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Avaliação: Renault Captur falha em eficiência e espaço

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O Renault Captur chegou, antes tarde do que nunca. Enquanto o Duster é espartano, o novo utilitário esportivo da marca francesa aposta no estilo que o romeno deveria ter e, assim, une beleza e robustez, um casamento que seria perfeito no Brasil, se não houvesse alguns detalhes não muito agradáveis em seu projeto e proposta.



Tomando como base o belo Captur francês, que é menor, o SUV da Renault ganhou um “K” a mais em tamanho, porta-malas e resistência para agradar na Rússia. É essa proposta – ou quase toda ela – que chegou ao Brasil. Um SUV maior, aparentemente mais espaçoso e pronto para ocupar uma faixa acima do Duster.

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O visual realmente é interessante, mas parece que chegou antes do previsto pela Renault no Brasil, que aparentemente não teve tempo de – ou não quis – desenvolver motor e transmissão adequados ao modelo. A oferta até agora é de um 1.6 manual e um 2.0 com um longevo e inadequado automático de quatro marchas. O 1.6 CVT chega nos próximos dias para quem sabe ser o salvador da pátria. Mas ele ainda não completa a gama, que terá mais adiante o esperado (e desejado pela Renault) 1.6 TCe ou SCe com turbo.

Enquanto ele não chega, o Captur 2.0 serve de tampão com seus bons 148 cv e 20,9 kgfm quando com etanol, mas limitado pela caixa automática. Ele e a proposta de acesso deram até maio 3.346 emplacamentos, colocando o utilitário esportivo da Renault em 13º no ranking dos SUVs no mercado nacional.

Da mesma época, o Creta vendeu 13,8 mil e o WR-V outros 4,3 mil. Os números refletem a falta de opções do franco-brasileiro, especialmente da versão 1.6 CVT. Mas será somente isso? Avaliamos o topo de linha Intense 2.0 AT4 que custa (após reajuste por conta da nova versão 1.6 CVT) R$ 91.900 e R$ 93.300 com pintura com dois tons. Essa opção tem bons itens por conta de seu preço, mas o recheio vem no meio de duas fatias que poderiam ser mais saborosas.

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Por fora….

Alguns podem discordar, mas o Renault Captur é um dos utilitários esportivos mais bonitos do mercado nacional. Ele é longo e passa uma impressão de ser baixo, tendo um generoso entre eixos – 2,67 m, o maior do segmento – além de balanço dianteiro curto. Com isso, os ângulos de entrada e saída são bons, assim como a altura em relação ao solo.

O visual é agradável e conta com faróis dotados de projetores tipo canhão, LEDs diurnos incorporados ao para-choque e até faróis de neblina de LED, que contrastam com um conjunto ótico com lâmpadas comuns. Há função de conversão estática também.

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A grade rebaixada na parte central e os LEDs em “C” dão um aspecto bom ao frontal do Renault Captur. O capô é curto, enquanto teto, retrovisores e colunas são pintados de preto. O uso de dois tons ajuda a dar uma impressão visual mais marcante ao Captur, porém, é opcional por R$ 1.400. Na traseira, as lanternas são compactas e dotadas de vincos triplos em “C”.

Detalhes cromados na tampa do porta-malas e para-choque dão um ar mais chique ao Captur Intense, assim como nas laterais. As rodas de liga leve aro 17 também apresentam um bom aspecto. Chama atenção as formas lisas e curvadas para dentro nas laterais. Mas, nem por isso o SUV passa perto de ter problemas com impactos laterais. Recentemente ganhou 4 estrelas no Latin NCAP.

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Por dentro….

Essa solidez vista no crash test não é por acaso. Basta abrir e fechar as portas para perceber que o Renault Captur tem uma boa rigidez estrutural. Ao entrar, o interior – nesta versão de cor branca com preto – dá as boas-vindas com uma bela padronagem em dois tons, sempre remetendo ao exterior. O ambiente é claro e convidativo.

Diferentemente da versão com bancos em couro preto, o Captur Intense 2.0 com bancos em tecido/couro tem um ambiente interno mais chamativo, já que os assentos possuem tons de branco e cinza no couro das laterais e malha branca sobre fundo escuro na parte central. Mas não fica por aí.

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Embora a parte superior dos bancos seja em couro cinza escuro, a parte inferior do painel e metade das portas também é em cor branca, enquanto teto e colunas são na cor bege. O banco traseiro chega a ter o terceiro lugar em couro cinza escuro, enquanto as portas têm apenas apliques brancos. A versão toda em couro tem aspecto mais luxuoso, mas não tão atraente e ainda custa mais: R$ 1.500.

O painel tem um cluster análogo-digital bem resolvido e de boa leitura. Tendo indicador de função Eco, além de computador de bordo. Na parte central, um acabamento em preto brilhante com cromados envolve a multimídia Media Nav 2.0 e o ar-condicionado automático.

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A primeira tem GPS de difícil manuseio. Bastou tocar na tela durante a condução e a navegação fica comprometida. Também foi difícil localizar uma cidade em específico, acabando por cair em um bairro de outro estado. A pontuação para condução eficiente ajuda a buscar mais economia, assim como os dados de desempenho. A câmera de ré é um item importante em um SUV com seu porte. O resto se resume a conexões USB, auxiliar e Bluetooth.

O segundo é eficiente e gela rapidamente o interior. Não há difusores de ar na traseira, mas o sistema cumpre razoavelmente seu papel nesta área do carro. O painel conta com um porta-objetos na parte superior, mas peca pelo pouco espaço para copos no console, onde há uma fonte 12V. Logo acima, os destaques do Captur: botão de partida e slot para a chave-cartão. Não é necessário ligar com o carro com ela encaixada, mas é bom deixa-la carregando por lá.

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O volante tem bom aspecto e empunhadura, mas vem com dois inconvenientes. O primeiro é somente ter ajuste em altura. O segundo é ter piloto automático e limitador em três comandos. Esse é um infeliz padrão da Renault, onde a ativação dos dois é feita sob a alavanca do freio de mão. É ali também que fica o comando da função Eco. Na direção, de um lado o ajuste da memória e do outro, a de velocidade. O ajuste de áudio fica na coluna, sendo infelizmente o mesmo de Logan e Sandero.

As portas têm acabamento parcial em couro e preto brilhante, assim como vidros one touch e rebatimento elétrico dos retrovisores, mas sem indexação com as travas. Os comandos ficam em boa posição no geral. Bom também é o espaço do porta-luvas, que é iluminado. O condutor ainda tem ajuste em altura do banco e apoio de braço individual. Atrás, o banco bipartido é completo, incluindo Isofix e cinto de três pontos no meio.

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Mas, o espaço não é bom. Com uma plataforma de 2,67 m, o Captur obrigatoriamente tinha de ser generoso para as pernas de quem vai atrás, mas não é. Ele é bem mais apertado nesse sentido que o Duster. Mas o problema nem está no banco, mas na manobra da Renault para aumentar o porta-malas.

