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Fiat Bravo – defeitos e problemas

Fiat Bravo - defeitos e problemas

O Fiat Bravo é um hatch médio que foi fabricado pela marca italiana no Brasil entre 2010 e 2016.


Ele foi produzido em Betim-MG e também em Cassino, Itália, onde terminou seus dias dois anos antes do Brasil. Foi o penúltimo hatch médio feito pela Fiat, já que o Ottimo – na China – era mais novo e saiu de cena em 2017.

Por aqui, o Fiat Bravo incorporou o que a filial brasileira oferecia em termos mecânicos e eletrônicos.

Incorporou o sistema Blue & Me da Microsoft, assim como o criticado câmbio automatizado Dualogic. Sob o capô, o Fiat Bravo viu o motor E.torQ 1.8 de até 132 cavalos e também o esportivo T-Jet.


Este tinha motor Fire 1.4 turbinado com 152 cavalos e oferecido apenas com câmbio manual.

Com visual bem emocional, porém, rapidamente envelhecido, o hatch teve virtudes e defeitos. Neste último caso, os donos reclamam de problemas com radiador, ar condicionado, freios traseiros que rangem e faróis amarelados.

Fiat Bravo – Defeitos e problemas

Fiat Bravo - defeitos e problemas

O Fiat Bravo foi um carro bastante desejado, especialmente por encarnar a personalidade italiana com visual emocional.

Mas, quando o assunto é problema, ele tem alguns pontos que desagradam muito.

Um dos maiores defeitos e problemas do Fiat Bravo é o radiador.

Inúmeras reclamações estão relacionadas com vazamentos e trincas no sistema de arrefecimento do motor E.torQ 1.8.

Quando o proprietário percebe o problema, consegue reverter a situação com a substituição da peça, que não sai barato.

No entanto, houve casos em que a descoberta do defeito veio tarde, com vazamento e superaquecimento.

Um dos donos de Fiat Bravo nessa situação teve dois prejuízos.

O primeiro foi a troca do radiador por R$ 900, embora outro tenha afirmado um custo de R$ 500.

Além disso, pagou mais R$ 2.000 na retífica do cabeçote, já que a junta queimou.

Também existem casos de sensor de arrefecimento com defeito e o radiador de ar quente, também apresentando problemas.

Para muitos donos, o problema é crônico no Fiat Bravo.

Freios que rangem

Fiat Bravo - defeitos e problemas

Outra reclamação recorrente é relacionada com os freios traseiros.

Como se sabe, o Fiat Bravo tem discos nas rodas traseiras e o problema estaria no ruído provoca pelo conjunto durante a ré.

Os donos reclamam que eles rangem ao movimentar-se para trás.

Um dos clientes consultou um revendedor, que informou que o problema estaria nas pastilhas de freio.

Mesmo com a troca das mesmas, o ruído permaneceu, porém, atenuado.

Outro proprietário de Fiat Bravo também relatou o mesmo problema e após a troca, demorou pelo menos 140 km para o ruído sumir.

Estranhamente, outro dono executou o mesmo procedimento e verificou que as pastilhas estavam desiguais.

Muitos reclamaram, mas não comunicaram a reparação do defeito, que ocorre antes de 30.000 km em alguns casos.

Ar condicionado não gela

Fiat Bravo - defeitos e problemas

Muitos relatos falam de defeitos e problemas no ar condicionado do Fiat Bravo.

As ocorrências começaram desde zero km, com alguns donos reclamando que o ar não gelava desde a saída da concessionária.

Um deles relatou que a revenda teve que trocar o condensador e repor o gás com poucos dias de uso do carro.

Outro teve o mesmo problema aos 2.700 km rodados, enquanto outra queixa fala de troca do compressor em baixa quilometragem.

Mecânica com defeitos

Fiat Bravo - defeitos e problemas

Além das reclamações relacionadas ao câmbio automatizado Dualogic, alguns relatam que tiveram de repor o fluido dessa caixa de câmbio pouco tempo depois de sair da revenda.

Outros tiveram problemas nos engates bem mais tarde, porém, houve recall sobre esse defeito.

