Fiat Hatches Usado da semana

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Palio EX 2001

Palio EX 2001_1

Olá pessoal do NA. Me chamo Ronaldo Viana e hoje escrevo sobre a convivência com meu primeiro carro, um Fiat Palio EX 2001, que recentemente troquei por um VW Fox (que pretendo falar mais adiante).

Na época da compra, já estava considerando um popular de motor 1 litro, de preferência dos mais conhecidos, tais como o VW Gol, Ford Fiesta Street e Palio. Cheguei a ver outros na época, como um Renault Clio completinho e o Peugeot 206, mas como eram modelos ainda não tão estabelecidos no mercado, achei melhor não arriscar.

A fama de frágeis e de manutenção cara dos franceses (aliados a certa dificuldade de revenda na época) me fez escolher entre os modelos das “4 grandes” do mercado. A princípio estava mais inclinado ao Fiesta Street. Como sempre leio sobre carros, já vi vários elogios ao motor Zetec e ao bom acabamento do Ford.

O fraco do carrinho era o design, que conta muito pra mim (não adianta o carro ser bom e barato, se eu não o achar bonito, eu não compro). Acabei ficando com o Palio, comprei de particular na época e estava tão de saco cheio de procurar, que acabei levando ele sem mal testá-lo. Não me arrependi. O carro ficou comigo por pelo menos uns 6 anos e nunca me deixou na mão. Mas por ser um carro 2001, ele tinha seus problemas.

Carroceria

O meu Palio era o da segunda reestilização, lançado em 2000. Acho esse o mais bonito dos Palio lançados ainda da primeira geração (teve quatro reestilizações, que não contam como gerações). Apesar de não ter mudado muito em relação ao primeiro modelo, seu desenho é mais elegante.

O meu tinha quatro portas e rodas de liga aro 14, que serviam muito bem ao carro, nem muito grandes, nem muito pequenas, além de insulfilm nos vidros e para-choques na cor da carroceria, um verde escuro metálico muito belo também. O painel recebeu um novo desenho no console central com moldura clara, novas saídas de ar e o revestimento das portas não deixava a lataria exposta como na primeira versão.

Mesmo sendo um popular antigo, não parecia despojado e descuidado como um Mille, por exemplo. Com o tempo, a pintura queimou bastante no teto, um pouco na tampa traseira e, como em todo carro de cor escura, riscos e batidinhas na lataria ficavam mais aparentes. As borrachas dos vidros, que pareciam novas ainda, deixavam infiltrar água principalmente nas portas traseiras.

O acabamento era bom, com um plástico que não risca fácil (e não parece fino e frágil demais), sendo até superior ao de alguns carros mais caros. A tampa do porta malas do meu era meio desalinhada, mas não comprometia a abertura/fechamento dele e a carroceria como um todo era bem montada assim como a pintura.

Vida a Bordo

O Palio é um carro macio, que privilegia o conforto. O meu era básico, tinha apenas limpador e desembaçador do vidro traseiro, travas elétricas e alarme, além das rodas de liga leve (que não eram originais do carro). Achava a posição de dirigir boa, mesmo sem regulagens de banco e direção, mas o espaço entre os assentos da frente era pequeno, sempre esbarrava a mão na perna de que estava do lado ao trocar as marchas.

Também poderia ter mais porta-objetos, principalmente nas laterais das portas. Comparado ao Gol, sempre achei o Palio superior. Mesmo sem assistência hidráulica, a direção era leve, até em manobras não era tão pesada quanto o Gol G3 de mesmo ano que meu irmão tinha.

O acionamento dos comandos era mais suave, assim como o fechamento das portas. E a dianteira do Palio é mais curta, tornando-o mais fácil de manobrar, não se tem a impressão de “barca”, que motor longitudinal do Volks passa para quem dirige.

Os comandos são de fácil acesso, o quadro de instrumentos é simples, mas de boa leitura e a visibilidade era ótima também. O câmbio é que era meio vacilão. Os engates eram longos e havia uma certa dificuldade ao se engatar a primeira marcha em alguns momentos. Os engates curtos do Gol eram mais precisos.

Os bancos eram apenas bons. Como já era um carro mais velho, eles começaram a descosturar e rasgar em pequenos pontos e, em viagens, cansavam um pouco as costas. A suspensão absorvia bem os impactos e fazia o carro parecer mais leve do que era mas, com o acerto mais macio do conjunto, fazia a carroceria “rolar” um pouco nas curvas mais fechadas.

Palio EX 2001_4

Desempenho e Consumo

O motor 1.0 Fire a gasolina rende apenas 55 cv. Não sei quanto tem de torque, mas o Palio era bem esperto nas saídas de sinal e, trabalhando bem as trocas de marcha, até nas ultrapassagens. Mas como quase sempre ando sozinho, fazendo os mesmos trajetos, aprendi a conduzir de forma a aproveitar bem o motor.

Já com o carro carregado a coisa muda. E muda muito. Com quatro pessoas, o Palio sofre tanto para embalar como para frear. Já cheguei a pedir para meu irmão levar duas pessoas no carro dele para não encher demais o meu, que já estava carregado, pois dirigir assim é até meio irritante. As trocas de marcha são constantes e é difícil sair das primeiras, pois o carro sempre precisa de força.

