História Montadoras/Fábricas Veículos Comerciais

Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

agrale-historia-1-700x456 Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

Agrale TX 1100



Um dos maiores desejos do brasileiro é ver uma montadora de veículos 100% nacional. No entanto, isto não pode ser generalizado, visto que já temos um fabricante totalmente nascido e criado no país. Quem? A gaúcha Agrale. Tudo bem, ela não produz automóveis, o ponto central da questão. Mas, a empresa fabrica caminhões, ônibus, chassis, tratores, motores e também utilitários 4×4. A gaúcha já fez mais que isso e até chegou a produzir motocicletas no passado.

agrale-historia-6-700x525 Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

Agrale Marruá em versão militar

Fundada em 1962 por Francisco Stédile, a Agrale nasceu em Caxias do Sul, uma das grandes cidades industriais da região sul do Brasil. Com 51 anos de estrada, a empresa foi originalmente chamada AGRISA e começou construindo tratores da marca alemã Bungartz e depois Deutz-Fahr.

Seguindo forte no segmento de tratores pequenos, a Agrale foi abrindo caminho no meio rural e solidificando suas bases, até que em 1982 iniciou uma nova fase: comercialização de caminhões leves. O primeiro modelo era o TX 1100, que era baseado em um modelo da Fiat na Itália. Ele era equipado com motor diesel da própria Agrale, mas com apenas dois cilindros e chegou a vender 200 unidades no primeiro ano.

agrale-historia-2-700x465 Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

Caminhões atuais dos segmentos médio e leve

Pouco tempo depois, a Agrale lançava mais dois modelos de caminhões, os 1600 e 1800. A partir daí, a montadora de veículos de Caxias do Sul foi ampliando gradualmente sua linha de caminhões leves, embora em ritmo bem mais lento que os grandes fabricantes estrangeiros instalados no país.

Paralelamente, a Agrale – sempre com um dos pés na Itália – trouxe ao Brasil uma parceria com a Cagiva. De 1984 a 1997, a empresa produziu motocicletas em parceria com a italiana, destacando-se principalmente no segmento off-road, especialmente enduro. Os modelos SXT e Elefant são lembrados por entusiastas até hoje.

agrale-historia-7-700x318 Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

Chassi midibus MA 12.0 com piso baixo e suspensão pneumática

Apesar dos caminhões leves e das motocicletas, a linha de tratores agrícolas continuava sendo o forte da empresa, gerando cada vez mais séries de modelos com várias potências, pesos e aplicações. Passado algum tempo, a Agrale percebeu que precisava entrar no segmento de ônibus e iniciando no segmento de micro-ônibus em parceria com a gigante Marcopolo, também de Caixas do Sul, criando assim a Volare em 1998. Em 2004, o fabricante gaúcho produziu 5.000 chassis.

Foi a partir das vendas de caminhões leves e micro-ônibus, que a Agrale iniciou um processo de inovação nos dois segmentos. Ela foi a primeira a fabricar um cavalo-mecânico leve, o 8500 TR, que logo foi a preferência de muitas autoescolas que ministravam cursos de certificação para motoristas de carreta. No setor de transporte de passageiros, que a gaúcha chegou a ditar moda no mercado.

agrale-historia-13-700x468 Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

Trator agrícola de modelo atual

Ela lançou um produto do segmento midi, que é um misto de micro-ônibus com ônibus de porte médio. O veículo foi aceito em várias empresas e outros fabricantes começaram a perceber também esse nicho. Não satisfeita, a Agrale lançou este tipo de chassi (MA 12.0) com motor traseiro, suspensão pneumática e até piso rebaixado, sendo características vistas apenas em chassis pesados.

Outro grande passo da Agrale foi a parceria com a Navistar, passando a montar no Brasil os caminhões americanos da International, destacando-se o 9800D. Mais recentemente, a empresa passou a fazer caminhões do segmento médio e até lançou uma nova linha com cabine mais moderna. Outro campo de atuação da Agrale é o militar, sendo fornecedor tradicional das forças armadas do país e também no exterior.

agrale-historia-11-700x1035 Agrale: Quem disse que o Brasil não tem uma montadora 100% nacional?

Agrale Elefant 27.5 e 30.0

Recentemente a Agrale passou a produzir versões civis e militares do utilitário 4×4 Marruá, assim como versão para forças armadas de seus caminhões. No segmento de ônibus, atua apenas nas categorias minibus e midibus, além de transporte de valores. Motores, geradores estacionários e tratores continuam sendo uma parte importante da empresa.

Com mais de 100.000 caminhões e 100.000 motos fabricados ao longo dos anos, por exemplo, a Agrale continua firme no disputado mercado de caminhões e ônibus, que continua sendo liderado por fabricantes estrangeiros. Em 2013, a gaúcha ficou em 9º lugar entre os caminhões e em 7º no segmento de ônibus (Marcopolo/Volare em 3º).

Sendo 100% nacional, a fabricante de Caxias do Sul tem atualmente 4 fábricas, sendo 3 no Brasil e 1 na Argentina. O mercado externo é de grande importância para a marca. Enfim, se ainda não temos carros, pelo menos os demais já não precisamos desejar mais.

Galeria de fotos da Agrale:

  • jamilsonsanches

    Legal a história da empresa e tal, mas sem querer ser chato já sendo: Os dois militares são claras imitações da Hummer que a ONU usa e da Mercedes Atego 1725. Os comerciais lembram muito o Ford Cargo de nova geração.

    • tjbuenf_

      isso não é querer ser chato? pp qq pp….

