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Peugeot 307: história e detalhes do modelo que veio ao mundo em 2001

O Peugeot 307 sem dúvida foi um dos modelos de maior sucesso da marca. Ele originalmente veio para substituir o Peugeot 306, e continuar seu legado. Ele foi originalmente apresentado como conceito Peugeot 307 Cameleo em 2001, onde misturava as características de perua e picape.

Peugeot 307: história e detalhes do modelo que veio ao mundo em 2001


Peugeot 307 Cameleo 2001 Concept

Um estranho conceito laranja, com duas bicicletas acopladas na traseira, chamaram muito a atenção do público que visitava o Salão de Genebra na Suíça em 2001.

O modelo que anteciparia muito do que seria visto na versão de produção, e misturava uma carroceria que parecia ter vindo de uma mistura de perua e picape.


Peugeot 307: história e detalhes do modelo que veio ao mundo em 2001

Como o modelo tinha quatro portas, e ainda caçamba, ele tranquilamente conseguia levar as duas bicicletas na traseira, apesar de elas terem que ficar em uma posição quase que vertical.

Seu interior, com os traços que conhecemos do Peugeot 307, estava coberto por revestimentos laranja e cinza de camurça. Muito chamativo, conseguiu cativar o público que aguardava ansiosamente por um substituto do famoso Peugeot 306.

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Peugeot 307 na Europa

Antes de falar da vinda ao Brasil, e sua participação no mercado nacional, vamos detalhar um pouco da história do modelo no velho continente.

Apresentado para os europeus em 26 de abril de 2001, o novo Peugeot 307 tinha linhas modernas, e que vagamente lembravam uma minivan, graças ao seu amplo para-brisas mais inclinado e suas soluções inteligentes de aproveitamento de espaço.

No quesito de plataforma, o 307 fazia o uso da plataforma retrabalhada do 306, por conta de redução de custos. Mesmo dividindo plataforma com seu antecessor, o Peugeot 307 acaba por ser maior em todas as medidas, o que lhe garantiu mais espaço interno e conforto para os passageiros.

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Com 4,20 metros de comprimento, 2,60 metros de distância entre eixos, 1,75 metros de largura e 1,51 de altura, ele era considerado por muitos veículos da imprensa como um MPV compacto – Multiple-Purpose Vehicle – ou minivan para uma tradução literal.

Vendido inicialmente com motores 1.4 litro de 75 cavalos, ou 90 cavalos, 1.6 litros com 110 cavalos, e o famoso 2.0 litros com variações de potência que variavam entre 140 e 170 cavalos, o modelo ainda poderia ser associado ao câmbio manual de 5 velocidades ou automático de 4 velocidades.

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Segundo uma matéria publicada pela revista Top Gear, o Peugeot 307 1.6 16 válvulas, conseguiu ser melhor que o Ford Focus 1.6 Zetec e o Honda Civic 1.6 VTEC. A revista teceu longos elogios para o modelo.

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E a família como vai?

Inicialmente, o Peugeot 307 foi lançado nas carrocerias hatchback de 3 e 5 portas, mas em meados de junho de 2002, o modelo ganhava uma nova variante, a Peugeot 307 SW. Uma belíssima perua, que possuía ainda uma terceira fileira de bancos, o que quase a categorizava como uma minivan, mas ainda era vendida como perua.

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Uma versão sem teto, chamada de Peugeot 307 CC, foi apresentada ao público europeu em agosto de 2003. O modelo tinha lanternas traseiras mais amendoadas em relação ao hatchback, um belo teto rígido e a capota era retrátil.

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Para junho de 2004, a Peugeot apresenta no outro lado do mundo, a versão sedan produzida em parceria com a Dongfeng Peugeot-Citroën Automobile – uma joint venture do grupo PSA e a Dongfeng.

O modelo foi vendido no mercado nacional como opção a Toyota Corolla, Chevrolet Vectra e Honda Civic. A versão nacional, era importada da Argentina, e foi vendida no mercado chinês até meados de 2014.

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Facelift do 307

Em junho de 2005, o Peugeot 307 ganhava seu primeiro facelift, com novos faróis, agora maiores, grade maior que acomodava os faróis de neblina e um logo maior e mais vistoso, assim como era visto no sedan maior, o Peugeot 407.

