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Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

O Renault Clio, um dos carros de maior sucesso da Renault, está prestes a completar 28 anos. Suas soluções inteligentes e versões diferentes, com motor turbo e até V6, ajudaram o pequeno hatch a conquistar o mundo.

Antes de falarmos sobre a passagem do modelo pelo mercado nacional, vamos começar com sua história na França em 1990.


Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

Renault Clio I – 1990 – 1998

A primeira geração do Renault Clio foi apresentada na França em 1990 com a missão de ser o novo compacto da marca.


Com uma extensa expertise em criar modelos compactos e fazê-los best sellers, a Renault precisava de um novo marco em sua história, e o Clio vinha para ser esse marco.

Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

Seu nome, diferente de seus irmãos e seus antecessores que eram em muitas vezes compostos apenas por números em algoritmos romanos, agora vinha de uma deusa grega chamada Clio que é a suposta musa da história e da criatividade.

Se no restante da Europa e outros mercados – como o da América do Sul – o modelo era chamado de Clio, o mesmo não ocorria com o modelo vendido no Japão que recebia o nome de Lutecia – pois a Honda já detinha os direitos sobre o nome Clio.

Mas vamos voltar ao lançamento do modelo no mercado europeu.

Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

O Renault Clio foi lançado no Salão do Automóvel de Genebra na Suíça, em março de 1990 – com vendas logo em seguida.

Suas formas simples e bem quadradas – típicas dos anos 90 – não traziam muita beleza para o modelo, no entanto o Renault Clio tinha seu carisma.

O Renault Clio dos anos 90 tinha 3,71 metros de comprimento, entre eixos de 2,47 metros e um excelente coeficiente aerodinâmico de 0,32, algo muito bom para um modelo compacto.

De início, o Renault Clio oferecia quatro motores, sendo os primeiros deles 1.2 litro de 49 cavalos e 1.4 litro de 80 cavalos – ambos movidos a gasolina e dotados de carburador.

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Os motores a diesel do Renault Clio eram 1.8 litro com 92 cavalos e injeção, e outro 1.8 litro – sem injeção eletrônica – com 65 cavalos.

Eles podiam vir com a opção de câmbio manual de 4 ou 5 velocidades e pneus com medidas 145/70 de aro 13, ou 165/60 de aro 14, dependendo da versão.

Por ser pequeno e compacto, o Renault Clio tinha peso final que variava entre 810 e 905 kg.

Sua suspensão era do tipo McPherson na dianteira, e na traseira o modelo usava a velha escola francesa de rodas independentes, braços arrastados e barras de torção – que garantiam um rodar mais macio e deixava o compacto mais eficiente.

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No ano de 1991, o Renault Clio recebia um novo motor 1.2 de 60 cavalos – ainda com o auxílio do carburador – mas de concepção mais moderna.

Passando-se 2 anos, o Clio ganhava um ajuste de potência do motor 1.4, que agora passava a utilizar injeção eletrônica e tinha potência reduzida para 73 cavalos.

No mesmo ano, a Renault apresentava as versões mais esportivas do Renault Clio. A versão RSi vinha dotada com um motor 1.8 – 1.764 cm³ – com injeção do tipo de multiponto, que fazia o motor render 110 cavalos e torque de 15,8 kgfm.

O modelo fazia o 0a100 em 9 segundos – algo impressionante para o início dos anos 90. O pequeno francês ainda conseguia chegar aos 190 km/h.

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O Renault Clio tinha visual composto por novas rodas de alumínio de 14 polegadas, volante e bancos esportivos e ainda vinha com freio a disco nas 4 rodas.

Um modelo que vinha acima do Renault Clio RSi, era o Clio 16S – soupapes, válvulas em francês – que utilizava o mesmo motor, com a diferença de usar as 16 válvulas e com isso, alcançar os 137 cavalos e impressionantes 16,4 kgfm de torque.

Com esse upgrade, o modelo passava dos 208 km/h e fazia o 0a100 em apenas 8,3 segundos. No visual, o pequeno velocista vinha com um calombo no capô – assim como o Volkswagen Gol GTI – para acomodar melhor o motor maior.

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Em 1993, a Renault apresenta um Renault Clio Williams – modelo preparado pela Renault Sport – que visava ser o Clio mais rápido e mais potente da gama.

