Crossovers Fiat História SUVs

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)
Fiat Freemont

O Fiat Freemont foi um SUV lançado pela Fiat no Brasil em 2011.

Mas antes disso, o desempenho da Fiat entre os automóveis médios de passeio no mercado brasileiro não foi lá dos melhores. No passado, alguns carros maiores da marca italiana até conseguiram registrar volumes de vendas consideravelmente bons – o que inclui o Tipo, Tempra e Marea.


Para se ter uma ideia, o próprio Fiat Tipo conseguiu se posicionar como o importado mais vendido da época. Em janeiro de 1995, ele foi capaz de desbancar o Volkswagen Gol como o líder do mercado, posto ocupado pelo compacto alemão por quase uma década.

Todavia, boa parte deles tiveram suas imagens equipadas devido à uma série de problemas graves, como o Tipo que teve diversos casos de exemplares incendiados devido a um problema no vazamento do fluído de direção. Houve também o Fiat Stilo, que se destacava por ser um dos carros mais modernos da época.

Ainda assim, na última década da Fiat seguiu investindo no segmento. Lançou o Linea, que nada mais era que a versão sedã do Punto, o Bravo (com um atraso de mais de quatro anos em relação ao mercado europeu) e também o Freemont. Este último foi o primeiro utilitário-esportivo de verdade lançado pela empresa em nosso País.


O Fiat Freemont chegou por aqui em 2011 para se posicionar como o carro topo de linha da empresa por aqui. Na verdade, o carro era praticamente um “clone” do primo Dodge Journey, já que ambas as marcas pertencem ao grupo FCA (Fiat Chrysler Automobiles).

A propósito, o Freemont foi um dos primeiros frutos da FCA.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

O modelo estreou em nosso mercado sob importação do México e, apesar de ser quase o mesmo carro, tinha diversas diferenças em relação ao Journey. O visual e o interior tinham algumas características próprias, embora o formato da carroceria fosse o mesmo.

Por a partir de R$ 81,9 mil, ele entregava uma lista de equipamentos mais enxuta que a do Dodge, bem como a motorização, que era composta por um um 2.4 litros de quatro cilindros e transmissão automática de quatro velocidades ao invés do 3.6 V6 de até 280 cv, com câmbio automático de seis marchas e tração AWD do Journey.

Por outro lado, ao contrário de seus antecessores, o Fiat Freemont conseguiu sim vender consideravelmente bem nosso mercado, mesmo com a falta da tradição da marca no mercado de carros mais caros e também no de crossovers/SUVs. Em diversos meses, o carro chegou a emplacar 1 mil unidades.

Parte desse “sucesso” foi alcançado devido à boa relação custo benefício entregue pelo carro.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fiat Freemont – detalhes

Como comentamos acima, o Fiat Freemont tinha poucas mudanças visuais em relação ao Dodge Journey. Tanto é que os mais desatentos costumavam reparar o carro como um modelo da marca norte-americana. O desenho não impressiona, já que é o mesmo do “primo” lançado por aqui em agosto de 2008.

A dianteira do Freemont tinha como exclusividade a grade com filetes cromados e o logotipo vermelho da Fiat em destaque no centro. Até o para-choque era o mesmo entre ambos os modelos, como uma tomada de ar central inferior com desenho tipo colmeia e os faróis de neblina circulares envolvidos por uma moldura em plástico preto.

O capô, com vincos marcantes nas extremidades e na parte central, e os faróis, com formato mais quadrado e espichado, também eram idênticos.

Nas laterais, o Freemont deixava evidente que era um utilitário-esportivo com certo apelo familiar. Isso por conta da ampla janela na coluna “C”, garantindo também uma boa visibilidade no habitáculo. Havia também linha de cintura elevada e ângulos mais agudos.

Já a traseira destacava as lanternas horizontais invadindo a tampa do porta-malas, com direito a iluminação em LEDs.

Por dentro, você conseguia notar que o Freemont realmente não era um carro originalmente da Fiat – pelo menos aos olhos de quem estava acostumado com os carros nacionais da marca. O acabamento era de um nível superior, com direito a materiais emborrachados nos painéis.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fora isso, o carro contava com um ótimo aproveitamento de espaço, com diversos porta-objetos bastante amplos, inclusive debaixo dos bancos e do assoalho. Nas linhas mais recentes, o utilitário-esportivo passou a trazer também alguns recursos mais modernos, como o sistema de entretenimento com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas.