Com o passar do tempo, o facelift foi aplicado em toda a gama.

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Final de vida

O Peugeto 307 se despede do mercado europeu em meados de 2008, para dar lugar ao Peugeot 308, que utilizaria uma nova plataforma, compartilhada com a Citroën, maior espaço interno e novos motores.

Ele foi um dos marcos para a Peugeot em inúmeros fatores, e conseguiu honrar o legado deixado pelo seu antecessor, o Peugeot 306.

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Peugeot 307 no Brasil

Vendido no mercado nacional importado da Argentina desde meados de 2004, o nosso Peugeot 307 (irmão maior do Peugeot 207) era semelhante ao modelo do velho continente, a não ser pela questão de utilizar no tanque de combustível uma gasolina misturada com álcool e posteriormente ter versões Flex.

O modelo vendido por aqui recebeu o mesmo facelift de meia vida do Peugeot 307 europeu, tivemos também a oferta dos modelos sedan, SW e CC – este extremamente raro de se ver nas ruas.

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O Peugeot 307 sempre foi tido como um hatch médio com um bom pacote de equipamentos, o que fazia com que muitos clientes, deixassem de optar por modelos da Ford, Volkswagen e GM para ficar com ele.

O calcanhar de Aquiles no caso da versão vendida por aqui era o câmbio automático de 4 velocidades, que apresentava muitos problemas, e também a rede de concessionárias – que faziam com que o modelo sempre tivesse má fama de revenda e atendimento fraco, bem como o alto consumo de combustível nas versões equipadas com motorização 2.0 litro flex de até 151 cavalos.

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Por outro lado, a farta oferta de opcionais, acabamento superior a muitos modelos a venda, inclusive os modelos fabricados por aqui, encantavam os consumidores.

Sensores crepusculares, de chuva, e até mesmo opção de teto solar elétrico, eram alguns dos itens mais procurados pelos clientes da marca.

O Peugeot 307 Sedan chegou a competir com Toyota Corolla, Honda Civic e Chevrolet Vectra, mas na verdade a Peugeot acabou por inflar muito seu ego e realmente acreditar que um sedan do 307 com uma traseira de design duvidoso teria cacife para brigar com sedans médios de peso, como os citados.

O modelo acabou por brigar num patamar abaixo, onde existiam, Honda City, Volkswagen Polo sedan e outros sedans compactos “premium”.

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A perua, teve também seus dias de glória, assim como sua irmã maior, a 407 SW.

Mas com um mercado cada vez mais voltado para minivans, e por sua vez nos SUVs ambas acabaram por ter suas vendas minguadas, e acabaram por deixar o mercado de forma silenciosa.

O mesmo pode se dizer da charmosa versão 307 CC e do coupé RCZ. Pouquíssimas unidades foram importadas diretamente da França.

Baixas vendas, e rede de concessionárias com problemas de revenda e peças, fora a crescente alteração do câmbio e do preço dos combustíveis, fizeram com que a Peugeot optasse por descontinuar tais modelos na terra das bananas.

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O modelo foi vendido até meados de 2012, quando foi trocado pelo Peugeot 308, que durante um curto espaço de tempo, era igual ao modelo europeu.

Depois disso, ganhamos um facelift de gosto (novamente) duvidoso que deixou o modelo “parecido” com a nova geração do 308 lançado em meados de 2015.

Peugeot 308 Europa

O sucessor natural do 307, foi apresentado em setembro de 2007 para o mercado europeu. O novo hatchback, era maior que seu antecessor, porém ainda conservava muito do visual semelhante a uma minivan.

Além das versões CC e SW, o 308 ganhava uma versão esportiva que era denominada como GTI na maior parte da Europa e GT no Reino Unido. O modelo usava um motor de 1.6 litros com turbo, que gerava 200 cavalos.

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A versão SW, foi originalmente adiantada pelo conceito 308 SW Prologue, durante o Salão do Automóvel de Frankfurt de 2007. A versão de produção, foi revelada ao público no 78º Salão Internacional do Automóvel de Genebra, na Suíça em março de 2008.

A perua, dispunha de versões com 5 ou 7 lugares, o que a categorizava quase como uma minivan.

