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Avaliação: Tentamos descobrir por que o Corolla vende tanto

Falar sobre o Toyota Corolla sempre envolve tentar descobrir como um carro relativamente tão caro consegue emplacar tantas unidades por mês.

Avaliação: Tentamos descobrir por que o Corolla vende tanto


Se você tem mais de 40 anos ou gosta de rever propagandas clássicas, certamente vai se lembrar do comercial que dizia: “Tostines vende mais porque é fresquinho ou é fresquinho porque vende mais?”

Essa inteligente jogada de marketing foi tão marcante que até hoje é relacionada a outros produtos, quando alguém tenta entender qual é o fator gerador e qual é a consequência. E isso também pode ser aplicado ao mundo automotivo.

Quando tentamos entender por que alguns modelos vendem mais que outros, nem sempre o preço é o fator determinante. Pense, por exemplo, no modelo dessa avaliação: o Corolla vende muito porque realmente é bom, ou acaba sendo bom porque vende muito?


O modelo cedido pela Toyota, que ficou duas semanas sendo testado pelo Notícias Automotivas, foi exatamente a versão que é disparada a campeã de vendas da marca, o intermediário Corolla XEi. Será que ao final desse período conseguimos descobrir o segredo do sucesso de vendas do japonês?

(Também temos uma reportagem com todos os detalhes do Corolla 2019, confira.)

Conhecendo a linha do Corolla

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Alguns modelos chamam a atenção pelo preço baixo, e isso faz suas vendas subirem bastante. Mas, obviamente, esse não é o caso do Corolla. A versão testada pelo NA tem valor sugerido de R$ 105.990, se posicionando no meio de uma linha que chega a absurdos R$ 118.990.

Falando sobre essa linha, ela começa com a versão GLi Couro, que sai por R$ 90.990 e é a única equipada com o motor 1.8 16V Dual VVT-i Flex. Esse motor entrega 139/144 cv e 17,7/18,6 kgfm de torque, e é associado a uma transmissão CVT que simula sete marchas.

Entre os equipamentos de série, a versão GLi Couro vem com ar-condicionado manual, computador de bordo com seis funções (consumo médio e instantâneo, indicador Eco Drive, autonomia, velocidade média, tempo percorrido, controle de iluminação do painel e da temperatura externa), coluna de direção com regulagem de altura e profundidade, sistema de som com USB, Bluetooth e conexão para iPod e similares, volante multifuncional, vidros e retrovisores elétricos, rodas de 16 polegadas com pneus 205/55 e outros.

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No caso das configurações XEi, XRS e Altis, o motor usado é o 2.0 16V Dual VVT-i Flex, que entrega 143/154 cv e 19,4/20,7 kgfm de torque, também com câmbio CVT que simula sete marchas.

Além dos equipamentos citados acima, a versão XEi adiciona ar-condicionado digital; Smart Entry e Push Start (que dispensam o uso da chave para entrar no veículo e ligar o carro), espelho retrovisor interno eletrocrômico, piloto automático, faróis de neblina dianteiros, acendimento automático dos faróis, sistema multimídia com tela LCD sensível ao toque de de 7” (com Bluetooth, DVD player, CD-R/RW, MP3, rádio AM/FM, GPS, TV digital e câmera de ré), quatro alto-falantes e dois tweeters, antena shark fin e rodas de 17 polegadas com pneus 215/50.

Acima dela aparece a versão esportiva XRS, que sai por R$ 111.990 e agrega vários itens estéticos, como acabamento interno na cor preta, aerofólio traseiro com luz de freio em LED, saias esportivas laterais, frontal e traseira, e ponteira do escapamento cromada, além de faróis dianteiros em LED, ajuste de altura do farol e rodas diamantadas aro 17” com acabamento em preto brilhante.

Finalmente, temos a versão Altis e seu salgado preço sugerido de R$ 118.990. Os equipamentos presentes exclusivamente nessa versão são ar-condicionado dual zone, limpador do para-brisa com sensor de chuva, banco do motorista com regulagem elétrica de oito posições, espelhos retrovisores externos com rebatimento elétrico e rodas diamantadas aro 17”, com acabamento na cor cinza.

Vale ressaltar que todas as versões do Corolla contam com sete airbags, controle de tração, controle de estabilidade e assistente de partida em rampa. Modelos concorrentes diretos, como Civic e Cruze também andam muitos caros assim como o Corolla.

Dirigir o Corolla revela seus pontos positivos

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Ao rodar com o Corolla XEi, percebemos seus primeiros pontos positivos. Seu motor 2.0 trabalha bem em conjunto com o câmbio CVT e tem fôlego de sobra, mesmo carregado com cinco passageiros e bagagens.

É claro que existem sedans mais potentes, mas não dá pra reclamar do modelo da Toyota.

Diferente de outros carros com câmbio CVT, que mantém o giro no alto o tempo todo quando o acelerador é pressionado, o Corolla simula a troca de marchas e dá um ar mais esportivo (o que, convenhamos, nunca foi a sua praia).

Com a tecla Sport pressionada, o carro fica mais esperto.

No fim das contas, dirigi-lo é prazeroso. Fizemos várias viagens, algumas com o carro cheio, e o Corolla sempre respondia bem nas retomadas e era seguro nas curvas. Por outro lado, ao testar as borboletas atrás do volante percebemos que elas são dispensáveis.

O Corolla não é um carro esportivo e, independentemente do modo manual, ele vai trocar as marchas sozinho quando a rotação atingir certo limite.

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O melhor modo de guiar o Corolla é com tranquilidade, sabendo que você tem motor suficiente quando precisar. O piloto automático contribui para essa suavidade, pois é bem preciso e fácil de manusear, apesar de sua posição incomum em relação a outros modelos (seus comandos estão numa alavanca, do lado direito do volante).

O painel de instrumentos recebeu um novo grafismo na linha 2018, o que tornou sua leitura mais fácil. No meio, aparece uma tela TFT colorida de 4,2 polegadas, que fornece informações de consumo, navegação e áudio.

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Os bancos são confortáveis e tem regulagem de altura para o motorista, mas os ajustes elétricos só aparecem na versão topo de linha Altis. Os apoios de cabeça na dianteira oferecem um bom suporte, e são maiores do que estamos acostumados a ver (eles chegam a bloquear a visão de quem viaja atrás).

Um detalhe negativo é o apoio de braço nas portas dianteiras, que parecem baixos em relação à altura dos bancos (mesmo com os bancos totalmente abaixados).

Esse detalhe foi percebido por todos que dirigiram o Corolla, o que acaba não oferecendo o suporte ideal, como faz o apoio central.

Um sedan espaçoso, mas que não faz milagres

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Nas viagens com o carro lotado também percebemos que o espaço interno do Corolla XEi é bom. Com um entre-eixos de 2,70 m, o espaço para as pernas dos ocupantes traseiros é mais que suficiente. Além disso, o assoalho quase plano torna a viagem para o ocupante central menos sofrida.

O teto conta com um recuo na parte da frente que beneficia os mais altos, mas isso não acontece na parte traseira. Em nossas viagens, quem tinha mais de 1,82 m de altura e sentava atrás já sentia algum desconforto.

Já o porta-malas tem 470 litros e pode ser considerado espaçoso, mas fica atrás de alguns concorrentes que passam dos 500 litros.

Nessas viagens também percebemos um fato curioso: todos os que ficavam no assento do meio reclamavam da falta de apoio, o que os fazia ser jogados de um lado para o outro nas curvas. É claro que esse é um problema em qualquer carro (por isso ninguém gosta de viajar nesse lugar), mas no Corolla parecia ser pior.

Não conseguimos chegar a um consenso sobre o motivo disso.

Alguns disseram que o banco tinha uma textura muito escorregadia, enquanto outros sentiram falta de um túnel central mais alto (acredite se quiser), pois isso supostamente daria um apoio para os pés e ajudaria a se segurar nas curvas.

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Lateralmente, o Corolla conta com um espaço parecido com os outros modelos de sua categoria. Ou seja, se três adultos viajarem no banco de trás, eles ficam um pouco apertados. E eles também vão sentir mais calor, pois o Corolla não tem uma saída traseira do ar-condicionado.

A segurança, pelo menos, está no nível esperado: todos contam com cinto de três pontos e apoio de cabeça, além do carro ter Isofix e Top Tether. E quando apenas dois passageiros viajam atrás, eles ainda contam com o apoio central para os braços.

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Falando sobre o acabamento do Corolla, notamos que ele está num nível muito bom. São vários pontos macios ao toque, em couro e com detalhes que o tornam mais sofisticado. Pena que a Toyota continue usando o velho conhecido relógio digital no painel (visto também em outros modelos da marca).

Já está na hora de mudar isso, não é?

Os porta-objetos também aparecem por todos os lados, como no apoio central e do lado esquerdo do volante, abaixo dos comandos dos espelhos elétricos. O porta-objetos que fica na frente da alavanca de câmbio também esconde a tomada 12V e as entradas USB e auxiliar.

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As portas levam até garrafas maiores, e entre os bancos existem dois porta-copos com um separador removível, que pode ser ajustado em algumas posições.

Esse separador também tem uma posição específica para guardar a chave presencial.

Consumo na estrada é bom, mas na cidade pode assustar

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O Corolla apresenta as medições de consumo no computador de bordo e na central multimídia, onde aparece um histórico diário de consumo.

Essa poderia ser uma função bem interessante, mas o gráfico não é exato, aparecendo apenas barras e um marcado lateral, que vai de 0 a 30 km/l. Por isso preferimos fazer medições próprias, que achamos ser mais exatas.

Em várias viagens feitas com o Corolla, notamos uma média de consumo que pode ser classificada entre razoável e boa. Nos primeiros dias, rodamos com gasolina e fizemos uma viagem com duas pessoas a bordo e ar-condicionado ligado.

O resultado foi um consumo de 13,5 km/l. Vale lembrar que esse consumo é de um percurso misto, com 70% de estrada.

Depois disso, decidimos abastecer o Corolla com etanol e rodamos vários dias na cidade e na estrada. Com esse percurso, obtivemos uma média de exatos 9 km/l.

No fim de semana, ainda com etanol no tanque do Corolla, fizemos uma viagem mais longa com cinco adultos e algumas bagagens. O peso extra acabou influenciando o consumo mais do que imaginávamos, e o número final ficou na casa dos 9,5 km/l.

O problema é percebido quando o percurso é 100% urbano. Nesse caso, os números de consumo que aparecem no computador de bordo podem assustar, como visto na foto acima.

Para evitar isso, é preciso dirigir de maneira ainda mais tranquila, sem nenhuma pisada mais forte.

Itens que sentimos falta

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Não dá para negar que o segmento dos sedans é um dos mais competitivos no Brasil. Para sobreviver em meio a tantas opções, muitas marcas tem investido pesado na tecnologia que oferecem nos seus produtos.

Nesse aspecto, parece que o Corolla sempre correu atrás da concorrência, o que lhe rendeu a fama de ser voltado para um público que não liga tanto para isso. A verdade, porém, é outra: quanto mais tecnologia embarcada, melhor, e isso ressalta algumas falhas do Corolla.

O principal exemplo é a central multimídia. Sua tela de sete polegadas chama a atenção no painel do Corolla, mas seu funcionamento é lento e faltam funções que até carros mais baratos já possuem, como Android Auto ou Apple CarPlay.

Mesmo com as funções básicas, como sintonizar uma rádio, a central do Corolla é irritantemente confusa e lenta. Não existem botões físicos, o que também torna aumentar ou abaixar o volume um processo mais lento do que o normal (também não existe uma função para emudecer o som).

Aliás, o volume parecia sempre baixo, o que pode ser um problema específico dessa unidade avaliada.

Outro ponto negativo aparece a noite, pois não é fácil desligar a tela e eliminar aquele brilho intenso. Essa função até existe, mas demora para ser encontrada nas opções do menu.

Para não dizer que só encontramos pontos negativos, o GPS do Corolla funcionou muito bem, sendo bem preciso e com indicações no tempo certo.