Mas para andar sozinho ou realizar tarefas simples do dia a dia, é mais do que suficiente. O consumo também era muito bom. Acredito que fazia uns 12 km por litro na cidade, talvez até um pouco mais. Digo isso por que acabei de trocar por um Fox 1.0 também. Este é bem beberrão e nem tão mais ágil que o Fiat.

Depois de um tempo, nem revisões fazia mais, ou seja, o carro devia estar bem desregulado, pois perdeu bastante desempenho comparado a quando eu o comprei. Ainda assim o achava ágil, embora quase sempre andasse sozinho e sem levar qualquer carga.

O Palio tinha um problema que, segundo o mecânico, foi por maus cuidados com o carro. Já li que o Fire baixa muito o óleo e esse era o caso do meu. Sempre tinha que completar o óleo, pelo menos a cada 5 mil km. Já houve situações em que o carro estava quase sem óleo algum. Então, começou a “fumar” óleo também, algo que acho até normal para um carro com 15 anos. Mas se o antigo dono tivesse cuidado melhor, talvez não sofresse desse problema.

Palio EX 2001_3

Manutenção

Não chegou a dar problemas com frequência, mas quando deu, não saiu barato. Quando comprei o carro, o marcador de combustível estava doidão e apontava qualquer coisa. Ficava girando e não indicava nada direito. Já cheguei a abastecer com o tanque quase cheio, achando que estava na reserva. Troquei a boia e ele voltou ao normal, mas tinha a mania de marcar menos combustível do que tinha no tanque. Ainda assim, passava alguma precisão.

Na primeira vez que precisei levar ao mecânico, houve um vazamento de óleo. Aproveitei para trocar correia dentada e outras peças que nem lembro. Mas foi tanta coisa que a conta não fechou em menos de 1.000 reais. O mecânico disse que por baixo o motor estava todo sujo de óleo e foi aí que ele me alertou para os maus cuidados do antigo dono.

Meu irmão estava com o carro e um dia, o marcador da temperatura subiu de repente. Não lembro exatamente qual o problema, mas não foi algo grave. Da segunda ida ao mecânico, foi a vez da bomba de água, que teve que ser trocada, além de um vazamento de óleo perto do câmbio e outras coisas.

Certa vez estava viajando e o carro perdeu potência. Não andava de jeito nenhum fora da primeira marcha. Desliguei o carro e liguei novamente. Andei um pouco e ele foi voltando ao normal. Depois disso não aconteceu mais (e o mecânico não soube identificar o que era).

Depois dessa, evitei viajar com ele. A embreagem fazia um barulho estranho quando pressionada, então troquei o disco e outras peças, voltando ao normal. O motor dava umas engasgadas, uns “soquinhos” desde quando eu o comprei e nem mesmo o mecânico resolvia o problema por completo.

Eu estava trocando os pneus num outro momento e o técnico me ofereceu um óleo, algo desses que limpam o motor. Magicamente ele voltou ao normal depois de anos! Se o carro ficasse na chuva por um tempo, ao sair ele fazia um pequeno ruído, aparentemente na roda traseira. Sumia segundos depois.

Belo dia fui trabalhar e um barulho metálico bem forte começou a surgir. Até quem estava na rua ouviu. Fui andando devagarzinho até o mecânico para ver o que era, mas ele sumiu. Chegando lá ele não soube dizer o que aconteceu, precisaria andar com o carro e ouvir o tal ruído, para assim diagnosticar o problema. Mas, assim como a falta de potência, o ruído não apareceu novamente.

Anos depois eu estava vendo a suspensão e tive que trocar quase tudo. O antigo dono NUNCA mexeu nela, sendo que os amortecedores ainda eram os originais de fábrica! Nessa conta foi uns 1.200 reais, mas fiz ela toda. Troquei até mesmo os coxins do motor, mexi em freios e tudo mais. O carro ficou outra coisa. Segui o exemplo do cara de quem comprei o carro e nunca mais mexi nela também.

Ele apresentou também algumas coisinhas na parte elétrica. As setas traseiras, se acionadas junto com as luzes ligadas, ficavam malucas, piscavam juntas com a luz de freio no meio e até as luzes de ré. Já vi acontecer em outros Fiat e um técnico me disse que era comum nos Palio. A resolução era simples e barata, mas depois de um tempo voltou a acontecer com a seta esquerda.

A luz de freio parou de funcionar junto com a buzina, ventilador e farol alto. Esse último descobri da pior forma: viajando a noite, meio perdido e sozinho numa estrada que nunca tinha andado. Um breu total.

Palio EX 2001_2

Convivência

Todos esses problemas me fizeram um condutor melhor: Saía dos estacionamentos com a maior atenção e me certificava de que não tinha ninguém vindo, já que meu carro não sinalizava a ré. O mesmo para o pisca esquerdo: freava bem antes da curva e entrava lentamente. Só dava a seta quando não pisava no freio, pois fazendo isso junto, as luzes ficavam malucas e podiam confundir quem vinha atrás.

