Citroen Hatches História

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)
Citroën C4 Hatch

A família C4 da Citroën foi e ainda é uma das mais importantes na linha da marca não só no mercado brasileiro, como no restante do mundo. A gama é representada atualmente pelo crossover compacto C4 Cactus, pelo sedã médio C4 Lounge e pelas minivans C4 Picasso e Grand C4 Picasso. Porém, a antiga geração envolveu diversos outros modelos, como o Citroën C4 Hatch.

O C4 Hatch foi o segundo lançamento da família Citroën C4 em nosso mercado. Ele chegou cerca de dois anos após o C4 Pallas, um sedã de porte médio que cativou logo de cara pelo porte avantajado, o interior bastante moderno e espaços e também a lista farta de equipamentos de série (sobretudo nas versões mais caras da gama). Este modelo foi substituído em 2013 pelo C4 Lounge, que é vendido até hoje.


Tudo começou em meados de setembro de 2004, quando a Citroën mostrou ao mundo o inédito C4 Hatch no Salão do Automóvel de Paris, na França. O carro seguia boa parte das linhas do sedã e também do C4 VTR, um cupê de duas portas que inclusive foi o responsável por estrear a linha C4 em nosso mercado.

Entretanto, o carro demorou longos cinco anos para começar a ser vendido no Brasil. Ainda assim, ele chegou com visual ousado, bom nível de acabamentos e uma certa modernidade, sobretudo quando comparado com parte da concorrência.

Quer saber toda a trajetória do Citroën C4 Hatch? Confira abaixo os principais detalhes:


Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

Citroën C4 Hatch na Europa

Como citado nos parágrafos acima, tudo começou em meados de 2004. Em março daquele ano, a Citroën apresentou aos consumidores o C4 WRC Concept, um protótipo em forma de cupê preparado para competições.

Todavia, ele já antecipava boa parte das formas do novo C4 de produção. A versão final do carro foi, enfim, apresentada em setembro, durante o Salão de Paris de 2004.

Não dá para negar que o visual do Citroën C4 era um dos principais chamarizes do hatch médio. Pode-se falar ainda que o carro tem um design um tanto quanto atual para os padrões de hoje em dia. A dianteira da carroceria é a mesma entre os modelos hatch, cupê VTR e sedã Pallas.

Na parte frontal, o C4 exibe faróis com formato tipo bumerangue, com um prolongamento que invade a parte superior do capô (este com um vinco marcante no centro). E por falar na parte central, lá há a característica grade com dois filetes cromados e o logotipo de duplo chevrón da marca francesa. O para-choque tem uma ampla tomada de ar na parte inferior e uma outra grade logo acima.

Visto de lateral, se sobressai o teto em formato de arco, com as janelas das portas e colunas acompanhando o mesmo desenho. A lataria, por sua vez, não abusa dos vincos e apresenta um visual mais “clean”. Por conta dessas formas mais suaves, o carro tem um coeficiente aerodinâmico de apenas 0,29.

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

Já a traseira também exibe um formato mais abaulado e as lanternas seguem a mesma ideia dos faróis. Neste caso, as lanternas ocupam uma posição vertical na extremidade traseira. O suporte de placa fica situado no para-choque, deixando a tampa do porta-malas mais limpa.

Porém, o Citroën C4 Hatch se diferenciava mesmo pelo interior. O destaque do carro é o painel, com o cluster de instrumentos na posição central e boa parte das informações reunidas num display digital de iluminação alaranjada.

O volante tem o cubo central fixo, este com os comandos do sistema multimidia também fixos.

Vale ressaltar que o Citroën C4 Hatch chegou a ganhar uma segunda geração lá fora, lançada no ano de 2010. Este modelo foi praticamente a versão dois-volumes do C4 Lounge vendido por aqui. Em comparação com o antigo, ele ganhou em espaço interno, refinamento e recursos tecnológicos. Além disso, adotou um visual mais atual.

