Chevrolet Hatches História

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo
Chevrolet Agile

Normalmente quando se fala em Chevrolet Agile, muitos brasileiros já pensam logo num dos piores momentos vivenciados pela fabricante norte-americana no mercado brasileiro.

O modelo chegou por aqui no fim de 2009 com a intenção de se posicionar como representante da Chevrolet no segmento de hatches compactos mais altinhos e espaçosos, onde o Volkswagen Fox (ainda em sua “primeira geração”, caracterizada pelo acabamento chulo) era um dos representantes, ao lado do Renault Sandero.


Naquela época, a linha da Chevrolet contava com modelos já considerados antigos atualmente, como o Celta, Prisma, Classic, Corsa, Astra, Vectra, Vectra GT, Meriva, Zafira, Captiva, S10, Blazer, Omega, Montana, entre outros.

Ou seja, desses restaram somente as picapes Montana e S10, sendo que elas ganharam uma nova geração, além do SUV Blazer, que acompanhou os mesmos passos da picape e ganhou uma nova geração como Trailblazer.

O Prisma é outro carro, agora baseado no Onix, aproveitando somente o nome do sedã do Celta.


Ou seja, estamos falando de uma “antiga era” da Chevrolet. Na realidade, o Agile foi um dos responsáveis por tirar a General Motors do sufoco agravado pela crise econômica de 2008 que afetou a empresa em todo o mundo.

E é justamente por este motivo que o Chevrolet Agile é um carro feito “às coxas”, visto que foi desenvolvido justamente durante a crise financeira da matriz nos Estados Unidos.

Para projetar o Agile, a Chevrolet aproveitou componentes de uma série de veículos existentes na época. A plataforma do modelo é a mesma dos antigos Celta, Prisma e Classic, a 4200 oriunda do “Corsa B”.

Naquele ano a marca tinha em mãos a plataforma do “Corsa C”, que inclusive era vendido por aqui, mas tinha concepção mais moderna e, consequentemente, tinha um custo de produção mais elevado, algo não desejado pela empresa – a intenção era lucrar o máximo possível com um custo produtivo mais em conta. Para se ter uma ideia, esta plataforma não dispõe sequer de subchassi dianteiro.

Logo, a marca adaptou a plataforma para criar um carro maior que os outros. Aumentou as bitolas e também o entre-eixos. Como resultado, o Agile se destacava pelo amplo espaço interno, sobretudo para as pernas e a cabeça dos ocupantes.

Além disso, o porta-malas era o maior da categoria, com capacidade para 327 litros, embora tenha sido alvo de críticas pela ausência da abertura da tampa por comando interno ou na chave e ainda por esquentar um dos lados do assoalho, por conta da falta de defletor de calor do escapamento.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Há ainda uma série de outros sinais que denunciam o projeto econômico do Chevrolet Agile. Logo ao entrar na parte da frente da cabine, o motorista dá de cara com o para-brisa, que fica há um palmo de distância do volante, deixando o painel bastante curto.

O porque disso? Para reduzir os custos, a marca decidiu por utilizar um para-brisa mais curto, que é menor e, assim, mais barato, diminuindo também a quantidade de aço empregado em sua construção.

Chevrolet Agile – detalhes

Apesar das mais diversas falhas, o Chevrolet Agile tinha seus pontos fortes. Um deles era o já citado espaço interno, beneficiado também pela posição dos bancos – os ocupantes do banco de trás viajam numa posição mais alta, dando uma maior sensação de amplitude.

Embora seja um hatch, o modelo consegue servir perfeitamente a uma família composta por quatro pessoas. O porta-malas com 327 litros de capacidade era equiparável a de alguns sedãs da época, como o do próprio Chevrolet Classic com seus 390 litros.

E por falar em família, o Agile também contava com um bom acerto de suspensão, que transmitia certa maciez no rodar na cidade e na estrada, encarando as buraqueiras e irregularidades do asfalto brasileiro sem muito sacrifício.

Além disso, a estabilidade do carro era consideravelmente boa para a sua categoria e proposta. Outro ponto que merece ser destacado é a ampla distância em relação ao solo. Sendo assim, você dificilmente terá dificuldades em passar em valetas e lombadas mais altas e igualmente andar com o carro com cinco pessoas e bagagens posicionadas no porta-malas.

A lista de equipamentos de série do Chevrolet também merece ser ressaltada. O hatch compacto era um dos únicos da categoria na época a dispor de recursos como piloto automático, acendimento automático dos faróis e computador de bordo.

Além disso, chamava a atenção o ar-condicionado manual que exibia suas funções num visor azul no console central do painel, que inclusive causou confusão em muitos que achavam se tratar de um ar-condicionado automático digital oferecido em carros mais caros.

Por outro lado, o principal ponto mais criticado do Chevrolet Agile era e ainda é o seu visual. Numa tentativa de unir um design mais moderno numa carroceria compacta montada sob uma plataforma defasada, a Chevrolet usou uma série de soluções, digamos, extravagantes demais.

O carro usava enormes e angulosos faróis na dianteira, além de uma gigante grade bipartida por uma barra e a gravatinha dourada da marca. Tudo numa frente elevada com capô vincado.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Já as laterais do modelo não eram tão ruins assim, sendo que o destaque vai para o conjunto de janelas com uma solução em preto brilhante que, segundo a Chevrolet, dá a ideia de um “olho egípcio”.

A traseira, por fim, trazia lanternas tipo bumerangue e formas limpas na tampa do porta-malas e no para-choque, além de um amplo suporte de placa.

O problema é que nada conversava entre si. Parecia que o setor de design da Chevrolet era dividido em três áreas, cada uma responsável por cada ponto do carro (frente, laterais e traseira). Aí no final todos juntaram seus trabalho e resultou no modelo que você vê nas fotos.

