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Chevrolet Cruze 2018: preço, versões, equipamentos, fotos, detalhes e consumo

chevrolet-cruze-2018-1 Chevrolet Cruze 2018: preço, versões, equipamentos, fotos, detalhes e consumo

O Chevrolet Cruze 2018 agora, além do corpo, tem coração argentino, reduzindo assim a dependência de importações e reforçando o compromisso do sedã com o Mercosul. Além disso, traz pequenas alterações em termos de visibilidade, ampliando a segurança já bem completa do médio da GM.



Nascido em 2008 na Coreia do Sul, o Chevrolet Cruze começou a ser vendido também como Daewoo Lacetti Premiere, sendo rapidamente ampliado para a australiana Holden, inicialmente com o nome Cruze e depois como Astra Sedan. Desenvolvido para ser o sedã médio global da General Motors, o modelo veio com soluções de baixo custo para atender todos os mercados, incluindo suspensão traseira por eixo de torção e motor 1.8 aspirado.

O modelo não demorou a chegar em vários lugares, sendo produzido na Austrália, Índia, China, Brasil, Coreia do Sul, Cazaquistão, Rússia, Tailândia, EUA e Vietnã. Em sua primeira geração, o Chevrolet Cruze chegou ao Brasil para substituir o longevo projeto nacional do Chevrolet Vectra, que era diferente do europeu, pois aproveitava a estrutura da antiga Zafira e o estilo do Astra da época.

Aqui, chegou apenas com motor 1.8 e câmbio automático GF6 de seis marchas, que inicialmente não estava em conformidade com o propulsor, gerando reclamação. Lá fora, ele tinha opção de motor 1.4 Turbo, bem como 1.6 a gasolina e versões diesel 1.7 e 2.0, sendo esta última com motores Fiat e VM Motori. Ele teve diversos nomes posteriormente. A plataforma Delta II era a mesma do Opel Astra da época.

Então, em 2014 eis que surge a segunda geração, mas esta nasceu inicialmente apenas na China, sendo um pouco menor que o Cruze anterior. Com design sofisticado, o modelo era feito sobre a nova plataforma D2XX e mantinha a suspensão traseira por eixo de torção, mas era equipado com motor 1.6 e 1.5 Turbo, além de câmbio de dupla embreagem.

Só em 2016 surgiria então a versão internacional do Chevrolet Cruze, que era 10 cm maior, medindo 4,66 m e com 2,70 m de entre eixos contra 2,66 m da versão chinesa. Mas, usava somente câmbio automático de seis marchas e empregou um motor 1.4 Turbo, apesar da potência parecida. Logo em seguida a China adotaria esse modelo global como um facelift de seu próprio carro, padronizando assim a gama da Chevrolet.

No Brasil, o Chevrolet Cruze de segunda geração chegou em 2016 com o mesmo conjunto visto na maioria dos mercados, usando motor 1.4 Ecotec Turbo SIDI, porém, com tecnologia Flex. O câmbio GF6-3 de seis marchas causou-se bem com o novo motor. Começou a ser produzido na Argentina, substituindo o anterior que era brasileiro.

Agora, seu motor também passa a ser feito no país vizinho. Por enquanto, não se espera uma terceira geração, mas esta deve chegar antes de 2020. O novo modelo trouxe diversas tecnologias em termos de segurança e conectividade para a linha Chevrolet no Brasil. Junto com ele, chegou também o Chevrolet Cruze Sport6 de segunda geração, lembrando que o Cruze sempre teve uma versão hatchback.

Na Europa chegou a ter uma perua, mas apenas na geração anterior. O hatch também é feito na Argentina e convive com o sedã como antes, embora tenha opção de teto solar elétrico. Sua plataforma deu origem ao Chevrolet Equinox 2018, sucessor da Captiva e que chega em outubro no país.

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Chevrolet Cruze 2018 – detalhes

O Chevrolet Cruze 2018 tem um estilo bem equilibrado e agressivo, remetendo à esportividade, apresentando ainda conjunto ótico de dupla parábola bem delineado e com facho adaptativo, mas que não tem projetores de xênon ou LED, apenas LEDs diurnos, as chamadas DRLs.

O para-choque do Chevrolet Cruze 2018 vem com spoilers integrados, sendo muito bonito. A grade lembra bastante Malibu e Camaro, dando um ar mais esportivo. Com estilo mais próximo de um cupê, ele é também elegante e a queda suave na traseira também se destaca. As lanternas bipartidas de tamanho considerável na traseira também agradam.

O Chevrolet Cruze 2018 apresenta maçanetas cromadas, rodas de liga leve aro 17 com desenho aerodinâmico e frisos cromados realçam o visual da versão topo de linha. Os retrovisores – com basculamento elétrico – agora possuem repetidores de direção, sendo esta uma das poucas novidades do três volumes da GM. Não parece se encaixar no visual a antena ajustável no teto.

Em seu ambiente interno em dois tons, o Chevrolet Cruze 2018 evoluiu muito. O acabamento ficou bem melhor, ganhando agora dupla tonalidade de cinza, apresentando assim um visual equilibrado, apesar dos materiais plásticos em grande parte do habitáculo. Bom acabamento dos comandos são vistos no volante novo, incluindo alerta de colisão e invasão de faixa. Assim como seus ajustes, a empunhadura é muito boa.

O Chevrolet Cruze 2018 tem um quadro de instrumentos com um ambiente mais amplo, iluminação branca e computador de bordo bem sofisticado, com uma aparência mais premium, vindo agora com medidor de pressão dos pneus, dados de navegação, mídia, telefonia, ajuste do alerta de colisão e estacionamento automático.

