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Chevrolet Spin – defeitos e problemas

Chevrolet Spin - defeitos e problemas

A Chevrolet Spin é uma minivan que a GMB desenvolveu para substituir as antigas Meriva e Zafira, o que gerou muitos críticas dos clientes da marca. De qualquer forma, desde 2012, o modelo vem se mantendo e converteu-se num modelo preferido especialmente por taxistas, sendo quase uma unanimidade em locais como aeroportos, por exemplo, mas tem defeitos e problemas.


Com cinco ou sete lugares e ainda com direito à versão aventureira (Activ), a Spin chegou com o vetusto motor 1.8 8V Flex da Família II com até 108 cavalos e opção de câmbio automático de seis marchas, o mesmo usado pelo Cruze. Oferecendo bom espaço interno e porta-malas generoso, a minivan se converteu na única opção para muitos profissionais e famílias que precisam de volume disponível.

Usando uma mecânica simplificada, a Chevrolet Spin se mostrou um carro bem robusto e de pouca manutenção no depoimento de muitos clientes, que apenas realizaram as revisões periódicas e os serviços regulares normais. Mas, obviamente, mesmo com esse bom histórico de muita gente, outros tantos reclamam de alguns defeitos do produto e vícios.

Nesse último caso, três deles são os mais apontados: trancos no câmbio automático, alto consumo e desgaste excessivo de pneus. Também reclamam do ar condicionado fraco, do acabamento ruim e de batidas secas da suspensão, de acordo com depoimentos em sites de opinião, clube de proprietários e site de reclamação online.


Chevrolet Spin - defeitos e problemas

Chevrolet Spin – defeitos e problemas

Os donos de Spin reclamam de defeitos e problemas com os trancos no câmbio automático GF6-3 que equipa a minivan. A caixa com conversor de torque e seis velocidades é a mesma usada em todos os automóveis de passeio da Chevrolet, com exceção do Camaro e do Equinox. Trata-se de um câmbio moderno, mas que não caiu bem no velho motor 1.8, que já foi chamado de diversos nomes e atualmente é SPE/4.

Os donos se queixam que os trancos ocorrem mesmo com o veículo parado e entre segunda e terceira marcha ou entre quarta e quinta marcha. No clube de proprietários, o tópico é o com a maior quantidade de depoimentos depois do consumo e relatos falam que o problema é num filtro interno, recomendando a abertura do câmbio e a não substituição do óleo fora da rede Chevrolet.

Há quem fale de uma atualização feita por scanner, que reduz ou elimina os trancos. Entretanto, o incomodo é apontado por diversos donos dessa versão automática da Spin. No câmbio, o botão da alavanca também é suscetível à quebra. No manual, a manopla do câmbio já chegou a ser trocada duas vezes num único carro, mas foi pontual. Barulho com câmbio em neutro também é verificado.

Consumo alto

O consumo é relatado como muito alto nos defeitos e problemas da Spin, com proprietários falando em médias de 6 e 7 km/l na cidade. Mas, isso não ocorre com etanol, como seria o esperado e sim com gasolina. Um deles diz que só usa aditivada e não passa disso.

Outros apontam que a programação do câmbio, que tem respostas lentas nas ultrapassagens e retomadas, ajuda no aumento do consumo. Também se fala na idade do motor, que já não atenderia com um consumo adequado.

Falando nele, o motor 1.8 SPE teve mencionada folga de virabrequim no clube de proprietários, assim como defeitos em bomba d´água, coxim do motor, mangueira do radiador e luz da injeção acesa, sendo um alerta que aponta para defeito nos injetores.

Chevrolet Spin - defeitos e problemas

Pneus duram pouco

Outro dos defeitos e problemas da Chevrolet Spin é o alto consumo de pneus. Os relatos sobre a não durabilidade dos pneus (mencionaram o Bridgestone Turanza) são vários e as trocas geralmente ocorrem antes dos 25.000 km, muito pouco para um carro adquirido zero km. Um dos relatos fala que os pneus começaram a se desgastar ainda antes da primeira revisão.

