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Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

O Renault Clio, um dos carros de maior sucesso da Renault, está prestes a completar 28 anos. Suas soluções inteligentes e versões diferentes, com motor turbo e até V6, ajudaram o pequeno hatch a conquistar o mundo.

Antes de falarmos sobre a passagem do modelo pelo mercado nacional, vamos começar com sua história na França em 1990.


Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

Renault Clio I – 1990 – 1998

A primeira geração do Renault Clio foi apresentada na França em 1990 com a missão de ser o novo compacto da marca.


Com uma extensa expertise em criar modelos compactos e fazê-los best sellers, a Renault precisava de um novo marco em sua história, e o Clio vinha para ser esse marco.

Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

Seu nome, diferente de seus irmãos e seus antecessores que eram em muitas vezes compostos apenas por números em algoritmos romanos, agora vinha de uma deusa grega chamada Clio que é a suposta musa da história e da criatividade.

Se no restante da Europa e outros mercados – como o da América do Sul – o modelo era chamado de Clio, o mesmo não ocorria com o modelo vendido no Japão que recebia o nome de Lutecia – pois a Honda já detinha os direitos sobre o nome Clio.

Mas vamos voltar ao lançamento do modelo no mercado europeu.

Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

O Renault Clio foi lançado no Salão do Automóvel de Genebra na Suíça, em março de 1990 – com vendas logo em seguida.

Suas formas simples e bem quadradas – típicas dos anos 90 – não traziam muita beleza para o modelo, no entanto o Renault Clio tinha seu carisma.

O Renault Clio dos anos 90 tinha 3,71 metros de comprimento, entre eixos de 2,47 metros e um excelente coeficiente aerodinâmico de 0,32, algo muito bom para um modelo compacto.

De início, o Renault Clio oferecia quatro motores, sendo os primeiros deles 1.2 litro de 49 cavalos e 1.4 litro de 80 cavalos – ambos movidos a gasolina e dotados de carburador.

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Os motores a diesel do Renault Clio eram 1.8 litro com 92 cavalos e injeção, e outro 1.8 litro – sem injeção eletrônica – com 65 cavalos.

Eles podiam vir com a opção de câmbio manual de 4 ou 5 velocidades e pneus com medidas 145/70 de aro 13, ou 165/60 de aro 14, dependendo da versão.

Por ser pequeno e compacto, o Renault Clio tinha peso final que variava entre 810 e 905 kg.

Sua suspensão era do tipo McPherson na dianteira, e na traseira o modelo usava a velha escola francesa de rodas independentes, braços arrastados e barras de torção – que garantiam um rodar mais macio e deixava o compacto mais eficiente.

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No ano de 1991, o Renault Clio recebia um novo motor 1.2 de 60 cavalos – ainda com o auxílio do carburador – mas de concepção mais moderna.

Passando-se 2 anos, o Clio ganhava um ajuste de potência do motor 1.4, que agora passava a utilizar injeção eletrônica e tinha potência reduzida para 73 cavalos.

No mesmo ano, a Renault apresentava as versões mais esportivas do Renault Clio. A versão RSi vinha dotada com um motor 1.8 – 1.764 cm³ – com injeção do tipo de multiponto, que fazia o motor render 110 cavalos e torque de 15,8 kgfm.

O modelo fazia o 0a100 em 9 segundos – algo impressionante para o início dos anos 90. O pequeno francês ainda conseguia chegar aos 190 km/h.

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O Renault Clio tinha visual composto por novas rodas de alumínio de 14 polegadas, volante e bancos esportivos e ainda vinha com freio a disco nas 4 rodas.

Um modelo que vinha acima do Renault Clio RSi, era o Clio 16S – soupapes, válvulas em francês – que utilizava o mesmo motor, com a diferença de usar as 16 válvulas e com isso, alcançar os 137 cavalos e impressionantes 16,4 kgfm de torque.

Com esse upgrade, o modelo passava dos 208 km/h e fazia o 0a100 em apenas 8,3 segundos. No visual, o pequeno velocista vinha com um calombo no capô – assim como o Volkswagen Gol GTI – para acomodar melhor o motor maior.