Sim, o banco foi empurrado para frente, a fim de que o bagageiro tivesse seus 437 litros garantidos. Isso acontece porque o projeto do Captur “russo-brasileiro” é baseado no Duster, que tem estepe e tudo sob o assoalho, na parte externa. Assim, raso, o compartimento de bagagens foi horizontalizado. Em outras palavras, o SUV privilegiou as malas em detrimento das pessoas. Nada bom.

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Por ruas e estradas….

O Renault Captur 2.0 apresenta um desempenho que poderia ser melhor para um SUV de porte compacto. O propulsor 2.0 16V tem concepção mais antiga, mas entrega 143 cv com gasolina e 148 cv com etanol, ambos a 5.750 rpm.

Os torques ficam na casa dos 4.000 rpm, sendo 20,2 kgfm com gasolina e 20,9 kgfm com etanol. São números bons e respeitáveis. O motor tem boa força em baixa rotação e não reclama de rotações elevadas.

Nas respostas ao acelerador, porém, o 2.0 Flex fica à mercê do câmbio automático de quatro marchas, que limita seu potencial e eficiência. De funcionamento suave e produzindo um baixo ruído, o propulsor trabalha com relações longas e pede marchas por volta de 2.000 rpm. Mas, logo fica evidente que alto giro é necessário para manter o embalo, chegando a altos 2.800 rpm em 110 km/h.

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Ainda assim, ele responde bem nas saídas mais vigorosas, enquanto as retomadas são apenas medianas. Mesmo no modo Eco, o 2.0 tem disposição para mover os 1.352 kg do Captur. Já o câmbio estica ao máximo a marca para oferecer uma performance adequada. No modo Sport, as rotações alcançam facilmente os 5.000 rpm, mas sem a resposta devida, por sua limitação de marchas.

Numa subida de serra, a rotação fica na casa dos 3.500 rpm em terceira, caindo para 2.500 rpm em quarta quando o piso fica um pouco mais plano. E assim o câmbio vai variando as marchas para manter o Captur em 100 km/h. Na cidade, porém, as quatro marchas fluem suficientemente, com um giro médio entre 1.500 e 2.000 rpm.

As trocas manuais são possíveis na alavanca, mas não dá para ir muito além em uma tocada esportiva. Se utilizasse um câmbio CVT, teria um funcionamento mais linear e melhor aproveitamento de potência e torque do motor. Mas essa oferta poderia matar em parte a proposta do 1.6 CVT, que será de mais eficiência e conforto.

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Com esses detalhes, o Renault Captur 2.0 fez 6,5 km/litro na cidade e 9,9 km/litro na estrada, ambos com etanol. Na gasolina, 8,5 km/litro no ciclo urbano e 12,3 km/h no rodoviário. Todos com modo Eco ligado. Sim, muito provavelmente seriam melhores no CVT, sem dúvidas. As trocas de marchas não são muito suaves e ao engatar Drive ou Ré, notamos um pequeno tranco.

Ao volante, o Renault Captur apresenta posição de dirigir razoavelmente confortável, já que não há um ajuste de profundidade e a posição de dirigir é bem elevada. Assim, condutor de estatura alta terá que gastar algum tempo adaptando-se. Logo de cara, pode-se notar uma repentina redução no funcionamento do motor ao se esterçar completamente a direção.

O sistema é eletro-hidráulico, consumindo assim energia do propulsor e do condutor, já que é bem pesado em comparação com um sistema hidráulico comum e muito mais em relação ao elétrico, que deveria ter sido usado no Captur e nos demais modelos da Renault. Já os freios atendem bem.

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No caso da suspensão, o Renault Captur pode comemorar a parte boa do DNA do Duster. O conjunto tem um bom ajuste entre maciez e estabilidade. Na estrada, a suspensão do modelo garante conforto ao rodar, sendo bem estável nas curvas e oferecendo tranquilidade em desvios rápidos de trajetória.

Mas, é nos pisos ruins e na buraqueira brasileira que o Renault Captur revela bons atributos. O SUV roda com desenvoltura em estradas com asfalto destruído, passando por buracos, valetas e pedras com conforto e sem bater no fim do curso.

Durante a avaliação, fomos obrigados a passar por trechos em obras, onde o pavimento nem existia mais, contando ainda com pedras e bloquetes soltos. Nesse ambiente, o Captur 2.0 saiu-se muito bem. Com o carro carregado de pessoas e bagagens, o SUV da Renault em nenhum momento raspou o fundo em lombadas grotescas, encontradas pelo caminho.

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O trabalho do McPherson na frente e do eixo de torção atrás foi cumprido. O conjunto apresentou robustez e conforto esperados em um SUV, mesmo contando com rodas aro 17 polegadas, calçadas com pneus 215/60 R17. Em cruzamentos de ruas com depressões como calhas de água, nada de raspão na frente do Captur. O modelo vem de série com controles de tração e estabilidade, bem como assistente de partida em rampa.

De modo geral, o conjunto de suspensão do Captur se mostrou tão bom quanto do Duster, sendo recomendado para quem tem que enfrentar vias com pouca ou nenhuma conservação. No mais, CVT, direção elétrica e ajuste longitudinal da direção já seriam um ganho enorme.

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Por você….

O Renault Captur mostra mais uma vez que não se pode ter tudo, especialmente no mercado brasileiro. Não estamos falando em itens de conforto ou mesmo de segurança, mas em relação aos benefícios que o projeto pode oferecer ao cliente, dadas as suas características.

O estilo é interessante e atrai pela mescla de tons e linhas bem sinuosas. O Captur parece grande e realmente é, ainda mais se considerarmos o seu entre eixos. No entanto, todo esse comprimento não é aproveitado pelo veículo. Falta um porta-malas mais profundo, que compense trazer de volta o banco traseiro e dar aos passageiros deste o espaço merecido.

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Não adianta ter o maior entre eixos e um dos menores espaços. Nem dá para comparar com o Honda WR-V, por exemplo, que tem 33 cm a menos no comprimento e 12 cm menos em entre eixos. O próprio Duster mostra, com seu acabamento frugal, que ninguém vai reclamar de espaço interno. Talvez com exceção desse detalhe, os demais apontados como deficientes no Renault Captur 2.0 podem ser corrigidos sem intervenção na plataforma.

Vamos esperar mais algum tempo e ver se um possível 1.6 Turbo CVT muda para melhor a performance e a economia do modelo. Pelo que podemos perceber, o Intense com motor 2.0 e câmbio automático de quatro marchas não era exatamente o que a Renault queria para o seu mais bonito SUV. Nem nós. Vale? Não, infelizmente. Mas nada está perdido, ainda. Logo mais o 1.6 CVT chega e aí veremos se este será mais viável.

Medidas e números….

