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Chevrolet Cobalt – defeitos e problemas

Chevrolet Cobalt - defeitos e problemas

Lançado em 2011, o Chevrolet Cobalt chamou a atenção na época por dois motivos. O primeiro era seu tamanho grande, embora fosse feito sobre uma plataforma compacta. O porta-malas de 563 litros fez brilhar os olhos de taxistas e de quem prefere a “mala grande”. De outro lado, seu design foi amplamente criticado. Mas, será que além disso, ele tem muitos defeitos e problemas?


Com pouco menos de 4,5 m de comprimento e 2,62 m de entre-eixos, o Cobalt se baseou na plataforma modificada Gamma II para ficar grande, embora a motorização seja bem arcaica, centrada inicialmente no fraco motor 1.4 8V de até 102 cavalos e depois no vetusto 1.8 8V com não mais que 108 cavalos, ambos oriundos da “família Monza”.

Mas fora isso, o Cobalt trazia a vantagem de ter a oferta de um câmbio automático de seis marchas. Posteriormente, ganhou multimídia MyLink com Android Auto e Car Play, bem como renovação visual e reposicionamento de preços com a extinção do 1.4. Preferido de taxistas e motoristas de aplicativo, o sedã compacto “grande” tem seus detalhes.

Em pesquisa na internet, muitos relatam que o modelo da Chevrolet é bem confiável e tem pouca manutenção, sendo que vários relataram não terem tido defeitos ou problemas relacionados com o Cobalt. Mas, ele não é infalível e existem muitos casos em que os donos reclamam. Neste artigo, excluímos os depoimentos relacionados com a instalação do GNV, comum em táxis e no estado do Rio.


Chevrolet Cobalt - defeitos e problemas

Chevrolet Cobalt – defeitos e problemas

Por não ser um item de fábrica (o Astra Multipower se foi há muito tempo…), então deixamos de lado. Bom, mas em relação aos defeitos e problemas, muitos reclamam do alto consumo. Médias de 5,5 km/l com etanol na cidade e algo em torno de 8,5 km/l com o mesmo combustível na estrada, foram relatados, mas chama atenção quem faz menos que isso.

Um dos relatos assusta ao afirmar que seu Cobalt 1.8 AT estaria fazendo 4,7 km/l no etanol, dentro da cidade, e 5,9 km/l na gasolina, no mesmo ambiente. Mas, o que chama atenção nesse caso, é a quilometragem: 1.990 km. Mesmo não totalmente amaciado, o carro não poderia fazer algo tão alto.

Outros elogiam o consumo com gasolina, mas somente na estrada, queixando-se do mesmo na cidade e ainda mais quando usando etanol. Por ser um carro grande com motor pequeno em boa parte, os números não poderiam ser melhores mesmo. Falando ainda de motor, no clube de proprietários, o tópico tem alguns relatos de consumo de óleo excessivo.

Alguns comentam que o normal desse motor OHC da GM é de 750 ml a cada 1.000 km com troca a cada 5.000 km. Nas revisões, porém, o intervalo é de 10.000 km. Ainda na parte de motor, alguns comentam sobre a dificuldade em dar a partida nos dias frios.

Estranhamente, os proprietários estão abrindo e fechando o porta-malas para que o problema seja resolvido na hora. É como se o alarme ativasse e desligasse a partida. Outros relataram algo semelhante. Tem dono que fala sobre pane elétrica, outro sobre bomba de combustível. Também comenta-se sobre a qualidade e a quantidade de combustível no tanque.

Chevrolet Cobalt - defeitos e problemas

Direção ruidosa

Alguns proprietários reclamam de defeitos e problemas na direção hidráulica do Chevrolet Cobalt, que o sistema de assistência produz ruídos ao esterçar o volante, relatados como “batida de ferro com ferro”. Alguns tiveram vibração na direção e vazamento de fluído. Num dos casos, a concessionária descobriu que havia entrado ar no sistema hidráulico.

Retirado o mesmo, o problema sumiu, mas retornou um mês depois. Em outro caso, a oficina do revendedor trocou o tensor da correia e o problema na direção hidráulica foi resolvido.

