Chery Matérias NA Sedãs

Chery Arrizo: versões, motor, equipamento, consumo, mercado, detalhes

Chery Arrizo: versões, motor, equipamento, consumo, mercado, detalhes

O Chery Arrizo é uma família de sedãs da marca chinesa, que no Brasil é representada pelo Arrizo 5.


O modelo é um sedã médio que foi lançado há poucos anos na China e exportado para diversos países, inclusive o Chile.

Nascido como uma alternativa mais barata em relação ao Chery Arrizo 7, o Arrizo 5 ganhou ainda uma evolução, o chamado Arrizo GX.

Além disso, o Chery Arrizo 5 tem também uma variante elétrica lançada em 2019 na China.


Chery Arrizo: versões, motor, equipamento, consumo, mercado, detalhes

Evolução do antigo Chery A5, que inclusive gerou um modelo posterior, o E5, o modelo da Chery chegou para fazer a diferença no segmento de médios.

Fabricado somente em Wuhu e Jacareí, respectivamente na China e no Brasil, o ganhou atualização por aqui também.

Com motor 1.5 turbo flex, bem como câmbio CVT, o Chery Arrizo 5 é focado no conforto e na economia.

Chery Arrizo

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O Chery Arrizo é um projeto da montadora de Wuhu, província de Anhui, na região centro-leste da China.

Surgiu como uma alternativa mais em conta para substituir o antigo A5 – existia um no Campo de Provas da GM em Indaiatuba – e ao seu sucessor, o E5.

Maior que o extinto Cielo (Chery A3), o Arrizo logo foi renomeado como Arrizo 5 por conta de seus dois irmãos.

Estes são o compacto Arrizo 3 e o maior, mas ainda médio, Chery Arrizo 7.

Arrizo 5

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Com design moderno, o Chery Arrizo 5 logo chamou atenção por suas linhas sofisticadas, tendo sido apresentado como conceito em 2014.

Essa proposta de estilo foi vista pelos brasileiros no Salão do Automóvel de 2014, o último no Anhembi, em São Paulo.

Na China, ele andava camuflado e apresentava o mesmo painel do Celer, que era menor e mais barato.

Naquela época, o projeto ainda estava longe do lançamento, que ocorreu na China em novembro de 2015.

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Rapidamente, o Chery Arrizo 5 chamou atenção por suas linhas definitivas e interior mais sofisticado que o do Celer.

No exterior, como sua proposta era a de ser um sedã barato, a Chery decidiu equipa-lo apenas com motor 1.5 16V aspirado de baixa potência.

Também vinha com transmissão CVT para reduzir consumo e oferecer conforto.

Mesmo sendo considerado um sedã médio, tinha equipamentos e mecânica de sedã compacto.

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Ainda assim, nunca foi um carro pelado ou extremamente simplificado.

Com bom espaço interno e porta-malas condizente com a proposta, o Chery Arrizo 5 entra num segmento forte na China.

De olho no mercado exterior, a Chery também se preparava para colocar o Arrizo 5 em outras regiões, especialmente no mercado brasileiro.

Médio com proposta de compacto

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O Chery Arrizo 5 começou sua jornada no exterior em países como o Chile, mas mantendo o conjunto motriz igual ao da China.

Com 4,572 m de comprimento, 1,825 m de largura, 1,482 m de altura e 2,670 m de entre eixos, o Chery Arrizo 5 é um médio.

Ele chama atenção por seus faróis grandes e dotados de projetores, além de assinatura em LED numa máscara de fundo preto.

A grade hexagonal com friso cromado e logotipo da Chery (novo) é bem equilibrada.

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O para-choque tem linhas fluidas e conta com luzes diurnas em LED, dependendo da versão na China, contendo ainda grade inferior e molduras estilizadas.

Na China, ele ainda ostenta frisos cromados nas laterais do protetor, que aqui foi modificado.

Com teto curvado e porta-malas curto, o Chery Arrizo 5 tem visual agradável, com lanternas parcialmente em LED.

A tampa do bagageiro é envolvente e esconde um compartimento com 430 litros, menos que os compactos, mas suficiente.

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Nas colunas C, o sedã apresenta ainda moldura que imita vigia. Os retrovisores são grandes.