A falta da buzina me ensinou a ser mais paciente e a andar mais devagar. Tolerava as fechadas sem reclamar, já que não podia buzinar (mas continuava xingando forte os barbeiros na cabeça). A falta do ventilador me fez perder uns quilos (de tanto suar) no longo prazo, pois a cidade que eu moro é desgraçadamente quente e não gosto muito de andar com vidro aberto.

A trava elétrica não travava direito as portas, cheguei a trocar os motores de todas, mas anos depois deu problema novamente. Não mexi mais, travava o carro na chave mesmo. Falando nela, comecei a ter dificuldades para ligar o carro, achava que o miolo da ignição tinha danificado. Mandei fazer uma nova (por que o plástico onde você a segura quebrou) e não tive mais esse problema para ligar.

A luz do freio de mão acendia às vezes, quando com o carro em movimento. Era o fluído de freio que precisava ser trocado (fiz isso uma vez), mas o carro sempre freou muito bem mesmo assim. Os alto-falantes deram mau contato e acabei retirando o rádio do carro, pois um belo dia ele simplesmente não queria desligar, retirei ele todo e nunca mais coloquei outro no lugar.

O painel da porta do passageiro dianteiro começou a descolar e várias pecinhas de plástico do painel, ou quebraram, ou saíram do lugar devido ao sol. O acionamento da seta, principalmente para esquerda, começou a não querer parar no lugar, tinha que ficar segurando a haste para ela não voltar antes da hora e desligar o pisca.

A luz de cortesia não mais ligava ao se abrir a porta. O tampão do porta malas quebrou e os pinos laterais ficavam meio soltos. O amortecedor da tampa não mais sustentava a mesma (devo ter uns 3 cortes na cabeça de tanto que essa tampa caiu nela).

Se você está lendo isso e pretende adquirir um Palio, não se assuste com esse monte de coisas. É um ótimo carro, mas dê uma boa olhada nesses quesitos antes de fechar negócio. Esses problemas são comuns num carro antigo como ele, mas certamente, se melhor cuidado pelo dono anterior, terá bem menos manutenção.

Mercado

Outro ponto positivo do Palio: tem muita oferta e procura. Não cheguei a anunciar o meu para venda particular, mas negociando nas revendas, na troca por outro carro, me ofereceram até 8.500 reais (mais umas coisinhas como transferência grátis, etc.). Na tabela Fipe, o meu carro era avaliado em 11.000 reais, mas claro que ninguém em loja pagaria isso.

Achei o valor bom, olhando o carro, não dava mais do que 6.000 reais (ele estava bem feio mesmo). Algumas lojas não aceitaram pegá-lo, alegando estar mesmo com muitas coisas para arrumar e outras até encheram um pouco o saco, a fim de fechar negócio logo.

Como tem muitos modelos, com muitas motorizações, ao comprar um Palio você deve mesmo pesquisar muito. Tem uma ou outra versão que é mico e outras muito procuradas. É fácil encontrar carros em bom estado, mas tem muitos realmente mal cuidados por aí. Em todo caso, a manutenção é sempre barata, todo mecânico conhece bem o carro e tem peças de reposição sempre, exceto a palheta do limpador traseiro. Este não tem refil, então você tem que trocar todo a haste. De resto não tive problemas com falta de peças.

Veredito

Um ótimo carro para famílias pequenas, mas recomendaria nesse caso um 1.3, que não é tão mais caro. Para o meu perfil, serve muito bem. Ele tem manutenção barata, mecânica confiável e algum conforto. Só não troquei por outro Fiat porque apareceu um bom negócio, a troca pelo Fox. Mas terei outro Fiat com certeza.

Por Ronaldo Viana.





  • BlueGopher

    Bom, sem informar as datas e quilometragens dos acontecimentos e despesas, fica tudo meio sem sentido.

    • lucas

      Cara foi a primeira coisa q eu pensei. Voltei o texto pra ver se eu tinha bobeado.

    • Também pensei nisso… fala que o carro é usado,mas não disse quando e com qual km comprou…

    • Michel Soares Pintor

      Muito bom o relato mas realmente faltou esse detalhe que faz toda diferença pois meu pai já ficou com um carro 8 anos e rodou 40 mil km, eu em 1 ano rodo 70 mil.

    • R Viana

      Opa beleza? Desculpa, faltou mesmo esse detalhe. Eu o comprei com quase 90.000 km em 2008 eu acho. A primeira ida ao mecanico foi ainda antes dos 100.000 km. O problemas na parte elétrica deram mais pro fim quando vendi o carro com com quase 200.000 km rodados. A maior parte dos problemas eu fui mandando arrumar conforme iam aparecendo, mas alguns da parte elétrica (como o rádio) e de acabamento eu nem mexi já que estava pretendo trocar de carro. Valeu!

    • Fernando S.

      Concordo. Relato horroroso, não falou quando comproou, com qual km e quando (em termos de km) o carro começou a dar problema, e ainda deixou no ar que é culpa do antigo dono o problema na suspensão. Não, não é. Já vendi carro beirando 100 mil rodados sem mexer em nada na suspensão também. Enfim, poderia ter sido melhor esse relato.

