Manutenção Nissan Preços

Revisão Nissan: preços e detalhes

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A Nissan tem um dos custos de revisão mais baixos do mercado nacional e possui alguns programas e serviços específicos para o pós-venda da marca. A empresa apresenta no país o chamado “Compromisso Nissan” com assistência 24 horas em todo o território nacional, válido por dois anos, incluindo carro reserva, guincho, socorro mecânico, pane, acidente (incluindo os demais países do Mercosul e o Chile), furto/roubo, hospedagem, retirada e entrega do veículo reparado e transporte alternativo por táxi/avião/navio/ônibus/trem.


Além disso, a marca oferece três anos de garantia sem limite de quilometragem. A Nissan possui uma rede de concessionários que instalam acessórios exclusivos, bem como fazem serviços de funilaria, pintura, balanceamento, alinhamento, elétrica, mecânica, freios, suspensão, direção, lavagem, higienização, ar-condicionado, pneus, entre outros.

A Nissan também oferece kits instalados individualmente em relação às revisões normais. Estes kits são compostos por: óleo + filtro, filtros (ar, combustível e ar condicionado), ar condicionado (filtro + oxissanitização), pastilhas de freio dianteiras, pastilhas + disco de freio dianteiro, amortecedores dianteiros e embreagem (platô + disco). Todos os modelos, exceto Altima, possuem preços específicos para cada kit citado, que pode ser parcelado em duas vezes. A marca japonesa também disponibiliza manuais de proprietário do veículo e recall vigente.

Nas revisões periódicas, além dos modelos atuais, a Nissan disponibiliza em seu site os valores de modelos já fora de linha. Além disso, os valores mudam de acordo com o ano/modelo do veículo. Parceladas em três vezes, cada revisão – que ocorre em intervalos de 10.000 km – vem com os itens trocados com suas quantidades, além de itens inspecionados. Todas as revisões têm mão de obra incluída no valor.


Então, confira as revisões com seus preços e detalhes dos modelos da Nissan:

March

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O Nissan March tem uma das revisões mais baratas do mercado brasileiro até 60.000 km. O hatch compacto da marca japonesa tem um custo total de R$ 2.329 na versão com motor 1.0 12V, que entrega 77 cavalos de potência e 10 kgfm de torque, ambos com gasolina ou etanol. No caso da versão 1.6 16V, o pequeno tem custo de revisão de R$ 2.634 nas seis primeiras paradas de manutenção. Seu motor entrega 111 cavalos e 15,1 kgfm, da mesma forma nos dois combustíveis. Este pode ter câmbio manual ou CVT Xtronic.

Com uma plataforma simples e resistente, o Nissan March oferece bom espaço interno e porta-malas condizente. O hatch não atrai muito pelo estilo, que ainda tem muito da segunda geração nipo-britânica, que tinha linhas clássicas e elegantes, algo longe da proposta jovial e prática que requer um carro de entrada. A próxima geração terá a mesma base, mas a carroceria do modelo europeu. O custo de produção dita a mudança e espera-se que também as revisões continuam tão baixas quanto as praticadas atualmente.

Revisão

Custo

Custo

Quilometragem

Preços 1.0

Preços 1.6

10.000 km

R$ 213

R$ 247

20.000 km

R$ 470

R$ 480

30.000 km

R$ 315

R$ 407

40.000 km

R$ 546

R$ 583

50.000 km

R$ 315

R$ 407

60.000 km

R$ 470

R$ 510

Total

R$ 2.329

R$ 2.634

Versa

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O sedã compacto da Nissan também tem como vantagem um custo de manutenção com revisões até 60.000 km similar ao do March, sendo assim um modelo com custo-benefício atraente. Ele também possui motores 1.0 de 77 cavalos e 1.6 com 111 cavalos, além da boa opção CVT. Assim como no hatch, a revisão mais cara é a de 40.000 km, enquanto as demais possuem valores repetidos em ordem alterada ao longo do período. O modelo tem como destaque a simplicidade e a conectividade, além do excelente espaço interno e porta-malas bom.

Ele é o carro mais barato do mercado americano – entre as marcas tradicionais – e aqui também está entre os sedãs mais em conta. O Nissan Versa também não apela para o estilo para chamar a atenção. Sua frente, após a atualização, ficou estranha, enquanto a traseira longa ficou ainda maior, fazendo com que ele seja quase um modelo médio, superando até o Virtus em tamanho. A próxima geração segue como no March, mas provavelmente a altura será maior e o arranjo da plataforma o proverá com um bagageiro mais generoso, pois com todo esse tamanho, ele só tem 460 litros, 15 a mais que o Ka Sedan, o menor porta-malas dos sedãs nacionais.

