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Fiat Palio – defeitos e problemas

Fiat Palio - defeitos e problemas

O Fiat Palio foi o mais importante modelo da marca italiana no Brasil desde o lançamento do Uno. O compacto teve duas gerações, sendo que a primeira permaneceu no mercado por mais de 20 anos, enquanto a segunda durou seis anos. Esta, se despediu para dar lugar ao Argo, mais moderno. Mas, será que esse emblemático popular tem muitos defeitos e problemas?


Neste artigo, vamos falar sobre as queixas dos clientes quanto ao defeitos e problemas relacionados com o Fiat Palio, que esteve presente no mercado com motores Fire 1.0 de até 75 cavalos e 1.4 com até 88 cavalos, assim como também o propulsor E.torq 1.6 de até 117 cavalos, este com opção de câmbio automatizado Dualogic.

Feito sobre uma plataforma modificada do Uno, o Fiat Palio da segunda geração tinha um design interessante e bom espaço interno, assim como porta-malas condizente com a proposta. Seu problema era estar próximo demais do Punto e tentar igualar em termos de conteúdo e visual.

Mas, nos detalhes, os donos se queixam da qualidade do acabamento, considerada baixa, assim como de diversos ruídos internos e problemas relacionados com motor, especialmente o Fire. Também reclamam da suspensão dianteira e da queima de lâmpadas de lanternas e faróis.

Fiat Palio – defeitos e problemas

Barulhos diversos

Fiat Palio - defeitos e problemas

Aqui, o Fiat Palio tem defeitos e problemas relacionados com barulhos provocados por diversas fontes no interior do veículo. Os donos reclamam da qualidade dos materiais e montagem. Num dos relatos, um proprietário diz que os vidros das portas dianteiros fazem muito barulho, como se estivessem soltos, estando estes numa posição de meio curso, ou seja, entre aberto totalmente e fechado.

O mesmo é relatado em outros casos, como se o vidro estivesse solto, mas totalmente aberto ou fechado, não se verifica o mesmo problema. Ainda nas portas dianteiras, mesmo fechadas, alguns donos reclamam que estas fazem barulho intermitente ao abrir a porta. Num dos casos, o dono do Fiat Palio simplesmente resolveu solucionar o problema com as próprias mãos.

De acordo com ele, bastou a retirada do pino do limitador e substituição da capa plástica de proteção interna por um pedaço de “câmara de pneu”, solucionando assim o problema. Para um carro, mesmo muito rodado, o barulho de “trec trec” realmente é muito desagradável.

Mas os ruídos indesejáveis não param por aí. Até o limpador de para-brisa é criticado pelo barulho provocado, que vibra durante o funcionamento e mesmo com borrachas novas. O que também provoca ruídos em excesso, no depoimento de alguns proprietários, é o câmbio, que num dos casos, roncava.

Existem donos que reclamam também da imprecisão, arranhadas e dureza nas trocas de marcha manuais. No automatizado, trancos e buracos nas mudanças também são mencionados.

Num exemplar manual do Fiat Palio, o dono disse que o câmbio dá trancos mesmo bem antes dos 50 mil km rodados. A troca de embreagem não parece resolver o problema, assim como do atuar hidráulico da embreagem. Noutro, a embreagem teve que ser “retificada” com menos de 40 mil km.

Mas de volta ao acabamento e isolamento interno, relata-se o ressecamento precoce de borrachas das portas e até mesmo sua soltura do batente, provocando infiltração de água e poeira, antes mesmo de atingir 35 mil km. Da mesma forma, diz-se que o volante apresenta desgaste com o descascamento do revestimento da direção com menos de 36 mil km.

Num caso relatado de defeitos e problemas em site de reclamação, com apenas 2 mil km, o Fiat Palio apresentou defeito no vidro elétrico do passageiro, que ficou aberto sem poder ser fechado.