Para carros feitos entre 1 de fevereiro de 2012 e 22 de fevereiro de 2014, a Fiat substitui o lubrificante do câmbio e as engrenagens da primeira marcha. A chamada começou em setembro de 2014.

Outro problema apontado por alguns é o vazamento de gasolina no sistema de partida a frio, demanda custo adicional para troca quando fora da garantia.

Também alguns se queixam de vazamento na tampa do cárter do motor E.torQ 1.8, mesmo em baixa quilometragem, como foi o caso de um Bravo com apenas 8.900 km.

A troca foi feita na garantia.

Também são constantes as reclamações sobre alertas de avaria no airbag, injeção e ABS, sendo que muitas vezes estes ativam e desativam sozinhos.

O defeito pode colocar o condutor em um estado de alerta que em muitos casos não procede, devido a ser um defeito elétrico somente.

Existem relatos de panes elétricas no Fiat Bravo.

Um recall do Bravo está relacionado com o airbag do motorista, sendo esse iniciado em dezembro de 2014 e para carros feitos entre 2 de julho de 2014 e 28 de novembro de 2014.

No caso do Dualogic, além do lubrificante, existem falhas relacionadas aos sensores, impedindo o engate de marchas.

Alguns donos de Fiat Bravo se queixaram de impedimento de marcha por conta de sensores relacionados ao sistema do câmbio, como de fechamento de portas e sistema de freio.

Assim, o dispositivo não permite, por exemplo, que se engate marcha com a porta aberta.

Como não se sabe exatamente qual dos sensores está com defeito, o dono precisa investigar a causa.

Outros barulhos e falhas elétricas

Fiat Bravo - defeitos e problemas

Alguns donos de Fiat Bravo reclamam também de barulhos internos e outros defeitos elétricos.

Um deles é o piloto automático que deixa de funcionar de repente.

Embora alguns recorram aos revendedores, outros resolveram por conta própria, com relatos referentes ao fusível, bastando troca-lo.

Também existem queixas contra os sensores de estacionamento que param de funcionar, tanto os dianteiros quanto os traseiros.

O sistema de som com alto-falante subwoofer queimado é relatado por alguns, sendo que a quilometragem varia bastante.

Em dois relatos, o mesmo teve que ser troca dos 43.000 km e 60.000 km.

Tendo um visual emocional, o risco de envelhecimento do estilo é alto no Fiat Bravo, mas não mais que o material do conjunto ótico.

Os faróis de neblina amarelados são apontados por muitos donos como um dos defeitos crônicos do modelo.

Vários dizem que eles amarelam facilmente e outros falam que também embaçam e enchem de água.

Mas, não são somente os faróis de neblina.

As lanternas traseiras também são apontadas por alguns como embaçadas e até com água durante períodos chuvosos ou de mudança de clima.

A resolução é a troca das lentes.

Falando em água, outros apontam para infiltração através das borrachas da tampa do bagageiro, permitindo o encharcamento do carpete interno do porta-malas.

Existem relatos de vedação com defeito também nas portas, especialmente as traseiras.

Os carros da Fiat geralmente apresentam falhas no alarme e nas travas, algo já presenciado em diversos modelos avaliados pelo NA.

No caso do Fiat Bravo, isso não é exceção, sendo que alguns proprietários dizem que ao fechar as portas pelo controle, os vidros simplesmente descem novamente.

Um dos clientes da Fiat insistiu tanto que a revenda trocou as quatro máquinas dos vidros e o problema foi resolvido.

Alguns dizem que somente os vidros traseiros (um ou os dois) não levantam no travamento e que às vezes nenhum levanta.

O problema nunca gerou um recall.

Existem ainda reclamações referentes a barulhos nos bancos dianteiros, tanto do motorista quanto do passageiro.

O ruído seria provocado por articulações com folgas no conjunto de fixação dos assentos.

Também parte dos donos reclamam de barulhos na coluna de direção e falhas no funcionamento da mesma, que é elétrica.

As dobradiças das portas rangem e estalam com pouco tempo de uso e demandam substituição, pois, somente lubrificação não resolve a questão.

