Chevrolet História Pickups

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil
Chevrolet S10 Cabine Simples

A S10 Cabine Simples já tem uma longa história no Brasil. Antes dela e antes do início das importações de automóveis, anunciada pelo então presidente da República, Fernando Collor de Mello, em maio de 1990, o segmento de picapes era um tanto quanto escasso no mercado nacional.

As grandalhonas Chevrolet D20 (maior que a S10 Cabine Simples) e Ford F1000 reinavam entre as opções maiores. Porém, após essa medida, modelos menores e mais adequados começaram a ser trazidos para o nosso País.


A Toyota passou a importar a Hilux, a Mitsubishi trouxe a L200 e a Nissan anunciou a chegada da Frontier (naquela época batizada como King Cab). A Ford também passou a importar a Ranger direto dos Estados Unidos em 1994.

Outra marca que entrou na dança foi a Chevrolet com a S10, que estreou como a S10 Cabine Simples, mas neste caso como um produto nacional.

A Chevrolet S10 Cabine Simples foi lançada no Brasil em meados do início de 1995 e tinha como base a S10 comercializada no mercado norte-americano.


Porém, para agradar os consumidores locais, a marca retocou o visual do utilitário para garantir uma aparência mais agradável. A versão S10 Cabine Dupla, inclusive, chegou só um ano depois.

Desde então, a S10 Cabine Simples se posiciona como uma das opções para àqueles que buscam por uma picape média com apenas dois lugares e uma ampla caçamba para carregar objetos maiores e mais pesados.

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil

Lançamento da S10 Cabine Simples no Brasil em 1995

A primeira geração da Chevrolet S10 Cabine Simples no Brasil tinha muito em comum com o modelo vendido nos Estados Unidos. Na verdade, era o mesmo carro vendido em ambos os mercados.

Porém, como citado acima, a picape média chegou com um visual atualizado para atrair os consumidores que também davam importância para a aparência.

A S10 americana tinha uma dianteira “triste”, com faróis recuados envolvidos por uma ampla grade cromada. Para ser vendida no Brasil, a S10 nacional adotou uma dianteira totalmente nova e bem mais bonita.

O conjunto triste deu lugar a um desenho mais “vivo” na nossa S10 Cabine Simples. Os faróis ganharam formato trapezoidais e espichados para as laterais, enquanto a grade assumiu um desenho mais discreto e formando conjunto com o capô mais volumoso. Mais volume também foi aplicado no para-choque, agora com detalhe em preto fosco na parte inferior.

De resto, a picape brasileira seguiu o mesmo padrão do modelo vendido lá fora. Outro destaque era o conjunto de lanternas verticais e também o nome “Chevrolet” estampado por extenso na tampa da caçamba.

Por conta dessas alterações, a dianteira da Chevrolet ficou mais abaulada. Isso rendeu uma melhoria no coeficiente aerodinâmico, passando para 0,46 Cx. Em comparação com a S10 americana, a S10 cabine simples brasileira era também mais simples, com direito a faróis com lentes em plástico (policarbonato).

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil

O interior da S10 Cabine Simples tinha um enorme volante de quatro raios, alavanca de câmbio também considerada grande (para ficar nas proximidades das mãos do condutor) e um painel considerado completo para a época e também para a sua categoria.

Um detalhe curioso era o freio de estacionamento, acionado com o pé numa alavanca no assoalho. Além disso, a picape ostentava bancos inteiriços, que não ofereciam muito conforto e apoio para o corpo do motorista e do condutor.

A primeira S10 Cabine Simples tem 4,78 metros de comprimento, 1,7 m de largura e 1,7 m de altura, com entre-eixos de 2,75 m. Já a caçamba tem capacidade para 1.127 litros, com carga útil total de 795 quilos.

A versão mais em conta da Chevrolet S10 era a Standard, marcada pelas rodas de aço, grade e para-choques sem pintura e poucos equipamentos no interior.

Já a topo de linha era a S10 DLX (de “Deluxe”), dotada de rodas de alumínio, componentes na cor da carroceria, freios ABS nas rodas traseiras, vidros, travas e retrovisores externos elétricos, volante ajustável em altura e direção hidráulica.

Entre os opcionais, a S10 Cabine Simples na versão DLX podia receber recursos como ar-condicionado, sistema de som com toca-fitas, console central mais aprimorado e bancos individuais com apoios de cabeça vazados, entre outros.

Sob o capô, um motor 2.2 litros de quatro cilindros a gasolina, fazendo da S10 a primeira picape nacional a usar injeção eletrônica (ainda monoponto).

Derivado do motor do sedã Omega, essa unidade tinha capacidade para entregar 106 cavalos de potência, a 4.800 rpm, e 19,2 kgfm de torque, a 3.400 giros, atrelado a um câmbio manual de cinco marchas e somente tração traseira.