A troca do dispositivo na revenda demorou enormemente, mas o defeito foi acompanhado posteriormente de infiltração de água pelos vidros e na canaleta do cinto de segurança, fazendo com que o dono o usasse sempre encharcado nos dias de chuva.

Mesmo após a correção, a revenda não substituiu o cinto com mau cheiro e mofo, como também o serviço ruim acarretou na manutenção do problema. A colagem das borrachas de vedação foi feita com uma massa bem aparente. O caso não foi solucionado.

O porta-malas, por exemplo, é outra fonte de ruído com substituição de tampa e enxerto com espuma, soluções encontradas pelos donos diante da “normalidade” atestada pela rede Fiat. Mas, a tampa tem ainda outro detalhe, o fechamento. Seu trinco se danifica facilmente na visão de alguns clientes, que dizem que uma batida um pouco mais forte ao fechar, quebra o dispositivo.

Além de não fechar a tampa, o problema é que um aviso no painel indica que o travamento das portas fica comprometido. O alerta falso de arrombamento do alarme é outro defeito recorrente nos carros da Fiat.

Mecânica e elétrica

Fiat Palio - defeitos e problemas

Embora muitos relatos de proprietários não apontam para defeitos e problemas até por uma longa quilometragem, tendo apenas a troca de itens de desgaste natural, bem como óleo e filtros, existem casos complicados envolvendo o motor Fire. Alguns donos falam em vazamento de óleo na região da junta do cárter, que fica logo abaixo do bloco.

No sistema de arrefecimento, que o Fiat Palio superaqueceu aos 50.000 km, sem motivo aparente. Nos periféricos, o motor de arranque chegou a ser trocado com 15 mil km.

O reservatório de água do radiador é criticado por outros, que alegam que o mesmo racha no gargalo e provoca o vazamento de líquido de arrefecimento. O condensador de ar-condicionado é outro que pode apresentar vazamento, segundo relato.

Na parte elétrica, relatos falam de baterias danificadas e uma delas simplesmente teria “estourado” num Palio com baixa quilometragem, sendo trocada na garantia. Porém, a queima de lâmpadas dos faróis e lanternas é um problema recorrente no modelo, sendo bem relatado na internet. Num caso, lâmpadas do farol e de freio queimaram com menos de 10 mil km.

Suspensão e consumo alto

Fiat Palio - defeitos e problemas

Na suspensão dianteira reside uma série de queixas de defeitos e problemas por parte dos donos. A troca de bieletas num intervalo de 10 mil km foi relatada entre 28 mil km e 38 mil km. Alguns tiveram que trocar buchas e balanças em um curto período de tempo após a compra.

Num dos casos de defeitos e problemas, os barulhos seguiram no Palio por quase 100 mil km, até o dono vende-lo. Noutro, o dono trocou bieletas e buchas, mas o problema continuou sem solução. Até mesmo os pivôs – outra fonte de barulho – foram trocados. Mas, outro ponto observado por muitos donos é o alto consumo no motor Fire, especialmente no 1.0.

Ao pesquisarmos sobre o assunto, um dos relatos mencionava um elevado consumo de 9 km/l na cidade e 11 km/l na cidade, no Fire 1.0, ambos com etanol. Na gasolina, o mesmo carro fazia 11 km/l na cidade e 13,5 km/l na estrada. Porém, se isso não assusta alguns, outro fala em incríveis (pelo alto consumo) 4,9 km/l na cidade e 5,9 km/l na estrada, ambos com etanol e no mesmo motor Fire 1.0.

Em contrapartida, muitos elogiam o Fire 1.4 por seu consumo melhor, assim como desempenho, embora seja criticada certa fraqueza em baixas rotações, o mesmo em relação ao E.torQ 1.6, especialmente no Dualogic.

Como se vê, o Fiat Palio pode ser um carro com custo de manutenção aceitável, bom valor de revenda e confiabilidade dada pela marca, sendo aprovado pela maioria dos proprietários, mas inconvenientes como os relatados, mostram que nem tudo são flores para o hatch compacto da montadora italiana, que agora não mais tem esse modelo em produção no Brasil.

