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Quanto custa manter um carro híbrido?

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Embora pertençam a um segmento pouco explorado pelas fabricantes no mercado brasileiro (sobretudo por conta da falta de incentivos fiscais por parte do governo), os automóveis híbridos já figuram na lista de interesses de parte dos consumidores em nosso País. Esses modelos levam a vantagem por na maioria das vezes serem baseados em carros convencionais (como é o caso do Ford Fusion Hybrid), entregando todos os recursos desses modelos, mas com o diferencial de entregar um consumo extremamente melhor – que na maioria das vezes se equipara ou até mesmo supera os carros populares mais em conta.


O que é um carro híbrido?

Acredito ser algo difícil, mas pode ser que você ainda não tenha visto falar mais profundamente sobre automóveis híbridos. Como o próprio nome indica, esses modelos misturam dois tipos de motores em sua mecânica. Um deles é movido a combustão (normalmente a gasolina), enquanto o segundo é movido a eletricidade com alimentação por uma ou mais baterias que costumam se posicionar sob o assoalho da cabine ou no porta-malas.

Esses dois propulsores podem ou não funcionar simultaneamente. Em velocidades mais baixas, o automóvel utiliza somente o motor elétrico para se locomover. Entretanto, quando o condutor “cutuca” o pedal do acelerador ou até mesmo mantém uma velocidade mais elevada, o motor a combustão entra em ação para proporcionar o desempenho desejado.

No caso de modelos exclusivamente híbridos, o motor a gasolina serve ainda para recarregar as baterias – alguns exemplares utilizam ainda a energia gerada durante as frenagens para recarregado o conjunto. Já em modelos híbridos do tipo plug-in, as baterias recuperam sua energia numa tomada externa.


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Qual é o carro híbrido mais barato do Brasil?

Falando no geral, o atual automóvel híbrido mais em conta oferecido no mercado brasileiro é o Ford Fusion Hybrid de primeira geração. O sedã médio/grande híbrido foi lançado em nosso mercado no fim de 2011 pela bagatela de R$ 134 mil. Entretanto, hoje é possível encontrado no mercado de usados por algo em torno de R$ 55 mil – ou seja, quase três vezes menos que a cifra cobrada na época pela marca. Parte desta desvalorização “monstruosa” é devido à escassez de modelos híbridos no mercado e também pela falta de interesse e conhecimento de outra parte dos consumidores.

Esse modelo é equipado com um motor 2.5 litros de quatro cilindros a gasolina, o mesmo usado no Fusion convencional, mas com 158 cavalos de potência e 18 kgfm de torque, além de uma unidade elétrica, resultando numa potência combinada de 193 cv. O conjunto inclui ainda uma transmissão automática do tipo CVT (continuamente variável). De acordo com a Ford, o Fusion Hybrid 2012 consegue acelerar de 0 a 100 km/h em 9,1 segundos.

O consumo do modelo, ainda seguindo os dados divulgados pela marca, é de 16,4 km/l na cidade e 18,4 km/l na estrada. Neste caso, o motor elétrico é utilizado em velocidades inferiores a 95 km/h. Há também o sistema de freios regenerativos, que recupera até 94% da energia para recarregar a bateria de níquel-metal (posicionada atrás do banco traseiro do carro) do motor elétrico.

Nos equipamentos, o Fusion Hybrid oferece recursos como sete airbags, controle de estabilidade, sensores de luz e chuva, piloto automático, teto solar elétrico, abertura das portas por teclas, banco do motorista com regulagem elétrica em 10 posições, monitoramento de ponto cego, câmera de ré, sistema SYNC com comandos de voz e jukebox com 10 GB, painel de instrumentos com elementos analógicos e digitais, entre outros.

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Quanto custa manter um Fusion Hybrid?

Tudo bem, o Ford Fusion Hybrid tem uma ótima relação custo benefício entre os carros usados. Entretanto, será que realmente compensa adquiri-lo levando em consideração o custo de manutenção? Infelizmente, há poucos detalhes a respeito dos custos de manutenção (incluindo revisões) do Fusion Hybrid de primeira geração. Ainda assim, vamos tomar como base o sedã híbrido, mas em sua segunda geração de ano/modelo a partir de 2013, que está disponível no mercado de usados por R$ 80 mil.

