Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Em setembro de 1994, aconteceu algo que para alguns parecia impensável, dada a longevidade do Gol oferecido no mercado: o lançamento de uma nova geração do Gol.


A Volkswagen anunciou o Gol G2, a segunda geração de seu best-seller momentâneo (pois ele ainda não havia superado o Fusca), líder desde 1987.

Assim, nascia o Gol G2, que ficaria para sempre conhecido carinhosamente como “Bolinha”.

Essa geração foi o início da evolução do Gol como produto, visto que o anterior Gol quadrado tinha permanecido 14 anos no mercado brasileiro com apenas três facelifts, inovando apenas com a chegada do Gol GTI, que se tornou o primeiro carro nacional com injeção eletrônica de combustível.

No caso do Gol G2, a inovação técnica para o modelo seria ainda maior, muito mais do que alguns imaginavam.

Nesta matéria, vamos contar a história dessa famosa geração do Gol, que fez a primeira ser conhecida apenas como “Gol quadrado” a partir de então e deu os passos iniciais para as gerações (atualizações, na verdade) Gol G3 e Gol G4.

Com apenas quatro anos de duração, o Gol G2 moldou o futuro do produto mais vendido da VW no Brasil.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Gol G2 (Bolinha): o nascimento

Conhecido como projeto AB9, o Gol G2 era diferente do BX apenas na aparência e volume, pois sua plataforma ainda era a mesma de 1980, porém, modificada para crescer em tamanho para os lados, para cima e também em comprimento.

A Volkswagen adicionou 11 cm ao entre-eixos do Gol G2, mas manteve a configuração de motor e câmbio em longitudinal, assim como a fixação de balanças e coxins na própria estrutura do carro, sem subchassis.

O esquema de suspensão dianteira também foi mantido, assim como do eixo de torção traseiro com molas e amortecedores telescópicos.

O tanque do Gol G2 ficou maior (chegando a 53 litros) e a carroceria ganhou em aerodinâmica, baixando o Cx de 0,45 para 0,34. A aposta era em maior eficiência.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Com estrutura reforçada em relação ao anterior, o Gol G2 também adicionou algo muito importante, que seria fundamental para o carro nos anos seguintes: a opção de quatro portas.

Essa não chegou de imediato, mas já estava prevista no projeto inicial do carro.

Vidros colados sem molduras e superfícies mais suaves faziam parte das novidades do Gol G2, que chegou com os velhos e bons motores AP1600 e AP1800. Ambos vinham com injeção eletrônica monoponto, catalisador e sensor de oxigênio.

Mas, devido aos problemas de produção, o Gol G2 apresentava desalinhamento de alguns componentes, assim como uma qualidade abaixo do esperado nas peças plásticas.

A ampliação da largura da plataforma original fez com que pedais e coluna de direção permanecessem no mesmo lugar, fazendo com que a posição de dirigir fosse levemente inclinada.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Em 1998, o Gol G2 chegou a ganhar um motor diesel 1.9 aspirado para alguns mercados de exportação. O modelo 1.0 MI virou Special e manteve o Gol G2 parcialmente junto com o G3 até 2003.

Apesar da chegada do Gol G3 (e, posteriormente, do Gol G4), o mercado via apenas atualizações do Gol G2. Como um produto de geração, ele durou até o fim de 2013, quando a imposição obrigatória de freios ABS e airbag duplo fez com que a VW tirasse o modelo de linha, junto com a longeva Kombi.

Gol G2: estilo

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Com um visual atraente, o Gol G2 tinha linhas envolventes e contava com uma frente “boleada” com faróis arredondados nos cantos, piscas ainda separados, para-choques reformulados e integrados ao desenho da carroceria.

As colunas C mantinham uma boa espessura, mas a traseira era mais alta e tinha lanternas compactas.

Dessa forma, a tampa do bagageiro podia descer até o para-choque, ampliando o acesso. Os retrovisores eram mais afastados da carroceria e ofereciam um arrasto menor, enquanto os vidros do Gol G2 deixavam de ser planos.

No interior, o Gol Bolinha incorporou um painel mais envolvente e moderno.

O porta-luvas do Gol G2 era elevado, enquanto o console central concentrava difusores, rádio, botões de vidros elétricos e outros, assim como os controles manuais do ar-condicionado.

A instrumentação podia ir do simples velocímetro com medidor de combustível até um conjunto completo com fundo branco, lançado posteriormente.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

O volante do Gol Bolinha tinha apenas dois raios, mas chegou a usar um belíssimo exemplar de três raios no GTI.