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Outro item que sentimos falta no Corolla XEi foi o ar-condicionado dual zone, que deveria estar presente num carro de mais de R$ 100.000. Apesar disso, os controles eram bem fáceis de usar e as informações ainda apareciam na tela da central multimídia.

Conclusão

Voltando à questão levantada no início dessa matéria, nossa avaliação nos ajudou a ver alguns dos pontos positivos que tantas pessoas enxergam no Corolla.

A dirigibilidade do sedan da Toyota continua muito boa, tornando o Corolla um carro prático para a cidade e ainda melhor para rodar nas estradas. O espaço interno, apesar de não ser excelente, está dentro do esperado para o segmento (como dito acima, o porta-malas de 470 litros fica atrás de outros sedans).

No quesito segurança o Corolla sempre ofereceu uma boa quantidade de airbags (sete em todos as versões atuais), e ainda agregou no último pacote de novidades os tão aguardados controles de tração e de estabilidade, além de oferecer também o assistente de partida em rampa.

Mas, sinceramente, nada disso está no topo da lista de motivos que colocam o Corolla como líder em seu segmento.

Os argumentos, na verdade, aparecem quando você conversa com quem decidiu comprar o carro (muitas vezes dizendo que já está no terceiro ou quarto modelo consecutivo).

Esses motivos incluem a confiabilidade da marca, algo que é encarado por muitos como subjetivo, já que toda marca tem seus fãs incondicionais. Mas é verdade que a Toyota sempre foi uma marca conservadora, que não inventa na hora de dar ao seu cliente o que ele espera.

Outro argumento, talvez o principal, é o valor de revenda. Veja, por exemplo, o modelo que testamos, o Corolla XEi. Uma unidade 0km sai por R$ 105.990, o que é considerado um valor absurdo pela maioria dos consumidores.

Se você acha isso muito caro e quiser um Corolla XEi usado, com um ano de uso, você ainda terá que desembolsar mais de R$ 92.000, segundo a tabela FIPE. Se isso ainda estiver fora do seu alcance e você quiser um modelo 2016, o preço estará na casa dos R$ 80.000.

Vale lembrar que tudo isso é baseado na tabela FIPE. Uma pesquisa rápida na internet revela que vários anúncios tem valores ainda maiores, especialmente quando os carros estão pouco rodados.

Moral da história: você paga caro, mas vende (relativamente) ainda mais caro.

Já que os carros novos custam tão caro no Brasil, escolher aquele que é mais valorizado acaba sendo um fator muito importante.

No fim das contas, é difícil saber se a bolacha Tostines vende mais porque é fresquinha ou se é fresquinha porque vende mais. Também não é fácil descobrir por que o Corolla vende tanto, se quase todo mundo reclama de seus preços.

Mas parece que vai demorar para outro sedan desbancar o atual líder e tirar o sedan nipônico do primeiro lugar.

Corolla – Fotos

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280 Comentários

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  • Oferece menos que a concorrência e cobra mais, e mesmo assim vende que nem água no deserto. Não dá pra reclamar de preços abusivos e carros inseguros se ainda há quem compre

          • O que o amigo quis dizer é que 2 anos atrás não tinha ESP e vendia até mais que hoje. O que de certa forma significa que mais segurança não está valendo muito no conceito que o Corolla carrega. Venderia a mesma coisa hoje se não tivesse ESP, alguém seria capaz de dizer que não?

              • Ah, sim. Mas me ative a interpretar o que o autor da primeira mensagem quis dizer: não é por ter ou não ESP que o Corolla tem vendas expressivas, uma vez que mesmo sendo desprovido do aparato até dois anos atrás, ao contrário dos seus pares de mercado, ele era líder de vendas disparado, vendendo mais que a soma dos concorrentes.
                Desconfio que mesmo hoje, se o modelo da Toyota não tivesse o ESP, estaria ostentando a mesma margem de liderança que apresenta.

                • Eu já acho que a Toyota mexeu nesse aspecto no momento certo: Repare que o uso de mais airbags parece ser algo pouco citado por donos e inclusive por avaliações… mas veja o caso do ESP como é sempre citado como um absurdo qdo um produto não o possui.

                  E o pior é saber que dentre as explicaçoes de como funciona um ESP, as pessoas ainda acharem que ele dará mais estabilidade direcional ao veiculo.

                  Mas eu acho que a Toyota usou o timing certo para implementar o ESP. Assim nãose tem criticas disso e as demais criticas ficam baseadas no preço, no que ele oferece (que para os donos não precisa de mais que isso) e também em assistencia.

                  Perceba que mta gente cita a tal robustez, mas em média, qto um primeiro dono fica com o carro? Então fica dificil nesse mercado considerar por total uma avaliaçaõ considerando um unico item o sucesso ou não dele.

                  • Em toda a minha vida, me lembro de uma única situação em que vi o ESP atuar: foi no C4 Lounge, na saída do balão do aeroporto de Brasília, em direção ao Núcleo Bandeirante. A curva lá é muito escorregadia, tanto que o meio-fio do lado direito da saída está todo destruído (os carros entram, saem de traseira e apontam em direção ao bordo da pista, se chocando com o meio-fio e parando na área gramada). Eu entrei bem devagar (tinha visto um acidente logo cedo no local), mas mesmo assim senti o carro começando a querer escorregar a traseira, e senti os comandos eletrônicos agindo, mais ou menos como a “tremedeira” que se sente quando o ABS entra em ação, mas atuando apenas em rodas específicas. Realmente ele endireitou o carro, mas como eu já entrei prevenido na curva (bem devagar), não dá pra dizer que o aparato evitou um acidente, apenas evitou que eu tivesse que fazer a pequena correção “no braço”, a qual seria bem simples.
                    No mais, em meus 30 anos de volante, não me lembro de uma situação em que teria precisado do ESP. Mas é aquela coisa, nunca se sabe quando a necessidade se fará presente. Melhor contar com o auxílio que chorar as mágoas depois.
                    Infelizmente o Aircross não tem a bagaça… kkkkk.

                    • Eu já usei umas 4 vezes o ESP no Fluence.

                      Na pratica, das 4, 1 delas foi por subestimar uma curva e tomar um susto e as demais por sair do risco, sendo apenas 1 com um risco enorme de batida.

                      Então vou citar de forma resumida as 3 e a ultima que foi que o ESP realmente fez toda a diferença.

                      A que eu subestimei a curva foi… eu estava a 60km/h numa curva de 40km/h, nessa no meio da curva ela simplesmente fez um cotovelo. Eu na curva tomei cuidado mas apertei o freio pq ali a reação de reduzida não daria tempo de reduzir com segurança. Quando eu senti ele começando a sair de traseira, acendeu a luz do ESP e o carro simplesmente corrigiu a trajetoria e eu fui embora. As outras 2, foram basicamente de uma roda pegar em algo escorregadio como oleo e ele corrigir nas demais rodas, foi maravilhosa a sensação de controle…rs

                      E a ultima foi a perigosa: Estava eu descendo sentido litoral sul a 80km/h e de repente do acostamento me sai uma Strada sem acelerar. Ali eu pisei tudo que dava no freio (com ABS trepidando e tudo), fui chegando perto do carro e vi que abriu espaço a esquerda e joguei o carro com tudo e depois fui consertar (que foi aí que eu pensei que eu perderia a direção), qdo de repente o carro saiu para a esquerda com tudo mas ficou reto como se a manobra não fosse nada (me lembro de ter visto rapidamente o icone do ESP ativo) e aí passei e fui embora. No começo, te digo que minha reaçã e da minha esposa no carona foi de desespero… depois que fez essa manobra, tanto eu como minha esposa estranhamos porque o carro corrigiu e passou tão tranquilo, que eu e a ela nos sentimos bem seguro e o medo inicial foi praticamente embora.

                      MAs não gostaria de passar por isso novamente…rs

        • Ok mas o carro não era “inseguro”. Aqui tem um 2015 “sem ESP” e até o momento está tudo tranquilo eu consigo dirigir o carro sem problema nenhum e sob controle total e absoluto.

          • O carro em si é estável, possui centro de gravidade baixo e pneus largos, mas ESP é pra situações de emergência onde só motoristas com muita experiência conseguiriam sair ilesos. Você diz isso até precisar desviar de algo na rodovia a uma velocidade um pouco mais alta ou na chuva, por exemplo. Aí depois não adianta lamentar as perdas.

              • Falou o piloto profissional. Tu seguraste porque a pista era larga, estava seca, não precisou fazer contra esterço e o movimento não foi realmente brusco.
                É irônico alguém vir polemizar um caso tão discutido e exaurido como a utilidade do esp em situações de emergência… Sem palavras, mano… Espero que tu não leves ninguém no teu carro além de ti a uma velocidade dessas.

                • Temos aqui uma pessoa que tem visão de adivinhar as coisas… Menos seu defensor do ESP. ESP não garante porcaria nenhuma. Você não sabe dirigir e fica “endeusando” um recurso eletrônico.

          • Não entendi. Qualquer carro é seguro sob “controle total e absoluto”.
            O ESP é item que atua justamente quando por algum motivo não há mais esse “controle total e absoluto”

  • Vende porque é confortável e confiável, tudo que o público da categoria busca. Meu pai tem um 2011 com 180 mil km, nunca trocou uma bucha de suspensão, só freio, óleo e filtros (uma vez o retentor deu problema, mas peça barata e de fácil troca), nada mais. Não é o melhor da categoria, mas cumpre muito bem o que se propõe. Vale o que pedem, claro que não, mas quase nada no Brasil vale, então é chover no molhado.

    • Na minha opinião por ser um carro muito durável e que desvaloriza pouco faz dele a melhor compra para seu bolso, entre seus concorrentes, ou seja, uma compra racional.

    • Comprei 1 pro meu pai, modelo 2009
      Pra ele foi o 1º carro Japonês e Automático que teve. Minha mãe ja não dirigia a anos, porém resolveu “testar” o Corolla, pronto, adorou o carro e os 2 de hj em diante só querem trocar por outro, mais novo.
      Eles são o publico alvo da marca, na casa dos 70 anos, aposentados e que só querem um carro pra ir do ponto A ao B sem dor de cabeça, realizar pequenas viagens, ter porta malas suficiente pra bagagem.
      Meu pai me fala todo orgulhoso:
      Toda vez que paro o carro pra lavar ou abastecer, sempre alguém me pergunta se não quero vender!!
      Por mais maluco que isso pareça, ter um carros desses te passa a impressão de ter algo desejado por outras pessoas (Mas que vc já tem)…..a psicologia pode explicar isso, sou engenheiro, não me aprofundo nesse ramo kkkk

      • Seja zero ou usado, em ambas as situações o cara está “perdendo” dinheiro. A única forma de se fazer um bom negócio é, talvez, comprar o carro usado de alguém desesperado para vender (para tratamento de saúde, mudança de residência, espólio, etc), pois assim dá pra pegar o carro pouco rodado e com valor abaixo de tabela. Quem compra carro seminovo/usado pagando FIPE não está fazendo bom negócio. A questão é a dosimetria da loucura, hehehehe

        • Mas quem se aproveita da situação de desespero de alguém, doença grave por exemplo , para pagar menos que o produto vale também não poderia ser questionado? Ao menos do ponto de vista moral? Apesar de que entendo que se aplica uma das máximas do capitalismo, a desgraça alheia pode ser meu sucesso kkkk (apesar de que eu não devia achar graça disso).

          • Não se trata de “se aproveitar”. Geralmente quem vende por motivo de desespero (doença, contas a pagar, etc) já coloca o preço mais baixo para vender rápido mesmo, as vezes assinalando na descrição do anúncio o motivo não para fins de compaixão, mas para reforçar o argumento de venda de que não está vendendo o carro abaixo da tabela para se livrar de uma bomba, mas tão somente porque precisa do dinheiro. É apenas um jogo de interesses.