[Fonte: Reclame Aqui/Clube do Palio]

Ricardo de Oliveira

Ricardo de Oliveira

Técnico mecânico, formado há 23 anos. Há 12 anos trabalha como jornalista no Notícias Automotivas, escreve sobre as mais recentes novidades do setor, frequenta eventos de lançamentos das montadoras e faz nossos testes e avaliações. Também trabalhou nas áreas de retificação de motores, comércio e energia.

  • Andrew B.

    Dirijo uma Weekend 2013 1.4 desde zero. Já passou dos 110.000km. Alguns problemas no texto acontecem mesmo. Quanto ao consumo, cidade com gasolina entre 10 e 11. Rodovia, 15…16 tranquilamente. Consumo médio 12,5(misto). Etanol cidade 8 e 9. Em rodovia não aferido. Claro que depende muito do pé e trânsito. No Fire, vaza óleo na junta da tampa de válvulas.

    • Edinaldo_Tapica

      Pois meu Novo Palio 2012 1.0 com ar condicionado também não passa de 5km/l na cidade com etanol E olhe que minha cidade nem tem tanto trânsito assim, João Pessoa… Também não tem a ver com o pé, tenho um Sentra 2007 2.0 e faço tranquilamente 12km/l com gasolina na cidade. Pra mim um dos principais fatores que minaram a imagem dessa geração do Palio, e que forçou a Fiat a substituição precocemente foi vender as versões 1.0 Fire, motor já defasado e subdimensionado pro Novo Palio. Pena que só fui constatar isso depois da compra (detalhe, peguei zero km)

      • Andrew B.

        Mas o Novo Palio não é com Fire Evo?

        • Edinaldo_Tapica

          Denominação de marketing, é basicamente o mesmo motor

      • Thiago Chagas

        Tbm me arrependi de ter pego o 1.0, depois fui ver q o 1.4 é melhor na performance e no consumo.

  • HugoCT

    reflexo do painel no parabrisa me fez desistir de comprar um Palio na epoca,

    • Edinaldo_Tapica

      Reflete mesmo, tenho um e posso comprovar isso

  • Davi Millan

    Defeitos e problemas do Fiat Palio: O Palio como um todo! Simples.

    Sem zueira, o palio foi o pior carro que já dirigi, me deixando inclusive com raiva de usar. Não é atoa que ele é conhecido como o “depressao movel”.

    • Good Doctor

      Não compartilho da sua opinião.
      Comprei um Palio Attractive 1.0 2012 assim que foi lançado o novo modelo. Comprei com todos opcionais da época. Rodei 90 mil km e o único defeito que deu foi o ar condicionado que ficou fraco na semana que vendi ele. Foi embora com defeito, nem sei o que era.

      Não tinha ruídos, não ferveu, não baixada óleo… Era muito fraco, então eu enfiava a botina e mesmo assim tinha bom consumo

      • Retrato do Papai

        realmente o novo palio 1.0 é bastante lento, um amigo meu tem um 2012 e já o dirigi algumas vezes… tive um palio 1.3 8v que, apesar de ter alguns cv a menos, parecia um foguete em comparação

        • Good Doctor

          É pq ele tinha a caixa ou diferencial muito mais longo

        • invalid_pilot

          Motor Fire 1,0 é uma bela bost…
          Pessoal endeusa mais porque é barato e vende em carro barato.

          O mesmo vale pro EA111

    • Edinaldo_Tapica

      Pelo menos nesta geração mais nova, a Fiat acertou na ergonomia. É um carro excelente de se dirigir analisando suspensão, posição de dirigir, e conforto geral. Internamente acho excelente, e gosto do design. O problema é o FireEvo, esse sim é um problema… Pelo menos é de manutenção baratissima

  • Caramba! Se os velhos Palios 178 quase não apresentam problemas, esse de base 326 tem inúmeros! Muitos defeitos inaceitáveis, mas o pior de todos é esse consumo desse Fire Evo 1.0… muito ruim

    • Good Doctor

      Não tinha consumo ruim não, eu tive um bem econômico. Rodei 90 mil km sem problema

      • Mas esse consumo comparado a motores modernos é complicado. O 1.4 é mais racional nesse sentido.