Ficha Técnica do Renault Captur Intense 2.0 AT4 2018

Motor/Transmissão

Número de cilindros – 4 em linha, flex

Cilindrada – 1.998 cm³

Potência – 143/148 cv a 5.750 rpm (gasolina/etanol)

Torque – 20,2/20,9 kgfm a 4.000 rpm (gasolina/etanol)

Transmissão – Automática com quatro marchas e trocas manuais na alavanca

Desempenho

Aceleração de 0 a 100 km/h – 174/179 km/h (gasolina/etanol)

Velocidade máxima – 12,0/11,1 segundos (gasolina/etanol)

Rotação a 110 km/h – 2.800 rpm

Consumo urbano – 6,5/8,5 km/litro (etanol/gasolina)

Consumo rodoviário – 9,9/12,3 km/litro (etanol/gasolina)

Suspensão/Direção

Dianteira – McPherson/Traseira – Eixo de torção

Eletro-hidráulica

Freios

Discos dianteiros e tambores traseiros com ABS e EDB

Rodas/Pneus

Liga leve aro 17 com pneus 215/60 R17

Dimensões/Pesos/Capacidades

Comprimento – 4.329 mm

Largura – 1.813 mm (sem retrovisores)

Altura – 1.619 mm

Entre eixos – 2.673 mm

Peso em ordem de marcha – 1.352 kg

Tanque – 50 litros

Porta-malas – 437 litros

Preço: R$ 91.900 (base), R$ 93.300 (versão avaliada)

Renault Captur Intense 2.0 AT4 2018 – Galeria de fotos

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4.0

  • Rodrigo

    Não entendo qual foi a dificuldade em utilizar o GPS desta central da Renault.
    Eu já utilizei várias vezes e é simples como em toda central multimidia.
    Qual cidade/bairro foi procurado que não foi encontrada?

    • Cesar

      Também não sei. Todas as avaliações de veículos da Renault destacam a simplicidade de uso desta central.

    • Leonardo

      Se o teste foi feito em Brasília (o que eu duvido) entendo o porquê. Qualquer gps desses de fábrica, não importa a marca, são uma porcaria em Brasília pois não há o padrão Rua/n°, tornando um trabalho hercúleo achar um endereço no gps. Só dá tranquilo no waze/maps que tem uma pesquisa livre.

      • NaoFaloComBandeirantes

        Interessante. Não sabia disso.
        Como funciona no Waze em Brasília?
        Ainda não conheço a cidade.

        • Leonardo

          Waze e maps funcionam muito bem, porque é uma caixa de pesquisa livre, você bota o endereço e pronto.
          Gps padrão dá rolo, porque pede rua e n° da rua, como isso não existe aqui, você nunca sabe o que botar, e mesmo que você descubra como um endereço foi cadastrado nesse sistema, não significa que os outros tenham sido iguais.
          Resumindo, dá para usar com confiança waze e maps apenas.

    • Rogério R.

      Não duvidando do NA, mas tbém achei estranho isso acontecer, pois na maioria das avaliações essa central é muito elogiada.

    • Eric Locatelli Martini

      O problema do GPS da Renault é a desatualização. O mapa do meu é 2012, e para atualizar precisa-se pagar uma pequena quantia de 99 dólares. Mais caro que qualquer Garmin. Um absurdo.

      • Ducar Carros

        O GPS de várias marcas é assim, desatualizado com necessidade de pagar atualização, melhor usar waze ou comprar um Garmin e usar o tracksource.

        • Vinícius

          Eu faço isso, dentro de cidade a biblioteca da Garmin é rasoável, mas muitas estradas estão muito mal mapeadas. Eu atualizo a biblioteca usando o Tracksource, que é muito preciso, andei de Brasília a Sergipe e as indicações todas corretas, vias bem mapeadas. Recomendo.

      • Edson Fernandes

        A dureza é que é Tomtom que mesmo atualizando o mapa ainda está desatualizando.

        Reclamação em comum de qualquer consumidor de produto da renault(eu incluso)

        • Vinícius

          Se o Tomtom possuir mapas compatíveis com o do Garmim, você pode baixar os mapas e instalá-los em seu GPS. No caso do Garmim, os mapas da tracksource perdem em beleza (resolução ou definição), mas não prejudica, além do mapeamento estar bem correto. Diferente do Garmin, que para estradas, pelo menos no centro-oeste e nordeste é bem ruim, simplesmente não dá para se guiar por eles…

          • Eric Locatelli Martini

            Garmin é o que há. Meu aparelho tem quase 10 anos. Atualizo facilmente. Inclusive, recentemente fiz uma viagem ao exterior, e também baixei os mapas do destino no aparelho. Resultado: tudo muito bom!

            • Vinícius

              Para cidades ele é muito bom, mas para estradas no Brasil, os mapas da garmin erram muito, pelo menos no centro oeste e no nordeste. Mas com os mapas da tracksource fica ótimo…

          • Edson Fernandes

            Acredite…. o Tomtom tbm são problematicos nessa região.

            E não… a Tomtom usa código e identifica o mapa por serial. Ou seja, não é possível “trocar” arquivos. Cada mapa no caso de modelos automotivos são identificados pelo numero seriado da central (ou do sistema) e esse tem o “mapa” proprio para aquele produto. Há possibilidade de fazer algum hack para isso? Até pode, mas quem o faz não tem interesse em determinados produtos. A exemplo do Carminat Tomtom, muitos poucos carros justificam alguem quebrar a chave de segurança ou simplesmente considerarem para fazer hacks.

            E agora se voltando ao Android: Diante de Google Maps, Waze e Here Maps (esse referencia em mapas offline) acho dificil a Tomtom se estabelecer se não pensar nessas atualizações de forma mais dinamica.

            E em minha opinião, deveriam parar com essa besteira de cada empresa ter o “seu” mapa. Que seja uma base compartilhada com atualizações.

            Todas as empresas se beneficiariam muito disso. E agora vem o bizarro: O tomtom no Android é gratuito, mas o automotivo custa R$260 para atualizar. Um absurdo já que atualizaram e o mapa continua desatualizado.

            Eu já pensei em pagar, mas depois de ouvir de donos que não adiantou, não pagaria R$260 para não ter as devidas atualizações. (e no meu caso que moro em SP, ruas que tiveram sua direção alterada, continuam antigas… nã odá para confiar em rodar co m o GPS do carro em alguns pontos).

            • Vinícius

              Não possuo o TomTom, mas averiguei no site da tracksource e existem arquivos para o Tomtom. Não testei porque não possuo, mas para quem tem pode ser uma boa. Para o garmin funciona bem e é mais completo e atualizado constantemente.

              • Edson Fernandes

                Eu tenho Carminat Tomtom. E não funciona.

                Ele identifica como mapa inválido porque não segue o serial do aparelho. E como o tonto aqui atualizou o sistema do Carminat para a ultima versão, eles colocaram uma chave de segurança maior.

                Talvez consiga quem não atualizou o sistema. Mas acho dificil.

      • Eduardo Edu

        Quando sai da concessionária, tem 3 meses para atualizar. Mas é um procedimento difícil.

        • Eric Locatelli Martini

          Comprei o carro usado. E o antigo proprietário não fez o procedimento. De qualquer maneira, acho uma economia burra, pois é software.