O para-choque traseiro é bem liso e incorpora a luz de ré, bem como a de neblina no lugar onde geralmente vão os refletores.

Por dentro, o Chery Arrizo 5 tem um painel ainda inspirado no Celer, mas com difusores de ar e console central melhor delineados.

A multimídia tem tela sensível ao toque e aplicativos dedicados, enquanto o cluster é analógico e dotado de visual simples.

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O acabamento com muitos materiais plásticos duros denúncia sua proposta de acesso.

Os comandos do ar condicionado, assim como do volante são interessantes, apesar do aspecto deste último ser muito simples.

Ainda assim, a Chery se preocupou com detalhes como amortecimento da tampa do porta-luvas, por exemplo.

Os bancos confortáveis possuem acabamento em tecido ou couro, sendo que na China tem até opção de biton, mas de gosto duvidoso.

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Por lá, até opção de teto solar elétrico ele tinha.

Conforme o tempo foi passando, o Chery Arrizo 5 ganhou melhoramentos.

A versão EX surgiu na China em 2016 e revelou o visual que seria oferecido no Brasil.

Nesse caso, essa versão mais completa, tinha para-choque redesenhado com barra metalizada iluminada por LEDs e vincos mais acentuados.

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Isso conferia ao carro um aspecto melhor.

O modelo tinha ainda cromados na tampa do bagageiro e no para-choque traseiro.

Entretanto, havia uma diferença: o interior tinha um painel bem mais sofisticado.

O conjunto tinha acabamento central com pintura brilhante e difusores de ar contínuos.

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A multimídia tem tela bem maior e integrada ao desenho, que ainda traz cluster analógico, mas novo.

Com botão de partida, o Chery Arrizo 5 EX surgiu com um novo volante, muito melhor visualmente.

O destaque mesmo fica para o ar condicionado automático com comandos sensíveis ao toque, lembrando o Range Rover Velar, mas sem display.

O túnel central também é mais moderno que no Chery Arrizo 5 brasileiro.

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O painel é muito parecido com o do Chery Arrizo GX, uma evolução mais cara do sedã vendido aqui.

Ainda assim, o sedã tinha motor fraco e logo a Chery adicionou mais uma versão na China.

Em 2017, surgiu o Chery Arrizo 5 Sport.

Este dispõe de spoilers dianteiros e traseiros, assim como saias laterais estilizadas.

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Além das rodas mais agressivas, o modelo tem como diferencial o motor.

Antes dessa versão, o Chery Arrizo 5 era vendido apenas com motor Acteco 1.5 16V de meros 115 cavalos, sendo apenas um pouco mais potente que o do Celer.

Essa variante de motor foi mostrada no Brasil em 2016, mas deixou claro para a Chery que não vingaria.

No caso do Chery Arrizo 5 Sport, o motor era 1.5 Turbo (sem injeção direta) com 152 cavalos na versão manual e 147 cavalos na CVT.

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Esse conjunto era exatamente o que se esperava do modelo em mercados como do Brasil.

Antes de chegar aqui, o sedã ainda viu nascer a primeira versão elétrica, que falaremos mais abaixo.

Recentemente surgiu uma atualização dessa, com interior da versão EX.

Chery Arrizo – produção no Brasil

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Em 2017, a Chery entrou em crise e precisava alterar seus planos internos e globais.

Vendendo 25% da Qoros, ela decidiu se concentrar em uma gama reduzida de produtos e mais direcionada.

Com sua única operação fabril fora da China no Brasil, ela decidiu vender seu controle para outra empresa.

Essa acabou sendo o grupo CAOA, experiente nas marcas Hyundai e Subaru por aqui.

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A aposta foi mais que acertada, pois, com marketing mais eficiente e rede instalada, a CAOA poderia reverter o quadro ruim da Chery no Brasil.

Um dos primeiros produtos considerados foi o Chery Arrizo 5.

Junto com ele, a CAOA atualizou o crossover Tiggo 2 e nacionalizou os mais sofisticados Tiggo 5x e Tiggo 7.

No caso do sedã médio, ele foi o primeiro da marca com motorização turbo flex no Brasil.

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Com produção em Jacareí-SP, a agora Caoa Chery – nome da nova empresa com controle acionário nacional – atualizou o produto.