Aos 9.000 km, eles já estavam gastos na parte interna, indicando desgaste excessivo muito antes do esperado. Outro relato diz que mesmo com alinhamento e balanceamento recomendados no manual, os pneus da Spin não duram. Alguns não mencionam a marca do pneu, mas chamam atenção para o desgaste. Um que reclamou, conseguiu chegar a 33.000 km.

Além disso, falam que os pneus originais de fábrica são ruidosos e acabam por serem trocados de fabricante também por esse motivo, quando chegam ao fim da vida.

Falando em suspensão, queixas sobre a dureza do conjunto, com batidas secas são regulares, assim como a reparação de defeitos nas mesmas. A troca de bieleta também foi relatada. No caso do estepe, rangidos no exterior do veículo também incomodam, assim como reclamam do estepe não regular interno.

A caixa de direção teve que ser trocada em um relato, assim como sensor de catalisador, sonda lambda e bomba de combustível, nesse caso, um dos relatos fala que o componente queimou antes de 71 mil km.

Barulhos e outros problemas

O acabamento da Chevrolet Spin é também criticado em defeitos e problemas por causa da profusão de materiais plásticos encaixados, que geram ruídos internos. Um proprietário decidiu encher os espaços com espuma para eliminar os rangidos e diz ter conseguido o feito.

Há também reclamação em relação ao ar-condicionado, considerado fraco para o volume interno da minivan. Num caso, o dispositivo parou de funcionar com o carro no congestionamento e em dia quente. O dono o levou ao concessionário, que não identificou qualquer anomalia em seu funcionamento.

Outro reclamou da intermitência nos vidros elétricos, o que acabou por bloquear sua subida em um dia de chuva, alagando o interior do veículo. Ainda em relação aos vidros, os botões tiveram de ser trocados em outro caso.

O marcador de combustível também tem um defeito apontado por donos de Spin, onde o dispositivo mostra incorretamente a quantidade de combustível, indicando reserva muito antes do final ou volumes fora da realidade.

Por fim, a queima de lâmpadas se faz presente em poucos casos, mas ocorrem, como os faróis de neblina, que um proprietário disse custarem muito para serem trocados.

Chevrolet Spin - defeitos e problemas

Dos males o menor

Como se vê, mesmo a Chevrolet Spin com seu motor bem conhecido no mercado e seu espaço também apresenta diversos defeitos e problemas. Mesmo assim, a quantidade de relatos que não indicam anormalidades chama atenção, pontuando negativamente mais os indicados nessa matéria.

Recentemente, a Spin mudou seu visual – amplamente criticado pelos próprios donos – assim como o espaço no banco traseiro, onde vários reclamam da falta de espaço para as pernas. Pensando nisso, a GM mudou o sistema da segunda fileira, adicionando um ajuste longitudinal para aumentar esse espaço.

Mas, ainda assim, a GM manteve outras coisas que os clientes não gostam, como o acabamento simples e o motor 1.8 de mais de 30 anos de mercado, bem como a igualmente criticada transmissão automática de seis marchas.

No motor, uma atualização o levou para 111 cavalos no etanol e outras melhorias para gastar e poluir menos, mas como já sabemos, ele está no fim da linha e não dá para fazer mais milagres.

A Chevrolet Spin também demorou demais para ser atualizada, sendo isso feito esse ano, o que indica que continuará no mesmo formato por um bom tempo ainda.

Se constarmos isso como meia vida, podemos esperar uma substituição por volta de 2022, um tempo realmente enorme, pois completaria ali uma década. Isso não seria incomum, dado que a Zafira permaneceu doze anos no mercado, mas saiu elogiada pelos clientes da marca.

[Fontes: Clube da Spin/Reclame Aqui]

Chevrolet Spin – defeitos e problemas
Nota média 4.5 de 4 votos

  • Phantasma

    Que comecem os comentários maldosos…

    • EDU

      Capivara pode? rssss . Fora o desenho que era horrivel e melhorou muitoooo . Quem tem gosta do carro.

