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Renault Duster – defeitos e problemas

Renault Duster - defeitos e problemas

O Renault Duster é um projeto da romena Dacia e foi desenvolvido para ser um SUV de baixo custo e preço para o leste europeu, tendo como características principais robustez, baixo custo de manutenção e bom espaço interno para família. Mas, será que esse utilitário esportivo tem muitos defeitos e problemas aqui no Brasil?


Neste artigo vamos ver que o Duster mantém sua reputação de baixo custo e robustez, mas também apresenta alguns defeitos crônicos que muitos clientes reclamam. Aqui no Brasil, o SUV da Renault é vendido com motores SCe 1.6 de até 120 cavalos e opção de transmissão manual ou CVT, além do 2.0 Flex com câmbio manual de seis marchas no 4×4 e automático com 4 marchas no 4×2.

Com porta-malas generoso, o Renault Duster é conhecido por seu espaço interno ser igualmente bom, já que o acabamento é simples o suficiente para reduzir os volumes de portas e revestimentos. Aliás, essa é uma crítica de muitos donos do modelo, que acham o padrão interno de muito baixo custo.

O projeto é derivado do Logan e que tem como característica esse aspecto espartano, reproduzido fielmente no Duster e também no Sandero. Com suspensão alta e simples, o SUV é elogiado pela maioria, pois aguenta firme trancos e barrancos das vias esburacadas brasileiras, tendo ainda um custo de manutenção considerado baixo pelos proprietários.


Mas, estes reclamam de ruídos em excesso, especialmente de motor e pneus, motor com giro exagerado (mesmo em velocidade baixa) e alto consumo de combustível, seja com etanol ou gasolina, mesmo no motor 1.6 mais recente e com câmbio CVT. Confira os relatos abaixo, registrados em clube de proprietários, sites de opinião e de reclamação online.

Duster – defeitos e problemas

Motores com alto consumo

Renault Duster - defeitos e problemas

Alguns donos do Renault Duster relatam que entre os defeitos e problemas do modelo, o alto consumo é algo constante. Um dono diz que seu SUV com motor 2.0 e câmbio manual tem média de 5,5 km/l na cidade e 7,5 km/l na estrada, usando etanol.

Mas, considerando que se trata de um motor antigo e que já teve a venda paralisada por algum tempo para cumprimento de média de emissão, até que esse consumo não seria de se espantar, dado o projeto e o próprio combustível. Porém, quando se fala no motor 1.6 SCe, aí a coisa muda de figura.

Trata-se de um motor mais moderno, que tem até desligamento automático do motor em alguns modelos e foi lançado há pouco tempo. Um proprietário diz que o consumo urbano com etanol geralmente fica em 4,8 km/l, sendo 5,5 km/l o “normal” e ainda com câmbio manual e modo Eco ativado.

Entretanto, no 1.6 com CVT, o resultado deveria ser melhor, mas há relato de médias de 5,2 km/l na cidade e 6,8 km/l na estrada com etanol e modo Eco ativado. Na gasolina, a situação não melhora muito, com 7,5 km/l no ciclo urbano e 8,5 km/l no rodoviário. O dono não menciona algum problema mecânico, mas está sim muito elevado em relação ao que já conseguimos em teste.

O que muitos reclamam, no entanto, é que o alto consumo se deve a dois fatores. O primeiro é o peso do carro, de quase 1.300 kg com motorista. Além disso, consideram também as relações de marchas muito curtas, que elevam o giro do motor (1.6 no caso do manual e 2.0 no caso do automático), faltando uma sexta marcha no manual com 1.6 e mais marchas no automático, que tem apenas 4 no 2.0.

Isso gera também enorme desconforto com o nível de ruído elevado do propulsor. Ainda em relação ao motor, a questão do canister tem até tópico em clube de proprietário, pois acarreta defeito no motor com mistura rica, que acaba fazendo o carro falhar e provocando dificuldade ao pegar de manhã, como num caso de até 4 partidas no 2.0 com 8 mil km.

Num caso de 1.6, o motor simplesmente não ligou certo dia, mas em 6 meses, com velas e cabos trocados, o carro precisava de 2 a 3 partidas diárias para ligar ao sair a primeira vez com o carro. Vídeo mais abaixo é o relato desse dono de Duster.

Continuando na parte mecânica, um Duster apagou durante a condução e colocou o condutor em risco com sua família, necessitando fazer uma manobra brusca por causa da direção pesada para sair da estrada.