Barulhos diversos

Com pouco mais de 30 mil km, um dono do sedã compacto diz que a coluna de direção também faz barulho, assim como as portas traseiras. Falando nelas, outro proprietário apontou o mesmo problema e para resolver de forma caseira, adicionou carpetes no acabamento para eliminar o ruído e, segundo o relato, deu certo. Este caso do Cobalt foi relatado com 12 mil km rodados.

Ainda em ruído, também reclamam de defeitos e problemas com barulhos no conjunto de suspensão dianteira, alguns trocando buchas e batentes com menos de 80 mil km. Mas, num relato, o proprietário queixou-se do problema aos 34 mil km. No conjunto de suspensão, também há relatos de desgaste excessivo da pastilha de freio, alguns antes de 15 mil km e outro em pouco mais de 33 mil km.

O mesmo caso é referente aos pneus, que durariam muito pouco na frente, sendo um tópico com muitos relatos no clube de proprietários. Obviamente nem todos são levados em consideração nesse caso, por conta do uso de GNV, o que adiciona peso extra ao carro. Outro proprietário queixou-se de ruídos na tampa do porta-malas.

Alguns donos também reclamam do barulho no interior, considerado elevado, especialmente em pisos de asfalto abrasivo e sob chuva.

Chevrolet Cobalt - defeitos e problemas

Bomba de combustível

Outro tópico com muitos relatados de defeitos e problemas no clube de donos do Cobalt, o dispositivo emite um ruído que incomoda os proprietários e motivou a troca do componente em alguns casos. Num dos casos, o dono diz que o banco traseiro chega a vibrar com o funcionamento irregular da bomba de combustível, que fica no tanque sob o assento.

Alguns donos dizem que o problema teria ocorrido quando usaram a reserva, mas outros não relatam a mesma coisa. Um concessionário disse que o ruído é provocado pelo filtro entupido e sua troca resolve o problema, não necessitando trocar todo o componente. Dois relatos falam de vazamentos de fluído de bateria, o que provocou a substituição das mesmas ainda na garantia.

Em relação ao sistema MyLink, alguns donos reclamam da não projeção do Apple Car Play no dispositivo de entretenimento, enquanto há caso em que o mesmo OnStar simplesmente não funciona. Nesse caso, o problema é o não espelhamento do Google Android Auto e nem a localização por GPS, acessível pelo smartphone.

O proprietário inclusive achou que estava operando errado o sistema de concierge, mas a revenda descobriu que o dispositivo não estava mesmo funcionando corretamente. Ele reclama que a concessionária não tinha a peça e ficou de retornar, mas nunca ocorrera tal ligação. A peça seria um modem e sem solução, entrou com reclamação na internet e até agora sem resolução do problema.

Chevrolet Cobalt - defeitos e problemas

Infiltração

Infiltração de água é algo que alguns donos de Cobalt relatam, seja pela vedação das portas, seja no porta-malas. Neste último caso, um relato fala de que a água estaria acessando o bagageiro através da lanterna e seu chicote elétrico. Mais grave, porém, é a entrada de água relatada por um proprietário, que estaria acontecendo sob o painel e passando pelo chicote elétrico do veículo.

Outro relato fala de uma entrada de água no assoalho, molhando carpete e tapetes. O proprietário teve que desmontar quase tudo para achar o problema, que era uma borracha de vedação mal colocada.

Em alguns casos, há vedadores de borracha em certas partes do painel e quando na colocação de sistemas de automação de vidros e travas, elas precisam ser removidas e seu encaixe errado por gerar infiltração, segundo os donos que descobriram o problema.

A despeito dos defeitos e problemas, na maioria dos relatos, o sedã compacto da GM até se sai bem nesse caso. O projeto que inicialmente começou com motores 1.4 e 1.8 sofreu diversas chamadas para recall ao longo do tempo.