O Chevrolet pecava também pelo acabamento interno repleto de plásticos que começavam a presentar ruídos com o passar do tempo. Além disso, embora o painel de instrumentos do carro seja bonito, ele causava certa estranheza pelo velocímetro com ponteiro que subia e o conta-giros com ponteiro que descia, causando certa estranheza ao olhar.

Porém, para solucionar o problema estético, a Chevrolet lançou o Agile reestilizado em outubro de 2013. O carro, enfim, ganhou um visual mais agradável e aceitável, com direito a faróis e grade menores, para-choques com formato mais agressivo, lanternas com lente translúcida e rodas maiores e mais bem-desenhadas.

O interior ganhou novos recursos, como o volante multifuncional que hoje está presente no Onix Effect.

Esta reestilização, contudo, chegou num momento em que o Onix estava em ascensão e o segmento começava a viver seu bom momento, com novas opções como o próprio Onix e também HB20, Etios e Ka.

Por isso, com todos os seus defeitos, o Agile caiu no esquecimento do público e saiu de linha um ano de pois.

Chevrolet Agile – novidades com o passar do tempo

Lançamento dos kits Sport e Sunny

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Em novembro de 2009, a Chevrolet anunciou a chegada dos pacotes de personalização Sport e Sunny para o Agile.

O primeiro custava R$ 5,4 mil e trazia spoilers, aerofólio, saias laterais, rodas de alumínio aro 16, faróis com máscara negra e lanternas escurecidas. Já o segundo, por R$ 4,4 mil, acrescentava rodas de alumínio de 16 polegadas, protetores de para-choque na cor da carroceria e rack de teto.

Introdução do Agile Easytronic automatizado

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Como opção sem o pedal de embreagem, o Chevrolet Agile Easytronic começou a ser vendido em outubro de 2012. O carro trazia uma caixa automatizada produzida em parceria com a Magneti Marelli e trazia opção de trocas de marcha no modo automática ou no modo sequencial através de alavanca.

Havia ainda o sistema “Auto Start”, que ligava o motor com um leve toque na chave, e a função “creeping”, que move o carro lentamente conforme o motorista solta o pedal de freio. Na época, ele custava R$ 44,5 mil.

Primeira reestilização do hatch

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Como citamos nos parágrafos acima, o Chevrolet Agile teve sua reestilização de “meia-vida”. Ou, na verdade, de fim de vida. A linha reestilizada chegou em outubro de 2013 como linha 2014 e tinha preço inicial de R$ 42.990 com câmbio manual ou R$ 45.990 com o Easytronic.

Havia ainda a opção da versão especial Effect, cujo preço era de R$ 44.940 com a transmissão manual ou R$ 47.440 com a automatizada, e teve produção limitada a 900 unidades.

Além do visual retocado, o carro trouxe ainda novos recursos, como volante multifuncional com base achatada e paddle shifts para trocas de marcha no modelo Easytronic, novos grafismos, molduras no painel de instrumentos e mostradores, rodas de 16 polegadas, chave tipo canivete, entre outros.

O câmbio recebeu novos sincronizadores e teve a relação de marchas reajustada.

Séries especiais Rico, Wi-Fi e Effect

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

A vida do Chevrolet Agile foi marcada ainda pelas séries especiais Rico, Wi-Fi e Effect. Você pode conferir mais detalhes sobre elas logo a seguir.

Mas, em suma, o Agile Rico foi uma exclusividade dos cariocas fazendo referência ao campeão de surf e com direito a uma prancha de surf exclusiva.

Já o Agile WiFi trazia um modem da Tim que distribuía conexão WiFi para os ocupantes do carro, enquanto o Agile Effect era dotado de kit aerodinâmico, adesivos, retrovisores e teto em preto, rodas escurecidas e detalhes em vermelho no interior.

Fim de linha

Foi em setembro de 2014 quando a Chevrolet deixou de vender o Agile e também o Sonic no mercado brasileiro. O motivo do fim das vendas do Chevrolet Agile em nosso mercado foi justamente a canibalização provocada pelo Onix, um modelo mais moderno em todos os sentidos e que teve melhor aceitação por parte dos consumidores.

Para se ter uma ideia, entre janeiro de agosto daquele ano, o Agile fechou com 9,6 mil unidades vendidas, enquanto o Onix ultrapassou os 90 mil emplacamentos.

Chevrolet Agile – versões

Chevrolet Agile LT 1.4: oferecido somente na primeira leva do modelo (sem a reestilização), o Chevrolet Agile LT saía de fábrica com recursos como direção hidráulica, computador de bordo, ar quente, ar-condicionado, limpador, lavador e desembaçador do vidro traseiro, banco do motorista com regulagem de altura, acendimento automático dos faróis, travas elétricas, alarme, rodas de aço de 15 polegadas com calotas, vidros dianteiros com acionamento elétrico, entre outros.

Todavia, para baratear o modelo, a Chevrolet passou a vender o Agile LT sem itens como ar-condicionado e vidros dianteiros e travas elétricas somente dois meses após o seu lançamento. Em novembro de 2011, o LT incorporou airbag duplo de série e recuperou os equipamentos de conforto.

Chevrolet Agile LTZ 1.4: esta versão se diferenciava pelo piloto automático, faróis de neblina, rodas de liga-leve de 15 polegadas, retrovisores externos com ajuste elétrico, sistema de som com MP3 player e Bluetooth, bancos com revestimento em veludo, volante com regulagem de altura, banco traseiro com encosto rebatível, banco do passageiro dianteiro com encosto reclinável, entre outros.

Como opcional, o Agile LTZ podia receber airbags frontais, freios ABS com EBD e vidros traseiros com acionamento elétrico. Porém, em novembro de 2011, esses itens passaram a ser ofertados como equipamentos de série.