O problema ocorreu duas vezes e na segunda, o carro ficou 25 dias na revenda, sendo este um 2.0 automático, sem resolução do problema. O dono disse que a cada conserto e retorno irregularidade no funcionamento, necessitava-se de 3 dias para diagnóstico e 3 dias para entrega da peça.

Outros donos de Duster reclamam que ao abastecer o tanque até encher completamente, o carro começa a engasgar. Outro afirmou que teve de trocar a flange da bomba de combustível, que queimou aos 50.000 km, custando R$ 138 de troca, enquanto se fosse a bomba, sairia por R$ 240.

Num relato, o dono teve que trocar a correia do alternador, que partiu aos 25.000 km e danificou uma polia, o que custou R$ 1.200. Há também relato de quem teve problemas com a programação da injeção e chegou a rodar a 10 km/h. Também existem relatos de luz da injeção acesa, que chegou a apagar sozinha sem intervenção do condutor. Provavelmente combustível adulterado.

Embreagem trepidante

Renault Duster - defeitos e problemas

Um dos defeitos e problemas crônicos do Duster, relatado por vários donos e motivo de tópico em fórum é a embreagem trepidante do SUV da Renault, que para alguns proprietários é uma “característica” dos carros da marca.

A reclamação geral é que nas saídas, o acionando da mesma gera uma vibração incômoda nos motoristas, sendo necessário que alguns até mudem seu estilo de guiar, soltando-a bem mais do que geralmente estão acostumados e elevando o giro para compensar o efeito.

Um dono comprou um Duster zero km e com 300 km, a embreagem já estava patinando. A revenda procedeu a troca de platô e disco, alertando que o mesmo devesse soltar o pedal bem alto e acelerar a partir daí.

Outro mencionou que o dispositivo não tem regulagem do acionador. Porém, outro proprietário acusou a tal vibração, mas só trocou o conjunto aos 110 mil km. Em mais um caso, aos 70.000 km, a embreagem patinou.

Câmbio e caixa de direção com ruídos e problemas

Renault Duster - defeitos e problemas

O câmbio manual do Duster teve alguns relatos de defeitos e problemas. Num caso, o câmbio manual de um 1.6 arrancava na redução de terceira para segunda marcha, o que foi resolvido logo no começo da vida com o carro, mas aos 50 mil km, o problema voltou e a revenda não quis custear, mesmo com o carro dentro do período de garantia.

Alegando uma “cortesia técnica” da Renault, a revenda disse que poderia abrir o câmbio, mas o custo poderia acabar nas mãos do proprietário e isso foi orçado em mais de R$ 6 mil. O cliente desistiu de arrumar o carro e de ter o produto da marca.

Noutro, o ruído no câmbio ocorria entre a quarta e quinta marcha após 80 km/h, não resolvido pela marca. Aliás, esse proprietário adquiriu um carro com muitos problemas, que ele enumera em 39 ocorrências!

Algumas delas ele citou: ruídos diversos, inclusive de rolamento de roda, bem como embreagem que vibra em saída, painel com ruído proveniente do ventilador do ar-condicionado, rodas de liga leve com pontos de corrosão, freio baixando e ruído caixa de direção. Isso tudo em um carro adquirido zero km e com apenas 17 mil km.

Falando em caixa de direção, alguns relatam problemas de ruídos e na mangueira do hidráulico, que precisou de troca em vários casos. Uma bomba da direção eletro-hidráulica foi trocada aos 80.000 km. Mais um fala de barulho na caixa de direção menos de 30 mil km.

Duster enferrujado e outros defeitos

Renault Duster - defeitos e problemas

O nome Duster está manchado. Pelo menos abaixo da moldura que carrega a designação do produto. Alguns donos descobriram infelizmente que seus carros estão com corrosão excessiva sob a moldura brilhante sobre a placa. Um deles acabou achando pontos de ferrugem quando foi arrumar a câmera de ré com defeito.

Outros relataram que também descobriram o problema sob a tal moldura e em nenhum caso, todos com três anos de uso, a rede Renault se recusou a reparar. E mais, a garantia contra corrosão é de 5 anos. Os carros estavam com 22, 30 e 74 mil km.

Outro problema é com os faróis, que queimam com alguma frequência, segundo relatos. Um deles apontou para 4 trocas em menos de 64 mil km rodados. Também alguns reclamam de desorientação do GPS nativo da multimídia MediaNav. Noutro caso, a ventoinha do ventilador do radiador estava em estado “intermitente” segundo o relato e provocou aquecimento do motor, sendo reparado na oficina da rede.

