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Nissan Kicks 2018: preço, versões, fotos, consumo, detalhes e impressões ao dirigir

nissan-kicks-2018-impressões-NA-70 Nissan Kicks 2018: preço, versões, fotos, consumo, detalhes e impressões ao dirigir

O Nissan Kicks 2018 agora é nacional. Feito em Resende-RJ, onde a fábrica que já produzia os modelos March e Versa, recebeu mais R$ 750 milhões para fabricar o crossover da marca japonesa, que antes era importado do México. Até então, o Nissan Kicks era oferecido apenas em duas versões, sendo uma limitada. No total, mais de 20 mil exemplares foram vendidos desde a metade de 2016, quando foi lançado mundialmente junto com os Jogos Olímpicos Rio 2016.



Nascido em 2016, o Nissan Kicks 2018 foi promovido durante os Jogos Olímpicos Rio 2016, mas ainda era produzido pela montadora no México, embora de forma exclusiva para o mercado brasileiro. Desenvolvido inicialmente para estrear no Brasil, o modelo surgiu como um crossover de baixo custo para atuação nos mercados do BRICS.

Feito sobre a plataforma global V da Nissan, o Kicks 2018 já está sendo produzido tanto no México – em Aguascalientes e já disponível naquele mercado – e aqui no Brasil, onde a empresa tem uma planta em Resende/RJ. Ele também começou a ser fabricado também na China, onde a montadora passou a fazer o mesmo modelo em Guangzhou. Neste último, o SUV utiliza motor 1.5 HR15.

Por aqui e no México, o Nissan Kicks 2018 utiliza motor HR16DE 1.6 litro, mas com 118 cv no país latino e 114 cv aqui. Esperado também na Índia e na Rússia, nestes dois mercados o crossover utilizará a plataforma B0 da Renault, que atualmente é usada pelos SUVs Duster e Captur, sendo mais robusto.

Medindo números bem exatos, o Nissan Kicks 2018 mede 4,295 mm de comprimento, 1,760 mm de largura, 1,590 mm de altura e 2,610 mm de entre eixos, tendo 432 litros no porta-malas, mas somente 41 litros no tanque, limitando a autonomia. O crossover tem tração dianteira, mas na China terá opção com tração nas quatro rodas. O modelo basicamente tem duas caixas de câmbio: manual de cinco marchas e CVT XTronic.

O Nissan Kicks 2018 tem potencial para ser produzido também na Tailândia e na Indonésia, mercados regionais com boa força no segmento de utilitários esportivos. Há também chances de chegar aos EUA através do México e, provavelmente, fará uso de um motor maior, podendo ser até o 1.8 usado pelo Nissan Sentra 2018. No Japão, porém, ele não deve chegar por conta da segunda geração do Nissan Juke 2018, que será baseado no Novo Micra 2018, irmão do francês Renault Clio, feito exclusivamente na Europa.

Nissan Kicks 2018 – detalhes

O Nissan Kicks 2018 chama a atenção para a introdução de dois itens importantes para o desempenho do crossover no mercado nacional. O primeiro, em realidade, serve mais como um chamariz para as vendas. O outro introduz mais tecnologias de segurança ao modelo, que ainda fica devendo mais alguns itens.

Durante o evento de lançamento do Kicks nacional, andamos em três das quatro versões. Na opção S manual, a impressão inicial é de um Kicks não tão despojado quanto se imagina. Ele já vem bem completo, mas não tem rodas de liga leve nem como opcionais. Apesar de mais simples, o acabamento é bom, assim como a padronagem dos bancos e a textura do painel.

Com perfil bem aerodinâmico e equilibrado, o Nissan Kicks 2018 tem um belo aspecto visual, unindo teto reto em dois tons com colunas C bem estilizadas e elevadas sobre a base pouco musculosa. A frente baixa possui também para-malas elevados dando uma impressão de esportividade. Os faróis duplos são bem marcantes, enquanto as lanternas apresentam o característico formato de bumerangue.

Por dentro, o Nissan Kicks 2018 tem um ambiente bem agradável e sofisticado, tendo cluster análogo-digital com display multifuncional. O painel é revestido em material soft touch costurado com três opções de cores, bem como multimídia com aplicativos, câmera de ré e navegador GPS. O volante de fundo chato tem aspecto esportivo e comandos multifuncionais, mas não há opção de piloto automático no Brasil.

O Nissan Kicks 2018 tem ainda bancos com tecnologia Gravidade Zero e controle dinâmico de chassi, que permite melhor estabilidade em curvas utilizando o controle eletrônico de estabilidade, sendo um sistema inédito no segmento, assim como os assentos que se auto-moldam ao corpo dos ocupantes. A direção é elétrica e o ar-condicionado pode ser automático. No Brasil, falta a opção de teto solar elétrico, mas o modelo tem pelo menos um ambiente revestido em couro.

Os bancos são espaçosos e confortáveis. As portas possuem bom acabamento em couro, tecido e plásticos de qualidade. O espaço interno é bom, inclusive atrás, onde o banco é bipartido com três cintos de segurança de três pontos, bem como três apoios de cabeça. Engates para cadeiras infantis Isofix e ancoragem das mesmas no sistema Top Tether também estão presentes.

No porta-malas, o Nissan Kicks 2018 apresenta abertura elétrica, estepe de tamanho menor, iluminação e ganchos para amarração de carga. O volume é de 423 litros, mas pode ser ampliado com o rebatimento parcial ou total do banco traseiro. O crossover tem ainda barras longitudinais no teto e, entre os acessórios, conta-se com barras transversais para transporte de pranchas, baú ou objetos longos, ampliando as capacidades do modelo feito no Brasil.

Nissan Kicks 2018 – novidades

Agora, o Nissan Kicks 2018 finalmente passa a oferecer mais do que a produção nacional, entregando quatro versões e três pacotes de equipamentos, introduzindo novos sistemas de segurança e entretenimento, bem como preços variados entre R$ 70.500 e R$ 94.900. Além disso, clientes PCD do Nissan Kicks 2018 ganham uma opção abaixo de R$ 70.000 com incentivos previstos em lei. Na mecânica, a alteração principal é a introdução do câmbio manual na versão de entrada, a S.

A cor vermelho Malbec do Nissan Kicks é novidade para as versões S e SV, enquanto a SL ganha também essa opção, além das combinações em dois tons que acabam de surgir: Prata Classic com teto Preto Premium, Preto Premium com teto Cinza Grafite, Cinza Rust com teto Preto Premium e Branco Diamond com teto Preto Premium. Essas combinações custam R$ 1.500. As outras cores já existentes continuam. A pintura metálica custa R$ 1.350.

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Nissan Kicks 2018 – versões

  • Nissan Kicks S MT 2018
  • Nissan Kicks S CVT – 2018
  • Nissan Kicks SV CVT – 2018
  • Nissan Kicks SL CVT – 2018

Nissan Kicks 2018 – equipamentos

Visualmente, o Nissan Kicks nacional – agora na linha 2018 – apresenta algumas alterações relacionadas com as versões. A versão S manual tem para-choques parcialmente pretos, bem como rodas de aço aro 16 com calotas. Como opcional, controles de tração e estabilidade, bem como assistente de partida em rampa, tudo por R$ 1.200.