O motor em questão era um 2.0 litros com 16 válvulas e incríveis 150 cavalos. O torque era de 17,9 kgfm, fazendo dele um dos modelos mais potentes da gama até hoje.

Com velocidade estimada em 215 km/h e fazendo o 0a100 em menos de 8 segundos, o pequeno foguetinho Renault Clio Williams era praticamente invencível.

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No quesito visual, o Clio Williams era vendido apenas na cor azul, vinha com belíssimas rodas douradas Speedline, calçadas em pneus 185/55 de aro 15.

No interior, um acabamento mais primoroso, com direito a bancos envolventes e no caso do banco do motorista, ele contava com ajuste de altura e apoio lombar.

A edição que deveria ser de apenas 2500 unidades previamente demarcadas por um selo colado na carroceria, não foi o suficiente para o tamanho do sucesso do modelo.

A Renault teve que correr para fabricar mais unidades e reviveu o modelo em 1996.

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O Renault Clio recebe seu primeiro facelift em 1994, onde a grade dianteira virava uma peça só, as lanternas e faróis ganhavam um desenho mais arredondado – amendoado – retrovisores maiores e um novo painel.

Para o modelo Williams, novas barras protetoras foram adicionadas dentro das portas, e o modelo passava a contar com novos itens opcionais, como teto solar, e opção de câmbio automático.

Uma nova versão de luxo – chamada de Renault Clio Baccara – era oferecida com bancos de couro, interior mais luxuoso, rodas de alumínio de 14 polegadas, câmbio automático e motor 1.8 litro com 95 cavalos.

Renault Clio II – 1998 – 2005

A segunda geração do Renault Clio foi apresentada em 1998 durante o Salão do Automóvel de Genebra na Suíça.

No mercado europeu o modelo viveu até meados de 2005 – já no mercado nacional até 2016/2017 quando foi substituído pelo compacto Renault Kwid.

Mas antes, vamos voltar a segunda geração do Clio.

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Agora o Renault Clio vinha com linhas mais arredondadas, o que reforçava seu aspecto de carismático e amigável.

Em termos de medida, o novo Clio agora tinha 3,77 metros de comprimento e distância entre eixos de 2,48 metros. E assim como todo o mercado, seus concorrentes se mexiam para acompanhar as mudanças.

Agora o modelo tinha a companhia dos novos Fiat Punto, Opel Corsa, Citroën Saxo, Volkswagen Polo, e meses após seu lançamento, a sua conterrânea Peugeot apresentava o 206.

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Os motores do Renault Clio receberam um upgrade, agora o 1.2 litro gerava 60 cavalos, o 1.4 litro gerava 80 cavalos, 1.6 litro com 90 cavalos – todos dotados de comando de válvulas por cabeçote – e ainda uma versão com 16 válvulas com 110 cavalos – esses movidos a gasolina e injeção eletrônica.

Os motores a diesel eram 1.9 litro agora com turbo e 80 cavalos ou sem turbo com 65 cavalos. Novos aprimoramentos foram feitos no câmbio automático, que agora se adaptavam ao modo de conduzir do motorista.

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Novos freios agora com ABS poderiam vir em várias versões do modelo.

O pequeno francês Renault Clio agora contava um para-brisas térmico – o vidro vinha com pequenas partículas de prata e titânio no seu interior – bolsas infláveis frontais e laterais.

Na suspensão o modelo contava com um projeto mais simples, agora por eixo de torção.

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Seis meses depois de apresentado, o Renault Clio ganhava uma inédita versão com motor V6!

Sim um enorme V6 montado dentro do carro no lugar dos bancos traseiros.

Ainda em forma de conceito, o Renault Clio V6 usava o motor 3.0 litros V6 do Laguna, que fora preparado para render 250 cavalos e utilizava tração traseira.

Novos para-lamas maiores e mais largos ajudavam a compor o visual bravo do carro, e ajudar na aerodinâmica.

Infelizmente o modelo foi descartado para ser um modelo de rua, por conta do alto investimento para deixa-lo seguro para andar em vias comuns – uma pena né, Renault? – No entanto, o modelo competiu em algumas corridas da Renault Sport Trophy.

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Em 1999, a Renault apresentava a versão sedan do Renault Clio – primeira vez que isso aconteceria, e basicamente a única.

Como sedans derivados de carros compactos não faziam muito sucesso na Europa, o modelo foi destinado a mercados emergentes e em desenvolvimento.