        • Good Doctor

          Motores mais modernos vc quer dizer o 1.0 TSI do Up, o 1.5 dragon do novo Ka…
          1.4 fire do Palio Attractive é pouco mais forte e consumo consideravelmente maior (além de queimar muito óleo mesmo novo)

          • Comparado ao Firefly ou até mesmo aos primeiros Fires do começo dos anos 2000 que possuíam mais tecnologia embarcada (leia-se sensores, variadores, atuadores, cabeçote multi-válvulas e etc) que os Fire pós 1.4 Flex de 2005, por questões de custo, implicando justamente no desenvolvimento do mesmo na época. Ele é fraco mesmo para os padrões de 10 anos atrás (comparado aos concorrentes diretos), tanto no 1.0 quanto o 1.4 – isso gera mais esforço do motor, para se trabalhar em rotações mais elevadas para conseguir algum tipo de performance, tal qual foi no passado com os primeiros Palios com motorização MPi. Em inúmeros testes de consumo, seja os do Inmetro, reviews ou de análises de proprietários, os valores não são animadores para um motor fraco, mesmo que pela categoria. Se há uma vantagem nele é que é um motor robusto – podendo ultrapassar mais de 300 mil km sem grandes problemas, desde que sejam feitas as revisões em tempo (é claro). Já sobre o 1.4 Evo não sei dizer muito, mas, em casa já tivemos o Fire da primeira fase (em um Palio ELX 1.4 de 2005) e a diferença de consumo para o 1.0 Fire da mesma época é só marginal.

            O Palio talvez poderia ter tido uma sobrevida se não tivessem elevado o patamar do Uno (e por sua vez terem criado o Mobi) e tivessem trocado o velho Fire pelo Firefly.

            • Edinaldo_Tapica

              Novo Palio deveria continuar ao lado do Uno ambos com Firefly. Mobi deveria ter sido abortado, ou assumir o lugar do Mille (pelo menos 4k a menos que o Uno) e o Argo deveria ter vindo com os Firefly Turbo, melhor acabamento, sempre com rodas de liga pra assumir o lugar do Punto/Bravo.

              • Até sobre a abortarem o Mobi concordo, mas subir o Argo de categoria não tem como e nem sentido – a Fiat previu corretamente o fim dos hatches de categoria C (médio), o Argo não tem porte para tal, embora a solução nesse caso seria o Tipo que a longo prazo poderia ser mais barato em escala (devido a partilhar plataforma com veículos da Jeep), mas não resolveria a questão de acabamento, uma vez que mesmo lá fora, o foco é o preço. Já o motor Turbo, atrasaria mais o lançamento, em pelo menos um ano… creio que no meio desse bolo devem ter chegado a conclusão que compensava matar o Palio

      • Edinaldo_Tapica

        Pois tu teve sorte macho vei. Aqui é um sufoco, cidade 5km/l estrada 9km/l com etanol. Detalhe comprei zero

        • Good Doctor

          Então seu carro tá com defeito. Essa média de consumo é da minha Ecosport no álcool

          • Edinaldo_Tapica

            Já passei scanner, comprei zero km, eu sinceramente não sei mais o que fazer. Cogito até trocar o bloco pelo 1.4

    • Edinaldo_Tapica

      Péssimo mesmo não passo de 5km/l de etanol na cidade mesmo só encostando o pé…

      • Depois dessa nunca mais irei reclamar do meu Palio mpi fazer 11 na cidade…

  • Tibúrcio

    Não vi nenhum problema crônico específico.
    Só vi problemas comuns que acontecem em qualquer carro.