Na linha 2014, na linha reestilizada, ele recebeu recursos como rodas maiores de 16 polegadas, volante com comandos do sistema de som, chave tipo canivete, entre outros.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile Wi-Fi 1.4: série especial da linha lançada em novembro de 2011, o Chevrolet Agile Wi-Fi se diferenciava por contar com internet a bordo, sendo o primeiro carro a dispor de tal recurso. O modelo era dotado de um roteador da operadora Tim, que distribuía internet para qualquer dispositivo com WiFi, como smartphones, tablets e notebooks. De resto, ele seguia a mesma linha do LTZ convencional. Tal configuração teve produção limitada a somente 1.000 unidades.

Chevrolet Agile Rico 1.4: em fevereiro de 2011, a Chevrolet anunciou a chegada de uma série especial exclusiva para os cariocas. O Agile Rico fazia homenagem a Rico de Souza, lenda viva do surf brasileiro. O carro tinha como base a versão LTZ e contava com recursos extras, como uma prancha de surf exclusiva montada no rack de teto, além de saias laterais e spoilers dianteiro e traseiro.

Chevrolet Agile Effect 1.4: por último, mas não menos importante, o Agile Effect foi ofertado na linha pós-reestilização do hatch compacto. Assim como o atual Onix Effect, o modelo trazia um visual mais “esportivo”, marcado pelos faróis e lanternas escurecidos, rodas de liga-leve de 16 polegadas com pintura em tom grafite, adesivos, capa dos retrovisores e teto pintados de preto, e kit aerodinâmico com spoilers, saias laterais e aerofólio traseiro. Trazia ainda interior com costuras contrastantes, bancos com revestimento exclusivo, soleiras de alumínio e nova grafia no painel de instrumentos. Os equipamentos eram os mesmos do LTZ. Foi limitado a 900 carros.

Chevrolet Agile – preços

Chevrolet Agile LT 1.4 manual: R$ 23.624 (2010) a R$ 28.277 (2013)
Chevrolet Agile LTZ 1.4 manual: R$ 24.980 (2010) a R$ 28.554 (2013)
Chevrolet Agile LTZ 1.4 Easytronic: R$ 29.275 (2013)
Chevrolet Agile Wi-Fi 1.4 manual: R$ 26.517 (2012)

Chevrolet Agile LTZ 1.4 manual (reestilizado): R$ 30.591 (2013) a R$ 33.125 (2014)
Chevrolet Agile LTZ 1.4 Easytronic (reestilizado): R$ 33.492 (2014)
Chevrolet Agile Effect 1.4 manual (reestilizado): R$ 34.821 (2014)
Chevrolet Agile Effect 1.4 Easytronic (reestilizado): R$ 34.538 (2014)

(valores obtidos em junho de 2018, com base na Tabela FIPE)

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Chevrolet Agile – motor, câmbio e desempenho

Em todas as versões e anos, o Chevrolet Agile conta com o velho motor 1.4 litro Econo.Flex de quatro cilindros e oito válvulas. Apesar de ser antigo, ele se posicionava como um dos modelos 1.4 mais potentes do mercado; capaz de desenvolver 97 cavalos com gasolina e 102 cv com etanol, entregues a 6.000 rpm. Já o torque é de 13,2 kgfm com gasolina e 13,5 kgfm com etanol, disponível a partir de 3.200 rpm.

Na época, o Agile podia ser adquirido em configuração equipada com transmissão manual de cinco velocidades ou numa outra variante, mais cara, que se diferenciava pelo câmbio automatizado Easytronic, também de cinco marchas. Esta última caixa era praticamente uma variante “robotizada” da manual, desenvolvida com um software da Magnetti Marelli, que desagradava pelos trancos constantes.

A respeito do desempenho, o Chevrolet Agile 1.4 com transmissão manual consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 12,5 segundos e alcança velocidade máxima de 166 km/h, segundo dados informados pela fabricante norte-americana. Já o modelo Agile 1.4 com o câmbio automatizado Easytronic cumpre a prova de aceleração também em 12,5 segundos e tem velocidade limitada a 166 km/h.

Chevrolet Agile – consumo

Embora o motor 1.4 litro flex consiga relativamente agradar pelo desempenho (considerando o fato de ser um carro compacto com um motor de 1.400 cm³), este propulsor não era motivo de alegrias quando o assunto é o consumo.

De acordo com relatos de proprietários, quando abastecido com gasolina, esta unidade consegue fazer algo em torno de 9 km/l na cidade e cerca de 13 km/l na estrada, sem e com ar-condicionado, respectivamente. Já com etanol, esses números baixam para aproximadamente 6,5/7 km/l e 10 km/l, respectivamente.

Chevrolet Agile: história, anos (e versões) do polêmico modelo

Porém, seguindo as informações dadas pela Chevrolet, o Agile 1.4 tem números de consumo ainda piores. Ele roda 6,5 quilômetros com um litro de etanol na cidade e 8 km/l na estrada também com etanol, enquanto que com gasolina são 9,4 e 11,5 km/l, respectivamente.

O Agile 1.4 Easytronic, por sua vez, faz as mesmas médias de consumo, segundo a marca, embora na prática a situação seja bem diferente.

Chevrolet Agile – manutenção e revisões

Por contar com um motor de concepção um tanto quanto antiga e usado em boa parte dos carros da Chevrolet, o Agile oferece uma manutenção descomplicada e relativamente barata. Além disso, como consequência, as peças são facilmente encontradas nas oficinas e revendas, o que elimina a necessidade de manutenção nas concessionárias.