[Fontes: Clube do Cobalt/Reclame Aqui]

Chevrolet Cobalt – defeitos e problemas
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32 Comentários

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    • Há muito procuro não comprar carros que não sejam pelo menos oriundos de projeto mundial (se a grana deixar, o melhor é comprar projeto mundial e fabricado lá fora – na Europa). Veículos originários de projetos locais, feitos para Brasil, Índia e assemelhados, como esse, não tem qualidade construtiva em regra. Ok, levam e traz. Mas são máquinas de triturar, se acontece algum acidente.

      • depende, cada caso é um caso… veja por exemplo ka vs mobi… o ka é o tal projeto “mundial” (é vendido na europa), enquanto o mobi é o projeto local exportado para países pobres… mas no crash test o mobi foi até melhor que o ka (o ka zerou e só melhorou depois que foi reforçado)… tem também as aberrações tipo yaris (um etios travestido) e captur (duster igualmente travestido)… enfim, creio que a melhor estratégia é pesquisar a fundo para saber se o tal projeto mundial vendido aqui é comparável ao projeto mundial vendido lá fora (como o polo, que aqui basicamente perde acabamento)…

        • Certamente que esse meu raciocínio deve vir acompanhado de uma avaliação do processo de nacionalização do produto. O ka daqui não tem nada dos dispositivos de segurança que ele possui lá fora (se eu não me engano nem a barra de proteção lateral). Aí de nada vale, o que veio igual foi a “casca”. O polo, como você mesmo ressaltou, é um bom exemplo. O fato é que os projetos daqui dificilmente se destacam em segurança. O fato do mobi ter se saído melhor do que o ka não significa que ele seja aceitável, inclusive, em termos de proporcionar o mínimo de segurança que se espera. Tanto é assim que, fazendo o caminho inverso, o polo do jeito que é vendido aqui não teria maiores problemas, em princípio, para passar nos testes de segurança de lá. O mobi, nem pensar – do mesmo modo que o ka tupiniquim.

          • O Polo daqui é tão BÃO que está está com inúmeras reclamações !!! pelo jeito o carro está um lixo !! carros novos cheios de barulho no tampão e porta do porta malas, portas, grilo no painel e em uma solda mal feita na fábrica na traseira, parecendo escola de samba !! fora as queixas de painel desencaixado, partes da lataria desalinhada, farol embaçando qdo chove ou lava o carro, bobam de combustível queimando, marcador de combustível com problema, perda de potência do motor, dê uma rápida olhadinha do reclame aqui e verá, nos comentários já tem gente desistindo de comprar o carro !!

              • Eu sei, mas o que falei é verdade fiquei impressionado com o número de reclamações, não sabia que o carro estava com tanto problema !!!! mas cada um compra o que quer, não sou eu que vou ter essa dor de cabeça !! rsrs..

        • O Polo daqui está com inúmeras reclamações !!! pelo jeito o carro está um lixo !! carros novos cheios de barulho no tampão e porta do porta malas, portas, grilo no painel e em uma solda mal feita na fábrica na traseira, parecendo escola de samba !! fora as queixas de painel desencaixado, partes da lataria desalinhada, farol embaçando qdo chove ou lava o carro, bobam de combustível queimando, marcador de combustível com problema, perda de potência do motor … dê uma rápida olhadinha do reclame aqui e verá ..nos comentários já tem gente desistindo de comprar o carro !!

        • Por aqui muitas vezes o carro “mundial”, como você falou do Polo, perde mais que acabamento. Perde aços resistentes e pontos de solda. Vide Golf MK4 alemão vs Golf MK4 “made in paraná”… A rigidez torcional do brasileiro é tão ridícula que o carro ao passar em desníveis ou rampas estala tanto que parece que vai se desmontar feito um lego. Mesmo vale pros Jettas.