Conforme mostra o site da Ford, a primeira revisão do Fusion Hybrid de seis meses ou 5.000 km custa R$ 244; a segunda com 12 meses ou 12.000 km, também R$ 244, a terceira com 24 meses ou 20.000 km, R$ 784; a quarta com 36 meses ou 30.000 km, R$ 452; a quinta, com 48 meses ou 40.000 km, R$ 1.296; e a sexta com 60 meses ou 50.000 km, R$ 452. Normalmente, os exemplares mais baratos do Fusion Hybrid seminovo já rodaram cerca de 80.000 km. Para a revisão desta quilometragem, a Ford pede R$ 1.296.

Para efeito de comparação, o Ford Fusion convencional com motor 2.0 litros EcoBoost em revisões com preços de R$ 384, R$ 384, R$ 1.016, R$ 660, R$ 1.296, R$ 660 e R$ 1.588, respectivamente. Ou seja, em todos os casos, a manutenção do Fusion Hybrid é bem mais em conta que as do Fusion movido somente a combustão. E o restante dos itens também seguem a mesma linha, já que ambos os modelos compartilham boa parte dos componentes. A grande questão é a bateria…

No entanto, se você se interessa por um carro híbrido 0 km, há o Toyota Prius por R$ 126,6 mil. A marca cobra R$ 240 pela primeira revisão, R$ 625 pela segunda, R$ 440 pela terceira, R$ 990 pela quarta, R$ 567 pela quinta e R$ 1.060 pela sexta. Como comparação, as revisões do Corolla têm preços de R$ 272, R$ 625, R$ 440, R$ 900, R$ 425 e R$ 600, respectivamente. Ou seja, há pequenas diferenças nos valores entre os dois modelos, que podem ser compensadas pelo consumo mais baixo do híbrido.

E as baterias? Precisam ser substituídas?

Depende. De acordo com o próprio fabricante norte-americano, a bateria foi projetada para durar por todo o ciclo de uso do carro e a empresa dá uma garantia de oito anos para o equipamento – ou seja, caso você adquira hoje um Fusion Hybrid 2012, ainda terá a garantia da bateria por mais dois anos. Na ocasião de lançamento do primeiro modelo, a Ford revelou que nenhum carro híbrido comercializado nos Estados Unidos precisou trocar a bateria – lá, os modelos movidos a combustão e eletricidade existem desde 1999.

No entanto, caso você adquira um Fusion Hybrid 2012 com a intenção de utiliza-lo por longos anos, é preciso tomar cuidado com a bateria. Caso ela dê algum problema, você precisará desembolsar nada mais, nada menos que R$ 35 mil para substituí-la numa concessionária da Ford, valor suficiente para adquirir um popular 0 km hoje em dia.

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E aí, vale a pena comprar um híbrido usado?

Se você realmente deseja adquirir um carro híbrido para economizar combustível, a compra acaba sendo válida. Como mostramos, um Ford Fusion Hybrid tem o mesmo custo de manutenção que o Fusion a combustão. Sendo assim, você dificilmente terá gastos maiores com manutenção e irá sentir uma boa diferença no posto de combustível.

Entretanto, recomendamos que você adquira um modelo mais novo que tenha a bateria coberta pela garantia por bons anos. Afinal, ser surpreendido com uma conta com valor extremamente elevado para fazer a manutenção do seu carro não deve ser nada convidativo.

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  • Felipe Junqueira Netto Branco

    No começo da reportagem já fala que o consumo do híbrido é bem maior….Erro grosseiro entre consumo e autonomia para um site especializado…

    • Giuliano Luchetti

      Quando ele diz ” q o carro entrega os mesmos itens do veiculo a combustão mas com consumo extremamente superior” ele faz uma relação contrária aquilo q se entende pois ele muda pra relação entre eles…. o consumo carro comum combustível x consumo híbrido…poderia ter mudado “consumo” por ” autonomia”…ficava mais fácil compreender…

  • Racer

    “a bateria foi projetada para durar por todo o ciclo de uso do carro “….. E como um carro não tem validade definida, esta afirmação também perda a validade. O que vai acabar acontecendo, é que muito híbrido vai para no desmanche não pelo estado do carro, mas sim pelo custo de troca das baterias.

    • Mauro Banqueiro

      Naturalmente, se pelo menos as outras peças forem compatíveis a outros carros. Ainda dá para recuperar algum dinheiro.

    • Louis

      Bateria é mais barata que a troca do cambio AT da Captiva…

      • Racer

        Câmbio não tem validade. E com manutenção correta, nem problema vai ter.