O Chery Arrizo 5 nacional assumiu o visual da versão EX na China, porém, manteve o painel antigo.

Talvez por uma questão de marketing, já que o carro é o mesmo, a CAOA divulga o tamanho do carro como sendo de 4,532 m e não 4,572 m.

O mesmo em relação ao entre eixos, que é de 2,650 m aqui.

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Também se alterou a largura para 1,814 m e a altura para 1,487 m, justificável, devido a calibragem para nossas vias.

A intenção deve ser proposital por causa do Chery Arrizo GX, já confirmado para produção nacional.

Feito sobre a plataforma denominada M1X, o sedã compartilha a mesma estrutura com o Arrizo GX e o Arrizo 7.

Oferecido aqui nas versões RX e RXT, o Chery Arrizo 5 só difere do chinês por suas rodas de liga leve aro 17 polegadas, cujo desenho é exclusivo do Brasil.

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Ele mantém o mesmo padrão visual e de acabamento visto na China, inclusive com couro de dupla costura vermelha.

Na versão RXT, dispõe de sensores de estacionamento dianteiros e traseiros e teto solar elétrico.

Por dentro, o sedã vem com direção elétrica, ar condicionado, bancos em couro, multimídia com tela de 7 polegadas, espelhamento para aparelhos Android e iOS.

Com revestimentos e guarnições em preto, o ambiente do Chery Arrizo 5 fica mais sóbrio.

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Dotado de controle de cruzeiro, o sedã tem ainda quatro airbags na versão RXT, além de controles de tração e estabilidade. Estes são itens de série desde a RX.

Também vem de fábrica discos nas quatro rodas, sensor crepuscular e monitoramento de pressão dos pneus.

Na atualização da Caoa Chery, o banco traseiro passa a ter três apoios de cabeça, além do cinto de três pontos (já existente na China) e Isofix.

Além do bom conteúdo, o Chery Arrizo 5 brasileiro vem com motorização exclusiva.

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Herdado da versão Sport, o motor 1.5 16V Turbo da Acteco tem tecnologia flex com 147 cavalos na gasolina e 150 cavalos no etanol.

Essa potência é conseguida a 5.500 rpm. Aos 4.000 rpm, aparecem os 19,4 kgfm nos dois combustíveis.

Para um motor turbo, o torque é baixo e obtido em rotação muito alta, como se fosse 1.8 ou 2.0 aspirado.

Ele é equipado com transmissão CVT com simulação de sete marchas e mudanças manuais na alavanca, bem como modo Inverno e Low (relação curta para ladeiras íngremes).

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Com esse conjunto, o Chery Arrizo 5 1.5 Turbo Flex CVT vai de 0 a 100 km/h em 10 segundos e tem máxima de 190 km/h.

O consumo é de 6,7 km/l na cidade e 8,4 km/l na estrada, ambos com etanol.

Na gasolina, o Chery faz 9,9 km/l no ciclo urbano e 12,1 km/l no rodoviário.

O tanque de combustível tem somente 48 litros.

O Chery Arrizo 5 tem suspensão dianteira McPherson e traseira por eixo de torção.

Mercado do Arrizo

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O Chery Arrizo 5 tem preço sugerido de R$ 65.990 na versão RX e R$ 72.990 na RXT.

Estes valores são bem competitivos, já que geralmente são vistos nos sedãs compactos.

Isso também cumpre a missão original do sedã na China, deixando espaço para um sedã maior e mais caro.

Apesar de tudo isso, o Arrizo 5 ainda não decolou em vendas, emplacando 1.301 unidades de janeiro a julho de 2019.

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Entre os compactos, ele seria o último.

Já relacionado com os sedãs médios, ocuparia a oitava posição.

As vendas tímidas não parecem ter relação com os preços, muito menos com o marketing agressivo da CAOA.

O motivo provável é o crescimento dos SUVs e crossovers, com queda expressiva dos sedãs médios.

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No mesmo período, o Tiggo 2 vendeu 3.525 exemplares, enquanto o mais caro Tiggo 5x emplacou 3.452 unidades.

Este último deve liderar as vendas da Caoa Chery em 2019.

Já o Tiggo 7 vendeu até julho 820 carros.