  • awatenor

    Lembro que fui ver a segunda geração quando lançado…um Uno de aparência diferente, mas era o mesmo carro, tudo muito frágil… e apertado!!! fui lá achando que era um concorrente, à época, para meu Fox…que decepção…fiquei mais 2 anos com a raposa, que me serviu muito bem.

    • Edinaldo_Tapica

      Rapaz tenho 1,84m não me sinto apertado em nenhum lugar do Palio de segunda geração … Tem bem mais espaço que um Gol por exemplo.

      • awatenor

        Em relação a esse exemplo sim, mas me sentia mais à vontade dirigindo um Uno. Até atrás parecia mais apertado que o Uno.

        • Edinaldo_Tapica

          Uno é visivelmente mais estreito. Pra mim na categoria só perde em espaço pro HB20 (principalmente ao que concerne altura do teto/espaço pra cabeça), e o Sandero

          • awatenor

            Falo do uno antigo e suas paredes finas para máximo aproveitamento de espaço…hoje as paredes tem 20 cm ou bem mais… ah, e lembrando que a botinha ortopédica já tinha barras internas de proteção nas laterais e airbag (UNO CSL).

  • Arnaldo Bianchini

    Para os americanos, FIAT significa Fix It Again, Tony.

  • TeddyOne

    Meu Palio Essence irá completar seis anos em fevereiro do próximo ano.
    Seu motor com 95.000 km está em perfeitas condições de uso. Nunca foi lavado e sempre usou óleo recomendado pela fábrica.
    Não tem ruídos e nem barulhos estranhos e está firme como novo.
    Painel, estofamento, acabamento… está tudo ok.
    Problemas? Tem um desde novo que é o banco do motorista. Já quebrou o trilho algumas vezes e o próprio banco que sempre esteve torto.
    Aí está… ótimo carro, mas devido ao problema relatado desisti da marca e não a recomendo para ninguém.
    Goodbye!

  • Stunt

    Em casa tivemos um Fire 1.0 GIII ano 2007 com apenas o kit elétrico, adquirido 0km e que ficou conosco por uns bons anos. O carrinho era gastão, médias com etanol de 6,0 na cidade e melhorava um pouco na estrada chegando a 11km/l; quase nunca via gasolina pois não ficava tão mais ecônomico que compensasse. Tinha um barulho que surgiu ainda novo no banco traseiro nunca solucionado, mesmo com todos os encaixes revistos e reapertos possíveis e imagináveis. A suspensão macia demais, não vejo como defeito do carro apenas uma característica, bem boa pra cidade mas causava receio com excesso de rolagem mesmo em curvas de baixa na estrada. Únicos problemas que também achamos incomum, assim como em outros comentários, foram uma troca do kit de embreagem com menos de 40mil km e o vazamento na junta da tampa de válvulas ocorrido duas vezes num curto período de poucos meses.
    Apesar desses relatos ele tinha suas qualidades, pois no restante sempre foi robusto, mecanicamente, com peças e manutenções baratas de fazer e nenhum outro tipo de problema de motor nem mesmo com a suspensão que nunca necessitou reparos. Parte elétrica sempre em ordem, a bateria original de apenas 36Ah, por incrivel que pareça, aguentou cinco anos e o acabamento se não era um primor, tinha bancos bem resistentes e apenas ele, entre seus concorrentes da época, vinha com portas todas revestidas em tecido. Enfim, passamos pra frente com cerca de 60mil km e se não foi uma compra excepcional também não digo que foi um arrependimento.

  • Josh

    Eu tenho um Attractive 1.4. Graças a Deus o único grande inconveniente é o consumo…Como uso GNV, o combustível líquido que uso é o etanol, que por sinal baixa bem rápido, não importando se estou conduzindo calmamente…De resto, são mais de 70.000 km bem rodados. Ruídos internos eu concordo que é uma chatice, embora eu ja esteja acostumado a eles, até porque não são altos.

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