980 (2010) a R$ 28.554 (2013)
Chevrolet Agile LTZ 1.4 Easytronic: R$ 29.275 (2013)
Chevrolet Agile Wi-Fi 1.4 manual: R$ 26.517 (2012)

Chevrolet Agile LTZ 1.4 manual (reestilizado): R$ 30.591 (2013) a R$ 33.125 (2014)
Chevrolet Agile LTZ 1.4 Easytronic (reestilizado): R$ 33.492 (2014)
Chevrolet Agile Effect 1.4 manual (reestilizado): R$ 34.821 (2014)
Chevrolet Agile Effect 1.4 Easytronic (reestilizado): R$ 34.538 (2014)

(valores obtidos em junho de 2018, com base na Tabela FIPE)

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile – motor, câmbio e desempenho

Em todas as versões e anos, o Chevrolet Agile conta com o velho motor 1.4 litro Econo.Flex de quatro cilindros e oito válvulas. Apesar de ser antigo, ele se posicionava como um dos modelos 1.4 mais potentes do mercado; capaz de desenvolver 97 cavalos com gasolina e 102 cv com etanol, entregues a 6.000 rpm. Já o torque é de 13,2 kgfm com gasolina e 13,5 kgfm com etanol, disponível a partir de 3.200 rpm.

Na época, o Agile podia ser adquirido em configuração equipada com transmissão manual de cinco velocidades ou numa outra variante, mais cara, que se diferenciava pelo câmbio automatizado Easytronic, também de cinco marchas. Esta última caixa era praticamente uma variante “robotizada” da manual, desenvolvida com um software da Magnetti Marelli, que desagradava pelos trancos constantes.

A respeito do desempenho, o Chevrolet Agile 1.4 com transmissão manual consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 12,5 segundos e alcança velocidade máxima de 166 km/h, segundo dados informados pela fabricante norte-americana. Já o modelo Agile 1.4 com o câmbio automatizado Easytronic cumpre a prova de aceleração também em 12,5 segundos e tem velocidade limitada a 166 km/h.

Chevrolet Agile – consumo

Embora o motor 1.4 litro flex consiga relativamente agradar pelo desempenho (considerando o fato de ser um carro compacto com um motor de 1.400 cm³), este propulsor não era motivo de alegrias quando o assunto é o consumo.

De acordo com relatos de proprietários, quando abastecido com gasolina, esta unidade consegue fazer algo em torno de 9 km/l na cidade e cerca de 13 km/l na estrada, sem e com ar-condicionado, respectivamente. Já com etanol, esses números baixam para aproximadamente 6,5/7 km/l e 10 km/l, respectivamente.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Porém, seguindo as informações dadas pela Chevrolet, o Agile 1.4 tem números de consumo ainda piores. Ele roda 6,5 quilômetros com um litro de etanol na cidade e 8 km/l na estrada também com etanol, enquanto que com gasolina são 9,4 e 11,5 km/l, respectivamente.

O Agile 1.4 Easytronic, por sua vez, faz as mesmas médias de consumo, segundo a marca, embora na prática a situação seja bem diferente.

Chevrolet Agile – manutenção e revisões

Por contar com um motor de concepção um tanto quanto antiga e usado em boa parte dos carros da Chevrolet, o Agile oferece uma manutenção descomplicada e relativamente barata. Além disso, como consequência, as peças são facilmente encontradas nas oficinas e revendas, o que elimina a necessidade de manutenção nas concessionárias.

Ainda assim, a Chevrolet pratica uma tabela de revisões com preços fixos. Os modelos de 2010 a 2012 contam com seis revisões de 10 mil km a 60 mil km que totalizam R$ 3.036. Este valor é R$ 412 mais em conta que o plano do Corsa Sedan de última geração e R$ 372 mais em conta que o do Classic. Confira:

  • 10.000 km – R$ 176
  • 20.000 km – R$ 520
  • 30.000 km – R$ 572
  • 40.000 km – R$ 420
  • 50.000 km – R$ 716
  • 60.000 km – R$ 632

Já os modelos 2013 e 2014 contam com revisões ligeiramente mais caras, totalizando R$ 3.208. Veja:

  • 10.000 km – R$ 204
  • 20.000 km – R$ 548
  • 30.000 km – R$ 600
  • 40.000 km – R$ 448
  • 50.000 km – R$ 744
  • 60.000 km – R$ 664

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile – ficha técnica

Motor

1.4

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.389

Válvulas

8

Taxa de compressão

12,4:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

102 cv a 6.000 rpm

Torque Máximo

13,5 kgfm a 3.200 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas ou automatizada Easytornic de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independentes, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda aço ou liga-leve 15 polegadas ou 16 polegadas (a partir de 2013)

Pneus

185/60 R15 ou 195/55 R16

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.063

Largura (mm)

1.683

Altura (mm)

1.549

Distância entre os eixos (mm)

2.543

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

327

Tanque (litros)

54

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.076

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,38

Chevrolet Agile – galeria de fotos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

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