Revisão

Custo

Custo

Quilometragem

Preços 1.0

Preços 1.6

10.000 km

R$ 213

R$ 247

20.000 km

R$ 470

R$ 480

30.000 km

R$ 315

R$ 407

40.000 km

R$ 546

R$ 583

50.000 km

R$ 315

R$ 407

60.000 km

R$ 470

R$ 510

Total

R$ 2.329

R$ 2.634

Sentra

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O Nissan Sentra, mesmo importado do México, segue a dupla naturalizada brasileira – já que são feitos em Resende-RJ – e também oferece um custo de revisão baixo para sua categoria. O modelo médio cobra R$ 2.909 até 60.000 km, bem abaixo da maioria dos concorrentes e até mesmo de carros populares, especialmente os da Fiat. A revisão mais cara é a de 40.000 km e não há repetição de valores. O sedã executivo é equipado com um motor 2.0 16V Flex com 140 cavalos de potência e bom torque de 20 kgfm. O câmbio é sempre o CVT Xtronic e o modelo chama atenção para desempenho, conforto, espaço e porta-malas.

Revisão

Custo

Quilometragem

Preços 2.0

10.000 km

R$ 251

20.000 km

R$ 525

30.000 km

R$ 420

40.000 km

R$ 699

50.000 km

R$ 415

60.000 km

R$ 599

Total

R$ 2.909

Kicks

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Se o Sentra tem um custo com revisões até 60.000 km considerado bom, imagina então o crossover compacto Kicks. O modelo feito em Resende-RJ, chega a ter um custo menor que os mais baratos March e Versa, equipados com motor 1.6 litro. Nas seis primeiras revisões, o SUV brasileiro cobra R$ 2.591 pelos serviços e peças. Realmente, é um valor baixo para um carro desse segmento de SUV, que já explora o mercado com preços altos em quase qualquer marca.

Os R$ 43 a menos em comparação aos irmãos de acesso, revela que o Kicks tem um argumento forte na hora da venda. Os preços das revisões são bem nivelados, não tendo exatamente um parada com valor tão mais alto que as demais. Por ora, o cliente só conta com o motor 1.6 e praticamente o câmbio CVT, pois o manual é só na versão de entrada e impraticável. Espera-se que esse conjunto mecânico evolua para um 1.0 DIG-T para dar mais performance e economia ao SUV compacto.

Revisão

Custo

Quilometragem

Preços 1.6

10.000 km

R$ 379

20.000 km

R$ 430

30.000 km

R$ 399

40.000 km

R$ 499

50.000 km

R$ 399

60.000 km

R$ 485

Total

R$ 2.591

Frontier

Nissan-Frontier-SE-2018-10

Se até agora elogios foram tecidos, a coisa muda de figura no que diz respeito à Nissan Frontier. A nova geração da picape japonesa ainda chegada do México, mas ao contrário do Sentra, seu custo de revisão até 60.000 km está na média do mercado, mas isso não significa que é baixo, pelo contrário. Como em outras picapes, os valores são altos, mas a Nissan aplica uma variação entre R$ 615 e R$ 1.149 de uma para outra.

Esse sobe e desce alivia o dono em três das seis paradas. Para quem está acostumado com o alto custo de pós-venda das picapes, isso pode ser até uma vantagem, apesar do resultado final ser parecido com a concorrência. Ela vem com uma função que ajuda a reduzir esse custo, que é o sistema autolimpante de catalisador após uso em estradas de terra ou serviço pesado, acionado no painel, dispensando assim sua limpeza em revisões. A picape cabine dupla – que em breve será feita em Santa Fé, Argentina – tem motor diesel 2.3 biturbo de 190 cavalos e 45,9 kgfm, tendo ainda câmbio automático de sete marchas e tração 4×4 com reduzida.

Revisão

Custo

Quilometragem

Preços 2.3 diesel

10.000 km

R$ 615

20.000 km

R$ 1.149

30.000 km

R$ 615

40.000 km

R$ 1.149

50.000 km

R$ 615

60.000 km

R$ 1.149

Total

R$ 5.292

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  • Louis

    Nissan tem fama de peças caras. Uns tempos atrás vi um relato da Nissan cobrando absurdo em um braço do limpador traseiro de um March…
    5 anos atrás, paguei mais de R$ 300,00 em um jogo de pastilhas dianteiras do Livina… Ontem acabei de comprar no mercado paralelo, R$ 260,00 o kit de pastilhas Bendix + discos Fremax. Fujo de concessionárias.