      • fernando

        kkkkkkk essa foi foda,…

    • millemiglia

      O projeto do Marruá é mais antigo que o Hummer pois descende do antigo Engesa 4×4. Ok, eles podem ter feito um facelift baseado no Hummer mas procure uma imagem do Engesa 4×4 que você vai ver as semelhanças.

      • 4lex

        já achei esse marrua (sim o melhor utilitario do país ao lado do tbm nacional t4) muito parecido com o antigo jpx mineiro ..

        em tempo , favoritei essa pagina, otima reportagem ..

    • Roberto

      Acho que Vc nem era nascido, pois, não conhece o Engesa, precursor desse projeto. Empresa que deveria estar deixando aqui, àqueles que colocam defeito em tudo, orgulho, pois, atende a diversos setores a anos, mesmo desconhecida dos "puristas" que aqui discutem test drive feito pelo youtube…Desculpe-me ser chato, mesmo…

      • CyborgPilot

        Boa Roberto!

    • nando_acf

      Agrale é orgulho nacional!!

    • jao_simonetti

      Posso ser mais chato? Não fala o que não sabe, champs: O jipe NACIONAL Engesa tinha este estilo de frente quase uma década antes do Hummer existir.

    • edilson

      Imitação do Atego? Presta atenção, esse aí é de rodado simples na traseira. E caminhão de cara chata é quase tudo parecido. Pra que marca você trabalha?…

    • EURIPEDES

      Não importa ,temos uma marruá.
      Tava pensando em adquirir uma defender 110,mas pesquisando encontrei a marruá AM 150 que atenderá oque preciso.
      DUAS críticas construtivas:
      1- A AGRALE bem que poderia lançar uma versão da marruá toda Cabinada 7lugares.
      2-a AM 200 tem a caçamba muito pequena pelo seu porte deixando ela meio cotó,note que após o eixo traseiro sobra pouca caçamba deixando a desejar no acabamento da mesma.
      Mal posso esperar para pilotar uma .

    • Alexandre Medeiros

      Conte-me mais como os Agrale(lançados em 2011)copiaram o design Ford(2012 nos pesados e 2013 no menores)

    • Magnao Cordeiro

      Não ví nada de imitação de hummer aí . . . . . o que eu vejo neste legítimo off-road é a frente dos jipes Engesa 4 que também era nacional e usado pelas forças armadas , além de serem amados por todos os amantes do fora de estrada por ser praticamente indestrutível!!!!Um tio meu tem um modelo 1986 na fazenda que não vende por nada!!!!

    • A. Soares

      Meu amigo, esqueça…não tem nada a ver com o Hummer americano, é totalmente baseado no projeto Engesa, quanto ao caminhão o detalhe que o desenho do Agrale chegou antes do cargo.

    • João Costa

      E qual é o problema. A discussão aqui é “uma marca 100% nacional”. Se são parecidos, isso não tira o merito da Agrale que é a unica 100% brasileira…

  • SLABTOMAS

    Sem querer ser contraditório, imitar já é uma grande coisa, afinal os chineses começam assim e hoje são potência mundial. Os japoneses também começaram assim. Quanto a Agrale tive uma Elefantre 30.0, a moto era ótima, rodava as serras ao redor de SP sem medo.

  • blindzector

    Agora e so baixar os preços! Compro 3 Marrua com um Snoker … kkkkkk Hoje em dia nossas cidades pedem um modelo mais " Off!"

  • abussade

    Carro, caminhão, não conheço…

    As motos Agrale eram excelentes; bom desempenho e acabamento para época.

    • Wikle

      Tive uma motocicleta Agrale Dakar 30.0. Ousada para a época, com seu banco branco, refrigeração líquida e protetor de disco, acelerava mais que suas concorrentes da Yamaha e Honda, apesar de gastar muito combustível. Boa motocicleta.

      • Wow

        Mas eram Cagiva, italianas, montadas aqui

  • MrogerioO

    Ainda bem que o EBX não tentou criar a montadora nacional, seria uma vergonha.

    • Gabriel

      Tentou…era a finada JPX.

      • MrogerioO

        Tem razão pessoal, eu tinha me esquecido. É que recentemente (antes da queda) li numa revista que ele estava com novos planos de uma montadora nacional, inclusive saiu aqui no NA. segue: https://www.noticiasautomotivas.com.br/eike-batist

    • marcelo

      JPX

    • Ricardo

      Mas ele ja teve uma montadora, a JPX

      • ALVIN1982

        Pra mim não passou de um FDQ… (fundo de quintal kkkkk)

    • 4lex

      tentou sim há uns 10 anos parece, com a produçao de jipes auverland franceses, eram os jpx ..

      acho que até o exercito chegou a usar esses utilitarios , queria ter um jipinho daqueles tambem ..

    • heliofig

      Chegou sim.

      O JPX Montez.

    • silasrana

      Bom, não sei se for ironico ou não, mas saiba que o grupo X já teve uma montadora de automóveis. E que, tal qual vários de seus outros projetos não foi pra frente. JPX era o nome da marca. Fazia utilitarios 4×4 (que dizem ser muito bons por sinal).
      Busque por infos internet a dentro…

    • jaderf

      a JPX só nao foi pra fente porque o Eike na época fez errado, fez uma parceria com uma empresa Francesa (nao lembro se era Peugeot ou Renault) para o motor do jipe…ninguem gostou da manutenção e potencia do 3 cil., daí desistiu da idéia! O que é uma pena…se tivesse mudado para um motor mais nacional, ou até gasolina, talvez tivesse aí até hoje!!!

    • EuMeSmObYmYsElF

      <img src=http://www.4x4brasil.com.br/forum/attachments/jpx/383943d1354663220-alguem-lembra-desse-jpx-jpx-guara.jpg>

      um JPX bem tratado e preparado

      • 4lex

        tutorial pra postar fotos, comofaz ?

        se for tranquilo claro ..

