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Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

Olá pessoal. Há um ano pensei em escrever minha experiência com meu atual carro, um Fiat Grand Siena Essence 1.6 2013, e agora com o carro com 150 mil km chegou a hora.


Comprei o carro zero em abril 2013. Possuía um cartão com pontos da Fiat com R$ 9 mil de desconto, e negociei um desconto extra de R$ 4 mil. No final o carro de R$ 48 mil (com alguns opcionais) fechou no pagamento a vista por R$ 35 mil com todos os descontos.

Atualmente está com 150.198 km, com predominância de uso em viagens (70%) entre Curitiba e interior de SP.

Fiat Grand Siena – carroceria e interior

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

Acho o carro bonito. As rodas 16” o deixam com volume, e atualmente uso pneu 205/55, os originais eram 195/55.

Em relação a alinhamento das peças externas não percebi nada anormal. O para-lama direito tem um vinco causado por uma depressão do nosso asfalto lunar que atingi no caminho à Santa Catarina, e o amortecedor atingiu o fim do curso e a lata acusou o choque. A iluminação dos faróis é muito boa.

Na parte interna o painel onde fica o airbag do passageiro faz uns ruídos quando passa por asfalto mais rugoso. Iluminação dos instrumentos não cansa em viagem noturna, tendo controle de intensidade. O computador de bordo traz as informações comuns a outros modelos.

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

O carro também tem as alças de apoio dobráveis no teto, luz de cortesia para todos, e porta óculos. Também tem luz no porta luvas (que é meio pequeno aliás), e mais uma no porta malas. Quanto ao espaço praticamente uso somente com minha esposa, sem filhos, portanto não havia problema para nós neste quesito. O porta-malas é suficiente, apesar de ter instalado um cilindro de GNV de 21 m3.

Todas as portas têm revestimento em parte com tecido. A qualidade geral é razoável, mas claro que há alguns ruídos, afinal é um carro com 150 mil km.

Fiat Grand Siena – dirigibilidade e conforto

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

A suspensão achei justa entre conforto e estabilidade. Tive um Siena do anterior que a suspensão era mais pra confortável, deixando-o em curvas mais instável. Ajuda neste ponto, o pneu 205. A direção, apesar de ser hidráulica, é um pouco pesada em manobras, mas firme na estrada.

Os freios são bons, e não fiz nenhuma manutenção neles ainda, somente a troca do fluído de freio com 4 anos (2017). Na última revisão foi avisado que as pastilhas precisarão ser trocadas na revisão dos 150 mil km. Os limpadores do para-brisa são bons, varrem bem sem deixar resíduo de água.

O meu é sem retrovisor elétrico, portanto sem tilt down, que aponta o espelho para baixo ao engatar a ré, para não ralar a roda traseira na guia, pois o Grand Siena tem a traseira meio alta.

Os bancos até têm uma boa densidade e a padronagem do tecido é bonita. O ar condicionado gela bem, e tem 4 saídas de ar na parte central do painel. Os vidros do passageiro e motorista são do tipo um toque para subida e descida.

Adicionei ao carro uma central multimídia de tela retrátil, com GPS e TV digital.

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

Fiat Grand Siena – pontos negativos

O meu carro quando está no GNV tem uma queda acentuada de torque na faixa baixa de giros até 2.500 rpm, e após essa rotação melhora significativamente. Quando instalei o GNV (2013) acho que foi feito a regulagem do GNV para melhor consumo. Em serras quando muito extensas ou íngremes passo para o etanol para nem estressar. No etanol o motor tem boa força, suficiente para ultrapassagens seguras.

O motor é elástico, mas anda bem mesmo acima de 3000RPM, o outro carro que tive era um Siena com motor 1.8 GM, muito bom de torque em baixo giro, mas pouco elástico.

O que faz falta é a retomada de velocidade no GNV em giro baixo (2.000-2.500 RPM), e que no etanol este efeito minimiza muito, mas já me acostumei e basta reduzir uma marcha para dar conta do recado.

Mesmo com essa característica, utilizo o GNV normalmente em rodovias, ultrapassagens etc., único ponto que precisa prestar atenção é o giro do motor quando no GNV pela diferença de potência entre ele e o etanol. Maior parte das rotas que faço é em rodovias duplicadas.

Outro ponto negativo é a suspensão dianteira, que desde muito cedo começou a fazer uns estalos quando o carro está manobrando, volante virado. Não tem folga na suspensão, mas o barulho ocorre, mas também não fui atrás, pois vi em vários sites que era algo comum e aconteceu com muitos proprietários do Grand Siena.