  • Cleidson

    Foi bem no crash test, é bonito, tem boa suspensão, mas o motor e o câmbio…

    • André

      Gostaria de entender porque a Renault ainda disponibiliza essa versão a imprensa para teste, sabendo que já virou obrigatório malhar o conjunto mecânico, mesmo que a esmagadora maioria dos usuários de SUV compactos achem o conjunto suficiente. Porque a Renault não oferece o Captur 1.6 SCE, mais barato, mais economico e mesmo desempenho, se não até melhor. A imprensa malharia bem menos por ter um motor novo.

      • MMM

        Pq a maioria esmagadora de usuários de Crossovers usa cambio automático e o 1.6 só é oferecido com cambio manual.

    • Ricardo Lima

      Mas tambem, a Renault barateou a produção dele ao montar sobre a base do Duster e não a mesma da Europa!

      • Gustavo73

        O nosso Captur é o Kaptur russo, mesma plataforma e powertrain. O erro foi lançar como Captur, dando a impressão de ser o europeu que é menor.

        • Eng Turbo

          Eles estão seguindo as receitas históricas
          PUG 206,5 (207 aqui)
          Golf 4,5
          Clio

          Como funcionou no passado, não optaram por colocar a moderna plataforma do Clio IV europeu aqui.

          • Edson Fernandes

            E o 308,5?

          • Raphael Pereira

            Sem sentido essa comparação, ja que o ”nosso” ditou o retoque no visual do Europeu. O que as outras marcas fizeram foi pegar um carro de geraçao anterior com a cara da nova e todo o resto do carro velho. Ja o Captur segue ao menos no estilo os Renault’s ”puro sangue” mesmo utilizando a plataforma do Clio III simplificada pela Dacia utilizada pela Renault Br no Logan, Sandero, Duster, Oroch e claro no proprio Captur.

            • Eng Turbo

              Vc acabou a afirmar o que acabei de falar, pegaram algo velho já existente, o Logan (Base para todos esses modelos) e “transformaram” no Captur, o msm que aconteceu com os modelos que citei anteriormente. Esteticamente está atual, mas a plataforma e o powertrain é o msm antigo.

          • 4lex5andro

            E tem o peugeot 308 (o primeiro é a versão antiga com uma grade imitando o modelo europeu);

            Quanto a Renault já largou o mercado brasileiro: o clio não só não foi atualizado como acabou por aqui e o fluence tá indo pelo mesmo caminho, e só restarão os dacias.

        • Deadlock

          Renault queimando o próprio filme, lançando essa gambiarra. Conjunto motor/câmbio defasado, interior patético. Já desistiu dos sedans médios e não é tão competitivo nos SUVs, que agora conta com mais opções. A única diferença para seu SUV de baixo custo (Duster) é o design, o que é pouco para atrair muitos compradores, que dispõem de modelos mais modernos.

        • Raphael Pereira

          Kaptur na Russia so é escrito com ”K” por questoes ortográficas do idioma, a letra ”C” tem som de S, se nao fosse isso, seria como o nosso Captur. Para a Renault tudo é o mesmo carro, a diferença que um é feito para quem tem a economia controlada e o outro não.

    • Nicolas97

      Boa análise da N.A, mostra as limitações dos projetistas em usar chassis e powertrain defasados para reduzir o custo total do projeto e produto.

  • Robson Carvalho

    Parece que o pessoal do NA está de sacanagem…
    O carro tem o maior porta-malas da categoria e vcs ainda o criticaram…
    E, a menos que vcs tenham tentado colocar um time de basquete dentro carro, o espaço interno é sim, um dos melhores da categoria. E, q eu saiba, a média de altura da população brasileira não passa de 1,80m, logo, o carro atende perfeitamente bem à maioria esmagadora dos consumidores.
    E, pelo preço, o carro ainda entrega mais itens de série que os Honda ou mesmo Jeep.
    Fora a questão da segurança, que foi amplamente elogiada pelo pessoal do LatinN…

    Tá na hora de vcs reverem seus conceitos e se despojarem desse preconceito contra a marca. Precisam aprender a fazer avaliações mais técnicas, mais isentas e menos apaixonadas.

    • MMM

      Os caras me lançam um carro de 90 mil com cambio de 4 marchas, direção não elétrica e sem um simples ajuste de profundidade do volante e o “defeito” é de quem avalia???

      Eu gosto muito da Renault, minha esposa teve uma Megane GT e o carro era ótimo, mas o powertrain desse carro está com pelo menos uma década de atraso.

      • Exatamente, o defeito é o jornalista. Mas fazer o que, vindo de quem é fã da marca, a única avaliação que presta é aquela escrita pelo departamento de marketing da mesma.

        • carroair30

          Gente esse negocio de CENTIMETROS a mais ou a menos so faz diferença na cabeça de algums homems (pode acreditar nisso) agora em um carro nao tem a menor relevancia na pratica nao significa nada entao o Captur esta no mesmo nivel de seus concorrentes sempre ponderando em todos os pros e contras

        • Igor Lima

          Kkkkkkk… Isso tem se tornado cada vez mais comum aqui no NA, sou participante de uma época em que esse tipo de leitor era raro por aqui, de uns tempos para cá tem ficado cada vez mais comum… Falar de carro é como falar de time de futebol… As pessoas ficam completamente cegas!

      • Eduardo Edu

        Acho que a Renault deveria ter colocado mais Fluence e menos Sandero nesse carro, a começar pela central multimídia. Daria um outro ar ao carro.

    • Qual é sua experiência em avaliar carros, para dizer que precisamos aprender a fazer avaliações melhores? Você já testou todos os modelos da categoria por pelo menos uma semana? Se não, quem tem conceitos sem isenção e com paixão é você mesmo… nós conhecemos o segmento como um todo através de utilização real por tempo prolongado, não através da internet.

      Li os comentários no seu perfil do Disqus e notei que você só entra em matérias falando do Captur, se a matéria só fala bem, você elogia, se a matéria não fala 1000 maravilhas, você tenta desacreditar o jornalista, usando frases como ” não dá pra levar essa matéria a sério de jeito nenhum” ou ” tanto alguns jornalistas quanto muitos leitores têm feito críticas pela crítica, sem conhecer o produto de fato”.

      Nós ficamos com o carro por uma semana e você vem falar que jornalista critica sem conhecer de fato?

      Também encontrei seu perfil no Facebook, onde você compartilha publicações da Renault, exaltando os modelos e a empresa, ao mesmo tempo em que a respeito de outras marcas você só compartilha notícias negativas. A conclusão é que você é um fã da marca que não vê a mesma com olhos imparciais, como nós vemos.

      Não temos nenhum objetivo em falar bem ou mal de alguma marca específica, apenas falamos o que notamos nos sete dias de avaliação em que passamos com o modelo.

      • André

        Não precisa atacar o leitor/comentarista, vamos respeitar a opinião alheia. É natural que num universo tão grande de leitores, apareça alguém que não concorde com a avaliação da NA. Bastava explicar porque a avaliação foi isenta. As preferências pessoais do leitor, o que ele posta ou não em outras mídias, não são assunto para esta matéria.

        • Gustavo73

          O comentarista atacou primeiro não foi?