Fiat Bravo – defeitos e problemas
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Taí um carro que não pegou. Sempre vi pouquíssimos na rua. Hoje em dia sumiu de vez, parece que nem os usados existem mais.

    • SDS SP

      Usados você até acha com uma certa facilidade, mas a maioria em estado deplorável.

      • Murilo Soares de O. Filho

        Tem carro bastante novo no mercado ainda, mas começa a cair na mão dos manolos, aí já era.

  • Chris

    Quando lançado, com o Golf completamente defasado, era um dos Hatches médios com desing externo mais atraente ( se não o mais), mas parece até que a Fiat possui uma maldição com carros médios, não vinga um. É uma pena, quanto mais concorrência mais o consumidor tem a ganhar.

    • Sedici

      Se já era dificil pra Fiat “vingar” um médio nessa época, imagine agora que estão sendo engolidos pelos SUVs de shopping

      • Chris

        Infelizmente é verdade, até as marcas tradicionais estão sofrendo com seus médios. É um triste fato.

    • Verdades sobre o mercado

      Realmente era um bom carro (exceção ao motor 1.8 e o câmbio Dualogic), mas a própria Fiat pouco fez para fazer o carro pegar no mercado, literalmente “jogou-o nos peitos dos css” e não tomou ações para vendê-lo.

      • Chris

        Acredito que a melhor configuração dele era o Tjet e 1.8 manual, os automatizados nunca irão vingar em nosso mercado, principalmente de simples embreagem, e principalmente ocupando uma faixa abaixo dos 100k. Realmente não fez por onde, mesmo com um excelente produto.

      • TchauQueridos

        O Problema da Fiat é que ela lança um produto super pobre e quer concorrer com produtos muito melhor acabados e mais refinados.
        Só na cabeça da FIAT que Bravo era concorrente de Golf.

        • Verdades sobre o mercado

          Quando a Fiat lançou o Bravo eu era gerente de css VW e tinha um Golf 1.6 Sportline. O Bravo não era melhor pelo câmbio (tanto manual quanto Dualogic) e o motor e.Torq era ruim em baixa. De resto o Bravo era superior ao Golf que já estava cansado. Obviamente que quando a VW lançou o Golf VII o Bravo era MUITO inferior.

        • Murilo Soares de O. Filho

          O Problema não era o acabamento, esse muito bom, mas sim a mecânica, antiga. Merecia ao menos um Câmbio automático.

    • Gran RS 78

      Discordo, pois o Tempra e tbm o Tipo fizeram muito sucesso por aqui. O que a Fiat errou nesse Bravo foram dois motivos pra mim: Primeiro: demorou demais para lança-lo no Brasil, pois o Bravo foi apresentado na Europa em 2007, e só chegou no Brasil com 4 anos de atraso. Segundo: Falta de um cambio automático, pois todos os seus concorrentes tinham essa opção.

      • Verdades sobre o mercado

        Depois de Tempra e Tipo a Fiat não conseguiu mais sucesso em seus médios, o Stilo conseguiu lá por 2006, 2007 ultrapassar por pouco o Golf, mas este já estava bastante cansado com o visual “sapão”, ou seja, não foi um sucesso em vendas. Marea, Brava, Linea e Bravo foram outros bons veículos que não vingaram. Quanto ao Bravo concordo com a falta do AT “de verdade” mas o maior erro foi a própria Fiat não ter trabalhado bem as vendas deste bom produto.

      • Chris

        Me refiro aos anos 2000″ pra cá, quando o Tipo foi lançado nem nascido eu era rs. Mas agradeço seu relato.

      • Al

        Concordo totalmente quanto à falta de um câmbio AT, ou talvez um CVT. Recentemente troquei de carro. Achava o Bravo uma opção interessante, mas sequer o cogitei exatamente porque queria um carro AT ou CVT. O Dualogic do Bravo eu não engulo não…

    • fsjal

      acho que o que matou o carro foi a falta de um câmbio automático de verdade. Sem falar que ele foi lançado junto do i30, e nessa época o Hyundai deitou e rolou…
      Eu que vinha de um Stilo e quis muito o Bravo (que atrasou) migrei pro i30 por causa do câmbio…

      • Verdades sobre o mercado

        O i30 foi lançado quase 2 anos antes do Bravo. Seu custo x benefício era muito bom e sim, faltava um AT “de verdade” no Bravo.