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Fiat Grand Siena – consumo

Sempre segui o manual quanto à manutenção, e faço troca de velas a cada 30 mil km, e cabo de velas a cada 60 mil km. Minha base de consumo é sempre com GNV, pois o etanol uso somente em situações pontuais, como ao ligar o carro com motor frio em que o sistema só passa para o GNV após motor atingir determinada temperatura, e em serras pelo motivo já explicado.

O GNV instalado é da Lovato 5ª Geração, e como exemplo prático; do posto de GNV de Curitiba a Santos são 411 km, e consigo chegar no destino sem usar etanol. Em média ele faz 20 Km por m³ de GNV, na rodovia. Cidade nunca efetuei medição, eu suponho que faça uns 14 – 15 km com m³.

Ainda sobre o GNV, instalei ele após a 1ª revisão obrigatória, com 17 mil km, 06 meses após a compra. Não exigiu até o momento manutenção extra, somente o filtro de óleo que esse kit tem é trocado anualmente, e a inspeção anual para poder licenciar o veículo. Em Curitiba o IPVA é de 1% para GNV.

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

Fiat Grand Siena – manutenção

Até a km atual foi feito somente a manutenção normal recomendada pelo manual quanto ao motor e câmbio, não houve nenhum problema extra.

A bateria é original ainda, e somente a suspensão traseira tive que trocar os coxins aos 100 mil km, não sei se o cilindro do GNV colaborou para o desgaste, pois durante uns 30 mil km utilizei a mola traseira original, somente após é que coloquei mola traseira de GNV.

Como dito, troco vela a cada 30 mil km e cabos de vela a cada 60 mil km. Óleo de motor conforme manual, sintético 5W30, e troco a cada 15 mil km. Com o GNV o óleo sai praticamente claro.

Carro da semana, opinião do dono: Fiat Grand Siena 2013 com GNV

A correia Poly V troquei com 120 mil km, não tinha nenhum desgaste aparente. Na parte elétrica nenhum problema. Somente uma lâmpada do farol esquerdo queimou.

Pneu original 195/55 Pirelli P7 durou na dianteira até 86 mil km, e os traseiros até 105 mil km, fiz rodízio algumas vezes, atualmente está com Michelin Primacy 3 205/55 nos quatro.

Escapamento também original, o GNV colabora para a durabilidade. Espero que tenham gostado do relato. Abraços a todos.

Por James B.

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74 Comentários

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  • Tenho um 2013 1.6 com o kit sublime, que acho muito bom, inclusive teto solar. Só mandei colocar câmbio manual, não confio no Dualogic. Gosto do design do carro, acho ele bem resolvido e que merecia uma central MM de fábrica. Teve o efeito “batedeira” na traseira, parecia que o carro ia desmontar, mas resolvi trocando uma peça chamada “Bieleta”.

    Está com 60.000kms, faço revisões a cada 10.000 num mecânico de confiança, por enquanto apenas peças de desgaste natural, sem nenhuma surpresa, tirando a tal “Bieleta” que custou R$ 360,00 para trocar.

    Por mim o Argo deveria continuar levando o nome Siena, pois de lateral acho eles muito parecidos.

  • Tive a infeliz experiência em dirigir o 1.4 e sinceramente foi um dos piores carros que já dirigi. não é a toa que o carro não foi sucesso em vendas. Só lembrando que essa é a minha opinião

    • Eu troco de óleo a cada 15 mil km (conforme manual). E meus freios traseiros (tambor) são originais aos 180 mil km! Rodo bastante em estrada, e uso freio-motor quando dá. Agora, pastilhas dianteiras já foram umas 3 trocas.

      • Eu troco o óleo a cada 10 mil km. O meu também é um grand Siena 1.6 com kit sublime. E não tenho muito a que reclamar do câmbio dualogic. O meu modelo né 2013/2014.

        • Tudo vai do motor e do uso do carro… quando eu tinha modelos importados, era óleo a cada 5 mil km. Complicado, o carro só usava 0w30 de 60 reais o litro. Iam 9 litros no motor e isso acabava comigo.

          A maioria dos modelos hoje usa oi 5W30 e aceita essa troca entre 10 e 15 mil km… tranquilo.

    • Olá, sobre essa questão do óleo motor trocado a cada 15 mkm, no manual o meu tipo de rodagem se enquadra no perfil de uso não severo, pois uns 70% da km pelo menos rodo em grandes distâncias, 700, 800 km. E na estrada o motor trabalha em temperatura adequada. Também deve-se levar em conta que rodar 700 km em praticamente 5ª marcha, exigirá bem menos do motor e o próprio motor terá girado menos do que os 700 km em 3ª ou 4ª marcha. Menos RPM por km rodado. E o GNV não deixa resíduo da sua queima no motor, sem estar sujeito a adulteração dele também. Em relação a pastilha de freio, como disse no relato, fiz a revisão de 150 mkm hoje, e foi trocada, colocaram Fras-le. Sua durabilidade se deveu creio eu, pelo fato de muita rodagem em rodovia, e também tenho uma direção defensiva, normalmente fico a uns 4 segundos do veículo da frente, pois isso me da uma folga de, em caso de frenagem ou algo do tipo, poder administrar com calma, sem precisar frear forte, e também uso bastante o freio-motor em descida.