        • Louis

          Não é bem assim. A Captiva teve casos de problemas precoce, e orçamentos nas concessionárias que iam de R$ 30k a R$ 50k…

          • Racer

            Mesmo em um modelo problemático, não foram todas as unidades que tiveram problema (e pelo visto, em menor número que o PS da Ford). E estamos falando de um único modelo. Já de baterias, serão todos. Comprar uma caixa de um carro que deu PT, até dá. Já comprar uma bateria usada é uma loteria, uma vez que bateria não tem conserto.

          • Razzo

            AT4 ou AT6 ?

            • Marcelo Amorim

              Ao menos o que sei é que as problemáticas sao as 2.4 AT4 que saiu até 2010.

            • Louis

              Teve Captiva AT4?

              • Razzo

                Sim.

    • Luiz Henrique

      Ciclo de vida dos carros é de 10 anos na média. No Brasil, isso está expresso no NCM dos carros, e é o que impõe que as fabricantes ofereçam peças de reposição para os carros nesse prazo. Essa medida é bem usual de forma geral no mundo, sendo encontrada em outros países também.

      • Racer

        Isto no mundo teórico. E nem mesmo as fabricantes seguem esta regra, deixando de fornecer peças antes dos 10 anos. Porém sabemos que a vida útil de um carro é bem maior que isto. Se um carro fosse barato, como uma geladeira por exemplo, até poderíamos colocar limites de vida útil.

        • Luiz Henrique

          Fabricantes que não cumprem essa regra podem ser processadas. Eu particularmente prefiro entrar no PROCON que em geral me resolve muito bem, mas de toda forma, é obrigatório o fornecimento das peças se o carro tiver menos de 10 anos de fabricação, a brecha é que a lei não define o tempo para fornecer a peça, então acaba sendo corriqueiro levar meses para receber a peça.

          Em relação ao tempo de vida… Brasileiro que leva carro até o limite, e no nosso caso limite é quando o carro realmente não anda mais. Se estiver todo capenga e f*****o, ainda tá sendo usado. E não precisa ir muito longe para ver países que dificultam e muito a vida de quem quer ter carro antigo: no Chile as exigências ambientais e de manutenção são tão fortes que qualquer carro com mais de 10 anos precisa ter documentação atualizada a cada 2 ou 3 meses para se manter imune de multas. Em grande parte dos países europeus também é bem comum que veículos com mais de 4 anos sejam comprados pelas montadoras para serem reciclados.

          Inclusive, tramita por aqui um projeto de lei similar, mas como adoramos carros velhos nas ruas, o projeto não tem qualquer apoio popular. Negócio é andar de golzera quadrado com orbitais e escapamento furado.

          • Racer

            Carro velho é bem diferente de carro antigo. Carro velho (e independente do ano), tem que ser retirado de circulação. E tem carro com pouco idade que já está um caco…. E um Gol quadrado com orbitais, pode estar muito mais conservado que um Uno 2015 (por exemplo). Escapamento furado é relaxamento, não tem relação com a idade do carro.

            E sobre as peças: já tive problemas com a GM…e em carro com menos de 10 anos de fabricação. Simplesmente disseram que não tinham mais nada….

            • Alexandre Monteiro

              Então, manter um carro antigo é Hobby e Hobby custa caro, caso você queira manter um Hibrido por 30 anos original, para conseguir uma placa preta (nem sei se são necessários 30 anos ou mais), inevitavelmente você tem que deixar o custo/benefício de lado, afinal de contas seu carro deixou de ser um simples meio de transporte e agora faz parte do seu prazer em mantê-lo. Paga-se o preço.

              • Racer

                Nem falo em manter por este tempo todo. Mas usando como exemplo, meu pai tem uma D20 1996 que está em perfeitas condições, tanto na mecânica quanto na carroceria, e ele não tem pretensão de colocar placa preta. E não é cara de se manter e se encontram peças com facilidade. A questão é colocarem validade em algo que não tem. Hoje estão fabricando tudo com obsolescência programada….

                • Alexandre Monteiro

                  Bons tempos que não voltam mais meu amigo, a D20 do seu pai tem mais de 20 anos, você acha que se comprar qualquer carro zero km hoje em dia, você irá encontrar peças com a mesma facilidade que seu pai encontra para a D20. A variedade de veículos e a frequência com que suas partes mecânicas e eletrônicas são “atualizadas” torna uma verdadeira ciência manter um carro atual por mais de 10 anos. O motor da D20 do seu velho ficou em linha de produção por mais de 30 anos, só mudava de nome, nada hoje fica em linha nem 20% desse tempo.