Na S com CVT, o Nissan Kicks 2018 ganha rodas de liga leve aro 16 de desenho esportivo. Na SV, as rodas são aro 17 e possuem estilo semelhante ao da SL, tendo ainda faróis de neblina e para-choque com detalhes na cor da carro, por exemplo. Já a topo de linha SL tem como diferencial principal no visual, os LEDs diurnos nos faróis, que são opcionais.

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Além disso, o Nissan Kicks SL tem ainda câmeras nos retrovisores, logotipo frontal e na tampa traseira, podendo ainda ter um discreto radar para o alerta de colisão e frenagem automática de emergência, novidades que chegam à opção mais completa por R$ 2.400.

No interior, a versão S do Nissan Kicks 2018 apresenta acabamento geral preto e simples, tendo uma textura diferenciada no painel, que passa a ter um cluster analógico com display para nível de combustível e computador de bordo, acionado por um botão separado no painel. O ar-condicionado é manual, enquanto a padronagem dos assentos é em tecido com detalhes brancos, igualmente vistos nas portas. Desde essa versão, o Kicks apresenta todos os bancos com a tecnologia Gravidade Zero, desenvolvidos em parceria com a NASA.

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No SV, o Nissan Kicks já apresenta opção de couro preto no painel, portas e assentos. Enquanto há um rádio com Bluetooth e USB no S, SV e SL agora dispõem da multimídia Multi Apps com aplicativos pré-instalados, GPS e entrada SD (2). A SV tem ainda partida por botão no console e pode ter airbags laterais e de cortina como opcional, custando R$ 3.000 junto com o couro.

Na SL, além dessas novidades, há também cluster análogo-digital configurável, padronagens Sand e Macchiato (R$ 500 a mais), assentos em couro, ar-condicionado automático e agora, como novidade, rebatimento elétrico dos retrovisores. O Nissan Kicks SL 2018 ganhu também sistema de monitoramento em 360 graus, bem como os já mencionados alertas de colisão e frenagem automática de emergência. O controle dinâmico de chassi também é outro atrativo do topo de linha.

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Nissan Kicks 2018 – preço

  • Nissan Kicks S MT – R$ 70.500
  • Nissan Kicks S CVT – R$ 79.200
  • Nissan Kicks SV CVT – R$ 85.600
  • Nissan Kicks SL CVT – R$ 94.900

Nissan Kicks 2018 – motor

O Nissan Kicks 2018 continua com o motor HR16DE 1.6 Flex com 114 cv a 5.6000 rpm e 15,5 kgfm a 4.000 rpm, em qualquer dos combustíveis, tendo ainda transmissão CVT X-Tronic com modo Sport, além de funções D-Step para aproveitamento da força do motor sem altas rotações e funcionamento linear. O crossover vai de 0 a 100 km/h em 12,4 segundos e tem consumo médio de 8,1/9,6 km/litro com etanol e 11,4/13,7 km/litro com gasolina, respectivamente em cidade e estrada.

Trata-se de um motor moderno que possibilita até igualar os números de etanol e gasolina, mas a baixa potência e o torque não ajudam a conquistar consumidores que querem um pouco mais de performance. No México, a Nissan possui o motor 1.8 de 131 cv e 17,5 kgfm do Nissan Sentra 2018, que se encaixaria bem no Nissan Kicks 2018, especialmente trabalhando com a caixa CVT XTronic, que daria o desempenho esperado para o belo crossover com números de consumo adequados.

O ideal, no entanto, seria que o Nissan Kicks 2018 fosse equipado com motor 1.0 ou 1.2 DIG-T, que tem turbocompressor e injeção direta de combustível, que daria ao crossover performance e economia superiores aos atuais, bem como maior prazer ao dirigir. No entanto, o custo é o maior problema nesse caso.

Apenas se as novas metas de eficiência energética do Rota 2030 forem mais severas, o crossover pode acabar utilizando esse conjunto propulsor, apesar de que a engenharia poderia ainda adicionar Start&Stop e fazer outros ajustes no HR16DE para que este seja mais frugal e menos poluente.

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Nissan Kicks 2018 – desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h e velocidade máxima final 

  • Nissan Kicks 1.6 MT 2018 – 11,0 segundos e 175 km/h
  • Nissan Kicks 1.6 CVT 2018 – 12,4 segundos e 175 km/h

Ao volante, notamos que o Kicks S manual tem um nível de ruído maior do que esperávamos, já que até então, só havíamos andando no SL, importado. O ronco do motor também incomodou, já que o propulsor 1.6 16V Flex precisa girar mais alto por um tempo maior em comparação com o câmbio CVT. Na estrada, ele apontou 3.200 rpm em quinta e com velocidade de 110 km/h.

Com engates curtos, macios e bem justos, o Nissan Kicks S apresentou um desempenho regular, necessitando de muitas reduções para ultrapassagens e retomadas não tão exigentes. A embreagem é macia. Para um motor de 114 cv e 15,5 kgfm, o resultado não surpreendeu.

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Com rodas aro 16 e pneus largos 205/60 R16, o crossover até que se manteve bem neutro em curvas bem fechadas num trecho sinuoso, garantindo segurança. A direção elétrica é bem leve e tem resposta adequada. Já os freios atendem muito bem a proposta do carro. Para não restar dúvidas quanto ao nível de ruído, pegamos a versão S com CVT. Esta já vem de série com controles de tração e estabilidade, que foram usados num trecho em descida com muitas curvas. O comportamento do carro é muito bom.

O motor trabalha mais suave com o CVT, elevando em média 1.000 rpm ao ser acionado o modo Sport no discreto botão que fica na base da alavanca. Nessa condição, o ruído provocado pelo motor teve a mesma intensidade da versão manual. Porém, como o CVT é linear e privilegia o conforto, o Kicks S CVT rodou de forma mais mansa e econômica em cidade e estrada, onde fica entre 1.600 e 2.100 rpm. Nos dois casos, a diferença – além do câmbio – fica para as rodas e os TCS/ESP/Hill Holder. Em preço: R$ 6.900, cobrados pelo câmbio e pelas rodas.

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Nissan Kicks 2018 – consumo

Cidade

  • Nissan Kicks 1.6 MT 2018 – 7,8  km/litro na gasolina e 11,1 km/litro no etanol
  • Nissan Kicks 1.6 CVT 2018 – 7,7  km/litro na gasolina e 11,4 km/litro no etanol

Estrada 

  • Nissan Kicks 1.6 MT 2018 – 9,0  km/litro na gasolina e 13,0 km/litro no etanol
  • Nissan Kicks 1.6 CVT 2018 – 9,4  km/litro na gasolina e 13,7 km/litro no etanol

Então, partimos para a versão topo de linha SL. Aqui, a novidade é o conjunto de alerta de colisão e assistente de frenagem, que aciona os freios de forma parcial ou total se o condutor não reagir diante de um obstáculo. Mas, antes disso, a primeira impressão é o conforto a bordo. O isolamento acústico é melhor no Kicks SL, não devendo em nada para o mexicano. Além disso, o ajuste da suspensão com rodas aro 17 se mostrou mais confortável que nos S MT e CVT.