  • SDS SP

    Um bom meio de transporte (te leva do ponto A até o B), com manutenção barata, farta oferta de peças de reposição no mercado.
    Desempenho regular, se comparado aos atuais 1.0L do mercado, mas como falei, te leva e traz sem problemas…

    No mais, foi um bom relato, apesar de faltar alguns detalhes. E para os reclamões de plantão, que acham o carro uma carroça e tals (muito fácil falar isso quando se tem um carro de categoria superior), não trate sua realidade individual como verdade absoluta, cada um sabe onde o calo aperta…

    • invalid_pilot

      Tive um Celta 2003 que só me deu problema com bomba de combustível, troca de correia e embreagem além da manutenção habitual…
      Esse Palio é uma bomba perto do Celtinha kkk

      • SDS SP

        Celta tem uma manutenção muito barata. Tive um 2002.

    • Pedro Cunha

      O Palio é um excelente carro, como o TODO do segmento o qual pertence aqui no brasil. O problema mesmo são os colocadores de defeito, que esperam acabamento premium em carros de proposta popular ou desempenho de “GTI” e espaço de van familiar. Tem que respeitar a ideia de uso do carro, e dito isso, “de sul á norte”, nosso mercado é totalmente nivelado, nem pra mais, nem pra menos. Salvo pequenos detalhes, perfumaria mesmo, não há “salientes” diferenças entre nossos populares.

  • David Diniz

    Kra eu tive um palio de 2007 até 2011 e a única coisa que prestava era motor por que era o chevrolet 1,8. Fiat? Ando a pé mas não quero saber de fiat nunca mais.

    • th!nk.t4nk

      Tão ruim, mas tão ruim, que ficou com o carro por 5 anos? Certo.

      • David Diniz

        Sim mas depois de uma batida em 2008 já estava arrebentando ele. Arregaçando mesmo.

    • Christian Sant Ana Santos

      E o único problema digno de nota, que tive em décadas com os FIAT foi exatamente com um Doblò 2008 com esse motor GM, mesmo assim, só um potenciômetro do acelerador, fornecimento Delphi.

  • dor53

    vendi um palio 2000 pra um amigo meu em 2004
    esta com ele ate hj com 175000 km

  • CharlesAle

    Palio, não sendo o Fiasa 1.0(pelo consumo alto de combustível), é um bom carro popular..Agora, Fox, tem de ser o 1.6, essa versão 1.0, além de muito fraca, não é nada econômica………

    • G.Alonso

      Tem um conhecido aqui na cidade que comprou um Fox, modelo 15/15 com motor 4 cilindros ainda, está muito bravo com o vendedor que falou que o carro era econômico. Diz ele que não faz nem 10 km/l e não anda nada. Agora, o 1.6, aqui em casa tem e o carro é bem esperto e bem econômico perto do 1.0.

      • Edson Fernandes

        Desconheço dono do Fox 1.0 4 cilindros (de ultima leva) que não reclame do consumo.

        Todos sem excessão reclamam desse aspecto e de duas coisas comuns no Fox: quebra da trava de porta e da maçaneta interna. De restante desconheço outras reclamações. (mas falo do que vejo em carros de conhecidos, colegas e amigos)

        • G.Alonso

          Bom, a maçaneta tem que mudar do 1.0 para o 1.6, pois o daqui de casa a maçaneta é firme e boa. A unica coisa que estou estranhando desde ontem é algo diferente na embreagem e um relato de dificuldade para partida do meu avô hoje (carro com gasolina). Com 35 mil km é estranho isso.

          • Edson Fernandes

            Estranho mesmo. No meu C3 com o tempo percebi que ele tem uma embreagem mais firme que outros compactos. Mas o que ficou em evidencia é que o carro com o passar do tempo começou a ficar mais firme. Nunca tinha visto isso em outros carros. E olha que era chato com manutenção.

            (e nunca viram nada de anormal)

            Até o dia que meu cunhado comprou o “novo” C3 e eu vi que era macio… me lembrei do meu qdo novo e estranhei a dureza.

            • invalid_pilot

              Amortecedor e Bandejas indo pro pau… Verificaria isso só por desencargo

              • Edson Fernandes

                Ele já foi vendido.

                Mas o amortecedor foi trocado por volta dos 60000km a meu pedido. O carro nessa faixa de quilometragem (por volta dos 60000 a 70000) ao passar em valetas, lombadas e desnivel de pista balançava muito. Inicialmente pedi para analisarem a suspensão e ela estava intacta (alias até os 112000km rodados foi sempre ouvindo isso), então deram um aperto (que não mudou nada) e eu vi uma mancha de oleo no amortecedor.

                O meu mecanico em epoca disse que estava bom, mas pelo comportamento do carro (que nas curvas em baixa velocidade estava terrivel) eu troquei. O carro voltou a ficar bom.

                Infelizmente não era suspensão e nem amortecedor já que com 105000km eu mandei fazer um checkup e não foi acusado troca de nada. Aos 90000km ele teve apenas troca de duas capas (parabarro) dianteiros que faziam barulhos (o parafuso havia se soltado e ele ficava vibrando).