    • Guilherme Sanches Pastre

      Não conheço a assistência da Nissan, mas digo que a VW não é muito diferente não… qualquer tranqueirinha q vc for trocar custa tipo 3x o preço que vc encontra no mercado. Fora que tem várias concessionárias que fingem que trocam algumas peças e vc só descobre depois =/

      • Contador

        Acho que isso ocorre em quase todas as concessionárias, independentemente de marca.

      • Samluzbh

        As CSS VW tem um diferencial interessante, levei um Polo 2012 para manutenção em meu mecânico de confiança, precisamos de um coxim e pra acelerar o serviço fui buscar na CSS onde ele sempre comprava, cheguei no balcão pedi a peça baseado no chassi pra não errar e me cobraram xxxxxxxx, assustei pois meu mecânico havia me dito outro valor, ai falei que estava só buscando pra oficina do fulano que seria faturado, depois de uns minutos assinei a nota de recebimento da peça e vi o valor xxx, que era o que meu mecânico me cobrou, ou seja tem um preço consumidor e outro oficina bem diferente.

      • carlos rodrigues

        Como o contador falou, isso é uma prática comum entre as CSS’s.

    • th!nk.t4nk

      É, só lembrando que as peças paralelas geralmente são de qualidade/projeto inferior, mesmo quando vêm do mesmíssimo fornecedor. Não é mais barato à toa. Dito isso, dependendo da aplicação e do carro a qualidade do paralelo dá e sobra. Mas se o veículo for um xodó com o qual você pretende ficar muitos anos, eu recomendaria sem dúvida nenhuma usar somente peças originais.

      • armtoos2

        Trabalhei em concessionária e fábrica…e as peças são exatamente as mesmas. Isso de qualidade inferior é lenda. Sabe o que faz a diferença?! Margem de lucro, embalagem, armazenagem e transporte. Tudo que é de montadora, é mais caro por estes custos serem maiores (por processos das próprias montadoras). Enquanto no mercado paralelo a peça sai do fabricante e vai para o revendedor direto, a peça da montadora sai do revendedor, vai para o armazém da montadora e depois para concessionária, e muitas vezes só então vai para o revendedor ou cliente.

        • REDDINGTON

          Tive uma experiência curiosa: bateram no retrovisor “E” de um Palio que eu tinha. Acionei o seguro, paguei a franquia e fui numa loja “respeitada” e antiga da minha cidade natal. Pediram 1 dia, por que iam colocar a peça e pintar aquela capinha, beleza. Quando peguei o carro na hora vi que o retrovisor estava totalmente duro e com regulagem impossível de ser feita…Levei o carro na Fiat: “Esse retrovisor não é original” eu já sabia, MAS fui confirmar pra ter argumentos né. Voltei na loja, procurei o dono, ele ficou TODO SEM GRAÇA, mandou trocar o retrovisor na hora, pegou uma caixa abriu na minha frente, e estava riscado o nome FIAT, ele disse que era o mesmo que entregavam na fábrica, mas como vendiam pra fora não podia ter o nome ali. O retrovisor ficou perfeito, como o de fábrica. Será que dei azar ou existe mesmo essa de peças ruins???. Sei lá, achei muito estranho.

          • armtoos2

            Existem os dois casos. Existem oficinas (até mesmo concessionárias) com pessoas que não são honestas que botam peças de segunda mão, e existe o azar de você pegar uma peça de lote ruim.

            • REDDINGTON

              Pode ter sido um lote ruim mesmo viu…

          • armtoos2

            Aliás, carro batido em oficina, vira estoque de peças kkkkk

      • Louis

        Realmente tem peça que é vagab… Eu troquei a válvula termostática do meu 206 (não sei que marca o mecânico usou), durou 1 ano…
        Agora, isso de durabilidade ser menor, mesmo sendo do mesmo fabricante, não sei te dizer…Acho que uma marca não queimaria sua imagem colocando produtos inferiores no mercado. Por exemplo, um produto Bosch seria inferior a um Bosch com a logo da montadora? Acho difícil….

        • armtoos2

          Acabei de responder acima…é lenda.