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Com média mensal menor que este, o Chery Arrizo 5 pode ainda perder a posição e virar lanterna da marca em 2019.

Para o futuro do modelo, a saída será apostar no GX – que é essencialmente o mesmo carro – e na versão elétrica Arrizo 5e.

A Caoa Chery já mostrou e fez o público do Salão do Automóvel andar nele em novembro de 2018.

Versão elétrica

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Em novembro de 2018, a Caoa Chery exibiu no Salão do Automóvel 2018 uma série de modelos elétricos.

O objetivo era exibir possíveis propostas de carros elétricos e oferecer experimentação do público presente na mostra paulistana.

Um dos modelos exibidos era o Chery Arrixo 5e.

A versão elétrica do sedã chinês é visualmente no exterior, igual ao modelo flex feito em Jacareí-SP.

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Como ainda é um produto feito na China, o modelo exibido tem as mesmas características, diferindo apenas no estilo das rodas de liga leve aro 17 polegadas.

Diferentemente de outras propostas, envolvendo versões elétricas, o Arrizo 5e optou pela discrição.

No entanto, o diferencial maior está no interior.

Em realidade no acionamento de marcha. Este é um botão giratório com as posições “D”, “N” e “R”.

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Mantendo o freio de estacionamento manual, é o único item diferenciado visível no habitáculo do Arrizo 5e.

O painel do sedã elétrico é o mesmo da versão com motor a combustão e tinha até o conta-giros no modelo 2017.

Porém, este marcava até incríveis 14.000 rpm!

Isso não importa muito, já que potência e torque são oferecidos instantaneamente.

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Agora, o modelo mais recente na China tem cluster digital com nível de carga e eficiência energética.

Além disso, o display da multimídia vertical de 10,4 polegadas, que eliminou os comandos originais do ar condicionado.

Este, por sua vez, tem painel redesenhado mais abaixo.

Nessa central de entretenimento, todos os dados referentes ao sistema elétrico e propulsão são apresentados em grafismos interessantes.

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Ela apresenta informações sobre estado da bateria, tempo de recarga e autonomia, entre outros.

Essas foram as mudanças do Chery Arrizo 5e de 2017 para 2019.

Sob o capô, o modelo tem um motor elétrico de 123 cavalos e 28,1 kgfm, ambos a partir de 0 rpm.

Equipado com baterias de lítio, o sedã tem autonomia de 410 km no ciclo WLTP, o que significa pouco mais de 300 km na vida real.

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Posicionadas sob o assoalho, elas não interferem no espaço interno e nem no porta-malas.

O tempo de recarga lenta em tomada de 220V é de oito horas, mas se feita carga rápida em estação de alta potência, 80% do nível é completado em apenas 30 minutos.

O Chery Arrizo 5e vai de 0 a 100 km/h em 10 segundos e tem máxima limitada em 152 km/h.

Na estratégia da Caoa Chery, o Arrizo 5e chega em novembro de 2019, podendo ser o carro elétrico mais barato do Brasil.

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Ele manteve a suspensão traseira por eixo de torção, mas ganhou freio de estacionamento eletrônico.

A expectativa é que o preço fique bem acima de R$ 100 mil.

Na produção nacional, as baterias e outros componentes elétricos serão importados da China, mas o motor pode ser nacionalizado, o que reduzirá seu custo.

A Caoa Chery ainda espera lançar uma versão elétrica do Tiggo 2 e quem sabe os subcompactos eQ1 e eQ, este último uma versão elétrica do QQ.

Família Chery Arrizo

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Como já mencionada, a família Arrizo foi criada para ser a linha de automóveis de passeio da Chery.

Compreendo apenas sedãs, o primeiro era um compacto (Arrizo 3 na foto acima), seguido de um médio barato (Arrizo 5), um médio premium (Arrizo GX) e um médio grande, que no caso é o Arrizo 7.

O Chery Arrizo 3 tem 4,458 m de comprimento, 1,755 m de largura, 1,493 m de altura e 2,572 m de entre eixos.

Tem somente motor 1.5 16V com 115 cavalos e transmissão CVT.

Arrizo GX

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Evolução do Chery Arrizo 5, este modelo tem frente mais sofisticada e com faróis de LED, além de traseira remodelada com lanternas em LED.