        • 4lex

          e recomendo , se possivel, uma breve apreciada no sistema de eixo motriz para adaptar a mecanica do volks (motor e traçao diant.) no gurgel carajás (motor diant. e traçao tras.)..

          no http : / / www . gurgel800. com . br /publicacoes/mecanicapopular/2/, descreve o sistema desenvolvido e produzido com tecnologia cem porcento nacional ..

        • vagaroo

          COLAR IMAGEM
          Basta inserir o link entre os símbolos como abaixo:
          <img src="link da web">

    • jkpops

      Sim senhor tentou com a JPS que montava o jipe Montez……

  • Luiz Prestes

    Acho que o pessoal ou não entendeu ou foi brincadeira, a gente falava de montadora mais voltada pra veículos que são em sua maioria carros ate porque andar de trator e caminhão copia não agrega valor pro cotidiano HhuhauauhauaH !

    • careca

      Tenho um Agrale 8500 2011, na realidade pessoal Agrale é só a cabine e o chassi, o restante é produto de tecnologia extrangeira, pois a configuração do meu é a seguinte:

      MOTOR: MWM 4.12 TCE
      CAIXA: EATON
      DIFERENCIAL E EIXO TRASEIRO: MERITOR
      CARDÃ: DANA

      Notem que é a mesma configuração do VW 8.150, valeu!

    • A. Soares

      Grandes fabricantes de automóveis hoje começaram fabricando tratores, caminhões e aviões.

      • Pedro

        Algumas outras montadoras são líderes em outros segmentos também:

        – Honda (geradores)
        – Kawasaki (automação industrial)
        – Hyundai (estaleiros, fabricante de navios)

        Exclusividade no negócio não significa qualidade. Nem é importante também.

  • Bruno Alves

    Como não temos montadoras nacionais? Nós temos várias.
    Troller, TAC, Agrale, Chamonix, Lobini, Sigma e San Vito.
    E eu não entendo porque todo mundo aqui não considera SUV's, picapes e utilitários como automóveis. Para mim o Marruá, o Troller e o Stark são automóveis e não devem ser desconsiderados.

    • Leandro1978

      Troller é Ford.

      • Bruno Alves

        Seguindo seu pensamento, Ferrari é Fiat, Land Rover é Tata, Chrysler é Fiat…

        • Leandro1978

          O tal do lucro vai para quem? Não são vocês que defendem montadora genuinamente nacional devido aos lucros "ficarem" no país? Então, no caso da Troller isso acabou quando foi vendida para a Ford. Entendeu agora? No caso da Ferrari e da Fiat são italianas. Para onde vai o lucro da LR e a Chysler?

          • alfredo_araujo

            Se a matéria prima é comprada aqui, o produto é fabricado aqui, e o lucro dessa venda é tributado, qual a diferença de ficar aqui e sair ?

            • EuMeSmObYmYsElF

              se for assim, Volkswagen é nacional, Fiat é nacional e por aí vai.. essa discussão "tal fabricante é de tal país" já não faz muito sentido devido aos grandes grupos que elas formaram…

      • Hofmann

        Certo, então Volvo é Geely, Land Rover/Jaguar é Tata? Não faz sentido. Troller é tão brasileira quanto a Volvo é sueca.

        • Leandro1978

          Leia o que escrevi acima.

          • Hofmann

            "Vocês defendem…". Cara, nunca falei nada de remessa de lucro, então esse comentário não me diz respeito. Minha opinião é clara e não há margem para interpretação: vá na Suécia e pergunte a qualquer um se a Volvo é chinesa… É simples. Essa polêmica toda é porque a Troller tem origem brasileira, em qualquer outro país que ocorreu o mesmo processo de compra, a montadora não deixou de ser nacional. É a famosa síndrome de coitadismo que impera no nosso país.

            E tem mais: os lucros da Chrysler estão indo direto para os cofres da Fiat e a Fiat está desenvolvendo com suas próprias plataformas e motores, os novos modelos Chrysler. Isso torna a Chrysler italiana? Pergunte a qualquer um por aí… Da mesma forma, o dinheiro da Volvo está na mão da Geely, o da LR vai parar nas mãos da Tata, etc; não se iluda. A diferença das duas últimas é que a marca que comprou tem dinheiro, mas não tem tecnologia, aí o processo é inverso: a Geely é que tem ajuda da Volvo para tocar projetos.

            Agora, me diga: qual a diferença entre o caso da Chrysler e o da Troller? São duas diferenças: a Chrysler não tem origem brasileira e a Troller não tem o tamanho da Chrysler. Fora isso, é a mesma coisa. E a Troller ainda é mais "nacional" do que a Chrysler, afinal, o desenvolvimento do novo T4 é feito por uma equipe de engenharia brasileira (exceção ao motor de origem MWM), enquanto o Dart e o novo Jeep e todos os Chrysler daqui pra frente são e serão quase 100% Fiat/Alfa Romeo. Tudo bem, você pode ter sua opinião e eu respeito, mas não concordo de jeito nenhum.

            • Bruno Alves

              Concordo com tudo que o Hofmann escreveu.

              • xrs250

                Eu também concordo com o Hofmann.

            • Magno

              Com essa globalização, daqui alguns anos não haverá mais esse papo de ser genuinamente americana, brasileira, sueca, chinesa etc etc, todos projetos estão sendo globalizados, vide caso do novo Ecosport que foi desenvolvido em colaboração com engenheiros da Ford Brasil, a Geely chinesa, desenvolvendo seus produtos usando know how da Volvo que é de origem sueca e a fusão mais recente entre o grupo Fiat da Itália com a Chrysler americana, e por aí vai.. poderia citar " n " exemplos em todas as aréas. Esse lance de patriotismo será coisa do passado, aliás, já está sendo assim em muitos casos. Agora, aos que torcem por uma fábrica genuinamente brasileira ; esqueçam ! isso nunca existirá.