Ainda assim, a Chevrolet pratica uma tabela de revisões com preços fixos. Os modelos de 2010 a 2012 contam com seis revisões de 10 mil km a 60 mil km que totalizam R$ 3.036. Este valor é R$ 412 mais em conta que o plano do Corsa Sedan de última geração e R$ 372 mais em conta que o do Classic. Confira:

  • 10.000 km – R$ 176
  • 20.000 km – R$ 520
  • 30.000 km – R$ 572
  • 40.000 km – R$ 420
  • 50.000 km – R$ 716
  • 60.000 km – R$ 632

Já os modelos 2013 e 2014 contam com revisões ligeiramente mais caras, totalizando R$ 3.208. Veja:

  • 10.000 km – R$ 204
  • 20.000 km – R$ 548
  • 30.000 km – R$ 600
  • 40.000 km – R$ 448
  • 50.000 km – R$ 744
  • 60.000 km – R$ 664

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Chevrolet Agile – ficha técnica

Motor

1.4

Tipo

Dianteiro, transversal e flex

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

1.389

Válvulas

8

Taxa de compressão

12,4:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

102 cv a 6.000 rpm

Torque Máximo

13,5 kgfm a 3.200 rpm

Transmissão

Tipo

Manual de cinco marchas ou automatizada Easytornic de cinco marchas

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Discos ventilados (dianteira) e tambor (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independentes, McPherson

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Roda aço ou liga-leve 15 polegadas ou 16 polegadas (a partir de 2013)

Pneus

185/60 R15 ou 195/55 R16

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.063

Largura (mm)

1.683

Altura (mm)

1.549

Distância entre os eixos (mm)

2.543

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

327

Tanque (litros)

54

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.076

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,38

Chevrolet Agile – galeria de fotos

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Nota média 4.8 de 4 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Fernando Bento Chaves Santana

    Costumo dizer que o Agile é “nosso” Dodge Calliber: a idéia certa, no momento certo, mas executada da maneira errada. Com o Agile e Chevrolet poderia ter colocado na rua o primeiro crossover do mercada brasileiro.

    Porém nema Chevrolet percebeu que aquele hatch alto e com porte parrudo poderia ter pegado um jacaré na onda surfada pelo primeiro Ecosport.

    Mas os erros não se resumiram ao posicionamento incorreto. Antes disto a GM optou por uma uma execução medíocre das idéias mostradas no conceito GPix. E o resultado foi o carro desproporcional que conhecemos e com muitas limitações ergonômicas por que o carro herdou as estruturas da coluna “A” do Corsa B e foi por esta limitação tecnica que dotou o carro com parabrisas pequeno e em posição muito recuada. As avaliações da época também afirmavam que a arquitetura do modelo não se adequou com a elevada posição de rolagem e com isto a dinâmica do carro era ruim. Também a modelação da carroceria ficou devendo: faróis, lanternas, grades eram.muito mal definidos.

    Mas hoje sua boa cotação no mercado de usados atesta algum reconhecimento das qualidades do modelo, como espaço interno, economia, robustez, bom acabamenro e facilidade de manutenção são indícios de uma aposentadoria feliz.

    • Eu não consigo entender como o conceito virou esse monstro.

      • zekinha71

        Departamento de custos, os caras olham o protótipo, olham os custos e viram pros designers e engenheiros e dizem: façam um carro parecido mas com a metade dos custos e urgente, e eis que surge uma aberração dessas.

    • Alvaro

      De fato, considerando o que tinha na “prateleira”, o carro não ficou tão ruim. É igual quando o mercado está fechado e resolvemos fazer a janta com tudo o que sobrou na geladeira… as vezes fica bom hahahaha
      Mas complicado mesmo foi engolir o posicionamento dele acima do Corsa C. Alguns aspectos já de cara denunciam que o modelo já nasceu datado: o rádio em uma posição nada cômoda c/ 1 din, a ergonomia ruim do painel e do câmbio e outros já citados na reportagem.

      E ainda é a primeira vez que vi um ar-condicionado “fake”. Parece um ar com comandos digitais e automático mas no fundo é um ar normal mas com telinha digital que só replica a informaçaõ da seleção manual.

      • Fernando Bento Chaves Santana

        Não sabia desta do ar “digital-fake” kkk

      • MMM

        Ele É um ar digital. Não é ar automático. O problema é que se convencionou a chamar ar automático de digital.

        • Alvaro

          É complicado explanar mas o que queria dizer que o controle do ar / o mecanismo do ar no Agile é manual / mecânico. A telinha é meio indiferente já que o botão gira e marca mecanicamente a posição da velocidade, temperatura e etc.
          Enquanto o ar digital, os botões e controle físicos são meros auxiliadores já que o mecanismo é inteiramente digital. Como no controle de volume do rádio que gira em falso já que ele está aí meramente para auxiliar o manuseio, a regulagem interna é tudo digital. Tanto é que o ar digital não precisa ser necessariamente roldana, pode ser botão para cima/baixo, touchscreen e etc. Putz, meio difícil explicar sem ter um Agile na mão hahahaha, mas enfim.

          • MMM

            Eu entendi o q vc disse, Alvaro. Em termos práticos vc tem toda razão, ele não ajusta a temperatura automaticamente. O problema é que se convencionou a chamar ar automático de digital, pois geralmente o ar automático TAMBÉM é digital.

            Imagine o seguinte: o ar tem botões redondos com a marcação de temperatura neles. Se vc coloca em uma certa temperatura e o ar mantém a temperatura da cabine, ajustando automaticamente a ventilação e temperatura, o ar é analógico e automático. No caso do Agile é exatamente o inverso.