A estrutura é a mesma do sedã vendido no Brasil, mas mede 4,710 m de comprimento.

Tem aquele painel com multimídia grande, cluster digital e ar condicionado touchscreen.

O motor é o mesmo 1.5 Turbo com câmbio CVT.

Arrizo 7

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Inicialmente cogitado para o Brasil, tendo sido mostrado no Salão do Automóvel 2016, o Chery Arrizo 7 é também maior.

Ele mede 4,650 m de comprimento, 1,820 m de largura, 1,480 m de altura e 2,700 m de entre eixos.

Este sedã tem motor 1.5 Turbo com CVT, além de suspensão traseira multilink e interior mais requintado.

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Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Caulazaro

    No começo, eu ainda achava engraçado.
    Mas hoje em dia, me irrita as propagandas da CAOA.
    Meu dinheiro, ela nunca vai ver.

    • TchauQueridos

      Nesses preços fica dificil.

  • João Senff

    Sei que não tem a ver com a matéria. Mas alguém sabe me responder como a LIFAN se mantém no país ainda ? Quantos Lifan são vendidos ao mês ? E a minha maior curiosidades quantos Lifan aquele grandalhão foram vendidos pra apeaaoa física ? Lifan doq vive ? Oq come ? Onde está ? Cadê as respostas.

    • Ducar Carros

      Na primeira quinzena desse mês, só vendeu 3 unidades (2 X60 e 1 X80); no ano, foram pouco mais de 200. Devem estar aguardando uma recuperação do mercado.

      • João Senff

        Como será que a ccs não fecha as portas.

      • ( ͡° ͜ʖ ͡°)

        Lembro que o X60 era o chinês mais vendido , se não me engano acima de 400 unidades /mês.

        • Jackson

          está sabendo que a lifan já era? uma pena fecharam a fabrica no uruguai por conta de algumas tretas com o governo de lá e pra importar direto da china fica inviável …. uma pena o X60 e´um bom carro mas agora vai ficar dificil peças de reposição…

    • Dod

      Vive de estoques que estão nas concessionárias que AINDA existem e da prestação de serviços (revisões e tentativa de solução dos muitos problemas que as porcarias dessa marca dão). Algumas passaram a vender carros usados multimarcas também. Quando o galpão alugado que chamavam de fábrica no Uruguai fechou disseram inicialmente que passariam a trazer unidades diretamente da China, mas com a disparada do dólar voltaram atrás.

  • JDeliberador

    Acho este o carro mais honesto do Brasil, porte médio, motor turbo de 150cv, bom espaço interno, acabamento razoável, design atual e agradável. Ou seja, bom conjunto da obra, além da boa oferta de itens de série e garantia longa. Sem o MIMIMI de ser importado da China.

    Tem potencial

    Creio que com o interior da versão GX por mais R$3.000, valeria mais a compra ainda

    • Jackson

      se colocam um preço de55 mil ia vender muito mas os caras querem ferrar o consumidor. não vê a JAC tinha carros com preços ótimos mas agora está enfiando a faca onde já se viu pagar 85 mil num V260 se o Hyundai HR custa 80

  • Emygdio Carlos

    Consumo deixou a desejar!

  • Lucas de Lucca

    Eu sei que pode ser besteira mas não tenho coragem de comprar um carro chinês nem a pau. Não me inspira confiança nenhuma. Sei lá, quem sabe um dia.

    • Marcio Mentzingen

      Não é chinês. Lucas! é fabricado no Brasil!

      • Lucas de Lucca

        Marca chinesa.

    • João Senff

      Partilho desse mesmo pensamento . Outro chinês que vai mudar será o novo Ford territory acho que é esse o nome. Vi que o projeto original é da chinesa que fazia cópias descaradas da Land Rover e Amarok.

      • Cosi fan Tutti

        O projeto original é da chinesa JMC, em parceria com a Chang’an, uma das 4 maiores das marcas estatais da China, a maior marca privada de carros é a Geely. A JMC e a Chang’an criaram a marca LandWind para SUVs baratos, a cópia que vc cita é o modelo X7, que usava motor MItsubishi de 170 cv e custava o valor de um Sandero daqui para eles. Agora a justiça chinesa proibiu eles de venderem esse modelo. Agora imagina se vendessem aqui com preço de ONix ou Sandero uma cópia do Evoque com motor da MItsubishi??? ahaha

        • João Senff

          Eu particularmente não compraria. Imagina a qualidade do produto mas que faria sucesso com a massa a isso faria.