              • Hofmann

                A globalização, produção descentralizada, etc; não muda a origem das empresas. Você está enganado por dois motivos: primeiro que, se não existe nenhuma fábrica brasileira, também não existe de nenhum outro país, pois todas produzem e usam componentes com diversas origens. Se você se referiu a uma grande fabricante, aí posso concordar, não temos, nem teremos.

                Segundo esse pensamento seu, todas as fábricas hoje então seriam "globais", sem nacionalidade, o que obviamente, é um delírio. Segundo que " esse lance de patriotismo" não é coisa do passado, basta fazer uma pequena busca no google sobre as marcas mais vendidas nos países da Europa e ver que as de origem nacional (muitas que já não são independentes há tempos, como Seat, Skoda e Dacia, p. ex.) são líderes ou vice-líderes. Um dos poucos países onde patriotismo não existe é o Brasil mesmo.

                • Magno

                  (A globalização, produção descentralizada, etc; não muda a origem das empresas. ) Concordo ! Mas isso não muda o conceito do que seja globalização , que é uma empresa americana ou de outro país qualquer produzir em qualquer parte do mundo. Correto ? E isso é determinado por uma série de variantes que não vou descrever aqui até porque no final das contas é tudo em função do lucro.

                  (Segundo esse pensamento seu, todas as fábricas hoje então seriam "globais", sem nacionalidade, o que obviamente, é um delírio.) Eu coloquei essa situaçao no futuro, não acho que seja um delírio, veja só a Europa por exemplo , cada dia que passa mais barreiras são rompidas, como as comerciais , moedas etc etc e, daqui alguns ou muitos anos a tendencia é que acabe as fronteiras e a Europa se torne uma única nação. E isso pode se tornar uma tendencia mundial, talvez não aconteça na nossa geração mas..quem sabe ! Hoje em dia as mudanças ocorrem tão rápidamente.

                  • Hofmann

                    A União Europeia já é uma única nação no sentido econômico e de certa forma, político, mas o nacionalismo ainda impera de forma muito acentuada. Duvido muito que isso vá mudar. Aliás, acredito que, com tantos problemas pontuais em determinados países, o que, devido à estrutura econômica daquela região, acaba afetando todos os outros, a tendência é que a União Europeia se dissolva ou perca membros daqui pra frente. Isso caso nada mude na economia mundial em crise há anos.

                    Voltando ao nacionalismo. Como eu disse, basta ver os rankings de vendas de automóveis. Todos os países que tem a sua marca de automóveis colocam ela como a mais vendida ou no máximo a segunda, mesmo que aquela marca não tenha mais nada de nacional, como é o caso de Seat (Espanha), Skoda (Rep. Tcheca), Volvo (Suécia), Vauxhall (Inglaterra), entre outras, que já não tem capital nacional nas atividades – e no caso da Seat, Skoda e Vauxall, não tem mais nada de nacionais, são apenas VWs e Opels, respectivamente, simplificados, com outra roupa e às vezes nem isso.

                    Em resumo, o que eu quero dizer é: hoje em dia Seat, Skoda e Vauxhall não tem nada de nacionais, pois as duas primeiras usam plataforma, mecânica e tecnologia VW e a terceira hoje em dia é apenas a Opel da Inglaterra. Mesmo assim, os espanhois, tchecos e britânicos continuam tratando-as como nacionais (e colocam-nas no topo ou perto do topo das vendas), pois a origem delas é de lá e elas produzem lá, independente de tudo. Fazendo o paralelo com a Troller, ela será sempre brasileira, independente de usar tecnologia, capital e ser de posse da Ford. É a minha visão.

            • EURIPEDES

              Briguem até!!!
              Enquanto isso,vou sonhando com minha marruá AM 150 CAB. DUPLA no sertão do nordeste.

              • Leandro1978

                Ninguém está brigando, apenas temos visões diferentes. Eles possuem as deles e eu a minha, cada um defendendo o seu ponto de vista, com respeito às opiniões contrárias. Não há briga.

            • CyborgPilot

              Muito bem Hofmann, gostei da sua interpretação.

      • jao_simonetti

        A Ford comprou a Troller, mas os primeiros modelos não tinham nem investimento da americana.

    • hugogyn94

      Nem todos conseguiram sobreviver no mercado,mas alguns sobreviveu.
      Troller foi salvo pela a Ford.
      TAC é mais um tentativa,nunca ouvi este mais.
      Agrale,nossa eu vejo uns monte.
      Chamonix tentando ser um Porsche nacional.
      Lobini já faliu ha muito tempo,por ser caro.
      San Vito nunca deu certo.
      Sigma fez muito sucesso nos EUA,usando seus motores do Corvette.
      Não se esqueça temos o Marcopolo que é famoso no Oriente Médio.

      • Bruno Alves

        É que na verdade Marcopolo já é ônibus, sai do segmento de automóvel.

        • hugogyn94

          Mas tbm é automóvel nacional.

  • João Paulo

    O Eike Batista não só tentou criar uma montadora nacional como conseguiu quebrá-la muito antes da OGX rsrsrsrsrsrsrsrs

    • yagogabriell

      Pelo menos tentou né..

  • Acelerando

    Não sei como está hoje, mas os primeiros modelos do tratorzinho modelo 4200 refrigerado a ar , dois cilindros e 4100 de um cilindro apenas vazavam óleo por todos os lados ( defeito crônico) e barulhentos ao extremo. Compraria um caminhão ou micro ônibus da marca somente após muita pesquisa.