    • Retrato do Papai

      essa fama de peças caras foi eternizada naquele caso clássico da tampinha do reservatório de um sentra que foi substituída por… uma tampa de gatorade… queria entender como uma tampa de plástico foi custar R$180

      no longa duração do kicks na 4r tiveram a coragem de cobrar R$71 numa peça de acabamento (uma simples tira de EVA de poucos cm)… tb queria entender como uma tira de EVA foi custar R$71

      • armtoos2

        Pela estrutura das montadoras. Uma peça sai do fabricante e vai direto para o mercado paralelo. Na montadora ela sai do fabricante, com uma embalagem diferente (o que já aumenta o custo), vai pro armazém da montadora (logística e estocagem), ai vai pra concessionária (mais logística e estocagem) e é vendida a você, mas não se antes chegar na margem de lucro de montadora e concessionária.

      • REDDINGTON

        Cara essa do EVA foi foda kkkk DEPOIS a Nissan mudou o preço…

    • Problema maior que vejo na Nissan hoje está no seu lineup: sobrou praticamente o Kicks. O restante da linha já não tem mais nenhuma competitividade no mercado. A Frontier mesmo, acho que só vi uma unidade da versão remodelada nas ruas, e olha que tem muito tempo que ela foi lançada.
      A empresa precisa urgentemente de um compacto competitivo, ao menos. O March também já não tem mais penetração entre os consumidores.
      Quanto ao pós venda, é aquilo: a Nissan é meio que “mais do mesmo”. É sempre caro manter o carro nas autorizadas. A exceção fica por conta de Honda e Toyota, que a despeito de cobrarem muito nos seus carros novos, tem custos de manutenção relativamente módicos. Até por isso fazem muito sucesso no nosso mercado. Fama não se faz atoa.

    • Eric Locatelli Martini

      Não. Não é fama. É fato!

      Tive 2 Nissan. Um Sentra (modelo antigo, aquele da propaganda do Tiozão) e um March mexicano. Dois carros ótimos para seus segmentos. Excelentes enquanto estavam na garantia. Saiu da garantia, se ferra.

      Para ilustrar. Numa viagem peguei um buraco grande (famosa “panela”) e arrebentei um amortecedor dianteiro do March. O carro acusou no mesmo momento. Não foi culpa do carro, foi da estrada e minha por não ter visto antes, mas não do carro. Porém, quando cheguei e fui trocar o mesmo, precisava trocar os 2 amortecedores dianteiros + batentes + 2 buchas dianteiras. Resultado do orçamento? 4 MIL REAIS! Não tinha peças no mercado paralelo, e esse era o valor cobrado na SAGA, concessionária Nissan aqui em Cuiabá. Isso num carro que, na época, valia 20! 20 por cento do valor do carro em algumas peças da suspensão.

      Comprei as peças pelo Mercado Livre (gastei 1500 reais), demoraram a chegar, fiz o serviço numa oficina de um amigo, e pam! Vendi o carro!

      Não sei se esse valor todo das peças é por morar em Mato Grosso. Mas até hoje gosto dos carros da Nissan (menos do Versa, porque desse não dá pra gostar, é muito feio), mas acho que NUNCA MAIS compro outro.

      • Louis

        Recentemente também troquei os 4 amortecedores do meu Nissan, e também comprei no Mercado Livre, saiu por 1.600 os 4. Nem imagino o preço cobrado na concessionária.

  • REDDINGTON

    3 primeiras revisões do Civic Turbo- 777 reais. As mesmas revisões do March 1.6- 1134…Tá SERTO né. Tirando o Kicks, os carros da Nissan desvalorizam MUITO e são difíceis de revender…Passo.

    • armtoos2

      A Honda faz subsídio das revisões…e tem outras marcas, como a própria Nissan, que faz também.

      • REDDINGTON

        Sei que as duas primeiras da Honda a mão de obra é “grátis”.

        • armtoos2

          Sim, acho que hoje, só a Renault não tem mais a primeira mão-de-obra gratuita. Mas mesmo assim, o subsídio no valor das revisões, no caso, das peças + lubrificante, existe, em algumas montadoras.

    • Mauro Schramm

      Mas as revisões da linha Fit são bem carinhas.

      • REDDINGTON

        10.000 KM 20.000 KM 30.000 KM. Ainda mais barato que o March certo??? Por uma mixaria, mas mais barato.
        R$279,28 R$410,87 R$440,28

        • Duh

          Porém o Fit é mais caro que a média, a Honda e Toyota usam essa pratica, cobram bem mais pelo carro e um pouco a menos que a média nas revisões, ainda tem ignorante que cai nesse trambique.

          • REDDINGTON

            Te cobram caro concordo, Honda e Toyota metem a faca. Mas na revenda vc perde menos…ainda tem ignorante que só pensa na hora de tirar o carro da loja e não pensa no pós venda. Como sei a origem do meu dinheiro EU me preocupo com o pós venda.