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Em 1993, a Renault apresenta um Renault Clio Williams – modelo preparado pela Renault Sport – que visava ser o Clio mais rápido e mais potente da gama.

O motor em questão era um 2.0 litros com 16 válvulas e incríveis 150 cavalos. O torque era de 17,9 kgfm, fazendo dele um dos modelos mais potentes da gama até hoje.

Com velocidade estimada em 215 km/h e fazendo o 0a100 em menos de 8 segundos, o pequeno foguetinho Renault Clio Williams era praticamente invencível.

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No quesito visual, o Clio Williams era vendido apenas na cor azul, vinha com belíssimas rodas douradas Speedline, calçadas em pneus 185/55 de aro 15.

No interior, um acabamento mais primoroso, com direito a bancos envolventes e no caso do banco do motorista, ele contava com ajuste de altura e apoio lombar.

A edição que deveria ser de apenas 2500 unidades previamente demarcadas por um selo colado na carroceria, não foi o suficiente para o tamanho do sucesso do modelo.

A Renault teve que correr para fabricar mais unidades e reviveu o modelo em 1996.

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O Renault Clio recebe seu primeiro facelift em 1994, onde a grade dianteira virava uma peça só, as lanternas e faróis ganhavam um desenho mais arredondado – amendoado – retrovisores maiores e um novo painel.

Para o modelo Williams, novas barras protetoras foram adicionadas dentro das portas, e o modelo passava a contar com novos itens opcionais, como teto solar, e opção de câmbio automático.

Uma nova versão de luxo – chamada de Renault Clio Baccara – era oferecida com bancos de couro, interior mais luxuoso, rodas de alumínio de 14 polegadas, câmbio automático e motor 1.8 litro com 95 cavalos.

Renault Clio II – 1998 – 2005

A segunda geração do Renault Clio foi apresentada em 1998 durante o Salão do Automóvel de Genebra na Suíça.

No mercado europeu o modelo viveu até meados de 2005 – já no mercado nacional até 2016/2017 quando foi substituído pelo compacto Renault Kwid.

Mas antes, vamos voltar a segunda geração do Clio.

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Agora o Renault Clio vinha com linhas mais arredondadas, o que reforçava seu aspecto de carismático e amigável.

Em termos de medida, o novo Clio agora tinha 3,77 metros de comprimento e distância entre eixos de 2,48 metros. E assim como todo o mercado, seus concorrentes se mexiam para acompanhar as mudanças.

Agora o modelo tinha a companhia dos novos Fiat Punto, Opel Corsa, Citroën Saxo, Volkswagen Polo, e meses após seu lançamento, a sua conterrânea Peugeot apresentava o 206.

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Os motores do Renault Clio receberam um upgrade, agora o 1.2 litro gerava 60 cavalos, o 1.4 litro gerava 80 cavalos, 1.6 litro com 90 cavalos – todos dotados de comando de válvulas por cabeçote – e ainda uma versão com 16 válvulas com 110 cavalos – esses movidos a gasolina e injeção eletrônica.

Os motores a diesel eram 1.9 litro agora com turbo e 80 cavalos ou sem turbo com 65 cavalos. Novos aprimoramentos foram feitos no câmbio automático, que agora se adaptavam ao modo de conduzir do motorista.

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Novos freios agora com ABS poderiam vir em várias versões do modelo.

O pequeno francês Renault Clio agora contava um para-brisas térmico – o vidro vinha com pequenas partículas de prata e titânio no seu interior – bolsas infláveis frontais e laterais.

Na suspensão o modelo contava com um projeto mais simples, agora por eixo de torção.

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Seis meses depois de apresentado, o Renault Clio ganhava uma inédita versão com motor V6!

Sim um enorme V6 montado dentro do carro no lugar dos bancos traseiros.

Ainda em forma de conceito, o Renault Clio V6 usava o motor 3.0 litros V6 do Laguna, que fora preparado para render 250 cavalos e utilizava tração traseira.

Novos para-lamas maiores e mais largos ajudavam a compor o visual bravo do carro, e ajudar na aerodinâmica.

Infelizmente o modelo foi descartado para ser um modelo de rua, por conta do alto investimento para deixa-lo seguro para andar em vias comuns – uma pena né, Renault? – No entanto, o modelo competiu em algumas corridas da Renault Sport Trophy.