    • peterson

      olha vejo vários micro ônibus Agrale acho que eles possuem alguma competência sem falar que nessa época que você citou eles tentaram usar alguns motores de tecnologia duvidosa

    • clayton

      cara os micro-ônibus da volare (marcopolo) possui chassi Agrale e motor MWM (motor brasileiro), as cooperativas de SP tem aos montes, conheci um instrutor da auto escola q meu pai tirou a carta "D", ele tem um volare a8 2003 e só fala mil maravilhas do micro!

      • Zéw tros

        Os Volare tem a opção do chassi Mercedes LO-916 Blutec5 também.

  • peterson

    as motos foram produzidas até 1997 sendo que também teve motos Husqvarna WR 250 Agrale, Cagiva Mito e Planet ,
    me lembro que a agrale patrocinava o seriado Armação Ilimitada da TV globo
    versão/cilindrada/potencia
    16.5 125cc 16.5cv
    27.5 190cc 27.5cv
    30.0 190cc 30cv
    números que os concorrentes mesmo os que usavam motores 2t tempos não possuíam na época.
    agrale também produziu uma moto com o motor 4 tempos em parceria com a Cagiva foi a roadster 200 com um design semelhante ao da Yamaha Vmax 1200 , mais nessa época o número de concessionarias já era bem menor que na época dos modelos sst, sxt e elefant

  • Cassio

    100.000 caminhões? Mesmo com produção desde 1982 é raro ver caminhões da marca…

    • heliofig

      A Agrale vende muito na região Sul.

    • EURIPEDES

      É raro por puro preconceito com marcas nacionais ,só isso.
      Temos um ótimo produto nas mãos.
      Tem cliente mais exigente do que os das frotas militares?
      Quando o patrão faz a aquisição de um equipamento,quem avalia,não é o operador?
      Então pesquise e verá para onde a AGRALE enviou seus produtos auto motor.

    • Em 1989 quando decidi comprar um caminhão da Agrale – que é muito bom e o tenho até hoje – tentaram me dissuadir de todas as maneiras, diziam que ele não tinha estabilidade nem resistência, que não duraria seis meses, que eu não encontraria peças de reposição e uma porção de outras bobagens, que se revelaram totalmente falsas, principalmente porque o Agrale não quebra e nem enguiça.
      O brasileiro em geral tem muitos preconceitos contra os produtos nacionais e de países sem tradição automobilística, esse preconceito está atingindo agora os carros chineses, que vem sendo classificados como lixo por pessoas que nem os conhecem e que nunca andaram em um deles.

      • xrs250

        Sobre a Agrale é puro preconceito mesmo. se não me engano em 1989 os motores já eram MWM ou não? se forem é puro preconceito mesmo.

        • Silvano Campini

          O Motor do 89 é MWM sim e vinha com garantia de 50 mil Km, aliás o Agrale tinha ou tem uma garantia sui-generis porque o câmbio era fabricado e garantido pela Clarck; o diferencial pela Braseixos; o sistema elétrico pela Bosch e assim por diante via-se que na sua montagem só eram usadas partes de alta qualidade. A cabine de fiberglass era garantida por 5 anos, mas acho que a podiam garantir até por 50, porque é literalmente impossível destrui-la, a não ser com fogo. Uma vez um carro dirigido por uma senhora colidiu com a lateral da cabine do meu Agrale, quando fui descer para conferir os estragos, a mulher cujo carro ficara bem maltratado, disse que não foi nada e que eu podia ir, contente por não ter havido discussão fui embora, só ao chegar é que descobri que a batida tinha rachado a cabina em quase um metro de extensão. Comprei uma lata de resina e uma manta de fibra de vidro e em menos de 2 horas deixei o caminhão como novo com um gasto de menos de R$ 50,00.
          Será que existe coisa melhor?

          • jonasperola

            Agora em termos de segurança, o pessoal abomina as cabines de fibra de vidro por não ter restitencia nenhuma em colisões que dependendo do grau o estrago seria ivevitável, mais para repara-la vi que o próprio dono faz deixar numa funilaria o que demora um tempo consideravel pra fazer o reparo, mais enfim foi uma boa compra, parabens!!!

            • Ivan Luiz Bertoni

              Atualmente as cabines possuem uma gaiola tubular.

  • zeuslinux

    Bem, a Lamborghini começou na Itália justamente fabricando tratores e depois passou a produzir carros esportivos.

    O governo bem que poderia incentivar a Embraer a produzir automóveis. É uma empresa com bastante tecnologia mas que ainda não fabrica os motores e turbinas dos seus aviões. Quem sabe ela pudesse começar fazendo motores para motos e/ou automóveis com projeto nacional. É o tipo de tecnologia que o Brasil precisa dominar, até por questões estratégicas militares. Num caso de guerra, até o motor dos veículos militares da Agrale são feitos por empresas multinacionais, deixando o Brasil numa posição delicada.

    A BMW, se não me engano, começou fabricando aviões, depois partiu para motos e só depois para automóveis.

    • peterson

      Rolls-Royce fabrica as turbinas dos aviões da Embraer

    • Megabrou

      Airbus e Boeing também não fabricam. Assim como os motores diesel, sai mais barato comprar de outro fabricante especializado por causa da economia de escala.

      • 3ic

        exato, assim como a marcopolo ja cogitou fabricar seus proprios propulsores mas desistiu

    • jogador

      Excelente idéia, mas é factível? Se fosse, não teria a Embraer com domínio de informações de mercado, feito?