      • Fernando Gabriel

        Melhor opinião da Spin, é de quem tem o carro no dia-dia…kk

  • Thiago

    Esse pneu tem o treadwear bem baixo. Não tem como durar muito Não é problema crônico do carro em razão da geometria da suspensão ou do monobloco O absurdo é a GM colocar essa porcaria de pneu de borracha de slime. E só é ruim mesmo, nem aderência excepcional entrega pra compensar a moleza.

    • Unknown

      Se está se referindo ao Bridgestone Turanza, está enganado! O meu está com 44 mil rodados, sendo que eu peguei já usado. Só agora está pedindo substituição.

  • Para uma empresa apática que nunca teve muita iniciativa de investimento em nosso mercado desde que trouxe o Opala, já está no lucro de oferecer uma van no mercado nacional… pior que ela, só a Ford, dá pra contar nos dedos quantos carros ela ofereceu para nós e desses, quais tiveram uma participação significativa por aqui…

    • Mas convenhamos que é o que o brasileiro quer: carros com mecânica datada, mas simples e barata de dar manutenção. A receita funciona bem, e a GM é líder do mercado atual. Portanto, se o público quer, a marca entrega.
      Outro bom exemplo é a Renault, que só encontrou “um lugar ao sol” em nosso mercado quando adotou os modelos Dácia, com carros de conceito, estilo, mecânica e manutenção simples, no lugar de sua linha francesa.

      • Eu confesso que gosto dessa simplicidade mecânica da GM devido ao custo de se manter um carro mais confortável, porém a escassez de opções é um porre, esses fabricantes nacionais são muito sedentários, escorados pelo protecionismo do nosso mercado.

        • JOSE DO EGITO

          Realmente o sucesso esta no “arroz com feijao” bem feitinho.Quero ver quando esses motores modernos principalmente os 3C turbo começarem a dar problemas fora da garantia ai meu amigo o negocio vai ficar feio,so a troca de uma correia dentada alem de carissima precisa de um conhecimento tecnico do mecanico diferenciado fora as ferramentas utilizadas.Por isso esse motor da GM faz sucesso ate leigo consegue dar manutençao de forma satisfatoria

          • Marcelo Eugenio

            Há quantos anos você repete as palavras que ouviu num vídeo do ADG sobre o up TSI? Precisa se atualizar um pouco.

            • JOSE DO EGITO

              Eu nunca vi esse ADG por “a mao na massa” so sabe filmar Mas esse video que ele filmou é a mais pura realidade ,é caro e complexo para trocar a correia dentada,resultado: vai ter um monte d e gente fazendo gambiarra,e um monte de carro com motor fora do ponto

            • xman

              Essas novas tecnologias que estão chegando, tem um custo de manutenção elevadíssimo e uma durabilidade muito mais baixa do que a tecnologia anterior (por exemplo: motores down size Turbo, bicos injetores e bomba de alta pressão, motor de arranque e bateria start-stop, suspensão com bolsas de ar, cambio automatizado, CVT ou automático, alguns motores de alumínio que não permitem retífica e etc).

              Em outras palavras. Se você fizer as contas, a redução no consumo de combustível, não compensa o aumento exponencial no custo de manutenção. Por exemplo: uma turbina pode custar mais de R$30.000,00 na autorizada e uma retífica em um motor THP 1.6 pode custar mais de R$13.000,00. Depois você olha o vídeo “DISCOVERY 3 – O RESTO DE RICO QUE VOCÊ ESPERAVA! PRÉ – COMPRA | ApC”

          • Fernando Gabriel

            Eu mesmo já troquei a correia dentada dele, tamanha é a facilidade, mas não me atrevi a trocar de um novo uno. Sou leigo no assunto, se eu consegui, já demonstra que a mecânica GM é fácil sim.

        • Mario Souza

          Que protecionismo. Eles vendem o que o povo aceita por preços abusivos. Qualquer coisa nova no mercado é olhada de cara feia. Se vier carro chinês falam mal, se for francês falam mal, se for turbo é ruim, se não for suv não serve. Para que querem opções? Somente para falarem mal e dizer que o preço tem que ser menor? Isso já temos no mercado também! Quando se questiona o preço cartelizado das montadoras dizem que é assim mesmo!