O espaço interno era bem melhor que o visto no modelo antigo, não sendo mais um carro baixo e apertado como antes. O espaço para as pernas atrás foi ampliado sensivelmente, bem como a altura interna.

Maior, o modelo media 3,807 m de comprimento, 1,647 m de largura, 1,411 m de altura e 2,470 m de entre-eixos contra 3,810/1,610/1,350/2,358 m, respectivamente.

Seu porta-malas tinha 269 litros e novamente liberava o estepe, que ficou deitado sob o assoalho ante os limitados 146 litros do velho Gol, que tinha o estepe atravessado no espaço.

Gol G2: oferta

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

O Gol G2 chegou inicialmente com apenas duas portas e nas versões CLi e GLi, equipadas com os motores AP-1600 de 76 cavalos e 12,3 kgfm, apenas com gasolina, assim como com o AP-1800, que entregava na época 90,6 cavalos e 14,3 kgfm, sendo quase uma reprodução do Golf 1.8 na Europa, que tinha potência similar.

O câmbio do Gol Bolinha era manual de cinco marchas e o modelo ainda estava anos-luz de uma caixa automatizada ou de um câmbio automático.

O Gol G2 também ganhou duas versões 1.0 com o velho motor AE-1000 (CHT da Ford) e o desejado AP-2000 que, ao contrário dos outros, tinha injeção multiponto por herança do Santana.

Assim, esse motor naturalmente serviria apenas uma versão, a GTI.

O novo Gol GTI “Bolinha” foi destaque na época. Depois do lançamento do TSi, a VW ainda resolveu ir mais longe e lançou o exagerado Gol GLS com motor 2.0 de 111 cavalos, trazendo consigo computador de bordo, cluster branco e freios ABS.

Isso já era um indicativo sinistro do que seria a chamada geração G3, quando o GTI perderia sua identidade e o Gol acabaria como um carro genérico “com tudo dentro”.

Assim, o Gol G2, o saudoso Gol Bolinha, viveu seus quatro anos com muita intensidade, indo dos humildes 50 cavalos até os empolgantes 145 cavalos.

Gol G2 1000

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No momento do lançamento, a Volkswagen tinha ainda o antigo Gol 1000 em produção e, para a nova geração, um equivalente deveria ser feito nos moldes da já combalida Autolatina.

Assim, o Gol 1000i vinha com motor AE-1000, que em realidade era o clássico CHT da Ford.

Com apenas 49,8 cavalos e 7,3 kgfm, seu desempenho era muito ruim, indo de 0 a 100 km/h em eternos 22,4 segundos e sem passar de 145 km/h. Para piorar, suas rodas aro 13 polegadas tinham pneus 155/80 R13. Ou seja, a estabilidade natural do Gol fora colocada à prova.

O Gol 1000i ganhou uma versão mais refinada, o Gol Plus, que era mais equipado e menos básico em seu visual.

Essa geração assistiu o fim do último Gol 1o00 quadrado e assumiu completamente sua missão de ser a porta de acesso para a gama. Mas ela continuava sendo um fruto proibido da Autolatina.

A VW jamais liberou um equivalente do Gol G2 para a Ford e o Gol 1000i era uma agressiva opção diante do velho Ford Escort Hobby.

Ainda não se sabe o quanto o modelo afetou as relações dentro da joint-venture, mas a empresa da Anchieta sabia que precisaria de uma opção futura para substituir o pequenino AE-1000.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Quando o fim já estava certo, a Volkswagen anunciou um plano de investimento bilionário no país e com ele a produção de um novo motor em uma fábrica de motores longe do ABC.

A medida era necessária por volta de 1997, pois a Ford estava deixando de fazer o CHT e já tinha colocado o Fiesta europeu como o cavalo de batalha da vez.

Assim, nasceu a família EA-111 em 1997, saindo dela o 1.0 MPI.

Esse motor era feito em alumínio e vinha com os desejáveis tuchos hidráulicos (que dispensavam ajustes mecânicos) e cabeçote de fluxo cruzado. Também vinha com injeção eletrônica multiponto, melhorando muito a eficiência energética do Gol G2.

Mais potente, ele tinha 62,5 cavalos e 9,1 kgfm, números bem melhores. O tanque até foi reduzido para 50 litros, mas a aceleração de 0 a 100 km/h caiu para 18 segundos. Ainda era fraco, mas a Volkswagen tinha outras pretensões com esse novo motor.