Um dos detalhes que mais chamam a atenção no Chevrolet Cruze 2018 é a multimídia MyLink 2 com Android Auto, Car Play, OnStar (que mantém os comandos clássicos no teto), navegador 3D e câmera de ré. Mais intuitivo e de fácil operação, o dispositivo pode ainda ser comandado por voz. O ar-condicionado, que não é dual zone, é outro item que entra na lista de funcionalidades do dispositivo. O OnStar agora tem modo valet, que indica o quanto o manobrista andou com o carro.

O Chevrolet Cruze 2018 tem bancos mais confortáveis e o do condutor tem ajustes elétricos. O porta-luvas tem espaço adequado e há bons porta-copos e objetos no console central e portas. O ar-condicionado automático é muito eficiente. Há também carregamento indutivo para smartphones, além de entradas USB e auxiliar. Os retrovisores possuem rebatimento elétrico, mas não indexado ao travamento das portas. O modelo possui uma vistosa chave eletrônica com comando de partida remota do motor.

A alavanca de transmissão do Chevrolet Cruze 2018 possui o indicativo de acionamento dos freios, a fim de permite a partida do veículo ou sua ativação completa após acionamento remoto do motor, bem como comandos de desligamento de controles de tração e estabilidade, assistente de estacionamento e sensores de estacionamento. No sedã o conforto é muito bom, especialmente na traseira, com espaço para pernas mais generoso. Não há teto solar elétrico e muito menos difusores de ar traseiros. Ainda assim, apresenta apoios de braço central, cintos e apoios de cabeça para todos, assim como luzes de leitura.

Estão ausentes do Chevrolet Cruze 2018 um piloto automático adaptativo e faróis de xênon ou LED. No caso do porta-malas, o sedã perdeu 10 litros, mas ainda tem tamanho adequado, ampliado com a separação do encosto traseiro, aproveitando-se melhor o ambiente.

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Chevrolet Cruze 2018 – novidades

O Chevrolet Cruze 2018 chegou com algumas novidades ao mercado brasileiro. O sedã médio da GM, feito na Argentina, passa a dispor de ajuste de altura os faróis e repetidores de direção nos retrovisores de série em todas as versões. Mas a principal mudança no modelo é o uso do motor 1.4 Ecotec Turbo Flex SIDI agora fabricado no país vizinho.

A GM decidiu produzir o motor localmente para dar “mais competitividade ao veículo com maior flexibilização industrial e maior oferta de peças locais para o Chevrolet Cruze 2018. Para o consumidor, isso se traduz em vantagens no momento da manutenção do carro, que já era uma das mais baratas da categoria”, segundo Dalicio Guiguer, engenheiro-chefe da General Motors América do Sul.

Chevrolet Cruze 2018 – versões

  • Chevrolet Cruze LT 2018
  • Chevrolet Cruze LTZ1 2018
  • Chevrolet Cruze LTZ2 2018

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Chevrolet Cruze 2018 – equipamentos

Chevrolet Cruze 2018 vem de série com rodas de liga leve aro 17 polegadas, ajuste de altura dos faróis, faróis de neblina, Isofix, sistema de som premium, banco traseiro bipartido, retrovisores com repetidores de direção, computador de bordo, assistente de partida em rampa, controles de tração e estabilidade, bancos com revestimento premium, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, multimídia MyLink com Android Auto e Apple CarPlay, OnStar no retrovisor e tela da multimídia, controle de cruzeiro, câmera de ré com sensor de estacionamento traseiro e Start&Stop.

Na LTZ, versão mais completa do Chevrolet Cruze 2018, o sedã apresenta sensor de chuva, sensor crepuscular, GPS integrado ao MyLink, grade e maçanetas cromadas, rodas de liga leve aro 17 polegadas escurecidas, entrada e partida sem uso de chave, partida remota na chave, retrovisores externos com rebatimento elétrico e aquecimento, ambiente interno em dois tons, LEDs diurnos, retrovisor eletrocrômico, sensor de estacionamento dianteiro e airbags laterais e de cortina.

No Chevrolet Cruze 2018, a versão topo de linha tem ainda o pacote mais completo, que adiciona alerta de invasão de faixa com correção da direção elétrica, alerta de colisão frontal com ajuste de distância, alerta de ponto cego, sistema de estacionamento automático, farol alto e baixo automático, carregador wireless para smartphone e assento do motorista com ajustes elétricos. O sedã tem ainda o serviço OnStar Exclusive com mais de 20 serviços de emergência, segurança, navegação, concierge e diagnóstico remoto.

Chevrolet Cruze 2018 – preço

  • Chevrolet Cruze LT 2018 – R$ 92.990
  • Chevrolet Cruze LTZ1 2018 – R$ 104.990
  • Chevrolet Cruze LTZ2 2018 – R$ 114.990

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Chevrolet Cruze 2018 – motor

O Chevrolet Cruze 2018 vem com a geração mais atual do propulsor LE2, que pertence à família SGE (Small Global Engine), que equipa entre outros o Chevrolet Tracker 2018 e o Buick Encore 2018. Essa linha inclui ainda motores de três cilindros, tendo ainda versões 1.0 (Opel), 1.2 e 1.5, sendo esta última a bordo do Chevrolet Equinox 2018, que no Brasil terá somente motor 2.0 Turbo e custará R$ 149.990.