            • Duh

              Se eu for pensar em poupar dinheiro compro um corsa e invisto o resto da grana, ou já aplico toda a grana e ando de uber. Se pago caro num carro quero mais que quatro rodas e um volante, quero conforto e bastante equipamentos

              • REDDINGTON

                Respeito sua opinião. Conheço N pessoas que compram um “carrão” financiado em 100 anos, paga 2 e leva 1, depois não podem pedir uma pizza ou viajar…Escolhas…escolhas.

        • Mauro Schramm

          A de 40.000 Km sai algo em torno de R$ 1.200.

          • REDDINGTON

            O calcanhar da Honda nas revisões…as de 40 mil…Isso é fato!!! E os preços podem variar de uma loja pra outra, tem que ficar esperto. Liguei pra uma a revisão de 30 mil 780, liguei pra outra (da minha cidade) 455 o MESMO serviço…

            • armtoos2

              Todas as montadoras pegam mais pesado nas revisões de 40 mil, é que muitas peças começam a apresentar desgaste acentuado por volta dessa km mesmo e isso obriga a troca, questão até de segurança.

    • Lucas

      Já tá tudo embutido no preço. É a mesma coisa de um maluco que dá 270 mil numa SW4 e sai se gabando porque a revisão custa mil reais…

      • REDDINGTON

        Mas TODAS as montadoras já fazem isso, não é exclusividade dessa ou daquela, não existe almoço de graça. Agora a Nissan te arrebenta na revisão e na hora de vender vc tem que fazer uma rifa…Ninguém quer.

        • Lucas

          A diferença é que os concorrentes custam muito menos na Nissan, ainda mais se levarmos em consideração carros mais caros como Sentra e Frontier. Nesses casos a diferença chega a ser de 20 mil (no sedã) e até 40 mil reais no caso das picapes, comparando carros top de linha.
          Mais racional uma Frontier por 40 mil a menos e pagar mil reais a mais na soma das primeiras 5 revisões…

          • REDDINGTON

            Entendi seu raciocínio e alguns ainda vão de Hilux…fazer o que né…

    • afonso200

      a HONDA ja ganha na hora que tu compra o carro, depois pratica preço “baixo” nas revisoes pra deixar o dono feliz, mas ele pagou muito caro por um protudo nao tao top…..meu vizinho ele ia pegar um Civic TOP com teto desses novos 2018, disse pra ele porque nao pega um Accord V6 2016/17…… ele foi la e pegou o Accord e diz nunca mais querer civic e corolla, kkkkkkkk

      • REDDINGTON

        Honda e Toyota estão metendo a faca mesmo. Aí na hora de revender vc não perde muito. Mas tem casos que não tem lógica igual o preço da Hilux top e da Frontier, não sei falar a diferença que dá, mas vamos supor que seja de 30…40 mil reais, depois de 3 anos, as duas seriam vendidas ai teria que ver se a diferença de preço na compra justificaria ou não as perdas da venda…seria uma informação interessante…

  • LKenappe

    O preço da revisão do Kicks pode ser mais barata, porem essa diferença é cobrada no seguro que é estratosférico. Era uma compra aqui de casa mas depois de R$5.300 de cotação mais barata pulamos fora.

    • REDDINGTON

      Nunca entendi por que esse carro tem esse seguro tão caro…Nem importado ele é.

      • LKenappe

        Acho que a cesta de pecas deve ser bem cara, única explicação ao meu ver plausível.

        • armtoos2

          Deve ter muitas peças importadas.

  • afonso200

    nunca colocam troca de fluido de cambio automatico ou CVT nos preços do BR, mas qualquer mecanico sabe que de 40 em 40mil km é bom fazer 2 troca parcial por enxague,(deixa sair por gravidade, e completa o mesmo que saiu com o fluido novo)…. nos EUA no plano dos carros tem a troca a cada 30mil milhas mais ou menos, a depender da marca,

    • Cesar

      Mas se o manual diz que é full life, fazer a troca porque?

      • Oliveira Maciel

        Se confia nisso, procura vídeos no youtube de troca de fluidos da transmissão com 40, 80 mil km rodados pra vc ver como ele sai. Ai dá “pau” no câmbio e marca espertinha vai querer negar a garantia como ja vi acontecer, ai vc fica com um abacaxi na mão, que dependendo do caso não sai nada barato o conserto.

        • armtoos2

          Só uma coisa, óleo do cambio não precisa ser trocado. Isso é outra lenda.