            • É discutível moralmente esse pensamento.
              Para uma concessionária, vc vai pagar R$ 81k num Corolla 2016 e não tem choro. Para uma pessoa precisando de tratamento de câncer vc vai negociar e pagar R$ 70k no dinheiro…
              Em resumo, aquele com o qual vc não consegue lutar ( o mais forte) vc acaba perdendo, já com a pessoa em situação vulnerável (perdeu emprego, está doente etc), vc aproveita para tirar vantagem. E o amor ao próximo foi para as cucuias… Só interessa a vantagem econômica.
              Não quero ser moralista, mas que dá para problematizar essa situação, dá.

          • comprei um dos meus carros de uma pessoa que tava precisando de grana mesmo, o Altima 2014 na tabela tava 80mil com 1 ano de uso, eu paguei 62na bucha a vista

        • Que demais. Rapaz. Sortudo vc. Kkk. O meu esta com 211 mas muito bem conservado sem detalhes e sem grilos. Eu tive um 2004 anterior mas o desemprego me forçou a vende-lo. Fiquei curioso para ver uma foto do seu 01 , com 96 mil deve estar como novo.

  • Vende por que comparado a outros concorrentes não dá problemas, não desvaloriza 15 ou 20% de cara, é um carro com muitos pontos positivos, quem fala mal dele o desconhece por completo. Eu cogitaria teria um se tivesse grana pra pagar 4K de IPVA.

        • Seguro da maioria dos carros é cerca de 5% do valor carro. IPVA no RJ 4%. Ou seja, 9 mil por ano. Não vou nem entrar na gasolina, estacionamento e desvalorização, além do custo de oportunidade de empregar um valor desse no carro. Se não tem $ para manter, nem entre na brincadeira. Carro não é investimento, Mesmo o DEUS Corolla, te tira uma grana todo santo ano.

          • Na verdade tudo é uma questão de custo.
            O IPVA integra o custo, e assim vai somando… IPVA, seguro, revisão anual, estacionamento, gasolina etc, vc vai ver que esses “extras” podem custar o mesmo (ou mais ) que uma parcela mensal de financiamento.

          • Tem várias situações que isto é possível , herança , prêmio de loteria, uma rescisão trabalhista, as vezes a pessoa tem dois ou mais imóveis e vende um entre outras coisas. Um exemplo prático um casal que ganha seus 6 mil líquido ao mês consegue guardar 2 mil se fizer um esforço, em 50 meses junta 100 mil, mas se comprar um carro de 100 mil talvez não consiga mais guardar os 2 mil por mês pelo gasto. Tem muita gente no Brasil que guarda dinheiro por anos e junta quantia até maiores.

            • Desculpa… mas um casal que junta em 4 anos R$100000 não vai destinar esse valor a um carro.

              O cara que ganha essa quantia certamente vai destinar a uma residencia ou viagem. Pensa que depois se tiver que manter esse carro só no IPVA ele terá problemas para pagar. Foi um dos motivos que me fez a escolha de comprar um usado. Um 0km me pesaria diretamente nesses pontos. E o que tem me chamado atenção, é que o seguro de carros 0km, tem sido bem caros.

            • Veja que eu disse: “ter 100 mil para dar num carro”, não “ter 100 mil.” Juntar 100 mil durante anos é diferente de ter 100 mil sobrando para dar num carro. Acha que uma pessoa que junta dinheiro dessa forma pegaria o esforço de anos e daria num carro? Não é o perfil de comprador de um carro nesse valor….

        • nesses 9 anos que tenho corolla, estou no quarto corolla, nunca considerei o corolla um carro de alto custo, pelo contrário, as revisoes sao bem acessiveis, faço sempre na concessionaria ou hightorque, meu seguro mais caro de corolla, foi R$3mil, hoje meu altis, eu pago R$2500, mais alegrias que tristezas, mas ta longe de ser um carro bem construido,, pelo menos no quesito acabamento.

    • Eu tive dois, um XEI 15-16 e um XRS 17-18 e o carro é nota 5. Os dois batiam tudo por dentro com menos de 12 mil km rodados e possuíam acabamento bem ruim. Até o “couro” no painel é apenas uma cobertura colada de 2 dedos de espessura, basta olhar a lateral do painel quando abrir a porta. Aliás, o plástico da porta é extremamente vagabundo, todo heterogêneo e com aparência de esbranquiçado, da pior das qualidades. O multimídia da versão 2018 é lento demais, dá raiva. O couro dos bancos é bem fino e se desgastou e manchou de azul calça jeans em menos de 12 mil km! (no xei). A falta de esmero na fabricação se vê até mesmo na manopla do freio de mão, que é toda mole e se move pros lados, na diagonal etc, toda solta, e também nos botões, que são meio soltos nas suas lacunas e fazem barulho quando pressionados.Todos os plásticos são de terrível qualidade.
      A impressão é de se estar um carro genérico, anestesiado e extremamente simples, muito longe de justificar os 112 mil reais pedidos atualmente no XRS, por exemplo.
      Além disso, o XRS por algum motivo fazia no máximo 7.8 na cidade com gasolina, bem diferente do XEI que marcava 9. Talvez porque eu o tenha vendido antes mesmo de seu “amaciamento”, mas realmente deixou a desejar nesse aspecto.
      O seguro do XRS custou 4.500, o mesmo valor do seguro do veículo bem mais carro que adquiri depois dele, uma Ranger XLT 17 a diesel! Um absurdo total!
      Logicamente o Corolla é robusto mecanicamente e possui boa liquidez, mas só isso não justifica suas vendas.

      • Tenho um 2011 e um 2017, não se compara a qualidade interna. Não estou falando de estética, mas os materiais deste novo são bem inferiores. O meu 2017 com 20 mil já tem vários grilos, inclusive uma vibração chata na porta esquerda. O meu 2012 está em perfeito estado, notei um grilo uns 6 meses atrás e foi resolvido.
        Não sei se continuarei na marca, poi tenho a sensação que o produto está sofrendo bom downgrade, hoje olharia mais com carinho um Cruze ou Jetta por exemplo.

        • A redução da qualidade dos materiais no acabamento interno é algo generalizado no mercado. Atualmente a diferença percebida no interior em um sedã médio com relação aos sedãs compacto, por exemplo, é muito menor que a uns 20 anos.
          Um bom exemplo era entrar em um Vectra de primeira ou segunda geração e depois olhar um Siena ou Corsa sedã por dentro. Era um universo de diferença, com o sedã médio repleto de superfícies aveludadas, emborrachadas, etc. Hoje é tudo plástico rígido com uns pedacinhos revestidos de material mais macio ao toque. E a tendência que vejo é de piora nesse cenário.

          • Sabe o que de poior está acontecendo no nosso mercado? Os carros estão voltando a ficar sem opção de cor do interior. Mesmo nos médios.

            Pode reparar nos rivais do Corolla: O Jetta ainda oferta, o Cruze “oferta” a depender da versão o que é pessimo. Curiosamente, o Cruze e Etios são dois carros que curiosamente a combinaçaõ de interior claro é bizarra. E o Polo/Virtus não está muito longe com aquele cinza pobre…

          • lembrando que pode ter carro com painel de plastico que nao grila e carro com painel softtouch que grila, ou seja, o problema esta nos encaixes e nao na parte emborrachada.. veja a porta do corolla que tem acabamentos macios e faz barulho e a porta do jetta que é bem de plastico e nao tem fama ruim.. entao painel de plastico, nao é o motivo no grilo, pois os encaixes sao sempre de plastico. entao o problema é de projeto, falta de mantas acusticas, alguns isolamentos locais.

        • cruze tbm bate tudo.. cuidado..rs ja o jetta, para mim, é o melhor de todos da categoria, pena ser um pouco mais caro de se manter, mas como carro, como construçao, ele é sim o melhor, basta ver tbm o indice de satisfacao no site opiniao do dono, veja do corolla, civic, jetta, cruze..

  • Eu conheço/percebo muitas pessoas que têm condições para andar de carro de luxo (Mercedes, BMW, Land…) mas optam por comprar um Corolla, seja por conta da “discrição”, ou por apenas necessitar de um veículo de liquidez, confiável, de manutenção menos invasiva e que leve do ponto A ao ponto B com relativo conforto.

      • Mas é o certo mesmo. Num país maluco como o Brasil, nem vale a pena se meter nesses importados alemães. Dor de cabeça com manutenção, tem que tomar cuidado na rua pra não sofrer sequestro relâmpago, o carro não aguenta a má pavimentação, gasolina batizada, etc, e caso seja preciso vender não tem liquidez. Essa é a regra de ouro pra ser rico: sempre tenha um padrão de vida um degrau abaixo do que sua renda permite. Na maioria dos casos o cara tenta ostentar um padrão que tá muito além de suas possibilidades, aí quebra a cara.

        Fora que nem todo mundo é aficionado em carros, querem simplesmente um meio e transporte, de preferência que não dê dor de cabeça. Amigo meu trocou o Fox 1.6 dele num Up TSi e não fazia a menor ideia do que se tratava o motor turbo com injeção direta, falando que era mais fraco por ser 1.0. Perguntei qual foi o critério da compra então, a resposta foi: “minha mãe que escolheu, simpatizou com o estilo compacto dele, e pronto”. Detalhe que a mãe dele sequer dirige.

        • “Fora que nem todo mundo é aficionado em carros”
          Ou quando é, logo desiste pois no br os preços são astronômicos.
          Os preços de peças de BMW, MB, Audi, RangeRover, são surreais.
          E a desvalorização mais surreal ainda.
          Aí vc acaba indo no arroz com feijão mesmo.

          • Desculpa, masquem é aficionado por carros gasta um pouco mais para ter prazer na direção. Se fosse o contrário, o Jetta 2.0 TSI não teria vendido o que vendeu.

            • Edson, assim como quem não é aficionado pode se tornar um, quem é pode deixar de ser.
              Como é o meu caso e de outros amigos que também cansaram de torrar dinheiro com carros.
              Ir no arroz com feijão não quer dizer que deixei de gostar de carros, apenas priorizo outras coisas. Talvez num futuro isso mude novamente.

              • Por isso que muitas vezes o pessoal deve pensar como eu penso: O “mediano” para o dia a dia e o emocional para uso especifico ,para não morrer com muita grana no dia a dia.

    • Também conheço vários casos assim. O Brasil é um país pobre, mas tem muita gente com dinheiro. Gente que poderia comprar carros de R$150-200 mil, mas não querem chamar a atenção e só querem um meio de transporte confortável. Pra essas pessoas, o Corolla é barato.

  • Encontrei um errinho na matéria. Cita que o Altis acrescenta rebatimento elétrico dos retrovisores, sendo que nesta versão XEi já tem esta função.
    As principais qualidades que vejo no Corolla: bonito, imponente e discreto, extremamente confortável, estável, anda bem, silencioso, raramente dá problema e ainda é ótimo na revenda. Quem compra Corolla não está se importando em sair na frente no semáforo acelerando como louco. B17

    • E ainda assim da pra sair na frente de muitos carros no semáforo, mesmo não sendo essa a proposta. Na minha idade não tenho interesse no carro, mas meu pai já está no quarto e só pretende trocar quando o 2016 abaixar um pouco mais. Sem dúvidas quando eu tiver meus 40/50 anos se não tiver condições pra entrar em marcas premium terei um. Carro excelente.

      • Sim sim, anda menos que os concorrentes turbo, mas mesmo assim anda muito mais que 90% dos carros que vemos por aí. Nunca senti falta de potência, mesmo carregado.

      • Ao vivo o interior é bem mais bonito, apesar de eu não gostar destas saídas de ar redondas. A qualidade dos materiais é muito boa. Essas rodas são 17″, mas a Toyota aumentou a altura da suspensão mesmo.