O Gol Mi – como era chamado na época – ganhou um inédito cabeçote 16V em 1998.

O acréscimo de potência e torque foram comedidos, chegando a 69,4 cavalos e 9,4 kgfm. Mesmo assim, ele se tornou o 1.0 mais potente do mercado, ainda que ganhasse apenas 0,5 segundo de vantagem sobre o 8V, além de entregar 10 km/h a mais na velocidade final.

O Gol G2 com esse motor 1.0 16V contribuiu – junto com outros infelizes modelos 16V – para que o temor da quebra da correia mudasse completamente o mercado nas próximas duas décadas, onde o cabeçote de 8V dominou o cenário.

Gol G2 TSi

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Em 1996, ao passo que o GTI ganhava o motor 2.0 16V, os fãs do Gol GTS continuavam órfãos.

A clássica versão de 1987, que surgiu a partir do lendário GT, já não existia desde 1994, e o salto entre o GLi 1.8 e o GTI 2.0 8V era enorme.

Assim, a VW criou o Gol TSi, que estranhamente se tornaria tão popular e igualmente famoso muitos anos depois pelo mesmo motivo que o originou em 1996.

O Gol TSi 1.8 parecia promissor. Tinha visual mais esportivo e contava com alguns itens do GTI, como faróis de dupla parábola, defletor de ar no teto e rodas de liga leve aro 14 polegadas com desenho esportivo.

Mas havia o calcanhar de aquiles, que era seu motor.

A VW não pensou em apimentar o AP-1800, que mantinha os 90 cavalos do GLi, embora o câmbio fosse do antigo GTS.

Os clientes não gostaram da ideia e, no ano seguinte, o motor 2.0 foi adicionado ao Gol TSi. Ainda assim, não teve o apelo esperado como do GTS e a VW demoraria 22 anos para se arrepender e voltar atrás com o Polo GTS, que trouxe a sigla TSI.

Em 1997, a Volkswagen trocou a injeção eletrônica FIC da Ford pela Magneti Marelli, agora ex-Fiat.

Com isso, os motores AP-1600 e AP-1800 passaram a ter injeção multiponto e a entregar mais potência e torque. O 1.6 chegou a 89 cavalos e 13,2 kgfm, enquanto o 1.8 clássico pulou para 98 cavalos e 15 kgfm, algo próximo dos recentes EA111 1.6 8V.

Gol G2 GTI

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Lançado em 1995, o Gol GTI da geração G2 chegou com um motor realmente forte, o AP-2000 com injeção multiponto, de 109 cavalos e 17 kgfm.

O propulsor levava o Gol Bolinha duas portas de 0 a 100 km/h em 11,2 segundos e tinha máxima de 185 km/h. O câmbio de cinco marchas era bem curto, e o Gol G2 esportivo era bem mais atraente que as demais versões.

Com ajustes na suspensão, o Gol GTI tinha faróis com dupla parábola, logotipo GTI na grade, faróis de neblina, rodas de liga leve de cinco raios com parafusos à mostra, saias laterais, spoiler discreto na frente e defletor de ar traseiro ampliado.

Ainda vinha com escape esportivo, antena no teto, logotipos GTI na traseira e laterais, assim como a inscrição 2000.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Por dentro, o Gol GTI tinha um volante de três raios simples, mas o cluster tinha fundo branco, mesmo tom do pomo da alavanca de câmbio.

Os bancos eram esportivos e tinham acabamento exclusivo, além de apoios de cabeça com elemento vazado. Havia até um porta-cassete no console.

No Gol G2, o GTI foi a expressão máxima de que o modelo continuaria a ser como antes, indo do extremo popular ao esportivo raiz. Em 1997, o motor 2.0 8V passaria a ter 111 cavalos.

Só que para a VW, o Gol GTI sozinho já não estava agradando tanto. A montadora realmente queria fazer a diferença, pois a concorrência local e importada já era bem incômoda. Assim, fez algo que poucos esperavam um pouco depois.

Gol G2 GTI 16V

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Quem poderia imaginar que o Gol G2, o famoso Gol Bolinha, teria uma versão tão agressiva como o Gol GTI 16V, que surgiu em 1996.

Para superar qualquer rival, a Volkswagen trouxe da Alemanha um motor novo, ou melhor, um propulsor diferente: EA-837. Com bielas mais longas e um cabeçote de fluxo cruzado, ele chegava para lançar o esportivo muito além do GTI normal.