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A versão conversível, foi apresentado na primavera de 2009, e tinha como um dos destaques, o teto rígido que se recolhia em 20 segundos, e conseguia ter um porta malas útil de até 465 litros quando a capota estava levantada. O tamanho diminuía para cerca de 265 litros com a capota recolhida no porta malas.

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Para a versão de três volumes – o sedan – foi apresentado primeiramente no superaquecido mercado chinês, em setembro de 2011.

O modelo fabricado pela Dongfeng, já vinha com o facelift aplicado no modelo europeu. Em relação ao modelo vendido aqui, as maiores mudanças eram as lanternas traseiras e a nova nomenclatura, que foi chamado de 408.

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Um facelift de meia vida, foi aplicado no modelo que ganha grade com detalhes semelhantes ao 407, com grade maior, e mais quadrada. O mesmo estilo de design, poderia ser visto nas versões SW e CC.

Peugeot RCZ

Um belíssimo coupé de 2+2 lugares, foi apresentado durante o Salão de Frankfurt em 2007. O modelo usava um motor turbo com cerca de 165 cavalos, que foi desenvolvido em conjunto com a BMW e rebatizado de THP.

O modelo foi a única variante derivada do 308, que não utiliza o nome “308”, sendo um dos pouquíssimos modelos dentro da gama Peugeot, que utiliza apenas letras ao invés de números para batizar seus modelos.

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Peugeot 308 no Brasil

Apresentado no mercado nacional em fevereiro de 2012, a versão do Peugeot 308 para o Brasil era em sua grande parte muito semelhante ao modelo europeu, a não ser pela oferta de motores flexíveis.

A primeira opção de motor era o 1.6 flex com 16 válvulas que tem 122 cavalos quando abastecido com etanol e 116 cavalos com gasolina. O torque quando abastecido com etanol, fica na casa dos 16,4 kgfm e com gasolina vai para 15,4 kgfm de torque.

Para o motor 2.0 litros, que já é um velho conhecido dos brasileiros, por já fora usado nas versões do Peugeot 307 2.0 e do Citroën C4 Pallas, possui 151 cavalos, quando abastecido com etanol, e torque de 22 kgfm, e quando o motor é abastecido com gasolina, a potência fica na casa dos 143 cavalos, e torque de 20 kgfm.

Para o motor 2.0, é oferecido duas opções de câmbio, sendo um manual de 5 velocidades, ou um já também consagrado, automático tiptronic de 4 velocidades.

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O 308 tem 4,27 metros de comprimento, e entre eixos de 2,66 metros, o que deixa muito espaço para os ocupantes do interior do veículo. Seu porta malas consegue um bom espaço interno, com 430 litros de bagagem.

No início de sua vida no mercado nacional, o Peugeot 308 era vendido na versão com motor 1.6 com câmbio manual a preço sugerido de cerca de R$ 53.990 reais. A versão mais cara com motor 2.0 e câmbio automático de 4 velocidades, tinha preço sugerido de R$ 70.990 reais.

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A versão sedan começou a ser vendida meses após o início do modelo hatch. Chamado de Peugeot 408, ele tinha a seu favor desenho, pacote de equipamentos, e boa oferta de itens de série.

O que pesava contra o modelo, tanto na versão sedan, quanto no hatch, era a rede de concessionárias, queda do preço na hora de vendas e grande valor para as peças de reposição.

Desta vez, não veríamos a versão CC, e a SW, a qual no mercado foi substituída pelo SUV 3008.

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Em meados de 2015, tanto hatch quanto sedan, recebem um facelift que dá sobrevida até que a Peugeot decida o que fará com o modelo.

Fora cogitado até trazer o modelo novo europeu nas versões mais caras e esportivas, mas o preço ficaria muito fora da realidade para o mercado nacional.

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O que acabou por ser feito foi trazer elementos visuais da nova geração do modelo lançado no velho continente e atualizar os motores.

Agora disponibilizado apenas com o motor 1.6 THP com 173 cavalos quando abastecido com etanol, e torque de 24,5 kgfm. Já quando abastecido com gasolina, o motor 1.6 THP rende 166 cavalos e torque de 24,5 kgfm.