No Nissan Kicks SL tentamos experimentar o alerta de colisão e realmente ele avisa de forma sonora, a aproximação rápida com outro carro. Se for um pouco mais rápida, um aviso de alerta aparece no painel. Mas, não foi possível verificar o acionamento dos freios, por medida de segurança. No entanto, com toda a segurança, experimentamos o assistente de estacionamento em 360 graus, que ainda projeta a imagem normal da câmera de ré. Nesse caso, não há como errar a vaga.

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De modo geral, as novidades são bem-vinda para o Nissan Kicks 2018. Não gostamos do S manual por conta do ruído do motor, que evidentemente terá um consumo maior pelo esforço extra. Nesse caso, o melhor seria ir direto para o S CVT, que pelo menos poupa o propulsor de trabalhar a mais.

Já a topo de linha SL ficou bem completa e agradou, mas ainda falta um controle de cruzeiro. Com essa tecnologia introduzida, um dispositivo adaptativo também não seria ruim. Um apoio de braço para o condutor também é outra reivindicação ainda não atendida. No mais, agrada pela dirigibilidade, espaço, conforto, porta-malas e conectividade, além do bom acabamento em tonalidades diferenciadas que, no entanto, o brasileiro não aprecia muito. Até agora, 11% dos clientes optaram pelo Sand (mais claro) e 23% pelo Macchiato (marrom).

Nissan Kicks 2018 – manutenção e revisão

Agora com a gama completa, a Nissan não fala apenas em vendas mais expressivas para o Nissan Kicks 2018, mas até em brigar pela liderança do segmento, hoje liderado pelo Honda HR-V. Para o crossover, a marca destaca o menor valor de reparo entre os concorrentes e também um pacote de revisões de R$ 2.994 até 60.000 km.

Revisão

Custo

Quilometragem

Preços 1.6

10.000 km

R$ 419

20.000 km

R$ 579

30.000 km

R$ 419

40.000 km

R$ 579

50.000 km

R$ 419

60.000 km

R$ 579

Nissan Kicks 2018 – ficha técnica

Motor

1.6

Tipo

Dianteiro transversal, Gasolina e Etanol

Número de cilindros

4 em linha

Cilindrada em cm3

1598

Válvulas

16

Taxa de compressão

10,7:1

Injeção eletrônica de combustível

Multiponto

Potência Máxima Líquida (ABNT NBR 5484)

Gasolina: 114 cv @ 5600 rpm / Etanol: 114 cv @ 5600 rpm

Torque Máximo Líquido (ABNT NBR 5484) 

Gasolina: 15,5 kgfm @ 4000 rpm / Etanol: 15,5 kgfm @ 4000 rpm

Transmissão

Tipo

Manual 5 marchas / CVT 6 marchas

Freios

Tipo

Disco ventilado / Tambor

Direção

Tipo

Elétrica

Suspensão

Dianteira

McPherson, independente com barra estabilizadora

Traseira

Multilink

Rodas e Pneus

Rodas

Aço / Liga Leve aro 16 polegadas / Liga Leve aro 17 polegadas

Pneus

205/60 R16 / 215/50 R17

Dimensões

Comprimento total (mm)

4295

Largura sem retrovisores (mm)

1760

Altura (mm)

1590

Distância entre os eixos (mm)

2610

Capacidades

Porta-malas (litros)

432

Tanque (litros)

41

Carga útil, com 5 passageiros mais bagagem (kg)

427

Peso em ordem de marcha (kg)

1109 (MT), 1142 (CVT)

Coeficiente de penetração aerodinâmica (Cx)

0,345

Nissan Kicks 2018 – fotos

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5.0

  • Bruno Silva

    Jogada certeira da Nissan. O CVT de 79.990 está no preço dos rivais manuais que nem são tão mais equipados, e o SV já vem bem completo pelo preço dos rivais automáticos de entrada. Em suma, prevejo esse carro vender muito, não sei se chega a liderança, mas com certeza vai incomodar os rivais. Pra completar, versão manual no preço de populares top, e versão PCD.

    • Lucas086

      80 mil vc compra um aut, ou uma tracker… sem contar que tem duster dynamique menos que isso. Não vejo ainda muita vantagem nesse kicks, um carro de quase 100 mil não ter piloto aut ou apoio de braço.

      • Bruno Silva

        A Tracker tá 82k e não vem com ESP. Duster tbm tem acabamento bem inferior e tbm não tem ESP, além de ser mais pesada.

        • Darwin Luis Hardt

          agora vai ter duster 1.6 CVT (mesmo câmbio do kicks) controle de traçao e estabilidade. Parece que vai sair por 74k

          • Rodrigo

            Renegade AUT. 88k
            HRV AUT. 87k
            Captur CVT 85k
            Tracker AUT. 83k
            Kicks CVT 79k
            2008 AUT 76k
            Duster CVT 74k
            ECOSPORT AUT. 72k
            JAC T5 CVT 72k

            Façam suas escolhas

            • Marcelo Venssa

              Kicks

            • meneghelli1972

              2008 CVT?

            • CARnivoro

              o 2008 não tem CVT! Ele tem um jurassico cambio AT4. Agora na linha 2018 vai sair o cambio at6 mas ainda não sabemos se manterá os preços…

              O Jac T5, apesar de mais equipado, está perdendo suas forças pois o preço dele tá chegando perto dos rivais e por ser chinês e de uma marca com uma rede pequena tem que custar bem menos pra compensar.

              Faltou nesta lista um outro china.. o Lifan que agora tem cvt e custa R$ 78mil

              • Renan Abreu de Moura

                Digamos que esse motor seja só o “ouro”.

                Motor 1.6 pro porte desse carro tsc tsc

                • João Cagnoni

                  Eu também não entendo a lógica de comprar um mini-SUV (um SUV com menos espaço!!) e ainda com esses motores pequenos.

            • João Cagnoni

              2008 THP 1.6t ou Tracker 1.4t na minha opinião estão em um patamar acima. Renegade eu compraria se fosse Diesel (e se eu rodasse bem mais do que rodo hoje).

            • lgcampinas .

              Nissan Kicks S
              Concessionária da Barra da Tijuca – Rio de Janeiro – RJ.
              Preço a 2 semanas atrás.
              R$ 68.900,00

      • lgcampinas .

        Apoio de braço ? Com tanta tecnologia no motor, e um sistema eficiente de consumo, acima dos concorrentes, e você vem reclamar disso ?
        Aqui no Rio de Janeiro eu já encontrei o Kicks S, versão de entrada, por R$ 68.900,00. Nissan da Barra da Tijuca.
        Você deve ser realmente muito exigente. Uma pessoa TOP.