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Em 1999, a Renault apresentava a versão sedan do Renault Clio – primeira vez que isso aconteceria, e basicamente a única.

Como sedans derivados de carros compactos não faziam muito sucesso na Europa, o modelo foi destinado a mercados emergentes e em desenvolvimento.

Sua produção ficou a cargo da Turquia – onde se chamava Symbol, um velho conhecido nosso também – que tinha motores 1.4 litro com 8 ou 16 válvulas e ainda tinha um excelente porta-malas – com 510 litros de bagagem.

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Um fato curioso sobre a versão sedan do modelo é que no mercado da Turquia e da Rússia o modelo se chamava Renault Symbol – atualmente uma versão local do Renault Logan – no mercado japonês, era Lutécia e na Polônia se chamava de Thalia – outra deusa da mitologia grega, assim como Clio.

O caso mais curioso, no entanto, se dá no mercado mexicano, onde não só recebe outro nome, mas também uma cara nova e uma marca nova. No México, o Renault Clio/Symbol sedan era vendido pela Nissan sob o nome de Platina, e tinha um visual frontal totalmente diferente das versões vendidas no restante do globo.

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Mas voltando ao pequeno hatch, no ano de 2000 ele recebia uma versão esportiva com motor 2.0 16 válvulas, com 172 cavalos e 20,4 kgfm de torque, foi durante muito tempo o modelo com um dos motores mais potentes a venda na Europa em compactos.

O Renault Clio Sport, era somente vendido na versão de 2 portas, com um pacote visual que deixavam o modelo mais agressivo.

Pneus com medida 195/50 e rodas de 15 polegadas apareciam para reforçar esse visual. Mas a Renault tinha uma carta na manga.

Um Clio V6 estava novamente nos planos da empresa, que outrora havia negado qualquer possibilidade de execução do modelo.

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O modelo com motor V6 era fabricado na Suécia e seguia muito do conceito original, mas com potência menor – agora com 230 cavalos, ao invés dos 250 do conceito.

O torque agora seria de monstruosos 30,6 kgfm e atingia os 235 km/h e fazia o 0a100 em 6,4 segundos.

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Já para abril de 2001, o Renault Clio de segunda geração ganhava seu primeiro facelift.

O estilo adotado era o mesmo visto no modelo mais caro e luxuoso da época, o Vel Satis. Agora com novos faróis maiores e mais triangulares – de dupla parábola – o interior ganhava um novo acabamento, mais refinado e luxuoso.

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Novidades eram vistas também na adoção de faróis de xenônio, computador de bordo e direção elétrica.

No Salão do Automóvel de 2002, a Renault atualizava o Clio V6 com as mesmas alterações do modelo comum, incluindo uma nova cor – Azul Mundial.

As mesmas alterações foram aplicadas no modelo sedan, e em outras versões do modelo.

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Renault Clio III – 2005 – 2014

A terceira geração do Renault Clio foi apresentada no Salão do Automóvel de Frankfurt em 2005.

A plataforma agora era a Nissan B, uma vez que a Nissan agora tinha uma parceria forte com a Renault. O modelo crescia em relação a geração anterior, e ganhava um design mais amigável, com novos faróis, grade, painel e traseira.

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O aspecto geral da carroceria do novo Renault Clio era semelhante ao do modelo anterior, mas com mais músculos e formas mais vincadas.

Em junho de 2006, o modelo ganhava uma nova versão Clio Sport, que agora conta com um novo motor 2.0 litros que produz 197 cavalos e atinge a máxima de 215 km/h.

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Em março de 2007, o Renault Clio recebe a companhia da versão perua, chamada de Sport Tourer.

A versão sedan deixa de ser ofertada nessa terceira geração.  Um novo facelift foi empregado no modelo em meados de 2009, onde os faróis ficavam maiores, o interior ganhava novos revestimentos e deu uma nova identidade ao Clio RS.

Foi criado também para esse facelift uma nova versão chamada Clio Gordini, que usava um motor 2.0 litros com 16 válvulas e 200 cavalos. O modelo era limitado, e durou até praticamente o final de vida da terceira geração em 2014.