A S10 2.2 acelerava de 0 a 100 km/h em 15,4 segundos. Já a velocidade máxima era de 158 km/h.

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Em novembro do mesmo ano, a Chevrolet S10 cabine simples passou a contar com a opção do motor 2.5 litros turbodiesel de quatro cilindros produzido pela Maxion.

Apesar de “encantar” pelo fato de ser diesel, ele não era lá essas coisas em potência e torque: tinha só 95 cavalos, a 3.800 giros, e 22,4 kgfm, a 1.800 rotações. Neste caso, a tração era 4×4.

Para atender à legislação para carros e utilitários a diesel, a Chevrolet S10 CS 2.5 tinha capacidade de carga para 1.020 kg (ou 210 kg a mais que o modelo a gasolina). Este modelo acelerava de 0 a 100 km/h em 15,7 segundos e atingia máxima de 155 km/h.

No início de 1996, outro motor para a conta da S10 brasileiro. Importado dos Estados Unidos, o Vortec 4.3 V6 a gasolina passou a desempenhar o papel de mais potente da gama. Ele entregava bons 180 cavalos, a 4.200 rpm, e 34,7 kgfm, a 2.600 rpm, com câmbio manual e tração traseira.

Com isso, a S10 4.3 V6 passou a atingir os 100 km/h em 10,8 segundos e velocidade máxima de 180 km/h.

Outro motor que foi introduzido na linha da S10 Cabine Simples, em 2001, foi o 2.4 litros a gasolina, derivado do 2.2 litros. Ele podia gerar até 128 cavalos de potência, a 4.800 rpm, e 21,9 kgfm de torque, a 2.600 rpm, com câmbio manual e tração traseira.

Mais potente, ele fazia o modelo da Chevrolet alcançar os 100 km/h em 13 segundos e velocidade máxima de 155 km/h.

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Facelifts da S10 Cabine Simples em 2003, 2005 e 2008

Em dezembro de 2000, a Chevrolet S10 cabine simples 2001 estreou com as primeiras mudanças visuais da gama da picape média no Brasil.

O modelo adotou mudanças no visual, com uma grade frontal mais ampla (embora com o mesmo desenho da antiga), para-choques com desenho mais encorpado, faróis menores e retangulares com lentes lisas, novas caixas de roda e lanternas traseiras mais longas.

As laterais passaram a contar com ressaltos na latarias, que começavas nos faróis dianteiros e iam até as portas dianteiras e também nas portas traseiras e se estendiam até o fim da caçamba.

O interior adotou um novo painel de instrumentos e saídas de ar mais arredondadas no painel.

Entre os equipamentos, houve a introdução do airbag também para o passageiro, além de outros recursos, como banco do motorista com ajuste elétrico e acabamento interno em couro na S10 DLX.

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil

Além disso, houve um reposicionamento na gama de versões. O motor 2.4 de 128 cv foi introduzido nesta nova linha para substituir o 2.2 a gasolina, disponível na versão Standard. Além disso, o motor 4.3 V6 passou a gerar 192 cv.

O segundo facelift da S10 cabine simples surgiu quatro anos depois, em agosto de 2005. A picape passou a contar com uma nova grade frontal com desenho em forma de cruz e elementos internos tipo colmeia, além de uma nova assinatura da marca na traseira da carroceria.

Já o terceiro, em 2008, deu à S10 a mesma cara dos outros carros da Chevrolet na época. A grade dianteira recebeu moldura diferenciada e uma barra ostentando a nova gravatinha dourada da marca.

Além disso, a Chevrolet S10 ganhou uma falsa tomada de ar sob o capô, para-choques redesenhados, plástico cinza na tampa da caçamba e adesivos espalhados por todos os lados.

Por dentro, o painel de instrumentos adotou a iluminação na cor “Ice Blue”, também conforme o novo padrão da Chevrolet.

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil

Segunda geração da S10 Cabine Simples estreia em 2012

Vendo a concorrência se atualizar, a Chevrolet demorou, mas lançou a nova geração da S10 no mercado nacional. Para competir com as novas Nissan Frontier, Toyota Hilux e a futura nova Ford Ranger (que seria lançada em julho), a nova S10 chegou em fevereiro de 2012 como uma geração realmente nova.

A nova Chevrolet S10 foi lançada primeiro na Tailândia como Colorado e chegou ao Brasil nas carrocerias cabine simples e dupla, com motor 2.4 flex ou o novo 2.8 turbodiesel, câmbio manual ou automático e tração traseira ou 4×4.

Além disso, podia ser encontrada nas versões de acabamento LS, LT e LTZ.

Com exceção do motor 2.4 flex, quase nada da nova S10 foi herdado do modelo antigo.