        • Whering Alberto

          As travas já vem quebradas de fábrica. Nenhuma tranca. kkkkkkkkkkkkkk…

      • Marcelo Alves

        Eu fiz auto-escola num Fox 1.0 2006, realmente não anda nada… Já o 1.6 é bem melhor, (minha irmã teve um 2009) na cidade eu diria que ele é até mais econômico que o meu Polo 1.6 2009, mas na estrada o Polo é bem mais econômico, acredito que seja devido a aerodinâmica. Meu pai teve um Crossfox em 2007 e o carro bebia demais na estrada, meu Polo fazia o mesmo trajeto ida e volta e ainda sobrava 1/2 tanque, já no Crossfox sobrava só 1/4 ou, com muita sorte, 1/3.

      • Tive um Fox 11/12 que peguei zero km e achava o consumo dele normal para um 1.0, nada excepcional, mas tbm não bebida demais não.

      • SDS SP

        Tive um Polo 2008 1.6, mas eu não gostei do consumo, especialmente quando abastecido com etanol.

        • Brenno

          No álcool bebia muito! Na minha casa teve 5! Era ridículo fazer 5 km/l na cidade! Na Fernão Dias cheguei a fazer 12 km/l no etanol, mas naquele esquema, 5ª 90~100.
          Tirando isso, era um carro fodástico!

  • G.Alonso

    Meu avô teve um Palio dessa reestilização, mas, era 2006/2007, vidros e travas, direção hidráulica e ar condicionado. O carro era bem esperto nas arrancadas, a não ser com o ar condicionado ligado (que rouba bastante potência até do Fox 1.6). O motor rodou bem até os 200 mil rodados, trocou algumas coisinhas, mas, nada de muito caro ou importante, mas, depois disso, a gente não sabe o que ocorreu que o carro bateu o motor do nada, depois disso, passado 1 ano e mais um pouco, o carro começa dar defeito no motor novamente e dai para frente outra retifica, e outra retifica, foram 3, e o motor durou até quase os 400 mil quilômetros rodados. O carro era muito bom, mas, por fim tinha um defeito no motor que mecânico nenhum descobria, o motor que funcionava “redondo”, ficou áspero e sempre perdia potência.

  • Edson Fernandes

    Foi um relato confuso ainda que demonstre historico do carro. Parecia ser uma pessoa que não cuidava tão bem do carro para ter esses todos detalhes.

    Falo isso porque meus carros ao menos em minha mão sequer tiveram tais peças quebradas ou problematicas. E não, não comecei com carro superior, por outro lado, comecei com carro inferior ao Palio(era um Uno) e então posso dizer que dá sim para cuidar e manter melhor. Vendi o meu uno 1995 em 2008 (13 anos então) e até o hoje o dono cuida. O que quebrou nele? A seta que arrumei com R$150.

    E o resto? Todo original, sem quebra, sem problemas. Motor?Limpo. Molas? Trocadas. Amortecedor trocado uma vez porque vendi com um pouco mais de 100000km rodados. Pneus? Tive de trocar dois porque infelizmente não fiz rodizio o que veio a trazer deformidade ao pneu.

    Mas fiz cambagem e alinhamento. O meu era carburador e esse estava bem regulado, luzes funcionando (ainda que as traseiras de freio queimassem com certa frequencia) e eu fiz o que todo proximo dono tem terror em tampões: Cortei o meu para colocar alto falante. Ao menos foi o unico “corte” que fiz no carro todo. Ademais, é um carro para rodar durante muitos anos, porque sempre troquei oleo pelo indicado pelo fabricante e o carro sempre foi muito silencioso. (Considere que o Uno é mais simples, porém na hora da venda considerando meu ex carro um C3, ele fazia menos barulho de ruidos internos).

    Outro ponto ruim da epoca do meu que eu não deixava acontecer era afrouxar o freio de mão e assim raspar fazendo barulhos. O meu sempre ficou super bem apertado e eu sempre ao trocar oleo apertava novamente.

    Ou seja, um Uno com freio de mão funcional e suspensão sem barulhos.

    • Fernando Oliveira

      Também achei o nosso amigo bem desleixado com o carro dele. A impressão que tive é que só queria andar e só mexia no carro quando não tinha jeito mesmo.

      “….A luz do freio de mão acendia às vezes, quando com o carro em movimento. Era o fluído de freio que precisava ser trocado (fiz isso uma vez), mas o carro sempre freou muito bem mesmo assim. Os alto-falantes deram mau contato e acabei retirando o rádio do carro, pois um belo dia ele simplesmente não queria desligar, retirei ele todo e nunca mais coloquei outro no lugar.”

      Enfim, o que pude concluir do relato, é que carro popular, básico e antigo só devo adquirir se estiver em situação financeira bem deplorável.

      • Diego Santos

        concordo com vc cara… Mas nem posso julga-lo. Eu quando jovem, nem oleo do carro eu trocava. Me empurraram uma TIPO em 2005, com defeito de freio… gostei bastante do carro e hj lembro que nem deu muito problema, comparado aos cuidados que nao tive. Realmente eu só queria por gasolina e andar. Mas nisso eu tinha 21 anos e sem informação.
        Hoje cuido de tudo.. alinhamento a cada 10 mil, troco todos os filtros, anoto tudo…
        Não sei a idade desse nosso amigo, mas creio que o tempo e o acesso a informação e amor ao bolso o fara ver que cuidar do carro é o basico pra nao ter dor de cabeça e dores maiores futuras.
        Hoje tenho um carro que comprei zero, e espero que fique comigo uns 6 anos, vou cuidar dele direitinho, pra nao ter dor de cabeça na estrada etc,

      • R Viana

        Opa beleza? Então, a parte do fluído de freio, eu troquei uma vez e a luz parou de acender, depois não deu mais esse problema. A parte do rádio mesmo eu não mexi mais, assim como coisinhas do acabamento já que estava já pensando em trocar de carro, então fui fazendo só o que era essencial mesmo. Valeu!