          • Oliveira Maciel

            com o tempo o óleo perde suas características lubrificantes, ele não é eterno, vi de um ford edge trocado aos 80 mil km, parecia óleo queimado, melhor prevenir do que remediar.

            • armtoos2

              Justamente por isso os lubrificantes tem aditivos. Óleo de cambio não se troca.

        • Cesar

          O que é mais fácil de se confiar: No engenheiro que desenvolveu o câmbio ou no mecânico da esquina (com todo o respeito aos bons profissionais) que não se sabe sequer qual a formação dele?

          • LKenappe

            Eu racho o bico com esse “endeusamento” que muitos tem pelo engenheiro do automóvel, acho engraçado que tem mecânico usando equipamento de ponta na oficinas e sabendo mais que os próprios mecânicos da concessionaria que em tese são “anjinhos” dos engenheiros. Óbvio que as marcas não vão colocar troca de fluido no manual PT-BR pois é um serviço caro no Brasil que iria espantar os consumidores desses automóveis. Eu vi tanta cagada de engenharia quando se trata de carro, que eu não consigo se quer imaginar qual é a paixonite que vocês tem por engenheiros, serio!

            • armtoos2

              No caso, não é só 1 engenheiro…é um departamento todo. E o fato de mecânico ser de concessionária ou não, não o faz melhor que um de uma oficina independente, o que conta é a experiência do cara. Agora, a especificação de projeto é uma coisa que o mecânico desconhece, e óleo de câmbio, qualquer um que conhece um pouco de mecânica sabe, não se troca.

              • LKenappe

                Respeito a opinião mais continuo discordando baseado em fatos antigos, cito exemplo o Marea e seu óleo de 20mil/km especificado em manual pela equipe de engenharia e todos sabemos o final da historia. O dia que eu colocar um oleo vermelho e ele sair do cambio com leve descoloracao e nao um liquido preto praticamente nao-viscoso e/ou as montadoras deixem de efetuar esse procedimento no exterior eu paro de trocar. Ate la continuarei a recomendar a quem perguntar e realizar o procedimento nos carros da família.

                • Oliveira Maciel

                  É o que eu disse nos comentários anteriores, engenharia também erra, já vi informações em manuais de carros de outros paises que também são produzidos aqui, mesmo carro mas as vezes a manutenção diferente, vide falhas de projeto de motor que as vezes acontece, enfim, daria um dia inteiro discutindo esse assunto.

            • afonso200

              exatamente voce chegou no extase da discusao, valor devidamente caro no BR,,,,,meu Azera pedem aos 100mil km ou seja necessita trocar, ,,, nos EUA o mesmo carro diz 40mil milhas em 40mil milhas,,,, la é barato, aqui compra o litro por 90reais o fluido, nos EUA compra 5litros por 60dolares. entende ……

          • zekinha71

            O que é mais fácil de confiar nos engenheiros da VW e Fiat que mandavam usar óleo errado nos Gols turbo e Marea, ou no mecânico da esquina que provava que o óleo estava errado virando borra dentro do motor.

    • armtoos2

      Qual a função de se trocar óleo do cambio??? Isso não existe, a não ser que o cambio tenha ido pro pau. Pense bem, porque você troca o óleo do motor???

    • Oberon de Megrez

      “mas qualquer mecanico sabe que de 40 em 40mil km”… tem uma grande parcela de mecânicos que falam que não se deve trocar o fluído do cambio automático. Eu tenho uma Nissan Maxima com 190mil km e o mecânico especializado em Nissan, que foi chefe da equipe de manutenção da Nissan antes da fusão com a Renault (até certificado de cursos que fez no japão tem na oficina dele) tem cliente dele que tem o carro com mais de 400mil km e nunca abriram o cambio, o próprio mecanico tem 2 modelos iguais, um para competição e outro para passeio. Contudo, a duvida ainda me persiste, o funcionamento do cambio do meu carro esta impecável, trocar ou não trocar o óleo nestas condições é uma baita de uma duvida.

      • armtoos2

        Cara, seguinte…o óleo do motor trabalha sob alta temperatura, pressão e tem contaminação de borra ou de resíduos da queima do combustível. Esta é uma condição que “exige” troca periódica. Já o câmbio não trabalha sob temperaturas extremadas como o motor, a contaminação é praticamente nula…pra que você trocaria este óleo?! Só existe uma possibilidade de trocar esse lubrificante: o câmbio foi pro pau. Senão, sequer precisa abrir o mesmo.