Esta central multimídia maior só não foi oferecida desde o lançamento devido a um problema com um fornecedor de origem japonesa da Fiat. Na época, o país asiático sofria com o terremoto e o tsunami. De início, ele contou com um sistema multimídia com tela de somente 4,3 polegadas.

A versão topo de linha do Fiat era equipada com sete lugares, sendo que a modulação da terceira fileira era realizada ao toque de um botão ou puxando uma haste para rebater ou levantar um banco. Na segunda fileira havia ainda uma espécie de elevação dos bancos para criar um apoio para crianças, dispensando a cadeirinha.

O porta-malas tinha capacidade que variava de 145 litros a 2.301 litros, neste último caso com as duas últimas fileiras rebatidas.

Apesar de contar com alguns equipamentos a menos que o Journey, o Fiat Freemont trazia uma boa dose de itens de série. Na configuração mais cara, o carro era dotado de banco do motorista com regulagem elétrica, airbags frontais, laterais e de cortina, controle eletrônico de estabilidade, controle de tração e assistente de partida em rampas.

Havia ainda retrovisor interno antiofuscante, retrovisores externos com função antiembaçamento, bancos revestidos em couro, painel de instrumentos com display central colorido, ar-condicionado automático digital com regulagem independente para o motorista, o passageiro da frente os ocupantes dos bancos de trás (três zonas), teto solar elétrico, entre outros.

Para ser comercializado no mercado nacional, o Fiat Freemont recebeu reforços estruturais e ainda uma suspensão retrabalhada para encarar as buraqueiras das ruas brasileiras.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fiat Freemont – novidades

Lançamento em 2011

O Fiat Freemont foi apresentado aos brasileiros no dia 10 de agosto de 2011. Ele tinha preço inicial de R$ 81,9 mil na versão Emotion e R$ 86 mil na configuração Precision, esta última com mais equipamentos e ainda capacidade para levar até sete pessoas em seu interior.

Na ocasião, a expectativa da marca era comercializar entre 1 mil e 1,5 mil exemplares do Freemont. Ele tinha como principal concorrente o Honda CR-V, que partia de R$ 85,7 mil, além do Chevrolet Captiva por a partir de R$ 90,3 mil e do Hyundai ix35, que custava R$ 85 mil iniciais.

Novo câmbio automático e mais equipamentos

A principal novidade de toda a “vida” do Fiat Freemont no mercado nacional foi a chegada da nova transmissão automática de seis velocidades. Com a antiga caixa automática de quatro marchas, o carro tinha comportamento inadequado, visto que a transmissão “amarrava” o motor e ainda aumentava o consumo de combustível.

Esse câmbio foi herdado do Journey. Com isso, de acordo com números oficiais divulgados pela Fiat, a aceleração de 0 a 100 km/h baixou de 12,9 segundos para 12,3 segundos, ao passo que a velocidade máxima se manteve em 190 km/h.

O desempenho só não ficou melhor por conta do porte do carro, que resultava num peso de cerca de 1,8 tonelada.

Além do novo câmbio, o carro passou a contar com mais equipamentos. O Fiat Freemont Emotion passou a contar com novas rodas de liga-leve de 17 polegadas, sensor de estacionamento traseiro e barras transversais no teto (estas um opcional de R$ 1 mil na linha anterior).

Já o Fiat Freemont Precision adotou uma central multimídia com tela sensível ao toque de 8,4 polegadas.

Porém, os preços também foram alterados. O Fiat Freemont Emotion passou de R$ 87.160 para R$ 95 mil, ao passo que o Fiat Freemont Precision encareceu de R$ 93.160 para R$ 102 mil.

Como comparação, o Dodge Journey custava na época a partir de R$ 109,9 mil, podendo chegar a R$ 122,9 mil na versão topo de linha. Apesar da diferença de preço, o modelo americano compensava pelo motor V6 de 280 cavalos de potência e o sistema de tração nas quatro rodas.