    • Augusto Brum

      Concordo com o teu pensamento, é um caso semelhante, esse Caliber era bastante esquisito kkk e ele foi o substituto do Neon… A antiga Daimler-Chrysler era pra ter sido uma das melhores parcerias do mundo, mas alguns modelos que foram lançados nesse tempo tinham o visual bem esquisito (seja da Dodge, Chrysler ou Jeep) e o interior de alguns carros tinha material barato

      • Luis Burro

        Mas as estadunidenses sempre foram baratas,eram populares.Ñ sei no q a Daimler viajou pra pensar o contrário ou tanto otimismo.
        Tlvz por estar barata(já tava indo pras cucuias) pensou q poderia dar conta.Mas a Daimler nem deve saber direito o q é fabricar uma carro assim,vai descobrir agora com a Classe X.

    • Felipe S. Rangel

      Pensando pelo lado da chevrolet, ela foi a ideia certa, no momento certo e executada da maneira certa… kkk

      • Fernando Bento Chaves Santana

        Kkk. Pode ser. Mas poderiam ter lucrado mais se o carro o tivesse caído no gosto do mercado

    • Marco

      Acho caro Fernando, que você está difamando o Dodge Calliber. Na boa, esse Agile é da escola da CBT Tractors Design… década de 1940.

  • Feio mas espaçoso. Serviu.

    Onix hoje impera.

    Sonic só não vingou pelo design estranho a uns e custos.

    • Luis Burro

      Kkkkkkk…Quer mais estranho q o próprio Agile!Ele ñ vingou por ser importado e caro.

  • Pedrov154

    Cruzes! Uma foto de um Agile em plena madrugada. Pegar no sono vai ser difícil.

    • O Agile era maravilhoso quando apresentaram o conceito. Procura aí: Chevrolet GPix

      • Felippe2010

        até hoje eu acho esse conceito bonito

  • Higo Belchior

    Eu sou o único a não achar o Agile feio? Hehe

    • Matthew

      Depois de um tempo convivendo com o carro na rua ficou aceitável. Pra mim o que pesava mesmo era a qualidade de construção extremamente duvidosa, o que rendeu o codinome “frágile”. Embora o motor fosse o mesmo do Corsa 1.4 Econo.Flex, achava incrível o tanto que ele grilava no Agile, sobretudo sob as altas temperaturas do verão em manobras de rampa. Não sei o que mudava em relação ao Corsa pra ser tão pior neste aspecto.

      • Matafuego

        Calibragem diferente. No Corsa esse mesmo motor rendia 105 cv.

        • Matthew

          E? Isso não justifica tanta pré-detonação. Os valores de potência e torque do Prisma da mesma época também eram ligeiramente diferentes e não acontecia isso. Era alguma coisa com o Agile.

      • Marco

        Dizem que tinha também um sério problema de arrefecimento. Por isso aquela grade de caminhão ridícula.
        O “k-h-Agile” era um carro que era tenebroso de frente, horrível de lateral e mais ou menos de traseira. Ou seja, não tinha lado de se chegar naquela canguiça. Parece um tratorzinho “tobata”.

    • Lucas086

      Eu também, principalmente depois do facelift, eu chegava a ser zoado quando dizia que achava o Agile mais bonito que o ônix…

    • Marcelo Amorim

      Aquele reestilizado de 2014 acho legal.

    • Renato Duarte

      O Agile não é tão feio,, o problema é que a Chevrolet na época queria por que queria que ele fosse posicionado acima dos preços do Fox,, o que o deixou sem competitividade alguma,, me lembro que em alguma das publicações falavam que ele iria ser substituto do Astra,, o que é óbvio que não aconteceu.

  • Mauro Schramm

    “Chevrolet Agile: a história de um dos carros mais polêmicos do País”

    Onde está a polêmica?

    • th!nk.t4nk

      É o carro mais feio das últimas décadas no Brasil. Causava repugnaçao em muita gente ao vê-lo no trânsito.

      • Paulo Lustosa

        Eu acho o Etios Cross bem pior em feiura

        • th!nk.t4nk

          Desculpa, tem toda razao. Ninguém tira a coroa do Etios Cross.

          • el punidor

            E amarelo!!

      • Hodney Fortuna

        Concordo com o Paulo Lustosa! Nada mais feio se compara ao Etios Cross!

        • Verdades sobre o mercado

          o Etios normal já é mais feio que o Ágile, imagina o Cross… acho incrível como alguém consegue comprar um Etios Cross…

          • m1u9r8i6l0

            Pra muita gente, basta o carro ser economico e não dar muita manutenção… pronto!

            • Verdades sobre o mercado

              eu entendo quem compra um Etios, compra muito racional, zero emoção, mas o Etios Cross ?! é falta de bom gosto mesmo e ainda pagou caro.

              • m1u9r8i6l0

                Concordo. Sobre pagar caro, p mim todo carro novo no brazilis é como se fosse uma tortada na cara do brasileiro…. td carro é muito caro aqui.

      • Marco

        Lembro-me do que dizia um amigo, que era vendedor numa concessionária Chevrolet de Curitiba, que só conseguia vender Agile para mulher ou idoso. Ele brincava que tinha de fazer das tripas coração para conseguir vender aquilo.

      • Mateus S. de Souza

        Eu ainda acho o UP! o mais feio kkkkk vai de gosto. Tem a Nissan Tiida e a GM Spin também, designs duvidosos, mas dizem que são ótimos carros custo-benefício.

    • Louis

      Tecnicamente, era inferior ao Corsa de segunda geração, mesmo sendo lançado depois.

      • th!nk.t4nk

        Chegava a molhar os pés do passageiro com água do ar-condicionado, de tão mal-projetado.

      • Marco

        Aí eu te pergunto: Porque não deixaram o Corsa de segunda geração, que era muito melhor acabado e de boa reputação e aceitação no mercado? Bastava-lhe um pequeno face-lift e pronto. Nada diferente do que a GM sempre fez em nosso mercado. O mesmo eu digo com relação à Zafira. Querer compará-la com a Spin é o mesmo que comparar vinho com urina.