    • João Cagnoni

      70k é preço de popular top?

  • Filipo

    70k num March com suspensão elevada e carroceria da moda? Por ser a mesma plataforma, o tanque de 41L continua por lá.. super calotas é item de série e o som é basicão, só com bluetooth e USB. Velocímetro convencional, não tem controle de estabilidade e o câmbio manual ainda é de 5 marchas, o que, segundo a reportagem, faz a 110 km/h o motor girar a 3.200 rpm. Merecia uma sexta marcha!
    Enfim, para mim, a versão ‘S’ é um “Marchão” e nada mais. Ou melhor, um March da moda!
    Penso que se fosse cobrado cerca de 65k pela versão ‘S’, seria bem razoável. Mas por 70k? Melhor pagar mais 10 pela versão CVT, se a pessoa puder.
    *Me desculpa se ofendi alguém. rs…

    • Eng Turbo

      O Kicks não tem absolutamente nada a ver com a dupla March/Versa:
      Plataformas
      – V-PF => March/Versa
      – CMFB => Kicks
      A CMFB é muito moderna, e no futuro sim, March, Versa, Logan e Sandero irão usar a CMFB, quando Renault/Nissan finalmente irão começar a compartilhar motores, cambios e plataformas(2021).

      • Filipo

        Você está enganado, a plataforma é a mesma. Tanto que até o tanque de combustível tem o mesmo tamanho. Pesquise mais!

      • Cristiano

        Quando foi lançado o Kicks foi divulgado por várias mídias que a plataforma era derivada da V, embora antes do lançamento alguns falavam que seria da CMF. Qual seria então a fonte correta?

        • Eng Turbo

          A plataforma é a CMFB, diferente da V-PF

      • FocusMan

        Plataforma…. Plataforma…

        Desculpa, mas plataforma não é peça. A CFMB é melhor para a Renault, Nissan, Datsun. Para os consumidores, os carros são mais seguros não porque essa plataforma ou outra é melhor, mas sim pq os carros quando vão sendo lançados precisam atender novas regras e vão ficando mais seguros.

        • Eng Turbo

          Eu não entendi essa parte: “Desculpa, mas plataforma não é peça”

          • FocusMan

            Plataforma não é uma peça que vai deixar o carro melhor que o outro. É um conjunto de medidas básicas para comunizar desenho de peças (de um carro para o outro pode-se mudar material, espessura, furos), fixação de componentes de suspensão, direção e freios, e principalmente, para economia de custos na linha de montagem, onde é possível montar mais de um tipo de modelo de carro com poucas alterações.

            Plataforma modular existe há muito tempo. A Volkswagem começou a usar o nome, como forma de divulgar sua nova arquitetura. Foi como a Ford que começou a falar de carros globais, sendo que desde a década de 70 eles já existiam.

            • Eng Turbo

              Mas plataforma realmente não é peça….eu me perdi nas respostas….por que vc falou isso? (Serio, não estou tirando sarro de vc, apenas não entendi o porque vc afirmou isso).
              Acima eu informei que as plataformas eram diferentes, porém no futuro a RN iriam utiliza-las, em comum acordo, o que não ocorre hj. Além da plataforma, os motores e cambios tb seriam compartilhados. hoje, Renault e Nissan são 2 empresas separadas, em tudo…..no meu caso, a pior parte é a engenharia, pois elas não se conversam. A decisão de um determinado componente pra Renault nem sempre é aprovado para a Nissan e vice e versa. Isso gera muitos gastos desnecessários com ferramental, desenvolvimento, etc.

              • FocusMan

                Não foi diretamente para você a resposta. É porque a galera as vezes entra em discussão de plataforma A é melhor que B como se fosse um feature do carro, mas geralmente plataforma é algo que não muda em nada na vida do consumidor.

                • Andre Studart

                  Focus, você que é engenheiro de plataformas, tira uma dúvida minha..

                  O audi TT utiliza a plataforma MQB, assim como o Golf, claro que ambos possuem ajustes “finos” e diferentes para cada carro, mas o fato delas serem a mesma plataforma, o que podemos dizer sobre eles?

                  Digo, é possível afirmar que a dinâmica deles, em geral, quando comparados, será parecida?

                  • FocusMan

                    Oi André.

                    Dizer que os mesmos tem a mesma plataforma é a mesma coisa que falar que eu e meu irmão nascemos do mesmo pai e a mesma mãe. Somos completamente diferentes, mas compartilhamos semelhanças.

                    Traduzindo para engenharia: Fomos feitos na mesma linha de montagem, com a mesmas medidas de ferramentas para contrução, apesar de eu ter 1,75 m e ser mais fraco, e ele 1,85 m e ser mais forte.

                    Brincadeiras a parte, não, a dinâmica dos dois não terá nada de parecida.

                    A única coisa em comum no Golf e Audi TT são as medias na região onde são encaixadas o quadro de suspensão, sistema de direção e montantes de motor. Isso permite que sejam montados no mesmo parque fabril, com modificações mínimas nas ferramentas.

                    Talvez tenham algumas peças de metal em comum para viabilzar isso. Não mais do que isso.

                    O que vai definir o comportamento dinâmico de um carro é altura da carroceria, balanços dianteiros e traseiros, carga de mola, dureza de amortecedor, diametro de barra estabilizadora, centro de gravidade de motor definido por coxims (que são diferentes entre Golf e TT) e o próprio peso do veículo.

                    A VW começou a “vender” a plataforma MQB como algo diferente porque eles precisavam justificar o altissimo custo que essa plataforma nova iria criar inicialmente para eles.

                    Descobriram durante clínicas que os consumidores europeus ligam para isso e começaram a explorar. Ponto para eles.

                    Quase todos os fabricantes possuem plataformas modulares, é um “mal” necessário hoje em dia para lucrar. Mas nem todos vendem isso, pois sabem que não é uma peça do carro.

                    É como colocar na lista de itens de série coisas como “5 parafusos ou invés de 4 nas rodas” Não vai mudar nada no carro, o quinto parafuso só está lá porque foi necessário.

                    Abs!

                • Omas Sensato

                  Tenho um Kicks e aluguei um March no Rio mês passado. Dizer que o Kicks ê um March elevado ê mais ou menos como comparar o Obama com o Trump…

                  • FocusMan

                    Vixe… acho que você foi infeliz na comparação, pois ambos foram duas porcarias kkk.

                • FocusMan

                  Qual a diferença da plataforma do Corcel para o Fusion ?

                  Me explique o que muda numa plataforma de um carro. Talvez eu seja meio burro e não saiba muito sobre o assunto.

                  Agora me explique de maneira técnica viu, porque falar que a plataforma do Fusion (CD3) é melhor que a plataforma do Corcel (Renault 12) apenas porque são carros de época mais antiga, até meu pai fala.