    • Castle_Bravo

      O "governo incentivar" é literalmente dar o teu dinheiro para os acionistas da empresa, sendo que ela certamente iria te cobrar de novo, caso tu quisesses comprar um produto dela.

    • jao_simonetti

      BMW começou com motos.

      A Rolls Royce fabrica motores de aviões (o famoso Merlin, do P51 Mustang) desde os primórdios, assim como as finadas Hispano Suiza (França), Packard (EUA) e Isotta Fraschini (Itália), que fizeram os melhores automóveis de luxo no entre guerras. A GM tinha um motor diesel chamado de Detroit, que era usado em navios – o caminhão se tornou popular no Brasil pelo nome GMC Marítimo.

      A Lycoming, fabricante de motores de aviões, cedia nas décadas de 20 a 30 motores para automóveis, como o Cord (o modelo 812 tinha compressor no motor V8 Lycoming), Stutz e Gardner, marcas americanas.

      Os aviões da Luftwaft alemã tinham motores Maybach V12; Tanques de guerra alemães, como o Panzer, tinham motores Maybach a diesel.

    • hugogyn94

      O Spyker tbm começou nos aviões,depois foi pra carros.

    • Davi8u

      A Saab comecou fabricando avioes e depois transferiu essa tecnologia pros carros. Ha pouca coisa que se possa tranferir. Uma eram as portas viradas fazendo o contorno do teto em vez de ter calhas de chuva deixando assim mais aerodinamico. O resto e aluminio e arrebite e logico um ou mais motores.

    • matheus reis

      nao nao. A BMW começou a fabricar elices para barcos e navios. dai o simbolo da empresa

  • juca jones

    Se as motos eram um sucesso, por que eles pararam de fabricar?

    Deviam voltar com as motos e arriscar um carro… eles conseguem, pois o tal Marruá é bem mais complicado do que um hatch/sedan compactos.

    • peterson

      acho que a fabrica nacional que teria know-how para fabricar veículos é a Marcopolo já que é a maior fabricante de ônibus do mundo também possui a maior fabrica do mundo na Índia ou a Randon que fabrica retroescavadeiras e veículos para mineração

      • Davi8u

        A Marcopolo so produz carrocerias sendo que os chassis e motores sao supridos por Scania, Volvo, Volks e etc.

  • peterson

    as motos foram produzidas até 1997 sendo que também teve motos Husqvarna WR 250 Agrale, Cagiva Mito e Planet ,

  • Diego Lip

    A Agrale a Marcopolo firmaram, parceria em 1998 e não em 1988.

  • O Brasil não tem fabricante legitimamente brasileiro? tem sim, mas porque não recebem incentivos pra se tornarem competitivas frentes as grandes montadoras 'nacionais'(que só montam carros aqui)? A Troller já foi comprada pela Ford.

  • Mundico

    Jeep da UN muito legal, lembra o Humvee…

  • Antonio Vasconcelos

    Montadora 100% brasileira: Troller

    • Anderson_sp

      Era, hoje em dia ela é da Ford.

      • ALVIN1982

        Nasceu no Brasil é brasileiro. Então se vc fosse pra china e não voltasse mais vc seria chinês? Poderia ter a cidadania chinesa, mas morreria brasileiro.

        • azardo

          Então a Lenovo é americana…

        • Anderson_sp

          A origem pode ser, mas 100% tá mais que errado, quer comparar pessoas com produtos já começa errado, várias empresas adquirem outras, isso é negócio, a Lenovo como o amigo disse aí comprou a divisão de PC's da IBM, comprou a CCE e nas últimas semanas a Motorola, elas são de nacionalidades diferentes, mas passa a ser de única que é a chinesa Lenovo.

          Outro exemplo no ramo automotivo, a Lamborghini é italiana de origem, mas a dona dele é a alemã VW, não tem como falar que é 100% italiana, pois quem controla é uma empresa alemã.

  • adrisev

    Infelizmente damos pouco valor ao produto nacional… por preconceito… Mas nesse caso estamos errados… os produtos Agrale são ótimos… tanto que o jipe Marruá foi homologado pelo exercito e é exportado para diversos países… É ISSO… FALTA UM POUCO MAIS DE DIVULGAÇÃO E INCENTIVO…. mas a empresa está no caminho certo…

    • jogador

      Quase toda comida da minha casa é nacional, creio que na sua também, mas eu não compro porque é plantada no Brasil, mas pela qualidade do produto brasileiro.
      O maior furo do nacionalismo econômico ou proteção comercial nacionalista como ideologia é que só funciona se o seu país SOMENTE implementar a política e os OUTROS não. Se todos osm países assim o fizessem, os efeitos supostamente benéficos seriam neutralizados. A conhecida falácia de composição.

  • rafa_rafa

    Sou patriota SIM e compro um Agrale assim que lançar.

  • adrisev

    A Agrale poderia se aventurar em um nicho restrito… por exemplo: lançar um super esportivo…

  • BlueGopher

    Curiosidade:
    O primeiro caminhão leve da marca, o TX 1100, foi batizado como "TX" em divertida homenagem ao fundador, Francisco Stédile.
    Seu apelido na fábrica era Tio Xico (TX)…

    • azardo

      Ele dá nome ao estádio da SER Caxias

  • Kyo 2

    Legal ver que é 99,9% brasileira…já vi alguns modelos citados e até que gostei um pouco de alguns…o ônibus é bom, confortável…o caminhão azul meu tio teve um por um bom tempo e dava poucos problemas…só as coisas de rotina mesmo!Bem que poderiam investir em carros no estilo do Tata Nano que acho que eles iriam vender feito água!! (y)

  • José

    Esses microônibus Volare que são feitos pela Marcopolo com motor da Agrale são muito bons. Bom desempenho, motor econômico e preço de manutenção na mesma faixa de Mercedes e Volks.