        • Mateus S. de Souza

          A GM brasileira é uma salada de frutas; possui dezenas de modelos, lança modelos e logo tira de linha como ocorreu com Agile, Vectra GT, Sonic e outros… Mexe em coisa tradicional como o Corsa que infelizmente caiu fora (poderiam tranquilo ter lançado o Ônix como um Corsa G3, pois o nome é histórico). Revive nomes como Ômega de vez em quando… Eu acho que eles tem é muito carro (e caros).

    • Mauro Schramm

      Digo isso pois o modelo foi uma “unanimidade” (ruim). Sem polêmicas. rsrsrs

    • Marco

      A Polêmica está na FEIÚRA EXCESSIVA. Simples assim !

    • Marco

      NA EXTREMA FEIÚRA !

  • konnyaro

    Incrível como o designer Mexicano Carlos Barba teve a inspiração para fazer um line-up tão feio: Agile, Spin, Cobalt e Montana.
    E mais incrível ainda é os executivos da GM aprovarem essas bizarrices! Vai ver que como na época a GM estava para falir, eles não ligavam mais para nada, tipo quando você é obrigado a cumprir o aviso prévio…

    Tem ainda as perolas que o Carlos Barba soltava tentando justificar seu design:
    “Quando projetamos o Cobalt tudo era razão, não pensamos em emoção”
    “O Agile foi criado de dentro para fora”

    Na verdade esse design extravagante deve ter sido excesso de tequila e marijuana….

    • 💀GHOC💀

      Dentro pra fora = m&rd@

    • Procura aí: Chevrolet GPix. Era o conceito do Agile. Era lindo demais.

      • Hodney Fortuna

        De fato o GPix era muito mais belo! Farois mais extreitos, lateral com uma queda suave na coluna C e com um design bem mais esportivo! Se tivesse sido lançado daquela forma o Agile poderia ter durado bem mais e vendido na mesma proporção! Talvez teria até mesmo atrasado o lançamento do Onix.

    • Mateus S. de Souza

      São coisas que não dá pra entender. Vai um cara que manja de design precisa experiência e uma enxurrada de diplomas para trabalhar, dai uns caras experientes lançam umas esquisitices dessas. A Spin ainda é pior que o Agile em termos de design.

    • Marco

      a inspiração deve ter vindo durante uma tremenda diarréia, enquanto estavam sentados no “trono”. Só saiu k-h-d@!

  • Zé Mundico

    A proposta era boa, um hatch compacto metido a moderninho para a família. Poderia evoluir para um sedã um mesmo uma picape futuramente mas……parece que não foi o momento certo, o design certo, o posicionamento certo, o acabamento certo….enfim, foi um fracasso, pois mal durou 5 anos na praça. E ficou o mico.

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Pick up é a Montana

      • zekinha71

        Monstrana.

  • O triste é saber que o conceito era MARAVILHOSO e fizeram questão de deixar feio pra lançar. Procura aí: Chevrolet GPix

  • Lucas086

    Eu até gostava do Agile, cheguei a achar mais bonito que o ônix, mas foi um carro meio problemático mesmo, as ccs viviam cheias de Agiles com defeitos, principalmente luz da injeção acesa… enfim, durou pouco e ajudou a GM se recuperar no mercado.

  • edgar__rj

    Saudades GPIX… Kkk

    Carro estranho a princípio, mas gostei da reestilizacao dele… Na época estava na dúvida entre ele e o Sandero… Fui de Renault/Dacia e não me arrependi…

  • Fernando

    A única coisa que vi num agile ltz uma vez que entrei dentro de um e gostei foi o conforto dos bancos (ao menos os da frente). Parecia que estava sentado num sofá de tão confortável.

    Não lembro de ter me sentido confortável assim num carro nem em modelos dito melhores.

    Essa é a única boa coisa que vi nesse carro.

  • Hodney Fortuna

    CX de 0,38 demontrava o quanto o modelo se equiparava ao Gol quadrado dos anos 80. Nem o Mille derivado do antigo Uno tinha um coeficiente tão alto quanto do Agile! O Fiat usava 0,34!

    • th!nk.t4nk

      O carro todo foi feito nas coxas, às pressas. Chegava a ser bizarra a quantidade de falhas básicas de projeto.

      • Hodney Fortuna

        Foi a maldita idéia de terem usado a plataforma 4200. Poderiam ter pelo menos usado a do Corsa C!

  • zekinha71

    A melhor coisa que esse carro teve foi a morte rápida, pena que deixou um filhote monstro que está até hj em produção.

  • Piston head

    Uma das inúmeras bizarrices deste carro é a canaleta inferior torta do vidro dianteiro. Grrr

  • Verdades sobre o mercado

    Em fevereiro de 2010 eu era gerente de vendas de uma css VW. REcebemos um Ágile com 2.000 km na troca de um Fox(já com o interior novo). Achamos estranho receber um carro tão novo(não era sinistrado), e fomos(eu e equipe de vendedores) fazer o dever de casa de conhecer bem o novo concorrente. Realmente o carro é muito mal construído. As maçanetas internas são bonitas pois além de um design atraente ficam inclinadas, o que chama a atenção, mas tem um folga enorme e material simples. O para-brisas realmente fica “em cima” do motorista e passageiro. A capa que reveste a coluna de direção parece de papel de tão fina e mole. Rodando o carro é bem inferior ao Fox(exceto pela maciez), e tem barulho de vento. De bom mesmo apenas o tecido dos bancos e o tamanho do porta-malas. Quanto ao design não era dos mais belos mas não se compara a feiura da linha Etios, e com a re-estilização ficou até atraente (sabe aquela menina sem sal que faz uma maquiagem legal ?).