O visual da picape da Chevrolet ficou bem mais moderno e atual, destacando os faróis angulosos e a enorme grade bipartida na frente, além dos vincos marcantes nas laterais, as lanternas traseiras saltadas para fora da carroceria e a tampa da caçamba com um vinco superior “abrigando” a maçaneta.

O interior também mudou da água pro vinho e adotou um painel bem mais moderno e semelhante a de um carro de passeio. O painel de instrumentos, por exemplo, foi inspirado no do Camaro.

A versão mais completa da picape tinha detalhes de acabamento imitando alumínio e também uma porção de tecido nas portas.

S10 Cabine Simples: todos os detalhes da picape produzida no Brasil

Na caçamba, um espaço com 1.570 litros, 2,32 metros de comprimento, 1,53  de largura e 0,44 m de altura, o suficiente para acomodar até duas motos com folga. A capacidade de carga do modelo é de 1.078 kg na versão flex ou de 1.200 kg no modelo turbodiesel.

A nova S10 Cabine Simples podia ser encontrada nas versões LS e LT, sempre com motor 2.4 flex, câmbio manual e tração 4×2. Os preços variavam entre R$ 58.868 e R$ 61.890.

Já a S10 Cabine Simples com o 2.8 turbodiesel, somente no modelo LS, sempre com câmbio manual e tração 4×4, pelo preço de R$ 85.400.

Entre os equipamentos, a S10 CS LS trazia somente itens como ar-condicionado, direção hidráulica, protetor de cárter, computador de bordo, freios ABS, rodas de aço de 16 polegadas e bloqueio de diferencial.

Já a S10 LT, mais completa, contava ainda com airbags frontais, faróis de neblina, rodas de alumínio de 16 polegadas, vidros, travas e retrovisores elétricos, alarme antifurto, retrovisores com repetidores de seta, volante ajustável em altura, chave canivete, entre outros.

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O motor era o 2.4 litros flex de até 141 cavalos de potência com gasolina e 147 cv com etanol, a 5.200 rpm, e torque de 22,3 e 24,1 kgfm, respectivamente, a 2.800 rpm. Junto a ele, um câmbio manual de cinco marchas e tração traseira.

Segundo dados da Chevrolet, a S10 Cabine Simples 2.4 Flex pode ir de 0 a 100 km/h em 12 segundos. Já a velocidade máxima da picape é de 167 km/h.

Havia também a opção do 2.8 turbodiesel CTDI, com até 180 cv, a 3.800 rpm, e 44,9 kgfm, a 2.000 rpm, atrelado a um câmbio manual de cinco marchas e tração 4×4.

Com este conjunto, a S10 CS acelera de 0 a 100 km/h em 11,4 segundos e alcança 180 km/h.

Em 2013, a Chevrolet S10 recebeu novos equipamentos e também aprimoramentos no motor turbodiesel. O 2.8 litros passou a render 200 cv, a 3.600 rpm, com os mesmos 44,9 kgfm a 2.000 rpm.

Já o câmbio manual ganhou uma marcha extra, ficando com seis velocidades.

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Reestilização da S10 Cabine Simples em 2016

A primeira atualização visual da Chevrolet S10 surgiu em abril de 2016 e é atual “cara” da picape por aqui. Com visual inspirada na Colorado vendida nos EUA, a picape recebeu faróis redesenhados e interligados à nova grade, mais alongada. O para-choque também mudou e ficou mais robusto.

Nas demais novidades, a picape adotou novas rodas de liga-leve e também um visual mais limpo na traseira.

Já o interior adotou um painel redesenhado, com formato mais retilíneo e saídas de ar com apliques em metal. O painel de instrumentos foi redesenhado, com uma aparência mais tradicional e mais visível aos olhos do condutor.

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Ainda entre as alterações, a S10 renovada passou a contar com direção elétrica, suspensão retrabalhada com novos amortecedores, molas recalibradas e barra estabilizadora mais rígida, melhorias no nível de ruído interno, entre outros.

De início, ela foi vendida com motores 2.4 flex e 2.8 turbodiesel. Agora a S10 Cabine Simples 2019 está disponível só na versão LS, com motor 2.8 turbodiesel, câmbio manual e tração 4×4. Seu preço é de R$ 130.690.

Entre os itens, tem airbags frontais, freios ABS com EBD, alerta de pressão dos pneus, rodas de aço aro 16, ar-condicionado, chave canivete, computador de bordo, tampa de combustível com acionamento interno, vidros e travas elétricas, direção elétrica progressiva, sistema de som com Bluetooth e entrada USB, entre outros.

Galeria de fotos da S10 Cabine Simples

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Nota média 2.5 de 2 votos

  • Joãozinho

    A S10 de 1995 era realmente muito bonita.