    • São muito bons mesmo (a maioria dos perueiros daqui já tiveram Volare Agrale), pena que são apertados por dentro (mesmo para quem não é grande como eu).

    • Ivan Luiz Bertoni

      Negativo.
      A carroceria é Marcopolo e todo chassis é Agrale (longarinas, eixos, motor, caixa)
      E como nos VW, Volvo, Iveco o motor é MWM, transmissão Eaton, eixos Meritor ou Dana.

  • Kadu

    Aqueles veículos militares tem um visual muito legal. Eles devem vender versões civis, não? Se vejo a galera andando na cidade com Land Defender, Jeep Wrangler e Troller, não vejo porque não usarem também um desses Agrales.

  • Tosoobservando

    Se fosse uma empresa japonesa faria de carros a eletronicos, estaleiros, navios, etc…

  • ivonatto

    A Agrale tá na área, mas falta concessionarias que tenha um mostruário para o publico em geral, e uma mídia local.

  • Rogerio_R

    Mas os motores são MWM uma empresa que veio da Alemanha na década de 1950 e desde os anos 2000 é MWM International do grupo americano Navistar. Então a montadora Agrale pode ter nascido aqui, mas os componentes ainda tem tecnologia que depende de estrangeiros. Ex.: a Scania e Volvo são uma empresa 100% nacional, mas lá da Suécia já que todos os componentes são projetados e feitos lá.

    • marcio

      Amigo ela é montadora e não fabricante, você sabe a diferença????????

    • Zéw tros

      A grande maioria dos componentes dos produtos Scania e Volvo são projetados e fabricados aqui no Brasil mesmo ou em conjunto com a engenharia dos dois países. Isso pra poder se beneficiar do FINAME

      Um exemplo disso é a caixa de marcha automatizada da Volvo chmada I-Shift, que era importada e já há muitos anos é abricada qui no Brasil, assim como o eixo traseiro dos caminhões da marca. Além disso, nos caminhões da linha VM e no ônibus de motor dianteiro da marca, a Volvo utiliza o motor MWM, câmbio Eaton e eixo traseiro Méritor, tudo fabricados aqui no Brasil.

  • Rogerio_R

    Mas a Agrale está melhorando muito, tem caminhão médio 6×2 e a cabine tem estrutura tubular de aço de alta resistência, ou seja, ficou mais segura. http://www.agrale.com.br/pt/caminhoes-medios

  • Manoel Gondim

    A gente quer montadora de carro de passeio!

  • Castle_Bravo

    Incrível como uma família empreendedora como a que criou a Agrale pode gerar uma das figuras mais repugnantes da política nacional, e inimiga do empreendedorismo.

    • rafaelobss

      Não conheço, quem é essa pessoa?

      • 72007998

        stedile, lembrei do cara do mst.

    • Pedro_Rocha

      Isso já aconteceu em outras famílias: Osama Bin Laden é filho de um dos maiores empreiteiros do Oriente Médio.

  • vagnerclp

    Lembrei da pioneira e finada Busscar – Nielson quando vi a foto do ônibus Urb****s Pluss, ainda não acredito que a incopetência dos filhos do fundador fizeram a empresa falir…uma pena a falência da empresa que tinha uma grande abrangência nacional. (Não quebrou por falta de vendas, pois encomendas tinham de sobra), o que faltou foi uma boa administração. Empresas como Gontijo e Viação Garcia tinham frotas praticamente composta por carrocerias da Busscar. O que se vê hoje é o monopólio da Marcopolo no setor de carrocerias rodoviárias e da Caio no setor de carrocerias urbanas.

    • jkpops

      e vc nem sabia que a caio e a marcopolo criaram uma joint venture para em breve talvez gerir as 2 marcas

      • azardo

        temos a Neobus tb!

        • Zé tros

          Neobus, Mascarello, Comil, Irizar e Maxibus. Além da Marcopolo e Caio. Então, em se tratando de carrocerias, o que menos temos é monopólio.

      • vagnerclp

        Aí é tenso hein. Não sei se a Comil aguentaria….A Neobus já tem um braço da Marcopolo.

    • jonasperola

      É a Busscar que fabricou as carrocerias do Volvo B58 e B10M, esses onibus são verdadeiros clássicos.

  • Anderson_sp

    Ônibus da Agrale eu nunca vi igual esse da foto com carroceria Busscar, chassi Agrale e motor ??? agora os caminhões pequenos eu vejo de vez em quando.

    • clayton

      tinha duas opções de motor: MWM e CUMMINS (do ford cargo 1517),eu ja me deparei com um desse com carroceria san marino neobus spectrum bem raro de ser ver pois as empresas preferem mercedes ou volks! http://viacircular.com.br/site/?page_id=343

    • jkpops

      agora a Agrale deu um grande passo lançou em outubro o chassi MA 17.0 que disputará com os MB1721 e os VW 17.230 andei com um e me surpreendi muito bem acertado conjunto cambio motor muito silencioso e econômico pra mim vai ser sucesso de vendas já tem algumas empresas comprando e varias testando esse chassi pode ver fotos dele em http://onibusbrasil.com/modelos/chassi/agrale/ma_

      • Zé tros

        O MA 17.0 é um "genérico" do chassi anterior da VW, o 17.230 EOD.

  • Diggo

    Os caminhões da Agrale realmente deixaram de ser os patinhos feios, sinceramente eu acho os Agrales os mais bonitos entre todos do mercado.
    Agora trator, a Agrale sempre foi preferência nacional, agora que entrou no mercado grandes empresas que tem batido de frente com a Agrale.