          • Alessandra Adam

            Verdade eh que o negócio de carros usados é lucrativo demais para muita gente, por isso que não passa uma lei dessa. Seria ótimo para as montadoras, porém o país não tem estrutura para fazer reciclagem maciça de peças e muita gente perderia seu ganha pão também (revendas de carros, auto peças e também mecânicos).

            • KOWALSKI

              Principalmente os usuários.

          • zekinha71

            Por isso que não vi caro velho no Chile, tudo novo, praticamente um salão do automóvel ao vico nas ruas.

          • KOWALSKI

            Projeto de lei similar… Um país todo fud!d0, é um pouco difícil tentar copiar a Europa.

            • Luiz Henrique

              Então deveríamos copiar outros países na mesma situação?

              • KOWALSKI

                Tudo deve ser gradativo. Não devemos voltar pra trás, mas também não podemos acelerar e atropelar as coisas, tudo no seu tempo, só isso. O país tem problemas maiores.

      • Razzo

        O que é NCM ?

        • MMM

          É a Nomenclatura Comum do Mercosu. Basicamente é o código de classificação fiscal de um produto.

        • Luiz Henrique

          Nomenclatura Comum do Mercosul. É por essa tabela de códigos que a receita federal do Brasil separa tributação para produtos diferentes e específica o tempo de vida útil dos produtos classificados em cada família de códigos. Uma outra lei determina que o fornecimento de peças de reposição deve se dar durante todo o período de vida útil do produto, e é aí o ponto de encontro entre os dois.

  • afonso200

    Esposa teve um 2017fusion hibrid. Tirado zero. Com 300km ja oscilava as luzes do painel. E foi pra CCS. Depois com 1900km. Depois com 4000km. Depois com 6200km ficou em SP 30dias uteis pra desmontar tudo….. resultado. Voltou falhando motor. Oscilando luzes. Painel. Farol oscilando…. noutro dia negociei com a CCS ate pra nao botar eles na justica. Peguei o cash. E ford minha esposa depois de 7anos desde o fusion G1. Nunca mais quer ford…….. ela so tem pena de quem comprou o caero depois

    • Mauro Banqueiro

      Tem muitos nheque nheques esses carros. Melhor voltarem ao laboratório e estudarem bem a viabilidade disso

      • Edson Fernandes

        Meu tio tem um Fusion hibrido… funciona perfeitamente bem e com transito eu fiz média de 15,5km/l… eu gostaria de ter um se eu não morasse num lugar que eu rasparia ele em todo lugar e ainda tivesse dificuldade com vagas.

        • Mauro Banqueiro

          Pensei que o problema seria o preço do carro, mas esse seu problema é mais fácil, passa com calma nesses lugares e está ok. De esquebra ganhará os 15km/litro.

          • Edson Fernandes

            Não dá… eu acabaria com os parachoques.

            Tivemos 3 vizinhos com Fusion (Curiosamente um 2.3 e dois 2.5) e o carro para subir a rampa da garagem raspava a frente, meio e traseira. O que colocou engate, teve que tirar: O engate “travava” o carro na hora de subir.

            Além do que, a largura dele deixa inviavel para ter onde moro.

            Eu quero me mudar para o interior de SP, aí sim poderei me planejar novamente para esse tipo de produto que seria até uma evolução natural do meu carro atual.

  • Bandit

    O problema é que não é só as baterias, tem os módulos eletronicos que se deram problema já custa fácil mais de 10 mil

    • Mauro Banqueiro

      No valor já alto do carro

  • leomix leo

    Um amigo precisou trocar a bateria por causa de uma instalação mal feita de som, ele encontrou no ML uma de uma sucata de fusionados, pagou R$ 6.500,00 e já tem 4 anos, o carro é um sonho.

    • Douglas

      Mas o Fusion não já vem com som de fábrica? Ele quebrou e instalaram outro errado?

      • Edson Fernandes

        E o pior…. é um som de qualidade…rs

        O Hibrido tem 2 subwoofers ainda!

      • leomix leo

        Não, o animal fechou o fundo do carro de som, e o aterramento errado fechou curto na bateria, do carro, ela não estava carregando mais, ele teve que isolar o sistema até arranjar outra bateria. Tb não entendi como o instalador conseguiu essa proeza.

  • Munn Rá : O de Vida Eterna

    Qual carro híbrido mais barato no Brasil ?

    O correto seria ………………………………….

    Qual carro hibrido menos caro no Brasil ?