        • fsjal

          Sim, foram quase dois anos em que o i30 se estabeleceu, destronando até o Astra

          Outra coisa que ajudou foi que a Hyundai pegou pesado na propaganda… o contrário que a Fiat fez.

          Mecânica inferior e falta de propaganda, não tem milagre…

          • leitor

            Pra compensar a falta de propaganda tem que mostrar muita credibilidade. Se ao menos fizesse por onde, teria muito mais vendas. Os carros de entrada da marca têm força no mercado pelo menos aqui. Mas os melhores da marca têm manutenção complicadíssima e peças caríssimas além de durabilidade menor que a concorrência. Assim não tem chance.

            • fsjal

              Sim. Os motores turbo e os Fivetech que vieram no Marea e Stilo Abarth eram maravilhosos, mas caros e difíceis de mexer.

              Até por isso a Fiat usou muito bem os 1.8 8v Powertech da GM, que são robustos e baratos de manter.

              • Tommy

                A Fiat deveria ter usado mais o 1.9 do Linea, era basicamente o 1.6 do Palio aumentado, seria melhor que o E.Torq sem torque

      • Chris

        Realmente o i30 estava imbatível na época, e a CAOA conseguiu matar o carro, pouco tempo depois com alto preço e motor 1.6. Vai entender.

        • fsjal

          A Hyundai teve sua parcela com a escolha do 1.6, mas acho que a culpa maior foi do governo Dilma, que em uma canetada em 2011 aumentou o IPI de carros importados para 37% em carros com motores até 1.0 e até absurdos 43% para carros com motores entre 1.1 e 2.0.

    • Andrei Vieira

      a culpa não era do público. Meu amigo foi ver um, custava na época 71 mil com esse cambio cagado dualogic, Praticamente o preço de um civic LXS automático de verdade. óbvio que não ia vender.

      P.S. e o espaço pras pernas atrás era bem ruimzin.

  • Verdades sobre o mercado

    Quando foi lançado eu era gerente de uma css VW e gostei bastante do estilo do Bravo. Fiz o test-drive na maior espectativa e o desempenho foi uma decepção, mas gostei do restante, em especial do interior e porta-malas. O 1.8 e.Torq era fraco em baixa. Em 2012 era gerente de uma css Fiat e comprei um BRavo com 2.000km, foi um ótimo carro, ressalva das retomadas, foi um bom carro. Comercialmente era um carro péssimo usado. Usei-o por 1 ano e quando coloquei-o à venda foram 13 meses para conseguir me livrar dele, sendo que o carro era mujito novo, tinha baixa km, cor excelente para o mercado(branco), ficou à venda no pátio de usados da css, o preço era compatível com o mercado e tinha o “plus” de ser o carro do gerente da css, e foi uma epopéia para vender (por sorte não precisava do dinheiro pois já tinha comprado outro veículo). A Fiat cometeu alguns erros: não oferecer um câmbio AT “de verdade” e não promover o carro adequadamente, simplesmente jogou nas css e não se esforçou para fazê-lo pegar, uma pena, pois era um bom carro.

    • Alfredo Araujo

      O seu era um Dualogic ? Ou manual ?

      • Verdades sobre o mercado

        Manual, se fosse Dualogic provavelmente teria demorado ainda mais para vender. Tive depois um Punto Dualogic (face-lift) que também muito bem cuidado e baixa km, deu trabalho para vender.

        • Alfredo Araujo

          Se fosse Dualogic vc estaria tirando foto dele, nesse momento… e dizendo… “fale olá para o nosso Bravo de estimação”… kkkk

          • Verdades sobre o mercado

            Quando ainda estava com o Punto Dualogic, vi alguns anúncios de veículos Dualogic(Fiat) e I-Motion(VW) com valores mais baixos que os equivalentes mecÂnicos. Estes câmbios não eram de todos ruins (o Dualogic Plus e o I-motion), mas a imprensa especializada queimou-os. Eram câmbios adequados para veículos de entrada (o que não era o caso de Bravo e Punto).