Sua produção ficou a cargo da Turquia – onde se chamava Symbol, um velho conhecido nosso também – que tinha motores 1.4 litro com 8 ou 16 válvulas e ainda tinha um excelente porta-malas – com 510 litros de bagagem.

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Um fato curioso sobre a versão sedan do modelo é que no mercado da Turquia e da Rússia o modelo se chamava Renault Symbol – atualmente uma versão local do Renault Logan – no mercado japonês, era Lutécia e na Polônia se chamava de Thalia – outra deusa da mitologia grega, assim como Clio.

O caso mais curioso, no entanto, se dá no mercado mexicano, onde não só recebe outro nome, mas também uma cara nova e uma marca nova. No México, o Renault Clio/Symbol sedan era vendido pela Nissan sob o nome de Platina, e tinha um visual frontal totalmente diferente das versões vendidas no restante do globo.

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Mas voltando ao pequeno hatch, no ano de 2000 ele recebia uma versão esportiva com motor 2.0 16 válvulas, com 172 cavalos e 20,4 kgfm de torque, foi durante muito tempo o modelo com um dos motores mais potentes a venda na Europa em compactos.

O Renault Clio Sport, era somente vendido na versão de 2 portas, com um pacote visual que deixavam o modelo mais agressivo.

Pneus com medida 195/50 e rodas de 15 polegadas apareciam para reforçar esse visual. Mas a Renault tinha uma carta na manga.

Um Clio V6 estava novamente nos planos da empresa, que outrora havia negado qualquer possibilidade de execução do modelo.

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O modelo com motor V6 era fabricado na Suécia e seguia muito do conceito original, mas com potência menor – agora com 230 cavalos, ao invés dos 250 do conceito.

O torque agora seria de monstruosos 30,6 kgfm e atingia os 235 km/h e fazia o 0a100 em 6,4 segundos.

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Já para abril de 2001, o Renault Clio de segunda geração ganhava seu primeiro facelift.

O estilo adotado era o mesmo visto no modelo mais caro e luxuoso da época, o Vel Satis. Agora com novos faróis maiores e mais triangulares – de dupla parábola – o interior ganhava um novo acabamento, mais refinado e luxuoso.

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Novidades eram vistas também na adoção de faróis de xenônio, computador de bordo e direção elétrica.

No Salão do Automóvel de 2002, a Renault atualizava o Clio V6 com as mesmas alterações do modelo comum, incluindo uma nova cor – Azul Mundial.

As mesmas alterações foram aplicadas no modelo sedan, e em outras versões do modelo.

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Renault Clio III – 2005 – 2014

A terceira geração do Renault Clio foi apresentada no Salão do Automóvel de Frankfurt em 2005.

A plataforma agora era a Nissan B, uma vez que a Nissan agora tinha uma parceria forte com a Renault. O modelo crescia em relação a geração anterior, e ganhava um design mais amigável, com novos faróis, grade, painel e traseira.

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O aspecto geral da carroceria do novo Renault Clio era semelhante ao do modelo anterior, mas com mais músculos e formas mais vincadas.

Em junho de 2006, o modelo ganhava uma nova versão Clio Sport, que agora conta com um novo motor 2.0 litros que produz 197 cavalos e atinge a máxima de 215 km/h.

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Em março de 2007, o Renault Clio recebe a companhia da versão perua, chamada de Sport Tourer.

A versão sedan deixa de ser ofertada nessa terceira geração.  Um novo facelift foi empregado no modelo em meados de 2009, onde os faróis ficavam maiores, o interior ganhava novos revestimentos e deu uma nova identidade ao Clio RS.

Foi criado também para esse facelift uma nova versão chamada Clio Gordini, que usava um motor 2.0 litros com 16 válvulas e 200 cavalos. O modelo era limitado, e durou até praticamente o final de vida da terceira geração em 2014.

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Renault Clio IV – 2014 – Presente

A 4 ª geração do Renault Clio começou a ser vendida em 2013, já como modelo 2014.

Agora o modelo estava bem maior que as outras gerações, e contava com forte inspiração o Renault Mégane. Agora o Clio tinha apenas a opção de carroceria de 4 portas, com um desenho que fazia parecer ter apenas 3, já que as maçanetas das portas traseiras ficavam escondidas na base das janelas.