        • Oberon de Megrez

          Foi o mesmo que o mecânico falou… Óleo tem validade? ainda mais se for mineral… meu carro tem 23 anos e 200k rodados… o cambio esta perfeito, mas paira a duvida… se um dia ele for pro pau… como você disse, poderá ter sido por conta do fluído vencido ou algo assim. Na duvida, não troquei e não pretendo trocar.

      • Zé Mundico

        Rapaz, se está tudo em ordem, vai mexer pra que? Mania que o povo tem de querer trocar peça ou fluido sem necessidade…
        E óleo de câmbio ninguém mexe nem troca, pois não queima nem oxida, é um óleo apenas para manter as engrenagens “banhadas” pois o atrito e geração de calor é mínimo. Não vamos inventar problema onde não existe.

        • KOWALSKI

          Todo óleo lubrificante sofre perda de aditivos por evaporação. Há contaminação sim! Muitos peças internas são compostas revestidas por material de atrito muitas vezes advindo da celulose ou compósitos, onde há desgaste e decantação de partículas.

          Vai mexer porque até a montadora em muitos casos MANDA mexer. Fora que ás vezes nem elas tem total razão, vide os AL4, SLXA( que entope o filtro até hoje – inclusive houve recall).

          Câmbio automático trabalha em baixa temperatura? Por que TODOS os câmbios com assistência eletrônica usam sistema de troca de calor?

          Banhar engrenagem é lá no câmbio manual, amigo, automáticos trabalham lubrificados por pressão de óleo, como em um motor.

          É cada ‘especialista de internet’.

          • Zé Mundico

            Ninguém falou que óleo de transmissão é eterno, mas sim essa mania que o povo tem de inventar problema onde não existe e querer trocar óleo a cada 40, 50 ou 60 mil km. Bobagem pura, óleo de transmissão pode ser usado até 100 mil km sem problema nenhum. Admito que acima disso é arriscado mesmo, tendo em vista a desonestidade que rola por aí.
            Pessoal inventa problema prá faturar…..

            • KOWALSKI

              Isso também é verdade, cada um tentando vender o seu peixe.

            • Oberon de Megrez

              Em resposta ao meu comentário você disse “e está tudo em ordem, vai mexer pra que? Mania que o povo tem de querer trocar peça ou fluido sem necessidade” haja visto que meu carro tem 190k rodado, você pode não ter vistou tal informação ou simplesmente mudou de ideia. Só sei que ninguém me da uma resposta precisa.

        • Oberon de Megrez

          Meu carro esta beirando 200k rodados… No meu caso não é mania, é pura preocupação. Há muitos casos que o manual fala para trocar, a maioria dos mecânicos compartilham da mesma opinião que você, inclusive respeito, tanto que não troquei. Mas sou do tipo que cuida da manutenção do meu carro, não espero quebrar ou apresentar falha para correr atras. Não mexer no que esta quieto (cambio) ao mesmo tempo que pode ser prudencia pode ser desleixo.

  • Oliveira Maciel

    O antigo sentra tinha um problema bem característico, superaquecimento do câmbio cvt, se não me engano acontecia pelo fato do mesmo não ter radiador de óleo. Eu posso um march cvt com 18 mil km, o câmbio funciona suave, se caso eu fique com ele até os 50 mil km vou providenciar a troca, melhor gastar um pouco e ter um óleo sempre novo na transmissao do que gastar 5 mil pra abrir a caixa, lembrando que o câmbio cvt tem muita mecatrônica embarcada e apesar de simples não e barato o conserto.

    • armtoos2

      É desnecessário. O próprio fabricante não te dá essa recomendação. E ter eletrônica não quer dizer absolutamente nada, você tem de analisar é o regime de funcionamento do mesmo, e isso independe de ter ou não eletrônica embarcada.

      • Oliveira Maciel

        https://www.youtube.com/watch?v=JWtZ_ELxeyU esse é só uma das dezenas de vídeos mostrando como fica o óleo após uma certa quilometragem, como eu disse não é porque o fabricante fala algo que aquilo se aplica na prática, vide correias dentadas por exemplo, que são recomendadas a troca a cada 40 mil e já li casos de correias de determinados modelos estourando aos 25, 29 mil km, ainda mais aqui no brasil onde as montadoras safadas fazem de tudo pra nos passar pra trás e maximizar lucros fornecendo carroças caras.

        • armtoos2

          Desculpa cara…mas como já trabalhei em concessionária, em fábrica e sou engenheiro, repito: é desnecessário trocar óleo de câmbio, e já até expliquei acima o porquê.