Há também relato de bancos de couro descosturando, borrachas das portas rasgadas, dificuldade em abrir porta-malas, moldura da MediaNav descascando (trocado na garantia) e falha no computador de bordo (garantia trocou).

Suspensão e pneus

Renault Duster - defeitos e problemas

Outros donos de Renault Duster reclamam de desgaste excessivo nos pneus, sendo de forma irregular no eixo traseiro. Apenas um dono teve que fazer quatro trocas de pneus, mais os serviços correspondentes em menos de 80 mil km (2.0 4×4). Em outro caso, amortecedores dianteiros foram trocados em menos de 80 mil km.

Há indicação de desgaste prematuro das pastilhas de freio, barulho na suspensão, amortecedor traseiro trocado aos 38 mil km e outros com vazamento. Coifa da homocinética rasgou com menos de 25 mil km também já foi trocada.

[Fonte: Reclame Aqui/Clube do Duster]

Renault Duster – defeitos e problemas
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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Domenico Monteleone

    É o preço pago por ser um Sandeirão com gigantismo, peças de baixa qualidade.

    • Louis

      Imagino que o Captur também tenha os mesmos problemas.

  • 29185159

    Sobre a embreagem… sai de um Clio/07 onde a embreagem funcionava de boa e peguei um Onix/18 que trepido conforme citado na matéria… a CSS disse disse q é normal… normal o caramba!!!

  • 29185159

    Sobre a embreagem… sai de um Clio/07 onde a embreagem funcionava de
    boa e peguei um Onix/18 que trepida conforme citado na matéria… a CSS
    GM disse disse q é normal… normal o caramba!!!

    • Geraldo Xavier

      No caso do ônix a sua embreagem principalmente com o carro em congestionamento, motor quente e ar ligado, se soltar a embreagem rápido acelerando pouco o carro trepida mesmo. Defeito não é porque se fosse defeito os 2 prismas que tenho em casa que são 2013 e fazem isso desde novos já teriam trocado embreagem. Essa é uma característica do conjunto que quando você se acostumar a dirigir o carro como ele pede o mesmo não vai ocorrer. As vezes eu esqueço disso e acelero pouco e ele trepida, aí lembro que tem que acelerar um pouco mais e o carro funciona normal.

      • Retrato do Papai

        nesse caso não é embreagem, é o motor perdendo giro e fazendo todo o conjunto trepidar… todo carro tem isso, principalmente se for mais antigo com acelerador por cabo (onde a central não consegue compensar a perda de giro)

        a melhor maneira de testar a embreagem é arrancar com o carro parado numa ladeira razoavelmente íngreme… se estiver ruim ele vai vibrar até com giro alto

        • Geraldo Xavier

          No caso dos gm a embreagem é baixa. Quem sai de vw pra gm apanha com isso

    • Igor

      O meu prisma 2016 também trepida, eu detesto isso, no começo mandei várias vezes para concessionária para resolver e eles diziam que não tinham nada de errado com o carro, parece que os coxim do motor ta quebrado.

  • Francisco

    Tenho um Duster 2.0 mecânico há 5 anos e não tive nenhum desses problemas mencionados na reportagem. Quanto ao consumo, realmente com álcool o consumo é muito elevado, mas com gasolina o meu Duster faz 9 km na cidade. Em relação à suspensão, alinho de 10 em 10 mil km, nesses 5 anos, jamais o carro puxou para um lado ou para o outro ou “comeu” pneu. Suspensão muito boa.

    • 1945_DE

      9 Km/l na cidade com gasolina. A minha TR4 manual 4×4 super pesada faz 7.8 Km/L com gasolina. O consumo do Duster é inaceitável.

      • Francisco

        Mais econômico do que o caríssimo Jeep Renegade

    • JOSE DO EGITO

      Essa reportagem nao retrata a verdade.Coloca-se um caso de trepidaçao d eembreagem,um caso de ferrugem e um caso de motor que nao da apartida e ai todos os mais de 100.000 duster vendidos tem esses defeitos.Pelo amor….enh Agora nao sei o que é pior se e essa reportagem ou a falta de interpretaçao de quem le Pronto falei….