  • adriano1989

    Na verdade o que o queremos é uma montadora nacional que tenha uma participação expressiva no mercado, para mostrar o potencial do país, acho que uns 5% de participação das vendas já seria bem interessante!!!!

  • lcac123

    Devia ter mais reconhecimento do público geral, né? Muito legal!

  • 4lex

    tambem a gurgel e cbt mereciam um melhor apoio (tecnico, logistico, fiscal) mas acabaram falindo ..

    torço pra que a agrale (e tambem a troller) continuem bem no mercado ..

  • CharlesAle

    O caminhãozinho do topo da matéria,o TX,faz mais barunho que um Boeing levantando voo,uma desgraça total!!!!!!!!!

  • jkpops

    Agora a agrale vai crescer no mercado como chassi MA17.0 que vai concorrer na categoria de 17 toneladas com motor dianteiro esse segmento representa 40% do mercado total de ônibus no brasil e já tem algumas empresas comprando esse chassi acho que fará sucesso pois é mais econômico e silencioso que os concorrentes VW 17.230 e MB 1721 o governo poderia incentivar a agrale a colocar no mercado nacional um carrinho popular e alguns modelos de nicho furgão e picapes leves

    • Zéw tros

      Comprando ainda não tem não. Algumas poucas empresas estão testando. As empresas daqui de Salvador não quiseram nem saber dele.

  • Heisenberg

    Enfim a única e uma velha conhecida, mas ainda se apoia em tecnologia importada.

    Quanto ao chassi midibus MA 12.0 deve ser o mesmo usado nas Volares Escolares.

    • Zé tros

      Os chassis dos Volare são dos micros MA 8.5 ou MA 9.2. O MA 12.0 é de uma categoria acima dos micros.

      • jkpops

        Agora tem também o MA15.0 e o MA17.0 esse ultimo vai disputar na categoria que mais vende a de ônibus urbanos com motor dianteiro já tem alguns nas ruas acho que em são paulo as cooperativas vão aderir em massa ….

  • Em 1989 comprei um caminhão Agrale 1600D com motor MWM de 3 cilindros e o tenho até hoje, não é um caminhão muito sofisticado mas é muito bem construído e resistente e até hoje não apresentou nenhum defeito grave, apesar de às vezes ter sido carregado até com o dobro da sua capacidade nominal .
    Parabéns à Agrale por produzir produtos de tão alta qualidade.

    • xrs250

      Ah tah agora eu sei que é MWM é por isso ajudou nas peças é puro preconceito do pessoal.

    • Sérgio

      Ele faz quantos quilômetros com um litro na cidade e na estrada, e qual a velocidade máxima e de cruzeiro?

  • xrs250

    Agora eu sei de um 8500 do modelo 2003 que o dono é só elogio e o mesmo MWM usado no Volkswagen.

  • Milton

    Pode pesquisar e encontrará alguma força oculta por trás que impede o deslanche da Agrale. É sempre assim.

  • Alexandre

    engraçado é ver o pessoal chamando o velho ENGESA de imitação de hummer… tou ficando velho mesmo… ninguém mais o conhece….

  • vagnerclp

    No Brasil é assim. Enquanto a "presidenta", ajuda na construção de portos cubanos, as nossas empresas quebram:
    Gurgel
    Mafersa
    Busscar Nielson
    Cobrasma
    etc
    Todas estas empresas eram brasileiras e tinham bastante potencial…não sei se tem alguém aqui que já andou num ônibus da Mafersa, meu, que máquina….quem quiser é só procurar pelos videos do M210 no youtube.

    • malaman

      Uma coisa não redime a outra. Assim como não é papel do governo fazer portos em outros países, também não é o de salvar empresas mal administradas.

    • 4lex

      alem de gurgel e mafersa (sim , lembro dos espaçosos onibus biarticulados dos idos de 1996-98) tinha a cbt que fabricava tratores e chegou a produzir um jipe 4×4 ..

      deveriam ter sido tratadas de modo diferenciado (como laboratorios ligados as faculdades de engenharia talvez) por desenvolver tecnologia nacional;

      já que na mesma epoca teve o proer que salvou alguns bancos e tornou outros vendaveis para privatizaçao gastando bilhoes de reais ..

      falta uma politica de estado no setor de transportes (seja de grande ou pequeno porte) ..

  • Magnao Cordeiro

    eu tive uma Elefantré 30.0 1991 em 1995 , era uma moto e tanto , além de andar muito mais que as DT200 , era a única moto 2 tempos com partida elétrica a venda!!!Show de bola!!!!

    Brasileiro é uma racinha desgraçada mesmo , vive reclamando que no Brasil não existe nada que presta e não dá valor ao que se produz aqui .

  • jonasperola

    A COPEL tem na frota varios MARRUA, e digo com propriedade encara todo tipo de terreno, o que S10 e hilux (versão anterior) encaram, essa vai lado a lado.

  • #C#J

    Infelizmente a agrale, só tem condições de concorrer nos campos que hoje já concorre, qualquer outra tática será uma aventura trágica. Mesmo assim, onde concorre, sua participação é pequinissima. Assim como eu falo, é muito dificil mudar a situação do país, e não é só a politica não, o preconceito com algumas marcas também são o retrato dessa situação.

  • Bbens Promotora

    A Agrale sempre tive como referência. Lembro bem das motos, inclusive tive uma. Acredito a empresa tenha um potencial para crescimento enorme.

Quem somos

O Notícias Automotivas é um dos maiores sites automotivos do Brasil, trazendo todas as novidades sobre carros por mais de 11 anos. Saiba mais.

Notícias por email

Send this to a friend