            • Alfredo Araujo

              Eu fiquei uma semana com um Bravo Dualogic 2014. Sou obrigado a discordar de vc… O câmbio era ruim demaaais.. rsrs
              Mas ai é questão de opinião…
              Abraço

              • Verdades sobre o mercado

                Como disse eram adequados para veículos de entrada (mais leves). PAra veículos mais pesados não era bom mesmo, tanto é que a VW nunca colocou no Golf 1.6.

                • Alfredo Araujo

                  Entendi…
                  Quer dizer q no Palio, por exemplo, ele funciona melhor ?

                  • Verdades sobre o mercado

                    Se for a versão “Plus” ele funciona bem, se não for a Plus já não é boa. Os I-motion(VW) eram melhores que os Dualogic até a Fiat lançar a atualização “Plus” que aconteceu no Punto Facelift (modelo 2013) e aos poucos foi colocando nos demais modelos. O Dualogic Plus é superior em funcionamento aos I-Motion

                  • Leonardo C.

                    Olha, eu usei um Palio Essence Dualogic (já era o Plus) 2015 por quase 1 mês e até gostei do funcionamento do câmbio, depois que você pega o jeito e se acostuma, funciona muito bem.

              • Verdades sobre o mercado

                Não recordo exatamente, mas lembro que teve um modelo (talvez o Bravo) que no mesmo ano modelo tinha o Dualogic e depois foi lançado com o Dualogic Plus. Pode ter sido um Bravo 2014 com Dualogic(antigo) que vocÊ dirigiu.

              • Verdades sobre o mercado

                Confirmei, o 2014 já era Dualogic Plus.

        • EDU

          Pelo jeito voce gosta de carros dificeis de vender ne! rs
          logo apos o lançamento do Punto em set de 07f iquei curioso com o carro pois ja tinha dirigido ele na Italia como grande Punto la ai em janeiro de 2008 comprei um HLX com kit HSD, rodas em liga e radio na Fiat sinal Alphaville , preto Vesuvio perolizado . O tempo que fiquei com o carro gostei bastante.

          • Verdades sobre o mercado

            Meus veículos sempre vendi rápido (trabalhava no ramo), só tive trabalho mesmo com o Bravo e o Punto(apesar de parte do tempo que passei para vendê-lo já não estava mais no ramo) e um C3 Picasso quando não trabalhava mais no ramo.

    • Jonathan

      Bah, que demora pra vender!
      Felizmente nunca tivemos tanto ‘trabalho’ assim para vender um carro. Tivemos um T-JET que foi vendido em janeiro, foi vendido muito rápido! Talvez pelo fato de ser o T-jet, que acredito que tenha boa procura.
      Vendemos por 36 mil (na fipe estava 40), sendo que ele já estava com uns 130 mil km’s (salvo engano, era algo nessa faixa) e já tinha alguns reparos para fazer (embreagem já estava indo para o saco, estava péssimo trocar as marchas dele, o freio já não estava grande coisa – já estava no segundo conjunto -, alguns reparos estéticos pois tinha alguns arranhões e amassados no parachoque dianteiro e na lateral).
      Na minha opinião pela KM, idade e pelo que precisava ser feito, foi vendido muito bem e rápido (aprox. 1 mês)!
      Era um carro muito bom, tinha como porém o já mencionado barulho nos freios e uma trepidação no pedal de freio que nunca descobriram o que era (tanto antes como depois da troca do conjunto, essa trepidação nunca sumiu).

  • CLEITON ALVES

    O meu só tive um único defeito, vazamento de óleo no motor, coberto pela garantia, o meu era dualogic 12/13

  • CanalhaRS

    Um dos melhores carros que a Fiat já fabricou aqui. Mas foi morto pelo motor e câmbio ruins.
    A versão que resolvia esse problema, a T-Jet, custava demais.