Isso deixava o visual mais limpo e agressivo. Novidades eram vistas nos motores, que agora poderiam ser tri cilíndricos e um novo câmbio automático de 6 velocidades e com o auxílio de dupla embreagem.

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Assim como na geração anterior, o Renault Clio conta com uma versão perua, com o mesmo estilo visual do hatch – incluindo as maçanetas escondidas e mesmas opções de motores do hatch.

O Clio ganhava também ganhava a companhia de novas versões esportivas, como a GT e a RS. Atualmente o modelo já passou pelo seu primeiro facelift, e está à espera da 5ª geração prevista para 2019/2020.

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Renault Clio no Brasil

O Renault Clio foi apresentado no mercado nacional em 1996, quando ele vinha trazido da Argentina, onde a Renault já tinha um forte mercado.

A primeira geração do modelo não cativou muito os brasileiros, apesar de suas qualidades, e soluções modernas.

Com a inauguração da planta da Renault em São José dos Pinhais – Paraná, a Renault começava a montar a minivan Scénic, e em 1999, apresentava a segunda geração do Clio que cativou os brasileiros.

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Com leves alterações em relação ao modelo europeu, o nosso Renault Clio de segunda geração durou até meados de 2016/2017, quando foi substituído pelo Kwid.

Nesse meio tempo que o modelo ficou aqui, ganhávamos motores flexíveis – incluindo o primeiro motor Renault movido a álcool em 2005, quando o modelo já ostentava o visual do facelift empregado em 2003.

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Como era de costume, o Renault Clio teve no mercado nacional uma versão sedan, que também o acompanhou durante boa parte de sua vida, com inúmeras versões para atrair o público.

Em meados de 2009, o Renault Clio sedan era substituído pelo Renault Symbol – um Clio sedan, com uma terceira janela na coluna C, um novo nome e frente e traseira remodelados.

O modelo pouco fez sucesso, sendo descontinuado cerca de 3 anos depois devido a sua baixa procura.

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O modelo nacional foi importante para provar que a Renault sabia conquistar o mercado brasileiro, e que podia se adaptar aos nossos costumes, incluindo nossos combustíveis.

Como trazer as outras gerações do Clio europeu faria com que o modelo subisse de patamar e com isso, seu preço ficasse elevado, a solução foi pedir ajuda á marca romena da Renault, a Dacia, para criar um Clio de baixo custo.

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Renault Sandero

A primeira versão do modelo apresentado em 2007 conquistou rapidamente o mercado, que buscava por um carro, barato, espaçoso e com boa oferta de equipamentos.

E graças a esta receita de sucesso, o modelo segue firme e forte até os dias de hoje. Graças ao seu sucesso, o Renault Sandero acabou por substituir o Clio e sua variante sedan – que agora era trocada pelo Renault Logan.

Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

E assim como o Clio, que ganhou a companhia de um SUV, o Captur, com o Sandero não poderia ser diferente.

Em 2010, a marca apresenta o Renault Duster, um SUV baseado na plataforma de Sandero/Logan com opção de motores 1.6 e 2.0 litros, câmbio automático – hoje do tipo CVT – e opção de tração nas quatro rodas.

Renault Clio: história, versões, consumo, motores, equipamentos

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Mas se você caro leitor, sente falta de algo mais francês, posso te apresentar uma meia solução, que chamamos de Captur.

A nossa versão do Renault Captur é uma adaptação do modelo europeu, construído na base do Duster, o que fez com que o modelo ganhasse um porte maior, e mais espaço interno em relação ao modelo vendido no velho continente.

E se você sente falta de um substituto para o Clio, sinto lhe dizer, mas a solução que a Renault deu para o pequeno no nosso país, atualmente se chama Renault Kwid, e não chega nem aos pés do que o Renault Clio foi um dia.

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Nota média 4.1 de 11 votos

  • Guilherme Gimenes

    se vc rodar a Europa, de norte a sul, de leste a oeste.. CLIO será o carro q vc mais verá..até mesmo mais que Golf. a versão nova ta linda, sinceramente nao entendo o pq de nao trazer pra ca.. ficaria caro!?!?! o pug 208 na França custa 16.000 e tem aqui .. o Renault clio la custa 15.300..pq aqui custaria uma fortuna? isso eh historinha pra empurrar Dacia nos brasileiros a preço de ouro…

    • Alvaro

      Com certeza, desculpinha porque trazer o Clio seria ruim unicamente para montadora. Já que tentariam colar ele como “premium” e convenhamos que não é para tudo isso. Por outro lado, ter um carro acima do Sandero forçaria ter que baixar ou dar mais descontos nos preços da Dacia.