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Renault Clio IV – 2014 – Presente

A 4 ª geração do Renault Clio começou a ser vendida em 2013, já como modelo 2014.

Agora o modelo estava bem maior que as outras gerações, e contava com forte inspiração o Renault Mégane. Agora o Clio tinha apenas a opção de carroceria de 4 portas, com um desenho que fazia parecer ter apenas 3, já que as maçanetas das portas traseiras ficavam escondidas na base das janelas.

Isso deixava o visual mais limpo e agressivo. Novidades eram vistas nos motores, que agora poderiam ser tri cilíndricos e um novo câmbio automático de 6 velocidades e com o auxílio de dupla embreagem.

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Assim como na geração anterior, o Renault Clio conta com uma versão perua, com o mesmo estilo visual do hatch – incluindo as maçanetas escondidas e mesmas opções de motores do hatch.

O Clio ganhava também ganhava a companhia de novas versões esportivas, como a GT e a RS. Atualmente o modelo já passou pelo seu primeiro facelift, e está à espera da 5ª geração prevista para 2019/2020.

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Renault Clio no Brasil

O Renault Clio foi apresentado no mercado nacional em 1996, quando ele vinha trazido da Argentina, onde a Renault já tinha um forte mercado.

A primeira geração do modelo não cativou muito os brasileiros, apesar de suas qualidades, e soluções modernas.

Com a inauguração da planta da Renault em São José dos Pinhais – Paraná, a Renault começava a montar a minivan Scénic, e em 1999, apresentava a segunda geração do Clio que cativou os brasileiros.

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Com leves alterações em relação ao modelo europeu, o nosso Renault Clio de segunda geração durou até meados de 2016/2017, quando foi substituído pelo Kwid.

Nesse meio tempo que o modelo ficou aqui, ganhávamos motores flexíveis – incluindo o primeiro motor Renault movido a álcool em 2005, quando o modelo já ostentava o visual do facelift empregado em 2003.

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Como era de costume, o Renault Clio teve no mercado nacional uma versão sedan, que também o acompanhou durante boa parte de sua vida, com inúmeras versões para atrair o público.

Em meados de 2009, o Renault Clio sedan era substituído pelo Renault Symbol – um Clio sedan, com uma terceira janela na coluna C, um novo nome e frente e traseira remodelados.

O modelo pouco fez sucesso, sendo descontinuado cerca de 3 anos depois devido a sua baixa procura.

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O modelo nacional foi importante para provar que a Renault sabia conquistar o mercado brasileiro, e que podia se adaptar aos nossos costumes, incluindo nossos combustíveis.

Como trazer as outras gerações do Clio europeu faria com que o modelo subisse de patamar e com isso, seu preço ficasse elevado, a solução foi pedir ajuda á marca romena da Renault, a Dacia, para criar um Clio de baixo custo.

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Renault Sandero

A primeira versão do modelo apresentado em 2007 conquistou rapidamente o mercado, que buscava por um carro, barato, espaçoso e com boa oferta de equipamentos.

E graças a esta receita de sucesso, o modelo segue firme e forte até os dias de hoje. Graças ao seu sucesso, o Renault Sandero acabou por substituir o Clio e sua variante sedan – que agora era trocada pelo Renault Logan.

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E assim como o Clio, que ganhou a companhia de um SUV, o Captur, com o Sandero não poderia ser diferente.

Em 2010, a marca apresenta o Renault Duster, um SUV baseado na plataforma de Sandero/Logan com opção de motores 1.6 e 2.0 litros, câmbio automático – hoje do tipo CVT – e opção de tração nas quatro rodas.

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Mas se você caro leitor, sente falta de algo mais francês, posso te apresentar uma meia solução, que chamamos de Captur.

A nossa versão do Renault Captur é uma adaptação do modelo europeu, construído na base do Duster, o que fez com que o modelo ganhasse um porte maior, e mais espaço interno em relação ao modelo vendido no velho continente.

E se você sente falta de um substituto para o Clio, sinto lhe dizer, mas a solução que a Renault deu para o pequeno no nosso país, atualmente se chama Renault Kwid, e não chega nem aos pés do que o Renault Clio foi um dia.

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