Com diâmetro de 74,0 mm e curso dos pistões de 81,3 mm, o LE2 tem quatro cilindros com bloco, cabeçote e cárter em alumínio, além de duplo comando de válvulas variável com 16 delas, bem como turbocompressor de baixa pressão com intercooler e injeção direta de combustível com tecnologia flex de pré-aquecimento do etanol em partida a frio.

No entanto, não há alterações no propulsor na linha 2018, entregando 150 cv a 5.600 rpm com gasolina e 153 cv a 5.200 rpm com etanol. Os torques são de 24,0 kgfm a 2.100 rpm no derivado de petróleo e 24,5 kgfm a 2.000 rpm no derivado da cana. A transmissão automática tem seis velocidades e mudanças de marchas sequenciais.

Por enquanto, não se sabe se equipará o próximo SUV da General Motors, que será feito em Gravataí-RS. O mais provável é que seja oferecido para o utilitário esportivo, assim como para a picape cabine dupla que a Chevrolet pretende ter para brigar com a Fiat Toro 2018. Ambos serão derivados da próxima geração do Chevrolet Onix 2018.

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Chevrolet Cruze 2018 – desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final

  • Chevrolet Cruze 1.4 Turbo AT6 2018 – 9,0 segundos e 214 km/h

O Chevrolet Cruze 2018 é muito bom em performance e dirigibilidade. Seu motor 1.4 Ecotec Turbo SIDI Flex de 150 cv a gasolina e 153 cv no etanol, ambos a 5.200 rpm, tendo ainda torques de 24,0 kgfm com gasolina e 24,5 kgfm com etanol, ambos a 2.000 rpm, entrega disposição e força em qualquer situação.

Ainda que não tenha opção Sport, o Chevrolet Cruze 2018 apresenta alta performance com uma boa dose de eficiência energética. O propulsor responde muito rapidamente, elevando o giro para além de 6.000 rpm, sempre de forma suave e vigorosa. Rodando a 110 km/h, o ponteiro marca apenas 2.000 rpm, o que é muito bom para o conforto, economia e ruído interno.

No modo Eco, feito para quem quer economizar, o motor funciona de forma mais relaxada, priorizando o consumo reduzido. Basta aliviar o pé do pedal que ele ativa de forma automática. Aceleração e retomadas são muito boas, assim como as ultrapassagens. A GM fala de 0 a 100 km/h em 9 segundos, tendo máxima de 214 km/h. A sensação é dele ter menos potência e torque, mas isso é devido ao fato do foco estar na eficiência energética e não na performance, que é apenas o resultado de um motor turbo com injeção direta.

O Chevrolet Cruze 2018 vem com câmbio GF6 de seis marchas atualizado, cujas alterações resultaram em trocas mais suaves e respostas muito rápidas, comportando-se melhor com o propulsor. Com isso ele consegue fazer 11,2 km/litro no etanol e 14,0 km/litro na gasolina quando na estrada. Em ciclo urbano, o sedã médio da General Motors faz 7,6 km/litro no etanol e 9,6 km/litro na gasolina. De modo geral o resultado não é ruim, apesar de alguns concorrentes com a mesma tecnologia fazerem melhor. Ter a tecnologia Flex sem dúvida influencia negativamente nisso.

Tudo isso ainda ajudado pelo Star&Stop, que é o desligamento automático do motor no ciclo urbano, quando o carro para e permanece engatado. Ao soltar o freio, o sistema automaticamente religa o propulsor, entrando rápido e sem permitir engasgos do motor. Uma faixa no velocímetro indica seu funcionamento. O religamento é suave e silencioso.

O nível de ruído interno muito bom no Chevrolet Cruze 2018, especialmente em marcha-lenta, quando mal se percebe o funcionamento do propulsor. Com motor e câmbio adequados, o sedã chama  mesmo atenção é pela dirigibilidade. O modelo ficou mais na mão e vem com direção elétrica ativa, garantindo mudanças rápidas de trajetória e maior controle dinâmico sobre o carro. Com isso, o prazer ao dirigir é ampliado de forma considerável.

O volante também tem boa pegada, assim como a posição de dirigir é excelente. O sistema de alerta de invasão de faixa não só ativa alertas sonoros e visuais, mas age diretamente na direção elétrica, puxando o carro de volta para dentro de sua faixa de rolamento. Ainda assim é preciso cautela, pois o sistema repetidamente avisará após breve períodos, que o motorista precisa estar com as mãos no volante, caso não faça isso.

O Chevrolet Cruze 2018 tem um conjunto de suspensão que ajuda muito na boa dirigibilidade, apesar do eixo de torção na traseira. Ele garante filtragem adequada das imperfeições do piso e equilíbrio em curvas, mesclando bem conforto e estabilidade, tendo ainda agilidade em desvios rápidos de trajetória. Há muita eficiência nos controles de tração e estabilidade, bem como na atuação dos freios.

Quando se roda na cidade, uma preocupação que recai sobre todo o motorista é saber se conseguirá uma vaga e depois se será possível estacionar de forma segura. Então, o Chevrolet Cruze 2018 vem com o sistema automático de estacionamento, que mede a distância entre dois carros parados e faz todo o serviço para o motorista, que apenas controla no freio e obedece os comandos no display do cluster. Tanto vagas paralelas quanto perpendiculares são acessadas de forma simples e segura.