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

Citroën C4 Hatch ao Brasil

Depois de muita espera, os consumidores brasileiros puderam ter o primeiro contato com o novo Citroën C4 Hatch durante o Salão do Automóvel de São Paulo em 2008. Na ocasião, a marca francesa apresentou não só o novo hatch médio, como também a inédita minivan C4 Picasso em sua configuração de cinco lugares.

As vendas do novo C4 Hatch tiveram início cinco meses depois, mais precisamente na primeira quinzena de março de 2009. O novo membro da família Citroën C4 chegou para competir diretamente com modelos como Fiat Stilo, Nissan Tiida, Volkswagen Golf, Ford Focus Hatch, Peugeot 307 e Chevrolet Vectra GT.

Produzido na Argentina, ele chegou importado em duas versões de acabamento: a GLX, de entrada, e a Exclusive, topo de linha. Ambas foram ofertadas com o motor 1.6 16V Flex ou 2.0 16V Flex, este último com a opção de transmissão automática sequencial de quatro marchas.

No momento do lançamento, a marca francesa disse que a aposta do carro era um público mais jovem. Para se destacar, ele oferecia diversos recursos como sistema de som com conexão Bluetooth para celulares, o já citado volante com comandos centrais fixos, ar-condicionado automático digital de duas zonas, faróis de xênon direcionais de dupla função, entre outros.

Além disso, o visual mais arrojado contribuiu para atingir esta parcela do público.

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

O carro mede 4,26 metros de comprimento (50 centímetros a menos que o sedã C4 Pallas), 1,77 m de largura e 1,46 m de altura, com distância entre-eixos de 2,61 m. O porta-malas tem capacidade para 320 litros (ou 260 l a menos que o Pallas), enquanto o tanque de combustível comporta até 60 litros.

O C4 Hatch foi anunciado com bons equipamentos de série desde a sua versão mais básica. O modelo GLX saía de fábrica com ar-condicionado, direção eletro-hidráulica, travas e retrovisores elétricos, airbags frontais, freio a disco nas quatro rodas com sistema antitravamento (ABS) e auxilio de frenagem de emergência (AFU), volante multifuncional, sistema de som com CD player e MP3 player, computador de bordo multifunções, porta-luvas refrigerado e com iluminação, faróis com regulagem elétrica, entre outros.

Ele conta também com ventilação traseira com regulagem, vidros dianteiros e traseiros elétricos com sistema “um toque” e antiesmagamento, banco traseiro bipartido, banco do motorista com regulagem de altura e lombar, sistema Isofix para fixação de cadeirinhas infantis no banco traseiro, chave com dispositivo antifurto, rodas de liga-leve de 16 polegadas com pneus 205/55 R16, entre outros.

Já o C4 Hatch Exclusive, o mais caro da gama, contava também com conexão Bluetooth com comandos no volante, retrovisor interno eletrocrômico, ar-condicionado automático digital de duas zonas, bancos com revestimento em couro, sensor de estacionamento traseiro, airbags laterais e de cortina, faróis com acendimento automático, limpadores de para-brisa com acionamento automático e sensor de velocidade, faróis de neblina, soleiras metálicas nas portas dianteiras, detalhes cromados no painel, volante e alavanca de câmbio em couro, ponteira de escape cromada, entre outros.

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

Como opcional, a marca oferecia o Pack Tecnologique por R$ 5,8 mil a mais, com direito a banco do motorista com quatro estágios de regulagem elétrica, alarme, sensor de estacionamento dianteiro, retrovisores externos com rebatimento elétrico, alarme, faróis xênon direcionais com duas funções, controle eletrônico de estabilidade e controle de tração.

Preços do Citroën C4 Hatch no seu lançamento:

  • Citroën C4 Hatch GLX 1.6: R$ 53.800
  • Citroën C4 Hatch GLX 2.0: R$ 56.300
  • Citroën C4 Hatch GLX 2.0 AT: R$ 60.800
  • Citroën C4 Hatch Exclusive 2.0: R$ 64.300
  • Citroën C4 Hatch Exclusive 2.0 AT: R$ 68.800

Todavia, de início, a marca não comercializou o carro na cor branca, que era a única opção de pintura sólida disponível na linha do modelo. Sendo assim, todos esses valores sofreram um acréscimo de R$ 800 para a pintura metálica.