      • Edson Fernandes

        Imagina para um proximo dono…

        E é por isso que vejo mais compactos ferrados qdo bem usado do que comparado a carros superiores em porte e proposta.

    • Rodrigo Alves Buriti

      Mãe teve um 2002 1.3 8v e durou até 2011, praticamente só com o básico mesmo em manutenção.
      Era um carrinho valente, não dava dor de cabeça, honesto e bem acabado para o seguimento da época (tinha uma forração de bom gosto nas portas).

      Em falando de uno, um primo tem um 2007 ou 2008, com 200mil km e embreagem ainda original!!! Esse é valente!!

    • Minerius Valioso

      Você sabe à respeito de relatos de falhas de acabamento da linha Corsa B? O nosso aqui da família parece que veio bichado. Já tive que fazer gambiarra no cinzeiro. Tem rebarbas nas portas traseiras, nas duas portas de trás está precisando fazer um pequeno reparo no tecido, na frente o difusor ficou bichado e depois parou. Ainda tem a pecinha da coluna C que desmontou.

      E isso que nem chegou ainda à 80 000 Km rodados.

      • Edson Fernandes

        Olha, eu só ouvi que modelos 1997 qdo mudaram a padronização de portas, o tecido soltava (quando não rasgava). Minha irmã teve um que nunca deu problema.

        Mas tbm vendeu para minha outra irmã que acabou com o carro.

  • Mr. Car

    O verde se chama “Verde Amazon”, como também era meu ELX 2001. Como fiquei apenas um ano com o carro, não tive nenhum problema. Achava muito confortável, gostoso de dirigir, mas acostumado com motores maiores (vinha de um 2.3 e um 1.8), acabei trocando-o por um 2.0.

  • inuyasha

    Palio,Uno,Gol,Celta e Ka ,qual e melhor 1.0?

    • invalid_pilot

      Minha Humilde opinião e sendo carros dos modelos antigos diria que : Celta, Ka , Uno, Gol e Palio nesta ordem do melhor pro pior

    • Depende da versão do Gol e do Palio. Se está falando dos atuais, Então para mim é Ka, Gol, Palio, Uno e Celta que lembrando não é mais fabricado. Se for o Fire e o G4, aí é Ka, Tortura, Suicídio, Uno, Palio Fire, Celta e G4.

    • Brenno

      Depende da necessidade. Manutenção barata e peças até na padaria? Gol/Uno
      Um conforto a mais, Palio
      Um kart delicioso de guiar, baixa manutenção, pouco visado e cabe em qualquer lugar? Ka
      Celta? Já andei em alguns e nunca gostei. Entre ele e um corsa 95, eu iria de Corsa 95.

  • Jeff Will Sousa

    Bom relato, apesar de faltado alguns itens como informar medidas de gastos, quilometragens e tipos viários mais utilizados, o que causa confusão pela falta deles. Fica para o relato do Fox, não se esqueça.

    Antes de comprar, não tenha pressa para verificar itens e fazer uma revisão antes de fechar negócio em um bem de consumo tão caro, pois a revisão preventiva pode soar como desnecessária, mas faz uma grande diferença no seu bolso. Emoção é importante, mas pode atrapalhar muito também. E se possível, leve mais alguém que entenda mais para ajudar. Conversar com o dono e fazer test drive é importante também.

    Mais atenção com as revisões e prazo para a troca de peças, pois o dono é quem faz o carro. Se cuidar bem e revisar em dia, pode fazer uso severo do carro, que ele roda tranquilo 500.000 km em 10 anos.

    No mais, é um carrinho honesto e econômico pra se passear pela cidade. O mal de estar em linha, é porque ainda fica devendo em qualidade construtiva (assustei com tanta coisa quebrando aí) e as versões são diversas grande confusão,além de dever muito em equipamentos de conforto e segurança. Sanado isso, não há problema em continuar em linha, seu consumidor quer simplicidade e versatilidade e não há nada de errado nisso.

    Felicidades com o Fox! A propósito, esse modelo de Palio é show naquele amarelo dourado.

  • Zé Mundico

    Dá para perceber que todo tipo de defeito que tinha para dar, ele deu,…kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
    No mais, pelo menos serve de lição pois também devemos aprender com os erros alheios.

    • R Viana

      Deu mesmo cara! Mas até pelo tanto de problemas, ele nunca me deixou na mao. Comprei com quase 90.000 km e vendi com quase 200.000; pra um carro 2001, super rodado, acho até que resistiu bem viu, hahahah. valeu!

  • Diego

    Texto muito confuso… Honestamente ficou várias coisas dúbias ou inconclusivas.