        • A qualidade dos materiais é péssima! Eu tive dois, um XEI 16-17 e um XRS 17-18 e os plásticos são horríveis! Olha o acabamento da parte inferior das portas, é todo irregular, rugoso e com coloração heterogênea, é só um prensado de material genérico plástico. Até o acabamento “soft touch” na parte principal do painel é fake, não passa de uma tira de borracha colada, dá pra ver claramente quando se abre a porta e se olha o painel de forma lateral. Bate tudo por dentro, cheio de grilos com menos de 12 mil km. Não podemos estar falando do mesmo carro… É robusto e tem boa liquidez, mas apenas isso.

  • Basicamente resumiu o que todo mundo sabe, quem gosta de carro não compra o Vovorolla compra qualquer rival.
    Quem quer economizar uns trocados na hora da revenda ai sim fica com ele, pessoalmente eu prefiro pagar para ter um carro para mim e não para o próximo, a vida é curta demais para dirigir carros chatos!

        • Em qual situação ele anda menos que um Corolla? Naquele teste de pista do Acelerados o Sport manual andou na frente de alguns carros que parecia improvável. Pelo que lembro andou na frente do 408 turbo também.
          Digo isso pela minha experiência, saí de um Golf 1.4TSI e comprei um Civic Sport Manual. Digo que em poucas situações percebo uma diferença muito grande de torque, especialmente na arrancada.
          Potência o 2.0 tem mais e o 1.4T (155cv x 140cv).
          Na realidade a grande diferença está na forma da entrega de potência e eu estou preferindo a forma como o aspirado entrega a potência, é mais divertido.

          • Então o Civic estava entre os topo da minha lista de preferencia até eu fazer o TD e achar que até o Polo TSI era mais esperto que ele, eu não dirigi o mecânico, nem o turbo então não sei como é o comportamento deles e como não iria queria pegar mecânico, nem pagar pelo absurdo do valor do Turbo deixei para lá, ainda fiz TD no Cruze 1.4T que no geral tem um desempenho muito bom, mas o acabamento bem mais simples, que evoluiu muito pouco em relação ao anterior (isso no LTZ eu tinha um LT antigo), aquela cor cinza do interior que acho horrível e não poder desligar o Start Stop (acho inútil) tambem diminuiram o meu interesse sobre ele, o Focus era carta fora do baralho, Powershit não rola, então fui para dar mais uma volta no Golf Highline (já tinha dirigindo uns anos atras, mas não lembrava), ai não tive duvidas em ficar com o ele, aqueles “estouros” de potencia que o turbo dá que faz dar até frio na barriga, o Civic não não tem como proporcionar.

            • Eu curti esses “estouros” de torque por três anos e preferi a subida gradual de torque e potência de um aspirado. Prefiro um motor que vai crescendo gradualmente do que um que cresce rapidamente e morre logo depois. Isso é uma questão de preferência e em preferência meus gostos são meio contramão da maioria. Comprei um carro médio, manual (tive que encomendar pq nao tinha pronta entrega) e com bancos em tecido.
              Tirando a questão da potência, estou gostando mais da experiência de dirigir o Civic. A suspensão é melhor, pois o carro é tão estável (ou mais) que o Golf, mas a suspensão filtra muito melhor as imperfeições das ruas.
              O Golf era bem mais duro e a suspensão era barulhenta. Não por defeito, mas o funcionamento era ruidoso, sem falar do cronico defeito dos amortecedores traseiros que embora trocados 2 vezes, em poucos km volta a fazer um “cloc-cloc” irritante.
              Mas repito, gosto é gosto e cada um seja feliz com a sua escolha.

              • Só um adendo: os turbo atuais tem um “estouro” de potência em rotações baixíssimas, mas não tem esse negócio de “morre depois disso”, não. Via de regra possuem curvas de torque planas no seu topo abrangendo grande faixa de rotações, e quando o torque começa a dar trégua você está lá em cima na curva de potência, indo em ascendência até o limite de giros. Não existe ‘folga”.
                Estou de volta aos aspirados, mas a experiência de dirigir os turbos com turbinas de baixa inércia e injeção direta não encontram paralelos em carros aspirados tradicionais.

                • Turbinas pequenas têm sim queda de performance em alta. Só olhar qualquer teste de dinamômetro, só carros com cilindradas maiores ou com alguma reprogramação sustentam em alta. No meu Cruze eu chego a fazer short shifting em várias situações (não em todas) porque não compensa ficar esticando até o limite (potência máxima em 5200 rpm).

            • Concordo com vc Fanjos, esse 2.0 do Civic não dá! Estava em dúvida entre o Civic EX e o Golf Comfortline 1.0, quando fiz o test drive no Civic foi broxante e olha que o vendedor fez questão de me levar a um trecho de rodovia para eu dar uma acelerada melhor no carro. Esse 2.0 do Civic só tem um bom desempenho acima de 4 mil giros, antes disso é bem pacato, chegando a ser incômodo, já o Golf 1.0 TSI te entrega força em toda faixa de rotação com um consumo menor. Consegui um belo desconto no Golf, 92,5k já com os dois únicos opcionais teto e roda, já no Civic era 101 mil sem margem. As únicas coisas que o Golf não tem é o couro no banco, freio de mão eletrônico e ar digital, mas em compensação o Golf tem o teto solar, central multimídia melhor, sensores dianteiros e traseiros, saída de ar para os bancos de trás entre outras coisas a mais. E o desempenho melhor do Golf não fica só na sensação, 0 a 100 do Golf 10,3s já o Civic 2.0 0 a 100 em 10,9s, quanto a velocidade final chega a ser irrelevante 192km/h máxima pro Golf ante a 195 km/h no Civic. Agora me espanta o amigo ali dizer que a diferença de desempenho pro Golf 1.4 foi mínima, tendo em vista que já o 1.0TSI já tem desempenho superior ao Civic 2.0, talvez seja pela versão dele ser manual. No mais o Golf Comfortline está me dando só alegrias e zero arrependimento.

                • Sim, eu nem critico a escolha, eu tbm estava tentado ao Civic mas eu achei tanto o desempenho quanto o rodar do Golf superior, mas é questão de gosto, são dois excelentes carros.

          • No circuito, nas mãos de um piloto profissional, por via de regra, o carro manual tende a ser mais rápido que um semelhante automático. E com todo o respeito à sua opinião, mas dizer que quase não nota diferença entre os desempenhos de Golf 1.4 tsi e Civic 2.0 aspirado manual é um pouco de exagero. Em qualquer teste em linha reta o Civic 2.0 é espancado pelo Golf 1.4. Na realidade, até mesmo o Civic SI de mais de 200 cavalos da geração passada anda praticamente igual ao pequeno turbo da VW…

            • Teste em linha reta não faz muito minha cabeça, pois enxergo o carro como um conjunto.
              Em arrancada o motor turbo se destaca mesmo, mas morre muito cedo. Eu virava 1,35 baixo no autodromo de Guaporé com o Golf, vou ver o que consigo com o Civic, mas pelo que senti deve ser algo bem próximo.

          • Mas poxa, vc está comparando umcarro manual com um automatico. Vai ter essa impressão. Talvez a sua duvida não seria tão grnade se o Golf fosse manual. (é pq vc não citou a transmissão do Golf, mas da a parecer que não é o DSG)

            • Sim Edson, estou comparando estritamente os dois carros que tive. O Golf era um 1.4 TSI DSG e o Civic é um Sport 18/18 MT. Em nenhum momento estou defendendo que o Golf anda menos. Tem mais torque sim, sem dúvidas, mas a potência é menor. O que estou dizendo é que no dia a dia, no trânsito a diferença não é muito sentida, pelo menos com o Civic MT (as versões com cambio CVT eu nem cogitei).
              Outra coisa que estou sentindo é que em um circuito (Guaporé, onde ja andei mais vezes) acho que o Civic deve andar muito próximo do Golf, mesmo sendo o aspirado, pois embora com menos torque, tem mais potência e estou seriamente inclinado a afirmar que tem mais chão.
              Mas para encerrar o tema, ambos são ótimos carros, mas para o MEU uso, prefiro o Civic, pois a única coisa melhor que o Golf tem em relação a ele é o motor turbo, mas para mim as vantagens do Civic em relação a ele são maiores. Posição de dirigir (bem baixo e com as pernas mais esticadas), cambio manual em uma ótima posição e engates precisos e um motor que gira bem liso e cresce quanto mais gira. Além disso o conforto a rodar em pisos degradados é incomparável (lembro que é carro de dia a dia que eu colocarei em trackday e não o contrário então sim, o conforto é importante).
              Por fim, e não menos importante é a confiabilidade. Eu adorava o Golf, mas sempre tinha alguma coisa a ser consertada ( foram trocados quadro do teto solar -mais de 15 mil, alavanca do câmbio, motor do vidro elétrico, dois pares de amortecedores e os farois dianteiros). Isso que rodei menos de 30 mil KM em 3 anos. Considerando que eu não experimentei os demais defeitos crônicos desse modelo (DSG e bomba dagua), acho muito problema em tão pouco tempo, que me deixaram com uma pulga atras da orelha para manter o carro após a garantia. Resumindo, na balança de qualidades e defeitos eu prefiro o Civic, embora o Golf seja um grande carro.

              • Dureza né?

                Eu vivenciei essas reclamções no clube do Golf. Por isso sou tão reticente em pensar em comprar um Golf usado, justamente pelos inumeros problemas apresentados.

                • Pois é, e tem outra coisa que me incomodava bastante e vai contra a fama de rigidez dessa plataforma MQB.
                  Em situações de torção do chassis, como uma entrada de garagem em subida, fazia barulho de torção, rangendo as portas e me deixava p da vida.
                  O teto solar é muito bonito e legal, mas se tu usar em situação de trânsito urbano, com piso irregular, logo vai ficar fazendo barulho. Depois que arrumei eu não podia andar com ele aberto, só em estrada. a partir de agora só compro carro com teto solar se for de escotilha, pois os que a VW usa são muito pesados para a estrutura que os sustenta.

                  • Na verdade nem precisa ser da VW. O problema que eu já expliquei em outros locais sobre o teto da VW, é que ela optou por fazer algo do passado: Apoiar o vidro do teto nas travessas que movimentam por cabo de aço o teto.

                    Ta… mas como é hoje em dia? Vou dar o exemplo do Sonata: Além do mesmo sem maior que o da VW, ele usa a sessão de abertura e apoia na estrutura de colunas além da travessa + um segundo cabo de aço. Porque duas estruturas de cabo de aço? Para justamente ficar bem justo e evitar trepidação.

                    Mas o pensamento da Hyundai para esse teto foi na durabilidade. Pois a preocupaçao maior foi atender a mercados exigentes. E nesse ponto é superior ao Golf.

                    A VW andou mudando no Golf com facelift, mas o material plastico que deixa envolto ao teto, pode ser um problema.

                    Você comentou de somente rodar na estrada certo? Em tetos que se abrem para fora da chapa de teto, é o inverso: Se abrir, ele irá ter que suportar a resistencia do vento forçando todo o sistema.

                    Ou seja, a possibilidade de desalinhamento da peça ou quebra de algum mecanismo é enorme. Outra sugestão que eu dou: Se vc estiver em um dia muito quente e está usando o ar e de repente quer abrir o teto, somente o faça ou qdo já liga o carro em que tudo está quente ou depois de desligar o ar e o ambiente estar na temperatura externa.

                    O risco de quebra do vidro por choque termico é gigante.

                    Abs

        • Realmente, motor da década passada, 16v SOHC.
          Não sei se nos outros países ele é vendido assim, nos USA é DOHC e tem um pouco mais de potência que aqui.

          []s

          • Na europa o Civic já é vendido com um 1.0T que tem um desempenho muito melhor que esse 2.0 e com muito mais eficiência. O Civic 1.0T tem praticamente os mesmos números de potência e torque dos VW 1.0 TSI do Polo e Golf.

            • Eu confio mais nas sensações do que nos números. Além do que, embora ótimos em desempenho, esses motores TSI têm apresentado alguns defeitos recorrentes que incomodam em um relacionamento mais duradouro. Bicos, bobinas, bomba d´água, válvula termostática, bomba de alta pressão, etc. Tem gente que não se importa, mas eu enchi o saco…kkk
              Se for um carro de final de semana OK, mas carro de dia a dia, pra mim, tem que ser mais confiável.