                  • FocusMan

                    Ah é? Legal…

                    Ficou sem argumento ? rs

                    Abs,

      • Filipo

        Mais uma vez: O Kicks não adotou a plataforma CMF, seja a CMF-A, CMF-B, ou CMF-CD. Ele é feito sobre a plataforma ‘V’, a mesma de March e Versa.
        A Nissan até está em dúvida se ao trazer o novo March (este sim produzido sobre a CMF) ao Brasil, faz um “arranjo” para não encarecê-lo e adaptá-lo (carroceria e etc) à antiga e atual plataforma V.
        http://motorchase.com/en/20
        http://carplace.uol.com.br/
        https://en.wikipedia.org/wi
        http://quatrorodas.abril.co
        Reitero, a plataforma é a mesma. E não sou só eu quem digo! Veja ai..
        Estou achando que és mais um “fãboy”. Me prove o que você diz, pois toda a crítica especializada diz o contrário. Se você me provar, passarei a não dizer mais o que digo, simples.

    • Hater x Haters

      Ecosport=Fiestão
      HRV=Fitão
      Tracker=Onixão
      Duster/Captur=Sanderão

      Na boa, troca o disco. Não há NADA de errado carros derivados de seus “irmãos” menores. Se for assim, Audi A8=Golfão ;)

      • Filipo

        Na boa, deixa de ser “hater” e seja mais sensato. A8 com Golf? És ainda comediante!

        • Marcelo Nascimento

          Ué, mas não é você que está sendo hater? :-P

          • Gustavo73

            A8 e Golf não dividem a mesma plataforma.

          • Filipo

            Eu sou hater agora porquê não acho a versão de entrada de um veículo uma boa escolha? É complicado! Isso aqui não é futebol, amiguinho.

      • Gustavo73

        A8 plataforma MLB Golf MQB. Não são derivados da mesma plataforma. Só o A3 e família dividem plataforma com a VW

        • Alexandre

          E mesmo que dividisse né?! Não é plataforma (apenas) que diz que o carro é o “mesmo”…

        • Andre Studart

          Gustavo, acredito que o audi TT também utilize a MQB, a mesma do Golf..

          Já dirigi o Golf por um período, gostaria de saber se o TT, por utilizar da mesma plataforma, apresenta uma dinâmica parecida com o golf em geral, apesar de ter ajustes diferentes para cada carro..

          • Gustavo73

            O TT, assim como o Q2 e Q3 fazem parte da família A3. E claro tem o A1 que irá usar a MQB-A0. Todos com tração dianteira e motores transversais. Do A4 para cima, os motores são longitudinais. Sobre o TT nunca tive a oportunidade de dirigir um, mas creio que seja parecida para mais ajustada. Pela categoria a qual pertence.

            • Andre Studart

              De fato, não lembrava que eram caracterizadas pela mesma familia pela plataforma/layout motor.. valeu!

              Pois é, sempre tem essa discussão.. Só quando dirigir mesmo para poder sanar a dúvida, provavelmente o comportamento de um deve lembrar o do outro..

              • Edson Fernandes

                Na verdade o TT tem mais chão porque tem mais preparação. Mas em termos de localização de botões e ergonomia, haverá mesmo que não diretamente, uma lembrança até por ser de herança alemã.

      • zekinha71

        Acho que vc quis dizer A3=Golfão.

      • ObservadorCWB

        A8 e Golfão ?? Explica ?

      • saulo

        Foi exatamente o que pensei qdo vi a publicação do Filipo….além do mais, carro é bacana e veio com preço competitivo e pelo que ja li entrega uma potência condizente com um ótimo consumo de combustível

      • João Cagnoni

        O Audi A8 não usa a mesma plataforma, o mesmo câmbio e o mesmo motor do Golf assim como fazem a Ecosport/Fiesta, HRV/Fit, Tracket/Ônix, Duster/Captur. A semelhança desses carros é a mesma entre um Golf GTI e um A3 2.0T (o A3 sempre foi conhecido como um “Golfão” por causa disso).

  • Triton

    Prefiro 1000x o JAC T5.

    • Eduardo Alves

      Preferir e uma coisa, entre os dois , comprar o chinesão é outra.

      • Triton

        Minha fala não é mera retórica. Não há mercado que determine as minhas escolhas. Eu compro o que quero e acho mais adequado para mim. Tenho coragem suficiente até mesmo para nadar contra a maré. Mas claro, isso se aplica ao meu caso. No entanto, penso que se as outras pessoas parassem de ser covardes, fomentariamos a concorrência e teriamos um marcado melhor para todos.

        • Lucas

          Concordo com você, mas não dá pra remar completamente contra a maré. Comprar um carro que não pertença às montadoras da moda tudo bem, agora investir o dinheiro suado num chinês que vai valer 25 mil daqui a uns dois anos é inviável, sinceramente. Eu gostaria que as pessoas fossem corajosas e tudo mais e até faço como você, tenho uma picape da Volks em detrimento de uma da Toyota (que foi a melhor coisa que fiz, o carro é espetacular), mas de uma forma racional, comprar um carro da China no contexto do mercado brasileiro, é jogar dinheiro fora.

        • Eduardo Alves

          Se ser covarde e nao querer perder 50% de um carro em 3 anos entao eu sou um cagao. Não compro carro como investimento ( tanto que ja tive um peugeot 408), porem moro num pais onde um carro custa uma fabula e que esta numa crise no qual nao me dou o luxo de simplesmente rasgar meu dinheiro. Fora isso fico pensando como deve ser a manutencao desses chineses. Se com o Peugeot eu ja sofria com falta de peças simples ( e olha que na epoca tinha duas css em goiania), imagina com esses carros . Se voce acha covardismo isso ficar na mão de concesseionaria pois nao tem peça e perder dinheiro a rodo , entao a maioria dos mercados fora da china onde esses carros sao vendidos sao compostos por convardes , pois os chineses sao micos nos grandes mercados .

          • Triton

            Sim, é covardia financeira. O problema é justamente esse. Os carros acabam desvalorizado mais que os outros porque as pessoas tem medo de comprá-los. Então para que sejam vendidos, precisam ser anunciados por um preço mais baixo. Aí vira um ciclo vicioso porque as pessoas não compram porque o carro desvaloriza e o carro desvaloriza porque as pessoas não compram.
            Então, para que a marca vingue, ela depende dos poucos corajosos e pioneiros que, de forma muito lenta e gradual, vão transmitindo essa coragem para outras pessoas.
            E a manutenção não é esse bicho de sete cabeças não. Se o carro já estiver fora da garantia, tem peças a rodo pela internet a preços módicos. E existe o Sedex hoje para quem tem mais pressa.
            Palavra de quem possui três carros chineses, todos já fora da garantia.
            Pena que esse espaço não mais permite a colocação de fotos, senão colocaria a fotos deles aqui.

      • Omas Sensato

        Comprar é fácil…quero ver é vender depois…

  • Leonardo Balieiro

    O que são bancos gravidade zero?

    • Raimundo A.

      São bancos hiper aconchegantes, ergonomia exemplar, não cansam em curtas ou longas viagens. Foram projetados pela NASA.