    Tivemos lá em casa uma acho que 1998, verde, cabine dupla, 2.2 a gasolina.
    Todos perguntavam quanto bebia, e meu pai sempre dava a mesma resposta:
    – “Bebe o mesmo que um Fusca 1600 com dupla carburação”.
    Acredito que ele se referisse ao consumo rodoviário.

    Havia na época também as Blazer DLX 4.3 V6 com câmbio automático. Um carro muito luxuoso para os padrões de então… Pena que 115% delas tenham sido convertidas para GNV

    • rgrigio

      Então devia fazer uns 9-10/L na gasolina, na rodovia, andando “de boas”?

      • RPM

        Tive um fusca Itamar 96,série ouro….fazia 12 km/l na rodovia

    • Thissa Margareth

      veja “Captain Marvel” neste site! está tudo lá !! copie ou clique no blog aqui: OPENSERIES86.BLOGSPOT.COM

  • Vitor

    A importação da Ranger seguida da fabricação da S10 no Brasil criaram um novo segmento (picapes médias) também com auxílio mais discreto de Hillux e L200 também importadas.
    Isso modificou quase que completamente o universo picapeiro brasileiro, as picapes grandes até por questão de custos foram gradativamente perdendo mercado, até quase se tornarem carros de nicho como a F250 e a Dodge RAM.
    As picapes médias, com proposta mais moderna e de uso rural/urbano ocuparam um espaço considerável no cenário automotivo brasileiro. No início a S10 por exemplo ainda tinha volante grande e alavanca de câmbio longa parecida com a proposta de picapes maiores, mas aos poucos esses veículos foram se aproximando cada vez mais de carros de passeio em questão de tecnologia, comodidade e itens tecnológico até chegar ao cenário atual.

  • MATHEUS PAULMICHL HAHNEMANN

    O texto não comentou sobre o MWM 2.8 que elas usavam até 2012, não seria essa uma das versões mais importantes e mais vendidas do modelo?

    • Marcelo Amorim

      E ao citar a remodelação do modelo 2001,cita o aumento de potencia do V6,que a partir de então na cabine simples só teve o 2.4 como opção de motor a gasolina.

    • rgrigio

      Casava muito bem com a cabine simples. 128cv na versão 8v e bomba convencional e 140cv na versão 12v e bomba “eletrônica”.
      Fiz várias vezes 13km/L em uma Standard 2002 4×2 do meu pai. Gostava demais dela. Agora nas cabines duplas, faltava motor, principalmente nas 4×4.

      • Paulo Lustosa

        MWM Sprint 2.8 com bomba mecânica é 12V e 132 cv. Possuo uma 2002 há muitos anos e não pretendo me desfazer.

    • Good Doctor

      Motor da peste! Indestrutível, e se desse defeito aceitava qualquer gambiarra..
      Até hoje um dos queridinhos dos jipeiros que curtem diesel

      • Paulo Lustosa

        MWM Sprint é o AP dos diesel, preferido por muita gente por ser indestrutível. Só dá problema na bomba injetora por não usar bomba alimentadora depois de 100 mil km rodados, mas é manutenção rotineira.

  • Domenico Monteleone

    Essa versão atual cabine simples é muito esquisita.

    • Fabão Rocky

      Tbm achei! A caçamba achei mto “rasa”!

    • Guh MDNS

      Parece um caminhãozinho com carroceria adaptada. Tipo as antigas Peugeot GRD ou as antigas Townerzinhas!!!
      Pickup cabine simples bonita são a Amarok e principalmente as novas Ranger!!!

  • Vinicius Ramos Prucoli

    Eu acho que a S10 ganhou sim a injeção multiponto em 1997, o motor foi para 113 cv.

    • Marcelo Amorim

      Quase certeza que a MPFI foi no modelo 98,aqui em casa tivemos várias S10,entre elas uma 97 cabine estendida que era EFI.

  • Fabão Rocky

    A S10 de primeira geração mais bela foi a de 1995, sem aqueles apelativos pára-choques do face-lift de 1998. A reestilização de 2001 matou a beleza da S10, desde o seu lançamento até hoje não consigo entender como enfeiaram tanto a S10 naquela época!

  • Jose Roberto Barbosa

    Garanto que vai fazer sucesso, sou mecânico aposentado e me lembro muito bem da D 10 e F 1000, não tinha pra niguem, eram robustas e efeciente.

  • Guh MDNS

    Comprei uma 1996/97 STD a 6 meses e estou bem satisfeito!!!
    Muito robusta, duravel e valente, mesmo com tão pouca potencia (EFI de 106 “pangarés mancos”).
    Só a suspensão que, de tão dura, ja esta quase transformando meus rins e minha coluna em um órgão só!!! Mas deve ser falta de costume, meu pai ja passou por 3 Chevrolet D10 e 1 Chevrolet D20 e não me lembro de serem tão duras!!!

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