          • Fanjos

            Um Duro Golpe no Renaultzista…

            • Gustavo73

              As preferências são naturais. E ele poderia defender o seu ponto sem atacar o site. Ao fazê-lo a resposta tem que ser direta se não vira bagunça.

              • SDS SP

                Pessoal tem crítica seletiva, se ataca à marca do coração, tira o crédito da avaliação. Se elogia uma marca que não gosta é a mesma coisa.

            • Gustavogm

              Já tinha visto fieteiro, volkzista, hondizista, toyotista, cheveteiro mas esse é o primeiro renaultzista!! kkkk

        • MMM

          Já discordei várias vezes da avaliação do NA, mas demonstrei meu ponto de vista e o motivo pelo qual discordava do avaliador. É totalmente diferente de chamar o avaliador de preconceituoso, estar de sacanagem e ser imparcial.

          • Realmente, quando a pessoa discorda sem tentar desacreditar o nosso trabalho, é uma coisa normal, e direito de todos os leitores.

        • tiago

          Você pode usar palavras menos contundentes, quando quiser discordar do site.
          Da forma como você expôs não dá pra dizer que é injusto o staff do site vir aqui embaixo se defender.
          Agora, é muito incomum os administradores “descerem aqui” e, mais incomum ainda, realizarem uma varredura nas redes sociais de um entre milhares de usuários, não digo que é injusto eles se defenderem, mas não sei se é compatível com um site deste tamanho.

          • Igor Guimasi

            Escrevi mais ou menos isso há pouco, mas “censuraram” o comentário. Achei um exagero do site stalkear redes sociais e ainda vir aqui discorrer sobre o que o cara diz por aí. Errado ou não, me pareceu fora de propósito. Ou todos que criticam também têm os perfis sociais vasculhados pelo NA?

            • Edson Fernandes

              Negativo, não vasculho e nem irei vasculhar. Aqui pelo site já dá para ver se a pessoa é fanboy de uma marca.

              Ainda que o Eber não fez nada. Pessoa que ue encontro em diversos comentários sempre com essa história de falar bem de uma marca sem fazer muito sentido (eu gostei do Captur, tenho um Fluence, mas sei reconhecer o que peca em ambos) e não me parece que ao se fazer uma avaliação de 1 semana, não seja possível destacar o que é negativo.

              Entretanto, não tolero em minha avaliação gente que só vem para comentar para causar flood ou war entre o pessoal. Acho que o espaço é aberto para todos, sem necessidade de torcidas por uma marca ou fanatismo exagerado.

        • Matheus_P

          Pra mim pessoas como esse robson tem q serem expostas justamente para melhor conclusao de quem esta lendo os comentarios como eu. O cara eh fa-boy e era isso

      • PAULO PAIVA

        Boa! Desmascarou o Renault Fan Boy. De fato, confirmei que o cara só posta para falar bem da Renault e mal das demais montadoras …

      • carroair30

        Nao adianta.O consumidor Brasileiro e uma parte dos jornalistas automotivos nao esta preparados para receber o “novo” aqui sempre o bom vai ser as Japonesas ,infelizmente o povo aqui gosta de “etiqueta” e “ostentaçao” de uma marca Tudo que é novidade e nao vem das Japonesas ,para esses,nunca sera 100% Mas isso tudo é reflexo de um preconceito velado ,feito de uma fama infundada e sem motivos,enfim lembrei do finado Clodovil que disse :……somos um pais mas estamos longe de sermos uma naçao……

        • Quem está falando de japonesas? E em que planeta marca japonesa é “etiqueta” e “ostentação”? Agora, se você está falando de o NA falar melhor de um carro de marca japonesa do que do Captur, quem sabe é porque o modelo japonês não tem câmbio ultrapassado de 4 marchas, interior com mal aproveitamento de espaço, direção não elétrica e falta de ajuste de regulagem de altura do volante.

          Só que as japonesas entregam um conjunto melhor e mais prático junto com um preço geralmente mais salgado que as outras marcas, e sobre o preço ser salgado, isso sempre falamos também.

        • MMM

          Muito pelo contrário. Todos queriam receber o novo, mas o q chegou foi um câmbio de 4 marchas é uma direção eletro-hidráulica.

        • Guedes

          Receber o novo??? então tá… vc acha que uma casquinha bonita esconde motor e câmbio jurássicos e pode ser chamado “de novo”?

          • Mario Souza

            O renegade conseguiu esconder o motor jurássico!

            • Guedes

              Por pouco tempo. As vendas do Renegade já caíram, mta gente reclamou do motor beberrão, tanto que a FSA fez melhorias no motor, mas Renegade FLEX se queimou um pouco no mercado.

              • Gran RS 78

                As vendas do Renegade caíram foi por causa do Compass, pois o Renegade é um ótimo produto, mesmo utilizando um motor de concepção mais antiga.

                • Mario Souza

                  Não pode afirmar isso. O renegade tem valores de 80k a 150k então concorre nas duas faixas. Antes do Compass, as vendas vinham menores que o Kicks e HRV. Hoje temos Creta e Captur. Aconteceu que o mercado para um renegade acima de 110k ficou dificil com o Compass e o Mercado abaixo desse valor também tem produtos melhores.

                  • Gran RS 78

                    Posso sim, pois o Compass foi lançado abaixo dos 100 mil reais, o que acabou levando muitos consumidores que estavam de olho no Renegade a comprar o Compass, que é maior, tem mais motor por um preço próximo do Renegade mais completo com motor 1.8. É só ver que a queda nas vendas se dá justamente depois do lançamento do irmão maior, no caso o Compass.

                • Guedes

                  vamos nos limitar ao 1.8 FLEX, ok? Ótimo produto em qual sentido?

                  • Gran RS 78

                    Ele tem o melhor acabamento da categoria, tem freio a disco traseiro, freio de mão elétrico, visual bem descolado,cambio automático de seis marchas e se saiu super bem no teste de impacto. O motor tbm teve uma atualização e melhorou tanto em consumo quanto em desempenho. Vc pode analisar que ele começou a perder fôlego justamente com o lançamento do Compass, que é um produto melhor para quem precisava de um espaço maior para carregar malas e gente.

                    • Guedes

                      Então, o calcanhar de Aquiles do RENEGADE jaz no espaço interno, o que pra mim é inadmissível pra um carro que se diz SUV.
                      O porta-malas do RENEGADE e do ECOSPORT são risíveis. Some-se isso ao motor defasado e pra mim, a versão FLEX, apesar dos atributos citados por você, não convence.

        • Mario Souza

          Tenho Renault desde 2010 e não concordo com o carro que foi apresentado, assim como não concordo com o posicionamento atual do Fluence no mercado. A Renault simplesmente melhorou a estética e poucos detalhes do captur em relação ao Duster ficando longe de um acabamento do Fluence. Apesar de bonito um powertrain antiquado não agrada ninguém e o espaço interno dos veículos da Renault deveriam continuar como referência no mercado, mesmo que ninguém dê valor. Que faça um veículo decente e bem acabado que agrade fãs da simplicidade e fãs do conforto e frescuras como eu.