Esse motor 2.0 tinha cabeçote de 16V e seu coletor de admissão simplesmente passava por cima do conjunto, o que contribuiu para um detalhe visual exclusivo dessa versão.

Com 145 cavalos e 18,4 kgfm, o Gol GTI 16V ia muito além de qualquer VW nacional e foi o primeiro feito no país com 16V.

O câmbio do Gol GTI 16V teve a marcha ré sincronizada e a suspensão foi recalibrada. Na traseira, ganhou uma barra estabilizadora, algo impensável para um Gol, ainda mais GTI, devido a boa estabilidade que sempre teve.

Ele ainda tinha freios a disco nas quatro rodas com sistema ABS. Até a embreagem deste Gol G2 passou a ter acionamento hidráulico, tudo para suportar a nova performance que o hatch estava oferecendo.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Visualmente, o Gol GTI 16V era completamente identificável em relação ao GTI normal por causa de uma ondulação sobre o capô, para que o enorme 2.0 16V pudesse caber.

Na época, isso gerou controvérsia também por causa da peculiar campanha publicitária da VW, que não entraremos em detalhes (mas você pode matar sua curiosidade lendo os comentários desse post).

Fora a tal protuberância, o Gol GTI 16V vinha ainda com rodas de liga leve aro 15 polegadas de cinco raios e visual mais limpo que o do GTI normal.

Essas rodas tinham pneus 195/50 R15. Na grade e na traseira, o logotipo GTI vinha acompanhado do “16V” em vermelho. Um belo Gol G2, sem dúvida.

Gol G2 (Bolinha): história, detalhes, anos, modelos e motores

Por dentro, o Gol GTI 16V também se diferenciava, tendo acabamento preto ou em dois tons de preto e vermelho para bancos, volante e câmbio.

Os cintos de segurança também eram vermelhos, o que realmente dava o tom da proposta desse carro. O sistema de som tinham alto-falantes com mais graves, entre outros itens diferenciados.

Com tudo isso, o Gol GTI 16V prometia e cumpria.

O Gol G2 esportivo ia de 0 a 100 km/h em 8,8 segundos e alcançava ótimos 206 km/h, algo muito bom para a época.

Foi um dos carros nacionais mais desejados no passado recente e hoje é uma opção rara (e bem cara) no mercado de usados.

Gol G2: séries especiais

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O Gol G2 teve apenas três séries especiais em seus quatro anos de vida. Embora estas opções sejam uma forma interessante de marcar uma ocasião, acabam se tornando micos no mercado de segunda mão.

Gol Rolling Stones

Em 1995, a famosa banda de rock inglesa Rolling Stones se apresentou no festival Hollywood Rock 95. Para comemorar, a Volkswagen criou uma série especial do Gol G2, que tinha motor AP-1600 com 76 cavalos e 12,3 kgfm, bem como um adesivo alusivo à versão na tampa do porta-malas e acabamento com tecido diferenciado.

Ao contrário da banda, o Gol Rolling Stones era bem discreto, não tendo nenhum item esportivo no visual e equipado com rodas de aço dotadas de calotas integrais. Poderia passar despercebido em qualquer lugar.

Gol Atlanta

No ano seguinte, ocorreram os Jogos Olímpicos de Atlanta, no estado americano da Geórgia.

Diferentemente do Gol Rolling Stones, o Gol Atlanta foi um Gol G2 limitado com motores AP-1600 e AP-1800, este último com 90 cavalos e 14,3 kgfm. Esta série especial tinha como diferencial os faróis de duplo refletor e rodas de aço aro 14 com calotas.

O Gol Atlanta tinha direção hidráulica e ar-condicionado de série, além de volante esportivo de três raios, o mesmo do Gol GTI.

Externamente vinha com adesivo alusivo ao evento olímpico. Teve campanha publicitária com a Seleção Brasileira de Futebol, com o técnico Zagalo e o goleiro Dida.

Gol Star

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O Gol Star é um repeteco de outra série especial, que surgiu alguns anos antes no anterior Gol “quadrado”.

Dessa vez, em 1998, o Gol G2 trazia o motor AP-1600 com injeção multiponto e 89 cavalos com 13,2 kgfm. Era interessante porque trazia rodas de liga leve aro 14 polegadas, além de melhor conteúdo.

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 25 anos. Há 14 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.