          Correia dentada, por “n” fatores, pode estourar antes da quilometragem recomendada de troca, mas se você já leu algum manual de algum veículo, claro, você sabe disso, correto!?! Vai desde o tempo de uso do veículo (e não só a quilometragem) até as condições de uso, como se o veículo roda em estrada de terra, região com acúmulo de ferro (em vários estados isso ocorre), etc.

          • Peerre

            Entendo seu posicionamento, afinal você tem experiência e formação no assunto, mas também entendo o receio das pessoas que preferem trocar o óleo do câmbio por precaução.

            Não sou mecânico, nem engenheiro, mas como consumidor, fico com o pé atrás com a qualidade dos produtos feitos no nosso país. E ainda tem a questão do tipo de uso que cada um faz com seus carros, que em alguns casos chegam ao extremo do uso.

            Já assisti alguns vídeos sobre troca de óleo de câmbio e fiquei impressionado com a cor do óleo retirado do câmbio. Outra coisa curiosa que já observei é que os câmbios tem um bojão magnético que segura as limalhas que vão aparecendo no câmbio com o desgaste das engrenagens.

            Eu particularmente, faria a troca do óleo do câmbio de forma preventiva, pois acho estranho um óleo vermelho (novo), por exemplo, sair preto depois de muitos km rodados, e ainda tem a limalha de desgaste natural do conjunto.

            Como falei, não tenho experiência para dizer (apesar de não ter essa informação em manuais, como alguns já falaram) se é certo ou errado, se o óleo do câmbio, mesmo com milhares de km rodados e estando com coloração preta, não precisaria ser trocado, pois independente da sua cor, suas propriedades e aditivos ainda estão cumprindo com o seu papel…

            Até me lembrei da discussão que ainda existe sobre a limpeza do TBI.
            Muitos afirmam que é necessário e útil, já outros dizem que é desnecessário e gastar dinheiro.
            Outro dia estava numa css e conversando com o mecânico e ele afirmou que isso não era necessário e que a sujeira que se forma no TBI não interfere no funcionamento do motor.

            Enfim, achei bacana a conversa sobre esse assunto e até daria para sugerir uma matéria aqui no NA sobre esse tema da troca de óleo do câmbio (isso se já não tiver, claro!).

            Abs a todos!

          • KOWALSKI

            Aham sei. Não se troca óleo de câmbio. E os engenheiros e montadoras que especificam a troca estão enganando todo mundo? Deixa seu crea aí irmão.

  • Vattt

    A revisão do Kics é mais cara que a do Sentra!!!! Puuuutz

  • zekinha71

    Fui fazer a revisão de 20k do March 1.6 e ficou bem longe desse valor de 480, pediram quase 1.200, mandei a ccs passear e fui no llugar onde sempre fiz as trocas e saiu por volta de 300, e ainda descobri que na revisão de 10K não trocaram os filtros, e ficou a dúvida que trocaram alguma coisa.

  • Fernando Moreira

    Nissan ??? Pense bem antes de ter um. O atendimento nas lojas levam nota 5, mas as oficinas, não passam de boca de porco. Já tentei ser atendido em 03 concessionárias diferentes, todas um lixo !!! No ano passado conseguiram deixar vazando óleo no filtro de óleo, na primeira revisão. E quanto ao preço, essas tabelas que aparecem aqui, são um verdadeiro engana trouxa. Meu Versa que consta R$ 480,00 a segunda revisão, virou R$ 961,66, porque depois que o serviço está feito, aparecem as pegadinhas !!! Nissan, muito desonesta com serviço péssimo. Se você leva no Zé da Esquina e dá errado, qualquer pode falar: também, levou no Zé da Esquina. Mas aí você leva na concessionária e atendido pior do que no Zé da Esquina.

    • BH JAP

      Fernando boa noite! Qual versao do Nissan VERSA vc possui? Quais pontos positivos e os negativos do carro? Estou pensando em pegar um VERSA 1.6 Unique CVT ou um VIRTUS 1.6 MSI. Obrigado

      • Fernando Moreira

        O meu é 1.0 S. O carro tem um defeito de projeto, pois com sua traseira longa e pesada, qualquer coisa que você coloca no porta malas, ele já fica com a traseira baixa. Tanto é que na calibragem dos pneus, a partir de 03 pessoas no carro com bagagens, eles indicam para calibrar com 44 libras, para que não bata a traseira no chão.
        Outro defeito é o barulho do rolamento do cambio, que na sua maioria das vezes, fica gritando em baixo do veículo. O resto é um carro normal. O que me levou a comprar o veículo, foi o espaço interno para os passageiros que vão no banco traseiro.

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