      • ObservadorCWB

        Menos…beeem menos……copiou a linha da propaganda da Nissan, até com o erro. Eles foram desenvolvidos a partir de dados e pesquisa realizados pela NASA. MAS JAMAIS FORAM PROJETADOS PELA NASA. Se for assim todos os tênis, velcro, ferramentas sem fio, e outros foram “projetados pela NASA”.

        • KOWALSKI

          Parece aquelas propagandas de travesseiro, -Tecnologia da NASA, hahahaha, faz me rir.

          • Edson Fernandes

            Que por sinal com o tempo fica horrivel para se dormir naquilo. A cabeça “fica encaixada” mas depois cede,,,rs

    • Filipe Augustus

      Você aperta um botão e fica flutuando! KKKK

    • FocusMan

      É o nome dado para um banco que é igual a outro banco qualquer.

      • Leonardo Balieiro

        Imaginei mesmo, mas as respostas que a galera mandou aqui renderam boas risadas. rs.
        Eu questionei pois uma amiga comprou um e a única coisa que ouvi ela dizer foi “Meu Etios 1.5 andava mais.”
        Não ouvi nada a respeito dos bancos, creio que se fosse realmente algo inovador ela teria comentado, rs.

        • Omas Sensato

          O ciclope (etios) deve andar muito mesmo, afinal é de outro mundo…

    • Debraido

      São feitos de aerolitos.

    • edgar__rj

      São bancos que sentados nele você pula de um prédio e flutua kkk ( me desculpe, não resisti…)

      Bancos Zero Gravity
      Estes bancos que equipam o Altima e o Kicks no Brasil são extremamente confortáveis.

      O nome gravidade zero vem de estudos conduzidos em ambientes sem gravidade, onde o corpo humano deve permanecer em “postura neutra” de forma a evitar fadiga e cansaço, mesmo em longas viagens, como no caso dos võos da Nasa.

      Os bancos que utilizam esta tecnologia replicam a “postura neutra”, providenciando suporte constante e adequado a nossa coluna, costas e músculos lombares.

      Baseados nestes estudos, feitos no Yamazaki Laboratories da Universidade de Keio, os bancos foram formulados de forma que a deformação seja controlada, e o banco forneça suporte adequado ao corpo humano.

      • Que coisa mais nada a ver esse nome. Parece ser algo super inovador, mas não.

  • Franco da Silva

    Na versão de entrada o barulho do motor não é mais alto só por causa da diferença no câmbio.
    Aliás, esse é um tema muito bom para uma matéria especial, aquelas que vocês publicam nos finais de semana.
    É o seguinte: a diferença de acabamento entre carros “iguais”.
    Esse caso do Kicks parece típico. A versão inicial não deve receber os mesmos isolamentos que a outras. Em alguns modelos, tenho certeza que vários componentes nem são os mesmos.
    Lá no início do século (ehehe), tive um Celta, de entrada, daqueles que davam pena. No mesmo período, minha mãe teve um Prisma, “topo” de linha. Fora a plataforma e as chapas externas, eram carros bem diferentes. A suspensão do Prisma era muito mais macia e silenciosa, os bancos tinham densidade diferente, o isolamento acústico era bem melhor, o funcionamento da alavanca de câmbio…
    Um exemplo atual é o up!. Se andar em um take e num Cross, não parece o mesmo carro; até o câmbio parece outro. No Etios é a mesma coisa se comparar o de entrada e o top. Imagino que o Argo, que tem muitas versão também seja assim. Enfim, é uma boa análise a se fazer.

    • zekinha71

      Mas sempre foi assim, a diferença entre o carro de entrada peladão e a versão seguinte.
      Lá nos anos 80 em casa teve Parati CL e GL, era gritante as diferenças, até as luzes do painel eram diferentes. Na GL painel normal, onde as luzes tem o desenho do equipamento . Na CL eram somente um monte de luzinhas juntas, com um desenho do lado, de noite tinha que adivinhar o que significava cada luz acessa, pois a iluminação do painel pra ver o desenho era super medíocre.

    • “Lá no início do século (ehehe), tive um Celta, de entrada, daqueles que davam pena.”
      Morri com essa frase, hahahahah!

  • Tem versão de 69.990 pra PCD?

    • José Antonio

      Tem.

  • Rodrigo Monteiro

    Como é esse assistente de estacionamento 360?

    • Gustavo73

      Não é assistente de estacionamento e sim câmera 360°

    • Gabriel de Leon

      Quatro câmeras, uma em cada lado do carro, na frente e atrás. Em manobras elas aparecem na central multimídia, que simula uma “imagem aérea” do carro projetando as 4 imagens unidas e dando a visão dos obstáculos em todas as direções.

      • Guilherme Gimenes

        ha muuuito tempo atras andei numa FX35 com essa tecnologia..isso nao eh de agora.. mas acho q num veiculo desse porte, eh o primeiro, nao?

  • Leonel

    Powertrain muito aquém de valer mais de R$90 mil, quiçá R$100 mil. Além disso, o gap de R$9 mil entre a MT e a CVT é muito alto. Poderia ter uma intermediária, entre a S e a SV. Enfim, não acho que vá se tornar líder, porque deixou bastante a desejar. Particularmente, por essa faixa de preço, eu iria tranquilamente de médio…pessoal tem que parar de seguir moda ou vai continuar pagando absurdos por carros que não valem seu preço!

    • Ernesto

      A diferença de preço do MT pro CVT, se não me engano, não é só por causa do câmbio.
      O Kicks S CVT já vem com rodas de liga leve e TCS/ESP/Hill Holder.

      • Leonel

        Sem dúvidas @disqus_G3gxVDxeZF:disqus , há adição de opcionais. Mesmo assim, considerei o gap muito grande. Parece que o Duster 1.6 SCe CVT veio com valores bem interessantes…

  • BTRJ

    Gostei da matéria, analisando os pontos positivos sem deixar de fora os negativos, como, por exemplo, a ausência do apoio de braço central e cruise control (itens indisensáveis para quem pega estradas na minha opinião). Acho o Kicks com o interior Machiatto muito bonito, mas as ausências citadas inviabilizam a compra. Até a traseira, que eu acha meio xing-ling no lançamento, já me acostumei e acho o design equilibrado. Acredito que, em breve, devem corrigir a questão do cruise control (o apoio de braço se consegue resolver em empresas especializadas, apesar de os de fábrica serem melhores e normalmente mais funcionais, com entradas USB etc).

  • klaus

    parei de ler no “…com calotas”

  • João R

    Gente… o que dizer?! Esses japoneses… TODOSSSSS, na hoa de “””abrasileirar””” um carro conseguem sempre deixar os interiores bem espartanos! Que nem a Mitsubishi, Toyota e tal… oferecem um interior politicamente correto, pacato e sem sal (no caso da Nissan… esse contagirooooo de golzinhooooo, enfim, sem comentários!!!)