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Linha 2015 com novas cores e preços mais altos

Logo no mês de janeiro, a Fiat anunciou a chegada da linha 2015 do Freemont, que inclusive foi a última a chegar com novidades para a gama do modelo.

O utilitário-esportivo recebeu pouquíssimas novidades, que se resumiam a apenas uma nova paleta de cores, com as opções Branco Caldo (sólida), Prata Nimbus (metálica), Preto Provocatore (metálica) e Branco Gioioso (perolizada).  Antes, ele contava também com a cor Vermelho Brilhante.

Outra alteração foi na tabela de preços do Fiat Freemont. Todas as versões do carro ficaram mais caras em R$ 2 mil. O Freemont Emotion passou a ser comercializado por a partir de R$ 98.530, enquanto o topo de linha Freemont Precision chegava a R$ 105.950.

Fim de linha

Numa tacada só, a Fiat anunciou o fim de linha de cinco carros em janeiro de 2017 no mercado brasileiro. Além do Freemont, a Fiat deixou de comercializar os modelos Palio Fire, Idea, Linea e Bravo.

Na verdade, o Fiat Freemont teve sua importação descontinuada em outubro do ano anterior, mas somente meses depois a marca oficializou o fim do carro em terras tupiniquins.

O fim de linha do Freemont se deu pelas baixas vendas. Em quatro anos, o carro conseguiu emplacar mais de 22 mil exemplares em nosso mercado, sendo que metade deste volume foi alcançado em apenas um único ano. Porém, no ano de 2016 menos de 1 mil unidades do Fiat foram vendidas por aqui.

Na época, o grupo FCA já vendia os inéditos Jeep Renegade e nova geração do Jeep Compass.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fiat Freemont – versões

Fiat Freemont Emotion: versão de entrada do carro, a Emotion saía de fábrica com airbags frontais, freios ABS com EBD e BAS, controles de estabilidade e tração, assistente de partida em rampas, ar-condicionado digital de duas zonas, piloto automático, volante multifuncional em couro com ajuste de altura e profundidade, faróis de neblina, sensor de pressão dos pneus, alarme, rodas de liga-leve de 16 polegadas, sistema multimídia Uconnect com tela de 4,3 polegadas sensível ao toque, Bluetooth e comandos de voz, entre outros.

Fiat Freemont Precision: para ser o mais caro da linha, o Precision recompensava com equipamentos. Trazia a terceira fileira de bancos, além de ar-condicionado automático digital com três zonas de temperatura, airbags laterais e de cortina, sensor de chuva, faróis com acendimento automático, barras de teto longitudinais e transversais ajustáveis, banco do motorista com ajustes elétricos, rodas de liga-leve de 17 polegadas, sensor de estacionamento traseiro, retrovisores externos com rebatimento elétrico, destravamento das portas e partida do motor sem chave, retrovisor interno antiofuscante, retrovisores externos com antiembaçamento, entre outros. Como opcional, podia receber bancos com revestimento em couro e teto solar elétrico.

A partir da linha 2014, o Freemont Precision adotou a central multimídia com tela de 8,4 polegadas e navegador GPS, além do opcional das rodas de 19 polegadas com superfície cromada.

Fiat Freemont – preços

Fiat Freemont ou Precision 2.4 AT: de R$ 54.475 (2012) a R$ 91.006 (2016)

(preços com base na Tabela Fipe em julho de 2018)

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fiat Freemont – motor, câmbio e desempenho

Independente da versão ou do ano, o Fiat Freemont traz um motor 2.4 litros de quatro cilindros a gasolina. Esta unidade é dotada de comando duplo de válvulas tipo variável na admissão e no escape (Dual VVT), 16 válvulas e bloco e cabeçote em alumínio.

Ele consegue desenvolver 172 cavalos de potência, a 6.000 rpm, e 22,4 kgfm de torque, a partir 4.500 rpm. As primeiras unidades do carro contavam com um câmbio automático de quatro marchas e sistema de tração nas rodas dianteiras. Esta caixa era a mesma do antigo Chrysler PT Cruiser, bem como o motor de quatro cilindros.

Com este aparato, o Fiat Freemont era capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 12,3 segundos na versão de entrada Emotion ou 12,9 segundos no modelo topo de linha Precision. Em ambos os casos, a velocidade máxima é de 190 km/h, com o conjunto operando a 6.250 rpm.