  • Parabéns pelo relato e por cuidar tão bem do seu carro! Gosto muito de ler relatos de pessoas que rodaram muito com o carro e pretendem rodar mais ainda. Mostram como o carro se comporta a longo prazo. Esses relatos são bem mais informativos do que um relato de alguém que não rodou nem 40mil km, por exemplo.

      • Só estradas boas, a maioria de pistas duplas.. Só de falar que roda muito no interior de SP, já é uma boa, pois a maioria das rodovias tem bom asfalto. Por outro lado, rodar nas grandes cidades fora das avenidas principais é um terror, é só buraco e remendo

  • Bom relato e parabéns pelo cuidado com o carro.

    Gostaria de tirar uma dúvida aqui, temos um Palio Attractive 1.4 14/15, e na última troca de óleo, foi orientado para que fosse trocado a correia dentada, não por causa da quilometragem, (10500 km, sim rodamos pouco rsrs) e sim pelo tempo de uso (3 anos e alguns meses) mas fiquei um pouco desconfiado. Queria saber se alguém aqui já efetuou a troca da correia por tempo e não por quilometragem, e se é necessário fazer por causa dos anos de uso.

    • Olá André. No manual tem essa informação. A Fiat orienta a troca a cada 60 mil km ou 3 anos, o que ocorrer primeiro. Em alguns casos, a troca deve ser antecipada (ainda conforme manual). Lembrando que, para a troca da correia deste motor, para ficar perfeito, deve-se usar as ferramentas de sincronismo específicas para o Fire EVO.

      • Pronto, obrigado cara, é porque fiquei meio desconfiado, por não saber que se trocava a correia por tempo, e sim por quilometragem, como fazemos o serviço na concessionária, e as vezes eles querem empurrar serviços a mais, desconfiei um pouco. Eles falaram sim, sobre essas ferramentas, para que o serviço ficasse perfeito.

        • Segundo o que o mecânico me informou, a oficina da concessionária tem essas ferramentas, e já estou pesquisando sobre, pra quando for trocar cobrar um bom serviço.

        • Infelizmente é verdade… O que me deixa P*** é que elas são baratas… Mas, pelo menos na minha cidade, os mecânicos, em sua grande maioria, foram treinados na NASA, então não precisam delas (é o que eles pensam)…

    • Eu trocaria. É um item muito barato perto do preço do conserto muito caro. Meu antigo Bravo Tjet arrebentou a correia com 53 mil e a troca era na revisão de 60 mil. Já estava fora da garantia mas a Fiat arcou. A partir de então prefiro trocar correia (se meu carro tiver) antes do recomendado. No seu caso, a borracha ressaca mesmo com o tempo, então se no manual orientar 3 anos de uso, melhor trocar mesmo.

      • Vamos trocar Rafael, é porque de inicio fiquei um pouco desconfiado, pois pensava que a correia só era trocada por quilometragem, e não por tempo de uso. Obrigado pelo comentário

        • Está certo! Temos Que desconfiar mesmo. Eu vi a nota das peças trocadas no meu Bravo. Foram 9000 reais a preço de custo para a concessionária, fora mão de obra. Se fosse eu pagando a brincadeira sairia pelo menos o dobro. Traumatizei! Heheheh

      • É Rbs, realmente tem sim, agora dei uma olhada com atenção e diz isso. É porque pensava que somente trocava pela quilometragem e não pelo tempo de uso.

        • A vantagem do Tetra é que o sistema é completamente inteligente. Quando necessitar de torque ou potencia, ele injeta etanol/gasolina automaticamente e você nem sente as mudanças. O problema é o motor 1.4 fraco em qualquer combustível.

    • Olá, como já responderam, não cogitei o tetrafuel por ser 1.4, pois o usaria para rodar em rodovias, nesse caso um 1.6 16v seria mais indicado. Também o fato do cilindro de gnv do tetrafuel ser menor, não teria tanta autonomia como tenho neste. E também pq pude escolher o kit do gnv, que neste caso foi o da 5ª geração da Lovato.