          • Edson Fernandes

            Mario assim como você, tamb´m possuo um fluence.

            Penso eu que uma fabricante precisa definir o que vai atacar e como vai atacar um consumidor. Penso que essa história de feijão com arroz pode funcionar com um determinado produto, mas não todos os nichos. E eu acho que isso faz da Renault um problema.

            Como pode a mesma errar no produto que é o Captur mas lançar um produto de entrada interessante pelo preço?

            Lá no produto de entrada que ela pode faltar com alguns itens de série, não no produto que quer classificar nesse momento como o “topo” da linha (mesmo sabendo que o Fluence é bem superior)

            Isso sem contar nessas mudanças de motor e transmissão que não se adequa em toda a linha (porque o CVT não acompanha Sandero e Logan ? Deixe o Easy R para o Kwid…)

        • Matheus_P

          Sim, queremos o novo, e nao uma captur com plataforma duster (velha), motor dos anos 90 2.0 aspirado sem qualquer atualizacao (veja o q a ford fez no seu duratec 2.0 ao longo dos anos) e beberrao, cambio at de 4 marchas (inaceitavel), nao ter regulagem de rofundidade do volante (inaceitavel num produto de mais de 90mil reais)

        • Ernesto

          “tudo que é novidade…”???? Onde há novidade nesse motor 2.0 e câmbio automático de 4 marchas????

      • Lucas086

        Que resposta, parabéns NA, demonstrou com argumentos de que a crítica é na verdade perseguição com qq um que fala mal do carro.

      • afonso200

        esse comentario da NA deveria ficar no TOPO

        • Edson Fernandes

          Não há necessidade de tal exposição.

      • Leonardo Freitas

        Amigo, não adianta ficar com teima com leitor, entra no site e lê as matérias quem quer. O site nunca irá agradar a todos em suas avaliações e testes. Já imaginou se vocês forem discutir e vasculhar a vida de cada um que fala mal da matéria de vocês? Vocês teriam que fechar o site. Infelizmente haverá torcida pra tudo nesse mundo, pro futebol, pra política, pra carros, pra motos, pra marca de roupa, etc. Enquanto o ser humano deixar a razão e agir com o sentimento, sempre haverá discursões como essa. Vocês já viraram um site bastante profissional, se portem como profissionais e entendam que críticas sempre irá existir, principalmente pessoas para tentar destruir o trabalho de vocês. Lê quem quer. O site é um excelente meio de informações automotivas, continuem assim. E mais uma vez, muito boa a matéria! Parabens a equipe.

      • Diego Germán de Paco

        Não de troque com esse tipo de leitor… Faltam jornalistas de colhoes como vocês! Continuem esse trabalho fantástico

    • Mario Souza

      Eu tive um Logan e estou no segundo Fluence. Do lado da minha casa tem uma Renault e minha esposa ficou doida com o Captur. Entretanto quando entro no meu Fluence e depois entro no Captur fica complicado. Não estou nem aí para a modinha de carros altos.A Renault deveria oferecer algo no padrão próximo ao acabamento e powertrain do Fluence e não pior.

      • Edson Fernandes

        Ainda mais qdo coloca um produto com base de Duster acima do Duster.

        Deveria mesmo ter ganhado mais itens. Mas como sempre, ela esta fazendo igual as outras…. vender um altinho mais caro.

      • Itamar

        Mario, meu sogro tem um Fluence, um p*** carro!
        Concordo contigo em relação a essa diferença entre ele e o Captur.

        Infelizmente brasileiro se apega muito ao “bonitinho” e por vezes deixa de lado o conforto…

    • ALEMAO RS

      Realmente acho que o espaço interno não fica devendo nada tanto para os passeiros como porta-malas, maior ou na média que todos os SUVS concorrentes menos o DUSTER , se você saiu de Um DUSTER para um CAPTUR como aconteceu com um amigo meu vai notar que reduziu os gigantes 475 l do DUSTER e um pouquinho para os passageiros de trás , mas pouca coisa,essa é minha opinião que já andou muito de DUSTER e um mês com um Captur mas ainda fazendo essa comparação com o DUSTER o resto dos atributos melhororou em tudo…mas concordo o Pecado Mortal foi um Cãmbio Automático de 4 marchas.

      • Mario Souza

        Para quem acostumou com o Duster deve ser suficiente, para quem espera algo parecido com o fluence…

    • wwwmkt7@gmail.com

      Tem razão não importa quantidade de trocas e sim eficiência, nunca falaram da caixa do Corolla mau como estão falando da Renault estão condenando o carro como se fosse uma aberração, bom pelo menos vemos muitos wrv nas ruas lindo de morrer, por que o Fluence Nunca foi avaliado com os sedans em outras revistas, acho que a Renault tem que ser mais amiga dos jornalistas kkkkk

      • MMM

        A 10a geração do Corolla, com cambio de 4 marchas foi lançada em 2006! Estamos em 2017 e a Renault lança um carro com esse cambio. Não é muito difícil entender que se passou uma década.

    • Edson Fernandes

      Você já andou em um Kicks, HR-V ou Creta para reclamar do espaço do Captur? Vc não acredita que esses “pequenos” tem melhor aproveitamento de espaço interno. E não dá para creditar que só porta malas serve.

      E ocmo eu já, não escolheria o Captur se fosse carro para carregar familia. Ele realmente é apertado.

      Eu tenho 1,87m e a vendedora depois que eu ajustei o banco para conduzir não conseguiu ficar atrás de mim.

    • CharlesAle

      O Problema não são os itens de série, e sim o que entrega já defasado..Como os arcaícos motor e câmbio!!!!

    • Eduardo Edu

      A voz do povo é a voz de Deus. O carro não está vendendo nada e vc acha que é por causa de que? Aproveita e faz um bico de vendedor na Renault para ajudar a vender o carro, vc tem bons argumentos para convencer possíveis compradores.

  • 868686

    Em suma, o sangue Dacia fala mais alto.

    Quem compra um carro como esse com certeza transporta pessoas no banco traseiro com frequência e pagar 89 mil pra suas “visitas” andarem numa lata de sardinha é muita vontade de pagar mico.

    Enfim, eu escolheria uma das outras opções (se eu fosse comprar um carro deste segmento, claro).

    • Guedes

      Não é essa vontade, é ignorância mesmo. As pessoas geralmente compram carros apenas pelo design, mesmo em faixas de preços mais altas.

      • Eduardo Edu

        Aham, então explica porque está vendendo tão pouco? O Creta é medonho e está vendendo feito água no deserto.

        • Guedes

          Eu não sei o motivo de vender aquém do esperado. ônix pra mim é medonho também e vende….

  • Louis

    Sou mais o Kicks, anda mais e bebe menos.

    • Raphael

      Tem mais espaço pra ocupantes tbm!

    • André

      Uma Captur 1.6 sce com CVT deve ficar de bom tamanho.

      • Elfo Safadão.

        Já tem essa opção?

        • Louis

          Parece que está próximo do lançamento.