Chevrolet Cruze 2018 – consumo

Cidade 

  • Chevrolet Cruze 1.4 Turbo AT6 2018 – 7,6 km/litro no etanol e 9,6 km/litro na gasolina

Estrada

  • Chevrolet Cruze 1.4 Turbo AT6 2018 – 11,2 km/litro no etanol e 14,0 km/litro na gasolina

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Chevrolet Cruze 2018 – manutenção e revisão

R$ 3.848

Revisão

Custo

Quilometragem

Preços 1.4 Turbo

10.000 km

R$ 640

20.000 km

R$ 780

30.000 km

R$ 388

40.000 km

R$ 636

50.000 km

R$ 388

60.000 km

R$ 1.036

Chevrolet Cruze 2018 – ficha técnica

Motor

1.4 Turbo

Tipo

Dianteiro transversal, Turbo, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1399

Válvulas

16

Taxa de compressão

10:1

Injeção eletrônica de combustível

Direta

Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 150 cv @ 5200 rpm / Etanol: 153 cv @ 5200 rpm

Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 24,0 kgfm @ 2000 rpm / Etanol: 24,5 kgfm @ 2000 rpm

Transmissão

Tipo

Automática 6 marchas

Freios

Tipo

Disco ventilado / Disco

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

McPherson, independente com barra estabilizadora

Traseira

Eixo de torção

Rodas e Pneus

Rodas

Liga Leve aro 17 polegadas

Pneus

215/50 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4665

Largura sem retrovisores (mm)

1807

Altura (mm)

1484

Distância entre os eixos (mm)

2700

Capacidades

Porta-malas (litros)

440

Tanque (litros)

52

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

ND

Peso em ordem de marcha (kg)

1321

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

ND

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Chevrolet Cruze 2018 – fotos

 

 

5.0

  • Rodrigo

    Modelo de entrada já estava em oferta, por 86.990 no site da GM. “Mudam” o modelo só pra justificar aumento de preço.

    • Edson Fernandes

      É sacanagem mesmo. Mas finalmente repetidor de seta! Agora falta ar dual zone, saidas de ar para os bancos traseiros, farois de xenon ou led…. falta pouco para a chevrolet fazer o conta a gotas…

      • Eduardo

        Jetta agradece!!

        • Exato, coisas que o Jetta já tem faz anos.

          • José Antonio Dos Santos Barbos

            Como também não tem certamente, um monte de outros atributos interessantes do Cruze.

            • Sim, porém o Jetta é um projeto mais antigo. O mais natural é que os carros mais novos venham melhorando, e não perdendo itens para ganhar outros.

              • Luciano RC

                Tudo vai do que o mercado absorve. Ainda acho que o Xenon não é algo que o mercado exija. Poucas pessoas conhecem a melhora que ele traz.

                Porém temos que reconhecer que muitas tecnologias não são necessárias, se a atual é bem dimensionada. Alguns faróis com lampadas normais são melhores que xenon, isso por que foram bem dimensionados.

            • Tipo?

      • José Antonio Dos Santos Barbos

        Ar dual zone é uma coisa muito cara e raramente utilizada. Não acho que valha o natural aumento de preço. Já os demais itens, realmente são um caso a se pensar.

        • Rony Costa

          Como assim raramente utilizada. Minha esposa simplesmente anda comigo quase o tempo todo e ela adora eu estar num frio glacial do meu lado e do lado dela em 23º.

          • silvio silva

            sõ mostrou como é rara.

        • Edson Fernandes

          Ow loko, como não? Eu uso MUITO. Minha mulher é super friorenta e eu calorento. Isso funciona muito!

          • Fabrício Sanches

            Se tem um trem que mulher é, é friorenta, não conheço uma que não seja.

            PS: estou falando de mulheres, não de piriguetes.

            • Edson Fernandes

              Sem duvidas…rs

              Mas é um recurso que qdo vc tem, não dá mais vontade de deixar de ter pela praticidade.

            • Ernesto

              KKKKKKK!!!! Piriguetes realmente não sentem frio!

            • Luciano RC

              Trabalha comigo uma calorenta. KKKKK

          • Luciano RC

            Acontece o mesmo comigo Edson. Um ar dualzone faz muita falta pra mim atualmente.

            • Edson Fernandes

              No meu caso que tive que alugar um Sandero, ela fechou as saidas de ar, mas na pratica isso é ruim: Porque qdo se fecha, deixa a concentração do ar mais forte pra mim e aí fica ruim tbm.

              Ok, dá para deixar misturado com o ar quente, mas é sempre ruim. Por isso penso num 208 com esse recurso para ter um carro compacto.

              • Luciano RC

                Sim… hoje eu penso em alguns recursos que são necessários. O ar dualzone é perfeito por causa disso.

      • Ernesto

        Entendi errado ou a versão LT tem só airbag duplo?
        Pois no texto diz que a versão LTZ agrega airbags laterias e de cortina, logo a LT só tem os obrigatórios?

        • GPE

          LT tem 4 airbags. Foi erro da matéria

          • Ernesto

            Valeu!

        • Edson Fernandes

          A Lt tem 4 air bags. Sendo os frontais e o lateral que sai dos bancos. As versões LTZ tem 6 air bags, sendo frontais, lateral e os de cortina (que protegem a cabeça dos ocupantes do carro).

          • Ernesto

            Obrigado Edson. Podiam editar a matéria, pois ela continua com a errônea informação de que a LTZ acrescenta os airbags laterias e de cortina.

            • Edson Fernandes

              Eu vou apontar ao Eber.

      • Luciano RC

        Mas ainda assim é mais negocio que o Corola e Civic. Um problema grave é não poder desligar o Start/Stop.