          • Fernando Gabriel

            Mas o problema também está no suporte das outras marcas. Mario. Povo confiou em carro Frances como o Peugeot, que são ótimos, mas o Pós-venda é horrível, queimando o próprio produto na revenda. Povo confiou em carro chines e a Jac decepcionou. Coisas como essas ficam “marcadas” e são passadas de boca em boca, nas conversas de bares, etc… Não adianta, que certas coisas, levam anos para o mercado absorver e/ou aceitar e até mudar de opinião.É um mercado difícil…

      • T1000

        Na minha visão é uma falsa ilusão essa questão de mecânica; as peças só são baratas se você comprar marcas paralelas, onde as mesmas têm durabilidade muito inferior às originais que, convenhamos, não são lá um primor.
        Já tive popular GM e pus na ponta do lápis, os meus gastos eram maiores dos que tive com Hyundai um tempo depois.
        Se levar em conta só a questão de alinhamento, o buraco mais raso do mundo já desalinhava e desbalanceava meu gm; os pneus e freios duravam 30mil km; no hyundai, o primeiro alinhamento só fui fazer aos 30 mil km e 1 jogo de pneus durou 80mil, quanto a freios e embreagem, o vendi com mais de 90 mil sem trocar.
        Isso que nem estou falando de vazamentos de óleo do gm.

        • Marcelo Eugenio

          O problema é que as pessoas não entendem isso. Vão no pensamento mais superficial. As eleições atuais são um bom exemplo: todo mundo brigando pelos candidatos ao Executivo e esquecendo os candidatos ao Legislativo – que podem depor um presidente se quiserem.

        • Concordo com essa visão totalmente. Só que o mercado brasileiro tem um viés bem embasado na rede de oficinas de beira de esquina, que é muito ampla por aqui.
          Qualquer tecnologia um pouco diferente, a qual o “mão de porco” tem pouca ou nenhuma habilidade para mexer, já recebe o veredicto de “isso é uma porcaria”. É muito natural, nenhum mecânico que se preze vai aceitar que algo não pode ser consertado por inabilidade sua. E isso tem um poder enorme entre os brasileiros. O “boca a boca” corre rápido e destrói reputações a uma velocidade incrível.

  • zekinha71

    O único defeito é ser uma Spin, o resto é consequência.

  • Quando observei uma Spin com alguma intenção de adquiri-la (em uma época que tinha demanda para um carro de 7 lugares), o que mais me chamou a atenção negativamente foi o sistema de travamento do encosto da segunda fileira, que ao rebater para a entrada dos ocupantes da terceira, expunha um tipo de gancho de fixação que ficava bem aparente no caminho de entrada, possibilitando que se raspe os joelhos e pernas no aparato, provocando ferimentos.
    Digo isso porque eu mesmo, ao entrar na terceira fileira para testá-la, acabei por me machucar nesse gancho. E machucou mesmo, com um ferimento bem significativo. Isso que entrei ali uma vez. Imagine com crianças no dia a dia…
    Quanto ao restante, é aquela coisa: um carro de baixo custo com o viés para atender à demanda de ocupação de 7 pessoas. Até por ser uma faixa de preços relativamente mais baixa, acaba por se demonstrar um produto com várias limitações. A terceira fileira mesmo é impossível de ser ocupada por adultos, a não ser que seja em uma emergência e em trajetos mínimos em extensão. E mesmo com a terceira fileira limitada, o espaço para pernas da segunda fileira não é lá essas coisas: pessoas com mais de 1,80m vão se apertar para se acomodar ali. O acabamento é bem simples na escolha de materiais, e os bancos escamoteados da terceira fileira ficam bem “feios”, por assim dizer, já que o sistema é muito simplório (os bancos dobráveis se prendem à segunda fileira e ficam bem expostos, ocupando bom volume do porta-malas).
    Mas não há muito do que reclamar, uma vez que nessa faixa de 80 mil reais não existe nada que possa suprir essa demanda por um veículo de 7 lugares em nosso mercado.