    • Volkswagen Opala

      Concordo. A Renault tem lançado as porcarias da Dacia aqui e os carros com mais qualidade ficam só na Europa. Mil vezes o Clio europeu que o Sandero. Mas a culpa é de nós mesmos que compramos de baciada Sandero, Logan, Duster e Kwid. Eu mesmo já tive uma Duster que eu comprei na época do lançamento e me arrependi. Mas parece que a parceria Renault-Dacia vai acabar aqui no Brasil. Espero que sim.

      • Hugo Leonardo Dos Santos

        Não vai não, leve engano meu Padawan, a Renault BR só não vai mais copiar a “carcaça” dos Dácia, mas vai continuar usando a plataforma Dácia, só vão fazer design Renault próprios como fizeram com a Captur.

        • Volkswagen Opala

          Vixe! Será que a gambiarrice vai continuar???? Assim a Renault vai afundar por aqui.
          A Captur é outro engodo. Não é à toa que vende pouco. O brasileiro está aprendendo.
          A propósito, Padawan somos todos nessa vida. kkkkk

          • Hugo Leonardo Dos Santos

            Aprendendo nada, qual o carro mais vendido do país? ahahaha

        • Cesar

          O próximo Sandero será feito na plataforma CMF-B.

      • Faheina

        Vamo Combinar q no capitalismo as empresas visam UNICAMENTE lucro.
        Se eu tenho um produto q vendo 2000 unidades do produto A com uma margem de lucro 3X pq eu venderia 1000 produtos de nome B pra ganhar so X ?
        Não temos instituição de caridade no setor automobilístico infelizmente

    • fschulz84

      Exato… Junto com o Clio e o Golf, o Mégane é um carro facilmente visto em qualquer país.

    • Bruno Briner

      Não concordo na sua generalização, em países como a Alemanha e Suiça o Clio não é campeão de vendas como você sugere.

    • th!nk.t4nk

      Clio o mais visto? Nos mais pobres (+ França) sim. No resto muda de história. Aqui no sul da Alemanha o carro mais visto é Mercedes Classe C (e é o mais vendido de fato!). Já no norte é o Golf, sem dúvida nenhuma. O Clio é até meio raro, dependendo da região. O carrinho é excelente sim e merece o sucesso que tem, mas nao tem esse domínio absoluto na Europa não.

      • Guilherme Gimenes

        eu discordo.. cara, ja rodei a Europa de ponta a ponta algumas vezes.. eu eu quis dizer o carro que vc mais VÊ no geral..não disse que o clio eh o mais vendido, e sim uma figurinha certa nas ruas e estacionamentos. Alemanha vc ve sempre o trio bmw,mercedes,audi,.mais do que os outros…nao estou me referindo a total de vendas de cada veículo em cada país. F150 eh o carro mais vendido dos EUA e se vc for a NY, verá meia dúzia dela e muito mais mercedes classe S e E por lá.. O Onix eh o mais vendido mas se vier ao RJ vc verá mais HB20 na rua. Esse ano estive na Suécia e vi mais modelos da mercedes e bmw lá do que Volvo.. algo que achei estranho, na Suecia como um todo, vende-se mais volvo..mas nos grandes centros nao quer dizer que será o carro que vc mais verá… Vc citou Mercedes Classe C na Alemanha.. claro que eh mais vendido, a maioria dos taxis na Alemanha sao classe C

        Resumo de tudo eh, independentemente do carro que cada país tenha como mais vendido, o Clio eh bastante difundido e aceito em todos eles.

    • Elton Farias

      Se o trouxer para cá, com certeza pelo design e motorização ele iria vender e muito. Gosto muito dos carros da Renault, mas a montadora está pecando com os brasileiros, trazendo mais projetos Dacia do que os Renault puro sangue.

  • Alvaro

    Poxa, legal a matéria, inclusive muitos comentários a tecer:

    – Clio V6!! Nossa, esse foi uma heresia!! Novo na época, não achava que era nada de mais, hoje já penso que ousadia da montadora lançar comercialmente um carro c/ idéia que parece ter saido da garagem de alguma preparadora.