    • Olá, então, instalei o engate por algumas experiencias pessoais que passei. No carro anterior também tinha engate, e numa bela tarde estou parado no semáforo e atras de mim está uma montana parada também, e do nada um audi acertou a montana e ela acertou o meu carro, por sorte, não aconteceu nada com parachoque do meu carro e pude ir ao compromisso que já estava em cima da hora. Fora os toto que levei no parachoque em vagas na rua.

      • Sei, mas eu ficaria com dó de colocar um engate, pois vc tem que furar o carro, acrescenta peso extra desnecessário, sem contar que em uma batida traseira em um carro que possui engate, as vezes entorta até a estrutura do carro, e em muitos casos o seguro não cobre, pois esse item não é um acessório original de fábrica. Mas gosto é gosto.

  • Bom carro, com custo x benefício entre os melhores do mercado nacional. Eu só acho os Fiat meio “barulhentinhos” por dentro. Uma empresa que trabalhei a alguns anos teve uma enorme frota de Fiats, com Palio Weekend, Palio normal, Siena, Grand Siena… com 20 mil km os ruídos internos sempre apareciam em profusão.
    Meu pai tem uma Weekend Atractive que dei pra ele (comprei da empresa com um ano e 17 mil km rodados). Os ruídos são também o ponto fraco dela. Meu pai já fez um bom número de intervenções para minorar os problemas: instalação de pequenas fitas de borracha por trás da tampa do porta luvas, inserção de espuma no encontro do assento traseiro rebatível e sua fixação, enchimento do pino da dobradiça do tampão do porta-malas… melhora, mas ainda assim os ruídos chamam a atenção.

    • Olá, em relação a pastilha de freio, como disse no relato, fiz a revisão de 150 mkm hoje, e foi trocada, colocaram Fras-le. Sua durabilidade se deveu creio eu, pelo fato de muita rodagem em rodovia, e também tenho uma direção defensiva, normalmente fico a uns 4 segundos do veículo da frente, pois isso me da uma folga de, em caso de frenagem ou algo do tipo, poder administrar com calma, sem precisar frear forte, e também uso bastante o freio-motor em descida.

  • Minha irmã tinha um siena Fire 1.0 2009, o sedan compacto sempre muito esperto, potente e econômico. Ela agora adquiriu o Grand Siena 1.0 completo, para minha surpresa o carro continua esperto e econômico como o Siena geração anterior, viajei com 4 pessoas e mala cheia, o carro não chorou na subida dá Serra para Petrópolis. Gosto muito do carro, acho o mais bonito dá categoria, espaço e mala sao otimos. Sinto falta de uma tela multimídia no carro que deveria ser de série.

    • sério? já dirigi um novo palio 1.0 de um amigo e achei uma lesma, e olha que o ar estava desligado e estávamos apenas eu e minha namorada… meu ex palio 1.3 8v parecia um foguete perto dele haha, até o escort hobby cht 1.0 do meu sogro com seus parcos 52cv (isso lá nos anos 90) parece ser mais ágil do que ele

  • Um relato de quem realmente tem o carro e roda,não de papagaio de pirata que diz que carro Fiat não aguenta ou não presta,prova que hoje no interior do Brasil,onde oficinas são mais escassas,mão de obra também e estradas tem condições piores de rodagem carros da Fiat são os mais vistos,inclusive com km muito maior do que o carro relatado,e sem problemas fora do comum.

  • Olá pessoal, vi muitas mensagens sobre a questão do óleo motor trocado a cada 15 mkm e a durabilidade das pastilhas freio e pneus. Como não detalhei no relato, explico sobre estes pontos. No manual o meu tipo de rodagem se enquadra no perfil de uso não severo, pois uns 70% da km pelo menos rodo em grandes distâncias, 700, 800 km. E na estrada o motor trabalha em temperatura adequada. Também deve-se levar em conta que rodar 700 km em praticamente 5ª marcha, exigirá bem menos do motor e o próprio motor terá girado menos do que os mesmos 700 km em 3ª ou 4ª marcha. Menos RPM por km rodado. E o GNV não deixa resíduo da sua queima no motor, sem estar sujeito a adulteração dele também. Em relação a pastilha de freio que reflete automaticamente nos pneus, como disse no relato, fiz a revisão de 150 mkm hoje, e foi trocada, colocaram Fras-le. Sua durabilidade creio eu, ocorreu pelo fato de muita rodagem em rodovia, e também tenho uma direção defensiva, normalmente fico a uns 4 segundos do veículo da frente, pois isso me dá uma folga de, em caso de frenagem repentina, ou algo do tipo, poder administrar com calma, sem precisar frear forte, e também uso bastante o freio-motor.

  • Olha a diferença de manutenção só rodando em estradas!

    Ainda serei um desses que male mal irá ficar pegando ruas esburadas para ir no lugares para trabalhar…rs

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