Na motorização, as versões mais em conta contam com um motor 1.6 16V Flex de quatro cilindros, capaz de desenvolver 110 cavalos de potência com gasolina e 113 cv com etanol. Ambos estão disponíveis a 5.00 giros. O torque é de 14,5 e 15,8 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm. Ele está associado a um câmbio manual de cinco marchas.

De acordo com dados da Citroën, o desempenho do C4 Hatch 1.6 manual não é um dos mais empolgantes. Ele consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 12,8 segundos e atinge velocidade máxima de 180 km/h.

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

Já a respeito do consumo, ele registra 6,8 km/l na cidade e 10 km/l na estrada com etanol e 8,8 e 13 km/l, respectivamente, com gasolina.

No caso das versões mais caras, há o 2.0 16V Flex de quatro cilindros, este com transmissão manual de cinco marchas ou automática de quatro velocidades. Ele rende 143 cavalos de potência com gasolina e 151 cv com etanol, a 6.000 rpm, e torque de 20,3 e 21,6 kgfm, respectivamente, a 4.000 rpm.

Conforme os dados do fabricante, o Citroën C4 Hatch 2.0 manual atinge os 100 quilômetros por hora em 10 segundos. A velocidade máxima é de 200 km/h. Quanto ao consumo, o carro faz 6 km/l na cidade e 8 km/l na estrada com etanol e 8,5 e 10,5 km/l, respectivamente, com gasolina.

O C4 Hatch 2.0 automático, por sua vez, cumpre a mesma prova em 11 segundos e alcança 193 km/h. O consumo é de 6 km/l na cidade e 9 km/l na estrada com etanol e, respectivamente, 7,8 e 11,7 km/l com gasolina.

Ainda no conjunto mecânico, ele traz suspensão dianteira do tipo McPherson com braços inferiores triangulados, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora. Já na traseira, a suspensão é do tipo independente, com eixo traseiro com braços estendidos, travessa deformável, molas helicoidais, amortecedores hidráulicos e barra estabilizadora.

Série especial C4 Solaris em 2012

Citroen C4 Hatch: versões, modelos, motores (e equipamentos)

A primeira série especial da linha do Citroën C4 Hatch foi a Solaris, que já havia sido oferecida na gama do modelo menor Citroën C3, voltou a ser vendida e naquela ocasião também para o hatch médio. Ele chegou em março de 2012, como um modelo com produção limitada. A principal característica do C4 Solaris é o teto solar elétrico.

Este teto solar traz abertura elétrica, película que reflete 95% dos raios UV e IR, duas posições de abertura e defletores que reduzem a turbulência no interior do carro.

O novo Citroën C4 Solaris tem como base a versão Exclusive, com motor 2.0 litros flex e câmbio manual ou automático. A lista de equipamentos de série era a mesma da sua configuração de base. Os preços praticados na época eram de R$ 61.300 para o manual e R$ 69.090 para o automático.

Novo C4 Rock You como série limitada em 2013

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Um ano após a chegada do C4 Solaris, a Citroën anunciou outra série especial para a gama do C4 Hatch. O novo Citroën C4 Rock You chegou em maio de 2013, com produção limitada a 700 unidades e preço inicial de R$ 53.145. O principal diferencial do carro era o sistema de som mais aprimorado.

O modelo oferecia um sistema de som composto por dois alto-falantes dianteiros de 75 watts RMS cada, dois woofers (mais Mid Ranger) e dois tweeters. Havia também dois alto-falantes quadriaxiais traseiros de 90 watts RMS cada, dois woofers de 6,5 polegadas com cone IMPP, borda de borracha, um tweeter em PEI e dois tweeters com membrana Mylar.