  • Kiyoshi Yamashiro

    Uma boa ideia, carro pequeno com espaço interno de carro médio, mas muito mal executado, o Agile, se fosse feito em cima do Corsa C e tivesse um desenho mais harmonioso, poderia ter feito mais sucesso, já que se aproveitaria de uma base mais moderna

  • Mardem

    Um dos carros mais feios já feitos em terra brasilis.
    Com a vaga aberta devido ao passamento do Agile, seguem na disputa de maior aberração da industria automotiva brasileira os sucessores espirituais do Agile: Mobi e Etios.

  • CanalhaRS

    Pior de tudo é que o conceito (Gpix) era bem interessante, mas quando chegou a produção…

  • Schack Bauer

    Chevrolet Agile: a história de um dos carros mais feios do País

  • Augusto Brum

    Quando o cara amadurece é quando ele começa a dar valor pro carro sem se preocupar com o design. Eu cada vez mais tô gostando do Agile, na época eu não gostava do design do carro e me baseava muito na opinião dos outros, mas quando eu andei de carona numa Montana nova eu curti bastante! E mesmo ele tendo a plataforma do Corsa B, isso não é nenhum demérito, ele não deixa de ser um bom veículo, a mecânica GM é muito confiável e a dirigibilidade é boa e correta. E o interior do carro é muito bacana, o Agile tinha equipamentos que nem o primeiro Fox tinha, fora que o interior do Agile era melhor que o do VW, mas daí quando chegou o Fox reestilizado e o Onix tudo mudou. E eu acho que as vendas do Agile não alavancaram tanto por causa dos preços, no meu ver ele poderia ter substituído o Corsa C e o Sonic poderia ter ficado no lugar do Agile, mas como o Onix veio em 2012 daí o Agile não teve mais chance, fora que organizar a linha para não acontecer canibalismo é meio complicado…

    • MMM

      O que amadurecimento tem a ver com design? Vc diz que não gostava do design e se preocupava com a opinião dos outros, o que é completamente diferente de apreciar um bom design.

    • Matuska

      Não era lá muito confiável não. Luz de injeção frequentemente acessa, problemas de aquecimento interno, ruído alto do motor além de bem inseguro.
      Se fosse como no caso no Etios, que apesar de medonho e berrar redução de custo, é bem acertado dinamicamente ainda dava pra engolir o Agile. Mas nao é o caso. O carro tem vários problemas construtivos inerentes ao projeto, como pedais deslocados e caixas de roda invadindo o assoalho.
      Talvez seja um bom carro pra comprar usado (comparando a um Celta da vida).

      • Augusto Brum

        Concordo, e era nesse ponto que eu queria chegar, como seminovo eu acho um carrinho bem interessante, ele é melhor e mais espaçoso que o Celta e hoje em dia até que não tão cobrando muito caro pelo Agile. É claro que se for comparar o Agile com o Fox, realmente o Agile está um passo atrás em segurança, o primeiro Fox já utilizava solda a laser e usava a mesma plataforma do Polo. E alguns desses problemas citados são contornáveis e muitas dessas características que o Agile possui são herdadas dos modelos anteriores que utilizam essa plataforma (Corsa B e Celta tinham esses mesmos problemas dos pedais deslocados e caixas de roda invadindo o assoalho).

  • Alexandre TRE

    H O R R O R O S O

  • Whering Filho

    Até a alavanca do freio de estacionamento era deslocada.

  • Fabão Rocky

    A Chevrolet é uma marca de grande nome no mercado. Tem mecânica excelente e não quebra, porém o único carro da GM q não prestou foi o Agile. Ainda bem q já saiu de linha p/ não manchar mais o nome da marca.

    • th!nk.t4nk

      Vish o único? O Celta era um terror também. Quem nao se lembra dos Celtas na parada de sinal batendo tucho? Era nojento. Peguei esse carrinho umas vezes também (de uma antiga namorada) e nunca na vida vi algo com ergonomia tão ruim. Pra mim esse sim foi o pior carro da GM no Brasil na história recente, disparado.

      • Fabão Rocky

        Em relação ao acabamento, o Celta realmente era mto porco, tanto é q ele é um Corsa Wind piorado, mas nunca vi ngm reclamar da sua mecânica.

  • El Cabron

    Fragile, CoCobalt e Monstrana.. o trio de ferro da GM…

    • Marco

      Vc quiz dizer, O TRIO DA AMARGURA DA GENERAL MONSTERS KKKKK

  • Alvaro

    Excelente matéria, retrata bem o cenário da época e “ousadia” (com aspas, já que não foi exatamente positivo) das fabricantes em desenvolver projetos Frankstein como o Agile.

    Uma sugestão para próxima matéria poderia ser o Ford Ka da 2ª geração (a 2008 brasileira, não a européia) que era uma grande mistura de componentes do Fiesta / Fiesta antigo (Street) tudo sobre a base do Ka original de 96. Foi um carro bom, mas como no Agile, alguns detalhes denunciavam a “gambiarra” como o fato curioso de vir com duas chaves: uma normal de partida e outro só para o tanque de combustível que era do Fiesta street (não sei se é verdade essa informação).

  • Jefferson Ferreira

    era um remendo de carro! feito nas coxa pra ter rentabilidade!

  • Phantasma

    Um carro que nunca deveria ter existido

  • Fanjos

    Não consigo ler “Montana”, minha mente já lê por padrão “Monstrana”

  • el punidor

    A Gm quis projetar um veículo para o qual poderia continuar usando o slogan de enorme sucesso do Omega: “Absoluto”. Só precisaram acrescentar uma palavra: “Lixo absoluto “!!

  • Heronim Antonio Marçal

    Tive um, confiável, econômico, espaçoso. Bom para cidade e estrada. Nunca achei ele feio, pelo contrário.