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Para o sedan que tem preço sugerido de R$ 69.990 reais na versão de entrada, a opção de motorização e câmbio, são as mesmas do hatchback. O 308 hatch também tem preço sugerido inicial de R$ 69.990 reais na versão de entrada.

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Peugeot 308 Europa – 2ª geração

Se no Brasil tivemos que nos contentar com um facelift da primeira geração do 308, que tentou ficar semelhante a nova geração, os europeus recebiam um novo carro.

Dotado de uma nova plataforma modular, a EMP2 do grupo PSA, o novo 308 amadurece e ganha linhas mais retilíneas, faróis menores e mais vincados, novas opções de motores, e um interior muito mais moderno – que segue a mesma filosofia de design de i-cockpit do 208 – novas opções de câmbio e versões mais potentes no caso da GTI e R – este ainda sob um conceito.

Peugeot 307: história e detalhes do modelo que veio ao mundo em 2001

Assim como as gerações anteriores, o novo 308 europeu, ganha a companhia das versões SW e sedan – feito em conjunto com a Dongfeng.

As únicas ressalvas ficam por conta da versão de 3 portas, que eram comuns ao 307 e 308, a versão CC e o coupé esportivo RCZ, que infelizmente não ganhou uma sobrevida na nova geração do modelo.

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A versão sedan produzida na China, se chama 308 sedan, e compartilha muito do visual do modelo europeu, e tem um design bem mais equilibrado do que o Peugeot 307 sedan e o 408, que em tese eram apenas versões adaptadas para serem sedans.

Já o novo 308 sedan, nasceu do zero, tendo todo o design trabalhado para ser uma versão sedan do hatch, e não apenas um hatch com mais porta malas.

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Já a versão SW ganhou mais no quesito espaço interno e até novas versões, como uma variante chamada GT line, que agrega um pacote visual e pequenas alterações no motor para se chamar de “perua esportiva”.

No caso do hatchback, os motores agora dispõem de novos módulos que garantem mais economia e maior desempenho. O câmbio evoluiu também, e agora passa a ser de 8 velocidades quando automático.

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A versão mais potente do 308 – a GTI – agora usa um motor 1.6 litro turbo com 270 cavalos, e faz de 0a100 em 6 segundos.

Novos recursos de assistência de condução vieram dos irmãos maiores – 3008 e 5008.

Além desses recursos, ele conta com um interessante recurso que consegue manobrar e estacionar o veículo, graças a uma câmera que captura tudo em 180 graus.

Peugeot 307: história e detalhes do modelo que veio ao mundo em 2001

Futuro

Sem pretensões de trazer a nova geração do 308 para o Brasil, mesmo que usando a base do modelo atual, e apenas atualizando a carroceria, câmbio e motores, ficamos na espera que futuramente, caso exista uma queda do dólar ou incentivos fiscais por meio de novos projetos financiados pelo governo, que isso possa garantir a vinda do Peugeot 308 de nova geração, assim com sua versão sedan.

Já não podemos dizer o mesmo no quesito da versão esportiva GTI ou da versão SW, que ficariam com preços muitíssimo elevados.

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E para todos os males, temos ao menos o Peugeot 3008 e 5008, modelos SUV da plataforma EMP2, que já se mostraram muito bons de vendas no mercado nacional, ganhando inclusive inúmeros comparativos e prêmios de importantes revistas e sendo mencionado pela mídia especializada.

Então Peugeot, dê um jeitinho e traga o 308 de nova geração para trazer novamente à tona o mercado de hatchbacks médios que anda quase morto.

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Nota média 4.3 de 6 votos

  • Matheus C Damião

    Desenho atemporal. Até hoje acho um belo hatch! Tive um Feline 2.0 gasolina manual, andava bem, econômico, interior lindo, espaçoso e com bom parta-malas. Deixou saudades.

    • Nicolas

      Tive dois, 2005 e 2007, um dos melhores carros que já tive, saudades, Até pensei em comprar um usado e guardar. Tenho um Golf Tsi agora, mas ainda assim tenho saudades do meu 307.

      • Matheus C Damião

        O meu era 2009, preto. Carro muito bom de guiar.

  • João Vitor Machado

    Ué? O 308 CC chegou sim a ser vendido oficialmente no Brasil!