      • Vanesso

        É bem isso, mais de 100 mil carros vendidos e o cara vem dizer de um caso de ferrugem, um caso de trepidação na embreagem. Quando li parecia que todos os Duster eram assim. E, devido à compressão, o motor dele não é bom para usar com álcool. O meu engasgava na última vez que usei. Me disseram que é por causa da compressão e realmente, álcool não combina, apesar de ser flex. Por isso só uso gasolina aditivada.

        • Carlos Weber

          Também tive um Duster $WD 2.0, e os mecânicos da Css aqui em Goiânia recomendaram só usar gasolina aditivada. Ficava mais caro mas economizava a limpeza de bicos injetores a cada 4 ou 5 mil km.

  • leitor

    O que justifica a Renault, uma fábrica tão grande e desenvolvida, produzir carros com esses defeitos?

    • Enzoando

      pseh

  • globonaotemjapa

    eu prefiro Nissan do q renault

    • Gorpo de Etérnia

      Mil vezes…

  • Alvarenga

    Olha, eu tive um 4wd por 4 anos e foi show de bola. Nunca fiz trilha pesada mas encarei muitas trilhas leves e estradas de terra em varias viagens por ai e nunca me deixou na mão. Apenas um pequeno defeito no comando do AC e mais nada. Fiquei com uma impressão muito positiva. Reclamação maior fica por conta dos plasticos acessorios originais que branquearam, coisa imperdoavel em acessórios originais que custam uma fortuna.

    • Carlos Weber

      Confirmo. Tive um por 4 anos e meio. É show de bola em estrada de terra.

  • Louis

    Não há milagre, comprar um carro grandão e “barato”, é economia na qualidade.

  • Ricardo

    Nunca teria uma SUV, mas acho o design da Duster legal, agressivo, melhor que essas SUVs de madames de shopping por aí!

  • Ricardo

    Alto consumo não é defeito, é padrão da Renault. Haha

    • heliofig

      Tive 2 Mégane, um sedã e uma GT. Ambos 1.6, tinham consumo bem razoável, semelhante ao Corolla 1.8 que comprei em seguida. Mas não faziam maravilhas.

    • Francisco

      Tive um Clio que fazia 17 km/l

    • Unknown

      Não generalize… os Clios eram sinônimos de economia.

  • Norton Palomares

    Tenho uma 2018 mais ja tive outra uma 2016, creio que muitos desses problemas foram solucionados nessas novas versoes, inclusive o motor é outro, mais silencioso e potente, a minha 2016 era o motor 4KM e essa 2018 é o H4M (motor nissan), nunca tive esses problemas mencionados, creio que as Dusters mais antigas, principalmente as primeiras sao realmente de qualidade questinovel, mais é um Carro sem muita frescura, questao de valores de manutençao, TODOS os carros que vao parar em uma concessionaria eles afundam a faca mesmo, a pessoa tem que ter um mecanico de confianca e oque precisar de peça comprar no ML, DUSTER é carro pra socar o “pau” eu curto!!! esperando chegar a modelo novo que ja esta rodando na EUROPA!!!

  • RodrigoABC

    Já tivemos uma duster 4×4, 2012/2013, comprada em Março/2012.
    Dos defeitos apresentados, apenas a ferrugem na régua da placa, serviço feito em garantia em 2016 (4 anos após a compra).

    Sobre o desgaste de pneus, os do duster 4×4 duraram 40mil km, já de um amigo com uma 1.6MT chegou aos 80mil km.

    Sobre o consumo….em que condições essa pessoa roda? Como referência o Etios 1.5 AT faz 6.5km/l de GASOLINA e SEM AC na cidade. Então consumo alto como “defeito” é algo a ser questionado, o nosso duster fazia 8.5 e 13km/l (cidade/estrada com gasolina, até bom para um carro sem aerodinâmica).

    Sobre amortecedores, bom, pai fazia trilha leve com o carro e os amortecedores foram trocados na garantia com 30mil km, aceitável pelo uso.

    Carro foi vendido com 70mil km e embreagem sem problemas. Dono novo ainda está muito satisfeito com o carro.

    • Carlos Weber

      Esta da ferrugem sob a placa também aconteceu comigo e a Renault se recusou a fazer o conserto. Fui para a Suzuki.

      • RodrigoABC

        Interessante, aqui foi de boa. A gente mostrou e eles sugeriram trocar a tampa, mas nós sugerimos apenas fazer funilaria justamente para “mexer menos no carro” e “fazer o mas simples”.

        Então deixamos o carro num dia e pegamos no outro. Serviço simples e rápido.