    • Verdades sobre o mercado

      Também foi morto pela falta de atitude da Fiat, jogou no mercado e nada fez para o carro pegar.

    • Chris

      O motor 1.8etorque e 1.4 tjet não são ruins, mas o cambio automatizado, esse sim é indefensável rs.

      • Verdades sobre o mercado

        O motor 1.8 e.Torque era ruim em baixa, e gastador. obs: fui gerente de css Fiat e tive um BRavo 1.8 mecânico.

        • Chris

          Tem tanta diferença de consumo para os Etorque de 139cv? Acho bom o consumo dos 1.8 atuais ao menos, só o torque que falta um pouco em baixa, sinto principalmente pois temos um turbo em casa(de outra marca), a diferença é grande rs. Obrigado pelo relato.

          • Verdades sobre o mercado

            O e.Torq em sua versão atual já é melhor, pois o torque é um pouco melhor em uma rotação um pouco mais baixa, e acaba ajudando um pouco no consumo, além disso a maioria dos veículos FCA que usam o e.Torq atualmente utilizam o start-stop e ele sim acaba melhorando bem o consumo urbano.

  • Gil Dário

    Tive um e sinto saudades. Sempre fui VW até “arriscar” a compra… carro bonito, bem acabado, recheado de comodidades, confortável e “presença”. Único senão ficava por conta do som sem entrada usb, sequer, auxiliar. Sabendo guiá-lo (até 3100rpm), fazia 9,5 e 14Km/l (cidade/estrada) na gasolina, mas cobrava o preço da esportividade se a mais de 3500rpm. Bons tempos.

    • Jean Lehn

      O comentário mais sensato até agora, tive um 2012 o carro fazia exatamente esse consumo, minha reclamação era com o Som por não ter USB , e a falta de Torque em baixa, que depois de um tempo voce se acostuma, e tambem o aperto no banco traseiro, porem um carro de presença , extremamente confortável !

      • Gil Dário

        A Fiat só pecou em insistir no Linea, quando o mercado seria mais receptivo para um Bravo Sedan, com entre eixos maior. Inédito no mundo, seria um carro perfeito.

        • TchauQueridos

          A FIAT sempre querendo colocar produtos com salto alto no mercado e sempre fica a ver navios…
          Bravo, Linea, Argo, Cronos, etc….
          O produto até pode ser bom, mas pecam no posicionamento, sempre cobrando mais do que valem.

  • EDU

    este e um carro com desenho bem resolvido e bonito ate hoje . Nao concordo com o texto (rapidamente envelhecido). Ate hoje vejo como um carro bonito de bom acabamento e bem recheado de equipamentos. Um leitor disse nao ver o carro . Nao sei onde ele mora mas em Sao Paulo sempre vejo esse carro .

  • Mauro Moraes

    O carro chegou tarde por aqui. Tinha beleza, mas era apertado por dentro. Vendeu pouco, desde o lançamento.

    • Verdades sobre o mercado

      Fui gerente de vendas de css Fiat desde meados de 2011 até 2o semestre de 2015, e o maior problema foi a falta de ações para promovê-lo por parte da Fiat, ainda que o espaço para pernas traseiros pudesse ser melhor, o motor 1.8 fosse fraco em baixa e o automático era o broxante Dualogic. Era um bom produto, mas a Fiat falhou e feio…

      • le0gt-r

        Um bom carro, porem esquecido até pela própria FIAT. Nem na css mais mais forte da FIAT aqui do RJ (Eurobarra) tinha ele no showroom quando fui comprar, tinha diversos modelos de Uno e nenhum Bravo!

  • Whering Alberto

    Um carro que ainda hoje me chama atenção (tanto por fora quanto por dentro), mas que não inspira confiança de comprar.

    • Gil Dário

      Pensava o mesmo até comprar um. Vendi com um aperto no coração.

  • Marcus Vinicius

    Pena que o hatch médio ottimo não foi tão ótimo na china e saiu de cena em 2017.