    – Clio IV Estate, que belezura! Podia ter vindo para cá, nem que seja importado.

    – E curioso o Nissan Platina. Faz bastante sentido dado a boa aceitação da Nissan no México. E atualmente, temos o inverso com o Renault Scala que é re-badge do Nissan Versa para o mercado indiano, o jogo virou não é mesmo… hahaha

    – Por fim, faltou mencionar na reportagem que o Clio foi o primeiro nacional c/ airbag de série em todas as versões! Inclusive, principal mote e chamariz no seu lançamento… pena que a própria Renault aprendeu amargamente que o consumidor estava pouco interessado a época (e atualmente também?) para segurança passiva.

  • Leonardo azevedo

    Meu primeiro carro foi um Clio 2012/12 e até hoje sinto saudade do carrinho honesto e com boa pegada… Uma pena a Renault não trazer o novo Clio europeu como compacto premium acima de Sandero

    • Daytona

      Lá em casa saímos de um Gol bolinha pra um Clio Sedan 2001 zero KM…

      Foram 7 anos e 120.000km sem surpresas com o carro… Deixou saudades!

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Já até imagino a 5ª geração do Clio com uma frente e traseira a lá Renault Mégane, iria ficar sohw

  • Franklin Diego

    Excelente matéria!
    Praticamente todos que eu já falei elogia muito o pequeno Clio. O 1.6 16v então foi o meu xodó.
    Ainda sinto saudades deste carrinho! Algumas várias pessoas conseguiram fazer swap do motor 2.0. Fico imaginando como deve ser massa de guiar um cliozinho com uns 150cv.

    • Sam_Van

      Tive um Clio sedan privilege 2007, uma Scenic privilege 2010 e agora tenho uma Grand Tour 2013, todos com esse motor. Além de uma correia dentada trocada precocemente, somente manutenção preventiva. Motor muito elástico e econômico. O Clio e a Scenic vendi com mais de 150 mil km e a Grand Tour já está com 133 mil km. Agora com a Dacia tomando conta, vou abandonar a marca.

  • T1000

    Se falar de ergonomia este carro da uma surra na linha corsa e celta.
    É ainda muito econômico e fácil de estacionar.
    O único problema é a segurança, uma verdadeira ratoeira mesmo com airbags.
    Na última versao caparam tudo o que tinham direito.

  • Ricardo

    Acho legal o estilo do console/painel dessa 1ª versão.

  • CanalhaRS

    Essa primeira geração é mais bonita por dentro e por fora que muito carro de hoje em dia.

    • Edinaldo_Tapica

      Rapaz a primeira não, mas a terceira, se a Renault quisesse lançar hoje no Brasil, ainda estaria atual pra concorrer com Onix, Ka e companhia…

  • edgar__rj

    Tive um 2001/2002 RT e um 09/10 Campus… Foram anos de maravilha… Nunca tive despesas alem das revisões normais… Em 2014 troquei para um Sandero 1.6, queria algo maior, mais potência, mas queria continuar na marca… Tambem não tenho que reclamar, pois na época era um dos melhores Custos X Benefício, mas sinto falta do meu Cliozinho…

  • Lucas086

    Como era feio esse symbol viu… Rapaz Clio carrinho honesto demais, econômico, andava bem e acabamento acima da média

  • Luccas Villela

    Nossa, como eu amo esse carro! Acho tão gostoso de dirigir, bonito (mesmo esquisito em alguns aspectos), de longe, foi o carro que mais gostei de ter. Tive um Clio Campus 2011 e amava o painel emprestado do Mégane antigo, o comando de vidros central é algo que eu curto até hoje, acho muito mais lógico você movimentar a mão direita que a esquerda. Tive um Clio do modelo com facelift 2014, branco, adorava aquela cara de coala que o modelo passou a ter, apesar do empobrecimento do interior, curtia muito a padronagem dos bancos, só achava o painel de instrumentos emprestado do Sandero bem sem graça. Tive um Renault Symbol que eu amava, com aquele motor 1.6 16v, com desempenho e consumo sensacionais e, novamente, tirando a frente sem graça, achava o design geral do carro BEM bonito, principalmente a traseira (que no Clio Sedan, eu achava bem feia). Enfim, um carro econômico, digno, agradável, com uma suspensão maravilhosa que aguentava o tranco, era confortável sem ser molenga… Pra sempre terei saudades dos modelos que tive sob essa plataforma!