          • Vinicius Ramos Prucoli

            Está sendo lançado hoje.

  • Elfo Safadão.

    Aquele carro que se custasse uns 15k a menos em cada versão seria uma ótima compra.

    • edgar__rj

      Amigo, todos os carros vendidos no Brasil de veriam ter esse 15K de desconto… Ou quem sabe uns 20% de desconto…

      • Elfo Safadão.

        Discordo, o Corolla deveria ter no mínimo 40k de desconto na versão topo de linha, o Cruze uns 20k e o Golf 50k.

  • Leonel

    Antes mesmo de qualquer avaliação, quando foi confirmado a informação de que viria na topo de linha com um 2.0 aspirado acoplado a um AT4 já foi de se perceber o desastre. É uma pena, porque eu via muito potencial nele, mas deixar de levar um Kicks, Creta ou o próprio HR-V para andar de Captur, não tem condições. Sem falar agora na Ecosport, que investiu pesado na mecânica e qualidade do interior…tem tudo para esse Captur continuar sendo um mero coadjuvante…

  • Franco da Silva

    Semana passada, critiquei uma matéria que achei “meia boca”. Esta semana, preciso elogiar a avaliação. Parabéns, NA!

    • Eduardo Edu

      Sim, essa é uma matéria padrão NA. Bom texto e repleta de fotos.

  • Hugosw

    Já que vocês passar 1 semana com os carros para fazer estas avaliações, porque não utilizam esse tempo para fazer alguns vídeos mostrando o comportamento dos carros?
    Antigamente o Éber fazia alguns vídeos super interessantes com essa finalidade.
    #VoltaÉber

    • Louis

      Creio que o Eber não mora mais na Banânia.

  • Maycon Farias

    Excelente avaliação. NA não dê bola para esse monte de torracao de saco nos comentários criticando a matéria. Tem uns internautas que se acham o Einstein dos carros.

  • Thiago André

    Pneu reserva em baixo do carro. Também exposto a roubo e sujeira

    • Louis

      Estão roubando até de dentro dos carros! Já vi vários videos de carros sendo arrombados, e ainda ficam com o prejú do arrombamento.

      • Gustavo73

        Um amigo já perdeu 2 estepes no Punto. E ele fica dentro do carro.

    • Cesar

      Aqui em Brasília tu corre o risco de deixar o carro no estacionamento e na volta encontrar sem os 4 pneus.

  • Phantom75

    Entrei em um Kicks e em um Captur. O Kicks é mais espaçoso por dentro.

  • Luiz Ramos Jr.

    Esse carrinho infelizmente é só a casca mesmo.

  • Gustavo73

    É fácil entender a decepção de muitos com o Captur por aqui. Durante muito tempo se imaginava que seria ​a versão européia, que divide com o nosso o desenho, fora as mudanças pelo tamanho maior e o interior que é muito similar, mas a grande decepção vem pela adoção do powertrain datado. Não é que o AT4 tenha os mesmos problemas que afetaram o da PUG, mas ele limita o 2.0 que já é datado também. Usar o 2.0 e CVT do Fluence, mesmo que custasse a adaptação a plataforma do Duster causaria uma impressão diferente. Ou ao menos lançasse o 1.6 com o CVT junto com as outras versões. A espectativa maior ​que a realidade deixou o Captur em uma situação complicada.

    • Edson Fernandes

      Pra mim eu penso que o Captur deveria ser a inversão de valores na Renault em sua mudança de leitura do consumidor.

      Penso pra mim: A marca já tem powertrain moderno, com um produto que já não seria mesmo o mais completo, mas já seria atrativo com esse item e me faz isso.

      Eu acho curioso a forma que o Eber falou sobre o controlador de velocidade, porque o do Captur é BIZARRO. Fica exatamente abaixo da alavanca do freio de mão. Ridiculo. Ok, uma vez acionado é o funcionamento igual do Fluence, mas ao menos do Fluence fica em uma posição proxima do condutor e na minha opinião até facil de operar.

  • Wagner Lopes

    Perfeito para brasileiro pagar 90K…

  • Guedes

    Bonitinho mas ordinário

  • Bryant Rosado Silva

    Afinal, o espaço interno atrás é insatisfatório em relação à concorrência ou insatisfatório mesmo (tipo, menor que de Onix, Sandero…)?

    • Gustavo73

      A avaliação leva em conta a concorrência.

    • ALEMAO RS

      Não chega a ser insatisfatório a quase nenhum SUV , pelos SUVS que entrei só é menor( e muiito pouco) no banco de trás que o HRV e COMPASS mas maior que qualquer carro de passeio ! Respeito a Avaliação da NA mas não concordo que ela seja pequena atrás.

      • Bryant Rosado Silva

        Entendi, muito obrigado!!! Eu particularmente acho o Captur 1.6 muito boa em sua faixa de preço. Comparei com a concorrência e nao vi nada melhor olhando só características e equipamentos…

  • Lucas086

    Não passa de um Duster goumertizado, nem o espaço do duster tem, então qual seria sua justificativa de compra? A Renault especialista em matar seus caros no lançamento

  • afonso200

    ta loko

  • Rogério R.

    Segundo o site da QR a Renault do Brasil está desenvolvendo um novo motor 2.0 SCe para equipar o Duster e o Captur brasileiro que poderá ser acoplado ao câmbio CVT, agora se a Renault brasileira estiver desenvolvendo um motor 1.6 SCe turbo, seria melhor ainda.

    • Gustavo73

      Acho pouco provável.

      • Eng Turbo

        Estava cotando o HR13 DDT, motor 1.3 T, porém já foi descartado por causa dos custos elevados, uma pena.
        O unico motor “novo” que a Renault vai apresentar, é o M9T GEM4, 2.3l Turbo Diesel, pra aplicar nos modelos de pick ups médias da parceria Renault/Nissan/Mercedes, porém nada impede de aplicar no Captur com uma relação reduzida no cambio pra se enquadrar na lei (mesmo caso do Renegade)

        • Gustavo73

          Esse 1.3 T já seria o novo motor que vai substituir o 1.2Tce europeu?

          • Eng Turbo

            Ele msm, mesma coisa acontecendo com o 1.4 TSI da VW, indo pra 1.5 TSI

        • Edson Fernandes

          Dificil.

          Agora é informação de dentro da Renault: O que se fala é de atualizar o MR20DE (o tal 2.0 SCe). A ideia é torna-lo mais economico e mais bem disposto. Pra mim, penso que a Renault deve olhar melhor e pensar no futuro em ter uma versão de topo vitrine mesmo que seja para poucas vendas.

          E acho uma pena se ela realmente abrir mão do nome Fluence nos sedans médios.

          • Gustavo73

            Não deve ser difícil mexer no 2.0 do Fluence para deixá-lo mais econômico. Um start&stop ali, um óleo mais fino acolá. Claro que estou sendo simplista. A pergunta é porque já não lançaram o Captur assim e com o CVT. Agora mudar poucos meses após o lançamento é loucura.