    Pontos a favor: Os SUVs estão na moda e perante os concorrentes básicos (Ecoesport e Duster, e resto de coisinhas recheadas de plásticos: HB20X, Crossfox, WR-V… cansados e/ou absurdamente inflacionados na beira dos 60-70-80mil), ele tem motivos visuais para atrair (destaco… per fora!), mesmo que seja no cambio mecanico-manual, tranquilo! Agora que nacional… tem chance de ganhar competitividade na posvenda (estoque e preço das peças). Se a intenção de nacionalizar é oferecer um completo cada vez mais competitivo na beira dos 70-75mil… com certeza irá ganhar marketshare!

    Pontos contra: Motor fraco demaisssss para um pais-governo-estatal que teeeeeeeima em manter esse combustivel de baixa octanagem e alto consumo circulando sem intenção nenhuma de mudar NADA! Precisa no mínimo de 150CVs para render alguma coisa em diversos cenários que acredito virá para revigorar as vendas daqui a 2-3 anos. Fora isso… Cobrar por segurança em “climinha de pacote premium”… é uma sacanagem que esse pais um dia vai aprender a consertar entendendo que deve se faturar acima da média por luxo-conforto-acabamento….. jamais por segurança-integridade, fica a dica!!!

    Moral da história: NÃO existe carro barato no brasil (Tentativas na versão 1.0 que nem o Kwid vão nessa linha, embora ainda tenham bastante a melhorar para oferecer uma boa relação custo-beneficio)… mas se você ainda pensa que compra de carro Zero é investimento… pode jogar seu salario nesse aí e ser (um “digno Hommer Simpson”) Feliz ;) Ao resto da platéia… Não tenham pressa galera… pois o dinheiro é seu enquanto a fome de tirar ele de suas mãos sem descontos nem agrados… é das montadoras!!! Acredito as claras que um desempenho nas vendas pacato durante os meses de julho-outubro irá trazer melhoras nas ofertas e promoções no fim do ano. Até lá… melhor gastar dinheiro em Viajar com sua family e amigos, talvez um dos melhores investimentos, podem acreditar!!!

  • oloko

    Tava achando que com o cambio manual talvez ele ficasse mais esperto, mas pelo visto é melhor levar o CVT mesmo, 110 a 3200 rpm parece um motor 1.0, na real esse carro deveria ter uma versão 2.0, ou então só a 1.8, esse 1.6 pra carro desse porte não dá

    • Leandro Balmant

      Eu achei estranho esse escalonamento de marchas da versão manual. Giro alto a 100 km/h de 5º marcha, ainda mais pelo peso e potencia do carro. O Ecosport 1.6 manual que temos é mais pesado que o Kicks, os números de potencia e torque são parecidos e o motor responde bem para o carro. Além do giro que em 100 km/h fica pouco acima de 2.500 rpm (se eu não me engano).

  • Const

    Alguem ja dirigiu esse carro por que esse motor me parece fraco para o tamanho, eu dirigi um renegade 1.8 e me decepcionei.

    • Marcos Vinicius Bittencourt

      O Renegade é extremamente pesado! Isso atrapalha o desempenho e consumo

      • Lucas086

        Justamente, carro muito bom mas o peso atrapalhar qyem quer uma tocada mais rápida, compensação o diesel é muito bom, outro carro, posso dizer pq tenho os 2 na familia.

    • Rodrigo

      Já dirigi os dois, o 1.8 do Renegade é muito fraco, morto em baixa rotação, o do Kicks não é nenhuma maravilha mas pelo menor peso do carro se sai melhor.

    • Leandro Balmant

      Tem um canal no Youtube (Direção Assistida) que testa carros, e segundo quem avaliou achou o desempenho do Kicks bem satisfatório. Testou também o Renegade 1.8 com o “novo” motor Etorq Evo e disse estar bem melhor que o antigo, também testado no canal.

  • Lucas086

    Que para choques feio! Esse acabamento da versão S? A da graça do painel é a faixa em couro, já que ele não é soft…
    Outra coisa, por 70 a versão S de calota manual, por 72 mil vc compra um Renegade Sport manual com esp, tsc, piloto aut, apoio de braço e o trivial, rodas, milhas, sensor… sem falar no acabamento superior.

  • Robert

    Qualquer versão que seja com o câmbio CVT, fica devendo o controle automático de velocidade de cruzeiro. Só assim pra não cair nas armadilhas do império da industria da multa. Afirmar que o uso é estritamente esporádico não é a meu ver um argumento convincente. Esporadicidade do uso do equipamento, só se for para morar numa cidade com transito totalmente caótico mas, entendo que não deve se pensar em atender exclusivamente esse tipo de mercado. Tenho um Sandero e um Prisma e ambos com esse dispositivo e não tenho como abrir mão dele pois não tenho imunidade à multa. Moro em uma cidade de 500 mil habitantes e faço uso diário do dispositivo. Por mais atento que se esteja muitas vezes por um lapso de distração, você corre risco de uma contravenção. Daí o fato do Kiks não me interessar. Uma pena parece ser um bom carro.

    • cepereira2006

      É, em estradas com radares (quase todas ultimamente) dirigir sem este dispositivo é multa na certa. Eles costumam instalar os radares em descidas e pontos onde os condutores se distraem do controle da velocidade.

  • donthavereporterjaps

    e o CHR?

    • cepereira2006

      Subiu no telhado.

  • Freaky Boss

    seria minha compra nesse segmento

  • Caramba…. 4,52 o litro da gasolina em Resende-RJ… tá feia a coisa.
    Quanto ao Kicks, perdeu oportunidade de ir mais longe. Se não aparecer logo descontos PJ, produtor rural… vai definhar.
    As versões completas são as que vendem mais (vide HRV e RN). Eu francamente prefiro o Creta e tenho uma ponta de expectativa com os preços do Eco 2018.

    • Linkera

      Em SP já to abastecendo por R$2,99 em posto BR. O Rio todo tá pagando pelas cagadas de Cabral, Pézão e cia.
      Ah! E preparem o bolso, pq o Governo atual está querendo implementar um imposto flutuante (o CIDE, que hoje é estático).
      Na prática, o Governo deixou de intervir diretamente nos preços dos combustíveis praticados pela Petrobrás, mas continuará controlando o preço do combustível através da flutuação do imposto (quando o combustível ficar mais barato, o imposto aumenta. Quando o combustível ficar mais caro, o imposto diminui).
      Esse Brasil NÃO TEM JEITO!

  • Vanesso

    Kicks S manual, 3.200 rpm em quinta a 110km/h? Que ca ga da

  • SK15

    Super calotas num carro de 70k num dá serio … esse rádio de 50 conto também que acha em qualquer promoção pela internet é de doer … um carro desses deveria custar 50k no máximo.