Porém, a partir da linha 2014, a Fiat passou a equipa-lo com uma transmissão automática sequencial mais moderna, de seis velocidades, herdada do Dodge Journey. Este câmbio foi adotado com o intuito de melhorar o comportamento do veículo e, assim, economizar o combustível. O motor, porém, não foi alterada.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

A nova caixa traz relações mais curtas nas três primeiras marchas, para melhorar o desempenho em cidades e aclives, e as três últimas marchas mais longas para fazer o motor trabalhar em rotações mais baixas e diminuir o consumo de combustível.

Por conta disso, a aceleração de 0 a 100 km/h baixou para 12,3 segundos no modelo topo de linha. A velocidade máxima seguiu sendo de 190 km/h.

No mercado europeu, a situação era diferente. Lá, o Fiat Freemont era oferecido com o mesmo motor do Dodge Journey, o 3.6 V6 Pentastar de até 283 cavalos de potência e 34,8 kgfm de torque, além de um 2.0 litros Multijet turbodiesel de quatro cilindros, que entregava até 170 cv e 35,7 kgfm.

Em ambos os casos, havia transmissão automática de seis marchas e tração dianteira ou opção de tração nas quatro rodas.

E por falar em Journey, o modelo com motor V6 (seis cilindros em “V”) de até 280 cavalos de potência e 34,9 kgfm de torque, atrelado ao câmbio automático de seis velocidades e tração nas quatro rodas, é capaz de alcançar os 100 quilômetros por hora em 8,9 segundos e atingir velocidade máxima 208 km/h.

Fiat Freemont – consumo

A respeito do consumo de combustível, de acordo com dados da marca, o Fiat Freemont 2.4 com transmissão automática de quatro velocidades conseguia entregar médias de 7,2 km/l na cidade e 10,8 km/l na estrada.

Porém, com o novo câmbio automático de seis marchas, os números melhoraram para 9,1 km/l e 15 km/l. Isso, reforçando, segundo informações divulgadas pela própria Fiat.

Ainda em comparação com o Journey, ele entrega médias de 6,1 km/l na cidade e 7,4 km/l na estrada, conforme os números divulgados pela Dodge.

Fiat Freemont: detalhes, preços, consumo, versões (e equipamentos)

Fiat Freemont – manutenção e revisões

Atualmente, a Fiat não disponibiliza mais a tabela de revisões do Freemont em seu site. Porém, quando o modelo era comercializado, a marca oferecia revisões do carro a cada 12.500 quilômetros rodados. A garantia era de três anos, sem limite de quilometragem.

A primeira revisão do Fiat Freemont aos 12,5 mil km tinha preço de R$ 740. Já a de 25.000 km custava R$ 996. No caso da revisão de 37.500 km, o preço era de R$ 1.312. A de 50.000 km, por sua vez, era ofertada por R$ 1.192. Por fim, a revisão de 62.500 km era tabelada em R$ 1.424.

Há ainda poucos defeitos crônicos relatados pelos proprietários do Freemont.

Entre eles, uma vibração excessiva nos freios do automóvel, que pode ser solucionada com a substituição do conjunto, e ainda o desgaste prematuro do câmbio automático de quatro marchas, visto que o conversor do mesmo não suporta a carga de pressão exercida pelo rotor da turbina.

Fiat Freemont – ficha técnica

Motor

2.4

Tipo

Dianteiro, transversal e monocombustível (gasolina)

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm³

2.360

Válvulas

16

Taxa de compressão

10,5:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima

172 cv a 6.000 rpm

Torque Máximo

22,4 kgfm a 4.500 rpm

Transmissão

Tipo

Automático de quatro ou seis velocidades

Tração

Tipo

Dianteira

Freios

Tipo

Disco ventilado (dianteira) e disco sólido (traseira)

Direção

Tipo

Hidráulica

Suspensão

Dianteira

Independente, McPherson

Traseira

Independente, multibraço

Rodas e Pneus

Rodas

Rodas de liga-leve de 16 ou 17 polegadas

Pneus

225/65 R16 ou 225/65 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4.888

Largura (mm)

1.878

Altura (mm)

1.750

Distância entre os eixos (mm)

2.890

Capacidades

Capacidade de carga (kg)

531

Tanque (litros)

77

Peso vazio em ordem de marcha (kg)

1.849

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,368

Fiat Freemont – galeria de fotos

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Nota média 4.5 de 4 votos

Leonardo Andrade

Leonardo Andrade

Leonardo atua no segmento automotivo há quase nove anos. Tem experiência/formação em administração de empresas, marketing digital e inbound marketing. Já foi colaborador em mais de sete portais do Brasil. Fissurado por carros, em especial pelo mercado e por essa transformação que o mundo automotivo está vivendo.