        • Leia minha outra resposta ao “Retrato do Papai”, acima, sobre carros nacionalizados. Quem tem que te dizer não sou eu, é a PSA que tem que explicar que m…. fez no processo de nacionalização. Vou repetir frase que escrevi ali: “Certamente que esse meu raciocínio deve vir acompanhado de uma avaliação do processo de nacionalização do produto.” E, complementarmente, te pergunto: nosso Palio passaria no teste lá? Também não. Então só é “menos pior” (se essa informação que você pôs for verdadeira – não fui conferir). Agora, se o carro foi nacionalizado sem ser depenado em termos de segurança, será em regra muito melhor do que essas bombas projetadas para o 3o. mundo – incluindo aí as últimas atualizações do palio e o cobalt, objeto da matéria.

          • Mas você comparar carros importados com os nossos nacionais é como comparar uma peça genuína com uma peça paralela, sempre será melhor pois são construídos para lugares com alto poder aquisitivo.

            • Concordo e discordo, Paulo. Concordo que não dá para comparar com os nossos nacionais, justamente por isso que falei lá no início que procuro, se a grana permitir, comprar carros de projetos globais (e, já registrando, que tenham sido nacionalizados sem depenação em segurança) ou importados vendidos no mercado europeu. Discordo da assertiva dos carros lá serem construídos para consumidores de alto poder aquisitivo. Entendo que são construídos para consumidores esclarecidos, não necessariamente de alto poder aquisitivo. O que não presta, não vende.

              • Entendi, no caso alto poder aquisitivo lá que eu quis expressar, é o fato de o dinheiro valer muito mais e poder comprar com menos esforço um carro 0km. Para uma pessoa comprar um carro 0km aqui, vamos colocar um Kwid nessa conta, são necessários mais de 30 salários mínimos, não tem como oferecer um carro seguro e barato se a renda do país não acompanha, ainda mais aliado ao lucro Brasil e a carga altíssima de imposto. Igual você disse, o que não presta não vende, mas nesses mercados maduros você tem muitas opções de compra em uma mesma faixa de preços. Aqui na opção de entrada, ou você vai de QQ, Kwid ou Mobi. Fica difícil fazer uma escolha racional com essas três opções!

  • Rodei 1 mês com 1 exemplar 1.4.
    Carro bem macio e com porta malas bom. Mas o ruído interno na rodovia era alto e o desempenho do 1.4 deixa muito a desejar. Mas era econômico na gasolina .

  • Motor dele é oriundo da Família I 1.0 a 1.8, que surgiram aqui no Corsa, ainda produzidos com melhorias e não da Família II – esse sim do Monza, 1.6 a 2.4 que encerrou a produção com a extinção do 2.4 da S10.

  • “Um dos relatos assusta ao afirmar que seu Cobalt 1.8 AT estaria fazendo 4,7 km/l no etanol, dentro da cidade, e 5,9 km/l na gasolina, no mesmo ambiente.”

    Esse é o exato consumo do carro do coroa. 6km/L na cidade com GASOLINA. Sorte que ele anda pouco e não precisa abastecer com frequência. De resto é bem confortável e possui um bom espaço interno.

  • Tive um 2015/2016 modelo novo 1.8 automático LTZ, que carro bom, grande, confortável, econômico (fazia uns 7 km/L na cidade e uns 9 Km/L na rodovia com etanol). Só é um carro ruim de comércio, penei pra vender ele perto do que ele vale na tabela, creio que seja devido a grande parte das vendas serem pra taxistas e frotistas. Más gostei demais do carro, antes dele eu tinha um prisma do onix que era muito inferior a ele.

  • Fiquei 4 anos e meio com um Cobalt LT 1.4. Carro muito confiável e com bom consumo nesta versão. Único problema foi a bieleta da suspensao dianteira que tive que trocar duas vezes (coisa de R$ 40,00) e uma mangueira de dreno do ar condicionado que estava infiltrado um pouco d’água no carpete do passageiro. Mas fora essas coisas simples, foi um excelente companheiro.

  • Tenho um cobalt 1.8 LT mec. 14/14, está com 83.000km rodados, não faço mais a revisão em concessionaria, faço as pedidas no manual, uso óleo 3w30 castrol para 10.000km, o consumo com gasolina no DF é de 13km/l e na estrada se viajar a 100km/h faz até 14km/l mas geralmente fica em 10 a 11km/l. Não entra água e não tem barulho irritante (o único barulho é no painel do kit multimidia que instalei). Este carro hoje tem disparado o melhor custo x beneficio dos carros que já comprei..