    • Mauro Banqueiro

      O caro e o barato passaram a ser relativos Já!

  • Anderson Lopes

    Além do preço da bateria subir assim que surgir novas tecnologias. Corre o risco do fabricante não oferecer mais baterias para o modelo.
    A questão da bateria eu sempre venho questionando quando se fala que em anos vão proibir os carros a gasolina e diesel na Europa. O Carro vai passar no máximo por dois compradores e ser desmanchado.

    • Alisson Bona

      A Ford considera a vida útil do veículo a gasolina em 160mil km.
      Qualquer km a mais é sobrevida. Li isso numa reportagem na época do lançamento dos motores Rocam (acho que não mudou) lembro que fiquei boqueaberto pq o cht do meu pai estava c qse 300mil…

      • Leandro Oliveira

        “acha que nao mudou”. Falou tudo…. 160 eh coisa do passado, a média hoje subiu para 300 mil.

      • Racer

        Por isso que não concordo quando eles colocam um km como limite de vida útil. Sabemos que um carro com manutenção bem feita não tem limite de km.

        • Dill

          Verdade a manutenção feita com o tempo certo faz a diferença, a classe a190 de minha esta com 213.450km sem abrir motor, de mais grave e a troca da corrente de comando que nos foruns europeus a merca tem falado que pelo tempo de uso(carro) a troca preditiva faz bem ao bolso!

      • Felipe K.

        Quando o Rocan foi lançado a Ford fez propaganda dizendo que o motor era para durar 240 mil km.

      • Cássio Amaral

        160 mil km a Ford forçou a barra. Tem taxi aí que já rodou quase 500 mil km sem exigir retífica.

  • Alisson Bona

    “Ford Fusion convencional com motor 2.0 litros EcoBoost (o mesmo usado com o motor elétrico no Hybrid de segunda geração)”
    Na realidade o motor só tem a mesma cilindrada e número de cilindros.
    O ecoboost é ciclo Otto e turbo, o hybrid é ciclo Atkinson e aspirado, de famílias diferentes.

    Precisamos rever isso!

    • ditom

      Outra coisa que o povo não diferencia são os vários tipos de híbridos: há os híbridos em série, os em paralelo, os em arranjo diferenciado (como o Prius)..

  • Ricardo

    No Brasil, para variar, é bomba!

  • Luis Burro

    Outra boa matéria do site!Hj parece escassa este tipo.

  • Mauro Banqueiro

    Nunca ouvi crise suficiente do petróleo que fizessem uma nação para de conduzir… mas e ai, há energia suficiente para alimentar estas baterias todas? E LIMPA? As fábricas que vão funcionar 24hrs/dia para construir as baterias são ecologicamente CORRECTAS?

  • Di62028

    Essa “gadgetização” dos automóveis é o futuro (ainda que eu não goste): o ciclo de vida e as features de um carro vão ficar cada vez mais parecidas com as de um smartphone

  • Louis

    Gostei desta informação: “a Ford revelou que nenhum carro híbrido comercializado nos Estados Unidos precisou trocar a bateria”
    De qualquer forma, quem reclama do preço de uma possível troca de bateria, não sabe o custo de manutenção de qualquer carro importado. Por isso, a maioria dos importados desvaloriza tanto.

  • D136O

    Você vem ler uma matéria esperando uma analise profunda dos custos e encontra um paragrafo com os custos de revisão anunciados pela fabricante. Decepção

  • Ronaldo Peroni

    Quer pegar um hibrido melhor pegar um japonês, pode ver que os Prius usados não desvalorizam tanto e são mais confiáveis falei outro dia com um taxista de frota que usa o Prius 340.000 ano 2012 é só faz revisoes normais na concessionária ! Nunca trocou a bateria

  • Ronaldo Peroni

    Os fusioF pode ser hibrido ou não que sempre tera uma desvalorização enorme

  • Gostei da matéria. Desmistificando a manutenção dos híbridos que não é nada de mais. A respeito do Prius, a troca da bateria custava a pouco tempo R$ 10k na concessionária, pra quem tiver curiosidade. A garantia do sistema híbrido é de 8 anos e envolve bateria, motor elétrico, controlador e motor do ar-condicionado, conforme o manual. Também tem um limite que quilometragem na garantia que acho que é de 150.000 Km.