          • Cosi fan Tutti

            Kk como? Imagina a qualidade? Mano, o comparativo é com Ônix, Sandero e cia, vc tem noção? Vc viu as fotos do LandWind X7? Motor Mitsubishi de 170 cv, cluster digital, completo, automático. Repetindo, estamos comparando com Ônix, Sandero e cia, afinal, custa o msm preço. Tu ainda tens dúvida? (Só um dado, estas duas empresas, JMC e Chang’an, são gigantes na área. Fazem carros, caminhões, onibus e ate tratores, e hoje ja tem motores próprios, tanto que o Ford Territory que vira pra nos é um rebadge da Ford no modelo chinês da JMC de 2016, se naquela época o carro ja tinha segurança pra ser vendido aqui, imagina agora!).

            • João Senff

              Ainda assim tenho meu pe a trás com a qualidade não falei que Sandero Onix e companhia são de qualidade . Apenas comparando a cópia com o original falei sobre a qualidade. E nunca que venderiam aqui a cópia da Evoque por menos de 90 mil reais. A questão é que prós chinas terem a confiança do mercado brasileiro vai levar anos ainda. Eu mesmo não vou nem passar perto do Ford territory. E olha que sou um grande consumidor desse tipo de carro .

              • Cosi fan Tutti

                Estamos falando em uma situação hipotética, claro que a copia, vindo da China, custaria caro aqui por culpa do protecionismo brasileiro. Mas hipoteticamente se custasse aqui o mesmo que custa la, ou seja, o equivalente a faixa de preço dos populares citados, seria sim um custo-beneficio absurdo. Alias, ate mesmo se viesse na faixa dos Suvinhos de shopping que temos aqui, entre 70 e 110 mil, venderia bem. O fato de ser copia nao desmerece o carro. Eles fazem engenharia reversa. Não entendo tal repulsa, melhor uma copia bem feita que uma gambiarra mal feita (o que são 90% dos carros feitos no Brasil). Mas nao se preocupe que depois do Territory virão muito mais, a nova familia Ônix é chinesa, e a VW é a próxima a trazer modelos de suas parcerias chinesas em sua marca, pode anotar.

                • João Senff

                  Pra vc ter ideia a Tiguan AllSapace não entra aqui em casa justamente por ser uma “gambiarra” pra china que quer carros grandes. E por ser feia também. Como consumidores de carros de valor agregado maior aqui em casa podemos sempre escolher umas coisas meio caras e uma coisa meio barata se é que dá para chamar carro de barato no Brasil . Pela primeira vez na vida compramos um popular como segundo carro antes sempre era um resto de rico com 4 a 5 anos de uso. Mas esse ano decidimos comprar um Ford Ka SE 2019 como segundo carro ir ao mercado e etc… Entre os populares achei o mais honesto questão de preço x equipamentos. Por ser o segundo carro a exigência seria ar condicionado vidro elétrico na frente e só. Compramos ele por 43 mil reais e a Ford diz que ganhamos a película emplacamento IPVA documentação e a cor cinza que na tabela é uns 2 mil mais cara. A tabela dele era 45.990 quando compramos . Por esse motivo o Ka entrou na garagem mas se compararmos com nosso outro carro a qualidade e o valor são bem diferentes. Daria para comprar mais 4 Ka com o valor do outro carro.

                  • Cosi fan Tutti

                    Nao tenho nada contra os chineses, aliás, acho muito louvável o que estão fazendo na indústria, principalmente na questão de elétricos. E estou namorando um modelo 100% elétrico BYD Tang 2019, pra quem sabe num futuro recente ter um! Essa empresa ja tem fabrica no Brasil, faz ônibus e traz um modelo para taxistas e motoristas de uber. Espero que tenha representação para seus outros modelos. Quem acompanha marcas chinesas percebe a evolução. Marcas como GAC, GWM Haval e WEY, Geely, SAIC MG Roewe, FAW Besturn, BAIC etc.. já fazem ótimos modelos. O que vimos ate o momento aqui é apenas uma fração. As marcas chinesas que se aventuraram aqui não são fortes na China, por isso essa impressão ruim.