  • PEDAORM

    Esse 308 novo é muito top! Realmente uma pena não termos ele por aqui, justamente pela loucura do mercado por Suvs urbanos, esse 3008 por exemplo, só vem FWD…

  • Ítalo Filizola

    Tive um 308 Allure 1.6 2012 por 5 anos, um ótimo carro. Experimentei a má fama rede autorizada por 2 anos. Depois houve um esforço da marca e consegui perceber melhoras nos pós-venda. Quanto a peças, não as achei caras, mesmo na concessionária. Agora estou de Golf 1.4 TSI, e sinceramente o pós venda da VW é tão ruim quanto o da Peugeot. O DSG 7 marchas anda dando sinal de vida tbm… Se a Peugeot trazer 308 europeu para o Brasil é um carro que certamente entraria no meu radar. Certamente dependeria no preço, o fato é que anda difícil ser entusiasta por hatch médio no Brasil…

    • Cláudio Modesto

      Tive um pug grife 1.6 é um feline 2.0 top e um golf mk 7 HL, todos excelentes.
      Tá difícil ser entusiasta de qq carro no Brasil. Relação preço x salário tá cada vez mais pra esquerda.

      • Ítalo Filizola

        É vero!

  • Diego Amaral

    Nunca tinha parado pra pensar, então a peugeot ficou um bom tempo com 2 “sedans médios”, 307 e 407.

  • Fernando

    esqueceram do sedã 508 que deu as caras por aqui tb. carrão super completo.

  • Luis Burro

    Claramente inspirado no 206,foi a geração q mais gostei junto com a atual (acho as duas até bem proximas),depois sendo a fonte de inspiração pro menor.
    O 408 ñ era um sedã médio q concorria com Mondeo e cia e q nd tinha a ver diretamente com a família 308,sendo a família superior a esta?

  • Fernando

    Meu PEUGEOT preferido! Lindo demais!

  • Marcus Vinicius

    o novo 308 de Nova geração pra chegar ao Brasil vai depender das vendas na argentina se crescerem justifica trazer a nova geração

  • Pedro Cunha

    Os Peugeots cativam pela qualidade de acabamento, dinâmica, opcionais, isolamento acústico e ergonomia. A marca padece fortemente de gestão estratégica e pós-venda, pois bons produto já têm trazido pro nosso mercado há tempos.

    • Hugo Leonardo Dos Santos

      Acabamento tá pecando nos 208 de entrada, minha esposa comprou o active zero mês passado e tem cada rebarba que ta loco. Tem uma na porta que não consigo arrumar o plástico no lugar, só trocando o puxador de porta.

  • Mayck Colares

    Esse novo 308 sedan da China é maravilhoso demais, tanto interior quanto exterior, principalmente as lanternas!

  • Baetatrip

    Pois é!
    Tivemos 1 307 Feline comprado 0km em 2005, modelo 2006 (Era top de linha, cambio AT4, teto solar, etc)
    Usei ele por quase 1 ano, eu adorava o PEG, era bom de estrada (Curvas, nem se fala!)
    E pisava no freio violento e pisca alerta era ativada automaticamente/ e deixava no modo auto nos faróis que acendia e apagava muito rápido e quase não percebia (O sistema era mais eficiente foi que o meu ex-tiguan que demorava p/ acender/ apagar!)/ Radio satélite era controlada por botão lateral do volante que era muito bom!/ o fundo do carro era altinho que usava na terra (peito de aço era curvado p/ dentro que raro tocava) menos que falei baixo….!
    Consumo era alto, pois era bom dar pisada e cambio tiptronic que dava p/ explorar bem!
    O que deixou saudades e aquele apoio de braço individual que era quase ia parar no painel e me deixava completamente confortável!
    Como falei era bom de estrada, na cidade não era confortável por causa da suspensão dura (típica do carro) e aquela saia bicuda que era de borracha que vivia pegando laderinha…… qq descida raspava aquilo (Dava pena só de escutar!)
    Vendemos em julho de 2010 com quase 70.000km!
    O desenho era anteporal na epoca, pois era lindo+pratico+chamava atenção onde passava e não tinha insufilm era original de fabrica
    Esse carro deu saudades mesmo!