  • Luis Burro

    Ñ dá pra entender as marcas,qndo elas tem um produto razoável simplesmente ñ lançam ou tiram do mercado e depois ficam chorando!
    A Ford já fez a besteira de achar q podia concorrer o Edge com os Premium,tá vendendo um por ano.E a GM de descontinuar a Captiva,o Equinox é até legal,mas ñ sei se é melhor.
    A marca tinha tdo pra ter vendas no mínimo constantes posicionando a uns 180 mil.😔

  • Tibúrcio

    Esse carro é de extremo conforto. Viajei como passageiro nesse carro e foi simplesmente fantástico.
    Não tem como um carro deste porte ter um consumo razoável, mas leva muito bem seus passageiros.
    Apostar numa Freemont semi nova com câmbio de 6 marchas seria um bom negócio!

  • Maycon Farias

    Sou fã desde o lançamento. Me lembro que ele foi líder da categoria que tinha o (CR-V) em um ano com 12 mil unidades. O grande problema foi uma novela de cotas que não tinha fim. Acho que a Fiat devia ofertar uma continuação dele. Na mesma época o 500 vendia igual pão quando custava 35/39 mil, e depois também sofreu com um capitulo de cotas.

  • Maycon Farias

    Só por curiosidade, a Fiat ainda vende ele na Europa? e como é as vendas por lá.

    • Vitor Meireles

      Que eu saiba não. Foi mais ou menos sucedido pelo Fiat 500L/Fiat 500L Wagon

  • Alvaro

    O melhor desse carro, sem dúvida, era o comercial hahahaha, que era uma grande sátira dos comerciais da Hyundai.

    Não consigo colocar o link, mas procurem no youtube

  • Bruno Silva

    Na época do lançamento, teve mês de vender mais de 1.800 unidades, liderando o segmento (a frente de CR-V por exemplo que era o líder até então). A versão de entrada Emotion nunca valeu a pena, por 7mil a mais levava a Precision muito melhor equipada. A Fiat poderia ter mantido o Freemont até hoje no mercado, já que o Journey permance, com o fim das cotas mexicanas, poderia voltar ao custo/benefício original e ser uma opção 7 lugares ao Compass.

  • Debraido

    Bacana né, hoje pelo mesmo preço do lançamento podemos comprar um Cronos topo de linha.
    Só louco mesmo.

  • Advocacia Awada

    Ótimo carro, tinha uma 2014, troquei pela Dodge Journey 2015. Conforto e acabamento com preço justo. Na minha Jorney, faço 7 ma cidade e 10 na estrada. Entre as concorrentes de 7 lugares não achei nada melhor que a Journey que tem preço muito bom em relação a a seus concorrentes.

  • Fernando Bueno

    tai um fiat que vale a pena…..carro extremamente confortável e macio

  • Zé Mundico

    A Freemont foi uma boa proposta que a Fiat não soube aproveitar e estragou, como é de praxe. Como todo Fiat, motor e câmbio não conversavam direito, talvez devido ao grande peso do carro para ser deslocado por apenas 4 marchas. Embora melhorando a partir de 2014, já era tarde, seu tempo havia passado e a Fiat precisa achar lugar para meter o Renegade.
    Estive perto de comprar uma usada ano 2012, cheguei a dar umas voltinhas mas o carro me pareceu um trambolho pesado e muito duro.
    Curiosidade: a Dodge Journey é um projeto da antiga Daimler-Chrysler, época em que a Mercedes controlava a Chrysler e desenvolveram essa jóia. Daí o diferencial na suspensão , acabamento refinado e conforto da Journey. É visível que a “escola” é toda da Mercedes.
    Aí chegou a Fiat e desgraçou o carro fazendo o genérico Freemont……é de lascar…..