  • Louis

    Só se eu precisasse muuuito do espaço pra considerar este carro. Só tem tamanho, é um Celta grandão. Sou mais um Honda Fit.

    • Mario Souza

      E vai colocar as outras duas pessoas onde no Fit? Comparação boa essa heim.

      • Louis

        Você não sabe ler? Eu disse que só consideraria se precisasse do espaço.

    • Fernando Gabriel

      Na prática, é um Cobalt com o teto mais alto, pois utiliza a mesma plataforma, e espaço só se for a de 5 lugares, pois a de 7 lugares, não tem espaço para bagagens e é apertado para quem vai na ultima fileira.

  • Eduardo Sad

    Eu tive um Cobalt com esses mesmos pneus Bridgestone Turanza ER 300 Ecopia. De fato duraram pouco e não eram bons com chuva. Troquei aos 29mil por Pirelli, que foram bem mais satisfatórios. Com relação aos problemas de motor e câmbio, há de se analisar que muitos destes carros são adquiridos por frotistas, empresas e táxis. São carros muitas vezes adaptados a GNV e com uso de vários motoristas, que bem sabemos não ser a melhor condição para durabilidade do conjunto.

  • Marcos B Santana

    Bom , vou dar o meu relato sobre a Spin, tenho uma ano 2018/2018 modelo advatage, comprei há 5 meses , atualmente está com 45.000 km pois trabalho com táxi, o consumo está bom neste motor SPE após algumas mudanças e adoção do óleo 0 w20, a minha tem feito média de 8 km por litro com etanol,o câmbio também não tem mais os famosos trancos das primeiras versões,a direção agora é elétrica,e os pneus que agora são Bridgestone,mas modelo ecopia ,parece que irá durar mais de 80.000 kms, o My Link ,bem como o sistema on star funcionam bem.
    Até agora não precisei trocar nada além das revisões preventivas.
    Agora vamos aos pontos negativos: o carro realmente tem umas batidas secas na suspensão, considero o espaço interno ruim( no modelo 2019 melhorou pois tem trilhos no banco traseiro) ,tem alguns ruídos internos que me incomodam, fora isso é um carro que tem me surpreendido positivamente.
    Ainda é inferior a Zafira,a qual eu tive 3 ,mas também temos que considerar que se a Zafira existisse hoje passaria fácil de 100.000,00 .

    • João Guilherme Tuhu

      Tenho uma igual a sua, mas rodo pouco. Até agora, defeito zero. Conforto razoável. Bom consumo para um carro de 1200 kg, cheguei a fazer 14 km/l na gasolina e 10 com álcool, com passageiros e bagagem.

      • Marcos B Santana

        Exatamente, é um carro bem honesto, mas cumpre bem a proposta, lembrando que tem o maior porta malas com 710 litros,coisa que nenhuma pseudo suv tem.

        • Daytona

          Estou pensando nela mas fiquei assustado com os relatos de “barulhos” e até Notas bem baixas nos sites de avaliação dos Donos.
          Vou olhar a 2019 e ver se me animo…

          Obrigado pelos relatos!

          • Marcos B Santana

            No geral acho que mesmo na 2018(ainda do modelo antigo que é a minha), já melhorou bem, a Spin tinha alguns problemas crônicos,como trancos no câmbio automático GF 2, consumo elevado de combustível,vazamento de óleo na caixa de direção, problemas na ventoinha,quebra precoce dos amortecedores bem como os pneus que duravam pouco, tudo isso ao longo dos anos já foram resolvido.
            A partir da 17/18 principalmente, com adoção da direção elétrica,nova calibração do motor, óleo 0 w20,cambio automático GF3 ,nova calibração na suspensão.
            Enfim, é um que no geral agrada,mas minha recomendação se for comprar uma é que seja do ano 17 modelo 18 em diante.
            A nova pelo que eu já vi pessoalmente evoluiu em vários aspectos,mas parece que piorou um pouco o consumo.
            Grande abraço

    • Fernando Gabriel

      Na 2018 e 2019, consertaram a maioria destes problemas que apontam no artigo e sobre pneus, carros deste porte, desgastam mais mesmo, vide Doblo, quanto maior e mais pesado, vai desgastar mais mesmo. E sobre a Zafira, é mais carro, mas seria mais caro também, ficaria fora da faixa que a Spin lidera, de braçada.