    • Volkswagen Opala

      Tive um Clio Dynamique 1.0 2003 ( peguei ele em 2005 e vendi em 2007). Carrinho maravilhoso. Bem acabado, muito bom de dirigir, econômico e ágil.

  • Filipo

    Faltou falar da versão RS de 182 cv do Clio II fase 2, que era 10 cv mais potente que o RS II fase 1.
    Faltou falar que o Clio III (que não foi comercializado por aqui) teve uma versão com o mesmo motor de Fluence/Sentra (o M4R, que a Nissan chama de MR20DE). Este é um motor desenvolvido em conjunto entre Renault e Nissan e, apesar de já antigo, tem arquitetura moderna. O 1,6L turbo de Clio RS, Mégane GT e que a Nissan utiliza no Qashqai, Sentra, X-Trail e Pulsar (hatch do Sentra) são derivados da mesma família de motores
    Faltou falar que o motor atual do Clio IV RS não é mais 2L, e muito menos naturalmente aspirado. Trata-se de um 1,6L turbo de 200 cv. E que a versão mais forte do RS atual é a RS Trophy, com 220 cv e 28,5 kgfm.
    Mas parabéns por lembrar desse grande carro mundial, a história agradece!

  • Iran Borges

    Clio tá lindo. A perua então deu água na boca!

  • Hugo Leonardo Dos Santos

    Se um dia eu achar esse Clio I em bom estado, vou comprar e restaurar.

  • Teotonio

    olha, minha familia sempre usava carros VW por que eram tidos como bons de manutenção, carro bom, marca boa e etc… até que meio irmão mais novo comprou um ta de clio. dai vimos como os carros da renault eram interessantes, comprei um clio tbm, privilegie completação com abs e tudo o que o gol não oferecia na época hehe, motor 1.6 dava pau em golf e Vectra 2.0 do mesmo ano, depois fui pro sandero já automatico, duster agora o Kaptur e não troco de marca pois se vc comparar os opcionais e o valor do carro dificilmente tem um custo beneficio melhor, e a historia de manutenção cara e tals pra mim é tudo balela, primeiro que todos esses anos nunca tive que ir ao mecânico fazer qualquer coisa que não fosse normal de revisão, nem sequer um amortecedor tive que trocar, alem disso era tudo barato comparado ha alguns carros de amigos no mesmo patamar. quando eu tinha o gol bati e fui arrumar na agencia como sempre faço, com o valor de um farol dava de comprar 2 pneus novos na época… claro no mercado paralelo era bem mais barato , mas as peças renault idem! só trocaria um renault se tivesse mesmo e só seria por um Fiat, pois tbm possuem um bom custo beneficio e manutenção boa, não quebra! no meu trabalho temos uma strada e é de ficar bobo com o que aquilo ja carregou e nunca pediu água, só tem o porem do pó dentro do carro.
    sempre vejo um monte de comentário falando que na Europa os carros são assim, nos EUA são assado e tal… bom eu moro no brasil e compro e uso os carros que esta a disposição no meu mercado, se la fora é melhor ou pior pra mim não muda nada, vou ter que usar as opções daki msm!

  • invalid_pilot

    Uma pena o Clio ter morrido no Brasil pra dar lugar ao lixo do Kwid.

  • Razzo

    É uma pena que o Clio III e IV não tenham chegado ao Brasil, assim como a Renault aqui tenha se transformado em Dacia do Brasil.

  • Mmedinas

    Cara, que saudade do meu cliozinho 2001, carro gostoso de dirigir, robusto, me acompanhou na facul. Escutei tanta bobagem quando comprei esse carro, manutenção cara, desvalorização, e blábláblá…, Ele foi a minha primeira escolha logo de cara devido ao airbag de série, ao contrário da maioria sempre pensei na segurança…, entrando nele e nos outros compactos da época o único que me pareceu tão confortável era o 206, o resto dava vergonha, mais caros e mais pelados…, só a economia que tive com o seguro durante o tempo que fiquei com ele, paga a diferença da desvalorização em relação os lideres da época e quase compra outro.

  • Leonardo azevedo

    Cara eu gostava tanto do meu Clio 2012 que se a Renault invetasse de trazer o Novo Clio com plataforma do sandero, como fez com o Captur, eu me arriscaria a ter um.

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