    • Piston head

      Vish mas é tão ruim assim comparado ao Journey?

    • Dod

      Para chamar de “jóia” você certamente nunca entrou ou andou em um Journey “pré-FCA”, não é possível. Ele podia ter tudo menos acabamento refinado, sendo um Dodge bastante popular nos EUA o acabamento era uma profusão de plásticos duros de baixa qualidade e desenho pouco inspirado, como nos irmãos Caliber e Compass. Vale lembrar que a versão pé-de-boi dele, a SE, com direito a calotonas integrais, volante borrachão e bancos de tecido tão simples quanto os de um Palio Fire, também foi vendida no Brasil. Aquilo realmente tinha DNA de Mercedes…das Sprinter antigas.

      Aliás, se teve uma coisa que a FCA fez muito bem foi dar nova vida ao Journey. O acabamento e refinamento geral foi melhorado em MIL PORCENTO no modelo depois da intervenção da FCA, o interior foi completamente remodelado, os plásticos porcos deram lugar ao soft-touch, os bancos foram trocados e receberam revestimentos melhores, perto do antigo ele é um Bentley. E foi com base nesse modelo revisto que a Fiat fez o Freemont, o motor e cambio eram defeitos dele, mas de resto é exatamente igual ao Dodge.

      • Zé Mundico

        Claro que o Journey nunca foi carro top de luxo, mas em questão de conforto e acabamento superava a Freemont de longe. E não eram tão iguais assim, pois o acerto era totalmente diferente. Enquanto a Journey era um conjunto completo e acertado, a Freemont estava mais para uma colcha de retalhos repleta de gambiarras.

  • Miguel

    Assim como o 500, a Fiat poderia ter mantido esse carro no mercado, pois ele foi um sucesso.
    Apesar de não ser econômico, ele era muito confortável, e até hoje preserva um desenho bonito, sem ter envelhecido mal como as “esculturas fluidas”.
    Se tivesse feito isso, o Freemont iria se encaixar nos planos da Fiat de quem sabe fazer uma Toro de 7 lugares, já mantendo um nome conhecido no mercado…
    Acorda FIAT!

  • Marcus Vinicius

    Esse carro foi vendido na Europa

  • Natán Barreto

    Esse Freemont começou bem, mas logo virou mais uma viagem na maionese da Fiat e despencou nas vendas.

    • Dod

      Porque a Fiat aumentou o preço dele assustadoramente. O modelo top de linha encostou no Dodge Journey SXT, que era exatamente o mesmo carro, mas com motor V6.

      • Esquilo Tranquilo

        Qual modelo a fiat não aumenta assustadoramente? kk Quando compramos um Stilo em 2008, o linea custava o dobro do stilo.

  • Dod

    Poderia ter vendido mais se não fosse a ganância da Fiat. Nos últimos meses em que foi oferecido o preço já estava tão alto que era praticamente o mesmo do Dodge Journey SXT, que era exatamente o mesmo carro que o Freemont topo de linha, mas com motor V6.
    Um amigo meu teve um, ainda com o péssima combinação do câmbio 4 marchas e o motor 2.4, que deixava o carro lento e beberrão. Mas fora isso ele gostava, tinha bastante espaço e conforto para levar a família toda.

  • Eu tive uma 2015, carro muito bom e confortável. Consumo não é dos melhores mas vale a pena pelo conforto.
    Central consegui instalar aviso de Radares (garmin) e o som dela Alpine era muito muito bom. Melhor que de A4 2018, C180 e etc.

    Vale a pena pelo preço hoje, manutenções achei baratas e a minha tinha garantia de Motor e Câmbio até 150.000 km.

  • leomix leo

    Trabalho com baterias automotivas ee ess carro é o pior para se trocar ela, tem que tirar a roda dianteira, o apara Barro e tem uma peça(ligação do cabo na bateria) que é muito frágil, tive o desgosto de é quebrar e custou só R$ 1.000,00 na CSS. Minha sorte que o dono do carro viu o trabalho que é para trocar e dividiu o custo da peça. Agora nesse carro eu vendo a bateria, mais indico um mecânico para fazer a troca.

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