    • Tive 1 por 5 meses . Carro nota 5 . Para quem não gosta de dirigir é um bom carro. Custo beneficio é muito ruim no Brasil. Quanto a liquidez paguei 86 num xei 2015 0 km , após detestar a dirigibilidade passei para frente, vendi 84500 em 10 dias, porém o 0 km já estava 89. Nem passa pela minha cabeça antes dos 90 anos adquirir um cornorolla novamente.

      • Por esse preço, vou de A3 sendan 1.8, (ano 2015); BMW 320, pura diversão e alegria. Se for só para ir do ponto A para o ponto B prefiro ir de moto, pelo menos não vou sofrer garrado no trânsito. Já tive corolla até 2012, muito sem graça, mas eu respeito porque é uma boa condução.

        • pura diversão e alegria você vai ver se algum carro bater no seu audi ou bmw e vc precisar esperar peças e ainda pagar o olho da cara pra consertar. Sem falar na rede de css pelo país, em cidades do interior não existem css audi e bmw. Outro motivo pra ter um corolla.

        • “Por esse preço, vou de A3 sendan 1.8, (ano 2015); BMW 320”

          ->> geralmente, esse é o argumento de quem não tem grana pra comprar carro. Existe uma diferença gigantesca entra carros comum e Premium, principalmente pra manter.

          • A alegria dura até a mecatrônica do DSG pedir arrego, no caso do Audi (sim o 1.8 usa o DQ200 7 marchas a seco) e na BMW quando tiver que trocar o trio Bomba de Alta, Bobina e Bico (famoso BBB). Aí o cidadão acorda pra vida e lembra que não têm bala na agulha pra andar de carro de marca premium.
            Falo marca premium, porque esses de entrada não tem nada a mais que um médio generalista, só o símbolo na grade.

            • Sabe o que eu tenho reparado? Todos os carros downsizing (incluo o BMW nessa) tem esses problemas. É incrivel como dão problema? Talvez seja a pressão ?

              Em alguns produtos tbm dá problema na bomba de baixa.

              • Acredito que sejam sistemas cujo funcionamento depende de muita precisão e o desgaste seja mais acelerado. Mas o simples fato de ser mais complexo já aumenta a probabilidade de defeitos.

                • Sem duvida. Por isso eu acho interessante a solução direta e indireta da VW no GTI: Talvez isso ajude a evitar problemas.

                  Outro ponto que considero importante: Ser flex. Pode parecer uma heresia, mas diante do que entra de combustivel em nossos carros, eles precisam estar melhor preparados para aguentar o que colocam nele, mesmo que vc compre o melhor combustivel, ainda precisa ter pé atrás.

        • Te falar que passei do cornorolla para uma 320 0km e não achei interessante. Desconfortável, acabamento e arremates bem abaixo do A4 e muito abaixo da série C . E definitivamente não é um carro para nossas estradas e ruas lunares. Sem contar com o esquema de revisão da bmw que é ridículo.

    • Mito de revenda fácil, com desvalorização na média do segmento e custo de manutenção alto. Sedans sofrerão assédio enorme dos SUVs e com o Corolla não vai ser diferente, vende muito pela “falsa” fama de luxo da marca. A verdade é que a Toyota paga FIPE no veículo bem conservado e baixa quilometragem, incentivando o bobo a trocar de carro a cada 3 anos. Mas os SUVs vieram romper com essa preferência, muitos estão migrando para o Compass

      • DEPENDE. A Liquidez é boa do Corolla. Mas a possibilidade na revenda ser maior é o que consideram no Corolla.

        E é aí que citam os demais carros. Como eu compro carro para meu uso e conforto, não penso em Corolla, penso em carro que me da prazer (ainda que o carro atual seja voltado ao conforto tbm)

  • Essa questão da baixa desvalorização permite várias interpretações. Para mim, desvalorização menor seria uma vantagem se o carro custasse o mesmo valor que concorrentes diretos, mas os japas sempre cobraram acima da média pelos seus produtos por carros menos equipados e com motorização inferior, em regra. Ou seja, você perde menos na venda MAS paga mais na compra. Qual a vantagem? Depende. Se esse for o principal critério da compra (“perder menos dinheiro”), não há vantagem nenhuma. No entanto, é reconhecida também a qualidade do pós-venda e a confiabilidade dos veículos, fora outras questões subjetivas como estilo. Sendo isso prioritário também, a compra se justifica.

          • Sem extremismos. É claro que é possível vender carro francês, a diferença é que Corolla vc vende em 15 dias e consegue no mínimo 90% da Fipe dele. C4 demora o dobro do tempo pra conseguir 80% da Fipe, a própria rede desvaloriza o carro. Simples assim. Não significa que um seja vendido por 105% da Fipe e o outro não vende nem de graça.

            Tem situações e situações. Numa troca com certeza o Corolla chega mais perto da Fipe cheia do que o C4. Venda particular, via de regra, o C4 exigirá muito mais tempo e paciência caso vc queira o preço de tabela. Simples assim.

            • Pode ser, mas prefito perder dinheiro, demorar a vender e ter o prazer de ter um carro que eu gosto, com desempenho bom como o C4 THP, do que ficar na mesmice de um Corolla totalmente sem sal. Não compro meu carro pro próximo dono, compro pra mim.

              • Eu pensava assim tbm, comprei um 408 thp e sofri com falta de peça na css . Fora que com 90 mil km a turbina foi pro saco e na ccs era so 9 mil reais. Recondicionei e perdi totalmente a confiança no carro. Sobre manutencao, fazia tudo certinho, em oficinas especializadas porem fui um azarado. Conclusão, carro turbo fora da garantia eu nao compro.

        • Um colega aqui já fez essa conta, se vc comprasse um C4 top de linha e depois de um certo tempo, acho que três anos, vc precisaria gastar menos $$ para trocá-lo por outro C4 top de linha do que se vc tivesse comprado um Corolla e depois de um tempo trocasse por outro Corolla do mesmo modelo, ou seja, em valores reais vc perdeu mais dinheiro comprando um Corolla.

          • Usando uma referência bem simples e básica tabela fipe e classificados de veículos (webmotors)
            FIPE:
            C4 EXCL THP Flex 2015 R$ 62.011,00
            Corolla XEI 2.0 2015 R$ 72.331,00
            Zero KM (Tabela)
            C4 EXCL THP Flex R$ 99.283,00
            Corolla XEI 2.0 R$ 103.441,00
            Preço médio webmotors:
            C4 EXCL THP Flex 2015 R$ 58.649
            Corolla XEI 2.0 2015 R$ 73.429
            Então ficou bem claro que não perde “menos”. A desvalorização de modelos franceses sempre será muito maior. Isso sem contar itens como a liquidez. Sempre tem os fanboys Citroen que vão dizer o contrário, porem os números não mentem.

  • Tenho um Corolla versão XRS comprei esse ano, tinhamos em casa um XEI 2015, o que posso compartilhar com vocês é que antes de ir para o corolla tivemos um cruze(versão antiga) que alias um carro muito bom principalmente para viagens que alias gosto muito de viajar porem fiquei muito triste quando fui vender demorei muito e a procura era muito pouca, peguei nosso primeiro corolla como experiencia para saber como era ter um corolla, o que posso dizer é que de fato a matéria representa tudo que se passa para quem tem corolla, quando fui vender o meu corolla 2015 este ano cara foi so anunciar que apareceu varios compradores, o carro se vende, antes de comprar o xrs(acabei pagando o preço do xei por isso optei por ele) fui olhar o civic so nao gostei porque achei ele muito baixo, resumindo para o pessoal da pagina minha esposa anda nele pois ela trabalha perto de nossa casa e para meu uso pessoal tenho uma saveiro cross 2017 que atende bem minhas necessidades.

    obs. Acompanho o noticias automotivas a muito tempo e tenho certeza que vão dizer que comprei 2 carros errados(kkkkkkkkkkkkkkkkkkk).

    • Aqui no NA carro é só Citroen e Peugeot, não entendo isso.
      Pra mim você está com um carro excelente, tirando as saias “esportivas” coladas nos para-choques, essa versão possui farol full-led que é bem bacana, além de ser econômico, anda legal, é confortável e abriu a boca vende no mesmo dia.

      • Sim, um dos motivos que me levaram a pegar foi justamente o farol pois o xei e civic intermediario nao tem tambem, e acabei pagando o preço do XEI ja fiz 2 viagens nele e sou muito satisfeito tanto com manutençao como seguro do carro, quanto minha saveiro cross para o que eu utilizo satisfazem todos as minhas necessidades, os fatos que me levaram a pegar fui seus itens de segurança e sua economia/desempenho, mesmo assim muito satisfeito com os 2.

    • Aqui ta cheio de fanboys Citroen, vão defender que não desvaloriza e que vende facil. To quase achando que a PSA tá patrocinando algumas pessoas para falarem bem dos seus carros nos fóruns automotivos.
      Pura ilusão, podem dizer oque quiserem, a realidade não mente.
      Citroen e Peugeot encalha, e amigo é triste vc se livrar do carro, tem que doar.
      Se o Cruze vc já sofreu, imagina os PSA…

      • Na verdade a realidade é que são carros que quase sempre tem um preço atraente no usado e por vezes qdo 0km. E talvez a “defesa” seja relativo ao que eles ofertam em comparação ao Corolla.

    • Amigo, vou lhe perguntar.. tu gosta de carro?O que te levou a pegar esse esportivado? Tu se sente num esportivo mesmo?
      Não se ofenda, viu! Eu só quero entender um pouco o perfil do comprador. Valeu!

      • Para te responder vou te passar meu perfil, sou casado tenho uma filha de 4 ano, o carro muito bom de passear com a família em questão de espaço, o que me levou a comprar o XRS foi só o fato da concessionária fazer nele o mesmo preço do xei que seria o mesmo preço do intermediário do civic, de esportividade tem nada o que me agradou e volto a dizer é em questão do farol. Tentei me expressar da melhor maneira possível para você tentar analisar meu tipo de comprador. Sem levar em consideração revenda apenas o prazer de dirigir.

        obs.: O Cruze que tive a versão 1.8 anterior a esse modelo 1.4T também era muito bom em viagens, minha maior decepção era consumo dentro da cidade e quando fui vendê-lo.

        • Entendi. No teu caso foi questão de oportunidade então.
          É bem de boa mesmo que pergunto. Já vi um guri com sua namorada num desse e fiquei pensando se era ou do pai dele ou o pai dele deu pensando que ia dar um esportivo pro guri.
          Na estrada também já vi um chegando no sinal de luz em mim… e deixei ele pra trás alguns km.
          E será que o Cruze 1.4T não seria uma melhor compra? Acredito que ele seja muito mais moderno.

  • A receita é única e simples: confiança!
    Confiança em todos os sentidos e há muitos anos. A marca Toyota conquistou isso desde o princípio. Não adianta falar que o carro é quadrado, redondo, feio, menos rápido, mais caro, mais “gastão”. Tudo isso é rebatido pela subconsciência adquirida e conquistada pela marca/produto Toyota Corolla no decorrer dos anos. Confiança. Saber que comprará um carro e será bem atendido, que não vai quebrar e, acima de tudo, perderá muito menos na revenda, isso é confiança.
    Falem o que quiser, resmunguem o quanto quiser, comparem o quanto quiser. Não são requisitos para quebrar a hegemonia do Corolla.
    É como se fosse aquela receita antiga, famosa e gostosa do bolo da Vovó. Sabemos que existem melhores, há receitas mais aprimoradas, mais fáceis e mais atraentes, mas nada a supera.

    Sou toyoteiro e, acima de tudo, corolleiro!! haha abraços

  • Só vende bem porque ele e mediano em tudo, igual a um pato (não nada direito, não anda direito e não voa direito)
    Ou seja não tem nenhum destaque mas e suficiente para tudo.