Além disso, o C4 Rock You ostentava um subwoofer subplano amplificado de oito polegadas em alumínio selado, com 100 watts RMS e frequência de 40 a 200 Hz posicionado no porta-malas.

Outro diferencial do carro era o logotipo “Rock You” posicionado na tampa do porta-malas. Ele foi vendido com motor 1.6 16V, câmbio manual e somente nas cores preto e prata.

C4 Competition com visual ‘esportivo’ no fim de 2013

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Para marcar o fim de linha do Citroën C4 Hatch, a marca lançou o C4 Competition em agosto de 2013. O carro foi vendido como uma edição especial, com foco num visual mais “ousado” e “esportivo”. Ele tinha como base a versão GLX 2.0 e tinha preço sugerido de R$ 58.760.

Entre os diferenciais, o carro ofertava retrovisores com capas vermelhas, adesivo com o tema da versão nas laterais das portas, rodas de liga-leve de 16 polegadas com desenho exclusivo e calota central na cor vermelha e tapetes personalizados no interior.

O carro podia ser encontrado nas cores branca (Blanc Blanquise), prata (Gris Aluminium) e preta (Perla Nera).

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Fim de linha do C4 Hatch

Em agosto de 2014, a Citroën decretou o fim de linha do C4 Hatch. O carro deixou de ser produzido na planta de El Palomar, na Argentina, e então parou de ser comercializado no mercado brasileiro. Ele abandonou as concessionárias meses após o C4 Pallas, que foi descontinuado para dar lugar ao C4 Lounge.

Na ocasião, a Citroën disse que passaria a concentrar sua gama de hatches médios na linha DS, que oferecia o DS 4 por um preço bem mais elevado, de R$ 102.990. Para efeito de comparação, o C4 Hatch tinha preços que partiam na casa dos R$ 55 mil.

Em seus quatro anos de vendas, o C4 Hatch emplacou quase 50 mil unidades.

Galeria de fotos do Citroën C4 Hatch

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Felipe Rocha de Assis

    Esse interior é feio demais, a carroceria do hatch ainda salva pq é mais ‘bonitinha’ que a do sedan..

    • T1000

      O interior é a melhor parte do carro

      • Felipe Rocha de Assis

        Putz cara, eu particularmente não acho.

      • Cmenusi

        Tbm acho, o interior é a melhor parte …

        • José Castro Neto

          Até hj vc pega um carro atual e o C4 era mais moderno . Era um carro que não enjoava de dirigir.

    • Paulo

      Também nao gostei do interior desse carro na época. Gosto é gosto.

    • Nicolas

      Tive um 2.0 manual, motor era muito forte e o câmbio reduzido melhorava o desempenho. O acelerador tinha uns 2s de atraso, irritante. Diziam que era para atingir o limite de emissões de poluentes. Com um mês de uso uma moto bateu a ponta da pedaleira na roda traseira, rasgou a roda, furou o para-choque, quebrou a lanterna e empenou o eixo traseiro. O seguro fez os reparos mas não perceberam o empenamento do eixo. Na estrada em dias de chuva, com eixo traseiro empenado, na estrada a traseira do carro dançava, achava muito estranho. Descobri três anos depois pois gastava muito pneu de um lado só, trocaram o eixo, melhorou mas pouco tempo depois vendi o caro…

  • Raphael Pereira

    O sedan é desajeitado, mas os hatch é bonito até hoje.

    • Já eu penso o contrário. O sedan sempre foi elegante, enquanto esse hatch sempre me pareceu desajeitado.

  • Domenico Monteleone

    Taí um carro que envelheceu rápido, em termos de desenho e de uso mesmo, a maioria que vejo está mal cuidada.

    • Gio

      Minha percepção é justamente o contrário: Acho que este carro hoje tem desenho mais agradável que a maioria dos concorrentes da época (Fiat Stilo, Nissan Tiida, Volkswagen Golf 4,5, Ford Focus Hatch Mk1, Peugeot 307 e Chevrolet Vectra GT). E vejo muitos C4 Hatch em bom estado.