  • fbl

    chuta que é macumba

  • Fanjos

    A película escurecedora do vidro traseiro esta Show!

    • mauricio

      kkkkkkkkkkkkkkk

  • Rodrigo Alves Buriti

    Mãe teve um Palio 2002 1.3 8v EL, se não me falho a memória esse motor só veio nesse ano.
    Foi o carro que andava quando tirei a carteira, ficou conosco até pouco mais de 90mil km e só com manutenção básica mesmo! Fazia até 16km/l na estrada a 100km/h e AC. Hoje está com um colega que mora em interior e não ouço reclamações.

    Só o pneu que comia fácil, cerca de 30mil km e já chegava no TWI, para comparação o megane durou uns 45mil km, e o fox 2011 mais de 50mil km antes de vender.

  • Douglas

    Lendo o seu relato lembrei da famosa frase: “Fix It Again, Tony”

  • Rodrigo

    “O consumo também era muito bom. Acredito que fazia uns 12 km por litro na cidade, talvez até um pouco mais. Digo isso por que acabei de trocar por um Fox 1.0 também. Este é bem beberrão e nem tão mais ágil que o Fiat.”

    Tive exatamente o mesmo carro, de mesmo ano, só que duas portas, vermelho bourbon. Quer uma dica? Faça com seu novo carro um trajeto que você conheça bem a distância e veja a diferença em quilômetros… Na época que tive o Palio, eu rodava 90 km/dia com ela, numa média de 13 km/l (pegava rodovia e cidade). Quando o troquei por outro carro, qual não foi minha surpresa quando percebi que o trajeto diário na verdade tinha 78 km (naquela época não tinha Google Maps pra validar).
    Quer dizer que o Palio roubava para mais em 12 km, o que é um valor muito alto (22% de diferença)! Isso convertido em consumo seria o mesmo que dizer que ao invés de fazer 13 km/l como eu imaginava, fazia 10,2 km/l.
    Como tenho tanta certeza disso? Bem, troquei o Palio por um Astra com computador de bordo e, além disso, validei a quilometragem com o carro da minha mãe na época (uma Corsa Wagon), praticamente a mesma km.
    Juntei fatos e fotos, mandei email pra Central de Relacionamento Fiat. Estou esperando a resposta até hoje…

    • Marcos Souza

      Eu tinha essa impressão com o ka que eu tinha. Sempre dava uma kilometragem diferente da do GPS. Mas era um dos primeiros GPS, então não sei qual dos dois dava erro.

  • Marcos

    Tive um Palio ELX 1.0 16v 2001 e gostei demais do carro, nunca tive problemas… lembro que o farol do carro, mesmo no baixo, incomodava quem vinha na direção contrária. Também achei esta versão uma das mais bonitas.

    • Rodrigo

      Nossa essa do farol se perpetuou até a geração seguinte. E tem uns malditos que ainda por cima instalam xenon.

    • Diogo Vasconcelos da Silva

      tbm tive um ELX 1.0 16v 2001, so fiquei triste pois o meu não era da série 25 anos

      • Marcos

        O meu também não era, porém coloquei as rodas que vinham de fábrica no carro e as pessoas achavam que era da serie 25 anos.

  • Veja como nós brasileiros somos: o antigo dono do carro botou roda de liga leve e nem tinha ar condicionado.. vai entender…

    • R Viana

      Pois é, aparência é tudo ne. Nunca fiz questão delas mas já que veio com o carro… hahaha Valeu!

    • Mas aí é compreensível. Jogo de roda é muito mais barato que colocar um ar. Não sabemos se a roda é original e se o dono anterior era o primeiro dono.

  • afonso200

    quanto problema, ta loko essses carros nacionals

  • Fernando Morais

    Ótimo carro….Deus me livre.

  • CorsarioViajante

    Achei incrível o carro dar tantos problemas e o dono ainda se dizer extremamente satisfeito e tal. Mas era esperado pois nitidamente a manutenção foi feita na base do esperar quebrar para consertar.

  • Lucas Irrthum

    A maioria dos defeitos que o autor relatou, poderiam ter sido evitados com manutenção preventiva. Mecânico adora proprietários que rodam 10 mil km com o mesmo óleo, que não trocam a água e o aditivo do sistema de arrefecimento, que não substituem velas e cabos, que não trocam o fluído de freio bem como pastilhas… Porque com isso, quando você encostar o carro, vai ter 1 milhão de manutenções a serem feitas, e um lucro exorbitante para o profissional.

    • Fernando S.

      Eu sei uma leve risada quando ele relatou “é bem ágil na saída do farol”, ou seja, é aquele que acha que está num autódromo e quando fica verde sai com o giro lá em cima, se bobear cantando pneu para parar 150 metros adiante em outro farol.

      • Lucas Irrthum

        Também achei curiosa essa parte. Vários proprietários de carros 1.0 parecem ter a necessidade de mostrar para os outros, que o seu veículo tem bom desempenho, que anda junto com carros mais caros e etc.