  • O carro é excelente! Seu acabamento tem requinte e roda bem.
    E a confiança no produto chega a ser exagerada, mas ainda não ocorreu nenhum fator externo que altere essa condição.

  • Matéria incrível! O índice ficou muito bom. Já em relação ao carro eu amo, se a critica é preço, nenhum carro no país vale o que vale. Certamente se nossa moeda fosse forte o Corolla e seus concorrentes teriam preço justo assim como são lá em cima. Gosto do Corolla e estou no terceiro por confiança na mecânica e conforto no carro e não menos importante no atendimento excepcional da CCS quando necessário.

  • Acho o Corolla extremamente insosso. A única vez que me animei ver um numa loja não fiquei nem 2 minutos lá. Voce entra em um carro de 80K e da de cara com uma regulagem de banco por catraca !!! Nem precisei ver mais nada. Recentemente voltei a pensar em ir ver como ele estava mas ai li que recebeu transmissão CVT. Acabou qualquer vontade. Tô fora. Nem de graça.

  • Pelo mesma razão que o Onix, ué. É um bom carro, com uma boa fama dentre o público alvo. Não precisa ser excepcional, nem oferecer nada alienígena. Se oferecer o que se espera dele, mesmo que falte uma coisa ou outra, vai se manter em bons ventos por muito tempo ainda.

  • “Outro argumento, talvez o principal, é o valor de revenda.”

    Quando eu tiver uma revenda de carros talvez comece a ver isso como aspecto determinante para as minhas compras.

  • “Em nenhum ponto o Corolla é melhor e nem pior que seus concorrentes.”

    Essa é uma afirmação que eu já li aqui de vários amigos por aqui, e faz todo sentido.
    Inclusive, acho que ela define bem melhor, do que toda essa matéria (alguns pontos desnecessários, como o trecho do passageiro central, rs).

    Equilíbrio, e isso é muito bom em qualquer situação, principalmente considerando que a totalidade das pessoas que comprar carro é para se transportar, e não para se divertir.

    Então o segredo é simples: o equilíbrio do Corolla, a falsa impressão que você vai perder menos dinheiro (visto que, você pagou mais caro, para vender mais caro), e por fim a credibilidade inquestionável da Toyota.

    []s

  • Conclusão: não tem conclusão nenhuma… kkkk
    Mundo do automóvel é assim mesmo. É outro capítulo da mesma novela da qual fez parte o VW Gol, por exemplo: vendia o dobro do segundo e nunca teve atributos concretos que o diferenciassem de seus pares de mercado para justificar tamanha liderança. E também surfava na onda do ótimo valor de revenda, que é meio natural em casos desse tipo, em que o imaginário popular está formado. Faz parte do jogo.

  • Procurei muito por um Corolla 2015 XEI e todos estavam na casa de 75k com quilometragem que ultrapassavam 60 mil rodados. E por praticamente o mesmo preço acabei levando um Polo Highline com Tech II (TFT e rodas 17″) zero quilometro. Não vi nenhuma vantagem comprar um carro usado com quase 4 anos de uso ao invés de um carro novo com os mesmos opcionais, ainda com garantia de 3 anos, Android Auto. O cara que levar um Virtus Highline vai ter o equivalente a um XEI 2019. O espaço do Volkswagem com a ampliação da MQB tem um tamanho semelhante a de um Jetta. Porta-malas é maior, perde nos airbags (4 contra 7). O motor TSI rende tanto quando um 2.0 aspirado. E melhor de tudo, paga 25 mil reais a menos.

  • Essa garotada de hoje, não deve se lembrar, mas a muitos anos atrás, existia na TV uma propaganda dos biscoitos Tostines que era mais ou menos o seguinte: “Tostines vende mais porque está sempre fresquinho ou está sempre fresquinho porque vende mais?”. O Corolla, é a mesma coisa: CONFIABILIDADE. Essa é a palavra chave para o Corolla. Falamos do hoje, mas nos esquecemos de olhar um pouco mais para trás onde tinhamos no universo brasileiro Línea, Polo Sedã, etc, etc,… e o Corolla, já reinava pela confiabilidade da marca. Então: “Corolla vende mais porque é confiável ou é confiável porque vende mais?” Ora, convenhamos que o carro nunca foi feio. Pode não agradar a um aqui, outro ali. Alguns podem até reclamar do “reloginho” como se isso fosse demérito, mas tudo bem. É um baita carro e que vai continuar reinando. Opções? Tem um pouquinho a mais aqui, outro pouquinho a mais ali, mas assim com Tostines está sempre fresquinho porque vende mais, Corolla, continua sendo sinônimo de confiabilidade. Eu gosto. Valeu NA.

    • Muito bom o comentário, mas para mim, carro zero km tem que me conquistar no motor, câmbio e dirigibilidade, coisa que o Corolla nunca fez, a parte da confiabilidade quem gosta é quem vai comprar Corolla 2015 com 80.000 km, esses precisam de confiabilidade, mas se o primeiro dono tratou o carro como um trator, não vai adiantar muito.

  • Infelizmente a maioria dos Brasileiros segue o que vê no facebook, WhatsApp ou que escuta em conversa de boteco… Então algumas coisas viram imbatíveis e o resto bomba… Já foi assim com a Volkswagen, carro duas portas, carro branco, câmbio automático, e por aí vai. Eu prefiro ler bastante, fazer teste drive, experimentar novas sensações e não viver vida de sardinha.

  • como funcionário de uma empresa de autopeça importante, divisão do projeto por categorias pelas marcas é um fator curioso: a toyota faz o feijão com arroz muito bem, ex.: ainda usa molas da tampa do porta malas por barras, num carro de 100 mil! Detalhe: apesar da evolução pelas outras marcas, nunca vai dar problemas no toyota. Ford: investe bem em projetos, como seus motores technológicos e, comportamento dinâmico geralmente referência nas categorias, do outro lado, tem um controle de qualidade e pós venda razoável, quer dizer, menos parte do bolo investido no projeto. No primeiro caso esta favorecendo o lucro utilizando de soluções simples e conservadoras, porém, confiáveis – o que favorece muito o lucro por unidade vendida. No segundo caso a emoção fala mais alto, o prazer de guiar, mas corre-se o risco de ficar xingando toda a geração das mães dos Henry Fords. Ainda que a Ford esta ensaiando sair da america do sul devido a lucros baixos – isso é outra novela. Conclusão: gosto não se discute!

  • Eu já fiz um relato de Corolla aqui, carro tinha 30 mil na época.
    Hoje está com mais de 80 mil, e não apresentou nenhum problema.
    Nesse ponto ele realmente difere da maioria, que sempre requer uma bucha, rolamento, correia, escapamento, algum vazamento de óleo etc.

    No tocante ao consumo, com trânsito pesado fica em 6,7 a 6,8 na cidade… Mais leve e em vias expressas marca constantemente 8,5. Já na rodovia faz entre 12 e 15,5, a depender do pé, quantidade de passageiros etc. Sempre gasolina

    Meu carro vale hoje uns R$ 79 mil, mas as concessionárias em geral oferecem na casa de R$ 72 a 76 mil, pois tem alta km e alguns riscos e detalhes na pintura (apesar de não ser batido). Eu sei que revendem um carro desses na faixa de R$ 80 a 81 mil.

    Se eu compraria outro zero? Não. Até venho pesquisando, se fosse ficar nesse segmento iria de Civic ou novo Jetta, pois acredito que têm melhor acabamento e são mais prazerosos de dirigir. Porém, não sei se manteria um Jetta, que tem mais eletrônica no motor, até 100.000 km, assim teria que trocar antes, o que me faria gastar mais.. Mesma coisa pensando hipoteticamente numa BMW 320i ou Fusion… Dificilmente passaria de 60.000 km com esses carros. É o preço da tecnologia e da potência.

  • Podem me xingar a vontade, mas não queria esse meio de transporte nem de graça, carro totalmente insosso, sem personalidade, etc…, fui uma vez apenas numa concessionária Toyota, fui mal tratado, arrogantes, olharam para um Vectra que tinha, novo ainda, com 3 anos de uso, completo, até mesmo com teto-solar, e o vendedor saiu destilando veneno em cima do Vectra, chamando de carrinho e que nem aceitava de entrada, pois bem, olhei o tal Corolla, e não fiquei nem 2 minutos dentro, me deu nojo, do carro, do atendimento, de tudo…conheço vizinhos e conhecidos que já tiveram Corolla e hoje possuem carros de outras marcas, não querem nem ver esse carro por perto, muitos possuem Civic (infinitamente superior ao Corolla), Focus, Jetta, etc…, falando por mim, não quero esse carro nem folheado a ouro e não entendo essa obsessão por ele, um carro bem nota 5 como falou um colega aqui nos comentários, pra mim na boa, não vejo diferença em um Corolla e um Prisma, ainda prefiro um Prisma mesmo ou um Cobalt, alias, um Corolla não passa de um Cobalt da Toyota, a unica diferença mesmo seria a motorização, já que o acabamento interno desse carro é sofrível…
    Entre Corolla e Civic é Civic sem dúvidas, quem defende com unhas e dentes o Corolla me parece ser o mesmo tipo de pessoal que defende certo partido vermelho que se acham Deus, são pessoas geralmente que fazem parte de uma seita , a seita Toyota, e noto até mesmo um comportamento diferenciado das pessoas que tem Corolla nas ruas, são pessoas geralmente arrogantes, que nunca dão passagem , que passam por cima dos pedestres nos estacionamentos dos shoppings, etc…geralmente são os mais agressivos e espaçosos no transito, sei lá, pode parecer uma percepção minha, mas podem reparar, geralmente é assim, sem querer generalizar, são pessoas “superiores”, que se acham pessoas superiores em seus carros comuns.

    • O Corolla, Civic, Cruze, Focus e Jetta são produtos com a mesma qualidade em acabamento com variações mínimas. São carros simples lá fora e mais refinados aqui. Nenhum concorrente é infinitamente melhor que o Corolla nem aqui no Brasil e nem no EUA. Nenhum especialista no mundo vai concordar com vc que o Corolla é um Cobalt da Toyota. Comprou um Vectra vulgo Astra mas eu tenho certeza que o interior do Astra Vectra não é como de um Land Rover. Quem compra Corolla é arrogante, não da passagem, é do partido x, pessoas se a acham? Certeza cara que essa sua mensagem foi a pior coisa que já vi em todos os site páginas e blogs automotivos. Um texto totalmente infeliz e cheio de ódio desnecessário. Você devia procurar um psicólogo para não julgar o caráter de pessoas pelo o que compram e tão pouco o comportamento delas. Você está vendo o mundo e a vida de uma forma deturpada por causa de tanto rancor e ódio inútil. As pessoas podem fazer más compras mas carro não define ninguém. As pessoas são o que são andando a pé ou de avião. Ricas ou pobre. De Fusca ou de Ferrari. Você precisa de tratamento acredite.