      O C4 Pallas, por outro lado, é um que a maioria parece estar em mal estado.

  • João Senff

    Sempre achei engraçado e deve ter um motivo técnico para isso porem é engraçado a luz baixa ser na parte central do farol e a alta nas bordas já com o xenon se inverte a baixa é nas bordas e a alta no centro.

  • Paulino Lino

    Sempre gostei desse carro e o acho bonito até hoje. Acredito que a versão 1.6 MT seja a melhor em CxB

    • Manfred Smile

      A 2.0 exclusive MT é a melhor.

      • MauroRF

        Eu escolheria essa também.

      • Corvo

        Já tive uma, gosto muito do carro mas se fosse ter outro seria a 1.6 manual pois o outro trm um consumo muito elevado

    • RyanSX

      Hoje em dia é melhor comprar o 2.0 16v. Anda muito mais e bebe parecido com o 1.6 16v. Detalhe é que na rodovia o automático é mais econômico e mais silencioso devido a relação longa da 4ª marcha. Entao a 110km/h o automatico esta a 3100 rpm enquanto o MT está proximo de 4000 rpm.

  • Dudu

    Matéria muito boa! Estou procurando um exclusive Solaris para comprar, e aqui no sul dificilmente se encontra um com valor abaixo da FIPE. Tem concorrente que não tem metade dos acessórios desse carro, por isso se tornou minha peocima opção de compra.

    • Eduardo Alves

      Vem em Goiânia que achará carros do grupo PSA a preço de banana. ( Eu já tinha um 408 thp e por isso falo).

  • Mayck Colares

    Foi um dos melhores carros que tive. Troquei o meu por um i30 em 2013 que arrependimento.

    • G E O

      Minha irmão comprou um 2.0 automático zero. Maior arrependimento da vida dela. Problema naquele câmbio “trancoso”, beberão demais. Depois foi pra um Kia Soul, rsrs.

      • Mayck Colares

        O meu era manual. Então só fiquei com a parte boa heheh. Era um carro muito à frente do seu tempo.

        • G E O

          Concordo, rsrs.

      • Paulino Lino

        O Kia Soul da sua irmã é manual ou automático de 4 marchas? …… pode passar mais detalhes do carro, média de consumo? tenho interesse se puder ajudar pq acho que vai ser meu próximo carro

        • G E O

          É automático de 6 marchas, Flex.
          É a versão antiga, ainda. Não essa de quase 90 mil reais rs.
          Eu diria que é um HB20 melhorado. Bem ágil na cidade, mas na estrada a falta de torque é sentida, principalmente durante as ultrapassagens.

          O carro não é tão econômico. 6/7 no álcool e 9/10 na gasolina em ciclo misto.

          • Paulino Lino

            Valeu! Obrigado pelas informações

        • Michel

          Uma amiga comprou um 2012 e nenhuma seguradora aceita o carro, a que aceita pede 6.000

          • João Senff

            Relaxa o seguro do eu ka 2019 da 5 mil por ano porem seguro pra uber. Já o Linea era 2 mil por ano também pra uber.

          • Paulino Lino

            Pois é cara, esse é um ponto fraco do carro. Cotei pra mim (30 anos e moro no interior) pediram mais de 4k; o que achei um absurdo e estou desistindo dele por isso. Talvez vou cotar no nome do velho (73 anos) será que melhora? kkkk

      • Cmenusi

        Tbm tive um 2.0 automático. 18 meses e nenhum incômodo, só alegria. Pensa num carro bom de curva.

  • Ricardo

    Acho um belo carro, só não curto esses painéis digitais da Citroen e não sei se é um bom carro.

    • Jonathan

      Tivemos em casa um VTR e um Hatch 2.0 Exclusive Sport. Os dois foram vendidos com aproximadamente 100 mil km’s e nunca deram problema (só manutenção preventiva). Da Citroen tambem tivemos um C3 do modelo anterior, nunca tinha dado problema até pegar um alagamento, aí virou um pesadelo.