  • Um excelente carro, já possui dois, um 2012 1.4 ltz e o outro 16/17 ltz ambus manual, este ultimo apresentou problema no moto com 7.500 km, que foi substituído, fora isto nada á reclamar, o carro é muito confortável, macio e ficou até econômico nesta ultima atualização, com direção elétrica e cambio de 6 marchas, um excelente custo x beneficio, no inicio do ano estarei comprando o terceiro.

  • “centrada inicialmente no fraco motor 1.4 8V de até 102 cavalos e depois no vetusto 1.8 8V com não mais que 108 cavalos, ambos oriundos da “família Monza”.” – Favor não confundir com o motor GM FII, que equipou Monza, Astra, Vectra, Zafira e S10/Blazer. Esse motor do Cobalt, assim como os atuais de Onix, Prisma, Montana e Spin são descendentes diretos do motor “nascido” com os Corsa Wind de 1994, que por sua vez remonta ás origens no primeiro propulsor apresentado no Monza, em 1982, aquele bloco 1,6 litro, que difere totalmente dos sequentes 1,8 e 2,0.
    Sobre os defeitos relatados, alguns discordo, como barulhos e infiltrações. Vendo carros, e já passaram pela loja muitos Cobalt. Os defeitos reportados em sua maioria dizem respeito ás homocinéticas que costumam “estalar” antes dos 80 mil km, que demanda troca completa do semieixo(cerca de 600 reais cada lado), vazamento na tampa do comando de válvulas, folga em bieletas da barra-estabilizadora e acentuado desgaste dos tecidos dos bancos, devido ao tecido ser ridiculamente frágil. Crítica estendida ao Onix/Prisma/Spin.
    Sobre consumo, realmente o motor 1,4 bebe demasiado, mas o 1,8 apresenta um rendimento mais justo, tendo médias maiores e desempenho adequado á um sedã para 5 ocupantes e bagagem.

  • Coincidentemente, já tive a oportunidade de andar duas vezes em um Cobalt (como passageiro) em taxis, e numa conversa com um dos taxistas, este me relatou que os pneus dianteiros realmente gastam muito rápido (defeito existente no finado Agile) e as pastilhas de freio que tem durabilidade curta. O outro deles me falou que não gosta do consumo pois o carro é muito beberrão (mas era o modelo 1.4) pois o carro era muito grande e pesado para o motor, que vivia “esguelado” e que era meio “secão” de suspensão. Antes de comprar meu novo carro, há 5 meses atrás, estava interessado num Prisma, mas o vendedor da GM queria porque queria me empurrar um Cobalt. Mas tenho amigos de concessionárias multimarcas e segundo eles, esse carro é do tipo “encalha-estoque”, tem mercado muito restrito a taxistas ou frotistas e não a consumidores comuns. Sem falar que é mais feio do que briga de foice no escuro. Entre muitos test-drives, acabei optando pelo Virtus 1.0 TSi e até o momento, não me arrependo nem um milésimo, seja pela imponência do carro, seja pelos itens de série, seja pela resposta do motor, maciez de rodagem, segurança e modernidade do projeto. Sem falar que é muito mais bonito que o Cobált, que é carinhosamente chamado nas redes sociais de “coCôbált”. Com a chegada do novo Prisma no final de 2019 e este sendo do porte e tamanho do Cobalt, este deverá sair de cena e acho (na minha opinião) que não deixará muita saudade não.

  • Ora, ora, vamos lá: tenho um Cobalt a quatro anos. Carro super confortável, macio, espaçoso, uma mala gigantesca. Nada de relevante tenho a falar. Pela quantidade de problemas que vi nessa matéria, de fato devo ter tido sorte (acredito que a matéria exagerou, de fato). Consumo realmente alto, mas rodo muito mais na cidade; quando vou pra rodovia é muito econômico. Indico o carro (o meu é ano 2015).

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