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Na cor azul não acho bonito, mas o branco e prata ficaram bonitos. Acho que daria pra baratear ainda mais esse carro caso desenvolvessem um motor 1.0 3 cilindros turbo com uns 125 cv, vai perder em desempenho mas ganharia muito em economia de combustível. Assim como se colocassem na versão top de linha do Tiggo 2 esse motor 1.0T com CVT e sumissem com o AT4, colocando o 1.5 aspirado só nas versão MT de entrada

  • Problema do chineses são os Concessionários, eles não querem mais se arriscar como se arriscaram no passado.

  • Ubiratã Muniz Silva

    é um carro bem resolvido visualmente, com um preço “aceitável”, mas realmente não pegou. Aqui em Brasília até hoje só vi um desses na rua. Outros modelos da Chery são mais facilmente vistos, como o “Celer Adventure” (Tiggo 2) e os demais Tiggos.

  • Marcus Vinicius

    Arrisco dizer que quem compra o chery arrizo se esquece do celer sedan experimenta uma nova sensação !

  • Cesar

    Será que eu Arrisco 5?

    • Eskarmory .

      Nossa… Dá uma chance pra ele, Sr. Cazalberto!

  • Flávio Ba

    Um carro justo, com porte de carro médio e preço de compacto. Só q demorou a chegar ao nosso mercado!!
    A Caoa Chery logo tira ele de linha, pois o q vende agora é SUV

  • Andrei Vieira

    Melhor custo x benefício da CAOA é o que menos vende. Brasileiro entende muito de carro.

  • Samluzbh

    Todos acham bom, ninguém compra!

  • Zé Mundico

    É aquela coisa: os carros são bonitinhos, motor decente, câmbio cvt, completinhos de acessórios, cheios de frufrus, e até o preço tem alguma corência com a média do mercado. Pessoal acha que por ser “chinês”, tem que ser “balatinho”. Mas aí é que está o engano. Carro muito barato deprecia mais rápido e desvaloriza o investimento do proprietário.
    Outro problema é que carro chinês ainda não passou aquela ideia de qualidade, durabilidade, de coisa bem acabada e relativamente durável.
    Outro problema até pior é a duvidosa fama da assistência técnica das marcas chinesas e o preço das peças de reposição, que são bem altos. Os carros não tem escala de venda que justifique um empreendedor local investir numa concessionária e a coisa acaba fechando em pouco tempo, deixando o dono com o pinico sem asa na mão. E a fama da Jac já é bem ruinzinha…

  • Marcelo Braga

    O Jac J3 se saiu super bem no teste de longa duração da quatro rodas: resistente e com boa mecânica. Esse preconceito contra as marcas chinesas não se justifica.

  • RicardoVW

    Tem o hatch?

  • Hodney Fortuna

    Sem dúvida o Arizzo 5 é o sedan chinês mais belo e acertado vendido no Brasil.

  • renanfelipe

    Talvez eu não tenha dado a devida atenção, mas eu não entendi muito bem o propósito da matéria, achei as informações meio desencontradas e sem uma linha do tempo clara… no começo achei que se tratava de um lançamento, umas frases soltas e depois vi que era a história (?) No mundo (?) ou no Brasil…

  • Mayck Colares

    Esse gx tá com o visual matador. Se baixar o preço do arrizo 5 pra 60/65 e lançar esse gx por 67/72…bom não existe almoço grátis né?

  • Thiago

    se o motor fosse mais economico tinha melhores vendas

  • CanalhaRS

    “As vendas tímidas não parecem ter relação com os preços, muito menos com o marketing agressivo da CAOA.
    O motivo provável é o crescimento dos SUVs e crossovers, com queda expressiva dos sedãs médios.”

    Se os concorrentes vendem milhares de unidades mensais, porque a culpa do carro não vender seria os SUVs?
    A reposta é o preço sim, associada a uma marca nova e chinesa. Nenhuma marca explode em vendas antes de anos no mercado, trazendo produtos de qualidade e com pós venda amplo e eficiente. A confiança do consumidor se ganha aos poucos, pelo boca-a-boca, a mais eficiente das propagandas.

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