      • Sei muito bem que os sedans médios são praticamente iguais em diversos aspectos, sendo no caso o Corolla em último lugar entre os citados, existem diversas reportagens em revistas e sites especializados (Best Cars) que comprovam isso, e na prática pode comprovar também, basta ir pessoalmente em cada concessionária de cada marca e fazer test-drive nos players do mercado, além disso dei minha opinião como conhecedor e amante de carros, dirijo desde os 11 anos de idade e conheço muito sobre diversos carros, não é birra pessoal não. Comparar Cobalt com Corolla foi força de expressão, não disse que são iguais, mas carros semelhantes, são carros normais, básicos, médios, com mesmo nível de equipamentos, excluindo-se alguns itens como airbags a mais e controles de estabilidade e tração e motorização, de resto não há muito mais coisas que diferenciam ambos, na prática de mercado o Corolla poderia ser sim um Cobalt da Toyota, o que tem de mais isso, não é menosprezo algum, são carros com mesmo tipo de suspensão traseira por exemplo, a caixa de um Cobalt é a mesma do Cruze, coloca alguns itens a mais no Cobalt e fica na mesma, procura entender que comparei ambos mais como força de expressão e também para mostrar que um Corolla não é tudo isso que falam e tentam embutir ser, é um carro comum, admitamos.
        Jetta, Focus e Civic possuem diferenciais mecânicos, motores mais modernos, suspensão multilink por exemplo, entre outros itens.
        Meu Vectra realmente não é uma Land Rover, sei muito bem disso, não sou louco ou fanático como alguns , tenho absoluto conhecimento que é um Opel Astra Sedan, nada mais que isso, e comprei ele pois na época, (olhe bem o que falo, na época, no ano de 2010/2011) entre ele e um Corolla preferi ficar com um carro que tinha maior espaço interno, porta malas maior, itens que o Corolla não tinha, como teto-solar, banco elétrico, som premium, bancos em couro de melhor qualidade, rodas aro 17 diamantadas, computador de bordo completo, entre outras coisas, mesmo em detrimento de ter um motor de concepção mais antiga (mas que atende bem ) e um ou outro detalhe a menos que um Corolla, mas compro carro para minha satisfação pessoal, e não para outros ver na rua, compro carro pensando em usar ele e me sentir bem , não compro pensando em vender, carro não é aplicação financeira como acreditam proprietários de Corolla.
        Outros mitos como manutenção mais em conta, inquebrável, rede de assitência técnica que parece o hospital Albert Eisten, etc…isso não vou entrar no mérito pois são coisas pessoais e que mudam também de região pra região e concessionária pra concessionária, sempre fui muito bem tratado nas GMs e na Ford, nunca tive susto com revisões, por exemplo, meu Focus Fiz a revisão por R$ 166,00 tenho nota fiscal para comprovar, e lógico, o câmbio Powershift do Focus e do Fiesta vão bem obrigado, então posso considerar que meus carros aqui também também são inquebráveis e tanques de guerra, kkkk
        Se vc. ler meu post vai olhar onde escrevo ali, “não generalizando”, o que isso significa, que não são todos os donos de Corolla que são arrogantes, conheço gente bacana e que até reconhece que o Corolla é apenas um carro normal como qualquer outro, mas o que vejo muitas vezes são Corolleiros se acharem superiores, doutores em seus carros, e por isso se utilizam do artificio da arrogância para justificar que tem um carro superior, isso sim são pessoas que precisam de um tratamento, em nenhum momento tenho ódio ou julgo quem compra carro x ou y, pra mim não existe pessoa rica ou pobre, todos são iguais, só não concordo com o fanatismo em torno de algo que não existe, ou quer inventar o que não é verdade, é um carro normal, quebra, faz barulho interno, o acabamento é simples, com botões afundados, não é econômico, não é lindo de morrer, não é carro pra milionário ou quem se acha milionário, enfim, carro absolutamente normal, não é o melhor carro do universo ou o carro que pessoas compram para se acharem Deus .

      • Sei que não tem nada a ver com o carro, citei o tratamento da concessionária Toyota, onde só é bem aceito quem chega lá com um carro da marca, um outro Corolla mais antigo, e quem está bem vestido, chega lá com outro carro, mesmo que seja bom e novo, chega lá com roupa mais simples (mesmo que tenha dinheiro na conta pra comprar um Corolla a vista) que vc. vai respirar a arrogância daquele pessoal, não entendo quem diz que o tratamento da rede é exemplar, tratamento exemplar é ir numa concessionária ser bem tratado, receber tabela fipe 100%, ter boa negociação, revisões com valores justos e condizentes, etc….o tal fanatismo já começa lá na concessionária pelo próprio pessoal que trabalha lá, e depois continua, uma verdadeira lavagem cerebral que fazem em seus clientes, isso não é paixão pela marca.

    • Comigo o que vejo na pratica são os compactos fazendo isso. Alias, dono de Corolla geralmente dá passagem numa boa. Agora de Civic é um caso a parte ocmigo…rs

  • É um carro que não é o melhor em nada, mas é um produto bem acertado no geral.
    É um carro literalmente mediano, não desaponta e não empolga.
    Eu por ser mais emocional para carros passo muito longe do corolla, não me atrai em nada e depois de ver a qualidade Ridicula do acabamento desse carro tenho certeza que nunca teria um.

  • O carro é OK em praticamente tudo, tem bom espaço, bom acabamento e mecanicamente falando a combinação 2.0 + CVT funciona bem. Os amigos que tem Toyota e Honda sempre indicam a principal virtude: não dá problema, tem bom valor de revenda e nenhuma falha grave.

    Brasileiro ainda vê carro como investimento, fato, e é por isso que Corolla, Civic, Fit e HRV vendem e tendem a continuar vendendo bastante. Comparando meu carro (VW Golf Variant) com um amigo que adora Corollas: ele roda 3x mais que eu, mas faz revisão uma vez por ano e nunca teve problema significativo. Eu rodo pouco, sou obrigado a fazer revisões caras e desnecessárias a cada 6 meses e já tive problemas chatos com as concessionárias VW (ar-condicionado quebrou aos 1.000 km, direção elétrica aos 10.000 km, demora de 30 dias para serviço de funilaria relativamente simples há alguns meses, etc etc). Em 3 anos com o carro, ele ficou seguramente uns 80 dias parado em concessionárias VW.

    Resumindo… acho meu carro muito melhor, mas certo está meu amigo, que tem um carro bom e não esquenta a cabeça.

    • Eu acho que aí vai tbm da necessidade.

      Hoje eu possuo um Fluence que comprei com 39000km e tem hoje 98000km. Algo que aprendi com o Fluence na pratica: Se eu quiser um carro moderno, com downsizing entre outros predicados, eu saberei que devo rodar mto menos com este. Sinto que há mto dono no Brasil que pensa que esse conceito tornou facil ter carros esportivos e não é assim que deve ser encarado.

      Mas na pratica, toda tecnologia vai ser cobrada na hora de ser feita a manutenção. Então por isso, eu abriria mão de um carro mto tecnologico se for rodar mto. Se a ideia for rodar pouco ou usar o carro apenas para lazer, eu acho que na minha situação, isso já faz mais sentido. Isso porque ter um carro por vezes benchmark do segmento não necessariamente pode atender minhas necessidades.

      Mas isso eu parendi com o Fluence pq antes com um C3 eu percebia a economia perto de um modelo médio. E penso que talvez eu repense nesse retorno ao compacto para uso do dia a dia e então pense em um carro superior e tbm mais prazeroso no lazer.

      • Eu rodo muito pouco, infelizmente. Já fui daqueles que faziam 20.000 km/ano, hoje meu carro após 3 anos nem chegou nos 17.000 km – e ainda assim, tive esses dessabores.

        Teu ponto é bastante válido: a simplicidade reflete na resiliência. Nunca tive problemas com direção hidráulica ou ar condicionado convencional, por exemplo.

        • Eu tbm nunca tive. Mas no Fluence eu curiosamente tive que repor oleo e tbm tive que trocar os bicos do ar condicionado que sofrem com a maior pressão do sistema (o compressor é bem mais forte).

          Talvez a tentativa de aliar ambos seja a variante mais dificil, ou seja, tecnologia e durabilidade. creio que com o tempo isso seja otimizado, mas nem sempre é assim.

  • 118mil reais e nao tem teto solar, caraca nao sabia que tava tao caro assim,,,, lembro que a uns 18 meses ele passou a barreira dos 100mil reais…….e eu continuo com meu Azera top 2011 e o Altima 2014 e CRV EXL 2011. carro zero nem a pau juvenal

  • A reportagem tenta explicar e não consegue.

    Já tive um Corolla XEi 2.0 0km da geração anterior, daquela que não tinha ESP e somente 4 marchas no câmbio automático. Já dirigi o da geração atual, alugado na Movida, com câmbio CVT.

    Não gosto de CVT mas é de qualquer jeito uma boa evolução no modelo. O de 4 marchas era uma tristeza na estrada.

    Não gostei e continuo não gostando do ajuste de suspensão e da direção elétrica do Corolla. O carro inclina demais nas curvas fechadas em alta velocidade, não transmitindo segurança nessas condições, e a direção elétrica é pouco comunicativa e não muito direta.

    O motor não é ruim para um aspirado sem injeção direta. É até um dos melhores, mas não se compara a nenhum outro concorrente com motor turbo que já dirigi.

    Conforto para rodar e viajar, desempenho suficiente na estrada e espaço interno é o normal e o que caracteriza esse segmento de sedãs médios. NENHUM deixa a desejar nesse aspecto.

  • A Honda tem a mesma fama da Toyota de confiabilidade, mas por que a Toyota vende tão mais?. Acho q o consumidor é tiozão mesmo, não gosta do maior arrojo dos Honda. A Toyota é 100% pragmática, entrega o q os tiozões e tiozonas gostam.

  • Por que cansado? Só por que a Toyota não seguiu a modinha do turbo? Esse Motor é bem confiável então pra que mudar? Talvez na próxima geração esse motor possa ganhar alguma coisa como por exemplo injeção direta e mais algumas melhorias.

  • Aqui em casa tem um Corolla Prata XEI CVT (Mais “tio” que isso impossível) com 30mil rodados e salvo alguns grilos de acabamento o carro continua confortável e seguro desde o dia que foi tirado zero da concessionária Toyota. Ano que vem a dona do carro quer trocar por outro Corolla mas já da próxima geração.

  • Enquanto as outras matérias tem 30 postagens essa da toyota já passa de 130. Hahaha. Galera fazi questão de comentar. Uns pra criticar e outros pra defender.

    • Eu acompanho o NA desde o lançamento e quase sempre todas matérias sobre o Corolla ou Toyota batem recordes de comentários. Recentemente até o Yaris e Etios também contribuem para esse fato.

  • Vai ter hater dando soco no monitor, mas vende bem por que atende muito bem o que seu público quer e precisa passando, além de tudo, muita confiança.

  • Recentemente troquei um Grand Siena 1.6 Dual logic por um Corola GLI zero. O Consumo entre os dois é cerca de 5% de vantagem para o Siena, semelhante, o desempenho é em torno de 20% de vantagem para o Corola, o 1.8 casa perfeitamente com o carro. Porem alguns coisas me irritaram muito.
    1 – Tu sai do carro e aperta as travas o carro trava MAS NÃO SOBE OS VIDROS, isso mesmo, parece piada, ja deixei o carro trancado com os vidros aberto. Alô, até o siena sobe os vidros.
    2 – Banco de couro esquenta né! então nada normal tu chegando no carro apertar o controle da chave e baixar os vidros para ficar possível entrar no carro. SQN…não baixa, vai cozinhar ali dentro, tem que meter a chave, e baixar manualmente…
    3- O som dele tem uma afinação incrível, perfeito, só que…..o diabo difícil de mexer, tenta parear um Smartphone nele, só na cagada, depois não consegue mais. irritante.
    No mais estou gostando do carro, mas carro novo tudo é gloria né, quero ver com 80k rodado. Vendi meu siena com 97 e nunca tive dor de cabeça, ao contrario, carro vale o que paguei…

    • Essa questão dos vidros é uma baita mancada da Toyota, mesma coisa no meu Yaris, mesmo sendo versão top. Fazem isso de propósito pra você gastar uma fortuna no módulo vendido pelas concessionárias. E se instalar por fora, perde garantia da parte elétrica.

  • Devemos lembrar que muito das vendas, deve-se a falta do chamado fogo amigo.
    Não há um SUV na marca que seja concorrente.
    Se o Compass ou o HRV fosse da Toyota e o corola tivesse que dividir o mesmo stand de vendas, seria diferente. Talvez por isso a marca tenha desistido de trazer o CH-R.

  • É um carro que se inseriu num intervalo entre os de luxo e os mais populares, onde não há tantos concorrentes. Um carro que tem um padrão para entrar em mercado mais exigente. Resistente e confiável. Fama de que não quebra fácil no Brasil. A manutenção não é tão cara como outros por aí. O que os outros oferecem a mais não é tão importante. Bem preparado para nosso mercado. Bem para classe média, em outros lugares como novo e no Brasil como usado. O resultado das vendas não deve ser grande surpresa.