        • Edson Fernandes

          Ao que parece é possível “enganar” a central que comanda o start-stop: Não é facil porém é possível deixar o sistema entender como se a bateria estivesse sempre precisando de uma carga maior que o normal. Assim impede o uso do recurso.

          E pensar que o Cruze 1.4T é economico, nem precisa de um item que não é possivel desligar através de um botão.

          • Luciano RC

            O recurso é bom, mas num dia de calor o carro pode perder o conforto térmico quando desliga o ar condicionado. Já ouvi relatos que o carro esquenta.

            • Edson Fernandes

              Eu imagino. Eu parado, iria colocar em neutro e acelerar para ele manter o carro ligado.

              • Luciano RC

                Isso seria um saco hein… kkkk. Eu odeio modo sequencial… prefiro deixar em D e pronto. KKKKK

                • Edson Fernandes

                  Eu curto modo sequencial em algumas situações…rs

                  Como por vezes eu estou em uma situação onde há um acumulo de carros a minha frente e por vezes preciso de freio motor ou de motor cheio, gosto de por vezes precisar manter o giro um pouco mais alto. Como eu disse, são usos esporadicos.

                  Pois na maior parte do tempo é uso em Drive mesmo. Digo isso pois caso deixe em D nessas situações que seriam de risco, o giro do motor cai para baixo de 2000rpm…rs

                  • Luciano RC

                    No caso da Citroen, ela ama fazer reduções. O cambio do Picasso reduz mais do que o necessário. Minha mulher fica louca, fala que o motor está sempre cheio.

                    Eu só uso o modo sequencial em Serras, por que as 4 marchas gostam de se confundir.

                    • Edson Fernandes

                      Hehehe conheço bem isso.

                      No Xsara, sempre acima de 80km/h para andar em quarta marcha e ainda assim, acelerou 30% do pedal ele já reduzia. E o irritante era saber que tinha motor para manter a quarta marcha.

                      No caso do Fluence em determinadas rotações, o cambio gosta de aumentar o giro sem encessidade. E é aí que eu uso o sequencial. Vou dar o exemplo de hoje: Saí de um posto na rodovia Castelo branco para ganhar velocidade.

                      Como queria chegar aos 120km/h, se eu acelerasse mais forte em D, ele iria subir para 3000 a 4000rpm para atingir os 120km/h. O que eu fiz? Sai do posto em D, na estrada por volta de uns 70km/h joguei para o sequencial (em quinta marcha) e acelerei até 100km/h e depois passei para a sexta e atingi os 120km/h. Em ambas as marchas o limite de giros foi pro volta de 2600rpm.

                      Então em situações assim para evitar o aumento desnecessário eu uso mesmo. Outra situação para quando em Drive o freio-motor (automatico no fluence) não é suficiente (ele aumenta até 3000rpm sozinho, além disso só no sequencial), eu uso o sequencial.

      • Alexandre

        GM vacila demais. Há alguns anos meu pai foi comprar um Cruze (não desse modelo, o anterior na verdade). E eu questionei: Porque não há repetidores no retrovisor? Dai o vendedor me responde: Se você bater o retrovisor vai quebrar o repetidor… Eu quase chorei quando ouvi uma resposta dessa. kkkkk! A resposta que ele deu é a mesma que: se você passar num prego vai furar o pneu!

        • Edson Fernandes

          E pensar que meu carro tem rebatimento automatico…rs

  • Lucas086

    Só para dizer que mudou algo… faltou led na traseira, teto solar no sedan, faróis em led pelo menos no ltz…

    • A Chevrolet nunca gostou de colocar teto solar em seus sedãs.

      • lheu

        Como não? Vectra A, B e C tinham, Omega tb. Só o CruzeS que não.

        • O Astra sedã nunca teve. Depois, o último modelo do Vectra, apenas no início (depois tiraram), tinha apenas na versão Elite (top), e o Cruze nunca teve. Malibu também creio que não tinha.

          • vitimsl

            Olá! Sim, existe Astra sedan com teto Solar.

            • Só se for antes do facelift de 2003.

          • lheu

            O Astra Sedã teve sim

            • Depois do facelift de 2003 não teve mais não.

          • Filipe Augustus

            Eu quase comprei um Astra sedan Elite 2006 com teto solar e airbag lateral, eles são raros, mas existem! Porem o carro era da diretoria da GM, pode ser que tenha sido feito exclusivamente! Na época era 2014 e o carro estava com 27 mil km rodados, tinha todas as saias e o aerofólio do GSI, só não comprei, porque tinha uma senhora na frente e foi aprovada a ficha dela! Ai acabei comprando um Corolla Fielder!

            • Será que não era colado fora da concessionária? Eu nunca vi um com teto. E me lembro bem disso, pois na época eu comprei um 2005, 0km, só que hatch. Lembro que pesquisei muito, porque queria um carro com teto e o Astra não oferecia em nenhuma versão (já não existia mais a versão GSi e depois de 1 ou 2 anos veio aquela versão SS – essa sim tinha teto solar, mas também era só hatch). Acabei comprando o Astra mesmo não tendo nenhuma versão com teto solar.

              • Filipe Augustus

                Então, era original do carro, como ele era da diretoria da GM com todos os opcionais, pode ser que tenha sido feito especialmente para algum diretor, porque o carro estava passando das mãos da GM com 27 mil rodados, pra mim, no caso a senhora que ficou com ele!!!!

          • Luciano RC

            Foi opcional para o Vectra Elite. E vendeu pouco.

            Ela sabe que os modelos Sedan são mais focados para blindagem… então nem coloca. Tem mais Vectra Blindado do que com Teto Solar.