  • Marcus Vinicius

    Ainda existe o novo Tipo Turco fabricado pela tofas e vendido em toda Europa

  • Cristiano Prates

    Tive um branco 1.8 etorq manual. Tive problemas com radiador, me custou, na época R$500,00. Também tive problemas com a elétrica, as vezes as luzes internas piscavam do nada, e todo dia queimava uma lâmpada. Mas, ainda assim, gosto muito do carro, dei perda total nele em um acidente, e agradeço a estrutura do mesmo.

  • André

    Se tivesse uma versão 1.4 Turbo com cambio Automático talvez faria sucesso na época.

  • Junio Tavares Silva

    Ate hj gosto do visual desse carro, acho que piorou depois do facelift, se eu achasse um tjet de antes do facelift, bem conservado eu compraria fácil. Sou reparador automotivo e não vejo grandes problemas no powertrain 1.4t.

  • Piston head

    Bravo :)
    Etorq :|
    Dualogic :(

    • Verdades sobre o mercado

      Atuação da Fiat com o Bravo no Brasil: *&%$#@

  • fsjal

    Eu esperei muito por esse carro. Tive um Stilo entre 2007 e 2010 que tirei zero e foi um dos melhores carros que tive.
    Era apaixonado por ele e pelo Bravo, e queria trocar por um, porém a Fiat adiou demais o lançamento dele aqui (foi lançado em 2007 na Europa) e quando chegou, veio apenas com o dualogic e batendo de frente com o i30 da Hyundai, que dominou o segmento.

    Eu mesmo saí do Stilo para o i30 e um dos fatores determinantes foi o câmbio. Mas eu acho o Bravo um carro bonito até hoje.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Se eu tivesse tirado um Bravo T-Jet 0 km nunca iria vender, andaria final de semana com ele e dia a dia com um Kwid mesmo. Daqui uns anos será um esportivo nacional clássico junto com Punto T-jet e Sandero RS (em ótimas condições claro)

  • le0gt-r

    Já tive um Bravo essence manual 2015 que peguei zero km e rodei por 4 anos e quase 100mil km!
    Dessa lista enorme de defeitos só tive alguns: O barulho de rangido quando anda de ré e freia, a parte refletiva (prata) atras das lampadas de neblina que ficam preta por causa do calor da lampada que as queimam, cheiro muito forte de gasolina dentro do carro quando se abastece, e um problema na direção eletro-hidráulica que tive que trocar algumas peças e até a bateria e me custou uns 2.500 reais.

  • Zé Mundico

    Parece maldição mas a Fiat nunca conseguiu sair dessa: motor não conversa com câmbio e o dualogic foi uma tremenda bola fora. O carro era até engraçadinho mas parece que desmontava todo de tão frágil.
    Os que eu ainda vejo por aqui são manuais e quase todos detonados. Pessoal compra no feirão por até 10 mirréis.

  • jvfig

    Tive um bravo t-jet, esse problema dos freios traseiros é cronico, parece um barulho de barco quando da ré e freia, mas não é algo que prejudique tanto efetivamente.

    Agora o problema do ar condicionado, esse sim é absurdo, pelo que pesquisei é por causa do sistema anti-congelamento mal projetado que desliga a ventoinha do ar (o ar gela mas não sopra), pra resolver isso tinha que desligar o ar, esperar uns 2 minutos e ligar novamente ou deixar em temperaturas mais altas como 21 ou 22 graus.

    No mais é um carro honesto, pelo valor de semi-novo compensava na época. É o único carro da fiat que tem um câmbio decente (Italiano de 6 marchas, engates muito bons e escalonamento ótimo).

    Motor t-jet tem desempenho muito bom em rotação mais altas, porém beberrão e tem um lag absurdo abaixo de 2000 rpm, abaixo dessa rotação se comporta igual um 1.4 aspirado.

    O maior ponto positivo que eu vejo é a ergonomia, é o banco mais confortável que já estive até hoje, ajustes milimétricos além de coluna de direção com ajuste de profundidade e altura.