  • Pops

    Eu comprei um Kicks SL em dez/2016. Fiz um test drive no Nissan e no Honda HRV e acabei optando pelo primeiro.
    Estou bem satisfeito com o carro…muito confortável, silencioso, bem acabado. O motor 1.6 é suficiente e econômico, chega a fazer 17 Km/L na estrada, o que garante boa autonomia apesar do tanque ter apenas 41 L. Desempenho honesto, mas realmente não dá para tirar racha.
    Para mim essa versão S CVT é mais racional, melhor custo benefício. Pena que quando eu comprei só tinha a SL.
    O piloto automático só vale a pena se for adaptativo, senão é preciso ficar desativando e reativando o piloto toda hora na estrada. Sempre tem alguém andando a menos de 120 Km/h na última pista (ou a mais).

    • Edson Fernandes

      Ah não precisa exagerar também. As vezes é questão de ajustar par amenos. Pelo menos eu faço muito isso.

      Outro ponto que eu faço para economizar: Ajusto o controlador para uma velocidade menor que a que eu devo atingir. Porque caso exista redução de velocidade, ao menos eu estarei “segurando” pelo controlador.

      Percebo que no caso da variação de rotação de meu carro (que é CVT) consome muito e então controlar no pé se torna bem mais economico.

    • Hadouken

      Todo mundo fala isso (falta do controlador de velocidade), mas aposto que essas pessoas não têm em seus carros. Pra mim, só vale em estrada vazia ou com muitas faixas. Caso contrário vira um ativa-desativa sem parar. Eu gosto mais do limitador de velocidade, que não te deixa passar de determinada velocidade pré-programada.

  • Leandro

    Interessante é o povo malhar o Kicks por ter motor 1.6 mas outros do mesmo segmento que possuem motor 1.6 ninguém reclama. Ironicamente o Duster tem motor 1.6 e caixa CVT e ninguém reclama. Lembrando que o Kicks é o mais leve do segmento, tem um peso próximo ao de sedans compactos (cerca de 1100 kg, somente o Etios sedan tem menos de 1000kg) e seus rivais são todos mais pesados e ninguém fala nada, ninguém reclama de desempenho. Muito irônico e controverso ler os comentários.

    • Lucas086

      Vai ver que o Duster é um pouco mais potente, além de mais barato e completo, deve ser isso e longe de defender o Duster, 80 mil eu ia de Renegade mesmo com esse negócio de andar “pouco” beber mais bla bla bla

      • Leandro

        Duster é um projeto de 2010, tem que ser mais barato mesmo, além de ter acabamento bem simplório. Mas ninguém fala mal do desempenho do Duster mesmo sendo bem mais pesado. Mas ainda tem Captur, 2008, WRV (motor 1.5) e Creta, todos com motor 1.6, todos n mesma faixa de preço, mais pesados, derivados de carros compactos, mas ninguém reclama de desempenho.

        • Linkera

          WRV não é parametro. Compare WRV com o nicho dele de mercado: Crossfox, Sandero Stepway, Etios Cross e outras tranqueiras cheias de plástico e suspensão elevada. Não caia no conto da Honda você também!
          SUV”inho” da Honda é o HRV, e ponto.

          • Leandro

            Estou falando de peso do veículo e desempenho, pelo jeito ninguém até agora conseguiu entender isso. As pessoas só sabem complicar as coisas e fogem da questão abordada. Isso é falta de argumentos ou falta de compreensão textual.

      • Hadouken

        Minha esposa tem um Renegade 2017, e blindado. Se deixar a tecla “sport” acesa, o carro até parece ter uma performance normal… rsrsrs

  • Luciano Menegazzo

    Carro extremamente pelado na versão PCD. Tive a oportunidade de fazer 2 teste drive…um na topo e outra no PCD. Chega a dar um ruim.. parece outro carro.

  • Lemnos Peixe

    Quanta gente perdendo tempo discutindo por besteira, a reportagem fala de nacionalização de um carro, aí já começam a “brigar” pra saber quem conhece mais de plataforma de carro que o outro…

  • Phantom75

    Estou procurando um SUV compacto. Comparando o Kicks com o HRV, achei o primeiro pequeno e mais estreito que o segundo. E pra mim, com duas cadeirinhas de criança atrás, isso faz diferença.

    • Lucas086

      Se a pessoa ”bancar” o que a Honda cobra a mais pelo Hrv, eu nem cogitava Kicks… mas outro que olharia era o Tracker, motor muito bom.

      • Phantom75

        Problema é que o Tracker também é apertado, porta malas pequeno e não tem ESP.

  • Guedes

    Não que roda de liga leve seja essencial, mas pagar 70 mil pra ter “super calotas” é complicado.

  • Gabriel

    Eu não sei se é algo que incomoda a muitos, mas para mim, o descanso central para o braço é FUNDAMENTAL! Não necessariamente precisa ser um console central, podendo ser apenas um “braço” que seja móvel…

    Me desculpem, mas não é possível que ninguém que tenha participado do projeto tenha sentido a falta disso… E para pessoas mais altas fica ainda mais clara a falta que faz um descanso desses!

    • Edson Fernandes

      Sabe aqueles cortes de custo que a empresa pensa que é lucrativo mas é um item reclamado que pode a dar menos vendas ao produto? Então… a Nissan parece que quer isso: Poucas vendas.

      Porque isso é uma reclamação tão recorrente qto o controle de velocidade e a Nissan tendo esse recurso em outros mercados (em produtos de mesmo nicho e até inferior) possui os tais itens citados.

      • Gabriel

        Exatamente, Edson!

        É o que chamamos de economia burra… Chega ser um absurdo, infelizmente. Uma peça dessa, produzida em escala, não custa R$ 20 reais!!!
        É muito cargo importante para pouca gente qualificada…

    • Lucas086

      O impressionante é encher de câmeras e a peste, e não oferecer um apoio de braço e piloto aut, é incompreensível

  • Ubiratã Muniz Silva

    Não entrando nos aspectos técnicos, apenas de aparência.

    Particularmente gostei mais do interior “simplão” do S do que daquela mistura de videogame com tablet das versões mais caras.

    E o S nem é “pelado”, tem tudo o que se precisa. Kit dignidade completo (com retrovisores elétricos e vidros elétricos nas quatro portas), som com USB, Bluetooth e controle de áudio no volante, não precisa de mais nada.

    A minha única dúvida é quanto ao comportamento do motor 1.6 na versão com CVT (ou até na manual). No March e Versa essas combinações de motor e câmbio casam direitinho com o tamanho e peso do carro, agora no Kicks deve ficar meio fraquinho. Me lembro do meu velho Xsara Picasso com motor 1.6. :P

  • Wellinton Portugal

    Alguem me explica essa camera de estacio.ar 360° achei incrivel

  • Robert

    Perfeito, assim mata a concorrencia. Carro excelente, só não vai vender muito pois brasileiro gosta de porcaria, tipo duster, tracker e outros.

    • João Cagnoni

      O powertrain da Tracker 1.4t é muito superior, seria a minha primeira opção.

  • João Cagnoni

    Eu não compraria um carro em 2017 sem turbo.

  • lgcampinas .

    A edição errou a relação de consumo de álcool e gasolina de propósito ?

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