      • Lucas086

        O vectra tinha e o Gt não, o astra tinha os 2.

        • Vectra sedã só tinha na versão elite, enquanto manteve a motorização 2.4.

          • Lucas086

            Nada, meu pai teve um Elite 2.0 prata e depois um collection

            • Luciano RC

              Sim… todo Elite e Collection teve Teto Solar… era opcional, mas tinha. Era um pacote… o Teto e o banco elétrico.

  • V12 for life

    A GM decidiu produzir o motor localmente para dar mais competitividade ao veículo

    Resumindo, baixaram o custo de produção para lucrar mais.

    • Celeritate

      Acredito que também não mudará para o 1.5 com 9 marchas como indicam alguns rumores no mercado americano

      • Edson Fernandes

        Até porque não é o mesmo motor. E outra, numa necessidade de manutenção, o cambio de 9 marchas deve exigir mais custo (ou na troca do oleo do cambio).

        • Luciano RC

          O motor pode continuar o 1.4 que está ótimo. Agora o AT9 ficaria perfeito. O carro iria render bem mais e ainda teria um marketing danado para melhorar as vendas.

    • Rodrigo Pasini

      E tu já viu alguma fabricante seja de o que for mudar a produção para reduzir custos e essa redução se refletir no valor de venda? Eu nunca vi, a redução de custo é só para diminuir o custo de produção e aumentar o lucro.

      • José Antonio Dos Santos Barbos

        Diretamente, não reduz preços, mas evita aumentos e repasses. Você ficaria impressionado em ver quanto custaria um Fiat Oggi com a atualização monetária. Se bobear, mais caro que o Cruze.

    • Zé Mundico

      Claro, diminuir custo não implica necessariamente em baixar preço mas sim em aumentar lucro.

      • Luciano RC

        Com produção nacional, vamos ter uma melhor oferta de peças de reposição e manutenção dos preços caso tenhamos uma alteração cambial. Sempre é bom.

        Acredito também que terá aumento da capacidade da fábrica e melhora de empregos. Sempre é bem vinda.

  • oloko

    O cruze LT não vem com 4 air bags? E alguem que seja dono ou que já testou o sistema de som do cruze, sabe me dizer se é de qualidade?

    • Supernescau

      Posso falar do som do LTZ (não sei se é o mesmo): o som padrão de fábrica é ótimo, muito acima da média do segmento. Eu tinha um Lounge e mesmo com upgrade ainda era pior que o default do Cruze.

      • afonso200

        mas o LTZ+ tem o som JBL com subwoofer

        • Supernescau

          Não, é opcional até no LTZ2 (ou LTZ+). Custa entre R$ 1800 e R$ 2900, dependendo da concessionária.

          • Edson Fernandes

            Mas é um acessório de concessionaria?

            • Supernescau

              Sim, original Chevrolet exclusivo para o Cruze.

    • Rodrigo Santos

      A versão LT vendida no Brasil sempre veio equipada com 4 air bags desde a primeira geração. Talvez, na Argentina tenha somente os frontais, não sei.

      • Ernesto

        Eu também fiquei na mesma dúvida que o oloko, já que na matéria diz que o LTZ agrega airbags laterais e de cortina, logo o LT teria só airbag duplo.

        • GPE

          4 airbags na LT.

    • GPE

      4 airbags na LT

  • G.Alonso

    Que bom que um item barato desses (repetidor de seta) agora é de série, além de ser importante, era um absurdo não ter num veículo de 100 mil.

    • Luciano RC

      Muito necessário para a segurança. Principalmente em rodovias, vias de maior velocidade. Em SP é algo extremamente necessário, principalmente com esse bando de motos nos corredores.

  • Marcos

    Só um adendo.. “derivado de cana” não é o correto, etanol é feito de milho e mandioca também por exemplo..

    abraços

    • José Antonio Dos Santos Barbos

      Beterraba e outros itens também. Álcool é, basicamente, um processamento químico (não sei se fermentação) de açúcar. Logo, de tudo que se tira açúcar, pelo menos nas vertentes vegetais, dá para tirar álcool.

      • Luciano RC

        Exatamente… obrigado pela explicação.

  • Jonatas

    Falta o LED diurno na versão LT

  • REDDINGTON

    Falta um teto solar nesse carro viu…

    • Luciano RC

      Não faço questão alguma pelo item… prefiro sem.

  • Hugosw

    Pagar 90mil em um sedã médio não tem nenhuma explicação lógica para quem compra. Os valor dos carros no Brasil são uma vergonha para um país onde o salário mínimo não chega a nem mil reais.
    Já passou da hora de se sumir deste país.

    • Luciano RC

      O buraco é muito mais embaixo amigo… quando se olha os problemas que a população enfrenta, pagar 90 mil num carro é até leve.

  • Júnior Nascimento

    Faltaram as, necessárias, borboletas.

    • silvio silva

      pra usar 2 ou 3 vezes e esquecer. tenho um civic com esse recurso e conto nas mãos as vezes que usei.

      • Ernesto

        Tenho Corolla e acho que usei umas 2 vezes. É aquele negócio: é legal ter, mas usar mesmo, dificilmente você usa.

      • GPE

        Uso todos os dias (mesmo em D) p reduzir marcha ou adiantar qnd o carro segura um pouco mais do q eu quero. Na estrada uso 100% do tempo

        • Luciano RC

          Você é 1 em 1 milhão… é algo que a grande maioria não usa. Infelizmente!