  • Duh

    É bonito até hj.

    • 4lex5andro

      Especialmente o VTR.

  • Zé Mundico

    Esse design é algo próximo da perfeição, limpo e exato, não sobra nem falta nada.
    Ainda vejo muitos por rodando por aqui, em excelente estado.

  • Jurandir Filho

    Também acho um carro a frente do seu tempo, até hoje acho esse interior bem moderno e mais: qual hatch era tão completo assim a época? xênon direcionais, 6 airbags, esp, etc…?

    • RodrigoABC

      Se for considerar o C4 VTR ou VTS, esses sim eram show de bola, fora o design que é bonito até hoje.

  • Antonio Carneiro

    Tive um GLX 1.6, e depois de Fluence e Captiva, estou em um C4 Lounge THP: A evolução no quesito de sistema de suspensão é surreal. No C4 Hatch vira e mexe eu trocava bieletas e batedores no Lounge, (2013 – peguei com 52.000 e hoje está com 80.000) nada, apesar das minhas viagens, que envolveram estrada de chão – São Luís – Parnaíba via Paulino Neves.

  • Manfred Smile

    Tive um hatch GLX AT (era o câmbio atualizado, zero problema). Mas sempre babei mesmo foi pelo VTR.

  • Luís Paulo

    O que é aquilo que a mão de uma pessoa retira do painel na 7ª foto? Não consegui entender!!!!!

    • TchauQueridos

      Segundo a Citroen é um “odorizador” de ambiente.

      • Luís Paulo

        Ah sim! Não havia entendido o que era aquilo!! Obrigado!!!!

  • Leo

    Hoje em dia é um ótimo custo benefício para se comprar usado. Mas o brasileiro gosta de Ônix. Eu acho um carro bonito, principalmente o interior.

    • leomix leo

      Com 22/24k pega um 2011/12 bem cuidado aqui na Bahia, pois é bem desvalorizado, melhor que pegar um Onix de 43k.

  • Jean Lehn

    Outro que poderia ter tido melhor atençõ na suspensao elétrica e Cambio pois acabamento e beleza e disparado o mais belo!

  • MeyeCafe

    Tive um C4 VTR ultimo ano de fabricação… Que carro excelente! nunca deu um problema, rodei quase 100mil km com ele e era um espetacula na estrada. Motor respondia bem, era economico por nao ser flex, 2.0 16v com a potencia levemente mair, 174 cavalos.

    Quase chorei o dia que vendi. deixou saudades eternas! Um dos melhores carros que dirigi nas sinuosas estradas do interior de SC.

  • Hernan Carlos Granda

    C4 cactus é un nome falso, cactus é un derivado do c3 so marketing no Mercosur

  • Tommy

    C4 Hatch e VTR não envelheceram um dia desde que foram lançados, continuam lindos.

  • Everton Namur Machado Andreoli

    Um detalhe do C4 1.6 que li ali, fala que a velocidade máxima é ate 180km/h. Mas eu fechei a 195 e ainda registrei em video. O carro é top, seu interior chama mto atenção qndo posto story no instagram. Sou segundo dono dele, ja estou a 3 anos com ele. Nao me arrependi da compra. O meu é um 2011 nao troco por carro popular mais novo, pq o conforto e tecnologia não tem igual!!

  • MauroRF

    Uma amiga minha tem um C4 hatch 2012 completão, o Exclusive, e não vende de jeito nenhum. Segundo ela, o carro não deu nenhum problema até hoje. Segundo ela, precisaria desembolsar muito para ter as mesmas coisas num carro novo hoje.

    • Marcelo Amorim

      E ela tem razao,olha só na matéria os preços dele na época,hoje se compra Ka e Onix na versao top.