  • Desnecessário essa bateria de fotos do Agile kkkkk mas falando sério, o que mais me deixou de cara na GM foi largar a filial brasileira às traças durante tantos anos sem um lançamento significativo. Quando todos esperavam a vinda do novo Corsa eles apenas adicionaram uma barra de plástico cromado na grade e deixaram as lanternas traseiras mais claras… Esqueceram o Astra e ainda fizeram a presepada de lançar o novo Astra como Vectra. Época para se esquecer, não deixou nenhuma saudade.

  • Benedict Benedito

    Carro mais ridículo e estranho do mundo.
    Ganhou do Pontiac Aztek.

  • Natán Barreto

    A gente metia o pau na época sobre o carro ser feio e estranho. Mas não sei se porque acostumamos, o Agile consegue ser mais bonito que o Etios.

    Em tempo, toda a linha Chevrolet daquela época saiu ruim. Cobalt, Spin, Montana 2… so dragão

  • Luccas Villela

    Andei poucos km nesse carro, mas não consigo achar esse lixo todo que dizem. Gosto MUITO do desing interior, gosto MESMO, até hoje acho bonito. Se é bom e dura sem fazer barulho, não sem, mas o desenho me agrada. Por fora não acho nada tão feio, sobretudo a versão reestilizada. Amei os bancos com veludo e ótimos (nos poucos km que andei). Só acho ridículo o parabrisa na cara do motorista, outros carros de projetos velhos incomodam bem menos (Symbol, Clio, 207 e etc)

  • afonso200

    feio

  • Luis Burro

    O grande problema são as próprias montadoras,pq são elas q definem como serão os veículos.E este Ágile até q era um projeto legalzinho,bem qndo a fábrica conseguiu arrumar o design (ao menos deixá lo menos horrível) tiraram do mercado.?????

  • Luis Burro

    Mas o design dele é bem melhor q o do Ônix,deviam ter feito uma nova geração com o aproveitamento do Ônix no espaço interno,aí ficaria razoável(ñ existe carro bom no Brasil!).

  • Luis Burro

    Mas a ideia da GM de manter um modelo só é a mais acertada,ela praticamente domina as vendas pq ñ tem concorrência interna enqnto as outras dividem entre seus modelos.E o Ônix ainda tem mais lucro q os de entrada,só perde no segmento acima (pq ñ tem como concorrer com Polo,Fiesta e Argo).Deveria ressuscitar o Agile pra este,só modernizá lo e equipá lo decentemente q venderia.

  • Marco

    Fui ao Salão do Automóvel em 2006 e vi o conceito G-Pix. Me animei com o que vi. Quando lançaram essa carniça de Agile, quase vomitei. Um dos carros mais feios e grotescos que a Chevrolet já teve a coragem de lançar. Sua feiúra estrema lhe rendeu vários apelidos “carinhosos” na internet, tais como frAgile, trAgile, k-h-Agile e por aí vai. Num concurso que o antigo programa Vrumm fez sobre qual o carro mais feio à venda no Brasil, ele ficou em 4º lugar, atrás do Ssyaong Action, do coCobált, e da Monstrana. Mas a General Monsters ameaçou entrar com uma ação contra o programa (Emilio Camanzi e Cia) pelo motivo da Chevrolet estar com 3 carros entre os 5 mais feios à venda no Brasil e acabaram não divulgando o resultado final.
    Tenho um tio que é taxista em Conselheiro Lafaiete-MG e que tinha uma Fiat Idea e caiu na bobagem de pegar essa carniça de Agile. Por incrível que pareça teve o radiador furado por duas vezes qdo fazia o trajeto Lafaiete-Aeroporto de Confins em virtude de uma pedrada advinda de caminhões que transportavam minério (coisa muito comum na região de Congonhas – por causa da Ferteco). Aquela grade de trator da década de 40, além de feia prá burro, é extremamente frágil. Qualquer pedrada atravessa aquilo ali. Se não bastasse a feiúra, é um carro barulhento, mal acabado e com um câmbio muito áspero. Em nada lembra ser um GM. A Chevrolet criou uma aberração que fica entre um hatch e SUV compacto, não satisfazendo nem a um nem a outro. É um dos carros mais esculachados na internet. É só dar uma olhada no site “Best Cars” da UOL e ver o depoimento dos consumidores prá ver a bomba que é esse carro. Meu cunhado é dono de concessionária multimarcas em Curitiba e, segundo ele, esse carro é complicado prá vender, perde-se muito dinheiro nele pois é dificil de alguém querer aquela coisa. Tinha soluções internas grotescas que beiravam ao ridículo, tais como os puxadores das portas, a parte central do painel, o volante e a impossibilidade de se abrir o (bom) porta-malas por comando interno (apenas pela própria chave, externamente). A única coisa boa nesse carro eram os bancos, muito bonitos e macios. Externamente, excetuando-se a notória feiúra, tinha como opcionais as rodas de liga que eram extremamente frágeis e trincavam com muita facilidade, bem como o gasto acentuado das pastilhas de freio e a pouca durabilidade dos pneus dianteiros, que insistem em ter uma cambagem positiva que não conseguem resolver na concessionária. RESUMO DA ÓPERA: É UM CARRO QUE DEFINITIVAMENTE, NÃO VAI DEIXAR SAUDADES. E VIVA O ONIX !!!

  • Marcos Souza

    O clusters dele eu acho muito bonito. Pena que morreu com o carro e agora a GM usa o mesmo digital em todos os carros básicos.

  • reginaldo rocha

    Eu tenho um Agile 2012, na primeira vista não e um carro bonito, mas com o tempo vc vai se acostumando. Ele está com 200 mil km, com amortecedores e suspenção original, embreagem trocada 2 vezes, nunca parou para fazer manutenção corretiva, somente a preventiva.

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