            • Edson Fernandes

              É isso que eu penso. A Renault diz ser um motor novo… o medo seria o uso do motor F4R (porque voltaria a ter a correia dentada, ainda que seja um motor baratissimo de manter).

              O motor F4R não é nada ruim, mas o MR20DE é bem mais moderno, ao menos o utilizado de concepção aqui. E então não posso dizer o contato, mas foi de uma pessoa de alto escalão que se fosse SCe seria em cima de motor Nissan.

              O que deixa bem claro pra mim que… melhor que mexer em outros motores é ter um motor que se possa melhorar e que já exista homologação no Brasil para se usar. Ao menos é o que eu penso.

  • Vinicius Ramos Prucoli

    Coincidentemente, a reportagem está sendo publicada no dia que o Renault lança o Captur 1.6 SCe equipado com câmbio Xtronic CVT. Acho que o evento está sendo em Niteroi. Essa é a verão que todos estão esperando….

  • Leandro Basilio

    É UM DUSTER GOUMERTIZADO KKKKKK ESSA FOI BOA.. COMPLEMENTANDO; FALAM
    TANTO DO CAMBIO DE 4 MARCHAS DO PEUGEOT, MAS ESSE SUPER LANÇAMENTO,
    CARRO SUPERIOR DO ESPARTANO DUSTER, PODE SER QUE VENHA O “INCRIVEL” CVT,
    CARA , FALA SERIO, QUE PIADA, AINDA PREFIRO O AT4 DA PSA SEM SOMBRA DE
    DUVIDAS, ANDEI NOS 2 MODELOS E É VERDADE QUANDO VC QUER ENGRENAR A RÉ
    ELE DA AQUELES SOCOS MALDITOS, ENQUANTO O “RIVAL FRANCES” ENTROU DE
    SUAVE..PONTOS FORTES: MIDIA, E SÓ. PONTOS FRACOS: SEGUE LISTA E BEM
    LONGA. DACIA VEIA É PUNK PRA NAO FALAR OUTRA COISA..

  • Gran RS 78

    O visual do Captur realmente enche os olhos, mas quando a pessoa entra dentro e analisa aquele acabamento fraco, com plástico duro por todos os lados, aliado com um motor antigo em conjunto com um cambio de 4 marchas,acaba indo na concorrência e acaba comprando outro modelo.

  • Nicolas Manhone

    na subida da vontade de chora cm o at4 da renault ,a primeira vai ate o limite ai troca pra segunda o giro cai muito e carro so falta morrer

  • Brasil_MG

    Uma pena…Um carro lindo, mas os erros infantis cometidos pela Renault, apagaram o brilho e o possível sucesso do Captur…

    • Tsi

      Outra solução seria abaixar o preço, mas nem isso a RENAULT quis fazer

      • Brasil_MG

        pelo menos se o interior fosse caprichado…..(tipo Renagade, por exemplo)

    • Bruno Alessandri

      Esse Captur brasileiro é Dacia. Passa longe do Europeu.

  • Fernando Sampaio

    Essa foi a única reportagem que eu vi que criticou o espaço interno do Captur.
    Quanto ao motor 1.6 com câmbio CVT está sendo lançado hoje, a matéria deveria já está atualizada.
    Eu fiz Test drive no Captur e o que tenho a dizer é que gostei mais do motor 1.6 manual.
    Espaço interno agradou – mas para quatro pessoas. Tenho 1.83 e outra pessoa atrás de estatura semelhante viajaria numa boa.
    Obtaculo das portas dianteiras é pequeno. Fiquei desconfortável ao entrar dependendo da posição do banco, mas por dentro gostei.

  • Alexandre Maciel

    Podem botar o prateado que for no interior dos carros da Renault vendidos no Brasil que eu nunca vou deixar de olhar e achar que é um interior simplório (principalmente o volante). Infelizmente eu tenho essa percepção. No mais, esse sistema de som é o mesmo do Logan, pelo visto. O modelo poderia ter algo mais elaborado.

    • Gustavo73

      O mesmo do Kiwd.

  • Eduardo Edu

    O Captur tem déjà vu dos Dacia para todos os lados. Central multimídia, comandos e plataforma. E para completar um powertrain defasado no 2.0. Na minha perspectiva, olhado do trás ela é muito alta mostrando descaradamente o eixo de torção. A Renault pelo visto gosta de vender pouco pois não enxergou que o comprador que se dispõe e pagar suados oitenta e poucos mil gosta de mais tecnologia e requinte.

  • Eduardo Edu

    Essa foi uma matéria padrão NA, ótimo texto e repleta de fotos. O problema é uma minoria barulhenta que vem aqui encher o saco postando cretinisces de doer os olhos.

  • Natán Barreto

    O aspecto do painel desse carro é tão pobre quanto do trio Sandero/Logan/Duster.
    E é bizarro um carro de quase 100 mil reais não ter nem console com descansa braço entre os bancos dianteiros. Uma economia porca. Isso além dos itens de segurança que já foram falados no texto.

  • Zé Mundico

    Acho que é o suv médio ideal para o mercado brasileiro. Tem o básico, pouco luxo, motor coerente, câmbio cvt, espaço para bagagens e trecos que brasileiro adora levar e aquele precinho e prazo que só a Renault oferece.
    Cá prá nós, é o pé-duro que satisfaz e tem lugar no mercado para isso, podem acreditar.
    Deve vender em 36 ou 40 sem juros, com uma entrada entre 15/20 mirréis.
    Diante da concorrência, sai mais barato e vai vender bem justamente por isso.

  • Eduardo Felipe Geraldo

    Não entendo por que o carro esta tao caro no Brasil se ele usa a plataforma de baixo custo do Duster e não do Captur frances.

  • Gambixx

    wrv vendendo mais? é o fim dos tempos…

  • Matheus

    Aí você olha o interior de uma Megane grand tour 2011-2013 e vê que é bem mais bonito e com requinte. Sem contar que já tinha direção elétrica e ajuste de profundidade, console central com descanso de braço e acabamento primoroso. Chegou a custar 48k. Esse carro tem painel de Logan por 90k. Aí não rola né. Sem contar a plataforma inferior.

  • Diego Germán de Paco

    Quem tá assinando as avaliações do NA? Es tu Eber? Excelente matéria! Altamente sincera e bem redigida

  • Bruno Carvalho

    Sobre a questão do espaço no banco traseiro (não que eu esteja defendendo a Renault) é um ponto de discussão: Sabemos que os SUVs mataram as peruas. Eu mesmo tive uma Grand Tour exatamente por conta do espaço no porta-malas. Quando se coloca um produto no lugar de outro, o consumidor exige as mesmas características de antes, ou seja, o espaçoso porta-malas, por exemplo. Note que o porta-malas da Duster (que matou a Grand Tour) já é menor do que a da perua, apesar do porte do carro ser maior. A Renault tentou casar o porte maior da Captur com a expectativa de porta-malas. Se você entrar na captur (a não ser que seja um gigante) não vai achar apertado. Realmente poderia ser maior, mas atende a proposta.

  • Renato Freire

    Essa matéria é sobre carro ou sobre navegador????

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