  • RyanSX

    O meu fez 1 ano que comprei, dia 15 de janeiro pra ser preciso. Comprei ele com 78.195 km e a versão é a Exclusive AT com pacote tecnologic. Ele Estava parado na vaga de um prédio e o dono resolveu desocupar para a filha colocar o carro novo dela. Fiquei com certo receio por conta do câmbio AL4, mas depois que pude andar no carro vi que não era um bixo de sete cabeças. Muitos falam mau dele, não vi problema algum e achei suave e tranquilo de guiar e de manter, recomendo trocar o óleo do cambio por completo e colocar o Mobil Dexron VI ATF, pois o original ATF LT7114 é baseado no Dexron III que está obsoleto para os padroes atuais (fica a dica). Outra dica é verificar vazamentos, a maioria e caisada por simples orings de borracha, basta trocar e os problemas comun do câmbio somem.

    Voltando a falar do carro, em questão de equipamentos, para quem gosta, é um prato mais que cheio na versão exclusive pack tech, até mesmo desembaçadores nos retrovisores ele tem, sem falar o ESP, controle de tração, ABS com sistema de distribuição nas 4 rodas (freio a disco em todas) e 4 airbags. O farol em bi-Xenon com sistema de direcionamento e regulagem de altura automaticos faz sua parte de maneira exemplar, detalhe e que as lâmpadas de xenon do meu carro, nunca foram trocadas, mesmo apos 10 anos de uso.

    No quesito manutenção, alem do cambio que ja mencionei, o motor nao apresenta problemas. O único problema que eu tive que reparar foi em 1 dos vicos injetores, que simplesmente não equalizava com os outros fazendo o motor vibrar. Comprei outro e problema resolvido. Um problema comum no carro é o coxim hidráulico estourar, troquei ele por um paralelo de boa qualidade e o motor ficou com o funcionamento bem suave, como deve ser. Os amortecedores dianteiros sofrem bastante em nosso pessimo asfalto. Vale destacar que os meus eram originais, alias todo conjunto de suspensao dianteiro era original, então troquei tudo por peças novas e de boa qualidade. Creio que em todaa manutenção que fiz eu gastei cerca de 4000,00 reais, entre os itens citados, fluidos, acabamento, kit de correia dentada etc. Sempre faço essas manutenções em meus carros para poder rodar tranquilo e de bem com o carro.

    O conforto que o C4 entrega era exatamente o que eu precisava, tem bom espaço para as pernas e conforto para o motorista, a familia gostou bastante do carro, minha avó achou que eu tinha comprado outro carro novo, mas falei que ele tinha 10 anos de uso, ela rebateu e falou que não parece que tem 10 anos kkk. Minhas irmãs achoram lindo o carro, isso além da minha esposa e meus país.

    Em questão de desing o carro chama muito a atenção, principalmente devido ao fato do xenon. Onde passa alguem pergunta que carro e esse, ou torcem o pescoço para ver ele passando.

    O seguro do meu foi cotado em cerca de 2000 reais pela Youse então em minha opinião está na média.

    O consumo do carro é me próximo do que está no texto. O meu faz 8,5 km e 13,3 por litro de gasolina na cidade e estrada respectivamente. Com etanol 6,5 cidade 10,4 estrada. É um carro que bebe como todo bom 2.0 e pra piorar o câmbio automático e de 4 marchas. Hoje em dia parece absurdo, mas na época era comum esse conjunto 2.0 aspirado + câmbio AT de 4 marchas então não existe milagre aqui.

    Enfim, gosto bastante do meu C4, não pretendo trocar ele em outro carro pois, além de ser muito completo eu fiz um pente fino na manutenção desse carro, que ficou parado por um tempo na garagem de um prédio até que o dono resolveu vender. Hoje ele o custo total com o C4 na ponta lápis está saindo mais barato do que outro carro bem mais novo que eu tive anteriormente, isso falando de um carro popular 1.0 2016/2017.

    É isso ai pessoal.

    • Samuelson

      Estou de olho em um, mas confesso que tenho medo da Citroen apesar de gostar muito dos carros da marca.
      Muita gente fala coisas ruins desse carro, mas pergunta se a pessoa teve algum modelo? hahaha
      Acho isso uma piada de péssimo gosto, afirmar as coisas sem ter, por isso dou valor a relatos como esse.