      • Marcos B Santana

        Exatamente Fernando,como trabalho com táxi e possuo varios colegas que possuem,ou possuíram Spin, pude acompanhar de perto os problemas e evolução dos mesmos,hoje praticamente todos os defeitos apontados na matéria já foram solucionados,como eu falei, o que me incomoda são algumas batidas secas na suspensão,alguns barulhos internos de acabamento (que eu já resolvi,fazendo alguns enxertos r.s r.s),e espaço interno para que vai no banco traseiro,que foi resolvido na 2019.

  • Emygdio Carlos

    Volta Zafira!!!

    • Fernando Gabriel

      Se voltar, custará 120 mil e não venderá…

      • Marcos B Santana

        Exato,e só lembrando que a Zafira é uma marca da empresa Opel que agora é da PSA .

  • Zé Mundico

    Já andei em várias Spins-táxi indo e vindo de aeroportos. É um carro simplório, genérico mesmo. Ok, sou apenas passageiro mas dá para sentir a economia por todo lado, desde o acabamento sem graça até a dinâmica capenga do carro. Tudo bem, é a única opção da praça.
    Mas aí eu fico imaginando porque a GM manda nesse ramo de minivans. Simplesmente não tem concorrência na faixa e não vejo nenhuma outra montadora abrir os olhos para esse filão. Só me lembro da excelente Nissan Livina, que se fosse devidamente atualizada, poderia correr na faixa com a Spin.
    A única montadora que ainda poderia oferecer alguma concorrência seria a Renault (parceira da Nissan) com a Dacia Lodgy. Tenho certeza que faria o maior sucesso entre taxistas.

    • Marcos B Santana

      Verdade, sou taxista e hoje é o único modelo disponível para táxi que tenha um porta malas grande,que no meu caso uso muito.
      Estas SUV só tem preço elevado e porta malas pequeno, sedans também não tem porta malas generoso devido ao formato da corroceria, e peruas praticamente não há mais no mercado.

  • Valdek Waslan

    Dizem as más linguas, que o nome SPIN é em homenagem ao motor…
    S – Sá
    P – Praga (não é bem praga mas não vamos baixar o nível)
    I – Inda (aqui foi forçação de barra pois é ‘ainda’, mas como é uma brincadeira…)
    N – Né

    Enfim…

  • afonso200

    Meu azera foi até os 76mil km, os pneus originais durante 8 anos (10/11) , e tinham mais 10mil de borracha, troquei pq fiz uma viajem de 12mil km até o chile e voltei

  • Ronaldo Prado

    Na minha zafira também tenho consumo elevado, barulhos internos e lampadas dos faróis de neblina que queimam a cada 3 meses.

    • Fernando Gabriel

      Normal o consumo e barulhos, afinal, igual a Spin, o porte é maior e tem a terceira Porta na traseira, todos que tem, são mais ruidosos.

  • Paulo

    Infelizmente uma grande ilusão, tive que trocar a bomba d`água do carro com 32 mil kilômetros, automaticamente a correia dentada e o esticador, o própio colaborador da chevrolet informou que as peças utilizadas no carro são peças de segunda linha a terceira, para baratear o mesmo, vergonhoso, e agora com 42 mil kilômetros tive que trocar o automático do motor de arranque, o profissional que fez a retirada do motor de arranque se espantou, pois o automático nem informava ou se quer tinha um adesivo ou qualquer outra informação do fabricante do mesmo, carro chevrolet nunca mais e digo a quem me perguntar, carros da pior qualidade, como disse o fernando collor, carro brasileiro é uma carroça, e continuam sendo, carro e honda e toyota, automático então nem se fala, vcs não chegam próximos a qualidade e confiabilidade que essas montadoras dão aos seus carros e clientes.

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