  • Tibúrcio

    Temos um Duster Dynamique 15/16 em casa. fez 3 anos há dois meses.
    No nosso só a embreagem trepidando foi um problema, solucionado pela autorizada na revisão de 30000km.
    Os demais “problemas”, comuns em qualquer carro, não surgiram até hoje.

  • Matheusmb18

    Já rodei com um 2.0 automático (acho que era 4 marchas) em uma viagem 4 a 5 anos atrás. Foram 6 mil km no total. Carro com muito ruído interno, principalmente do ar nas portas com o carro na estrada. Um V6 faz médias melhores!!
    Carro tinha 150 mil/km na época, de uma diretora da empresa que iria vender. Nenhum problema na viagem com o mesmo!

  • heliofig

    Esses Duster estão bebendo mais que minha S10 2.5 flex…
    O Duster tem o porte do Tucson, que é bem mais pesado, para o mesmo consumo.

    • Carlos Weber

      Comigo, com gasolina, o 4WD 2.0, fazia 8,5 na cidade e 12,5 na estrada (velocidade média em torno de 98 km/h

  • Eddie

    Meu vizinho tem um Dacia Duster que, se deixar na rua com chuvas entra água molhando os carpetes. Perguntei se o carro era batido, negativo, os Duster são assim, afirmou.

    • Francisco

      Tenho um a 5 anos e não entrou uma gota de água. Por que será?

      • Mauricio Antonello

        Pq seu carro não viu água

      • Eddie

        Como você fiquei surpreso, certamente o carro dele foi desmontado em algum momento. Antes do Duster ele tinha um Sandero e disse que entrava água também. Eu vi o Duster depois da chuva, o carpete bastante molhado. E agora Francisco?

        • Eu tive dois Duster, dos quais fiz uso severo em ambos, inclusive passando em áreas alagadas e nunca tive problemas de entrada de água. Vendi ambos intactos e sem problema algum.

        • Francisco

          Será que não deixa os vidros abertos?

          • Eddie

            Rssss

          • Vanesso

            kkkkk, vai ver, tem cada um que… “É mesmo, esqueci os vidros abertos”…

        • RodrigoABC

          Interessante, mãe teve um sandero 2012 e pai um duster 2013. Nenhum dos dois entrava água. Podia ser a chuva pesada que fosse, não entrava água, nada. Por que será?

      • Vanesso

        Tenho um há 6 anos e nunca entrou água. Vai ver fui premiado, não tive nenhum desses problemas da reportagem!

      • Carlos Weber

        Também nunca tive esse problema.

    • Carlos

      Na empresa que trabalho temos dois 1.6. Do meu colega que já está com mais de 90000 rodados começou a entrar água. Ele encontrou trincas no teto perto da tampa traseira. Levou na concessionária e disseram que é caso conhecido da Renault, mas como não estava em garantia, tinha que pagar. Encontrei no meu também dos dois lados uma trinca já com mais de 50mm partindo da junção com a tampa para a frente. Fica naquela canaleta que vai em toda a lateral. O meu esta com 74000 e até abril na garantia. Já agendei na concessionária e vou ver o que vão fazer.

      • Eddie

        Então o Dacia Duster tem problemas mesmo. Solução adotada pelo vizinho…o carro fica em garagem coberta e não roda em dias de chuva. Está a venda. Então, o problema do carro dele > 5 anos deve ser fissura e deslocamento do monobloco em algum lugar. Já tive Corsa Hatch 0km que estalava o monobloco…fizeram soldas de reforço ainda em garantia.

  • Zé Mundico

    Como todo produto industrial feito em série, acredito que sejam problemas pontuais em unidades específicas e não um defeito crônico ou característico do modelo. Ás vezes, alguma série pode apresentar um defeito comum, sinal de que houve um relaxamento no controle de qualidade.
    Mesmo assim, são esses tipos de defeitos que detonam a fama do carro, que já não é essa coisa toda….
    Mas é preciso entender que se trata de um carro simplório, genérico e pé-duro, feito justamente dentro das mais estritas normas de economia, seja de materiais ou de sistemas construtivos empregados.
    Mas eu não compraria um carro desses usado. Aliás, nem novo.

    • Vanesso

      Eu comprei e é o carro que estou há mais tempo até hoje. Não pretendo me desfazer tão cedo. Me atende bem, e o que mais gosto é o espaço interno e a altura do solo. O que mais pega é o acabamento simples e ele é pesadão pra manobrar..

  • Cardoso (não aquele)

    Galera quer um SUV de baixo custo sem ser de baixo custo.