  • Como o Brasil ainda trata seus veículos como investimento (patrimônio), a procura pelo Corolla é explicada pelo bom valor de revenda, a começar pelas concessionárias da própria marca. É o que o VW Gol era há alguns anos, no segmento de entrada.

    Todos os demais sofrem depreciação elevada, inclusive “em casa”, mesmo na troca por outro veículo da mesma marca.

  • Antes de eu ler os demais comentários, deixa eu dizer minha opinião: eu sou dono de um Fluence, citado como um carro beberrão.
    Mas eu mesmo NO MESMO TRAJETO QUE O EBER FAZ, mesmo em transito pesado, nunca fiz 3,5 (4,7km/l eu já fiz mas esse consumo?) e vamos para o consumo de estrada: Em BH onde um taxista me buscava ou de Corolla (GLi) ou Virtus MSI, o Corolla não passava rodando mais em estrada do que em cidade de 8,6km/l.

    Era o “sonho” de um taxista de lá, mas o que tinha, ficava quieto. Não é para menos. Enfim, é bom esse tipo de avaliação que desmascara a historia que o Corolla é o senhor economia perto de outros sedans. Por outro lado, é mediano nesse aspecto e o consumo de estrada com pouco de uso urbano é exatamente o mesmo que chego a fazer no Fluence.

    Só que na versão que eu tenho, eu já tinha farol de xenon, ar dual zone, sensores crepuscular e de chuva, saidas de ar para o banco traseiro, entre outros detalhes.

    Algo que realmente é muito bom no Corolla: Seu porta objetos. É um porta copos que cabe até duas garrafas de 1,5 litros, há diversos locais para colocar o celular e ainda sob o encosto central. (isso é bem superior ao Fluence que é bem mirrado para objetos pequenos, apoiar um celular por exemplo, sem chance). Ainda bem que a avaliação citou o encosto das portas: Eu achava que por ser alto, tinha encostos baixos pela posição que ficava no banco. Agora já tenho certeza que é da configuração do carro.

    E então eu chego a uma conclusão novamente: Hoje, se eu fosse considerar a troca do Fluence por vontade e escolher um novo sedan, esse seria o Jetta 2.0 TSI com pacote premium. É o unico que atende de forma racional uma série de itens existentes no Fluence e que tbm ergonomia em diversos pontos. Como eu disse é minha opinião, mas nem emsmo a versão Altis eu consideraria como compra.

    • Acho que vende pq a manutenção é muito barata, fiz a troca de óleo com todos os filtros aqui em minha cidade de um exemplar 15/16 que completou 40mil km em minha mão, gastei somente R$ 122,00, O c3 de minha irmã fez a troca dos mesmos e custou R$ 198,00. Acho que por isso ele vende tanto.

  • Você é mais um daqueles que só vê teoria da conspiração em tudo que a imprensa faz e fica achando que tudo que é contra a sua opinião é patrocinado.

    Montadora faz uns 6 anos que não compram artigos pagos aqui no site, e em todos que foram comprados, colocamos um selo de artigo patrocinado para transparência total junto a nossos leitores.

    Não fazemos essa palhaçada de artigo pago disfarçado de normal, não somos desonestos dessa maneira, como outros sites do setor que o fazem.

    Mas se vc ainda pensa isso, fazer o que, aqui temos uma reputação que não é um comentário mal educado que irá a arruinar.

    Já sobre suas afirmações…. sim, o Corolla pode ter 45% de vendas para empresas, mas quanto é 45% de 5.238 unidades vendidas em agosto de 2018?

    2.357 Corollas vendidos para CPF, enquanto a venda TOTAL do Cruze, por exemplo, 1.747 unidades, sendo que a mesma ainda tem 34% de vendas para empresas, ou seja, o Corolla tem sim boa procura, é sim bem vendido.

    A população compra esse tipo de carro, conheço várias pessoas que compram Corolla atrás de Corolla, porque gostam do modelo e nunca tiveram problemas, além da boa revenda.

    Mas já estamos acostumado com pessoas como você, acabou de se cadastrar no Disqus, tem apenas 3 comentários, e 2 deles foi ofendendo o pessoal do site… deve ser vendedor de alguma outra marca isso sim.

  • Vende muito pq dizem que não dá problema. Falo dizem porque nunca tive um. Isso justifica. O que choca é ele ser considerado por algumas pessoas um carro de luxo..ai sim é um mistério.

  • O porque de “piloto automático” quando o correto é controlador de velocidade de cruzeiro (ou cruise control, em inglês).
    Vamos escrever o correto é sedã, sedan é de origem estrageira e segnifica o nome de uma batalha ocorrida em 1º de
    setembro de 1870, próximo à cidade de mesmo nome na França, durante o conflito chamado de ¨ Guerra Franco-
    Prussiana ou ¨ Guerra Franco-Germânica¨ (google).

  • Vende muito pq quem o tem diz que é um carro resistente e duradouro, o consumo tbm é um ponto positivo para um motor 1.8/2.0 automático, e o principal trunfo do Corolla: valor de revenda nas alturas! Infelizmente brasileiro leva isso muito em conta, já saí com um carro 0km da cc pensando no valor de revenda, acontece a mesma coisa no mundo duas rodas, quem entende um pouco de moto sabe que Yamaha é melhor e mais durável que Honda, mas brasileiro só compra Honda por causa do valor de revenda.

  • Eu mesmo não compraria um Corolla, Civic ou Cruze, quando pesquisei sobre o Fusion e entrei em um, nem um daqueles me chama mais atenção, com o preço que se paga naqueles modelos, consegue-se comprar um Fusion semi novo muito pouquíssimo rodado, e com bem mais tecnologia embarcada.

  • Na minha opinião o GPS do Corolla sofre com o mesmo problema do uso do som. Extremamente lento e com operação confusa. Depois que você consegue definir a rota de destino ele até que funciona relativamente bem. Além disso, o que vejo como o principal problema é a falta de atualização dos mapas. Um mapa com mais de 6 meses sem atualização já pode tornar a navegação bem mais demorada do que podia ser. No caso do Corolla, nenhuma atualização foi disponibilizada desde o seu lançamento.

  • O motivo de vender tanto além de ser um carro bonito, oferece muito conforto, não da dor de cabeça na hora de vender, ou seja, um carro espetacular, quem fala que é carro de tiozão ou é muito rico pra andar de BMW, Audi etc…ou é aquela onda de internet e quem não tem condições de ter essa bela máquina.

  • Acho que vende tanto porque é barato, um carro com essa qualidade toda e hiper bem equipado deveria custar no mínimo uns 200 mil reais, ele deveria ser o mais caro de todos os sedans a venda no Brasil, sonho com o dia que isso vai acontecer .

  • O único corolla que me chamou a atenção foi aquele do Brad Pitt, depois disso vou de Civic pelo design interno, externo. Qualidade dos 2 é similar e o Civic ainda tem pegada mais esportiva. A única coisa que um Civic deveria ter de um Corolla é o silêncio.

  • O Corolla vende bem porque, apesar de possuir maior preço e menor conteúdo, foi o pioneiro na criação de uma ótima reputação, ou seja, a Toyota fez e faz por merecer e possui maior prestígio por isso. As outras montadoras precisam pensar em criar carros novos visando desbancar o Corolla a médio e longo prazo, pois só o nome do veículo já diz muito para o mercado consumidor.
    Além do carro, a marca também precisa fazer-se mais renomada.
    Ninguém espera que marcas “populares” consigam tirar da Toyota o título de maior fabricante do mundo. Eu, particularmente, acredito que poucas podem arriscar-se a tal ponto.

  • Acho que a pergunta da matéria está errada. A grande dúvida não é porquê ele vende tanto. A dúvida mesmo é porquê ele vende tanto mais que sedans concorrentes, inclusive “melhores” ou mais baratos.

    Minha humilde opinião…Ele chegou de mansinho, foi sendo atualizado rapidamente, foi ficando mais bonito, mais espaçoso, foi aproveitando plenamente a fama dos japoneses e da Toyota em especial. Graças ao Jipe Bandeirante ela já tinha fama de robustez, e as concessionárias, de bom atendimento. (Afinal é bem mais fácil manter produtos de maior valor agregado, menores volumes, já bem nascidos de fábrica).

    Agora compare o que aconteceu com seus maiores concorrentes… O Vectra ( Chevrolet, que era quem dominava esse segmento), demorou demais para acompanhar as atualizações (nunca, na verdade); não se esforçaram para segurar a fama da marca e no segmento. Defasaram o produto, se preocuparam apenas em ter um representante mediano e custos baixos.

    O Civic…(Honda, marca que usufruía da mesma “fama” da Toyota). Grande concorrente, alternava a dianteira com o Corolla. Quando saiu a versão “avião de caça” dominou fortemente, era muito desejado. Mas não soube evoluir em design como o concorrente, não soube ler o consumidor. Também sempre vendeu mais uma imagem de esportivo, o que afasta alguns conservadores. Preço também atrapalhou. Na sua versão atual (que eu acho linda), de novo o desenho é ousado, afastando alguns. De novo o preço castiga. Nesse meio tempo, a evolução em design, tamanho e qualidades do Corolla foram conquistando compradores de todas as marcas. Revenda também foi falando cada vez mais alto.
    E no Braçil, para o consumidor iletrado, (desculpa o rancor) quem vende mais é obrigatoriamente melhor. Caiu nas graças do mercado é ótimo, vendeu menos é mico. Tenho um amigo que tem um 2017 – na concepção dele o Corolla é TOP, é imbatível, o supra sumo do automóvel mundial, rsrsrs.
    Outros concorrentes, (no Brasil, bem explicado) não têm a consistência de mercado que a Toyota criou nesse segmento. São ótimos, mas não tem a fama requerida diante do consumidor. Como se fossem apenas aventureiros no mercado; pior que alguns acabam sendo mesmo. Aí, o torcedor de futebol mediano, que torce por marcas também (só Freud explica), se vangloria de comprar o que todo mundo também compra, rsrsrsrs. E acha que está abafando, kkkkkkk
    Enfim, o carro é bom, a manutenção vai bem, as concessionárias atendem bem. Mas o que explica esse sucesso todo é a história da marca e do carro no país. A consistência nas atualizações, o mercado pouco criativo, e os concorrentes que não se esforçaram o suficiente ou entenderam errado o que o mercado queria.

    Por isso, o Corolla pega enorme parcela, a grande fatia de todo mundo que quer comprar um sedan médio/grande e tira vendas até dos sedans pequenos no mercado de usados.
    É por isso que ele vende tanto. Os outros que aprendam se quiserem competir.

  • Pq vende tanto? Simples o tipo de consumidor dele é tipo mais velho com situação financeira estável, muito ex donos de Monza é companhia não liga para desempenho não quer perde dinheiro, muito menos quebrar a cabeça com carro parado ou com mecânica mais complicada que no Brasil conta muito.

  • E um bom carro mas para mim vende muito por causa da revenda, acho que muitos que compram nem gostam tanto do carro mas como revende rápido e com pouca desvalorização acabam comprando.
    Eu tenho um 408 THP que para mim é muito mais carro que o Corolla não tem nem comparação, o prazer em dirigir é muito maior com o motor turbo e o carro é mais equipado, maior, muito confortável, consumo bom, fiz viagem com etanol 5 pessoas,ar e o carro fez uma média de 10 km/l… estou muito satisfeito com o carro … sei que a revenda é complicada pois tem baixa venda por puro preconceito, mas isso não me importa pois estou usando um carro que me agrada muito !!

  • Vende muito porque, ao proprietário só resta deixar seu Corolla numa concessionária e pagar ainda mais caro (preço “cheio” cobrado para aceitar seu usado) pelo mesmo Corolla 0km. Aí ele fica feliz porque vendeu seu Corolla só R$ 3.000,00 abaixo da FIPE.

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