      • Lucas Irrthum

        Fernando, você tem um Fiesta Rocam 1.6, correto? Me recordo de ler um relato seu, na seção “usado da semana, opinião de dono”. Estou querendo comprar um, pelo fato do ótimo custo benefício do modelo. Encontrei unidades 12/12 ou 12/13 1.6 completos, com pouco mais de 30 mil km, com valor de mercado em torno de R$ 26.000,00. Por isso, gostaria de te perguntar: é verdade que a manutenção do Zetec Rocam é cara? Ouve-se em todos os cantos que toda a linha Ford tem manutenção caríssima. Saliento que é um carro para trabalho, pretendo rodar no mínimo 2 mil km por mês. Desde já agradeço, abraço!

        • Fernando S.

          Fala aí, Lucas! Olha, sobre esse carro posso falar com propriedade pois além de eu ter um (atualmente com 30 mil rodados), meu pai também teve um, ano 2009, que rodou 116 mil até a venda. Manutenção do Fiesta não é tao barata quanto os populares da Fiat (tive um Mille), entretanto não é nada de exorbitante. Tem peças fáceis de achar e qualquer mecânico mexe no carro. O motor RoCam é altamente confiável, meu pai vendeu o dele ano passado e não vazava uma gota. O que podemos considerar mais caro nele é que a troca de óleo são 4 litros (ante 3 litros da maioria dos concorrentes). Seguro particular é barato se comparado com Gol, Uno e Palio pois não é um carro muito visado. Pneu 175 65 14 (originais) também não são tão caros para repor. Enfim, o meu até o momento é só troca de óleo, filtros e fiz a sangria do fluído. Pastilhas ainda meia vida. Só é um tanto quanto beberrão, não dá pra ter direção “agressiva”, senão viverá no posto de combustível kkkk. Eu recomendo o carro pois é muito bom de dirigir, dá muita segurança e o motor responde prontamente quando solicitado. Um abraço!

          • Lucas Irrthum

            Por isso que eu gosto de conversar com alguém que tenha experiência com o modelo, pois passa muito mais informações do que uma simples avaliação da imprensa especializada. Quanto à parte do consumo, me preocupou um pouco, pois vou rodar bastante. Qual é a média de consumo dele na cidade? Valeu, abraço!

            • Fernando S.

              Consumo é sempre relativo, depende de vários fatores. Numa média, com transito anda e para ele faz 7 km L no álcool. Sem anda e para de transito, apenas condições normais de lombada, preferência e farol, faz 8 km L no álcool tb. Na gasolina deve fazer 20 a 25% acima disso. Abraço

              • Lucas Irrthum

                Sim, argumentar sobre consumo é sempre complicado, pois envolve diversos fatores. 7 km/l no combustível de cana, em trânsito intenso, não é uma média ruim. Valeu pelas informações, foram muito úteis.

  • Brenno

    Saí de um Gol Quadrado pra nunca mais voltar! Quando conheci o Fiesta, fiquei encasquetado: Poxa, um carro de 10 mil, com Ar, Vidro, Trava, Direção Hidráulica e ainda Air Bag, além de ser pouco visado. O saudoso Zetec Rocam que anda muito bem e de quebra é econômico. Meu carro foi fabricado em 17/11/99 e hoje já com 170 mil km, (2º motor hahaha), tem uma porrada de problema( Chave de seta, lanterna, pintura queimada, difusor do painel caindo, e outros, mas nunca me deixou na mão. Não tenho pretensão em trocar por outro carro. Talvez comprar um novo e manter esse comigo para projetos “maldosos” rs.
    Aliás, como você comentou no quesito Design, que o achava feio, já ouviu falar na versão Sport?

  • Eduardo Vieira

    Então, eu tive uma palio 2004 fire 1.0 55 cv, 2ª geração (frente baixa) duas portas.
    Comprada zero básica. Ao longo dos 11 anos que passei com ela, a única coisa que me dava dores de cabeça, era o fato de com o carro cheio, o motor não ser suficiente. E durante esse tempo fui botando ela ao meu gosto, comprei e mandei instalar, ar condicionado (comprei de uma outra palio que bateu), vidros elétricos, travas elétricas, gnv (aqui no rio a gasolina é muito cara e já que botei o ar, vamos usar), faróis com máscara negra e lanternas fumês; cheguei a comprar 4 rodas de liga da tempra, mas não tive tempo de botar. Mas o importante que eu queria comentar, é que nos mais ou menos 165 mil km que rodei com ela, é que ela não me deu tanta dor de cabeça, quanto a do amigo acima. O que eu percebi pelo texto dele é que o carro apresentava defeitos e dava-se um jeito (o som não desliga, tira o som do carro; freio fraco, bota ocupante em outro carro) ao invés de resolver realmente o problema. A minha vivia suja por fora (por uma infeliz coincidência, toda vez que eu lavava, logo depois chovia), mas era um carro que eu podia contar pra fazer qualquer viagem a qualquer hora, pois eu sempre prezava muito e gostava muito de cuidar dela. a manutenção era feita rigorosamente em dia e as coisas mais foras do cotidiano que tive que fazer foram; troca da bomba d`água aos 80/90 mil km, pois começou a fazer barulho e depois a troca da embreagem+trezeta+coifa da transmissão aos 140 mil km!!! Mas como disse, eu era chato com a manutenção da palio.



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