  • Leandro Chiaretto

    Carro de 100mil e a suspensão TRASEIRA continua a mesma da de um carro de 30mil :)

    • leomix leo

      Corolla é assim TB e custa R$ 118k.

      • Leandro Chiaretto

        Sim… nessa faixa ainda fico com o CIVIC e sua suspensão Independente, multi-braço

        • REDDINGTON

          Também vou de Civic…Quem já teve entende por que…

        • José Antonio Dos Santos Barbos

          Multibraço rouba espaço do porta-malas e não significa, necessariamente, um melhor ajuste. Tem que parar com esta mania de achar que um determinado item é “infinitamente” melhor que outro e pensar até mesmo nos públicos alvo. Para mim, apenas a título de exemplo, fica claro que o Corolla é um extremo de faixa etária, o Civic outro.

          • Rony Costa

            Não sei se melhora ou piora, mas no caso do Civic/Cruze basta ver o Barichello dando 0,5 segundo a menos que o Cruze 1.4t no rápida com o Civic Sport e seu 2.0 aspirado. O projeto aerodinamico e suspensão do Civic compensa e muito ter motor aspirado ao turbo. E andou 1 segundo acima do Peugeot e seu motor turbo de BMW.
            No caso do Touring e seu motor turbo ele simplesmente andou em 1:10 baixo andando a apenas 0.5 segundo do Jetta e seu motor 2.0 de mais de 200 cavalos.
            Nesse caso o projeto aerodinamico e suspensão do Civic compensam seu motor menor.

            • Fábio

              Vc está comparando os tempos de corrida de um carro turbo automático com um aspirado manual e destaca a suspensão? não vejo lógica alguma em sua comparação. Eu espero que o desempenho de um piloto de corrida seja melhor no carro manual do que no automático. Se fosse um motorista comum (tipo eu) o desempenho do automatico seria melhor. Tudo sem que a suspensão ser algo determinante.

              • Rony Costa

                Então como o Civic ainda assim ficou bem na frente do Peugeot e do Citroen e seus motores turbo com 20cv a mais? cambio manual nao dá isso tudo de diferença nao parça

                • Fábio

                  Comparando um mesmo carro com versões de cambio automático e cambio manual eu não tenho dúvidas que no racha o de cambio manual leva vantagem.

                  Agora vc está comparando carros muito diferentes, em tudo. E depois justifica que é o cambio que fez a diferença. Carro é conjunto, tudo faz diferença. Compare o mesmo carro (modelo, ano, motor) om cambio manual e automático aí sim vai dar para vc separar qual o cambio tem melhor performance.

                • Luciano RC

                  É um conjunto de fatores. Suspensão, freios, direção, resposta do motor, do cambio e da embreagem.

            • GPE

              Amigo, sua comparação nao serve. Só o fato de ser manual já faria o Civic ganhar. Ambos tem quase a mesma potência 155/150civic e 153/150 cruze, com o cruze ganhando no torque.

              Porém, o Civic é 50kg mais leve e tem, naturalmente, acerto mais rígido de suspensão.
              Entao nao foi a multilink q fez a diferença desses 0,5.
              Nao sei se ja fizeram o teste com o 2.0 cvt. Se sim, vc vai ver q ele vai empatar ou perder p cruze por causa do câmbio.

              Sobre a comparação com o jetta 2.0 tsi, a diferença foi normal. Nada mt acima nem mt abaixo do esperado.

              O jetta pesa coisa de 1400kg ou mais enquanto o civic turbo fica na faixa de 1300.
              Ambos tem suspensao independente.

              Qnt aos citroen e Peugeot, sao carros que pesam 1500kg ou mais e tem cerca de 170cv. A suspensao de ambos é voltada para o conforto. O câmbio deles nao é dos mais rápidos

            • Luciano RC

              Nem só isso amigo, o cambio do Civic e o tempo de resposta do motor influenciou muito. O Cruze tem um cambio mais lento, voltado a conforto e economia. Melhorou muito nessa atualização, por que o anterior era mais lento ainda.

          • Dafomg

            É muito superior sim, porque aumenta consideravelmente a estabilidade em manobras de emergência e em curvas, que consequentemente, melhora muito o consumo de combustível uma vez que não é preciso desacelerar e frear o tempo todo. Multilink é outro nível de suspensão.

            • José Barbosa

              Para as velocidades do Brasil, não.

              • Dafomg

                Para as velocidades do Brasil, sim, comprovado em rodovias sinuosas.

            • Fábio

              A suspensão melhora o consumo de combustível? Putz, parece propaganda daqueles chás que vende nos mercados… bom para pedra nos rins, queda de cabelo, potencia sexual…. tudo nada a ver com nada.

              Uma suspensão multilink é melhor, sem dúvidas. Mas isso para situações extremas. Tipo, andar a 200 km/h. Situação em que muito poucos motoristas passam. É um diferencial, mas nada assim assustador de ser eixo de torção. Que aliás, tem uma participação muito superior em nosso mercado.

              • Dafomg

                Com relação ao consumo, tá muito bem explicado acima. Se vc não entendeu, leia quantas vezes for preciso; sua comparação com propaganda não tem nexo nenhum.
                Eixo de torção é muito mais usado porque brasileiro aceita qualquer porcaria. Agora, dizer que multilink só faz diferença a 200km/h? Tem experiências que só a vivência traz.

                • Fábio

                  Vc acha que eu não entendi. Então serei mais claro para vc que “entende”. Pegue lista dos 15 carros mais vendidos no Brasil e veja quais são multilink e quais não são. Depois vai na listagem do INMETRO e veja os 20 carros mais econômicos do Brasil. Mistura cambio manual e automático para vc ver. Posta aqui o resultado. Se tiver coragem.