    • Jonathan

      Tivemos um T-jet aqui em casa, também!
      A questão do barulho do freio, pelo visto todos tinham! Além do barulho, o nosso também trepidava DEMAIS o pedal de freio! Foram diversas idas à concessionária, troca do sistema e tudo mais, nunca foi resolvido. Um outro porém era a qualidade do som, não chegava a ser ruim, mas deixava muito a desejar.
      No mais era um carro gostoso de dirigir, tinha uma retomada sensacional e um consumo honesto, quando ele foi comprado eu achava que o consumo seria um pouco melhor por ser turbo, mas ainda assim era um consumo aceitável.
      Acabamos vendendo porque estava muito rodado e começava a pedir algumas manutenções caras, salvo engano estava com aprox. 130 mil km’s.

      • jvfig

        A questão do Som era resolvida com o Opcional do som com 8 falantes e subwoofer, que tinha bom custo x beneficio.

        O porém ficava para o péssimo firmware da pseudo central multimidia que nem bluetooth tinha (só pra chamadas, pra som não)

  • RicardoVW

    Resumindo, um carro muito ruim, mas bonito.

  • RodrigoABC

    Falar mal todo mundo fala, quero ver falar bem. Ainda sou doido para pegar um desse Tjet…..

  • e3965

    Se tivesse tido uma versão automática, com certeza teria tido um.

  • MrBacon

    Comprei um no final de 2011… deu pane no Dualogic no 2º dia de uso, ocasionando uma pequena batida que danificou grade e para-choque dianteiro.

    Não queriam aceitar o problema mas a pane reapareceu durante testes na concessionária, mas daí meu desgosto com o carro já estava consolidado. O Dualogic de 1ª geração estragou um carro que tinha qualidades.

  • IPZ.4

    Tive um, por 100 mil km. Excelente carro, sem barulhos, ruídos ou grilos. O acabamento me surpreendeu para um Fiat, bem silencioso e confortável.

    Obviamente tive o porém do radiador e dos freios. O primeiro resolvi com a substituição, o segundo, resolvi na troca do conjunto pelo desgaste natural. Nada que pastilhas fras-le e discos novos (não lembro nome agora) que os barulhos sumiram. No big deal.

    Foi com ele que aprendi o valor e o conforto de se ter um teto solar. Teto solar, e não aquelas escotilhas de ônibus que chamam de teto solar.

    Não estava nos planos, mas pelo custo benefício da época, e pelas condições que consegui na negociação, resolvi apostar. Apostei certo, era MUITO agradável sair do trabalho a noite e abrir aquele teto, deixar pra trás aquela sensação de ter passado o dia todo preso numa caixa de sapato, a sensação de amplitude e ventilação era muito boa. Andar com ele no início da manhã ou no final da tarde fazia esquecer o quanto esquentava o carro no sol do meio dia.

    Teria outro, pena ter saído de linha sem investimento da Fiat. Prefiro 1000x MT, mas concordo quando dizem que a Fiat errou em não ter um AT convencional.

    E discordo totalmente quando dizem que o design cansou rápido. É um dos desenhos com mais personalidade e que continua bonito até hoje, fugindo do padrão mais do mesmo e sem sal, tal como o Cruze atual, por exemplo.

  • leitor

    Certos carros têm tudo pra serem bons, mas as próprias fábricas não ajudam. Defeitos inadmissíveis e manutenção cara. Não vai se firmar nunca no segmento. Até as japonesas que são reconhecidas têm uma marca superior, a Fiat passa longe disso.

  • KevinGR

    Tive um T-Jet, excelente carro, desses problemas ai só o freio fazendo barulho quando dava ré, que ja veio de fábrica, mas eu nunca me importei.

  • Lindo esse carro, um dos melhores design da Fiat

  • Andrei Vieira

    o que ele tinha de bonito (antes da restilização cagada), ele tinha de problema. O cambio dualogic era uma vergonha.

  • Giuseppe

    Todas as versões usando motor 1.4 turbo (apesar de não ser injeção direta) e câmbio automático de 6 marchas poderiam ter resultado de mercado melhor.

    Sempre gostei do carro, acho bonito até hoje e ainda penso em pegar um T-Jetzinho azul Maserati.

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