  • Razzo

    ” O sedã médio/grande híbrido foi lançado em nosso mercado no fim de 2011 pela bagatela de R$ 134 mil. Entretanto, hoje é possível encontrado no mercado de usados por algo em torno de R$ 55 mil – ou seja, quase três vezes menos que a cifra cobrada na época pela marca. Parte desta desvalorização “monstruosa” é devido à escassez de modelos híbridos no mercado e também pela falta de interesse e conhecimento de outra parte dos consumidores.”

    –> O maior custo de um híbrido não são suas revisões, mas sim o custo da troca das baterias após a garantia de 8 anos (R$ 35 mil no caso do Fusion no Brasil, e olhe que nem se trata das baterias do Fusion Plug-in que são bem mais caras). Tanto o governo quanto a indústria terão de colaborar pois com este custo de troca o projeto híbrido vai para o buraco.

  • Razzo

    “Na ocasião de lançamento do primeiro modelo, a Ford revelou que nenhum carro híbrido comercializado nos Estados Unidos precisou trocar a bateria – lá, os modelos movidos a combustão e eletricidade existem desde 1999.”

    — Também com estes preços para troca da bateria, quem é o louco que vai trocar ?

    • carlos4carros

      Daqui a dois anos os modelos de 2011 estarão custando menos que a bateria e fora da garantia. Quem vai se arriscar?

  • carlos4carros

    R$ 35 mil? A bateria do Prius custa R$10 mil. O que tem de tão especial nessa bateria do Fusion?

  • Bruno Luís

    Motor grande com torque pequeno.

  • Ubiratã Muniz Silva

    O grande detalhe é que no Brasil temos poucos híbridos rodando. Lá nos EUA há grande quantidade e uma enorme disponibilidade de baterias para reposição em desmanches legais.

    No caso do Fusion (e do Focus), o pack de bateria é selado, e um conjunto “take-out” (usado e testado) custa na casa de mil dólares.

    No caso do Prius, então, é ainda mais simples. Existem diversas empresas especializadas em reparo no banco de baterias, e você mesmo pode fazer em casa comprando as células para substituir as defeituosas (custa em torno de 100 dólares cada célula, também “take-out”). Há uma diversidade de tutoriais de reparos de baterias do Prius (as baterias não são seladas, quando o sistema acusa problema nas baterias do sistema híbrido geralmente são apenas uma ou duas células defeituosas – como o sistema do Prius não é selado é possível o reparo) no Youtube, e vou dizer: não é difícil, é apenas trabalhoso.

    O que pega aqui no Brasil é que é virtualmente impossível importar essas “peças de reposição” em virtude das regras para transporte de baterias de lítio-íon.

  • Cássio Amaral

    Depois que constatei o custo das baterias AGM de carros equipados com sistema de start-stop, girando em torno de 1400-1500 reais, nem quis imaginar quanto custaria a bateria de um veículo híbrido ou elétrico.

  • Ralex

    Faltou comentar que por lei ambiental os fabricantes sao proibidos de importar baterias de forma avulsa. Alguns fabricantes (onibus) trazem o chassi com 2 baterias e deixam uma rodando e outra em estoque para substituicao. Nao tem como ficar barato..

  • leitor

    E pode se comprar normalmente esse equipamento? Se puder, quem tem um carro desse pode até comprar uma dessa pra ter de reserva por esse preço. Compra assim no site do ebay como no ML? Ou tem outras complicações?

    • Tom Costa

      Em regra, tem o transporte caro por conta do volume e peso, além dos impostos. Existem oficinas independentes especializadas em carros importados, que encomendam diretamente dos EUA. Em uma dessas oficinas, um serviço desses com a peça fica por volta de R$15.000. Beeeeem longe dos 35.000 da CSS.
      Eu pesquisei rapidamente e vi um vendedor somente no ebay USA, mas existem muitas lojas especializadas nos EUA.

      • Tom Costa

        Em Belém, tem uma oficina dessas próxima do meu trabalho que encomenda de um fornecedor de Miami. O que tem de Jeep, bmw e mercedes lá não é brinquedo.

      • leitor

        Passou de US$1mil para quase US$5mil nessa operação. Tem um quilo de sal a mais. Menos da metade do preço aqui, mas está bem salgado já. Compensa a gasolina mesmo que se pode trocar de carro e de modelo sem tanta preocupação e risco. Além de que com esse dindin todo dá pra abastecer e viajar o Brasil inteiro.

        • Tom Costa

          Pra quem roda pouco, não compensa financeiramente nem diesel, nem híbrido, nem elétrico. No Brasólia, morreremos na mijolina por décadas.

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