    Aí enchem de perfumaria, o preço dispara, aí soltam um “nossa mas antes não era tão caro!”.

  • Popdogue

    Eu tive um 2.0 manual 13 e fiquei com ele por quase dois anos. Não apresentou nenhum problema, exceto o consumo meio alto. Só troquei por causa do olho gordo da minha prima e do marido dela. Em quase 2 anos bateram na minha traseira 5 vezes. Agora não frequento mais a casa deles e nem conto qdo troco de carro.

    • Francisco

      Putz! rsrsrsrsrsr

  • fsjal

    Tivemos uma Duster 1.6 aqui na empresa e eu dirigia muito ela.
    Foi facilmente o pior carro com que eu tive contato diário na minha vida.

    Motor fraco para o carro, câmbio ruim, acabamento horroroso e barulhento, design medonho (embora seja pessoal), banco duro, suspensão dura e barulhenta… enfim, péssimo, horrível.. Tudo isso não me importaria tanto, afinal, é um carro de baixo custo.
    O que me faz passar longe desse carro é ter ficado na mão duas vezes com ele. Coisa que nunca aconteceu com nenhum outro carro que eu tive na vida… seja Fiat, VW, Honda, Hyundai, Ford, Peugeot…..

    Saí da garagem e o carro simplesmente perdeu força. Não passava de 3000rpm.
    Consultei o manual e a luz laranja indicava que o carro deveria ser levado a autorizada.
    Por sorte eu morava perto da concessionária e fui me arrastando deixar o carro lá.
    Tive que deixar o carro lá pra atualizarem sei lá o que, que nunca explicaram direito.

    O Sanderão se despediu da nossa frota num PT pra nunca mais voltar.

  • Luis Carlos

    Tive um Duster 2016 até 2018, 1.6 manual, nunca tivemos os problemas relatados, o consumo na estrada a depender do pé vai de 15 a 13 km/l, minha esposa chegou a fazer 17 Km/l com Velocidade média de 70 Km/h, em estrada plana. O consumo na cidade vai de 9/10 Km/l, se não pegar muito engarrafamento, rodei 40 mil Km e fiz todas as revisões.

  • Fernando Sampaio

    Tenho um Duster e o meu não tem absolutamente nenhum desses problemas. Muito menos bebe tanto assim. O meu é 1.6 e faz cerca de 7 km/l de álcool e cerca de 10,5 de gasolina na cidade. Na estrada fica 9 e 14km/l, respectivamente.
    Quanto ao pneu, o meu veio com Bridgestone Dueler e esses pneus são ruins, não é culpa do carro. Troquei por um Pirelli e o comportamento é totalmente diferente.

    • Vanesso

      Boa dica do Pirelli. O meu ainda tem 20.000km e o pneu parece estar novinho. Quando for trocar os pneus daqui 8-10 anos (rodo menos de 5000km por ano), vou botar Pirelli pra ver.

  • Paulino Lino

    Desse aí eu nunca gostei! … talvez até encararia um na cor preta e versão Top ou intermediária manual (pelo menos na cor preta parece ser um carro mais acabado e discreto)….. mas somente a preço de Gol pra encarar mesmo rsrs

  • RPM

    Lendo a matéria acima, me dei conta que troquei uma lâmpada de farol do meu civic 99 pela primeira vez, na semana passada….durou só 18 anos….rsrsrsr….custou 53,87 na Honda.

  • Jacarandá Mimoso

    Relatos de problemas mecânicos todos os carros têm.
    É necessário dizer se tais intercorrências são estatisticamente importantes em relação ao número de veículos vendidos.
    Típica matéria que apenas desinforma.

    • Bourgelat Marinho

      Perfeito!

  • Vanesso

    Queimou o filme do carro legal, hahahaha. Tenho um com 20.000 km e não tem nenhum dos problemas citados. Só faço a manutenção normal, e pretendo ficar com ele até desmanchar. Ele já tem o filme queimado, não precisa querer queimar ainda mais.

  • carlos rodrigues

    Esses relatos me levam a crer que, realmente, a francesa Renault não possui carros genuínos aqui no Brasil. São projetos Dacia disfarçados de Renault, com baixíssio nível tecnológico.

  • Mariano Delazeri

    Bem a minha tem 40 mil km, a embreagem realmente trepida mas é só, lendo o resto tomei até um choque, pois não acho sequer o consumo da minha elevado (motor 1.6 manual). Enfim, casos e casos!

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