  • Luiz Melo

    Tive um C4 Hatch Exclusive. A Citroen bem que podia relançar após um facilite da carroceria e uma atualização arrojada do interior embarcando muita tecnologia. A maior referência de ter sido sucesso o C4 Hatch e o mercado de usados: São pouquíssimas unidades ofertadas para venda, em relação ao numero de unidades fabricada. Ou seja, quem tem “não quer soltar”. Quando se encontra a venda, o preço está acima de todas as tabelas (fato interessante, néh?).

  • Leonardo Deribani Noviello

    Tive um por longos anos. O seguro sempre foi caro e a manutenção também. No entanto, ao contrário da fama que a citroen tem, só começaram a surgir alguns problemas mecânicos depois do 5o ano.
    O que incomoda mesmo é o lay out do parachoque muito baixo e o torque só surgir em rotações altas (1.6). Além dos pneus que precisam ser constantemente alinhados, caso contrário, comem por dentro.
    A suspensão é dura, mas é uma característica do carro, aguentou muito bem.
    De resto é um bom carro.

  • Alvarenga

    Um dos grandes problemas deste veiculo era a baixa qualidade das montagens internas. Certa vez fui ver um no show room e o console balançava ao se forçar, para sol tambem, laterais da mala quase se soltava ao puxar, enfim, fixações muito mal projetadas ou executadas. Se o carro do show room estava assim, imagine se não devia virar um inferno com o uso em nossas ruas e estradas.

  • Dick Buck

    Faltou citar a versão mais bela do C4: a VTR.

  • Dick Buck

    O cupe VTR é lindo. Volta e meia vejo um aqui na minha cidade, bem cuidado demais.

  • Wilton Filho

    Comprei a 9 meses u C4 Hatch exclusive MT 2010 e não vendo por nada , o carro estava com a manutenção em dias precisando de alguns ajustes estéticos que já fiz e só algeria… Robusto, confortável com lista generosa de equipamentos no valor que paguei nele na epoca só conseguia comprar Palio Fire ou celta sem falar que a minha proposta de uso do carro o C4 não me faz arrepender de ter comprado ele.

  • Corvo

    Tive um exclusive 2.0 at, carro fantástico, o que mata ele é o câmbio de somente 4 marchas que faz o carro beber como o Lula preso.

  • Jo

    Tive um pallas, maunual, em 150. 000 km, poucos problemas, o de prache suspensao… . Manutenção cara só se comparado com carro popular….
    Hoje com lounge 2015 AT 2.0 só alegria. . Ja rodei 30 mil km, com ele e apenas uma limpeza de bico..

  • Allan Bohn Apter

    Em 2011 ensaiei comprar um C4. Na época, só tinham disponível o exclusive sport AT com pack tech, pedida quase 70k. Acabei me abraçando num Vectra GT-X top manual.
    2 anos depois o maldito C4 ficava na minha cabeça, aí entrou em promoção para frotista.
    Paguei 51k num 2.0 Exclusive Sport, branco, manual, com pack tech (xenon / sensor frontal / ESP).

    Foi um carro maravilhoso, nunca deu dor de cabeça. Somente revisões a cada 10 mil km.
    O único incomodo foi uma porradinha frontal em baixa velocidade com uma moto. Quebrou o lavador do farol. Na Css pediram a bagatela de R$600 (isso em 2017). Comprei no ebay por $20, com frete.

    Consumo na estrada sempre na casa de 10 km/l alcool, rodando a 110 km/h, mantendo 3 mil giros.
    Na cidade no alcool fazia seus 6,5 – 7 km/l na cana.

    Vendi com 45 mil km, e por incrível que pareça num valor ligeiramente acima da FIPE, pois era um carro bem difícil de achar.

    Único porém do carro era o espaço interno e porta-malas, de resto, para apenas um casal sem filhos, o carro atende muito bem

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