  • FREDRED

    Por 69.990 é a melhor compra do mercado, não tem concorrência.
    Anda forte, é relativamente económico pela categoria, e o melhor de tudo, na rodovia destroça os Corollas.

    • Ernesto

      KKKKKKKKKKK!!! Mais um que acha que todos querem tirar racha!

  • Jean Lehn

    Ele foi lançado em Junho de 2002 no Brasil como modelo 2003 está equivocado o escritor

  • Jean Lehn

    Ele foi lançado em 2002 no Brasil importado da França , em 2004 começo a produção Argentina está equivocado o escritor

  • Razzo

    Com a crise no segmento de sedans, hatchs médios e principalmente peruas não faz sentido a Peugeot trazer o novo 308/408 ao Brasil, infelizmente. Agora uma direção elétrica (do novo modelo europeu) cairia bem ao nosso 308/408, apesar disto não resolver a sua questão de vendas. Um reforço da carroceria igualmente, para não passar por vexames como outras montadoras.
    A versão manual de 5 marchas destes veículos tinha um trambulador de apavorar, o que melhorou com a adoção do câmbio de 6 marchas no Peugeot 308 EC5 1.6 16v manual.

  • Leonardo Teixeira

    Tive um peugeot 307 SW, que saudades, fiquei 3 anos com ele e infelizmente foi roubado ha 2 meses e nunca mais achei (RJ), não tinha seguro pois já tinha sido roubado ha 2 anos atras e nehuma seguradora aceitava mais. Se achasse outro hoje em bom estado, não pensaria duas vezes, fui muito feliz com o carro!

    • Unknown

      A coisa tá feia aí no Rio mesmo hein colega.

  • Michel

    Comprei um pra minha mãe 2011 presence pack manual 1.6, estamos curtindo muito o carro, foi de único dono, e ele cuidou mto bem do carro, tudo está perfeito..o desenho como disseram acima é bem atemporal.

  • Charlis

    Caramba, minha opinião diverge com todas aqui, kkkk …

    Meu caso é o contrario, eu tive um excelente atendimento na CSS na pré e pós venda, nunca tive problemas algum, porém, não gostei do carro.

    Eu tive o 307 2011 Presence Pack 1.6 por 2 anos, comprado 0 km.
    É o único carro que tive, que não tenho saudades.

    Não gostava da dirigibilidade dele, por mais que eu goste de carros firmes, mas este no caso, ele é firme demais (pecando no conforto), sem passar esportividade.
    Raspava a frente apenas de olhar para a valeta (neste quesito, empata com o Fusion 2013 que tive).

    O câmbio manual é de longe o pior que já dirigi, impreciso, raspa nas trocas mais rápidas entre 1, 2, 3 marchas, e a ré, nunca entrava de primeira, tinha que engatar outra marcha antes e aliviar o pé da embreagem.

    O motor 1.6 16v … não tem muitos milagres, pouquíssima força em baixa, não surpreende em alta, e o consumo é ruim.

    E a venda do carro, foi também a pior que já tive…
    Estava abaixo da FIPE, impecável sem sequer 1 único arranhão, baixa KM, e 3 meses na webmotors anunciado.
    Na época, durante a busca do substituto (Civic LXS 1.8 MT6 2014), teve muitas CSS que nem aceitariam ele na troca.

    []s

  • Wagner Lopes

    Foi meu primeiro PSA. 2008, 1.6, usado com 42.000 km. Ficou comigo e com a esposa até os 85.000km. Barato de se comprar, andava bem, muito econômico, seguro, estável e espaço de sobra. O conforto e a dirigibilidade eram fantásticos. Os pontos fracos eram os suportes do motor muito frágeis, embreagem que não passa dos 60.000km (já cansei de vender carro com 120.000km e embreagem original) falta de torque em baixa rotação e a suspensão dianteira dura demais, não calibrada para nosso solo lunar. Depois vieram um 407 (vendido com 90.000km sem queimar uma lâmpada – espetacular), um partner (78.000km e firme no trabalho) e agora dois C3 2010 e 2011. PSA parece que vai ficar mais um bom tempo aqui em casa (OBS: sempre usados).

  • Erickson Marinho

    Tenho um Feline 307 e não me arrependo em nada na compra. completo e passa segurança

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