                  Vai ver que o fato de ser multilink não tem relação alguma com economia de combustível. Entendeu ou eu vou ter que desenhar, criar um vídeo animado. Comprador de chá na feirinha.

                • Ernesto

                  Você sabe qual a suspensão traseira da versão esportiva do Megane?

        • Luciano RC

          Que num uso diário, não muda absolutamente nada. Por isso a VW tirou. Só quem usa o carro de forma mais agressiva consegue sentir a melhora na estabilidade.

    • Realista.com

      Mas se for criticar, o Civic Touring de 130 mil tem um acabamento porco nas soldas pior de que carro de 30 mil.
      Soldas a mostra,escorrida, uma coisa horrível.
      E outra, as pessoas falam que carro com material macio tem tendência a ter menos barulho interno com o tempo.
      Entre no Clube do Civic e veja o tanto de reclamações desse Civic 2017 com relação ao barulho interno.
      Tem muita gente arrependida de ter comprado o carro.
      Não me admira o carro ter caído tantos nas vendas e ser ultrapassado pelo Cruze.

    • Luciano RC

      Não existe nenhum problema a suspensão ser simples. Na vdd, pode ser até melhor. Sendo bem acertada, ela funciona tão bem. Com a vantagem de ser mais barata para qualquer manutenção.

  • Marcio Mendes

    Ainda falta muita coisa para esse carro valer o que pedem por ele. Não é só a setinha no retrovisor que vai resolver. Teto solar, ar dual zone, leds ao invés de lâmpadas, saida de ar no banco traseiro, paddle shifts no volante, só para começar….

    • Eduardo

      Jetta agradece!

      • Rony Costa

        O mal do Jetta é seu seguro impagável e projeto antigo. Com certeza é o melhor custo beneficio da categoria

        • Luciano RC

          O Jetta não apaixona… é estranho. A versão Turbo é sensacional, mas não é um carro de falar Uau. É um carro muito bom, mas ainda falta a paixão que outros modelos causam.

  • Jefferson Ferreira

    Pra mim comparado com o corolla o cruze é mais carro. oferece muito mais por menos que o corolla cobra. O C4 também, acredito que pra quem vai migrar pro segmento de sedan médios são os melhores na categoria

  • Vinicius Lima Santos

    GM, em todas as suas linhas, só oferece itens e acabamento low-end.
    Só o preço que não é

    • José Antonio Dos Santos Barbos

      Assistente de faixa é low-end? Motor Turbo 1.4 em todas as versões?
      kkkk

      • Realista.com

        Enquanto o pessoal dos fóruns é só mimimi, o Cruze já está em segundo lugar no ranking de vendas e já ultrapassou o Civic.
        Reclamam do acabamento cinza, da roda cinza,………….

        • Luciano RC

          Só não colou no Corola por que a Chevrolet não tem um departamento de marketing que preste… cade propagandas que fale dos diferenciais do carro? Falar do motor e dos itens mais tecnológicos. Falta isso na Chevrolet.

  • José Antonio Dos Santos Barbos

    O Cruze Sedan é um carro engraçado: acho ele feio nas fotos, mas lindo ao vivo. Já o Hatch é bonito nas fotos e maravilhoso ao vivo.

    • Luciano RC

      Eu acho ele muito Coreano… sei lá. Eu teria pelo custo/beneficio frente a concorrência. Agora por desejo, não compraria.

  • Luis Burro

    Do jeito q as montadoras gostam de lucrar,duvido muito q os preços menores nas peças cheguem ao consumidor!

    • Luciano RC

      Chega na facilidade de reposição. Agora no carro usado não espere redução e sim aumentos.

  • Luis Burro

    Tirando o custo beneficio ele compensa em relação aos concorrentes?

    • Luciano RC

      Compensa… hoje é o modelo que mais entrega em itens. Está bem a frente do Corola e Civic em itens. Pena que ainda tem muita coisa pra melhorar.

      • Luis Burro

        Oq por exemplo?

        • Luciano RC

          Ele tem o corretor de faixa, o farol alto automático, etc.

          • Luis Burro

            Estava me referindo ao “melhorar ainda”.

  • Marco

    Repetidores de direção nos retrovisores de série em todas as versões…. Até que enfim né dona GM. DEMOROU !!!

  • Don Ramón

    Plástico de Celta no painel?!

  • FocusMan

    A partir e 91 mil… deprimente

  • Filipe Augustus

    Aquele couro marrom que tem na S-10 e na Trail cairia bem nesse interior!!!!!!!

    • Luciano RC

      Concordo.

  • Jeremias Flores

    gosto muito desta versão LT, me agrada mais o acabamento interno em preto e a moldura dos vidros tambem em preto. só falta os leds da LTZ.

    aproposito, na outra geração do CRUZE eu tambem preferia a LT, as rodas da LTZ não casavam com o carro

    • Luciano RC

      Concordo com as rodas… A LT era melhor no anterior. Esse eu compraria o LTZ2 por causa dos itens que vem.

  • hinotory O

    Sem controle manual do start/stop? Que decepção…

  • Renato

    No modelo 2018 ele ganhou os retrovisores com as setas integradas e a regulagem de altura dos fárois na versão LT, mas perdeu a função de aquecimento dos retrovisores externos (presentes na Versão LT 2017) e perdeu o porta revista na parte traseira do banco do motorista, em todas as versões (LT e LTZ).

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